# Compartilhe Siga
Putin
reafirma apoio à vaga para o Brasil no Conselho de Segurança da ONU
O presidente russo, Vladimir Putin, que estará no
Brasil na próxima semana para participar da reunião de Cúpula do BRICS (grupo
formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), considera o Brasil
um dos parceiros-chave da Rússia na América Latina. Ele disse que apoia o
Brasil como como “um candidato digno e forte” para ocupar um assento permanente
do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
Putin também ressaltou que o intercâmbio comercial
entre Brasil e Rússia deve ser incrementado, com a diversificação dos laços
comerciais e o aumento do fornecimento de produtos. Ele citou projetos de
investimentos que já estão sendo realizados entre os dois países com
participação de empresas nas áreas de energia, maquinário e farmacêutica.
“Estou convencido de que a realização de tais projetos pode levar a cooperação
econômica e comercial bilateral ao nível mais maduro, que corresponda às
capacidades existentes e futuras dos nossos países em desenvolvimento”, disse
Putin.
Além do intercâmbio comercial, que nos últimos dez
anos aumentou quase três vezes, Putin destacou a integração dos dois países por
meio da liberação de vistos e o intercâmbio cultural por meio do programa
brasileiro Ciência sem Fronteiras. Segundo ele, em sua visita ao Brasil os
governantes dos dois países devem traçar novos projetos conjuntos nas áreas de
energia, investimentos, tecnologias inovadoras, agricultura, ciência e
tecnologia. “Planejamos assinar um pacote impressionante de documentos em
vários setores, inclusive entre os ministérios, empresas estatais e privadas,
instituições de pesquisa e ensino”, disse Putin.
Outro assunto abordado durante a entrevista com o
presidente russo foi a ciberespionagem, classificada por ele como “um ataque
direto à soberania estatal e violação dos direitos humanos”. Ele disse que a
Rússia está disposta a elaborar junto com outros países um sistema de medidas
para garantir a segurança internacional de informação. “Hoje em dia é de
importância especial juntar os esforços de toda a comunidade internacional para
garantir segurança igual e indivisível, resolver quaisquer assuntos
controversos à base dos princípios do direito internacional e com o papel
central coordenador da ONU.”
A reunião da Cúpula do BRICS ocorre na próxima
terça-feira (15), em Fortaleza. No dia seguinte, os presidentes dos cinco
países se reunirão com os presidentes dos países da América do Sul, em
Brasília.
Fonte:
EBC
Mercados:
O pregão da Bolsa de Valores do Estado de São Paulo fechou em alta de 1,9597(%) ao atingir 55.150 pontos.
As cotações neste pregão da BMFBOVESPA são abertas e fechadas em moeda sonante do R$(Real).
Determinadas commodities são cotadas em dóllar (US$) tais como: café: US$195,00 por saca de quilos; soja: US$ 29,71 por saca de 60 quilos. O ouro, como estava previsto pelas análises das oscilações, utilizando a teoria de Mercartur subiria até 97,00 o grama.
Obs.: a ordem de compra e venda de ativos é de inteira responsabilidade do investidor.
Obs.: a ordem de compra e venda de ativos é de inteira responsabilidade do investidor.
10/07/2014
Oscilação
|
Preço
|
||
IBOVESPA
|
1,9597%
|
55150
|
|
DÓLAR
|
0,1794%
|
2233,5
|
|
FRC
|
33,3333%
|
0,2
|
|
DI1
|
0,4386%
|
11,45
|
|
CAFÉ
|
-0,2302%
|
195,05
|
A
|
BOI
|
0,0080%
|
125,62
|
A
|
ETANOL
|
ND
|
ND
|
|
MILHO
|
-0,5085%
|
23,48
|
A
|
SOJA
|
0,3377%
|
29,71
|
|
S&P 500
|
-0,1275%
|
1958,25
|
|
OC1
|
ND
|
ND
|
|
OURO
|
1,0745%
|
95,01
|
Por Narcisi Primus .:.
Alemanha expulsa agente americano envolvido em
espionagem
Um comitê do Parlamento alemão está investigando a espionagem
da NSA.
