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China se opõe à interferência em assuntos de Hong Kong
A China manifestou protesto contra comentários do Departamento de Estado
dos EUA sobre Hong Kong e reiterou que o sistema político de Hong Kong é seu
assunto interno.
"O sistema político de Hong Kong é um assunto doméstico em que
outros países não têm o direito de interferir", disse Hua Chunying,
porta-voz da chancelaria chinesa, em uma entrevista coletiva regular.
Hua fez o comentário ao comentar uma declaração de Marie Harf,
porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, que disse que "acreditamos
que a legitimidade do chefe executivo será fortalecida enormemente se a
promessa de sufrágio for realizada e a eleição oferecer à população de Hong
Kong uma verdadeira escolha de candidatos representativos da vontade dos
eleitores".
"O governo chinês se opõe firmemente à interferência de qualquer
país estrangeiro e de qualquer forma", disse Hua.
Conselheiro de Estado da China reúne-se com delegação do Conselho Americano de Política Estrangeira
Um conselheiro de Estado da China reuniu-se na quinta-feira
com uma delegação do Conselho Americano de Política Estrangeira liderado por
Richard Myers, ex-presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA.
Yang Jiechi
disse esperar que o conselho desempenhe um papel positivo em promover um
entendimento compreensivo e objetivo da China e das relações dela com os EUA.
Myers concordou com Yang
dizendo que o conselho está disposto a ser um canal para fortalecer a
comunicação e o entendimento entre os dois países.
A delegação foi convidada
pelo Departamento Internacional do Comitê Central do Partido Comunista da
China.
EUA consideram relações com a China como "cooperação flexível"
Na véspera
da realização do diálogo de estratégia e economia China-EUA, a comissão de
diplomacia do Senado dos EUA realizou ontem uma reunião sobre as relações
sino-norte-americanas. Na ocasião, o assessor responsável pelos assuntos da
Ásia Leste e do Pacífico do Departamento de Estado dos EUA, Daniel Russel, fez
uma retrospectiva sobre as relações bilaterais desde o estabelecimento das
relações diplomáticas há 35 anos.
Segundo
Russel, as relações entre a China e os EUA permaneceram estáveis durante os
últimos 35 anos. Atualmente, os dois países já estabeleceram um relacionamento
"bastante flexível".
Os EUA
buscam evitar uma "luta estratégica", mas antes uma "competição
justa e saudável" entre as duas partes. Ao falar da cooperação económica,
Russel afirmou que o papel maior da China na região Ásia-Pacífico está em
complementaridade com a estratégia contínua dos EUA naquela região.
No que diz
respeito à relação militar, Russel disse que a meta dos EUA é construir uma
cooperação "contínua e concreta" e que país espera uma transparência
maior na despesa militar e na construção de um exército chinês moderno.
Russel
revelou que durante o novo diálogo, os EUA e a China vão avaliar os progressos
do relacionamento bilateral e estipular objetivos, fazer retrospectivas sobre a
situação regional e internacional, explicar as políticas, coordenar e cooperar
em termos das questões relacionadas a ambos os lados, assim como controlar de
forma construtiva as divergências através do diálogo de alto nível.
Um
dos temas que atraíram mais atenção na reunião foi a questão da soberania do
Mar do Sul e o Mar Oriental da China. Sobre isso, Russel enfatizou que os EUA
não tomam posição nesta questão e esperam que a China e os países envolvidos
controlem ou resolvam as divergências por via diplomática pacífica.
A Rússia lançou hoje ao mar o submarino Rostov-na-Donu, praticamente indetectável aos radares
![]() |
Submarino Invisível da Rússia |
O submarino diesel-elétrico Rostov-na-Donu,
um dos seis submarinos do projeto para a Frota do Mar Negro, foi lançado hoje
ao mar, conforme declarou o сomandante da Marinha russa, o almirante Victor
Chirkov.
Fonte: Google
Fonte: Google
Fotos: Divulgação
Texto revisto por Narcisi Primus .:.
Obama ameaça Rússia com novas sanções por tensão na Ucrânia
Presidente dos EUA conversou com o
primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, e os dois "acertaram manter a
coordenação visando impor custos adicionais à Rússia caso não aprove medidas
rápidas para reduzir a tensão no leste da Ucrânia"
![]() |
| Foto: Líder Russo Sr. Vladimir Putin |
O Ocidente acusa a Rússia de armar os separatistas para
desestabilizar esta ex-república soviética, que deve firmar nesta sexta-feira
um acordo histórico de associação à União Europeia, se afastando da órbita
russa.
O presidente
dos Estados Unidos, Barack Obama, ameaçou nesta quarta-feira a Rússia com novas
sanções caso Moscou não adote "medidas rápidas" para reduzir a tensão
na Ucrânia, informou a Casa Branca.
