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19 de jun. de 2014

Cotações - Talibã Defende Terreno e + 1 Calote Argentino no Mercado Internacional - Goleiro Inglês: Persona non Grata - O Caso Enron

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O escândalo da Enron


Nos próximos anos, o escândalo da Enron, e não o 11 de setembro, será visto como o grande divisor de águas na história da sociedade dos Estados Unidos‟, escreveu o economista Paul Krugman, no jornal The New York Times.

Esta previsão começa a tomar corpo à medida que o escândalo estende seus tentáculos entre os setores financeiros e políticos dos Estados Unidos.

Gigante do setor elétrico americano, empresa admirada e sétima maior dos Estados Unidos, segundo a revista Fortune, a Enron faliu, levando junto os fundos de pensão de seus funcionários e de outros investidores da mesma categoria, num rombo de, no mínimo, US$ 1,5 bilhão, e arrastando uma dívida de mais de US$ 13 bilhões.

Durante anos, diretores da emenxugavam os prejuízos e inflavam os lucros. A mágica contábil deu certo até o final do ano passado.

O final trágico da Enron abalou a confiança do sistema financeiro norte-americano.

Segundo o processo movido por ex-acionistas, a Enron escondia os prejuízo e turbinava os lucros com a conivência de quem deveria periciar a saúde contábil da empresa, a auditora Arthur Andersen.
A ex-auditora da Enron aprovou a contabilidade fradudenta da empresa e os esquemas ilegais que adotou para esconder prejuízos e, depois, destruiu parte das provas do crime. (Estadão On-line, 2002)

No texto citado, está estampado a perplexidade e o terror que a quebra da Enron representou para a vida e para os sonhos de diversas pessoas que depositaram seus sonhos na escandalosa maquiagem de saúde financeira dessa empresa.

Colocado em números, a falência da Enron, decretada em 23 de dezembro de 2001, foi a maior já registrada na história e envolveu US$ 63 Bilhões em ativos e perdas de US$ 32 Bilhões em valor de mercado acionário.

Desde então, o caso Enron se tornou um paradigma para todas as Escolas de negócios − um fracasso de governança corporativa a ser evitado a todo custo e um explícito exemplo de imoralidade empresarial que não pode ser esquecido.


A credibilidade da empresa

A Enron, em seu auge, era um símbolo de gestão bem-sucedida, nova e revolucionária. Entretanto, o que se passou com essa empresa é o mesmo que acontece com todas as revoluções sociais, políticas e empresariais: são muito difíceis de controlar.

Um dos principais elementos que contribuíram para que essa monumental fraude acontecesse foi a falta de cuidado das autoridades em acompanhar os movimentos da empresa, aproveitada pela alta administração
da Enron, que permitiu o ocultamento sistemático da realidade aos seus acionistas.

Os problemas da Enron foram consequências diretas do baixo padrão ético de sua diretoria e da completa falta de honestidade e transparência, elementos fundamentais para o espírito de confiança e credibilidade que sustentam as operações do mercado de capitais.

De acordo com Houaiss, o termo credibilidade tem origem no latim credibilìtas − que significa o que é de acreditar, o que é de confiança − e pode ser conceituada como atributo, qualidade, característica de quem ou do que é crível, confiabilidade.

O prefixo da palavra credibilidade (cred-) tem origem no latim credo, que significa crer, emprestar, confiar, entregar, recomendar, dar crédito, ter por verdadeiro, ter como certo, pensar, julgar, reputar.

No contexto da credibilidade empresarial, a conceituação do termo aponta para a capacidade e a honestidade da empresa em priorizar o cumprimento de seus compromissos junto aos seus stakeholders. Essa capacidade está necessariamente relacionada à honestidade, à transparência da empresa em sua comunicação e à competência de levar bem o seu negócio.

A história da empresa

A Enron foi fundada em 1985, com foco central no setor de transmissão e distribuição de energia, porém seu crescimento vertiginoso se deu através de muitos outros tipos de investimentos. A forma agressiva e aparentemente bem-sucedida com que se colocava no mercado fez com que a conceituada revista “Fortune Magazine” elegesse a Enron por seis anos consecutivos, de 1996 a 2001, como a mais inovadora empresa norte-americana.