O governo alemão expulsou um agente
da CIA, a agência de inteligência americana, do país em resposta a dois casos
de suposta espionagem realizada pelos Estados Unidos.
Segundo relatos, o agente seria o contato da CIA na
embaixada americana em Berlim, o que enfureceu políticos alemães.
Segundo relatos, o agente seria o contato da CIA na
embaixada americana em Berlim, o que enfureceu políticos alemães.
Um
funcionário da inteligência alemã de 31 anos foi preso na semana passada sob a
suspeita de espionar para os Estados Unidos.
Um
inquérito a respeito da participação de um soldado alemão também teria
começado.
"O
representante dos serviços de inteligência americanos na embaixada dos Estados
Unidos da América terá que deixar a Alemanha", disse o porta-voz do
governo da Alemanha, Steffen Seibert.
Falta
de respostas
O
presidente do comitê que supervisiona o serviço secreto nacional no Parlamento
alemão disse que a decisão foi tomada por causa da espionagem americana de
políticos alemães e a falha do país em cooperar e fornecer respostas adequadas
às investigações.
Os
Estados Unidos não negaram as alegações de que o funcionário da agência de
inteligência alemã preso na semana passada passava documentos secretos para a
Agência de Segurança Nacional americana (NSA).
O agente estaria tentando levantar detalhes sobre
um comitê parlamentar no país que investiga o escândalo de espionagem da NSA.
No entanto, os últimos relatos de que um soldado
dentro do Ministério de Defesa alemão também estava espionando para o país
foram considerados mais sérios.
Apesar de ele ainda não ter sido preso, operações
de busca relacionadas ao caso foram realizadas na quarta-feira no Ministério e
em outros locais.
Equilíbrio difícil
Os Estados Unidos e a Alemanha
foram aliados próximos durante décadas, mas as relações estão abaladas desde
que foi revelado que o celular da chanceler alemã Ângela Merkel foi monitorado
pela NSA.

NSA - Fluxograma
Nesta quinta-feira, Merkel disse que espionar os
aliados é "um desperdício de energia".
"Temos tantos problemas, deveríamos focar nas
coisas importantes", disse a chanceler em uma coletiva de imprensa ao lado
do primeiro-ministro da Moldávia, Iurie Leanca, que visitava o país.
O correspondente da BBC em Berlim, Stephen Evans,
diz que Merkel tentou manter um equilíbrio entre condenar as ações americanas e
manter relações cordiais com o país.
No entanto, as subsequentes revelações têm dificultado
este equilíbrio.
A escala da operação de vigilância americana foi
revelada pelo ex-funcionário da agência Edward Snowden, que deixou os Estados
Unidos e está foragido na Rússia.
Fontes: BBC Brasil - Google - Wikipédia
Texto revisto por Narcisi Primus.:.
![]() |
| NSA - Fluxograma |
"Temos tantos problemas, deveríamos focar nas
coisas importantes", disse a chanceler em uma coletiva de imprensa ao lado
do primeiro-ministro da Moldávia, Iurie Leanca, que visitava o país.
O correspondente da BBC em Berlim, Stephen Evans,
diz que Merkel tentou manter um equilíbrio entre condenar as ações americanas e
manter relações cordiais com o país.
No entanto, as subsequentes revelações têm dificultado
este equilíbrio.
A escala da operação de vigilância americana foi
revelada pelo ex-funcionário da agência Edward Snowden, que deixou os Estados
Unidos e está foragido na Rússia.
Fontes: BBC Brasil - Google - Wikipédia
Texto revisto por Narcisi Primus.:.
Histórias da Casa Branca: o novo atoleiro iraquiano
"Bush quis avançar para Bagdá e depor Saddam para «espalhar a
democracia». Obama será obrigado a voltar ao Iraque para conter ameaça bem mais
real"
Há um
novo atoleiro a ser formado no Iraque.
E o pior é que representa uma ameaça real bem superior à que, em 2003, levou a Administração Bush a avançar Bagdá, para derrubar Saddam.
