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Obama discute com Merkel e Cameron novas sanções contra a Rússia
O
presidente dos EUA Barack Obama discutiu no decurso de conversas telefônicas
com a chanceler da Alemanha Ângela Merkel e com o premiê britânico David
Cameron a possibilidade de introdução de novas sanções contra a Federação Russa
caso ela não tome medidas com vista à desescalada do conflito na Ucrânia,
informou a agência Reuters alegando a Casa Branca.
“Eles
ressaltaram que a Rússia nega o fato de que os separatistas no leste da Ucrânia
continuam tendo acesso a armamentos pesados e recebem outro apoio por parte da
Federação Russa”, adiantou a fonte na Casa Branca.
Fonte: AP – Reuters – Texto revisto por Narcisi Primus .:.
Fonte: AP – Reuters – Texto revisto por Narcisi Primus .:.
Obama: é prematuro falar sobre intenções de
quem abateu Boeing-777
É
prematuro tirar conclusões sobre se o avião da Malásia foi abatido
intencionalmente ou acidentalmente, declarou o presidente dos EUA, Barack
Obama.
"Considero que é muito cedo
para adivinhar qual era a intenção de quem lançou os mísseis terra ar. A
investigação continua, a informação adicional aparecerá nos próximos
dias", disse Obama.
Ao mesmo
tempo, segundo ele, os Estados Unidos têm evidências de que a Rússia está
fornecendo armas aos inimigos de Kiev.
Fonte: Rádio A Voz da Rússia – Texto revisto por Narcisi Primus .:.
Fonte: Rádio A Voz da Rússia – Texto revisto por Narcisi Primus .:.
Político alemão apela a intervenção de força de
paz da ONU na Ucrânia
O
vice-presidente da fração da União Democrata-Cristã (CDU) no Bundestag
(parlamento alemão) Andreas Schockenhoff apelou, em uma entrevista ao
Rheinische Post, que se envie para a Ucrânia um contingente de paz da ONU do
qual participe o exército alemão. Na opinião do político, uma missão da OSCE é
insuficiente.
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| Transporte de Combate - ONU Divulgação |
“Chegamos a uma fase em que é
necessário pensar no envio de “capacetes azuis” sob a égide das Nações Unidas e
com o mandato correspondente”, declarou Schockenhoff. “Se essa missão se
realizar, será também necessária a participação da Alemanha.”
O deputado alemão também apontou
a necessidade de um cessar-fogo sob observação da comunidade internacional.
Fonte: A Voz da Rússia – Texto revisto por Narcisi Primus .:.
Fonte: A Voz da Rússia – Texto revisto por Narcisi Primus .:.
Unidos pelo desenvolvimento
Segunda economia do mundo com um PIB de US$ 9,2
trilhões, o BRICS toma medidas para reforçar os laços econômicos e se
proteger de eventuais crises, como a criação de um banco de investimento que
nasce com capital de US$ 100 bilhões
Ao anunciarem,
na quarta-feira 16, em Fortaleza, a criação de um banco de investimento com
capital de US$ 100 bilhões e um fundo de reservas de emergência de US$ 50
bilhões, os governos de cinco países que formam o BRICS – Brasil, Rússia,
Índia, China e África do Sul – deixara a categoria de clube de governantes
bem-intencionados, como tantos outros que gravitam em torno da ONU, para
produzir ideias que podem ser úteis no universo de incertezas criado pelo colapso
financeiro mundial de 2008.
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| O bloco BRICS engloba, no mínimo, 1/3 da população e 40% do PIB global |
Enquanto a
economia dos países desenvolvidos cresce muito pouco ou simplesmente não
cresce, desde 2012 os BRICS exibem uma taxa média de expansão que é pelo menos
o dobro da das nações mais ricas. Há dois anos, a diferença foi de 5,5% contra
1,6% – a favor dos BRICS. Para 2014, a projeção é de 3,6%, contra 2% nos
Estados Unidos, 1,2% na Europa e 1,4% no Japão.
PARCERIA
Presidentes
de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul celebram
acordo durante evento em Fortaleza
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| Colagem Oficina da Casa - Líderes do bloco BRICS |
Gravitando em
torno do gigante chinês, a segunda economia do mundo com um PIB anual de US$
9,2 trilhões, o BRICS tomou medidas para reforçar os laços econômicos numa
tentativa de manter o desenvolvimento mais acelerado. O novo Banco de
Desenvolvimento, que terá sede em Xangai e presidência rotativa, mudando de
titular a cada cinco anos – o primeiro será indicado pela Índia, o segundo,
pelo Brasil, e assim por diante –, deverá auxiliar na coleta de recursos para
obras de infraestrutura, ainda que a reserva inicial seja até modesta.
