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30 de jun. de 2014

Agronegócio - Koreia Atua - Drones dos USA Sobrevoam Bagdá - Dólar: Uma Moeda Corroída - UE a Fazer Água - Civis Sob Bombardeio Ucraniano


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Batalha sobre dívida Argentina pode reduzir oferta global de soja


BUENOS AIRES - Os produtores argentinos disseram que vão estocar soja no segundo semestre do ano se Batalha sobre dívida argentina.

Pode reduzir oferta global de soja se o governo não for capaz de fechar um acordo com os investidores sobre sua dívida para evitar um novo default soberano.


Muitos produtores já estão segurando a venda da soja como forma de se proteger contra a inflação alta e dizem que serão ainda mais cautelosos à medida que as negociações entre governo e investidores detentores de títulos avançam.

Os credores querem o pagamento integral dos títulos que a Argentina deixou pagar em 2002, após vencerem uma série de disputas em tribunais norte-americanos que colocam o país à beira de um novo calote.

"Considerando o que está acontecendo com a dívida da Argentina, estamos retendo o que colhemos este ano, para ver o que acontece", disse Carlos Novecourt, gerente de uma pequena fazenda na cidade de Carlos Casares, na província de Buenos Aires.

Um corte na oferta da oleaginosa pela Argentina colocaria pressão de alta sobre os preços globais da soja e do farelo mundial em um momento de crescente demanda, especialmente da China.


Soja pronto para colheita - Paraná - Brasil - Divulgação

A Argentina é terceiro exportador de soja do mundo e o maior fornecedor global de farelo de soja.

Sinais da incerteza sobre o abastecimento já estão surgindo no mercado mundial, com as exportações de farelo de soja dos Estados Unidos, terceiro fornecedor do mundo, atingindo recordes.

A Argentina deverá colher 55,5 milhões de toneladas de soja nesta temporada, de acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, que informou nesta quinta-feira que os produtores colheram 95 por cento da safra até o momento.

Ao longo dos próximos dois meses, os produtores argentinos deverão vender grãos para levantar dinheiro necessário para pagar os empréstimos que financiaram o plantio. Uma vez que os empréstimos bancários forem pagos, no entanto, os produtores terão ainda mais motivos para acumular estoques de grãos na fazenda.

"Após o final de agosto, os agricultores argentinos vão segurar 23,25 milhões de toneladas de soja, com um valor de mercado de 12 bilhões de dólares. Sob circunstâncias normais, o que significa dizer sem o problema de reestruturação da dívida, esse volume seria de 18 milhões de toneladas, no valor de 9,3 bilhões de dólares", disse o analista agrícola Pablo Adreani.
Fonte: Reuters



Coreia do Norte lança mísseis sobre o Mar do Japão



Divulgação
O Ministério da Defesa do Japão passou o domingo reunido para analisar as medidas que serão tomadas pelo país após os disparos de dois mísseis norte-coreanos em direção ao Mar do Japão nesta madrugada. Não houve dano em nenhuma aeronave ou navio japonês.

Mas o primeiro-ministro Shinzo Abe disse que está trocando informações com os Estados Unidos e com a Coreia do Sul para decidir melhor os próximos passos e, se for necessário, promover uma ação rápida em caso de ameaça à segurança de alguma embarcação japonesa.

No próximo dia 1º de julho, o Japão terá uma reunião com a Coreia do Norte para tratar do sequestro de japoneses. O ministro da Defesa, Itsunori Onodera, foi questionado pela imprensa japonesa sobre o impacto do lançamento dos mísseis sobre este encontro na semana que vem. Ele respondeu, no entanto, que o governo como um todo vai analisar a situação e não somente a pasta de defesa.

Os disparos aconteceram também poucos dias antes da visita do presidente chinês Xi Jinping à Seul para discutir o programa nuclear da Coreia do Norte. A China é o único grande aliado de Pyongyang e garante uma salvação econômica para a nação isolada. A Coreia do Norte está sob sanções da ONU por causa do programa de armas nucleares.