Há mais de um década, George W. Bush quis terminar o trabalho que o pai, no início dos anos 90, optou por deixar a meio, quando já tinha os marines à porta da capital iraquiana.
Onze anos depois, Barack Obama pode ver-se obrigado a fazer regressar os olhos da América para a antiga Babilónia, já sem qualquer ilusão de «espalhar a democracia», mas pela necessidade premente de conter um «novo califado».
Peter
Mansoor, adjunto do general David Petraeus, elemento importante na estratégia
de estabilização do Iraque em 2007/08, é muito claro: «É preciso refazer a
aliança anti-Al Qaeda».
Em
entrevista ao Expresso, a 21 de junho passado, o coronel Mansoor já lançava o
aviso: «Devemos orientar o nosso esforço para a diplomacia, discutindo com as
elites políticas iraquianas e com os atores regionais, sejam estes o Irão, a
Arábia Saudita, a Turquia ou a Jordânia. O caminho é político e não militar e
um governo de unidade nacional no Iraque é prioritário».
Uma
visão que, por isso, caucionava a primeira leitura do Presidente Obama: «Um
ataque militar sem enquadramento político não faz sentido e só serve para matar
gente». A grande questão, no entanto, fica por resolver: como travar a ameaça do ISIS (EIIL, se quisermos usar o acrónimo), o Estado Islâmico do Iraque e do Levante?
O poder militar do exército radical de Abu Bakr Al-Baghdadi não implicaria, de início, ameaça assim tão significativa: «O ISIS nunca poderá conquistar Bagdá. Além das forças armadas iraquianas, que defenderam a capital com muito mais energia do que o norte do país, o ISIS teria de lidar com dezenas de milhares de homens armados das milícias xiitas.
Estamos a falar de uma cidade com sete
milhões de habitantes, maior do que Estalinrado, durante a II Guerra Mundial.
Seria uma fortaleza. Em 2003/04 comandei uma brigada durante a invasão, ou
seja, 3500 homens bem treinados, armados até os dentes e, mesmo assim, tivemos
dificuldade em controlar dois distritos de Bagdade. Imaginar militantes
montados em «pick-ups» a tomar conta da cidade é fantasia», insiste o coronel
Mansoor nessa entrevista.
Perante
esta visão das cúpulas militares americanas, fica mais fácil perceber a via
escolhida por Obama para endereçar aquela que será, neste momento, a maior
ameaça no quadro internacional (com a situação na Ucrânia e a tensão crescente
Israel/Palestina em forte concorrência).
Os Estados Unidos não irão voltar a enviar «boots on the ground» para o Iraque. Ponto. Mas intervêm de forma cada vez mais evidente: reforçando a oposição síria, interessada direta no combate aos «jihadistas» no Iraque.
Obama já pediu autorização ao Congresso para armas as forças moderadas de oposição a Assad, numa espécie de «jogada dois em um»: esse reforço posiciona os EUA como opositores ao regime de Damasco e aumenta os trunfos na travagem ao ISIS no Iraque.
A América cometeu vários erros na gestão do Iraque na última década. O principal terá sido o desmantelamento das unidades de força e segurança iraquianas, que hoje teria papel fundamental na nova ameaça «jihadista». Fartos do governo de Al Maliki (xiita, com patrocínio indireto dos EUA e do Irão), muitos iraquianos são terreno fértil para recolha de apoios dos «jihadistas» sunitas.
Mariano Aguirre, diretor do Norwegian Peacebuilding Resource Center, avisa, em entrevista ao DN: «O ISIS vai ser um terramoto na região do Médio Oriente. Nos últimos dez anos, estabeleceu uma série de alianças. O fenómeno é perigoso, pode levar à desintegração do Iraque, ter impacto forte no Líbano e na Jordânia».
Os Estados Unidos não irão voltar a enviar «boots on the ground» para o Iraque. Ponto. Mas intervêm de forma cada vez mais evidente: reforçando a oposição síria, interessada direta no combate aos «jihadistas» no Iraque.
Obama já pediu autorização ao Congresso para armas as forças moderadas de oposição a Assad, numa espécie de «jogada dois em um»: esse reforço posiciona os EUA como opositores ao regime de Damasco e aumenta os trunfos na travagem ao ISIS no Iraque.