O total definido em Fortaleza
equivale a menos de um terço do valor do BNDES brasileiro, hoje o maior banco
de investimento do mundo.
Separados
pelo tamanho de suas economias – a China, a mais rica dos cinco, é 24 vezes
maior do que a África do Sul, a mais pobre –, o BRICS não tem origem cultural
comum, não segue uma só religião nem fala o mesmo idioma. Não forma uma unidade
geográfica, já que está espalhado por quatro continentes, e ocupa lugares
políticos diversos na diplomacia global – como mostram as relações cada vez
mais tensas entre a Rússia, de Vladimir Putin, e a Casa Branca, sem paralelo
entre os demais parceiros.
A grande unidade do bloco é de
outra natureza. São países de desenvolvimento médio, com liderança geopolítica
em suas respectivas regiões e um traço em comum. Suas economias geram 20% do
PIB mundial e um capitalismo com maior presença do Estado.
Na China, as empresas estatais
possuem 80% do mercado de ações. Na Rússia, 62% e, no Brasil, 38%. “O banco do BRICS é um sinal dos tempos”, disse a presidenta Dilma Rousseff, anfitriã do
encontro. “Os tempos exigem um novo arcabouço financeiro mundial.”
SINAL DOS TEMPOS
Ministros da
Fazenda e Finanças dos países integrantes do BRICS subscrevem criação
do banco de desenvolvimento. Fundo de reservas de emergência será de US$ 50 bilhoes
O encontro de
Fortaleza tem sido comparado, frequentemente, com a conferência histórica de
Bretton Woods, ocorrida em 1944, quando os países desenvolvidos resolveram, nos
escombros da Segunda Guerra Mundial, colocar de pé um fundo de reserva para
enfrentar crises financeiras – o Fundo Monetário Internacional – e o Banco
Mundial, destinado a estimular a reconstrução da Europa através de obras de infraestrutura.
O problema desse raciocínio é
comparar essas instituições com aquilo que se conhece hoje, em vez de levar em
conta seu perfil no momento em que foram criadas.
O Banco Mundial nasceu como um
mecanismo tão emperrado, burocraticamente, que no início a reconstrução
europeia teve de ser feita diretamente pelo governo norte-americano, através do
Plano Marshall. Nos anos que se seguiram a seu nascimento, o FMI mostrou-se uma
instituição perfeitamente dispensável, já que a economia mundial atravessou
décadas de prosperidade.
Na década de 1980, quando sua
intervenção seria necessária para socorrer países quebrados por suas dívidas
externas, boa parte dos programas de auxílio do FMI se mostrou particularmente
ruinosa.
Aprofundavam a recessão e a
dependência em projetos de austeridade que só seriam abandonados, parcialmente,
no fim da década passada, quando o colapso do Lehman Brothers atualizou a noção
de John Maynnard Keynes de que a melhor forma de vencer uma crise econômica
consiste em encontrar estímulos eficientes para o crescimento e o emprego.
Dessa
forma, a reunião do BRICS nasceu como uma crítica às instituições financeiras
tradicionais do pós-Guerra. Os cinco membros condenam o FMI por manter uma
mesma estrutura de poder de 60 anos atrás, sem levar em conta que o
desenvolvimento de determinados países – alguns nem sequer eram nações
independentes em 1944 – fez uma imensa fatia da riqueza mundial trocar de mãos
e de endereço.
Mesmo assim, o direito de voto
dos países-membros segue o mesmo do passado, o que contribui para a tomada de
decisões que favorecem os sócios mais antigos em prejuízo dos mais novos,
economicamente mais importantes.
Assim, o Brasil, sétima economia mundial, tem
um peso nas decisões menor que a Bélgica, cujo PIB não chega a 20% do
brasileiro. Já as decisões de Fortaleza não têm a vocação para ruptura, mas sim
para ações conjuntas.
Fonte: Isto é - Texto revisto por Narcisi Primus .:.
Brasil e China tem parceria "estratégica, sólida e promissora", diz Dilma
A presidente anunciou que a união realizará novos investimentos e ampliação de todas as áreas
BRASÍLIA, DF - A
presidente Dilma Rousseff destacou, em almoço com o chinês Xi Jinping, a
"parceria estratégica, sólida e promissora" entre os dois países.
Após cerimônia no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (17), Dilma recebe o
presidente da China no Palácio Itamaraty.
"Sua visita em
particular (...) é de especial relevância para o Brasil. Nós celebramos os 40
anos do estabelecimento de nossas relações diplomáticas, da melhor forma
possível, fazendo avançar uma parceria estratégica, sólida e promissora.