Internamente, contudo, o espírito que movia a empresa não era tão virtuoso assim. Havia uma grande rivalidade entre seus principais executivos, uma atmosfera exagerada de euforia e arrogância corporativa pelo reconhecimento e pela posição no mercado, ambição, ganância excessiva e desejo por poder, alimentadas por um “surto de exuberância irracional ‟provocado pela alta das ações das empresas de alta tecnologia integrantes da Nova Economia”. (JUNIOR, 2002)

Podemos entender a Nova Economia a partir de dois aspectos fundamentais:

o primeiro está ligado à utilização das atuais Tecnologias de Comunicação e Informação em rede, na condução de um novo modelo de negócios;

o segundo baseia-se no pressuposto de que “os ativos mais importantes das empresas de alta tecnologia não são as fábricas ou as máquinas declaradas como patrimônio em suas demonstrações contábeis, mas
sim os ativos intangíveis constituídos pelas marcas, clientes ou tecnologias que
desenvolveram.” (JUNIOR, 2002)

Seguindo a cartilha de Milton Friedman, a Enron tinha foco somente no
lucro por ação, sempre com a expectativa de melhorar seu desempenho, como podemos constatar no Relatório Anual de 2000:

“Enron is laser-focused on earnings per share and we expect to continue strong earnings performance.”

A meta de crescimento da empresa era ambiciosa: de 15% ao ano, em uma área de atuação que se sabia ser instável. Dentro dessa racionalidade, a Enron adotou um rigorosíssimo sistema de avaliação de seus empregados, realizando demissões de 10% dos trabalhadores anualmente.

A pressão colocada sobre os funcionários levou a uma forte competição dentro da organização.

Acompanhe parte do artigo de Flavio Farah a seguir:  

Competição Interna: Benéfica ou Danosa?

Atualmente, as políticas que produzem competição interna tornaram-se comuns.

Os exemplos incluem o uso do método da distribuição forçada nas avaliações de desempenho, pelo qual apenas um número limitado de funcionários podem receber a avaliação mais alta e a correspondente recompensa; prêmios atribuídos a indivíduos por meio de programas do tipo “empregado do mês”; concursos entre departamentos ou entre funcionários de um mesmo departamento, como por exemplo, entre vendedores ou entre equipes de venda.

Nos processos competitivos, a premiação de um significa a não premiação de todos os outros.

Apenas o primeiro classificado é considerado “vencedor”; todos
os outros recebem o rótulo de “perdedores”.

Mas nas organizações, interdependência é a palavra-chave. Dentro de uma empresa, a produtividade e o desempenho dependem muito mais da cooperação entre as pessoas do que de seus esforços isolados.

A competição inibe a aprendizagem e a criatividade. As pessoas envolvidas em uma disputa concentram fortemente sua atenção nos concorrentes e em suas reações e, assim, não têm tempo para aprender nem para imaginar novas maneiras de fazer as coisas.

Os sistemas competitivos são incompatíveis com o trabalho em equipe. A competição interna destrói a cooperação e estimula atos imorais como a sonegação de informações, a recusa de ajuda a colegas de trabalho e até a sabotagem do trabalho alheio. (FARAH, disponível em:
<http://www.ogerente.com.br/novo/colunas_ler.php?canal=16&canallocal=48&can
alsub2=155&id=1321>).

A despeito do caráter da empresa ter o lucro como meta fundamental e da filosofia concorrencial e altamente predatória no interior da organização, a Enron mencionava, em seus canais de comunicação, que seus principais valores eram quatro:

Comunicação – obrigação de comunicar, tempo para trabalhar uns com os outros e ouvir; tais informações são movimento inevitável e a informação move pessoas;

Respeito – tratar os outros como querem ser tratados; abuso ou desrespeito no não eram tolerados;


Integridade – trabalhar com clientes e cenários de forma aberta, sincera e aberta;

Excelência – satisfação com nada menos do que o melhor em tudo o que fazem


A fraude

O balanço financeiro feito pela Enron no ano 2000 − um pouco antes dos golpes serem descobertos − ostentava o fabuloso lucro de US$ 101 bilhões.

O fato é que, para chegar a esse número, a empresa se utilizou de um estratagema contábil a fim de manipular seus reais ganhos e maquiar suas dívidas.