A América cometeu vários erros na gestão do Iraque na última década. O principal terá sido o desmantelamento das unidades de força e segurança iraquianas, que hoje teria papel fundamental na nova ameaça «jihadista». Fartos do governo de Al Maliki (xiita, com patrocínio indireto dos EUA e do Irão), muitos iraquianos são terreno fértil para recolha de apoios dos «jihadistas» sunitas.
Mariano Aguirre, diretor do Norwegian Peacebuilding Resource Center, avisa, em entrevista ao DN: «O ISIS vai ser um terramoto na região do Médio Oriente. Nos últimos dez anos, estabeleceu uma série de alianças. O fenómeno é perigoso, pode levar à desintegração do Iraque, ter impacto forte no Líbano e na Jordânia».
Fonte:TVI
24
PEQUIM
EUA não pretendem conter desenvolvimento
da China
O secretário de Estado norte-americano, John
Kerry, disse hoje em Pequim que Washington "não procura" conter o
desenvolvimento da China, mas antes "dar as boas-vindas a um país
próspero, estável e pacífico".
Kerry realçou que Washington está
"decidido a escolher o caminho da paz, a prosperidade e a
cooperação", acrescentando que aprecia a "concorrência", mas
"nunca o conflito", e reconhecendo a existência histórica de
"uma certa rivalidade" com a China.
![]() |
| Sr. Xi Jinping - Líder Chinês |
![]() |
| Barack Obama |
Contudo, mostrou-se disposto a
trabalhar com vista a um "novo modelo de relações bilaterais"
defendido pelos Presidentes norte-americano e chinês, Barack Obama e Xi
Jinping, respetivamente, há precisamente um ano, num encontro na Califórnia.
A cerimónia de abertura do diálogo
estratégico contou com a presença do Presidente chinês, que recordou a reunião
com Obama e pediu aos dois países que "julguem corretamente as suas
respetivas intenções estratégicas" e tentem "minimizar as suas
diferenças".
Fonte: DN Globo
Jihadistas
iraquianos sequestram 40 kg de urânio
O governo do Iraque notificou a ONU
de que os militantes do grupo Estado Islâmico haviam-se apoderado de urânio
sequestrado de um laboratório no norte do país, e pediu à Organização Mundial
"para prevenir a ameaça de seu uso", segundo noticia a Reuters.
De acordo com uma carta do embaixador do Iraque na
ONU, Mohamed al-Hakim, dirigida ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, os
extremistas têm em sua posse cerca de 40 quilos de compostos de urânio, que
foram sequestrados da Universidade de Mossul.
"Os grupos terroristas apreenderam materiais
nucleares em instalações que deixaram de ser controladas por autoridades",
lê-se na carta de al-Hakim. Uma fonte do governo dos EUA, familiarizada com a situação,
disse à Reuters que o urânio sequestrado pelos jihadistas, provavelmente não é
enriquecido e, portanto, dificilmente poderia ser usado para fazer armas
nucleares.
Fonte: AP
Finanças
Papa demite alemão
do Banco do Vaticano e nomeia francês para o lugar
Texto revisto por Narcisi Primus .:.
O Vaticano nomeou, nesta
quarta-feira, o empresário francês Jean-Baptiste de Franssu para a presidência
do Instituto para as Obras Religiosas (IOR). De Franssu, de 51 anos, vai
dirigir, a partir de agora, o Conselho de Fiscalização do IOR, conhecido como
Banco do Vaticano, em substituição ao advogado alemão Ernst von
Freyberg, nomeado por Bento XVI em fevereiro de 2013.
O
empresário, que até o momento dirigia em Bruxelas uma empresa de consultoria especializada em fusões e aquisições, a Incipit (do latim começar), “vai assumir hoje o cargo
de novo presidente do IOR. Von Freyberg aceitou efetuar um período de transição
para permitir uma transmissão adequada de recomendações”, informou o Vaticano.
