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Criador do BRICS está torcendo para o Brasil, mas recomenda país fora da Copa para investir
SÃO PAULO - Em entrevista ao Wall Street Journal, o criador do termo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul), Jim O'Neill afirmou que está torcendo para o Brasil vencer a Copa do Mundo. "O Brasil simboliza tudo o que é bonito no futebol", afirmou o economista britânico que se aposentou no ano passado do Goldman Sachs.
O'Neill é um ávido torcedor do clube inglês Manchester United, mas não é um grande defensor da seleção da Inglaterra, destaca o jornal. O economista diz que pretende viajar ao Brasil para assistir a vários jogos pessoalmente e, apesar da torcida, ressaltou que a seleção canarinho não é tão forte ou equilibrada como algumas equipes anteriores e está dependente de Neymar.
O Brasil enfrenta alguns concorrentes fortes de várias equipes europeias, bem como a arquirrival Argentina, avalia. "Há equipes melhores que a do Brasil - Alemanha, Itália, Holanda e Espanha são realmente boas", disse ele. "O Brasil vai ter que jogar muito bem para vencer."
Mas, se o Brasil perder, não será a primeira vez que o País decepcionaria o economista, afirma o WSJ. Em 2001, O'Neill cunhou a sigla BRIC para representar as economias emergentes do Brasil, Rússia, Índia e China e, mais tarde, acrescentando o "S" para a África do Sul no grupo.
A economia do Brasil tem registrado um desempenho inferior desde então, expandindo apenas cerca de 2% ou menos a cada ano, depois de um bom crescimento de 7,5% em 2010.
O'Neill disse que um dos maiores obstáculos do Brasil é um governo que ele vê como "mais chinês do que os próprios chineses" referindo-se às políticas econômicas intervencionistas.
O jornal ressalta a queda da popularidade de Dilma Rousseff, as manifestações do ano passado para protestar contra a corrupção e os gastos extravagantes e lembra que a presidente foi vaiada na abertura da Copa do Mundo na última quinta-feira, em São Paulo.
Sobre o assunto, O'Neill afirma que pode ser uma sinalização do povo de que "não se precisa de um governo para desperdiçar tanto. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que escolheu Dilma Rousseff para concorrer à presidência como sua sucessora, fez muito para ajudar os pobres, mas o governo não tem ido mais longe", avaliou.
O economista disse que, se tivesse de chegar a um termo como o dos BRICS hoje, incluiria provavelmente só China e Índia, que ele vê com as melhores perspectivas de crescimento. O'Neill está particularmente otimista com a Índia, onde Narendra Modi, que foi eleito primeiro-ministro no mês passado, sinaliza amplas reformas para a economia do país.
O resultado da eleição na Índia deve servir como um despertar para os líderes do Brasil, disse o economista.
Já se o Brasil perder esta Copa do Mundo, este poderia ser um outro mau presságio para Dilma Rousseff. "Se o Brasil for eliminado cedo, poderia aumentar o sentimento negativo em relação ao governo".
Ainda sobre o evento, o economista ressalta que essa se configura como uma das edições mais emocionantes do torneio da qual ele pode se lembrar e o Brasil se mostrou muito mais bem preparado do que muitos previram.
E o jornal ressalta que o amor de O'Neill pelo futebol brasileiro não é novo. Quando tinha nove anos de idade em 1966, assistindo a Copa do Mundo na Inglaterra, ele disse ter sido cativado pela seleção brasileira, que contava com Pelé no elenco. E, até hoje, ele vê o rei do futebol como o maior jogador que já existiu.
Fonte:
InfoMoney
Com
correção ortográfica por Narcisi Primus.:.
Putin irá ao Brasil para encerramento da Copa do Mundo, diz jornal
O presidente da Rússia, Vladimir
Putin, viajará ao Brasil no próximo mês para fazer parte da cerimônia de
encerramento da Copa do Mundo informou o jornal Izvestiya.
O país do leste europeu sediará
a próxima edição da competição, em 2018.
Putin estará no Rio de Janeiro
para a final do Mundial, onde a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, passará a
responsabilidade pelo torneio a Putin. É isso o que informa a publicação,
cirando uma fonte do governo russo. Um portavoz do Kremlin rejeitou fazer
comentários.
Os russos se comprometeram a
investir cerca de 20 bilhões de dólares na construção de estádios e na
infraestrutura ao redor do país para o torneio.
Recentemente, Putin ficou
isolado do Ocidente em questões internacional por causa de sua posição na crise
da Ucrânia, mas tem procurado estreitar lanços com novas potências econômicas
como Brasil, China e Índia.
O político tem usado grandes
eventos esportivos para mostrar uma boa imagem em cenário doméstico e
internacional. Para organizar os Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi em
fevereiro, foi gasto em torno de 50 bilhões de dólares.
A seleção russa estreou na Copa
de 2014 com um empate por 1 a 1 com a Coreia do Sul, em Cuiabá, na terça-feira.
Fonte:
Reuters
O presidente da Rússia, uma das parceiras do BRICS, senhor Vladimir Putin, é uma persona grata no Brasil nesta e em outras ocasiões que se fizerem necessárias.
Bem Vindo, senhor Presidente! Ao povo Russo, boas vindas.
O Brasil espera Vossa Excelência de coração aberto.
O presidente da Rússia, uma das parceiras do BRICS, senhor Vladimir Putin, é uma persona grata no Brasil nesta e em outras ocasiões que se fizerem necessárias.
Bem Vindo, senhor Presidente! Ao povo Russo, boas vindas.
O Brasil espera Vossa Excelência de coração aberto.



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