O ponto central da maquiagem consistia em contabilizar as receitas futuras como ganho corrente. Dessa forma, eram inseridas nas demonstrações de receitas inexistentes, o que permitia chegar ao número exorbitante apresentado no balanço do ano 2000, por exemplo.


Com tal desempenho, os preços das ações disparavam no mercado financeiro.

No final de 1996, a ação estava cotada em US $21,50, tendo passado para o patamar de US $40 ao final de 1999. O ano de 2000 foi muito bom devido aos efeitos da desregulamentação do mercado de gás e energia, o que colocou o valor da ação em outro patamar, oscilando no entorno de US $90. (JUNIOR, 2002).

Para sustentar essa fraude entre os funcionários e as outras empresas próximas, que tinham conhecimento dela, a Enron estabeleceu uma política de bonificação e remuneração dos colaboradores com as próprias ações da organização.

Assim, a maquiagem acabava sendo “benéfica” para todos aqueles que tinham ações, principalmente os funcionários do alto escalão, além da empresa responsável pela auditoria e contabilidade e as instituições financeiras que mantinham um estreito relacionamento com a empresa.

Portanto, a Enron não foi a única empresa a jogar no lixo os próprios valores sustentados em seu código de ética.
Dentre as empresas que mais contribuíram com esse jogo, estava a Arthur Andersen, uma das mais conceituadas empresas de auditoria e consultoria dos EUA e que prestou serviços à Enron por quase dez anos.

Foi através dela que a Enron conseguiu os pareceres favoráveis de suas demonstrações contábeis.

Uma série de fatores econômicos tornou, em determinado momento, a enorme manipulação das receitas e das dívidas da Enron insustentável.

Durante 2001, as ações da Enron caíram de US$ 86 para US$ 0,30. Em 22 de outubro, a Comissão de Valores Imobiliários começou uma investigação nos procedimentos contábeis e parceiros da Enron. Em novembro, a Enron admitiu oficialmente ter exagerado os ganhos da empresa em US$ 57 milhões desde 1997.

A Enron decretou falência em dezembro de 2001. (OBRINGER, disponível em: <http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/fraudes-contabeis2.htm>).


*Mesmo quando as ações da Enron caíram vertiginosamente, as principais revistas e instituições financeiras continuaram a recomendar a compra delas.

*Consideramos as ações da Enron acima da média do mercado e mantemos nosso preço alvo de 85 dólares por ação. (Morgan Stanley Dean Witter, 12 de julho de 2001. As ações fecharam a 39,26 dólares nesse dia)


*A Enron tem avançado no processo de reorientar seu foco para atividades mais lucrativas [...]. Nosso preço-alvo para a ação é de 44 dólares. (Merrill Lynch, 9 de outubro de 2001. As ações fecharam a 26,55 dólares.)

*Mantemos nossa recomendação de compra e nosso preço-alvo para os próximos 12 meses é de 45 dólares por ação. (CIBC, 17 de outubro de 2001. Ações a 29,06 dólares)

*As notícias da morte da Enron são muito exageradas. A ação deve ter um desempenho superior ao do mercado, e o preço-alvo é de 30 dólares por ação. (Bemstein Research, 1 de novembro de 2001. Haja otimismo. As ações fecharam a 9,53 dólares, e a empresa esperava uma alta de 215%). (Disponível em: <http://jus.com.br/revista/texto/6045/caso-enron#ixzz2Y81jwkeT>).


Goleiro da Seleção Inglesa Foi Ingrato Com A Hospitalidade Brasileira



Brasil, Uma Nação, Onde o Maior Ativo, é o Nativo





A economia é mais forte do que muitos países europeus



Realmente, uma nação selvagem, sob o ponto de vista do goleiro da seleção inglesa.



