# Compartilhe - Siga
Mercado Aberto - Brasil
Fechamento do pregão às 17h00 - Horário de Brasília
Futuro*21/07/2014
Oscilação
|
Preço
|
||
IBOVESPA
|
1,0342%
|
58130
|
|
DÓLAR
|
-0,3131%
|
2228,5
|
|
FRC
|
-13,6364%
|
0,19
|
|
DI1
|
0,0932%
|
10,74
|
|
CAFÉ
|
-0,4847%
|
205,3
|
A
|
BOI
|
0,1196%
|
125,55
|
A
|
ETANOL
|
ND
|
ND
|
|
MILHO
|
0,0437%
|
22,87
|
A
|
SOJA
|
-0,3436%
|
29
|
A
|
S&P 500
|
-0,2663%
|
1966,5
|
|
OC1
|
ND
|
ND
|
|
A Vista*21/07/2014
| Oscilação | Preço | ||
| OURO | -0,5348% | 93,00 | |
Cotação em R$(Real) por grama
Fonte: BMFBovespa
NADA MUDOU COM OBAMA: APOIO
TOTAL A ISRAEL
Embora tenha sinalizado, quando eleito, que teria uma
nova abordagem para a questão Palestina, o presidente dos Estados Unidos,
Barack Obama, se mostrou tão conservador quanto seus antecessores; nesta
sexta-feira, ele telefonou para Benjamin Netanyahu, que comanda a ofensiva
terrestre contra palestinos na Faixa de Gaza e disse que apoia o "direito
de Israel de se defender"; ontem a presidente Dilma Rousseff afirmou, com
razão, que a resposta de Israel ao Hamas é totalmente "desproporcional"
Obama diz que falou com Netanyahu e que apoia direito
de Israel se defender
WASHINGTON (Reuters)
- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira que
conversou com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, sobre o
conflito na Faixa de Gaza, ressaltando o apoio norte-americano a Israel para se
defender.
Em declarações a repórteres na Casa Branca, Obama afirmou ainda
que os EUA e seus aliados temem o risco de uma escalada do conflito e disse
esperar que Israel continue a agir de modo a minimizar baixas entre os civis.
Ele também declarou ter informado Netanyahu de que o secretário
de Estado norte-americano, John Kerry, está preparado para visitar a região.
Fonte: Reuters
Obama: Rússia tem ‘responsabilidade’ sobre
rebeldes na área da queda do MH17
Obama disse que assegurar devolução de corpos é a prioridade dos EUA
O presidente
americano, Barack Obama, endureceu nesta segunda-feira o discurso em relação ao
governo da Rússia, afirmando que o presidente russo, Vladimir Putin, tem
"a responsabilidade direta de obrigar os rebeldes pró-Rússia a
cooperar" com a investigação e os esforços de recuperação dos corpos de
passageiros do voo MH17 da Malaysia Airlines, que caiu na quinta-feira na
Ucrânia.
![]() |
| Colagem Oficina da Casa - Divulgação |
O local
onde o avião caiu, no leste ucraniano, é controlado por separatistas
pró-Rússia, acusados pelos EUA de remover possíveis pistas da área antes da
chegada de investigadores.
(O presidente Barack Obama (E) está a afirmar situações em cima do que é lhe é informado por alguns assessores - alguns, não todos, porque têm conhecimento do que é acender um estopim o qual não tem mais retorno depois de aceso - do primeiro escalão do seu governo impostos pelo partido democrata que estão todos a querer que o presidente tome rumos equivocados para piorar ainda mais a situação que já não é muito salutar para os USA, pois o elemento surpresa não é só privilégio de norte americano, no caso do voo MH 17, tem que ser visto e analisado com filtros que só um estadista da envergadura do presidente Obama tem, para não incorrer em erros avaliativos em uma tomada de decisão precipitada. O ‘soberano’ dos USA está de olho a acompanhar os acontecimentos que, de uma forma ou de outra, se a tomada de decisão ferir o bolso do contribuinte, a situação vai piorar para os democratas, que querem uma vitória nas próximas eleições. Felizmente, para todos nós, o presidente Obama ainda tem lucidez. Narcisi Primus .:.).
