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O índice IBovespa fechou, hoje, com o seguinte comportamento:
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| Ibovespá em baixa refletindo a situação na faixa de Gaza |
O ouro, por sua vez, na contramão do pregão do Ibovespa, fechou em leve alta tendendo a continuar a subir.
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| O ouro é cotado, no Brasil, em R$(Real) por grama |
A Vista*29/07/2014
| Oscilação | Preço | ||
| OURO | 0,7559% | 93,30 | |
Fonte: BM&FBovespa
Argentinos se preparam para chance de calote de
dívida do país
Prazo para governo argentino renegociar com credores acaba nesta 4ª (30).
Empresário de Buenos Aires freou investimentos e reduziu metas.
Entenda a crise sobre pagamentos das dívidas na
Argentina
Justiça dos EUA obriga o país a quitar débitos com
“fundos abutres”.
Com reservas baixas, a Argentina pode dar calote em credores antigos.
A Argentina enfrenta
uma batalha jurídica em torno dos pagamentos de suas dívidas, que pode levar o
país a dar um novo calote em seus credores.
Nesta sexta-feira (27), o
pagamento de US$ 1 bilhão feito na véspera pela
Argentina a credores da dívida (que recebiam em parcelas) foi considerado "ilegal" e "não será
realizado" pelo juiz Thomas Griesa, dos Estados Unidos.
Com isso, os recursos do depósito serão bloqueados. Para a Justiça, os
argentinos só podem pagar as parcelas quando honrarem o pagamento dos que
exigem receber o valor sem descontos ou parcelas.
José Maria de Souza Júnior,
professor de Relações Internacionais das Faculdades Rio Branco, diz que a
disputa é apenas mais uma das instabilidades que a Argentina vem sofrendo desde
o megacalote da dívida pública em 2001.
VEJA PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CRISE
Qual a origem da
dívida?
Em 2001, em meio a uma crise econômica e
política, a Argentina anunciou um calote em sua dívida pública, que era de
cerca de US$ 100 bilhões. As pessoas, empresas e os fundos que tinham títulos
da dívida (ou seja, que haviam emprestado dinheiro para o governo) deixaram de
receber os rendimentos deles e foram impedidas de resgatar os investimentos.
Quatro anos depois, no governo de Néstor Kirchner, o país tentou recuperar a
credibilidade com um plano de renegociações desses débitos.
Como foi a
renegociação?
Em 2005, o então presidente Néstor Kirchner
ofereceu aos prejudicados pagamentos com descontos acima de 70% e parcelados em
30 anos. Ao todo, 92,4% dos credores aceitaram as condições.
O que aconteceu
com quem aceitou a renegociação?
Este grupo de credores tem recebido os
pagamentos em parcelas – é a chamada dívida reestruturada.
O que aconteceu
com quem não aceitou a renegociação?
Parte dos credores (7,6% do total) não quis
receber os valores com descontos e parcelados. Fundos especulativos dos Estados
Unidos aceitaram comprar esses títulos desses credores, a preços bem baixos. O
governo argentino chama esses fundos de “abutres”, porque, assim como os
pássaros, eles "se alimentam de coisas podres". O que os investidores
tentam fazer, agora, é lucrar com títulos de pouco valor e que dificilmente
seriam resgatados.
Como a questão foi
parar na Justiça dos EUA?
Os “fundos abutres”, com sede nos EUA,
procuraram a Justiça do seu país para receber o total dos valores dos títulos,
sem descontos ou pagamento em parcelas.
O que decidiu a
Justiça dos EUA?
Em 2012, um dos casos recebeu uma decisão
favorável da Justiça dos Estados Unidos. O juiz Thomas Griesa determinou que a
Argentina deve pagar US$ 1,33 bilhão ao NML Capital e Aurelius, um dos fundos
especulativos. O governo de Cristina Kirchner recorreu, mas o Tribunal de
Apelações de Nova York também concordou com a decisão de Griesa.
A Argentina recorreu, então, à Suprema Corte
norte-americana, que, no último dia 19 de maio, decidiu que o país deve pagar
os fundos "abutres". A Justiça também determinou que a Argentina não
pode pagar as parcelas de dívida reestruturada a menos que pague também aos
fundos. A decisão também derrubou uma medida cautelar (chamada de “stay”, que
significa “parar”) que suspendia os efeitos da determinação judicial anterior.
Qual foi a
consequência da decisão?
Para pagar as parcelas já prometidas, a
Argentina teria que pagar também o US$ 1,33 bilhão devido aos “fundos abutres”.
Sem isso, o país pode ter que dar um calote involuntário nos credores que
aceitaram a reestruturação.