Vejam só:
Edifício do Congresso Nacional - Brasíl
Brasil, oficialmente República Federativa do Brasil é o maior país da América do Sul e da região da América Latina, sendo o quinto maior do mundo em área territorial (equivalente a 47% do território sul-americano) e população (com mais de 201 milhões de habitantes).
É o único país onde se fala majoritariamente a língua portuguesa na América e o maior país lusófono do planeta, além de ser uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas, em decorrência da forte imigração oriunda de variados cantos do mundo. Os povos do Oriente Médio e de outras regiões encontram aqui a paz que procuram.
Ministério da Justiça
Palácio da Alvorada
Delimitado pelo oceano Atlântico a leste, o Brasil tem um litoral de 7 491 km.
 É limitado a norte pela VenezuelaGuianaSuriname e pelo departamento ultramarino francês da Guiana Francesa; a noroeste pela Colômbia; a oeste pela Bolívia e Peru; a sudoeste pela Argentina e Paraguai e ao sul pelo Uruguai.
Vários arquipélagos formam parte do território brasileiro, como o Atol das Rocas, o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha (o único destes habitado) e Trindade e Martim Vaz.
O país faz fronteira com todos os outros países sul-americanos, exceto Chile e Equador.
A sua Constituição atual, formulada em 1988, define o Brasil como uma república federativa presidencialista, formada pela união do Distrito Federal, dos 26 estados e dos 5 570 municípios.
 
Rio Amazonas
O território que atualmente forma o Brasil foi encontrado pelos europeus em 1500, durante uma expedição portuguesa liderada por Pedro Álvares Cabral. A região, que até então era habitada por indígenas ameríndios divididos entre milhares de grupos étnicos e linguísticos diferentes, torna-se uma colônia do Império Português.
O vínculo colonial foi rompido, de fato, quando em 1808 a capital do reino foi transferida de Lisboa para a cidade do Rio de Janeiro, depois de tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte invadirem o território português.
Em 1815, o Brasil se torna parte de um reino unido com Portugal. A independência política do país, proclamada por Dom Pedro I (o primeiro imperador), se deu no ano de 1822. Inicialmente independente como um império, período no qual foi uma monarquia constitucional parlamentarista, o Brasil tornou-se uma república em 1889, em razão de um golpe militar chefiado pelo marechal Deodoro da Fonseca (o primeiro presidente), embora uma legislatura bicameral, agora chamada de Congresso Nacional, já existisse desde a ratificação da primeira Constituição, em 1824.
Senado Federal e Câmara dos Deputados - Brasília

 Desde o início do período republicano, a governança democrática foi interrompida por longos períodos de regimes autoritários, até um governo civil e eleito democraticamente assumir o poder em 1985, com o fim do último regime militar.

Aeronave Embraer - Brasil

Reformas econômicas deram ao país novo reconhecimento internacional, seja em âmbito regional ou global.
Colheita de Milho - Paraná - Brasil

O Brasil também é o lar de uma diversidade de animais selvagensecossistemase de vastos recursos naturais em uma grande variedade de habitats protegidos.


Todos os projetos arquitetônicos apresentados aqui, são de autoria do brasileiro Oscar Niemayer, inclusive o projeto da sede da ONU, em Nova Iorque tem a assinatura de Niemayer.

Só resta uma pergunta ao despreparado goleiro da seleção da inglaterra: Será que o Brasil é tão selvagem assim?
Fotos: Divulgação
Texto sem revisão

Argentina anuncia que não pagará próxima parcela da dívida




Ministério da Economia diz que decisão judicial dos EUA é empecilho.


Corte ordenou que Argentina pague US$ 1,3 bilhão a fundos especulativos.



Ministro da Economia - Argentina - Divulgação
O ministério da Economia da Argentina anunciou na quarta-feira (18) que não poderá pagar a próxima parcela da sua dívida reestruturada, prevista para 30 de junho. Com isso, na prática, o país dará um novo calote em parte de seus credores (investidores que compraram papéis da dívida do país).

O novo imbróglio argentino remonta ao início desde século. Em 2001, em meio a uma grave crise econômica e política, a Argentina anunciou um calote em sua dívida pública, que era de cerca de US$ 100 bilhões.

Quatro anos depois, no governo Nestor Kirchner, o país tentou recuperar a credibilidade oferecendo a quem tinha sido prejudicado pelo calote pagamentos com descontos acima de 70%. Mais de 90% dos credores aceitaram a proposta e vêm recebendo esses pagamentos em parcelas (a dívida reestruturada). Os que não aceitaram, no entanto, recorreram a tribunais internacionais.

Em 2012, um dos casos, movido por fundos especulativos, recebeu uma decisão favorável da Justiça dos Estados Unidos, que determinou que a Argentina deveria pagar US$ 1,33 bilhão aos fundos. O governo argentino recorreu, e o caso chegou à Suprema Corte dos EUA, que decidiu manter a condenação, derrubando uma medida cautelar que suspendia os efeitos da determinação judicial anterior.