Em um pronunciamento na Casa Branca, Obama afirmou
que "a Rússia tem grande influência sobre estes separatistas. Ninguém nega
isso. A Rússia os incitou, os treinou e sabemos que a Rússia os armou com
equipamento militar, incluindo escudos antiaéreos. Alguns dos principais
líderes separatistas são cidadãos russos."
A prioridade dos Estados Unidos, segundo o
presidente, é recuperar os corpos dos passageiros. "Garantir que os corpos
sejam recuperados e devolvidos a seus entes queridos é o mínimo que a decência
exige", afirmou.
Em uma
declaração, o próprio Putin reconheceu que é essencial que investigadores
tenham segurança para investigar a tragédia no local onde ela ocorreu.
Pressão
Obama disse ainda ter falado com diversos líderes
mundiais desde a queda do Boeing 777, que caiu quando viajava de Amsterdã a
Kuala Lumpur com 298 pessoas a bordo. Os governantes estão "em estado de
choque, mas, para dizer a verdade, também estão indignados", disse.
De acordo com o líder americano, os investigadores
devem ter acesso imediato e irrestrito ao local da queda. "Separatistas
estão removendo evidências do local. O que eles estão tentando esconder?",
disse.
O caos no local onde o avião caiu, próximo à cidade
de Donetsk, é um "insulto" às famílias dos mortos, de acordo com
Obama. Para ele, Putin tem que provar que "apoia uma investigação completa
e justa".
Horas antes, o Ministério da Defesa russo disse que
um avião de guerra ucraniano voava próximo ao Boeing da Malaysia Airlines
minutos antes de que ele fosse abatido e exigiu explicações de Kiev.
O ministério russo afirmou ainda que não detectou o
lançamento de nenhum míssil próximo à trajetória da aeronave e negou ter
transferido o sistema de mísseis BUK (que se acredita terem sido usados para
abater o avião) aos rebeldes.
A afirmação contradiz os relatórios da inteligência
americana, que dizem que um míssil foi lançado de uma região sob controle dos
rebeldes pró-Rússia.
O secretário de Estado americano, John Kerry, disse
que os EUA captaram movimento de equipamentos militares da Rússia para a Ucrânia
no mês passado, incluindo um comboio de veículos blindados, tanques e
lançadores de foguetes.
Promotores holandeses abriram uma investigação de
crimes de guerra a respeito da queda do voo. O governo ucraniano afirmou estar
disposto a ceder o controle do inquérito para o Tribunal Internacional de Haia.
ONU
Ainda nesta segunda-feira, o Conselho de Segurança
da ONU deverá votar uma resolução condenando a derrubada do avião da Malaysia
Airlines, após disputas com a Rússia a respeito das palavras usadas no documento.
Ministros de relações exteriores europeus se
encontrarão na terça-feira para discutir sanções contra a Rússia.
Também
nesta segunda, o rei Willem-Alexander, da Holanda, fez um pronunciamento
nacional pela televisão após um encontro com parentes das vítimas. "Este
desastre terrível deixou uma ferida profunda na nossa sociedade. A cicatriz
será visível e tangível por muitos anos", disse.
Investigadores holandeses examinaram nesta
segunda-feira os corpos das vítimas do avião da Malaysia Airlines que foram
colocados em um trem, em meio à pressão crescente sobre rebeldes pró-Rússia
para que ampliem o acesso à área.
Estes
foram os primeiros especialistas estrangeiros a chegar na região onde o Boeing
777 caiu.
O trem, com 196 corpos, deixou a cidade de Torez,
controlada pelos rebeldes, para iniciar o processo de identificação. Um segundo
trem chegou no domingo para recolher mais corpos.
Monitores da Organização para Segurança e
Cooperação na Europa (OSCE) já haviam visitado o local, mas o acesso deles aos destroços
foi limitado pelos rebeldes.
