Translate

27 de jun. de 2014

USA Armando Rebeldes Sírios - Boicote do BRICS


# Compartilhe - Siga-me






Fechamento do Ibovespa - São Paulo - Brasil


Ouro = 0,4290     93,40

IBOVESPA
-0,4166%
53790

DÓLAR
-0,2046%
2194,5

FRC
ND
ND

DI1
0,0000%
10,79

CAFÉ
0,6053%
207,75
A
BOI
-0,0397%
125,95
A
ETANOL
0,0000%
1160

MILHO
0,0411%
24,32
A
SOJA
0,1577%
31,75

S&P 500
0,1025%
1953

OC1
ND
ND


 A Cotação é feita em R$(Real).

Café é cotado em dólar por saca de 60 kilos
Soja é cotado em US$ por saca de 60 kilos.
O Ouro é cotado em Real por grama.

Fonte: BMFBovespa




Após provocações, senador diz que EUA querem cooperar(?) com a China



Na véspera do diálogo de estratégia e economia China-EUA, nesta quinta-feira (26), a comissão de diplomacia do Senado estadunidense realizou uma reunião sobre o tema e analisou os 35 anos das relações diplomáticas entre os dois países. O contexto é o das críticas contra a interferência dos EUA na região Ásia-Pacífico, conforme determinado pela política externa norte-americana, apesar dos apelos da China pelo respeito à sua soberania e pela busca por estabilidade e cooperação.


Frota do Comando das Forças Armadas dos Estados Unidos no Pacífico, que navega entre as Filipinas, a Coreia do Sul, a Nova Zelândia e o Japão, segundo o seu mandato, com base em acordos militares com esses países, além da região de Taiwan - Foto: Divulgação
Na reunião da comissão parlamentar, o assessor responsável pelos assuntos da Ásia Leste e do Pacífico do Departamento de Estado dos EUA, Daniel Russel, fez uma retrospectiva dos 35 anos de relações com a China, considerando-as "estáveis" neste período.

Atualmente, os dois países já estabeleceram um relacionamento "bastante flexível", continuou o senador.
"Os EUA buscam evitar uma 'luta estratégica' [e promover] uma 'competição justa e saudável' entre as duas partes", disse ele, apesar da recente intensificação da presença militar estadunidense na região e da interferência em disputas regionais, sobretudo territoriais.
Foto: tropa chinesa

Ao falar da cooperação econômica, Russel afirmou que o papel maior da China na região Ásia-Pacífico está em "complementaridade" com a estratégia contínua dos EUA. Entretanto, diversas análises acadêmicas observam uma política que mira na "contenção" da China para a consolidação da liderança norte-americana também naquela região.

Já sobre a relação militar, Russel disse que a meta dos EUA é construir uma cooperação "contínua e concreta", esperando uma transparência maior na despesa militar e na construção de um exército chinês moderno. O Instituto Internacional de Pesquisa sobre a Paz de Estocolmo (Sipri) estima que, em 2013, os Estados Unidos continuavam liderando nos gastos militares mundiais, com US$ 640 bilhões (R$ 1,4 trilhões), 
U$D cunhada sob o lastro do ouro germânico custodiado nos USA
 e a China estava em segundo lugar, com um gasto 3,4 vezes menor, de US$ 188 bilhões (R$ 414 bilhões). 

O senador revelou que, durante o novo diálogo, os EUA e a China avaliam os progressos do relacionamento bilateral e estipulam objetivos sobre a situação regional e internacional, explicam políticas para coordenar e cooperar nas questões relacionadas a ambos os lados, assim como controlar de forma construtiva as divergências através do diálogo de alto nível. 



Já nesta quinta, o conselheiro de Estado da China Yang Jiechi (foto ao lado) reuniu-se com uma delegação do Conselho Americano de Política Estrangeira liderado por Richard Myers, ex-presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA. 