A mudança
na direção do IOR, cujos últimos anos foram marcados por vários escândalos
financeiros, faz parte da segunda fase da reforma institucional, decidida pelo
papa Francisco, para conseguir maior transparência. De acordo com o Vaticano, o
IOR está atualmente numa “fase de transição tranquila” e com a direção de von
Freyberg atravessou uma primeira etapa que já terminou com “um excelente
progresso”, que resultou em “maior transparência”.
Em
comunicado, o cardeal George Pell, prefeito da Secretaria da Economia, declarou
que “existem muitos desafios e trabalho futuro”, garantindo que o papa
Francisco “deixou claro que as mudanças devem ser feitas de forma diligente”.
Além das alterações no IOR, o Vaticano anunciou reformas que afetam o fundo de
pensões do Estado, a organização do serviço de imprensa e meios de comunicação
e a Administração do Patrimônio da Sé Apostólica.
O fim da
primeira fase da reforma do IOR foi anunciada na véspera, com a divulgação das
contas de 2013 e de uma análise sistemática de todos os registros de clientes.
Da análise, resultou o bloqueio de 1.329 contas individuais e de 762 de
instituições. A reforma do Banco do Vaticano é uma das prioridades do papa
Francisco.
Máfia italiana
O
encerramento das contas e o afastamento de instituições ligadas ao Banco do
Vaticano começaram no ano passado, quando centenas de contas foram inicialmente
bloqueadas, depois da pressão das maiores instituições financeiras do mundo
para se livrar de penalidades de autoridades europeias, segundo registrou, à época,
o Correio do Brasil.
Dava-se
início à primeira mudança pró-transparência nos 71 anos de história do banco da
Igreja Católica. O escândalo, que veio à tona após uma investigação do diário
econômico britânico Financial Times que
durou 11 meses, revelou a falta de transparência e a má gestão do banco do
Vaticano, características que dão margem para interpretação de que o Instituto
para Obras de Religião (nome oficial do banco) estaria ligado com lavagem de
dinheiro da máfia italiana.
Deutsche
Bank, JPMorgan e UniCredit estão entre os grandes bancos que se recusaram a prestar
serviços financeiros ao longo dos últimos dois anos ao Vaticano.
Essa pressão, uma consequência do aperto feito por autoridades europeias, fez
com que a Igreja Católica sacudisse o banco para retirar potenciais lavadores
de dinheiro e fraudes fiscais. O banco do Vaticano foi considerado por um órgão
do Conselho Europeu como um dos piores em quesito de transparência, há dois
anos atrás.
Fonte:
CDB Texto revisto por Narcisi Primus .:.
BC britânico mantém taxa e pode haver divisão em breve
Ritmo da recuperação da Grã-Bretanha provavelmente irá dividir logo suas autoridades sobre quando começar a retirar o apoio da economia
Banco da Inglaterra: Comitê de Política Monetária do BC manteve sua taxa
referencial de juros em 0,5%
Londres -
O Banco da Inglaterra, banco central britânico, manteve sua taxa de juros em
mínima recorde nesta quinta-feira, mas o ritmo da recuperação da Grã-Bretanha
provavelmente irá dividir logo suas autoridades sobre quando começar a retirar
o apoio da economia.
O Comitê
de Política Monetária do BC manteve sua taxa referencial de juros em 0,5 por
cento, o mesmo nível desde o pior da crise financeira há mais de cinco anos, e
não divulgou um comunicado após a decisão. Com
poucos sinais de uma desaceleração na surpreendentemente forte recuperação da
Grã-Bretanha de um longo período de estagnação após a crise, algumas
autoridades do BC britânico devem começar a votar, nos próximos meses, a favor
de uma primeira elevação dos juros desde 2007.
Há uma ampla expectativa de que o BC comece a elevar taxas no final deste ano ou no começo de 2015, provavelmente antes do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, que na quarta-feira detalhou como planeja fazer sua própria saída da era de política monetária ultra expansionista.
A libra atingiu uma máxima de quase seis anos contra uma cesta de moedas na semana passada, com grandes grupos de varejo como a Burberry e a Associated British Foods citando na quinta-feira pressões provocadas pela libra forte.
