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21 de jul. de 2014

Mercado Aberto - Brasil - Faixa de Gaza, Explosão no Oriente Médio - Voo MH 17 - Dow Jones Queda Livre - Puericultura no Uzbequistão



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Mercado Aberto - Brasil


Fechamento do pregão às 17h00 - Horário de Brasília

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A Vista*21/07/2014


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Cotação em R$(Real) por grama
Fonte: BMFBovespa



NADA MUDOU COM OBAMA: APOIO 

TOTAL A ISRAEL


Embora tenha sinalizado, quando eleito, que teria uma nova abordagem para a questão Palestina, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se mostrou tão conservador quanto seus antecessores; nesta sexta-feira, ele telefonou para Benjamin Netanyahu, que comanda a ofensiva terrestre contra palestinos na Faixa de Gaza e disse que apoia o "direito de Israel de se defender"; ontem a presidente Dilma Rousseff afirmou, com razão, que a resposta de Israel ao Hamas é totalmente "desproporcional"
Colagem Oficina da Casa - Di8vulgação

Obama diz que falou com Netanyahu e que apoia direito 


de Israel se defender


WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira que conversou com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, sobre o conflito na Faixa de Gaza, ressaltando o apoio norte-americano a Israel para se defender.
Em declarações a repórteres na Casa Branca, Obama afirmou ainda que os EUA e seus aliados temem o risco de uma escalada do conflito e disse esperar que Israel continue a agir de modo a minimizar baixas entre os civis.
Ele também declarou ter informado Netanyahu de que o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, está preparado para visitar a região.
Fonte: Reuters

Obama: Rússia tem ‘responsabilidade’ sobre 

rebeldes na área da queda do MH17


Obama disse que assegurar devolução de corpos é a prioridade dos EUA


O presidente americano, Barack Obama, endureceu nesta segunda-feira o discurso em relação ao governo da Rússia, afirmando que o presidente russo, Vladimir Putin, tem "a responsabilidade direta de obrigar os rebeldes pró-Rússia a cooperar" com a investigação e os esforços de recuperação dos corpos de passageiros do voo MH17 da Malaysia Airlines, que caiu na quinta-feira na Ucrânia.

Colagem Oficina da Casa - Divulgação
O local onde o avião caiu, no leste ucraniano, é controlado por separatistas pró-Rússia, acusados pelos EUA de remover possíveis pistas da área antes da chegada de investigadores.

(O presidente Barack Obama (E) está a afirmar situações em cima do que é lhe é informado por alguns assessores - alguns, não todos, porque têm conhecimento do que é acender um estopim o qual não tem mais retorno depois de aceso - do primeiro escalão do seu governo impostos pelo partido democrata que estão todos a querer que o presidente tome rumos equivocados para piorar ainda mais a situação que já não é muito salutar para os USA, pois o elemento surpresa não é só privilégio de norte americano,  no caso do voo MH 17, tem que ser visto e analisado com filtros que só um estadista da envergadura do presidente Obama tem, para não incorrer em erros avaliativos em uma tomada de decisão precipitada. O ‘soberano’ dos USA está de olho a acompanhar os acontecimentos que, de uma forma ou de outra, se a tomada de decisão ferir o bolso do contribuinte, a situação vai piorar para os democratas, que querem uma vitória nas próximas eleições. Felizmente, para todos nós, o presidente Obama ainda tem lucidez. Narcisi Primus .:.).

               Em um pronunciamento na Casa Branca, Obama afirmou que "a Rússia tem grande influência sobre estes separatistas. Ninguém nega isso. A Rússia os incitou, os treinou e sabemos que a Rússia os armou com equipamento militar, incluindo escudos antiaéreos. Alguns dos principais líderes separatistas são cidadãos russos."
                 A prioridade dos Estados Unidos, segundo o presidente, é recuperar os corpos dos passageiros. "Garantir que os corpos sejam recuperados e devolvidos a seus entes queridos é o mínimo que a decência exige", afirmou.
  Em uma declaração, o próprio Putin reconheceu que é essencial que investigadores tenham segurança para investigar a tragédia no local onde ela ocorreu.