O país já realizou testes nucleares em 2006, 2009 e 2013, e acredita-se que os norte-coreanos tenham material nuclear suficiente para um pequeno número de bombas.
Disparos

De acordo com uma nota divulgada pelo governo japonês, por volta das 5h da manhã, horário local, deste domingo, dois mísseis Scuds foram lançados da costa leste da Coreia do Norte em direção ao Mar do Japão. Esta foi a terceira vez este ano que os norte-coreanos lançaram projéteis em direção ao mar. Para o Japão, a atitude é considerada muito grave, pois coloca em risco a segurança de navios e aeronaves.

O governo de Abe já encaminhou um protesto contra este tipo de lançamento à China através da embaixada em Pequim.
Fonte: BBC Brasil
Texto revisto por Narcisi Primus .:.



Drones armados dos EUA sobrevoam Bagdá para proteger seus militares



O Pentágono ressalta que os aviões não tripulados só têm funções de defesa e vigilância



Aeronave dos USA com capacidade de bombardeio
 Os Estados Unidos reforçam sua presença aérea no Iraque. O Pentágono anunciou na sexta-feira que alguns dos Drones e aviões convencionais que desde há uma semana sobrevoam esse país estão armados para proteger a Embaixada norte-americana em Bagdá, diplomatas e os 500 militares que a Casa Branca enviou ao país para assessorar o Exército iraquiano na luta contra a ofensiva do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL).
“Alguns desses aviões estão armados principalmente por razões de proteção depois da entrada no país de assessores militares que operarão fora dos limites da Embaixada”, explicou o porta-voz do Departamento de Defesa, o contra-almirante John Kirby, em uma entrevista à imprensa.
Os Drones –aviões não tripulados– começaram a sobrevoar Bagdá na quinta-feira, estão equipados com mísseis Hellfire e partem de uma base no Kuwait, segundo The New York Times.
Com o uso dos aviões armados o número de voos diários ronda os 40 enquanto nos dias anteriores eram 30 e 35. O porta-voz do Pentágono enfatizou que a missão não está relacionada com a possibilidade de que o presidente dos EUA, Barack Obama, possa ordenar ataques aéreos contra os jihadistas do EIIL – que ocuparam algumas cidades do norte do país e ameaçam Bagdá– e enfatizou que se trata de uma função de proteção.
Mas, ao mesmo tempo, admitiu que todas as opções continuam sobre a mesa. “O presidente não tomou nenhuma decisão sobre o uso da força, mas seria irresponsável de nossa parte não estar planejando, preparando, pensando e nos mantendo prontos para o caso de ele tomar essa decisão”, afirmou.
Segundo fontes oficiais citadas pelo Times, Obama não descartou a possibilidade de efetuar ataques aéreos contra posições do EIIL no Iraque ou Síria, mas antes de tomar uma decisão final quer conhecer as conclusões da análise dos assessores militares sobre a capacidade de defesa das forças do Governo do xiita Nuri al Maliki e o poderio dos jihadistas sunitas, que também estão presentes em partes da vizinha Síria.
O porta-voz do Pentágono disse na terça-feira que o objetivo é dispor, em “duas ou três semanas”, dos primeiros resultados da análise dos voos de vigilância e espionagem. Além dos Drones armados, também sobrevoam o Iraque caças F-18 com base no porta-aviões George H. W. Bush, posicionado nas águas do Golfo Pérsico.
A rápida ofensiva do EIIL surpreendeu a Casa Branca e obrigou Obama a voltar a envolver-se no Iraque. Uma guerra à qual se opôs como senador, e que herdou do Governo de George W. Bush, e um país que acreditava ter deixado estabilizado depois da saída das tropas norte-americanas em 2011, O conflito atual, além do mais, está proporcionando aliados embaraçosos para Washington: o Exército da Síria está bombardeando posições do EIIL na fronteira do Iraque e o Irã tenta frear o avanço jihadista com o uso de Drones, segundo fontes oficiais citadas na mídia norte-americana.
O anúncio do Pentágono chega no dia seguinte ao pedido de autorização da Casa Branca ao Congresso para que conceda uma ajuda econômica de 500 milhões de dólares (1,1 bilhão de reais) para “treinar e equipar” militarmente os opositores sírios moderados armados, de modo a consolidarem suas posições e resistirem aos avanços dos jihadistas do EIIL nesse país que faz fronteira com o Iraque.
Fonte: El País
Texto revisto por Narcisis Primus .:.




