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O escândalo da Enron
Nos próximos anos, o
escândalo da Enron, e não o 11 de setembro, será visto como o grande divisor
de águas na história da sociedade dos Estados Unidos‟, escreveu o economista
Paul Krugman, no jornal The New York Times.
Esta previsão começa a tomar
corpo à medida que o escândalo estende seus tentáculos entre os
setores financeiros e políticos dos Estados Unidos.
Gigante do setor
elétrico americano, empresa admirada e sétima maior dos Estados Unidos, segundo
a revista Fortune, a Enron faliu, levando junto os fundos de pensão de seus
funcionários e de outros investidores da mesma categoria, num rombo de, no
mínimo, US$ 1,5 bilhão, e arrastando uma dívida de mais de US$ 13 bilhões.
Durante
anos, diretores da emenxugavam os prejuízos e inflavam os lucros. A mágica
contábil deu certo até o final do ano passado.
O final trágico da
Enron abalou a confiança do sistema financeiro norte-americano.
Segundo o processo
movido por ex-acionistas, a Enron escondia os prejuízo e turbinava os lucros com
a conivência de quem deveria periciar a saúde contábil da empresa, a auditora
Arthur Andersen.
A ex-auditora da Enron aprovou a contabilidade
fradudenta da empresa e os esquemas ilegais que adotou para esconder prejuízos e,
depois, destruiu parte das provas do crime. (Estadão On-line, 2002)
No texto citado, está
estampado a perplexidade e o terror que a quebra da Enron representou
para a vida e para os sonhos de diversas pessoas que depositaram seus sonhos
na escandalosa maquiagem de saúde financeira dessa empresa.
Colocado
em números, a falência da Enron, decretada em 23 de dezembro de 2001,
foi a maior já registrada na história e envolveu US$ 63 Bilhões
em ativos e perdas de US$ 32 Bilhões em valor de mercado acionário.
Desde
então, o caso Enron se tornou um paradigma para todas as Escolas
de negócios − um fracasso de governança corporativa a ser evitado a todo
custo e um explícito exemplo de imoralidade empresarial que não pode ser
esquecido.
A credibilidade da empresa
A
Enron, em seu auge, era um símbolo de gestão bem-sucedida, nova e revolucionária.
Entretanto, o que se passou com essa empresa é o mesmo que acontece
com todas as revoluções sociais, políticas e empresariais: são muito difíceis
de controlar.
Um
dos principais elementos que contribuíram para que essa monumental
fraude acontecesse foi a falta de cuidado das autoridades em acompanhar
os movimentos da empresa, aproveitada pela alta administração
da
Enron, que permitiu o ocultamento sistemático da realidade aos seus acionistas.
Os
problemas da Enron foram consequências diretas do baixo padrão ético
de sua diretoria e da completa falta de honestidade e transparência, elementos
fundamentais para o espírito de confiança e credibilidade que sustentam
as operações do mercado de capitais.
De
acordo com Houaiss, o termo credibilidade tem origem no latim
credibilìtas − que significa o que é de acreditar, o que é de confiança − e
pode ser conceituada como atributo, qualidade, característica de quem ou do
que é crível, confiabilidade.
O
prefixo da palavra credibilidade (cred-) tem origem no latim credo, que significa
crer, emprestar, confiar, entregar, recomendar, dar crédito, ter por verdadeiro,
ter como certo, pensar, julgar, reputar.
No
contexto da credibilidade empresarial, a conceituação do termo aponta
para a capacidade e a honestidade da empresa em priorizar o cumprimento
de seus compromissos junto aos seus stakeholders. Essa capacidade
está necessariamente relacionada à honestidade, à transparência da
empresa em sua comunicação e à competência de levar bem o seu negócio.
A história da empresa
A
Enron foi fundada em 1985, com foco central no setor de transmissão e
distribuição de energia, porém seu crescimento vertiginoso se deu através de muitos
outros tipos de investimentos. A forma agressiva e aparentemente bem-sucedida
com que se colocava no mercado fez com que a conceituada revista “Fortune
Magazine” elegesse a Enron por seis anos consecutivos, de 1996 a 2001,
como a mais inovadora empresa norte-americana.