Pressão


Obama disse ainda ter falado com diversos líderes mundiais desde a queda do Boeing 777, que caiu quando viajava de Amsterdã a Kuala Lumpur com 298 pessoas a bordo. Os governantes estão "em estado de choque, mas, para dizer a verdade, também estão indignados", disse.
De acordo com o líder americano, os investigadores devem ter acesso imediato e irrestrito ao local da queda. "Separatistas estão removendo evidências do local. O que eles estão tentando esconder?", disse.
O caos no local onde o avião caiu, próximo à cidade de Donetsk, é um "insulto" às famílias dos mortos, de acordo com Obama. Para ele, Putin tem que provar que "apoia uma investigação completa e justa".
Horas antes, o Ministério da Defesa russo disse que um avião de guerra ucraniano voava próximo ao Boeing da Malaysia Airlines minutos antes de que ele fosse abatido e exigiu explicações de Kiev.
O ministério russo afirmou ainda que não detectou o lançamento de nenhum míssil próximo à trajetória da aeronave e negou ter transferido o sistema de mísseis BUK (que se acredita terem sido usados para abater o avião) aos rebeldes.
A afirmação contradiz os relatórios da inteligência americana, que dizem que um míssil foi lançado de uma região sob controle dos rebeldes pró-Rússia.
O secretário de Estado americano, John Kerry, disse que os EUA captaram movimento de equipamentos militares da Rússia para a Ucrânia no mês passado, incluindo um comboio de veículos blindados, tanques e lançadores de foguetes.
Promotores holandeses abriram uma investigação de crimes de guerra a respeito da queda do voo. O governo ucraniano afirmou estar disposto a ceder o controle do inquérito para o Tribunal Internacional de Haia.

ONU


Ainda nesta segunda-feira, o Conselho de Segurança da ONU deverá votar uma resolução condenando a derrubada do avião da Malaysia Airlines, após disputas com a Rússia a respeito das palavras usadas no documento.
Ministros de relações exteriores europeus se encontrarão na terça-feira para discutir sanções contra a Rússia.
Também nesta segunda, o rei Willem-Alexander, da Holanda, fez um pronunciamento nacional pela televisão após um encontro com parentes das vítimas. "Este desastre terrível deixou uma ferida profunda na nossa sociedade. A cicatriz será visível e tangível por muitos anos", disse.
Investigadores holandeses examinaram nesta segunda-feira os corpos das vítimas do avião da Malaysia Airlines que foram colocados em um trem, em meio à pressão crescente sobre rebeldes pró-Rússia para que ampliem o acesso à área.
Estes foram os primeiros especialistas estrangeiros a chegar na região onde o Boeing 777 caiu.
O trem, com 196 corpos, deixou a cidade de Torez, controlada pelos rebeldes, para iniciar o processo de identificação. Um segundo trem chegou no domingo para recolher mais corpos.
Monitores da Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) já haviam visitado o local, mas o acesso deles aos destroços foi limitado pelos rebeldes.

Dúvidas sobre investigação


Separatistas disseram que irão entregar as caixas-pretas do MH17 à Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), mas o Departamento de Estado dos EUA afirma que rebeldes modificaram outras potenciais pistas.
Equipamentos pesados foram vistos removendo destroços no local da queda do avião no domingo.
Fonte: BBC Brasil

Texto revisado e parte inserida por Narcisi Primus .:.


Rússia diz que não enviou mísseis a rebeldes e 

contesta acusação de que eles abateram o voo 

MH-17

General desafiou os EUA a apresentarem imagens que comprovem lançamento de míssil


 
Rota do Voo - Divulgação

O Ministério da Defesa russo contestou as acusações de que separatistas pró-Rússia foram os responsáveis pelo abate do avião da Malásia no leste da Ucrânia e disse que jatos de combate ucranianos voavam próximo da aeronave de passageiros.
A Rússia também declarou que não forneceu para as milícias sistemas de mísseis Buk, supostamente utilizado para derrubar na quinta-feira passada (17) o avião malaio com 298 pessoas a bordo, garantiu nesta segunda-feira (21) o Estado Maior das Forças Armadas.
O Ministério também rechaçou as acusações feitas pelos Estados Unidos e o governo ucraniano de que a Rússia forneceu sistemas antiaéreos BUK SA-11 ou "qualquer outro armamento" aos rebeldes separatistas.
"Os sistemas russos de controle do espaço aéreo detectaram um avião da Força Aérea ucraniana, presumivelmente um SU-25 [jato de combate], seguindo na direção do Boeing da Malásia", disse o general Igor Makushev, das Forças Aéreas da Rússia, em um contato com a imprensa.
— A distância do SU-25 do Boeing era de 3 a 5 km.
Um outro oficial, general Andrei Kartopolov, desafiou os Estados Unidos a apresentarem imagens de satélite para endossar suas afirmações de que houve um lançamento de mísseis por parte dos rebeldes.
Respondendo à acusação da Rússia, uma fonte do setor de segurança ucraniano reafirmou a posição do governo do país de que rebeldes pró-Rússia no leste do país receberam da Rússia um sistema de mísseis BUK-M1 (SA-11), guiado por radar, e provavelmente a arma veio com uma equipe.
"O Serviço de Segurança Ucraniano tinha divulgado anteriormente a informação de que os militantes estavam negociando a entrega à Rússia de sistemas BUK", disse a fonte à Reuters.