Dúvidas sobre investigação
Separatistas disseram que irão entregar as
caixas-pretas do MH17 à Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), mas
o Departamento de Estado dos EUA afirma que rebeldes modificaram outras
potenciais pistas.
Equipamentos
pesados foram vistos removendo destroços no local da queda do avião no domingo.
Fonte: BBC Brasil
Texto revisado e parte inserida por Narcisi Primus .:.
Rússia diz que não enviou mísseis a rebeldes e
contesta acusação de que eles abateram o voo
MH-17
General desafiou os EUA a apresentarem imagens que comprovem lançamento de míssil
O Ministério da
Defesa russo contestou as acusações de que separatistas pró-Rússia foram os
responsáveis pelo abate do avião da Malásia no leste da Ucrânia e disse que
jatos de combate ucranianos voavam próximo da aeronave de passageiros.
A Rússia também
declarou que não forneceu para as milícias sistemas de mísseis Buk, supostamente
utilizado para derrubar na quinta-feira passada (17) o avião malaio com 298
pessoas a bordo, garantiu nesta segunda-feira (21) o Estado Maior das Forças
Armadas.
O Ministério também
rechaçou as acusações feitas pelos Estados Unidos e o governo ucraniano de que
a Rússia forneceu sistemas antiaéreos BUK SA-11 ou "qualquer outro
armamento" aos rebeldes separatistas.
"Os sistemas
russos de controle do espaço aéreo detectaram um avião da Força Aérea
ucraniana, presumivelmente um SU-25 [jato de combate], seguindo na direção do
Boeing da Malásia", disse o general Igor Makushev, das Forças Aéreas da
Rússia, em um contato com a imprensa.
— A
distância do SU-25 do Boeing era de 3 a 5 km.
Um outro oficial, general Andrei Kartopolov, desafiou os
Estados Unidos a apresentarem imagens de satélite para endossar suas afirmações
de que houve um lançamento de mísseis por parte dos rebeldes.
Respondendo à acusação da Rússia, uma fonte do setor de
segurança ucraniano reafirmou a posição do governo do país de que rebeldes pró-Rússia
no leste do país receberam da Rússia um sistema de mísseis BUK-M1 (SA-11),
guiado por radar, e provavelmente a arma veio com uma equipe.
"O Serviço de Segurança Ucraniano tinha divulgado
anteriormente a informação de que os militantes estavam negociando a entrega à
Rússia de sistemas BUK", disse a fonte à Reuters.
Fonte: Reuters
Rússia acusa caça ucraniano de voar perto de avião
A Rússia
negou nesta segunda-feira (21) o lançamento de um míssil próximo à rota do vôo
MH 17, da Malaysia Airlines, e acusou um caça ucraniano de sobrevoar próximo ao
avião, que caiu na última quinta-feira (17), matando 298 pessoas.
Os satélites russos teriam
detectado um caça ucraniano modelo SU-25 que voava em direção ao Boeing 777 da
Malaysia Airlines. Além disso, no momento do
desastre, uma bateria de mísseis ucranianos Buk foi disparada em direção a
Donetsk, região controlada por rebeldes.
A declaração foi
dada pelo Ministério russo da Defesa, afirmando também que não concedeu nenhum
míssil do tipo Buk aos rebeldes separatistas ucranianos. "Não fornecemos
aos insurgentes nenhum sistema de míssil Buk ou outro material militar",
disse o general Andrei Kargapolov.
O governo da Ucrânia e os Estados
Unidos afirmam desde a semana passada que o avião foi abatido
por um míssil, possivelmente dado pela Rússia a rebeldes separatistas. Em um
pronunciamento oficial, o presidente norte-americano, Barack Obama, chegou a
garantir que possui evidências suficientes de que o míssil pertencia aos
rebeldes.