BC Francês Fecha Acordo Para Estruturar Sistema de Pagamento em Moeda Chinesa



O yuan vale cerca de 1/5 do dólar
O Banco Central (BC) francês disse neste domingo que assinou um memorando de entendimento com a China para estabelecer um sistema de pagamento do renminbi em Paris.

“Este memorando é o primeiro passo para a criação de uma infraestrutura de câmara de compensação e liquidação para o renminbi em Paris”, disse o BC francês, em comunicado.




Moeda dos USA: decadente corroída por falta de lastro
A concorrência é feroz entre os principais centros financeiros da Europa para operar a moeda chinesa. Frankfurt e Luxemburgo estão disputando com Londres, favorita de muitos analistas, e a Suíça está tentando fortalecer seu caminho para a competição.


O sistema de pagamento acordado entre a França e a China vai funcionar com base em um banco de compensação, que será designado pelo Banco do Povo da China (PBOC), disse o banco central francês.

A China intensificou os planos de aumentar a utilização internacional de sua moeda em outubro passado, com um acordo entre o BC Europeu e o PBOC, para trocar euros e iuanes.

Fontes: Correio do Brasil – Reuters

Texto revisto por Narcisi Primus .:.


Ministro Alemão Acredita Que UE Precisa do Reino Unido



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O ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schaeuble, considera que o Reino Unido não deve sair da União Europeia.

"Quanto às relações históricas, políticas e culturais, o Reino Unido é absolutamente indispensável à Europa", declarou ele em uma entrevista ao Financial Times.
A questão da retirada do Reino Unido da União Europeia foi abordada mais uma vez na semana passada pelo primeiro-ministro David Cameron, que ameaçou abandonar a união, se o conservador Jean-Claude Juncker fosse nomeado o presidente da Comissão Europeia. Todavia, Juncker foi eleito, e o Reino Unido continua na União Europeia.
Fonte: Google - Wikipedia



Slavyansk foi bombardeada por exército ucraniano

As tropas ucranianas retomaram os bombardeios da cidade de Slavyansk, fazendo mortos entre a população civil, informou a prefeitura da cidade à RIA Novosti.


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"Durante um bombardeio na tarde deste domingo, alguns projéteis atingiram o mercado da cidade, causando mortos e feridos", relatou a prefeitura. O número de vítimas está sendo apurado.
Além disso, vários projéteis caíram nas áreas de Sobachevka, Artem e estação ferroviária, atingindo também casas residenciais no beco Novoslavyansky. Os milicianos responderam abrindo fogo contra o monte Karachun onde se encontram concentradas as forças do exército ucraniano e da Guarda Nacional.
De acordo com a milícia, o exército ucraniano deslocou três obuses autopropulsados ​​Acácia para junto do seu posto de controle na zona da fábrica de rações. "É bem perto da cidade, eles vão atirar à queima-roupa", disse a fonte da milícia.
Fonte: RIA


28 de jun. de 2014

O Responsável é Quem Faz o Uso da Informação - Futebol: Brasil Manda Chile de Volta - FIFA a Rever Conceitos - Vendas Mal Feitas no 'Mercado Livre'

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Sinal Amarelo Para a Empresa de e-commerce: Mercado Livre


Se você é um cliente, ou pretender ser, do Mercado Livre, pise nos freios em suas compras pelo sistema e-commerce desta dita empresa.

Ela pode “pisar na bola” contigo.

Texto mandado publicar por usuário do "Mercado Livre" desde 2.004.