Fonte: Reuters


Rússia acusa caça ucraniano de voar perto de avião



A Rússia negou nesta segunda-feira (21) o lançamento de um míssil próximo à rota do vôo  MH 17, da Malaysia Airlines, e acusou um caça ucraniano de sobrevoar próximo ao avião, que caiu na última quinta-feira (17), matando 298 pessoas.
Os satélites russos teriam detectado um caça ucraniano modelo SU-25 que voava em direção ao Boeing 777 da Malaysia Airlines. Além disso, no momento do desastre, uma bateria de mísseis ucranianos Buk foi disparada em direção a Donetsk, região controlada por rebeldes.
    A declaração foi dada pelo Ministério russo da Defesa, afirmando também que não concedeu nenhum míssil do tipo Buk aos rebeldes separatistas ucranianos. "Não fornecemos aos insurgentes nenhum sistema de míssil Buk ou outro material militar", disse o general Andrei Kargapolov.
O governo da Ucrânia e os Estados Unidos afirmam desde a semana passada que o avião foi abatido por um míssil, possivelmente dado pela Rússia a rebeldes separatistas. Em um pronunciamento oficial, o presidente norte-americano, Barack Obama, chegou a garantir que possui evidências suficientes de que o míssil pertencia aos rebeldes.
Em resposta, Moscou também disse hoje que, no momento do acidente, satélites dos EUA sobrevoavam a região. Por isso, o governo russo pediu para Washington compartilhar as eventuais imagens, publicou a agência Interfax. (ANSA)
 Fontes: ANSA com JB e Google

Roche nega interesse em aquisições no setor, diz CEO


A companhia suíça Roche não está interessada em fazer grandes aquisições e continuará focada em comprar grupos menores e fazer parcerias para ampliar os negócios de diagnósticos e as operações farmacêuticas, informou Severin Schwan, executivo-chefe da empresa, em entrevista publicada neste sábado pelo jornal Finanz und Wirtschaft.
A Roche, cuja sede fica em Basel, na Suíça, se limitou a fechar apenas acordos pequenos desde que adquiriu, em março de 2009, a fatia que ainda não possuía da Genentech. "Estamos certamente vendo uma consolidação na indústria farmacêutica, e minha teoria é de que em alguns anos serão bem sucedidas as fabricantes inovadoras ou capazes de produzir medicamentos mais baratos", afirmou Schwan à publicação.
De acordo com ele, a companhia não tem interesse em potenciais vantagens fiscais decorrentes de grandes aquisições. "E vamos examinar primeiramente se o produto ou tecnologia tem potencial de melhorar nossos padrões de terapia ou se encaixa em nossos negócios", acrescentou o executivo-chefe da Roche.
As declarações de Schwan surgem depois do anúncio na sexta-feira de que a gigante norte-americana AbbVie comprou a britânica Shire por cerca de US$ 54 bilhões, em uma transação destinada a reduzir a carga tributária. E no começo da semana, a Mylan revelou planos de adquirir a divisão internacional de medicamentos genéricos da Abbott Laboratories por US$ 5,3 bilhões. Fontes: Dow Jones Newswires Agência Estado



Tensão em Gaza e na Rússia não desanima


Investidores têm enfrentado muitos obstáculos este ano, da redução do estímulo pós-crise pelo Federal Reserve, o banco central americano, ao pequeno crescimento econômico mundial e aos levantes militares na Ucrânia e Israel.
A resposta deles a esse ambiente de investimento?



Colagem Oficina da Casa - Divulgação


Compre na baixa.

A mais recente prova que os gestores de fundos estão de olho nessa máxima do mercado de ações foi dada na sexta-feira, quando a Média Industrial Dow Jones saltou 123,37 pontos, recuperando quase todo o recuo do dia anterior, provocado pela queda do avião da Malaysia Airlines na Ucrânia e pela incursão de Israel em Gaza. O avanço deixou o índice apenas 0,2% abaixo do ponto mais alto de sua história, atingido na quarta-feira. O índice Dow Jones já alcançou 15 recordes neste ano, depois de bater 50 no ano passado.