Em resposta, Moscou também disse
hoje que, no momento do acidente, satélites dos EUA sobrevoavam a região. Por
isso, o governo russo pediu para Washington compartilhar as eventuais imagens,
publicou a agência Interfax. (ANSA)
Roche nega interesse em aquisições no setor, diz CEO
A companhia suíça Roche não está interessada em fazer
grandes aquisições e continuará focada em comprar grupos menores e fazer
parcerias para ampliar os negócios de diagnósticos e as operações
farmacêuticas, informou Severin Schwan, executivo-chefe da empresa, em
entrevista publicada neste sábado pelo jornal Finanz und Wirtschaft.
A Roche, cuja sede fica em Basel, na Suíça, se limitou
a fechar apenas acordos pequenos desde que adquiriu, em março de 2009, a fatia
que ainda não possuía da Genentech. "Estamos certamente vendo uma
consolidação na indústria farmacêutica, e minha teoria é de que em alguns anos
serão bem sucedidas as fabricantes inovadoras ou capazes de produzir
medicamentos mais baratos", afirmou Schwan à publicação.
De acordo com ele, a companhia não tem interesse em
potenciais vantagens fiscais decorrentes de grandes aquisições. "E vamos
examinar primeiramente se o produto ou tecnologia tem potencial de melhorar
nossos padrões de terapia ou se encaixa em nossos negócios", acrescentou o
executivo-chefe da Roche.
As declarações de Schwan surgem depois do anúncio na
sexta-feira de que a gigante norte-americana AbbVie comprou a britânica Shire
por cerca de US$ 54 bilhões, em uma transação destinada a reduzir a carga
tributária. E no começo da semana, a Mylan revelou planos de adquirir a divisão
internacional de medicamentos genéricos da Abbott Laboratories por US$ 5,3
bilhões. Fontes:
Dow Jones Newswires Agência Estado
Tensão em Gaza e na Rússia não desanima
Investidores
têm enfrentado muitos obstáculos este ano, da redução do estímulo pós-crise
pelo Federal Reserve, o banco central americano, ao pequeno crescimento
econômico mundial e aos levantes militares na Ucrânia e Israel.
A
resposta deles a esse ambiente de investimento?
![]() |
| Colagem Oficina da Casa - Divulgação |
Compre na baixa.
A mais recente prova que os gestores de fundos estão de olho nessa
máxima do mercado de ações foi dada na sexta-feira, quando a Média Industrial
Dow Jones saltou 123,37 pontos, recuperando quase todo o recuo do dia anterior,
provocado pela queda do avião da Malaysia
Airlines na
Ucrânia e pela incursão de Israel em Gaza. O avanço deixou o índice apenas 0,2%
abaixo do ponto mais alto de sua história, atingido na quarta-feira. O índice
Dow Jones já alcançou 15 recordes neste ano, depois de bater 50 no ano passado.
Investidores e analistas não acreditam que os mais recentes
acontecimentos no Leste Europeu e no Oriente Médio sejam eventos com
probabilidade de se transformar em conflitos mais amplos. Até o momento, o
acirramento das tensões nessas duas regiões não criou uma grande ameaça ao
crescimento global.
Os mercados deram pouca importância a muitas ameaças geopolíticas
anteriores, mostram dados do Ned Davis Research Inc. Nos últimos 100 anos, a
resposta da mediana do índice Dow a crises tem sido subir 4,6% no primeiro mês
depois de uma queda de 2,9% no primeiro dia, segundo a Ned Davis.
"Os investidores estão aprendendo que vender com base na notícia é
uma aposta perdedora", diz Jim Paulsen, diretor de estratégia de
investimentos da Wells Capital Management, que administra US$ 350 bilhões.
Eventos recentes "não dão indicativos de que irão se transformar em
conflitos mais amplos", diz Paulsen.
Mesmo assim, a alta de sexta-feira mais uma vez preocupou analistas e
operadores que acham que os mercados estão subestimando as implicações
potenciais dos conflitos. Qualquer sinal de que os eventos na Ucrânia e na
Faixa de Gaza possam se espalhar pode levar a uma debandada das bolsas, dizem
os céticos.