Obama conversou por telefone com o primeiro-ministro da Itália,
Matteo Renzi, e os dois dirigentes "acertaram manter a coordenação visando
impor custos adicionais à Rússia caso não aprove medidas rápidas para reduzir a
tensão no leste da Ucrânia", onde os combates entre o Exército e os
rebeldes pró-Moscou já deixaram mais de 400 mortos desde abril.
Os dois líderes também destacaram "a necessidade para a
Rússia de usar sua influência sobre os grupos separatistas para convencê-los a
respeitar o cessar-fogo e exigiram medidas concretas contra o envio de armas e
combatentes através da fronteira".
Obama e
Renzi salientaram ainda "a importância para o governo ucraniano e para os
separatistas de se prosseguir com as discussões sobre a aplicação do plano de
paz proposto pelo presidente" ucraniano, Petro Poroshenko.
O Ocidente acusa a Rússia de armar os separatistas para desestabilizar
esta ex-república soviética, que deve firmar nesta sexta-feira um acordo
histórico de associação à União Europeia, se afastando da órbita russa.
Fonte:
Terra - Brasil
Rússia: Senado revoga permissão de envio de tropas à Ucrânia
A decisão foi adotada por 153 votos a favor e 1 contra
A Câmara Alta do Parlamento russo
aceitou nesta quarta-feira, quase por unanimidade, a suspensão, a pedido do
presidente Vladimir Putin, da autorização aprovada em março para uma
intervenção militar na Ucrânia.
A decisão foi adotada a pedido
do próprio chefe do Kremlin, por 153 votos a favor e 1 contra.
"Um voto contra? Não é um
erro?", perguntou a presidente do Senado, Valentina Matvienko, após
conhecer o resultado da votação.
A Câmara
Alta do Parlamento russo aceitou nesta quarta-feira, quase por unanimidade, a
suspensão, a pedido do presidente Vladimir Putin, da autorização aprovada em
março para uma intervenção militar na Ucrânia.
A decisão foi adotada a pedido
do próprio chefe do Kremlin, por 153 votos a favor e 1 contra.
"Um voto contra? Não é um
erro?", perguntou a presidente do Senado, Valentina Matvienko, após
conhecer o resultado da votação.
Segundo a presidência russa, Putin
pediu ontem a revogação da autorização, a fim de favorecer "a normalização
da situação nas regiões orientais da Ucrânia" e também em vista do início
das negociações entre as partes em conflito.
Ao apresentar o projeto de resolução,
o presidente do Comitê de Defesa e Segurança do Senado, Viktor Ozerov, destacou
que a Rússia se reserva ao direito de supervisionar a situação na Ucrânia.
"Consideramos que a Constituição
e as leis federais concedem ao presidente da Rússia funções suficientes para
influenciar na situação na Ucrânia", acrescentou.
Em qualquer caso, Ozerov ressaltou
que, se Putin necessitar "contramedidas de caráter militar", o
Comitê de Defesa e Segurança do Senado estará pronto para estudá-las.
"Espero que não seja
necessário", acrescentou.
Segundo a Constituição da Rússia, o
chefe do Estado necessita autorização do Senado para o emprego das Forças
Armadas fora das fronteiras do país.
Segundo a presidência russa, Putin
pediu ontem a revogação da autorização, a fim de favorecer "a normalização
da situação nas regiões orientais da Ucrânia" e também em vista do início
das negociações entre as partes em conflito.
Ao apresentar o projeto de resolução,
o presidente do Comitê de Defesa e Segurança do Senado, Viktor Ozerov, destacou
que a Rússia se reserva ao direito de supervisionar a situação na Ucrânia.
"Consideramos que a Constituição
e as leis federais concedem ao presidente da Rússia funções suficientes para
influenciar na situação na Ucrânia", acrescentou.
Em qualquer caso, Ozerov ressaltou que,
se Putin necessitar "contramedidas de caráter militar", o Comitê
de Defesa e Segurança do Senado estará pronto para estudá-las.
"Espero que não seja
necessário", acrescentou.
Segundo a Constituição da Rússia, o
chefe do Estado necessita autorização do Senado para o emprego das Forças
Armadas fora das fronteiras do país.
Fonte: Terra - Brasil
EUA registram aumento inesperado das reservas de cru
As reservas de petróleo bruto registraram um avanço inesperado na semana passada nos Estados Unidos, de acordo com os números do Departamento de Energia (DoE) divulgados nesta quarta-feira.
As reservas de petróleo subiram a 1,7 milhão de barris, a 388,1 milhões na semana que terminou em 20 de junho, quando os especialistas da agência Dow Jones Newswires previram uma queda de 1,2 milhão de barris.
Fonte: AFP







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