Email do mesmo:



COPA FIFA DE FUTEBOL - BRASIL


A FIFA precisa rever alguns conceitos em suas regras para a prática de futebol



Depois de uma eternidade na prática do esporte, a FIFA resolveu aplicar na regra do impedimento que só o atleta que participar da jogada e estiver impedido, o juiz marca o impedimento.
Foi um avanço muito grande para o desenvolver do próprio futebol.

Por exemplo: foi adotado um sistema na linha de gol, que, quando a bola ultrapassa a linha, um sistema eletrônico aciona um sinal imediato a um receptor que está com o juiz da partida.


Porque não utilizar as imagens transmitidas pela FIFA, é ela que detém os direitos de imagens em seus eventos, e o faz com uma propriedade inigualável, para que o juiz confira as jogadas que inspiram insegurança nas tomadas de decisão pelo próprio juiz? Aí o juiz poderá voltar atrás ou não e seguir em frente, rolando a bola.
Não há mal algum nisto!

A tecnologia está aí para isto, senhores dirigentes do futebol mundial.



David Luis e Júlio César “ and The Golden Boys Of Brazil”


David Luis em entrevista


Divulgação
Thiago Silva, capitão do time brasileiro nesta Copa FIFA
Hulk, um gol legítimo anulado e um pênalty não marcado pelo juíz

Flagrante do gol do Hulk anulado pelo despreparado juiz da FIFA, ao anular o gol marcando mão na bola, que, de acordo com o ex-árbitro da FIFA Arnaldo César Coelho, não foi falta, pois bola no ombro acima da manga da camiseta, não é falta, portanto, o juiz britânico "garfou" a Seleção Brasileira anulando este gol legítimo.

Hulk faz lembrar alguns atletas brasileiros que tinham um canhão nos pés. Pepe, Santos(mais conhecido como o canhão da Vila); Carlos Alberto, capitão do Seleção de 1.970; Nelinho, Cruzeiro; Éder; Roberto Carlos, Palmeiras e, muitos outros.  



David Luis no primeiro gol do Brasil; o outro foi de penalty contra o Chile - Divulgação










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Júlio César, do Brasil,  defendendo um penalty cobrado pelo Chile

A Tranquilidade do goleiro do Brasil levou o time à próxima etapa da competição






Fotos: Divulgação 







China 'estica' mapa nacional para defender reivindicações marítimas


 
Divgulgação

Pequim, 28 jun.
Pequim levou para a cartografia seu conflito com o Sudeste Asiático pela soberania de centenas de ilhas no Mar da China Meridional, com um mapa oficial que pela primeira vez inclui todas as águas em conflito, o que 'estica' as cartas nacionais em milhares de quilômetros ao sul.

O mapa, apresentado ao público nesta semana pela Editoria Cartográfica de Hunan, muda radicalmente o aspecto que os mapas nacionais da China têm, já que pela primeira vez é vertical e não horizontal, como todos são pendurados em salas de aula, bibliotecas e escritórios do país.

Isso se deve ao fato de que pela primeira vez aparecem na mesma escala que a grande massa continental chinesa arquipélagos como as Ilhas Spratly e as Ilhas Paracel, que a China disputa com Vietnã, Filipinas, Indonésia, Malásia, Brunei e Taiwan, e que tenta reivindicar também construindo nelas desde cidades a pistas de pouso ou instalações turísticas.

O mapa é um pouco chocante, porque muitas dessas ilhas são tão pequenas que mal são visíveis na nova representação geográfica, e o aspecto final é o de um plano no qual a China está um pouco descentralizada, na parte superior.

Representações oficiais anteriores da China também incluíam as ilhas em conflito, mas em escala menor que o resto do país e em mini mapas inseridos em um cantinho, de maneira similar a outros países com arquipélagos afastados de sua massa continental, como as Ilhas Canárias, da Espanha; ou a Ilha de Páscoa, do Chile.

