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30 de jun. de 2014

Agronegócio - Koreia Atua - Drones dos USA Sobrevoam Bagdá - Dólar: Uma Moeda Corroída - UE a Fazer Água - Civis Sob Bombardeio Ucraniano


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Batalha sobre dívida Argentina pode reduzir oferta global de soja


BUENOS AIRES - Os produtores argentinos disseram que vão estocar soja no segundo semestre do ano se Batalha sobre dívida argentina.

Pode reduzir oferta global de soja se o governo não for capaz de fechar um acordo com os investidores sobre sua dívida para evitar um novo default soberano.


Muitos produtores já estão segurando a venda da soja como forma de se proteger contra a inflação alta e dizem que serão ainda mais cautelosos à medida que as negociações entre governo e investidores detentores de títulos avançam.

Os credores querem o pagamento integral dos títulos que a Argentina deixou pagar em 2002, após vencerem uma série de disputas em tribunais norte-americanos que colocam o país à beira de um novo calote.

"Considerando o que está acontecendo com a dívida da Argentina, estamos retendo o que colhemos este ano, para ver o que acontece", disse Carlos Novecourt, gerente de uma pequena fazenda na cidade de Carlos Casares, na província de Buenos Aires.

Um corte na oferta da oleaginosa pela Argentina colocaria pressão de alta sobre os preços globais da soja e do farelo mundial em um momento de crescente demanda, especialmente da China.


Soja pronto para colheita - Paraná - Brasil - Divulgação

A Argentina é terceiro exportador de soja do mundo e o maior fornecedor global de farelo de soja.

Sinais da incerteza sobre o abastecimento já estão surgindo no mercado mundial, com as exportações de farelo de soja dos Estados Unidos, terceiro fornecedor do mundo, atingindo recordes.

A Argentina deverá colher 55,5 milhões de toneladas de soja nesta temporada, de acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, que informou nesta quinta-feira que os produtores colheram 95 por cento da safra até o momento.

Ao longo dos próximos dois meses, os produtores argentinos deverão vender grãos para levantar dinheiro necessário para pagar os empréstimos que financiaram o plantio. Uma vez que os empréstimos bancários forem pagos, no entanto, os produtores terão ainda mais motivos para acumular estoques de grãos na fazenda.

"Após o final de agosto, os agricultores argentinos vão segurar 23,25 milhões de toneladas de soja, com um valor de mercado de 12 bilhões de dólares. Sob circunstâncias normais, o que significa dizer sem o problema de reestruturação da dívida, esse volume seria de 18 milhões de toneladas, no valor de 9,3 bilhões de dólares", disse o analista agrícola Pablo Adreani.
Fonte: Reuters



Coreia do Norte lança mísseis sobre o Mar do Japão



Divulgação
O Ministério da Defesa do Japão passou o domingo reunido para analisar as medidas que serão tomadas pelo país após os disparos de dois mísseis norte-coreanos em direção ao Mar do Japão nesta madrugada. Não houve dano em nenhuma aeronave ou navio japonês.

Mas o primeiro-ministro Shinzo Abe disse que está trocando informações com os Estados Unidos e com a Coreia do Sul para decidir melhor os próximos passos e, se for necessário, promover uma ação rápida em caso de ameaça à segurança de alguma embarcação japonesa.

No próximo dia 1º de julho, o Japão terá uma reunião com a Coreia do Norte para tratar do sequestro de japoneses. O ministro da Defesa, Itsunori Onodera, foi questionado pela imprensa japonesa sobre o impacto do lançamento dos mísseis sobre este encontro na semana que vem. Ele respondeu, no entanto, que o governo como um todo vai analisar a situação e não somente a pasta de defesa.

Os disparos aconteceram também poucos dias antes da visita do presidente chinês Xi Jinping à Seul para discutir o programa nuclear da Coreia do Norte. A China é o único grande aliado de Pyongyang e garante uma salvação econômica para a nação isolada. A Coreia do Norte está sob sanções da ONU por causa do programa de armas nucleares.

O país já realizou testes nucleares em 2006, 2009 e 2013, e acredita-se que os norte-coreanos tenham material nuclear suficiente para um pequeno número de bombas.
Disparos

De acordo com uma nota divulgada pelo governo japonês, por volta das 5h da manhã, horário local, deste domingo, dois mísseis Scuds foram lançados da costa leste da Coreia do Norte em direção ao Mar do Japão. Esta foi a terceira vez este ano que os norte-coreanos lançaram projéteis em direção ao mar. Para o Japão, a atitude é considerada muito grave, pois coloca em risco a segurança de navios e aeronaves.

O governo de Abe já encaminhou um protesto contra este tipo de lançamento à China através da embaixada em Pequim.
Fonte: BBC Brasil
Texto revisto por Narcisi Primus .:.



Drones armados dos EUA sobrevoam Bagdá para proteger seus militares



O Pentágono ressalta que os aviões não tripulados só têm funções de defesa e vigilância