Anunciamos juntos novos investimentos e a ampliação de nossa cooperação em
todas as áreas", afirmou.
Ao todo, foram assinados
pouco mais de três dezenas de atos, entre a venda de 60 aviões da Embraer e
criação de institutos Confúcio -para ensino do mandarim- em universidades
brasileiras.
Em seu discurso, Dilma
destacou que o Brasil reduziu, nos últimos anos, "a pobreza e a
desigualdade e investimos fortemente em educação, infraestrutura
inovação". Ela ainda citou o filósofo Confúcio para elogiar a visita de
seu homólogo chinês.
"Diz ele: quando
revemos um amigo que vem de tão longe, não há como não sentir uma imensa
alegria. Revê-lo no Brasil é receber um amigo, que cruzou longas distâncias
para chegar até aqui."
Xi Jinping lembrou que
"apesar da grande distância geográfica, somos estreitamente ligados",
citando a vinda dos primeiros chineses -produtores de chá- ao Brasil, no início
do século XIX.
Os presidentes terão mais
tarde encontro com outros chefes de Estado e governo da América do Sul e do
quarteto da CELAC (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos).
Fonte: TNonline
MH17: ONU ordena inquérito internacional
independente à queda do avião
A ONU ordenou a abertura de uma investigação internacional independente
que possa apurar o que aconteceu ao Boeing 777 da Malaysia Airlines que se
despenhou na quinta-feira em território ucraniano, provocando a morte das 298
pessoas que seguiam a bordo.
O conselho sublinhou a necessidade de os investigadores «terem acesso imediato»
ao local da queda do avião, «de forma a apurar as causas do incidente», e
apelou a uma investigação «de acordo com as normas de aviação civil
internacionais».
Por último, os membros do conselho «ofereceram condolências às famílias das vítimas, às populações e aos governos daqueles que foram mortos» na tragédia.
Por último, os membros do conselho «ofereceram condolências às famílias das vítimas, às populações e aos governos daqueles que foram mortos» na tragédia.
Fonte:
A Bola
Oriente Médio
Com boicotes na Europa e EUA, Israel busca
aproximação com América Latina
Estava marcada a primeira visita de um primeiro-ministro israelense, em missão oficial, à América Latina. Denominada de “histórica” por Tel Aviv, a missão tinha como objetivo melhorar as relações de cooperação de Israel com os governos de Colômbia, México e Panamá
A viagem do premiê Benjamin Netanyahu, porém, precisou ser
suspensa por questões internas, segundo sua administração. O fato, no entanto,
demonstra que o governo israelense está buscando cada vez mais se aproximar de
países latino-americanos. E, em muitos desses países, as portas para negócios e
acordos de cooperação parecem estar abertas.
A tentativa de
adquirir novos parceiros econômicos, políticos e culturais na América Latina
acontece após o crescente isolamento de Israel em seus círculos tradicionais.
Na Europa e nos Estados Unidos, o movimento de boicote, desinvestimentos e
sanções da sociedade civil cresceu nos últimos anos e afetou até mesmo as
relações diplomáticas.
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| Colagem Oficina da Casa - Divulgação |
Grupos
sionistas se mobilizam contra campanha de BDS
Por exemplo, universidades europeias e norte-americanas
cancelaram acordos de intercâmbio e cooperação com centros israelenses, enquanto
a União Europeia e diversos governos anunciaram sanções e desinvestimentos de
agencias estatais e empresas israelenses envolvidas na ocupação dos territórios
palestinos.
"Se Israel
continuar a construir assentamentos e as negociações fracassarem, ficará mais e
mais isolado, principalmente em decorrência do clima que vigora entre os
próprios consumidores e o setor privado.
Cada
vez que Israel anuncia a construção de mais moradias nos assentamentos, se
fortalece a exigência de que os supermercados europeus marquem os produtos dos
assentamentos e se ouvem mais vozes pedindo o boicote", afirmou o
embaixador da União Europeia em Israel, Lars Faaborg-Andersen, durante
entrevista ao principal programa televisivo do país.
O secretário de
Estado norte-americano, também alertou sobre graves consequências caso não haja
avanço nas negociações de paz. Como consequência do crescimento do movimento
internacional de BDS e da expansão dos assentamentos israelenses nos
territórios palestinos, esses alertas se intensificaram desde 2013, mas, há
muitos anos, autoridades e diplomatas já demonstravam preocupação.
“A ocupação
permanente e a insistência do governo em continuar investindo em assentamentos
são diretamente responsáveis pela erosão da posição internacional de Israel”,
conclui um estudo do Molad Center for Renewal of Democracy of Israel, um ‘think
thank’ israelense. “Enquanto a política de assentamentos continuar, o risco de
Israel se tornar mais isolado irá crescer”, acrescenta o texto.