O mapa atual, que estende cinco mil quilômetros ao sul os limites da China, coloca 10 linhas como fronteiras marítimas imaginárias entre o gigante asiático e os países do sudeste do continente.

O novo mapa também não deixa de incluir uma dessas linhas de fronteira entre o Japão e as Ilhas Diaoyu (Senkaku para os japoneses), controladas de fato por Tóquio, mas que Pequim reivindica, em outro grande conflito.

O litígio que mais dor de cabeça causa este ano a Pequim é, no entanto, o que mantém com o Vietnã pelas Ilhas Paracel (Xisha para os chineses, Hoang Sa para os vietnamitas), desde que, no começo de maio, a companhia petrolífera estatal China National Offshore Oil Corporation (CNOOC) transferiu uma de suas plataformas extratoras para as águas em disputa.

Os navios vietnamitas que tentaram deter essa instalação foram respondidos com canhões de água por navios chineses. Dias depois, o conflito se transferiria para as ruas do Vietnã, onde os protestos derivavam em ataques ao comércio chinês nesse país, que terminaram com quatro mortes.

O uso dos mapas nos muitos conflitos da China com seus países vizinhos é frequente no regime comunista, que costuma mostrar em exposições ou em reuniões políticas cartas elaboradas por seus navegantes em séculos passados com a intenção de defender suas reivindicações.

O uso político da cartografia não se reduz aos conflitos pelas Paracel, Spratly e Diaoyu/Senkaku: também é obrigatório nos mapas chineses que a ilha de Taiwan, apesar de estar separada unilateralmente do resto da China desde 1949, seja mostrada como uma província do país, algo que nem sempre ocorre no Ocidente.

Outro detalhe no qual os mapas chineses podem diferir dos publicados no resto do mundo é o da controversa fronteira entre o gigante asiático e a Índia. Os mapas chineses costumam mostrar como parte do país a região de Aksai Chin, na Caxemira, que em cartas internacionais, às vezes, figura como 'região reivindicada' por Pequim e Nova Délhi.

Além disso, até há quase uma década, esses mesmos mapas chineses consideravam um país independente o estado indiano de Siquim, entre Nepal e Butão, que durante décadas contou com apoio político de Pequim, já que o regime comunista buscava um território que o separasse completamente da Índia no Himalaia.
Fonte: EFE Brasil
Texto revisto por Narcisi Primus .:.


NSA divulga primeiros números sobre rastreamento de informações




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A Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) divulgou nesta sexta-feira o seu primeiro "relatório de transparência", que revela o número de alvos de seus programas de vigilância eletrônica e telefônica, em uma iniciativa destinada a acalmar seus críticos, no momento em que uma reforma no setor está sendo preparada no Congresso.

O informe da NSA indica que em 2013 a agência obteve menos de 2.000 aprovações da Corte de Vigilância de Inteligência Externa para atuar.

A agência ressaltou que havia obtido apenas uma aprovação para recorrer à Seção 702 da lei de inteligência Fisa, que permite coletar fora dos Estados Unidos dados sobre pessoas, grupos ou organizações não americanos.

No entanto, o número de "alvos" foi de 89.138 no ano passado.

A NSA indicou que havia feito 178 solicitações de coleta de dados em grande escala por meio de uma disposição que permite à agência rastrear grandes quantidades de dados telefônicos.
Isso permitiu à NSA fazer no total 423 solicitações específicas no ano passado para reunir mais dados.

O relatório também indica que foram emitidas 19.212 "cartas de segurança nacional" ou citações administrativas que permitem ao FBI obter informações sem uma ordem judicial. Essas cartas continham 38.832 solicitações de informações.

A agência de inteligência justificou a divulgação do relatório em virtude de uma diretiva do presidente Barack Obama de junho de 2013.

Essa diretiva pedia para a agência "desclassificar e tornar pública a maior quantidade de informações possível acerca de alguns programas sensíveis de vigilância do governo americano, ao mesmo tempo em que protege as informações classificadas como sensíveis e as informações de segurança nacional".