Também tem havido lembretes de que a economia está longe de entrar no ritmo que sustentaria o crescimento no longo prazo.
Dados nesta quinta-feira mostraram que o déficit comercial da Grã-Bretanha aumentou inesperadamente, destacando como as exportações não conseguiram acelerar como esperado pelo BC e pelo governo.
E o crescimento salarial ainda é fraco, sugerindo que a economia pode crescer mais sem correr o risco de a inflação acelerar.
Fonte: Reuters
Texto revisto por Narcisi Primus .:.
Há uma ampla expectativa de que o BC comece a elevar taxas no final deste ano ou no começo de 2015, provavelmente antes do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, que na quarta-feira detalhou como planeja fazer sua própria saída da era de política monetária ultra expansionista.
A libra atingiu uma máxima de quase seis anos contra uma cesta de moedas na semana passada, com grandes grupos de varejo como a Burberry e a Associated British Foods citando na quinta-feira pressões provocadas pela libra forte.
Também tem havido lembretes de que a economia está longe de entrar no ritmo que sustentaria o crescimento no longo prazo.
Dados nesta quinta-feira mostraram que o déficit comercial da Grã-Bretanha aumentou inesperadamente, destacando como as exportações não conseguiram acelerar como esperado pelo BC e pelo governo.
E o crescimento salarial ainda é fraco, sugerindo que a economia pode crescer mais sem correr o risco de a inflação acelerar.
Fonte: Reuters
Texto revisto por Narcisi Primus .:.
Setor público britânico entra em greve contra cortes de salários
Protesto tem
professores, funcionários administrativos, garis e seguranças.
Governo congelou os salários dos funcionários públicos por dois anos.
Governo congelou os salários dos funcionários públicos por dois anos.
Grevistas
fazem piquete em Londres, nesta quinta-feira
Mais de um milhão de
funcionários do setor público aderiram a uma greve nesta quinta-feira (10) na Grã-Bretanha,
em protesto contra os cortes orçamentários e salariais, segundo os sindicatos,
na maior paralisação contra o governo conservador de David
Cameron. O dia terá como ponto alto as manifestações em todo o país.
O protesto de Londres terminará em Trafalgar Square.
A mobilização inclui
professores, funcionários do setor administrativo, garis e seguranças de
parques. O movimento é o maior desde a chegada ao poder, em 2010, do governo
conservador de Cameron, que decidiu combater a crise com medidas de
austeridade. O governo congelou os
salários dos funcionários públicos por dois anos e agora limitou os aumentos a
1% anual. Os sindicatos anunciaram que chegou o momento de "dizer
basta".
"Os grevistas merecem o
apoio da população", disse a secretária-geral do Trades Union Congress,
Frances O'Grady. "O que estão dizendo é que os atuais funcionários não
podem ser marginalizados da recuperação e que corresponde a todos uma parte
justa, à medida que a economia volta a crescer", afirmou.
A economia britânica deixou
para trás a recessão em 2009, após uma forte queda e, desde então, registrou um
crescimento sólido (3,1% nos 12 meses anteriores ao fim de março). Apesar do
anúncio da greve, o governo espera que muitos funcionários públicos compareçam
ao trabalho.
Cameron criticou a iniciativa
ao afirmar que os grevistas "fariam melhor em trabalhar" e que a
greve era a decisão da minoria.
"A ampla maioria dos
funcionários não votou pela greve e os primeiros sinais mostram que a maioria
compareceu ao trabalho, como sempre", disse o porta-voz do governo, que
duvidou do número de um milhão de grevistas antecipado pelos sindicatos.
Fonte: France Press
Texto revisto por Narcisi Primus.:.
Situação no sudeste da
Ucrânia
"Ucrânia, situação causada pela intrusão externa". (NP)
Em
Lugansk, devido a disparos de lança-morteiros, uma munição atingiu o canto de
um prédio residencial ao nível dos oitavo e nono andares.
