Translate

24 de jun. de 2014

Cuidado! A Maré Não Está Para Peixe - Meia Volta, Diz Putin - Pedra No Telhado De Vidro - Ameaça "yanquee" !


# Compartilhe - Siga






Há dias, o Presidente dos EUA Voltou a Ameaçar a Rússia Com Sanções

Isso aconteceu logo depois de Vladimir Putin ter retirado do Conselho da Federação o seu pedido para permitir o uso das forças armadas do país no território da Ucrânia. Os senadores prontamente cancelaram sua própria decisão, negando assim ao chefe de Estado o direito de intervir militarmente na tragédia ucraniana.

Sr. Barack Obama - Líder USA
Moscou demonstrou obviamente ser um país pacífico, talvez até mesmo em detrimento de seus próprios interesses de longo prazo. Mas isso não convenceu Barack Obama. Voltando ao seu tema favorito de sanções, ele mostrou uma desconfiança patológica em relação à Rússia, própria do establishment político norte-americano. No entanto, a elite de negócios dos EUA, aparentemente, tem uma visão diferente.
A Câmara de Comércio dos EUA e a Associação Nacional de Fabricantes (NAM, na sigla inglesa) planejam publicar em 26 de junho em The New York Times, The Wall Street Journal e The Washington Post um aviso de que novas sanções contra a Rússia podem prejudicar os trabalhadores e empresários norte-americanos. O único resultado de sanções adicionais será a expulsão das empresas norte-americanas dos mercados estrangeiros e a perda de oportunidades comerciais a empresas de outros países, dizem especialistas. Eis o que diz o analista político Yuri Solozobov:
“Hoje não estamos em guerra fria. Embora mesmo naquela altura a Rússia podia obter tecnologias de dupla utilização através da Áustria e da Finlândia. E, num mundo aberto, a Rússia pode pegar quaisquer componentes de países do sudeste Asiático, quaisquer tecnologias, inclusive ultramodernas, que são fornecidas mesmo aos EUA para a produção de mísseis.
As sanções antirrussas não têm sentido. No pacote apresentado à Rússia não está a palavra mais terrível – “energia”. Porque sanções energéticas significam prejuízo automático para a Europa no montante de um trilhão de euros já este inverno. Isso é, obviamente, vantajoso para os EUA, permitindo criar uma zona de comércio livre com um parceiro fraco. Mas a UE entende que assim ela está sendo colocada de joelhos”.
É de notar que o curso antirrusso como parte da política externa dos EUA não é apoiado por 60% dos norte-americanos. E o número de concidadãos céticos de Obama está constantemente crescendo. Aparentemente, a culpa de tudo é da crise total da política externa na Colina do Capitólio: a Rússia, a Ucrânia, as relações com os parceiros ocidentais – a estes problemas agora se juntou também o Iraque, cujo governo pró-americano está à beira de uma derrota militar por extremistas de repente tomaram várias grandes cidades e uma grande parte do país.
Resumindo, o fracasso sente-se literalmente em todas as direções, diz o analista disse Dmitri Abzalov:
“O mundo mudou nos últimos anos. Cresceram jogadores regionais independentes capazes de uma agenda independente ditada por seus próprios interesses, ao invés de projetos externos. Apesar do discurso duro, nem sequer na Europa Ocidental estão interrompendo contatos com Moscou. O curso antirrusso é economicamente inviável. Crescem sentimentos pró-russos. A nível nacional o diálogo bilateral com a Rússia está se tornando mais importante do que os projetos da coalizão. É fácil de entender Obama. Mas suas declarações estão fracamente ligadas ao que realmente está acontecendo na política internacional”.
No mundo moderno em rápida mudança a situação exige flexibilidade e perspicácia em relações com amigos e inimigos. Pelo contrário, uma linha política baseada no uso da força está se tornando cada vez menos desejável e justificada.
Obama não quer ou não pode notar isso. Tal posição se tornou para ele um fardo sério, dificultando o desenvolvimento e a implementação de uma política externa realista e eficaz.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_25/washington-esta-numa-crise-de-politica-externa-9880/
Fonte:  A Voz da Rússia

Há muito tempo os USA não têm uma secretaria de estado tão despreparada quanto à atual.
A assessoria do primeiro escalão do governo norte americano deixa a desejar desde a assessoria do governo Nixon quando foi secretariado por uma equipe de pessoas que tinha como baluarte o professor Henry Kissinger, na secretaria de estado.
De lá, até o momento, o mundo deixou de ver gente capaz de contornar situações, diplomáticas ou não, antes de chegar às mãos do presidente norte americano.
Se os Democratas dos USA quiserem transformar esta situação, terão que rever o preparo e a capacidade de alguns assessores do senhor presidente Barack Obama.

Leia a matéria abaixo.

Narcisi Primus .:.