A NSA indicou que vai continuar procedendo dessa maneira todos os anos.

Fonte; AFP



27 de jun. de 2014

USA Armando Rebeldes Sírios - Boicote do BRICS


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Fechamento do Ibovespa - São Paulo - Brasil


Ouro = 0,4290     93,40

IBOVESPA
-0,4166%
53790

DÓLAR
-0,2046%
2194,5

FRC
ND
ND

DI1
0,0000%
10,79

CAFÉ
0,6053%
207,75
A
BOI
-0,0397%
125,95
A
ETANOL
0,0000%
1160

MILHO
0,0411%
24,32
A
SOJA
0,1577%
31,75

S&P 500
0,1025%
1953

OC1
ND
ND


 A Cotação é feita em R$(Real).

Café é cotado em dólar por saca de 60 kilos
Soja é cotado em US$ por saca de 60 kilos.
O Ouro é cotado em Real por grama.

Fonte: BMFBovespa




Após provocações, senador diz que EUA querem cooperar(?) com a China



Na véspera do diálogo de estratégia e economia China-EUA, nesta quinta-feira (26), a comissão de diplomacia do Senado estadunidense realizou uma reunião sobre o tema e analisou os 35 anos das relações diplomáticas entre os dois países. O contexto é o das críticas contra a interferência dos EUA na região Ásia-Pacífico, conforme determinado pela política externa norte-americana, apesar dos apelos da China pelo respeito à sua soberania e pela busca por estabilidade e cooperação.


Frota do Comando das Forças Armadas dos Estados Unidos no Pacífico, que navega entre as Filipinas, a Coreia do Sul, a Nova Zelândia e o Japão, segundo o seu mandato, com base em acordos militares com esses países, além da região de Taiwan - Foto: Divulgação
Na reunião da comissão parlamentar, o assessor responsável pelos assuntos da Ásia Leste e do Pacífico do Departamento de Estado dos EUA, Daniel Russel, fez uma retrospectiva dos 35 anos de relações com a China, considerando-as "estáveis" neste período.

Atualmente, os dois países já estabeleceram um relacionamento "bastante flexível", continuou o senador.
"Os EUA buscam evitar uma 'luta estratégica' [e promover] uma 'competição justa e saudável' entre as duas partes", disse ele, apesar da recente intensificação da presença militar estadunidense na região e da interferência em disputas regionais, sobretudo territoriais.
Foto: tropa chinesa

Ao falar da cooperação econômica, Russel afirmou que o papel maior da China na região Ásia-Pacífico está em "complementaridade" com a estratégia contínua dos EUA. Entretanto, diversas análises acadêmicas observam uma política que mira na "contenção" da China para a consolidação da liderança norte-americana também naquela região.

Já sobre a relação militar, Russel disse que a meta dos EUA é construir uma cooperação "contínua e concreta", esperando uma transparência maior na despesa militar e na construção de um exército chinês moderno. O Instituto Internacional de Pesquisa sobre a Paz de Estocolmo (Sipri) estima que, em 2013, os Estados Unidos continuavam liderando nos gastos militares mundiais, com US$ 640 bilhões (R$ 1,4 trilhões), 
U$D cunhada sob o lastro do ouro germânico custodiado nos USA
 e a China estava em segundo lugar, com um gasto 3,4 vezes menor, de US$ 188 bilhões (R$ 414 bilhões). 

O senador revelou que, durante o novo diálogo, os EUA e a China avaliam os progressos do relacionamento bilateral e estipulam objetivos sobre a situação regional e internacional, explicam políticas para coordenar e cooperar nas questões relacionadas a ambos os lados, assim como controlar de forma construtiva as divergências através do diálogo de alto nível. 



Já nesta quinta, o conselheiro de Estado da China Yang Jiechi (foto ao lado) reuniu-se com uma delegação do Conselho Americano de Política Estrangeira liderado por Richard Myers, ex-presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA. 