Investidores e analistas não acreditam que os mais recentes acontecimentos no Leste Europeu e no Oriente Médio sejam eventos com probabilidade de se transformar em conflitos mais amplos. Até o momento, o acirramento das tensões nessas duas regiões não criou uma grande ameaça ao crescimento global.
Os mercados deram pouca importância a muitas ameaças geopolíticas anteriores, mostram dados do Ned Davis Research Inc. Nos últimos 100 anos, a resposta da mediana do índice Dow a crises tem sido subir 4,6% no primeiro mês depois de uma queda de 2,9% no primeiro dia, segundo a Ned Davis.
"Os investidores estão aprendendo que vender com base na notícia é uma aposta perdedora", diz Jim Paulsen, diretor de estratégia de investimentos da Wells Capital Management, que administra US$ 350 bilhões. Eventos recentes "não dão indicativos de que irão se transformar em conflitos mais amplos", diz Paulsen.
Mesmo assim, a alta de sexta-feira mais uma vez preocupou analistas e operadores que acham que os mercados estão subestimando as implicações potenciais dos conflitos. Qualquer sinal de que os eventos na Ucrânia e na Faixa de Gaza possam se espalhar pode levar a uma debandada das bolsas, dizem os céticos.
A cotação das ações em relação às previsões de lucro das empresas estão acima das médias históricas. O FED, depois de comprar mais de US$ 3 trilhões em títulos de dívida após a crise financeira, em uma tentativa de manter os juros de longo prazo baixos e dar impulso à economia, indicou que quer encerrar esse programa de estímulo em outubro, algo que, segundo muitos investidores, vai gerar mais ansiedade nos mercados.
Autoridades como a presidente do FED, Janet Yellen, e o presidente da regional de Nova York do banco central, William Dudley, alertaram que o baixo nível de oscilação, ou volatilidade, pode ser um sinal de uma mentalidade complacente se instaurou no mercado. Já se passaram 44 pregões desde que o índice Dow Jones caiu ou subiu 1% em um dia, o nono período mais longo de que se tem registro.
Mesmo assim, muitos investidores dizem que continuam comprando ações, considerando retrações do mercado um bom ponto de entrada. Esses investidores afirmam que dados econômicos positivos nos EUA, mesmo que não sejam estáveis, as taxas de juros baixas, que tiram a atratividade de ativos de renda fixa, e a inflação sob controle acabam forçando uma maior exposição às ações.
Scott Armiger, diretor de investimento da Christiana Trust, que administra US$ 9 bilhões, diz que comprou ações de companhias menores na sexta-feira. "A cotação de ações de empresas com pouca capitalização de mercado está mais alta do que eu gostaria", diz Armiger, que acredita que uma queda prolongada deve ocorrer em algum momento. Mas a compra foi feita para um novo cliente que precisa de exposição nesse setor, disse ele.
"Estamos longe de achá-las atraentes, mas queremos alguma representação modesta" em empresas com pouco valor de mercado, diz.
A pressão para comprar ações é forte em parte porque mais gestores de portfólios estão ficando atrás de suas metas em comparação com o ano passado, e gestores conservadores, que evitam o risco, estão ainda mais atrás, dizem analistas.
Armiger não está sozinho ao se preocupar com o valor das ações. A relação entre o preço das ações de empresas que compõem o índice S&P 500 e as estimativas de lucros de analistas para os próximos 12 meses está em 15,5, acima da de 14,9 registrada no início do ano e da média de cinco anos, de 13,5, segundo a FactSet.
Alguns setores do mercado, como as ações de empresas de baixa capitalização, estão até mais caros. A relação futura P/L do índice Russell 2000, de pequenas ações, está em 21,3, sem grandes alterações desde o início do ano, mas acima da média de 19,1.
O índice Dow subiu 59% desde sua última mínima, em 3 de outubro de 2011. Ele está em seu 33o mês sem uma correção de 10%. Na média, a trajetória de alta do índice sofre uma correção, ou um declínio de 10%, a cada 12 meses.

Fontes: The Wall Street Journal, Dow Jones com suporte do Google


26 crianças contaminadas com HIV no Uzbequistão



Os órgãos de proteção da ordem pública do Uzbequistão apuraram que 26 crianças tinham sido contaminadas pelo vírus de AIDS na região de Shakhrisabz, situada no sul do país.

Um exame geral da realização do programa de luta contra a proliferação do AIDS na região de Shakhrisabz apurou que no período de 2007 a 2013 26 crianças tinham sido contaminadas com este vírus, seis delas pereceram, informa a agência de notícias. No comunicado não se indica o local de contaminação, nem as suas eventuais fontes.
“Em conformidade com o item 3 do artigo 113 do Código Penal (difusão da doença AIDS), na base destes fatos foi intentado processo penal”, declarou a esta agência Sherali Ashirov, promotor de Shakhrisabz. De acordo com os dados à disposição desta agência, se a culpa dos acusados for demonstrada, eles podem ser condenados à prisão por um prazo de cinco a oito anos.

Fontes: A Voz da Rússia


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