Condoleezza Rice diz que "colapso soviético foi a pior tragédia para Putin"

Stanford, 23 jun (EFE).- A ex-secretária de Estado dos Estados Unidos durante o mandato de George W. Bush, Condoleezza Rice, disse nesta segunda-feira que "o colapso soviético foi a pior tragédia do século XX para (Vladimir) Putin", o que explicaria o posicionamento do presidente russo no conflito da Ucrânia.
Rice, que entre 1989 e 1991 foi assessora do governo americano, especialista na antiga União Soviética e no leste europeu, rotulou a atitude de Putin de "messiânica" e criticou o presidente da Rússia por estar disposto "a utilizar todos os métodos para reunificar o povo russo".
"Para Putin, o colapso da URSS foi a pior tragédia do século XX, porque 25 milhões de russos ficaram fora da Rússia: nos estados bálticos, na Polônia, na Ucrânia, etc. Sua visão é de que deve reunificar os russos e fará o que for preciso para isso", declarou Rice em uma palestra na Universidade de Stanford, na Califórnia, para um público formado por executivos de companhias americanas.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e Putin conversaram hoje pelo telefone, e o líder americano pediu que seu colega russo usasse sua influência para promover a paz na Ucrânia, cujo leste é cenário desde o início do ano de confrontos entre milícias pró-russas e o governo ucraniano.
"Putin é um intimidador. Transformou o leste da Ucrânia em um Estado fracassado", sentenciou a ex-secretária de Estado, que deu um exemplo da personalidade do líder russo.
"Uma vez (Putin) me disse que o povo russo só foi grande quando estava à frente da Rússia. Houve homens fortes como Pedro, o Grande, e Alexandre II. Eu não achava que estivesse situando sua figura ao lado da destes homens, pensei que só estava citando referências históricas. Mas hoje percebo que ele acredita que pode dominar os russos", explicou.
Rice também lamentou que os Estados Unidos e Europa tenham abandonado, no seu entender, a liderança mundial, já que a União Europeia "está cada vez mais centrada em si mesma do que há cinco ou sete anos", enquanto os Estados Unidos transmitem uma imagem de fraqueza pela mensagem que a administração de Obama dá no nível internacional.
"Se a todo momento dizemos várias vezes que não usaremos a força militar, as pessoas acabam por acreditar nisso, o que contribui para a desintegração da estabilidade internacional. Não que as pessoas tenham que fazer o que nós dissermos, mas sim levar em consideração", concluiu a ex-secretária de Estado. EFE
Fonte: Yahoo


O que a professora Condoleezza Rice disse ainda precisa ser digerido, pois apesar de ela ter sido secretária de estado, parece que ela está "jogando pedra no telhado de vidro" do vizinho e esquecendo-se do seu próprio telhado.
Divulgação

Será uma atitude de estadista se o governo do Sr. Barack Obama ouvir outras personagens que já passaram pela mesma secretaria em outros tempos para que se dê a credibilidade que estas palavras merecem.
Que tal ouvir o professor Henry Kissinger, que é o mais abalizado de todos,  foto ao lado, por exemplo?
Isto só para citar um.
Há muitos outros.
Que desculpe-me a senhora ex-secretária. 





Vladimir Putin renuncia a direito de usar forças 

militares na Ucrânia





Sr. Vladimir Putin - Líder Russo
O porta-voz de Putin disse que a medida do presidente tem por objetivo contribuir para as frágeis conversações de paz e pôr fim ao conflito


O presidente da Rússia, Vladimir Putin, pediu nesta terça-feira que a Câmara Alta do Parlamento da Rússia revogasse o direito dado a ele para ordenar uma intervenção militar na Ucrânia em defesa de cidadãos de língua russa no país vizinho, disse o Kremlin em um comunicado.

Caça Russo
A medida deve ser bem recebida pelo Ocidente, como um sinal de que o governo russo pode estar pronto para ajudar a intermediar um acordo no leste da Ucrânia, onde um levante popular pró-Rússia e contra o governo de Kiev começou em abril.

O porta-voz de Putin disse que a medida do presidente tem por objetivo contribuir para as frágeis conversações de paz e pôr fim ao conflito.

O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, considerou a ação como “um primeiro passo prático” após a declaração de Putin, no último fim de semana, de que ajudaria o plano de paz de Poroshenko no leste da Ucrânia
Soldado e Equipamento Russos
.

Em 1o de março, o Conselho Federal havia dado a Putin o direito de “usar as Forças Armadas da Federação russa no território da Ucrânia até que a situação social e política nesse país se normalize”.

Essa resolução, junto com a anexação da Crimeia pela Rússia, antes território ucraniano, fez com que as relações com o Ocidente atingissem seu pior estado desde a Guerra Fria, e levaram os Estados Unidos e a Europa a impor sanções a Moscou.

Ministros de Relações Exteriores da Europa indicaram na segunda-feira a possibilidade de mais sanções caso a Rússia não tomasse mais medidas para apoiar o processo de paz no leste da Ucrânia, e também pediram que revogasse a resolução de 1o de março.

- O presidente apresentou a proposta ao Conselho da Federação para cancelar… a resolução a respeito do uso das Forças Armadas da Rússia no território da Ucrânia – disse o Kremlin em um comunicado em seu website.


Fonte: Correio do Brasil
Fotos: Divulgação
Texto revisto por Narcisi Primus .:.



EUA: FED estende prazo para quatro bancos reapresentarem plano de capital



São Paulo, 24 de junho de 2014 - O Federal Reserve (FED, banco central dos Estados Unidos) anunciou hoje que estendeu o prazo de reapresentação de plano de capital dos bancos Citigroup, HSBC North America Holdings, RBS Citzens e Santander Holdings EUA por quase seis meses, após serem reprovados em teste de estresse em março.

Originalmente, esses bancos teriam que reapresentar seus novos planos de capital até o dia 26 de junho (quinta-feira). No entanto, atendendo a pedidos das próprias instituições financeiras, o FED determinou que o prazo poderá ser estendido até 5 de janeiro de 2015.


Presidente do FED
A extensão do período dará aos bancos mais tempo para resolver as fraquezas de capital identificadas pelo FED. Os bancos não poderão, no entanto, aumentar a distribuição de dividendos até um novo plano de capital ser aprovado.

Fonte: CMA
Foto: Divulgação

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagens populares