A delegação estadunidense foi convidada pelo Departamento Internacional do Comitê Central do Partido Comunista da China, e Yang disse esperar que o conselho desempenhe um papel positivo para promover um entendimento compreensivo e objetivo da China e das suas relações com os EUA. Myers garantiu que o conselho está disposto a ser um canal para fortalecer a comunicação e o entendimento bilateral.

Um dos temas que atraíram mais atenção na reunião foi a questão da soberania no Mar do Sul da China e o Mar Oriental, com disputas territoriais em que os EUA têm interferido, em oposição às posições chinesas, embora Russel tenha dito que o seu governo não toma posição e favorece as negociações diplomáticas.

Recentes declarações e medidas norte-americanas foram classificadas pela China como provocações dos Estados Unidos, como a realização de exercícios militares na região e o fortalecimento de relações com países em disputa territorial com a China, no âmbito das novas diretrizes da política externa norte-americana para a região Ásia-Pacífico.

Fonte: Rádio China Internacional

*Um boicote dos países do BRICS capitaneados pelos dois de maior PIB do bloco às importações de produtos dos USA e de países da CE, jogará por terra as intenções norte americanas de interferir em nações soberanas tais como o Iraque e a Síria, pois o interesse sujo dos EEUU, todos sabem, é por petróleo, pois a reservas dos "yanquees" exauriram-se.

*Narcisi Primus.:.

Obama pede financiamento para armar rebeldes sírios moderados
  

Face ao aumento de grupos jihadistas a combaterem na Síria e outros países vizinhos, o Presidente norte-americano solicitou ao congresso um fundo de 500 milhões de dólares para "treinar e equipar" rebeldes moderados.
Só uma observação do Editor do Blog: enquanto Obama solicita 500 milhões de dólares ao Congresso, para armar os rebeldes sírios, e quem vai pagar a fatura é o contribuinte, avisar aos navegantes que a dívida pública dos USA já está a ultrapassar, se já não ultrapassou os 23 trilhões de dólares, será um brado de alerta! Agora, mais 500 milhões.
Será que o soberano povo dos USA aguenta? Narcisi Primus .:.
Obama

Entre os rebeldes a combaterem na Síria, encontram-se ainda as milícias da Frente Nusra, próximas da Al-Qaeda, ou o Supremo Comando Militar, tido como mais moderado.
O pedido de financiamento para aumentar a intervenção norte-americana na região é encarado pelos opositores a Obama nos Estados Unidos como um sinal do falhanço da sua política externa.
A "inépcia e inação da administração Obama" 
"As consequências da inépcia e inação da administração Obama em articular e implementar uma estratégia coerente é agora dolorosamente óbvia ao longo do Médio Oriente, especialmente no Iraque, ameaçando agora parceiros dos Estados Unidos como a Jordânia", afirma o senador republicano Marco Rúbio.
Por seu turno, o democrata Eliot Engel considera que "não é demasiado tarde para ajudar a oposição moderada. Não é demasiado tarde para ajudar os sírios a construírem o futuro que eles merecem".
Até aqui, Obama mostrou-se reticente em assumir o apoio bélico à oposição síria. Oficialmente o apoio norte-americano foi limitado aos 287 mil dólares (211 mil euros) concedidos aos rebeldes, logo no início do conflito em março de 2011, em material não letal. A CIA participou contudo num treino secreto de rebeldes moderados na Jordânia.
A ausência de apoios bélicos era justificada com os receios de que o armamento pudesse vir parar em mãos de radicais, mas a administração norte-americana argumenta que nos últimos meses ficou mais confiante de conseguir distinguir os rebeldes mais moderados dos mais radicais entre as forças a combaterem o regime do Presidente Bashar Al-Assad na Síria.
Na quinta-feira foi também formalizado o pedido ao congresso de mil milhões de dólares (734 milhões de euros) para fortalecer a posição militar norte-americana na Europa central de leste face à situação na Ucrânia, no âmbito de um plano já anteriormente anunciado.


Fonte: E

Foto: Divulgação


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