Internamente,
contudo, o espírito que movia a empresa não era tão virtuoso
assim. Havia uma grande rivalidade entre seus principais executivos, uma
atmosfera exagerada de euforia e arrogância corporativa pelo reconhecimento
e pela posição no mercado, ambição, ganância excessiva e desejo
por poder, alimentadas por um “surto de exuberância irracional ‟provocado
pela alta das ações das empresas de alta tecnologia integrantes da Nova
Economia”. (JUNIOR, 2002)
Podemos
entender a Nova Economia a partir de dois aspectos fundamentais:
o
primeiro está ligado à utilização das atuais Tecnologias de Comunicação
e Informação em rede, na condução de um novo modelo de negócios;
o
segundo baseia-se no pressuposto de que “os ativos mais importantes
das empresas de alta tecnologia não são as fábricas ou as máquinas
declaradas como patrimônio em suas demonstrações contábeis, mas
sim
os ativos intangíveis constituídos pelas marcas, clientes ou tecnologias que
desenvolveram.”
(JUNIOR, 2002)
Seguindo
a cartilha de Milton Friedman, a Enron tinha foco somente no
lucro
por ação, sempre com a expectativa de melhorar seu desempenho, como podemos
constatar no Relatório Anual de 2000:
“Enron
is laser-focused on earnings per share and we expect to continue strong
earnings performance.”
A
meta de crescimento da empresa era ambiciosa: de 15% ao ano, em uma
área de atuação que se sabia ser instável. Dentro dessa racionalidade, a Enron
adotou um rigorosíssimo sistema de avaliação de seus empregados, realizando
demissões de 10% dos trabalhadores anualmente.
A
pressão colocada sobre os funcionários levou a uma forte competição dentro da organização.
Acompanhe
parte do artigo de Flavio Farah a seguir:
Competição Interna: Benéfica ou
Danosa?
Atualmente,
as políticas que produzem competição interna tornaram-se comuns.
Os
exemplos incluem o uso do método da distribuição forçada nas avaliações de desempenho,
pelo qual apenas um número limitado de funcionários podem receber
a avaliação mais alta e a correspondente recompensa; prêmios atribuídos a
indivíduos por meio de programas do tipo “empregado do mês”; concursos entre departamentos
ou entre funcionários de um mesmo departamento, como por exemplo,
entre vendedores ou entre equipes de venda.
Nos
processos competitivos, a premiação de um significa a não premiação de todos
os outros.
Apenas
o primeiro classificado é considerado “vencedor”; todos
os
outros recebem o rótulo de “perdedores”.
Mas
nas organizações, interdependência é a palavra-chave. Dentro de uma empresa,
a produtividade e o desempenho dependem muito mais da cooperação entre
as pessoas do que de seus esforços isolados.
A
competição inibe a aprendizagem e a criatividade. As pessoas envolvidas em uma
disputa concentram fortemente sua atenção nos concorrentes e em suas reações
e, assim, não têm tempo para aprender nem para imaginar novas maneiras
de fazer as coisas.
Os
sistemas competitivos são incompatíveis com o trabalho em equipe. A competição
interna destrói a cooperação e estimula atos imorais como a sonegação
de informações, a recusa de ajuda a colegas de trabalho e até a sabotagem
do trabalho alheio. (FARAH, disponível em:
<http://www.ogerente.com.br/novo/colunas_ler.php?canal=16&canallocal=48&can
alsub2=155&id=1321>).
A
despeito do caráter da empresa ter o lucro como meta fundamental e da
filosofia concorrencial e altamente predatória no interior da organização, a Enron
mencionava, em seus canais de comunicação, que seus principais valores
eram quatro:
Comunicação –
obrigação de comunicar, tempo para trabalhar uns com os outros e ouvir; tais
informações são movimento inevitável e a informação move pessoas;
Respeito –
tratar os outros como querem ser tratados; abuso ou desrespeito no não eram
tolerados;
Integridade
– trabalhar com clientes e cenários de forma aberta, sincera e aberta;
Excelência
– satisfação com nada menos do que o melhor em tudo o que fazem
A fraude
O
balanço financeiro feito pela Enron no ano 2000 − um pouco antes dos golpes
serem descobertos − ostentava o fabuloso lucro de US$ 101 bilhões.
O
fato é que, para chegar a esse número, a empresa se utilizou de um estratagema
contábil a fim de manipular seus reais ganhos e maquiar suas dívidas.
O
ponto central da maquiagem consistia em contabilizar as receitas futuras como ganho
corrente. Dessa forma, eram inseridas nas demonstrações de receitas inexistentes,
o que permitia chegar ao número exorbitante apresentado no balanço
do ano 2000, por exemplo.
Com
tal desempenho, os preços das ações disparavam no mercado financeiro.