“Não dá para dizer que é uma novidade, ou
que pegaram a Argentina de surpresa. É quase que uma tragédia anunciada, porque
sempre houve risco de ocorrer”, diz José Maria de Souza Júnior, professor das
Faculdades Rio Branco.
Qual o tamanho da
dívida com os credores que não aceitaram a renegociação?
Segundo o Ministério da Economia argentino, o grupo que não aceitou a renegociação detém 8% dos títulos da dívida pública, que chegam a US$ 15 bilhões.
Segundo o Ministério da Economia argentino, o grupo que não aceitou a renegociação detém 8% dos títulos da dívida pública, que chegam a US$ 15 bilhões.
A Argentina tem
dinheiro para pagar a dívida?
Sim. A Argentina possui atualmente cerca de
US$ 28 bilhões em reservas.
Por que a
Argentina não paga todos credores?
O país não pode pagar os credores que renegociaram por conta da decisão judicial, que a obriga a pagar também os fundos "abutres". Acatar a decisão e fazer o pagamento aos fundos também poderia abrir uma brecha judicial que permitiria que os credores que aceitaram a renegociação questionassem o país exigindo também o pagamento integral – que o país não tem recursos para efetuar.
O país não pode pagar os credores que renegociaram por conta da decisão judicial, que a obriga a pagar também os fundos "abutres". Acatar a decisão e fazer o pagamento aos fundos também poderia abrir uma brecha judicial que permitiria que os credores que aceitaram a renegociação questionassem o país exigindo também o pagamento integral – que o país não tem recursos para efetuar.
Quando vence a
próxima parcela da dívida reestruturada?
A próxima parcela da dívida vence em 30 de
junho.
Por que a
Argentina antecipou o pagamento?
No dia 26, a Argentina anunciou o pagamento da parcela, com depósito
de US$ 832 milhões, dos quais US$ 539 milhões foram para contas do Bank New
York Mellon, que deveria repassá-los aos credores. O total de US$ 1 bilhão
inclui o pagamento de vencimentos em pesos. A presidente da Argentina, Cristina
Kirchner, considera que, mesmo que o dinheiro seja embargado pela Justiça, o
país não deu calote na dívida.
O anúncio do pagamento foi interpretado por
alguns analistas como uma "estratégia política". "É uma
estratégia para jogar a bola para o juiz Thomas Griesa, que no ano passado
decidiu a favor dos fundos especulativos, NML Capital e Aurelius", disse à
France Presse o economista Eduardo Blasco, da consultoria Maxinver.
"Parece que querem que Griesa decida se o país entrará em moratória ou
não."
Por que o
pagamento da parcela da dívida foi bloqueado?
A Justiça americana determinou que a
Argentina só pode pagar os que concordaram com o parcelamento quando também
honrar o pagamento dos que exigem receber o valor sem descontos ou parcelas.
Nesta sexta-feira (27), o juiz Thomas Griesa, dos Estados Unidos, considerou o
depósito feito em Nova York como “ilegal” e “não realizado”.
O que acontece se
a Argentina não pagar?
Como os recursos do depósito feito pela
Argentina foram bloqueados, isso pode configurar um novo calote do país – mesmo
que involuntário. Griesa determinou que o dinheiro, depositado no banco New
York Mellon, seja devolvido. Se uma solução não for encontrada até 30 de junho
(vencimento da parcela), a Argentina terá dado um "calote técnico".
Um seguro feito sobre essa dívida, no entanto, deve ser acionado, o que dará ao
governo mais 30 dias para negociar com os “fundos abutres”.
O que acontece se
a dívida com os "fundos abutres" for executada?
“Se essa dívida for executada, o contrato
prevê que os outros credores que aceitaram a renegociação podem recorrer parar
receber nos mesmo termos”, explica o professor José Maria de Souza Júnior.
“Neste caso, a conta poderia chegar a R$ 500 bilhões, ao passo que as reservas
do país estão hoje em US$ 28 bilhões”.
Quais são as
alternativas do governo Kirchner?
Para Souza Júnior, não resta muito a fazer a
não ser insistir na negociação ou tentar judicialmente suspender ou protelar a
decisão da Corte dos EUA que garante aos fundos especulativos o direito de
exigir do governo argentino o pagamento integral de US$ 1,33 bilhão que lhes é
devido.
“A Argentina vai tentar protelar judicialmente
a execução desta decisão e tentar manobrar politicamente, inclusive em
instâncias que não necessariamente tem a ver com a corte americana, como a
Organização das Nações Unidas (ONU). Ela vai ter que falar que não tem
dinheiro, mas que quer pagar e negociar. Esta é única saída”, diz.
