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18 de jun. de 2014

COPA FIFA 2014

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Fonte: BMFBovespa

Criador do BRICS está torcendo para o Brasil, mas recomenda país fora da Copa para investir



Divulgação


SÃO PAULO - Em entrevista ao Wall Street Journal, o criador do termo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul), Jim O'Neill afirmou que está torcendo para o Brasil vencer a Copa do Mundo. "O Brasil simboliza tudo o que é bonito no futebol", afirmou o economista britânico que se aposentou no ano passado do Goldman Sachs.

O'Neill é um ávido torcedor do clube inglês Manchester United, mas não é um grande defensor da seleção da Inglaterra, destaca o jornal. O economista diz que pretende viajar ao Brasil para assistir a vários jogos pessoalmente e, apesar da torcida, ressaltou que a seleção canarinho não é tão forte ou equilibrada como algumas equipes anteriores e está dependente de Neymar.

O Brasil enfrenta alguns concorrentes fortes de várias equipes europeias, bem como a arquirrival Argentina, avalia. "Há equipes melhores que a do Brasil - Alemanha, Itália, Holanda e Espanha são realmente boas", disse ele. "O Brasil vai ter que jogar muito bem para vencer."

Mas, se o Brasil perder, não será a primeira vez que o País decepcionaria o economista, afirma o WSJ. Em 2001, O'Neill cunhou a sigla BRIC para representar as economias emergentes do Brasil, Rússia, Índia e China e, mais tarde, acrescentando o "S" para a África do Sul no grupo.

A economia do Brasil tem registrado um desempenho inferior desde então, expandindo apenas cerca de 2% ou menos a cada ano, depois de um bom crescimento de 7,5% em 2010.

O'Neill disse que um dos maiores obstáculos do Brasil é um governo que ele vê como "mais chinês do que os próprios chineses" referindo-se às políticas econômicas intervencionistas.

O jornal ressalta a queda da popularidade de Dilma Rousseff, as manifestações do ano passado para protestar contra a corrupção e os gastos extravagantes e lembra que a presidente foi vaiada na abertura da Copa do Mundo na última quinta-feira, em São Paulo.

Sobre o assunto, O'Neill afirma que pode ser uma sinalização do povo de que "não se precisa de um governo para desperdiçar tanto. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que escolheu Dilma Rousseff para concorrer à presidência como sua sucessora, fez muito para ajudar os pobres, mas o governo não tem ido mais longe", avaliou.

O economista disse que, se tivesse de chegar a um termo como o dos BRICS hoje, incluiria provavelmente só China e Índia, que ele vê com as melhores perspectivas de crescimento. O'Neill está particularmente otimista com a Índia, onde Narendra Modi, que foi eleito primeiro-ministro no mês passado, sinaliza amplas reformas para a economia do país.

O resultado da eleição na Índia deve servir como um despertar para os líderes do Brasil, disse o economista.

Já se o Brasil perder esta Copa do Mundo, este poderia ser um outro mau presságio para Dilma Rousseff. "Se o Brasil for eliminado cedo, poderia aumentar o sentimento negativo em relação ao governo".

Ainda sobre o evento, o economista ressalta que essa se configura como uma das edições mais emocionantes do torneio da qual ele pode se lembrar e o Brasil se mostrou muito mais bem preparado do que muitos previram.

E o jornal ressalta que o amor de O'Neill pelo futebol brasileiro não é novo. Quando tinha nove anos de idade em 1966, assistindo a Copa do Mundo na Inglaterra, ele disse ter sido cativado pela seleção brasileira, que contava com Pelé no elenco. E, até hoje, ele vê o rei do futebol como o maior jogador que já existiu.

Fonte: InfoMoney

Com correção ortográfica por Narcisi Primus.:.


Putin irá ao Brasil para encerramento da Copa do Mundo, diz jornal




Sr. Vladimir Putin - Divulgação



O presidente da Rússia, Vladimir Putin, viajará ao Brasil no próximo mês para fazer parte da cerimônia de encerramento da Copa do Mundo informou o jornal Izvestiya.

O país do leste europeu sediará a próxima edição da competição, em 2018.

Putin estará no Rio de Janeiro para a final do Mundial, onde a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, passará a responsabilidade pelo torneio a Putin. É isso o que informa a publicação, cirando uma fonte do governo russo. Um portavoz do Kremlin rejeitou fazer comentários.

Os russos se comprometeram a investir cerca de 20 bilhões de dólares na construção de estádios e na infraestrutura ao redor do país para o torneio.

Recentemente, Putin ficou isolado do Ocidente em questões internacional por causa de sua posição na crise da Ucrânia, mas tem procurado estreitar lanços com novas potências econômicas como Brasil, China e Índia.

O político tem usado grandes eventos esportivos para mostrar uma boa imagem em cenário doméstico e internacional. Para organizar os Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi em fevereiro, foi gasto em torno de 50 bilhões de dólares.

A seleção russa estreou na Copa de 2014 com um empate por 1 a 1 com a Coreia do Sul, em Cuiabá, na terça-feira.

Fonte: Reuters

O presidente da Rússia, uma das parceiras do BRICS, senhor Vladimir Putin, é uma persona grata no Brasil nesta e em outras ocasiões que se fizerem necessárias.
Bem Vindo, senhor Presidente! Ao povo Russo, boas vindas.
O Brasil espera Vossa Excelência de coração aberto.

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