No
final de 1996, a ação estava cotada em US $21,50, tendo passado para o patamar
de US $40 ao final de 1999. O ano de 2000 foi muito bom devido aos efeitos
da desregulamentação do mercado de gás e energia, o que colocou o valor da
ação em outro patamar, oscilando no entorno de US $90. (JUNIOR, 2002).
Para
sustentar essa fraude entre os funcionários e as outras empresas próximas,
que tinham conhecimento dela, a Enron estabeleceu uma política de bonificação
e remuneração dos colaboradores com as próprias ações da organização.
Assim,
a maquiagem acabava sendo “benéfica” para todos aqueles que tinham ações,
principalmente os funcionários do alto escalão, além da empresa responsável
pela auditoria e contabilidade e as instituições financeiras que mantinham um
estreito relacionamento com a empresa.
Portanto,
a Enron não foi a única empresa a jogar no lixo os próprios valores sustentados
em seu código de ética.
Dentre
as empresas que mais contribuíram com esse jogo, estava a Arthur Andersen,
uma das mais conceituadas empresas de auditoria e consultoria dos
EUA e que prestou serviços à Enron por quase dez anos.
Foi através dela que a
Enron conseguiu os pareceres favoráveis de suas demonstrações contábeis.
Uma
série de fatores econômicos tornou, em determinado momento, a enorme
manipulação das receitas e das dívidas da Enron insustentável.
Durante
2001, as ações da Enron caíram de US$ 86 para US$ 0,30. Em 22 de outubro,
a Comissão de Valores Imobiliários começou uma investigação nos procedimentos
contábeis e parceiros da Enron. Em novembro, a Enron admitiu oficialmente
ter exagerado os ganhos da empresa em US$ 57 milhões desde 1997.
A
Enron decretou falência em dezembro de 2001. (OBRINGER, disponível em:
<http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/fraudes-contabeis2.htm>).
*Mesmo quando as ações da Enron caíram
vertiginosamente, as principais revistas e instituições financeiras continuaram a
recomendar a compra delas.
*Consideramos as ações da Enron acima da
média do mercado e mantemos nosso preço alvo de 85 dólares por ação.
(Morgan Stanley Dean Witter, 12 de julho de 2001. As ações fecharam a 39,26 dólares
nesse dia)
*A Enron tem avançado no processo de
reorientar seu foco para atividades mais lucrativas [...]. Nosso preço-alvo para a
ação é de 44 dólares. (Merrill Lynch, 9 de outubro de 2001. As ações fecharam a
26,55 dólares.)
*Mantemos nossa recomendação de compra e
nosso preço-alvo para os próximos 12 meses é de 45 dólares por ação. (CIBC,
17 de outubro de 2001. Ações a 29,06 dólares)
*As notícias da morte da Enron são muito
exageradas. A ação deve ter um desempenho superior ao do mercado, e o
preço-alvo é de 30 dólares por ação. (Bemstein Research, 1 de novembro de
2001. Haja otimismo. As ações fecharam a 9,53 dólares, e a empresa esperava uma
alta de 215%). (Disponível em: <http://jus.com.br/revista/texto/6045/caso-enron#ixzz2Y81jwkeT>).
Goleiro da Seleção Inglesa Foi Ingrato Com A Hospitalidade Brasileira
Brasil, Uma Nação, Onde o Maior Ativo, é o Nativo
![]() |
| A economia é mais forte do que muitos países europeus |
Realmente, uma nação selvagem, sob o ponto de vista do goleiro da seleção inglesa.
Vejam só:
Brasil, oficialmente República Federativa do Brasil é
o maior país da América do
Sul e da região da América
Latina, sendo o quinto maior do mundo em área
territorial (equivalente a 47% do território sul-americano) e
população (com mais
de 201 milhões de habitantes).
É o único
país onde se fala majoritariamente a língua portuguesa na América e
o maior país lusófono do planeta, além
de ser uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas, em decorrência da
forte imigração oriunda de variados cantos do mundo. Os povos do Oriente Médio e de outras regiões encontram aqui a paz que procuram.
![]() |
| Ministério da Justiça |
![]() |
| Palácio da Alvorada |
Delimitado pelo oceano Atlântico a leste, o Brasil tem um
litoral de 7 491 km.
É limitado a norte
pela Venezuela, Guiana, Suriname e
pelo departamento
ultramarino francês da Guiana
Francesa; a noroeste pela Colômbia;
a oeste pela Bolívia e Peru; a sudoeste pela Argentina e Paraguai e
ao sul pelo Uruguai.