José Niemeyer, Coordenador de Graduação e
Pós-Graduação em Relações Internacionais Ibmec, lembra que desde a crise de
2008, quando o dinheiro em circulação diminuiu, os credores estão muito mais
impacientes em relação aos vencimentos de títulos a receber. Ele avalia,
entretanto, que é exagero falar em risco de quebra. “Quando é uma empresa ou
indivíduo que não pode pagar, tem como como partir para uma punição ou
falência. Mas em se tratando de inadimplência do estado, o país não vai acabar.
Trata-se de um problema macroeconômico que vai ter que ser resolvido, uma vez
que há uma dezena de agentes econômicos envolvidos.”
A crise na
Argentina pode afetar o Brasil?
Já fora dos mercados dos internacionais,
pela baixa credibilidade, o principal parceiro econômico da Argentina é o
Brasil, que já está sentindo os efeitos da crise no vizinho. A queda nas trocas
comerciais entre os países já ultrapassa 20% este ano. Para conter os dólares
dentro de casa, o governo vizinho aperta cada vez mais as importações e fecha
as portas para os produtos brasileiros.
“Um calote da China seria mais grave, mas um
da Argentina também é grave”, diz José Niemeyer, do Ibmec. “O Brasil é o grande
líder da região e a Argentina é importante para o país, temos multinacionais lá
e uma linha de comércio grande com o eles. Qualquer crise macroeconômica na
Argentina provoca desdobramentos no Brasil”, explica.
Fonte: Globo
Câmbio
Euro cede levemente face ao dólar à espera da FED
O euro abriu em baixa
nesta terça-feira no mercado de divisas de Frankfurt, embora com alteração
muito ligeira num contexto em que o mercado aguarda indicadores económicos (na
Europa e nos EUA) e o desfecho da reunião da autoridade monetária dos EUA
(FED).
A divisa europeia abriu a jornada cotando 1,3431
dólares (USD), contra 1,3439 do fecho anterior. Perto das 09:00, hora de
Lisboa), o euro oscilava para 1,3437, evidenciando uma depreciação marginal de
0,02%.
Na segunda-feira, no fixing diário,
o Banco Central Europeu (BCE) estabeleceu a taxa de câmbio de referência face
ao dólar em 1,3433 USD.
Preço de exportação de trigo da Rússia cai pressionado por boa safra
MOSCOU - Os preços de trigo russo para exportação
caíram pela terceira semana consecutiva devido a boas perspectivas para a
colheita, disseram analistas nesta segunda-feira.
A Rússia, um dos principais exportadores globais, por meio do
Mar Negro, deverá colher 57,5 milhões de toneladas em 2014, disse a consultoria
Ikar, uma das mais importantes do país, em nota.
"A previsão foi elevada (ante 56,3 milhões de toneladas)
graças a melhores índices de produtividade em várias regiões", disse o
diretor da Ikar, Dmitry Rylko.
Os preços do trigo da nova safra da Rússia com 12,5 por cento
de proteína caíram 2 dólares para 242 dólares por tonelada ao fim da semana
passada, disse a consultoria.
A cotação refere-se ao produto colocado dentro do navio (FOB)
no Mar Negro, na comparação com uma semana antes. Os preços FOB para o mesmo
tipo de trigo, mas com carregamento no Mar de Azov ficaram estáveis em 217
dólares por tonelada.
A Rússia já colheu 33,2 milhões de toneladas da safra, em 36
por cento da área prevista, até 25 de julho, segundo o Ministério da
Agricultura.
Um ano antes, a colheita chegava a 27,8 milhões de toneladas,
com menores produtividades, segundo os dados do ministério.
Desde o início da temporada comercial 2014/15, em 1º de
julho, até o dia 25, o país exportou mais de 2 milhões de toneladas de grãos,
incluindo 1,6 milhão de toneladas de trigo.
Fonte:
Agrolink Brasil com Reuters
Justiça ordena que Rússia pague US$ 51,6 bilhões
a acionistas da petrolífera Yukos
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que o país deverá apelar dessa decisão
A corte
de arbitragem de Haia decidiu nesta segunda-feira que a Rússia tem de pagar US$
51,6 bilhões a um grupo de acionistas da gigante petrolífera Yukos por conta da
expropriação de seus ativos, em um grande revés para um país que está à beira
de uma recessão.
O painel
de arbitragem na Holanda disse ter concedido a acionistas do grupo GML pouco
menos da metade do que eles reivindicavam, US$ 114 bilhões, para cobrir o
dinheiro perdido quando o Kremlin assumiu o controle da Yukos, antes controlada
por Mikhail Khodorkovsky.
- São US$
50 bilhões, e isso não pode ser contestado – disse Tim Osborne, diretor da GML.
“Agora é uma questão de obrigá-los a fazer o pagamento”.