A delegação estadunidense foi convidada pelo Departamento Internacional do Comitê Central do Partido Comunista da China, e Yang disse esperar que o conselho desempenhe um papel positivo para promover um entendimento compreensivo e objetivo da China e das suas relações com os EUA. Myers garantiu que o conselho está disposto a ser um canal para fortalecer a comunicação e o entendimento bilateral.

Um dos temas que atraíram mais atenção na reunião foi a questão da soberania no Mar do Sul da China e o Mar Oriental, com disputas territoriais em que os EUA têm interferido, em oposição às posições chinesas, embora Russel tenha dito que o seu governo não toma posição e favorece as negociações diplomáticas.

Recentes declarações e medidas norte-americanas foram classificadas pela China como provocações dos Estados Unidos, como a realização de exercícios militares na região e o fortalecimento de relações com países em disputa territorial com a China, no âmbito das novas diretrizes da política externa norte-americana para a região Ásia-Pacífico.

Fonte: Rádio China Internacional

*Um boicote dos países do BRICS capitaneados pelos dois de maior PIB do bloco às importações de produtos dos USA e de países da CE, jogará por terra as intenções norte americanas de interferir em nações soberanas tais como o Iraque e a Síria, pois o interesse sujo dos EEUU, todos sabem, é por petróleo, pois a reservas dos "yanquees" exauriram-se.

*Narcisi Primus.:.

Obama pede financiamento para armar rebeldes sírios moderados
  

Face ao aumento de grupos jihadistas a combaterem na Síria e outros países vizinhos, o Presidente norte-americano solicitou ao congresso um fundo de 500 milhões de dólares para "treinar e equipar" rebeldes moderados.
Só uma observação do Editor do Blog: enquanto Obama solicita 500 milhões de dólares ao Congresso, para armar os rebeldes sírios, e quem vai pagar a fatura é o contribuinte, avisar aos navegantes que a dívida pública dos USA já está a ultrapassar, se já não ultrapassou os 23 trilhões de dólares, será um brado de alerta! Agora, mais 500 milhões.
Será que o soberano povo dos USA aguenta? Narcisi Primus .:.
Obama

Entre os rebeldes a combaterem na Síria, encontram-se ainda as milícias da Frente Nusra, próximas da Al-Qaeda, ou o Supremo Comando Militar, tido como mais moderado.
O pedido de financiamento para aumentar a intervenção norte-americana na região é encarado pelos opositores a Obama nos Estados Unidos como um sinal do falhanço da sua política externa.
A "inépcia e inação da administração Obama" 
"As consequências da inépcia e inação da administração Obama em articular e implementar uma estratégia coerente é agora dolorosamente óbvia ao longo do Médio Oriente, especialmente no Iraque, ameaçando agora parceiros dos Estados Unidos como a Jordânia", afirma o senador republicano Marco Rúbio.
Por seu turno, o democrata Eliot Engel considera que "não é demasiado tarde para ajudar a oposição moderada. Não é demasiado tarde para ajudar os sírios a construírem o futuro que eles merecem".
Até aqui, Obama mostrou-se reticente em assumir o apoio bélico à oposição síria. Oficialmente o apoio norte-americano foi limitado aos 287 mil dólares (211 mil euros) concedidos aos rebeldes, logo no início do conflito em março de 2011, em material não letal. A CIA participou contudo num treino secreto de rebeldes moderados na Jordânia.
A ausência de apoios bélicos era justificada com os receios de que o armamento pudesse vir parar em mãos de radicais, mas a administração norte-americana argumenta que nos últimos meses ficou mais confiante de conseguir distinguir os rebeldes mais moderados dos mais radicais entre as forças a combaterem o regime do Presidente Bashar Al-Assad na Síria.
Na quinta-feira foi também formalizado o pedido ao congresso de mil milhões de dólares (734 milhões de euros) para fortalecer a posição militar norte-americana na Europa central de leste face à situação na Ucrânia, no âmbito de um plano já anteriormente anunciado.


Fonte: E

Foto: Divulgação


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagens populares