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28 de jun. de 2014

O Responsável é Quem Faz o Uso da Informação - Futebol: Brasil Manda Chile de Volta - FIFA a Rever Conceitos - Vendas Mal Feitas no 'Mercado Livre'

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COPA FIFA DE FUTEBOL - BRASIL


A FIFA precisa rever alguns conceitos em suas regras para a prática de futebol



Depois de uma eternidade na prática do esporte, a FIFA resolveu aplicar na regra do impedimento que só o atleta que participar da jogada e estiver impedido, o juiz marca o impedimento.
Foi um avanço muito grande para o desenvolver do próprio futebol.

Por exemplo: foi adotado um sistema na linha de gol, que, quando a bola ultrapassa a linha, um sistema eletrônico aciona um sinal imediato a um receptor que está com o juiz da partida.


Porque não utilizar as imagens transmitidas pela FIFA, é ela que detém os direitos de imagens em seus eventos, e o faz com uma propriedade inigualável, para que o juiz confira as jogadas que inspiram insegurança nas tomadas de decisão pelo próprio juiz? Aí o juiz poderá voltar atrás ou não e seguir em frente, rolando a bola.
Não há mal algum nisto!

A tecnologia está aí para isto, senhores dirigentes do futebol mundial.



David Luis e Júlio César “ and The Golden Boys Of Brazil”


David Luis em entrevista


Divulgação
Thiago Silva, capitão do time brasileiro nesta Copa FIFA
Hulk, um gol legítimo anulado e um pênalty não marcado pelo juíz

Flagrante do gol do Hulk anulado pelo despreparado juiz da FIFA, ao anular o gol marcando mão na bola, que, de acordo com o ex-árbitro da FIFA Arnaldo César Coelho, não foi falta, pois bola no ombro acima da manga da camiseta, não é falta, portanto, o juiz britânico "garfou" a Seleção Brasileira anulando este gol legítimo.

Hulk faz lembrar alguns atletas brasileiros que tinham um canhão nos pés. Pepe, Santos(mais conhecido como o canhão da Vila); Carlos Alberto, capitão do Seleção de 1.970; Nelinho, Cruzeiro; Éder; Roberto Carlos, Palmeiras e, muitos outros.  



David Luis no primeiro gol do Brasil; o outro foi de penalty contra o Chile - Divulgação










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Júlio César, do Brasil,  defendendo um penalty cobrado pelo Chile

A Tranquilidade do goleiro do Brasil levou o time à próxima etapa da competição






Fotos: Divulgação 







China 'estica' mapa nacional para defender reivindicações marítimas


 
Divgulgação

Pequim, 28 jun.
Pequim levou para a cartografia seu conflito com o Sudeste Asiático pela soberania de centenas de ilhas no Mar da China Meridional, com um mapa oficial que pela primeira vez inclui todas as águas em conflito, o que 'estica' as cartas nacionais em milhares de quilômetros ao sul.

O mapa, apresentado ao público nesta semana pela Editoria Cartográfica de Hunan, muda radicalmente o aspecto que os mapas nacionais da China têm, já que pela primeira vez é vertical e não horizontal, como todos são pendurados em salas de aula, bibliotecas e escritórios do país.

Isso se deve ao fato de que pela primeira vez aparecem na mesma escala que a grande massa continental chinesa arquipélagos como as Ilhas Spratly e as Ilhas Paracel, que a China disputa com Vietnã, Filipinas, Indonésia, Malásia, Brunei e Taiwan, e que tenta reivindicar também construindo nelas desde cidades a pistas de pouso ou instalações turísticas.

O mapa é um pouco chocante, porque muitas dessas ilhas são tão pequenas que mal são visíveis na nova representação geográfica, e o aspecto final é o de um plano no qual a China está um pouco descentralizada, na parte superior.

Representações oficiais anteriores da China também incluíam as ilhas em conflito, mas em escala menor que o resto do país e em mini mapas inseridos em um cantinho, de maneira similar a outros países com arquipélagos afastados de sua massa continental, como as Ilhas Canárias, da Espanha; ou a Ilha de Páscoa, do Chile.