Mas o
ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov,
disse que o país deverá apelar dessa decisão, o que significa que os
acionistas, que têm lutado judicialmente há uma década, podem ter que esperar
ainda mais.
- O lado
russo, aquelas agências que representam a Rússia neste processo, irá sem dúvida
utilizar todas as possibilidades legais disponíveis para defender sua posição –
disse ele quando notícias da indenização vazaram antes do anúncio oficial.
Advogados,
no entanto, disseram ter apenas opções limitadas para apelar.
O painel
de juízes, que tem revisado o caso desde 2005, concluíram que autoridades sob a
administração do presidente Vladimir Putin haviam manipulado o sistema legal
para forçar a falência da Yukos.
- A Yukos
foi objeto de uma série de ataques
motivados politicamente, por parte de autoridades russas, que
eventualmente levaram à sua destruição – disse a corte. “O objetivo principal
da Federação Russa não era coletar impostos, mas sim forçar a falência da Yukos
e se apropriar de seus valiosos ativos.”
A decisão
ocorre em um momento no qual a Rússia enfrenta sanções internacionais por conta
de seu papel na crise da Ucrânia e pela revolta sobre a queda de um avião da
Malásia no leste ucraniano, onde rebeldes apoiados por Moscou lutam em uma
campanha separatistas. O país também está sofrendo por causa do lento
crescimento econômico.
Os US$ 50
bilhões representam cerca de 2,5% do PIB total da Rússia, ou 57% do Fundo
de Reserva do país, cuja função é cobrir perdas orçamentárias.
Quaisquer
fundos reivindicados serão compartilhados entre os acionistas. O maior
beneficiário é o russo Leonid Nevzlin, um empresário que fugiu para Israel para
evitar perseguição. Ele tem uma fatia de cerca de 70 %.
Khodorkovsky
cedeu sua fatia controladora na Menatep, que detinha de 60% a 70% a Yukos,
a Nevzlin, após ter sido preso. Ele não tem parte no processo legal, foi preso
em 2003 e condenado por roubo e evasão de impostos em 2005.
A empresa
de Khodorkovsky chegou a valer US$ 40 bilhões, mas foi dividida e estatizada, e
a maioria de seus ativos foi comprada em leilão pela Rosneft, uma companhia
liderada por Igor Sechin, um aliado do presidente Vladimir Putin.
Putin
concedeu perdão para Khodorkovsky em dezembro, após ele ter passado 10 anos na
prisão. Ele agora vive na Suíça.
Fonte:
Correio do Brasil – Texto revistoEUA vendem 486 mil toneladas de soja 14/15 para China
Os
norte-americanos comercializaram mais 486 mil toneladas de soja (em grão) para
a China da nova safra 2014/2015, com 66 mil toneladas de origem opcional. A
venda foi anunciada nesta segunda-feira (28.07) pelo USDA (Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos, na sigla em inglês).
O órgão federal anunciou adicionalmente que outras 101 mil toneladas de trigo (entrega na nova safra) foram vendidas para a Nigéria. Apenas as vendas superiores a 100 mil toneladas diárias para um mesmo destino devem ser reportadas ao USDA.
O órgão federal anunciou adicionalmente que outras 101 mil toneladas de trigo (entrega na nova safra) foram vendidas para a Nigéria. Apenas as vendas superiores a 100 mil toneladas diárias para um mesmo destino devem ser reportadas ao USDA.
Fonte:
Agrolink – Brasil – Texto revisto
USDA registra leve piora em áreas de soja e milho nos EUA
Mesmo assim, lavouras consideradas de boas a excelentes se mantêm acima de 70% do total
Apesar da leve piora nas condições de lavoura, expectativas ainda são positivas para a safra dos Estados Unidos
As lavouras de soja e milho dos Estados Unidos apresentaram leve piora nas condições na semana passada, de acordo com relatório divulgado nesta segunda-feira (28/7) pelo Departamento de Agricultura do país (USDA). Os dados são referentes a 18 estados produtores.
No
caso da soja, as áreas consideradas de boas a excelentes caíram de 73% para
71%. As excelentes se mantiveram em 16% do total, mas as boas passaram de 57%
para 55%.
Já
as lavouras consideradas muito ruins se mantiveram em 1% do total. As ruins
subiram de 4% para 5% e as regulares de 22% para 23%.
Nas
plantações de milho, a situação foi semelhante. As áreas consideradas de boas a
excelentes caíram de 76% para 75%, com manutenção das excelentes em 22% e queda
de 54% para 53% nas boas.
As
lavouras consideradas regulares se mantiveram em 19% do total e as muito ruins
e, 1%.
Fonte: Globo Rural -
Brasil – Texto revisto




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