Vários arquipélagos formam
parte do território brasileiro, como o Atol das
Rocas, o Arquipélago de São Pedro e São Paulo,
Fernando de Noronha (o único destes
habitado) e Trindade e Martim Vaz.
A
sua Constituição atual,
formulada em 1988, define o Brasil como uma república federativa presidencialista, formada
pela união do Distrito Federal, dos 26 estados e
dos 5 570 municípios.
O território que atualmente forma
o Brasil foi encontrado pelos europeus em 1500,
durante uma expedição portuguesa liderada
por Pedro Álvares Cabral. A região, que até então
era habitada por indígenas ameríndios divididos entre milhares
de grupos étnicos e linguísticos diferentes,
torna-se uma colônia do Império Português.
O vínculo colonial foi
rompido, de fato, quando em 1808 a capital do reino foi transferida de Lisboa para
a cidade do Rio de Janeiro, depois de tropas
francesas comandadas por Napoleão Bonaparte invadirem o território
português.
Em 1815, o Brasil se torna parte
de um reino unido com Portugal.
A independência política do país,
proclamada por Dom Pedro I (o primeiro imperador), se deu no ano de 1822. Inicialmente
independente como um império, período no qual foi uma monarquia constitucional parlamentarista,
o Brasil tornou-se uma república em
1889, em razão de um golpe militar chefiado pelo marechal Deodoro da Fonseca (o primeiro presidente), embora uma legislatura bicameral,
agora chamada de Congresso Nacional, já existisse desde a
ratificação da primeira Constituição, em
1824.
![]() |
| Senado Federal e Câmara dos Deputados - Brasília |
Desde o início do período
republicano, a governança democrática foi interrompida por longos períodos de regimes
autoritários, até um governo civil e eleito democraticamente assumir o
poder em 1985, com o fim do último regime militar.
A economia brasileira é a maior da América
Latina e do Hemisfério
Sul, a sétima maior do mundo por PIB nominal e a sétima maior por paridade do poder de compra (PPC).
![]() |
| Aeronave Embraer - Brasil |
Reformas econômicas deram ao país
novo reconhecimento internacional, seja em âmbito regional ou global.
![]() |
| Colheita de Milho - Paraná - Brasil |
O país é membro fundador da Organização das Naçõ Unidas (ONU), G20, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), União Latina,
Organização dos Estados Americanos (OEA), Organização dos Estados
Ibero-americanos (OEI), Mercado Comum do Sul (Mercosul) e
da União de Nações Sul-Americanas (Unasul),
além de ser um dos países BRICS.
O Brasil também é o lar de uma
diversidade de animais selvagens, ecossistemase
de vastos recursos naturais em uma grande variedade
de habitats protegidos.
Só resta uma pergunta ao despreparado goleiro da seleção da inglaterra: Será que o Brasil é tão selvagem assim?
Fotos: Divulgação
Texto sem revisão
Argentina anuncia que não pagará próxima parcela da dívida
Ministério
da Economia diz que decisão judicial dos EUA é empecilho.
Corte
ordenou que Argentina pague US$ 1,3 bilhão a fundos especulativos.
O ministério da Economia da Argentina
anunciou na quarta-feira (18) que não poderá pagar a próxima parcela da sua
dívida reestruturada, prevista para 30 de junho. Com isso, na prática, o país
dará um novo calote em parte de seus credores (investidores que compraram
papéis da dívida do país).
O novo imbróglio argentino
remonta ao início desde século. Em 2001, em meio a uma grave crise econômica e
política, a Argentina anunciou um calote em sua dívida pública, que era de
cerca de US$ 100 bilhões.
Quatro anos depois, no
governo Nestor Kirchner, o país tentou recuperar a credibilidade oferecendo a
quem tinha sido prejudicado pelo calote pagamentos com descontos acima de 70%.
Mais de 90% dos credores aceitaram a proposta e vêm recebendo esses pagamentos
em parcelas (a dívida reestruturada). Os que não aceitaram, no entanto,
recorreram a tribunais internacionais.
Em 2012, um dos casos, movido
por fundos especulativos, recebeu uma decisão favorável da Justiça dos Estados
Unidos, que determinou que a Argentina deveria pagar US$ 1,33 bilhão
aos fundos. O governo argentino recorreu, e o caso chegou à Suprema Corte dos
EUA, que decidiu manter a condenação, derrubando uma medida cautelar que
suspendia os efeitos da determinação judicial anterior.