Fonte: A Voz da Rússia
Fonte: A Voz da Rússia
Fotos: Divulgação
Agronegócio - BRICS - Brasil
Safra
brasileira de grãos deve chegar a 193,87 milhões de toneladas
A produção de grãos da safra 2013/14 está estimada
em 193,87 milhões de toneladas, um índice 2,8% acima da safra anterior, que foi
de 188,66 milhões. Em relação à última estimativa, divulgada em junho, o
aumento foi de 0,15% ou 304,2 mil toneladas.
Os números são do 10º levantamento, anunciados
nesta quarta-feira (09.07) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Alguns produtos superaram a produção passada, caso
da soja (5,9% ou 4,77 milhões de t), do trigo (33,8% ou 1,87 milhão de t) e do
algodão em caroço (29,1% ou 586,5 mil toneladas). Já o milho teve queda na
primeira safra (7,4%), n segunda safra (1,6%) e no milho total (4,1% ou 3,3
milhões de toneladas).
Com relação à área plantada, a estimativa é de 56,82 milhões de hectares, um valor 6,1% acima da área cultivada na safra 2012/13 e que representa um aumento de 3,26 milhões de hectares. Os destaques de aumento são para as culturas de soja, com crescimento de 8,6% (2,3 milhões de ha), o trigo, com 18,9% (417,8 mil ha), o feijão total, com 8,2% (252,9 mil ha) e o algodão, com 25,1% (224,8 mil ha).
Com relação à área plantada, a estimativa é de 56,82 milhões de hectares, um valor 6,1% acima da área cultivada na safra 2012/13 e que representa um aumento de 3,26 milhões de hectares. Os destaques de aumento são para as culturas de soja, com crescimento de 8,6% (2,3 milhões de ha), o trigo, com 18,9% (417,8 mil ha), o feijão total, com 8,2% (252,9 mil ha) e o algodão, com 25,1% (224,8 mil ha).
No caso da cultura do feijão, o destaque é a
segunda safra, que apresenta um aumento de 14,2% (185,2 mil ha).
A Conab fez a pesquisa entre os dias 22 e 28 de junho.
A Conab fez a pesquisa entre os dias 22 e 28 de junho.
Durante o estudo, foram levantadas informações de
área plantada, produção estimada, produtividade média estimada, evolução do
desenvolvimento das culturas, pacote tecnológico utilizado pelos produtores,
evolução da colheita, entre outras variáveis. O trabalho ocorre em parceria da
Conab com agrônomos, técnicos do IBGE, de cooperativas, secretarias de
agricultura, órgãos de assistência técnica e extensão rural (oficiais e
privados), agentes financeiros e revendedores de insumos, que subsidiam os
técnicos da estatal com informações pertinentes aos levantamentos.
Fonte: Agrolink
EUA adiam introdução de novas sanções contra a Rússia
Os
EUA não decretam novas sanções contra a Rússia porque querem atuar em estreita
cooperação com seus aliados europeus, anunciou, esta quarta-feira, Victoria
Nuland, vice-secretária de Estado norte-americana.
Foi assim que ela respondeu à
pergunta colocada pelo senador republicano, Bob Corker, pelo estado do
Tennessee, sobre “os motivos dos adiamentos constantes da decisão sobre novas
medidas restritivas contra a Rússia”.
“Estamos debatendo com os
parceiros europeus os próximos passos a dar em conjunto na via de introdução de
novas sanções”, disse Nuland segundo a qual “a próxima cúpula da UE, em que
poderão ser decretadas sanções antirussas, terá lugar em 16 de julho. Um pacote
de sanções está sendo preparado ”, frisou.
Na véspera, o tema de sanções foi examinado num contato telefónico entre os presidentes dos EUA e da França, Barack Obama e François Hollande, respectivamente.
Na véspera, o tema de sanções foi examinado num contato telefónico entre os presidentes dos EUA e da França, Barack Obama e François Hollande, respectivamente.
Conforme acordaram, a Rússia
“deverá pagar mais e mais se não se tomar medidas visando a diminuição da
escalada da tensão na Ucrânia”.
Fonte: A Voz da Rússia
Fonte: A Voz da Rússia
Foto: Divulgação





.jpg)










Nenhum comentário:
Postar um comentário