Aeronave dos USA com capacidade de bombardeio
 Os Estados Unidos reforçam sua presença aérea no Iraque. O Pentágono anunciou na sexta-feira que alguns dos Drones e aviões convencionais que desde há uma semana sobrevoam esse país estão armados para proteger a Embaixada norte-americana em Bagdá, diplomatas e os 500 militares que a Casa Branca enviou ao país para assessorar o Exército iraquiano na luta contra a ofensiva do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL).
“Alguns desses aviões estão armados principalmente por razões de proteção depois da entrada no país de assessores militares que operarão fora dos limites da Embaixada”, explicou o porta-voz do Departamento de Defesa, o contra-almirante John Kirby, em uma entrevista à imprensa.
Os Drones –aviões não tripulados– começaram a sobrevoar Bagdá na quinta-feira, estão equipados com mísseis Hellfire e partem de uma base no Kuwait, segundo The New York Times.
Com o uso dos aviões armados o número de voos diários ronda os 40 enquanto nos dias anteriores eram 30 e 35. O porta-voz do Pentágono enfatizou que a missão não está relacionada com a possibilidade de que o presidente dos EUA, Barack Obama, possa ordenar ataques aéreos contra os jihadistas do EIIL – que ocuparam algumas cidades do norte do país e ameaçam Bagdá– e enfatizou que se trata de uma função de proteção.
Mas, ao mesmo tempo, admitiu que todas as opções continuam sobre a mesa. “O presidente não tomou nenhuma decisão sobre o uso da força, mas seria irresponsável de nossa parte não estar planejando, preparando, pensando e nos mantendo prontos para o caso de ele tomar essa decisão”, afirmou.
Segundo fontes oficiais citadas pelo Times, Obama não descartou a possibilidade de efetuar ataques aéreos contra posições do EIIL no Iraque ou Síria, mas antes de tomar uma decisão final quer conhecer as conclusões da análise dos assessores militares sobre a capacidade de defesa das forças do Governo do xiita Nuri al Maliki e o poderio dos jihadistas sunitas, que também estão presentes em partes da vizinha Síria.
O porta-voz do Pentágono disse na terça-feira que o objetivo é dispor, em “duas ou três semanas”, dos primeiros resultados da análise dos voos de vigilância e espionagem. Além dos Drones armados, também sobrevoam o Iraque caças F-18 com base no porta-aviões George H. W. Bush, posicionado nas águas do Golfo Pérsico.
A rápida ofensiva do EIIL surpreendeu a Casa Branca e obrigou Obama a voltar a envolver-se no Iraque. Uma guerra à qual se opôs como senador, e que herdou do Governo de George W. Bush, e um país que acreditava ter deixado estabilizado depois da saída das tropas norte-americanas em 2011, O conflito atual, além do mais, está proporcionando aliados embaraçosos para Washington: o Exército da Síria está bombardeando posições do EIIL na fronteira do Iraque e o Irã tenta frear o avanço jihadista com o uso de Drones, segundo fontes oficiais citadas na mídia norte-americana.
O anúncio do Pentágono chega no dia seguinte ao pedido de autorização da Casa Branca ao Congresso para que conceda uma ajuda econômica de 500 milhões de dólares (1,1 bilhão de reais) para “treinar e equipar” militarmente os opositores sírios moderados armados, de modo a consolidarem suas posições e resistirem aos avanços dos jihadistas do EIIL nesse país que faz fronteira com o Iraque.
Fonte: El País
Texto revisto por Narcisis Primus .:.




BC Francês Fecha Acordo Para Estruturar Sistema de Pagamento em Moeda Chinesa



O yuan vale cerca de 1/5 do dólar
O Banco Central (BC) francês disse neste domingo que assinou um memorando de entendimento com a China para estabelecer um sistema de pagamento do renminbi em Paris.

“Este memorando é o primeiro passo para a criação de uma infraestrutura de câmara de compensação e liquidação para o renminbi em Paris”, disse o BC francês, em comunicado.




Moeda dos USA: decadente corroída por falta de lastro
A concorrência é feroz entre os principais centros financeiros da Europa para operar a moeda chinesa. Frankfurt e Luxemburgo estão disputando com Londres, favorita de muitos analistas, e a Suíça está tentando fortalecer seu caminho para a competição.


O sistema de pagamento acordado entre a França e a China vai funcionar com base em um banco de compensação, que será designado pelo Banco do Povo da China (PBOC), disse o banco central francês.

A China intensificou os planos de aumentar a utilização internacional de sua moeda em outubro passado, com um acordo entre o BC Europeu e o PBOC, para trocar euros e iuanes.

Fontes: Correio do Brasil – Reuters

Texto revisto por Narcisi Primus .:.


Ministro Alemão Acredita Que UE Precisa do Reino Unido



Divulgação
 

O ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schaeuble, considera que o Reino Unido não deve sair da União Europeia.

"Quanto às relações históricas, políticas e culturais, o Reino Unido é absolutamente indispensável à Europa", declarou ele em uma entrevista ao Financial Times.
A questão da retirada do Reino Unido da União Europeia foi abordada mais uma vez na semana passada pelo primeiro-ministro David Cameron, que ameaçou abandonar a união, se o conservador Jean-Claude Juncker fosse nomeado o presidente da Comissão Europeia. Todavia, Juncker foi eleito, e o Reino Unido continua na União Europeia.
Fonte: Google - Wikipedia



Slavyansk foi bombardeada por exército ucraniano

As tropas ucranianas retomaram os bombardeios da cidade de Slavyansk, fazendo mortos entre a população civil, informou a prefeitura da cidade à RIA Novosti.


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"Durante um bombardeio na tarde deste domingo, alguns projéteis atingiram o mercado da cidade, causando mortos e feridos", relatou a prefeitura. O número de vítimas está sendo apurado.
Além disso, vários projéteis caíram nas áreas de Sobachevka, Artem e estação ferroviária, atingindo também casas residenciais no beco Novoslavyansky. Os milicianos responderam abrindo fogo contra o monte Karachun onde se encontram concentradas as forças do exército ucraniano e da Guarda Nacional.
De acordo com a milícia, o exército ucraniano deslocou três obuses autopropulsados ​​Acácia para junto do seu posto de controle na zona da fábrica de rações. "É bem perto da cidade, eles vão atirar à queima-roupa", disse a fonte da milícia.
Fonte: RIA


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