A cotação das ações em relação às previsões de lucro das empresas estão
acima das médias históricas. O FED, depois de comprar mais de US$ 3 trilhões em
títulos de dívida após a crise financeira, em uma tentativa de manter os juros
de longo prazo baixos e dar impulso à economia, indicou que quer encerrar esse
programa de estímulo em outubro, algo que, segundo muitos investidores, vai
gerar mais ansiedade nos mercados.
Autoridades como a presidente do FED, Janet Yellen, e o presidente da
regional de Nova York do banco central, William Dudley, alertaram que o baixo
nível de oscilação, ou volatilidade, pode ser um sinal de uma mentalidade
complacente se instaurou no mercado. Já se passaram 44 pregões desde que o
índice Dow Jones caiu ou subiu 1% em um dia, o nono período mais longo de que
se tem registro.
Mesmo assim, muitos investidores dizem que continuam comprando ações,
considerando retrações do mercado um bom ponto de entrada. Esses investidores
afirmam que dados econômicos positivos nos EUA, mesmo que não sejam estáveis,
as taxas de juros baixas, que tiram a atratividade de ativos de renda fixa, e a
inflação sob controle acabam forçando uma maior exposição às ações.
Scott
Armiger, diretor de investimento da Christiana Trust, que administra US$ 9
bilhões, diz que comprou ações de companhias menores na sexta-feira. "A
cotação de ações de empresas com pouca capitalização de mercado está mais alta
do que eu gostaria", diz Armiger, que acredita que uma queda prolongada
deve ocorrer em algum momento. Mas a compra foi feita para um novo cliente que
precisa de exposição nesse setor, disse ele.
"Estamos
longe de achá-las atraentes, mas queremos alguma representação modesta" em
empresas com pouco valor de mercado, diz.
A
pressão para comprar ações é forte em parte porque mais gestores de portfólios
estão ficando atrás de suas metas em comparação com o ano passado, e gestores
conservadores, que evitam o risco, estão ainda mais atrás, dizem analistas.
Armiger
não está sozinho ao se preocupar com o valor das ações. A relação entre o preço
das ações de empresas que compõem o índice S&P 500 e as estimativas de
lucros de analistas para os próximos 12 meses está em 15,5, acima da de 14,9
registrada no início do ano e da média de cinco anos, de 13,5, segundo a
FactSet.
Alguns
setores do mercado, como as ações de empresas de baixa capitalização, estão até
mais caros. A relação futura P/L do índice Russell 2000, de pequenas ações,
está em 21,3, sem grandes alterações desde o início do ano, mas acima da média
de 19,1.
O
índice Dow subiu 59% desde sua última mínima, em 3 de outubro de 2011. Ele está
em seu 33o mês sem uma correção de 10%. Na média, a trajetória de alta do
índice sofre uma correção, ou um declínio de 10%, a cada 12 meses.
Fontes: The Wall Street Journal, Dow Jones com suporte
do Google
26 crianças contaminadas com HIV no Uzbequistão
Os órgãos de proteção da ordem pública do Uzbequistão apuraram que 26 crianças tinham sido contaminadas pelo vírus de AIDS na região de Shakhrisabz, situada no sul do país.
Um exame
geral da realização do programa de luta contra a proliferação do AIDS na região
de Shakhrisabz apurou que no período de 2007 a 2013 26 crianças tinham sido
contaminadas com este vírus, seis delas pereceram, informa a agência de
notícias. No comunicado não se indica o local de contaminação, nem as suas
eventuais fontes.
“Em
conformidade com o item 3 do artigo 113 do Código Penal (difusão da doença
AIDS), na base destes fatos foi intentado processo penal”, declarou a esta
agência Sherali Ashirov, promotor de Shakhrisabz. De acordo com os dados à
disposição desta agência, se a culpa dos acusados for demonstrada, eles podem
ser condenados à prisão por um prazo de cinco a oito anos.
Fontes:
A Voz da Rússia





Nenhum comentário:
Postar um comentário