"A suspensão do 'stay' (medida cautelar) por parte da justiça impossibilita o pagamento em Nova York da próxima parcela da dívida reestruturada [as parcelas pagas aos credores que aceitaram o desconto] e revela a ausência de vontade de negociação em condições distintas às obtidas na sentença ditada pelo juiz Griesa", disse o ministério da Economia argentino.

A nota lamentou a decisão que ordena a execução da sentença do juiz Thomas Griesa, que deliberou a favor dos fundos especulativos, conhecidos como "Abutres", na Argentina.

O comunicado reafirma "a disposição da Argentina de pagar os credores da dívida reestruturada, aos quais sempre tem oferecido as mesmas condições, de acordo com a lei do país".

Na audiência de quarta-feira, advogados da Argentina comunicaram à Corte que uma delegação viajará a Nova York na próxima semana para tentar negociar com os fundos.
"Estamos preparados para sentar (em negociação) com eles", afirmou Robert Cohen, que representa a NML.

A presidente argentina, Cristina Kirchner, disse na segunda-feira que seu país não voltará a declarar moratória, mas ressaltou, contudo, que a Argentina "não será submetida à bi extorsão".


Fonte: G1



Talibãs destroem veículos da OTAN no leste do Afeganistão


Ataque não deixou vítimas, mas os três agressores morreram nos disparos da polícia


Vários veículos da OTAN posicionados no leste do Afeganistão foram destruídos nesta quinta-feira em um ataque reivindicado pelos talibãs, informou a força de intervenção internacional neste país, a Isaf.


O ataque não deixou vítimas, mas os três agressores morreram nos disparos da polícia, indicou Ahmad Zia Abdulzai, porta-voz do governo da província de Nangarhar.
"Utilizaram bombas magnéticas para destruir 37 veículos da OTAN e caminhões-tanque. Depois morreram em uma hora de troca de tiros com a polícia", afirmou.
Segundo um porta-voz da Isaf, o ataque aconteceu no estacionamento externo da base de Torkham, situada na estrada entre o Paquistão e o Afeganistão, um lugar de passagem estratégico para a força internacional.
Vários veículos da OTAN posicionados no leste do Afeganistão foram destruídos nesta quinta-feira em um ataque reivindicado pelos talibãs, informou a força de intervenção internacional neste país, a Isaf.
O ataque não deixou vítimas, mas os três agressores morreram nos disparos da polícia, indicou Ahmad Zia Abdulzai, porta-voz do governo da província de Nangarhar.
"Utilizaram bombas magnéticas para destruir 37 veículos da OTAN e caminhões-tanque. Depois morreram em uma hora de troca de tiros com a polícia", afirmou.
Segundo um porta-voz da Isaf, o ataque aconteceu no estacionamento externo da base de Torkham, situada na estrada entre o Paquistão e o Afeganistão, um lugar de passagem estratégico para a força internacional.
Fonte e foto: Reuters

Texto revisto por Narcisi Primus .:.




Hoje é Feriado no Brasil



Cotação no pregão da BMFBovespa das principais mercadorias negociadas.

Ouro/grama                                                  0,549              91,50

OURO
             
Fechamento do dia  18/06
IBOVESPA
1,7611%
56050

*DÓLAR
-1,5422%
2234,5

FRC
3,7037%
0,56

DI1
-1,2100%
11,43

CAFÉ
0,2677%
206
A
BOI
-0,1644%
127,5
A
ETANOL
1,3216%
1150

MILHO
-0,0812%
24,6
A
SOJA
1,6611%
30,6

S&P 500
0,8112%
1957,25

OC1
ND
ND

Fonte: BMFBovespa

*Observação: As cotações no Brasil são feitas em R$(Real), moeda local
O IBOVESPA é em pontos
Use o valor da cotação do dólar e multiplica por mil dólares o que vai dar a quantia de R$2,234,50
O Ouro, com a cotação aqui exposta, é cotado em R$(Real) por grama
O soja é cotado em dólar(US$) por saca de 60 kilos
O café é cotado em dólar (US$) por saca de 60 kilos


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