"A suspensão do 'stay'
(medida cautelar) por parte da justiça impossibilita o pagamento em Nova York
da próxima parcela da dívida reestruturada [as parcelas pagas aos credores que
aceitaram o desconto] e revela a ausência de vontade de negociação em condições
distintas às obtidas na sentença ditada pelo juiz Griesa", disse o
ministério da Economia argentino.
A nota lamentou a decisão que
ordena a execução da sentença do juiz Thomas Griesa, que deliberou a favor dos
fundos especulativos, conhecidos como "Abutres", na Argentina.
O comunicado reafirma "a
disposição da Argentina de pagar os credores da dívida reestruturada, aos quais
sempre tem oferecido as mesmas condições, de acordo com a lei do país".
Na audiência de quarta-feira,
advogados da Argentina comunicaram à Corte que uma delegação viajará a Nova
York na próxima semana para tentar negociar com os fundos.
"Estamos preparados para
sentar (em negociação) com eles", afirmou Robert Cohen, que representa a
NML.
A presidente argentina,
Cristina Kirchner, disse na segunda-feira que seu país não voltará a declarar
moratória, mas ressaltou, contudo, que a Argentina "não será submetida à bi
extorsão".
Fonte:
G1
Talibãs destroem veículos da OTAN no leste do Afeganistão
Ataque não deixou vítimas, mas os
três agressores morreram nos disparos da polícia
Vários veículos da OTAN posicionados no leste do
Afeganistão foram destruídos nesta quinta-feira em um ataque reivindicado pelos
talibãs, informou a força de intervenção internacional neste país, a Isaf.
O ataque não deixou vítimas, mas os três agressores morreram nos disparos da polícia, indicou Ahmad Zia Abdulzai, porta-voz do governo da província de Nangarhar.
"Utilizaram bombas
magnéticas para destruir 37 veículos da OTAN e caminhões-tanque. Depois
morreram em uma hora de troca de tiros com a polícia", afirmou.
Segundo um porta-voz da Isaf,
o ataque aconteceu no estacionamento externo da base de Torkham, situada na
estrada entre o Paquistão e o Afeganistão, um lugar de passagem estratégico
para a força internacional.
Vários veículos da OTAN posicionados no leste do
Afeganistão foram destruídos nesta quinta-feira em um ataque reivindicado pelos
talibãs, informou a força de intervenção internacional neste país, a Isaf.
O ataque não deixou vítimas,
mas os três agressores morreram nos disparos da polícia, indicou Ahmad Zia
Abdulzai, porta-voz do governo da província de Nangarhar.
"Utilizaram bombas
magnéticas para destruir 37 veículos da OTAN e caminhões-tanque. Depois
morreram em uma hora de troca de tiros com a polícia", afirmou.
Segundo um porta-voz da Isaf,
o ataque aconteceu no estacionamento externo da base de Torkham, situada na
estrada entre o Paquistão e o Afeganistão, um lugar de passagem estratégico
para a força internacional.
Fonte
e foto: Reuters
Hoje é Feriado no Brasil
Cotação no pregão da BMFBovespa das principais mercadorias negociadas.
Ouro/grama 0,549 91,50
Fechamento
do dia 18/06
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IBOVESPA
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1,7611%
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56050
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*DÓLAR
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-1,5422%
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2234,5
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FRC
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3,7037%
|
0,56
|
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DI1
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-1,2100%
|
11,43
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CAFÉ
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0,2677%
|
206
|
A
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BOI
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-0,1644%
|
127,5
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A
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ETANOL
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1,3216%
|
1150
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MILHO
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-0,0812%
|
24,6
|
A
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SOJA
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1,6611%
|
30,6
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|
S&P 500
|
0,8112%
|
1957,25
|
|
OC1
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ND
|
ND
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Fonte: BMFBovespa
*Observação: As cotações no Brasil são feitas em R$(Real), moeda local
O IBOVESPA é em pontos
Use o valor da cotação do dólar e multiplica por mil dólares o que vai dar a quantia de R$2,234,50
O Ouro, com a cotação aqui exposta, é cotado em R$(Real) por grama
O soja é cotado em dólar(US$) por saca de 60 kilosO Ouro, com a cotação aqui exposta, é cotado em R$(Real) por grama
O café é cotado em dólar (US$) por saca de 60 kilos











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