O mapa atual, que estende cinco mil quilômetros ao sul os limites da China, coloca 10 linhas como fronteiras marítimas imaginárias entre o gigante asiático e os países do sudeste do continente.

O novo mapa também não deixa de incluir uma dessas linhas de fronteira entre o Japão e as Ilhas Diaoyu (Senkaku para os japoneses), controladas de fato por Tóquio, mas que Pequim reivindica, em outro grande conflito.

O litígio que mais dor de cabeça causa este ano a Pequim é, no entanto, o que mantém com o Vietnã pelas Ilhas Paracel (Xisha para os chineses, Hoang Sa para os vietnamitas), desde que, no começo de maio, a companhia petrolífera estatal China National Offshore Oil Corporation (CNOOC) transferiu uma de suas plataformas extratoras para as águas em disputa.

Os navios vietnamitas que tentaram deter essa instalação foram respondidos com canhões de água por navios chineses. Dias depois, o conflito se transferiria para as ruas do Vietnã, onde os protestos derivavam em ataques ao comércio chinês nesse país, que terminaram com quatro mortes.

O uso dos mapas nos muitos conflitos da China com seus países vizinhos é frequente no regime comunista, que costuma mostrar em exposições ou em reuniões políticas cartas elaboradas por seus navegantes em séculos passados com a intenção de defender suas reivindicações.

O uso político da cartografia não se reduz aos conflitos pelas Paracel, Spratly e Diaoyu/Senkaku: também é obrigatório nos mapas chineses que a ilha de Taiwan, apesar de estar separada unilateralmente do resto da China desde 1949, seja mostrada como uma província do país, algo que nem sempre ocorre no Ocidente.

Outro detalhe no qual os mapas chineses podem diferir dos publicados no resto do mundo é o da controversa fronteira entre o gigante asiático e a Índia. Os mapas chineses costumam mostrar como parte do país a região de Aksai Chin, na Caxemira, que em cartas internacionais, às vezes, figura como 'região reivindicada' por Pequim e Nova Délhi.

Além disso, até há quase uma década, esses mesmos mapas chineses consideravam um país independente o estado indiano de Siquim, entre Nepal e Butão, que durante décadas contou com apoio político de Pequim, já que o regime comunista buscava um território que o separasse completamente da Índia no Himalaia.
Fonte: EFE Brasil
Texto revisto por Narcisi Primus .:.


NSA divulga primeiros números sobre rastreamento de informações




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A Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) divulgou nesta sexta-feira o seu primeiro "relatório de transparência", que revela o número de alvos de seus programas de vigilância eletrônica e telefônica, em uma iniciativa destinada a acalmar seus críticos, no momento em que uma reforma no setor está sendo preparada no Congresso.

O informe da NSA indica que em 2013 a agência obteve menos de 2.000 aprovações da Corte de Vigilância de Inteligência Externa para atuar.

A agência ressaltou que havia obtido apenas uma aprovação para recorrer à Seção 702 da lei de inteligência Fisa, que permite coletar fora dos Estados Unidos dados sobre pessoas, grupos ou organizações não americanos.

No entanto, o número de "alvos" foi de 89.138 no ano passado.

A NSA indicou que havia feito 178 solicitações de coleta de dados em grande escala por meio de uma disposição que permite à agência rastrear grandes quantidades de dados telefônicos.
Isso permitiu à NSA fazer no total 423 solicitações específicas no ano passado para reunir mais dados.

O relatório também indica que foram emitidas 19.212 "cartas de segurança nacional" ou citações administrativas que permitem ao FBI obter informações sem uma ordem judicial. Essas cartas continham 38.832 solicitações de informações.

A agência de inteligência justificou a divulgação do relatório em virtude de uma diretiva do presidente Barack Obama de junho de 2013.

Essa diretiva pedia para a agência "desclassificar e tornar pública a maior quantidade de informações possível acerca de alguns programas sensíveis de vigilância do governo americano, ao mesmo tempo em que protege as informações classificadas como sensíveis e as informações de segurança nacional".

A NSA indicou que vai continuar procedendo dessa maneira todos os anos.

Fonte; AFP



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