América Latina
“A lição que aprendemos pelas recentes experiências de
negociação com a União Europeia é que Israel não pode colocar todos os seus
ovos em uma única cesta”, afirmou o ministro da Economia de Tel Aviv, Naftali
Bennet, depois de negociações sobre um pacote de empréstimos de 1,5 bilhões de
euros vindos de Bruxelas.
A
organização europeia liberou o dinheiro sob a condição de que nada fosse
direcionado para os assentamentos israelenses na Cisjordânia, Jerusalém
Ocidental e Colinas de Golã.
Durante as
negociações, o presidente israelense, Shimon Peres, estava envolvido em outra
iniciativa. Ele havia viajado para o México para se encontrar com autoridades e
um grupo de empresários. O ministério chefiado por Bennet também decidiu fechar
missões econômicas na Suécia e Finlândia, abrindo-as na China, Índia e Brasil.
Em fevereiro
deste ano, Tel Aviv conseguiu entrar no bloco comercial Aliança do Pacífico,
composto por Chile, Colômbia, México e Peru, com status de ‘observador’.
A
conquista foi comemorada pelo ministro das Relações Exteriores de Israel,
Avidor Lierberman, que escreveu em seu Face book: “da próxima vez que ouvirem
relatos de isolamento diplomático ou onda de boicotes ameaçando Israel, saibam
que a realidade é muito diferente”.
Fonte: Opera Mundi Texto revisto por Narcisi Primus
.:.
Empréstimos bilionários da China ajudam
estabilizar economia argentina
Um negócio da China para a China
A Argentina assinou,
nesta sexta-feira, acordos para uma nova linha de empréstimos na ordem de US$
7,5 bilhões da China,
afirmou o chefe do gabinete argentino, Jorge Capitanich, num momento em que o
país latino-americano não consegue acessar os mercados globais devido a
disputas sobre dívida não paga. Entre os 19 acordos a serem assinados, a
presidente Cristina Kirchner e seu colega chinês, Xi Jinping, firmarão acordo
para empréstimo de US$ 4,7 bilhões do Banco de Desenvolvimento da China para a construção de
duas hidrelétricas na Patagônia.
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| Dama Christina - Cavalheiro Xi |
Cristina Kirchner e Xi Jinping reuniram-se, em Buenos Aires, pela primeira vez
O banco
chinês também concedeu empréstimo de US$ 2,1 bilhões para ajudar a financiar um
projeto de ferrovias há muito adiado, que tornaria mais eficiente o transporte
de grãos das planícies agrícolas da Argentina a seus portos.
– Sobre o
montante total, é de cerca de US$ 7,5 bilhões, incluindo acordos de cooperação
para financiar projetos de infraestrutura e esse acordo de comércio bilateral –
disse o chefe do gabinete argentino, Jorge Capitanich, a jornalistas.
A
Argentina é o terceiro maior exportador do mundo de soja e milho. A China é a principal consumidora da soja argentina. Xi,
o primeiro presidente chinês a visitar a terceira maior economia da América
Latina em uma década, também vai assinar acordo para uma operação de troca de
US$ 11 bilhões entre os bancos centrais dos países ao longo de três anos que permitirá que a Argentina
pague por importações chinesas usando o yuan.
– Isso
permitirá que o fluxo de reservas se estabilize – disse Capitanich.
Mercado preferencial
O Itaú
BBA vê a Argentina como um dos destinos mais cobiçados para expansão
internacional, segundo afirmou o presidente-executivo do banco, Candido
Bracher, em entrevista nesta manhã à agência inglesa de notícias Reuters.
Após
montar uma filial completa de banco de atacado no Chile, onde disputa cabeça a
cabeça os mandatos com grandes rivais globais, o Itaú também vem ganhando
visibilidade no México e na Colômbia e faz planos para o Peru, todos mercados cujas
políticas recentes pró-mercado vêm atraindo as graças dos investidores
internacionais.
Mas
perguntando sobre em que mercado o Itaú BBA gostaria de aumentar seus negócios
no futuro, Bracher citou a Argentina.
– A
Argentina é talvez o país com o maior potencial, já que é um grande mercado,
sub-bancarizado e onde temos uma certa vantagem competitiva. Temos que esperar,
porém, um ambiente econômico mais estável – disse Bracher.
Às voltas
com outra crise de dívida com credores, o país vizinho há anos enfrenta uma
combinação de anos de inflação alta e economia em desaceleração. Na Argentina
desde 2006, o braço de banco de atacado do Itaú Unibanco atende as 300 maiores
empresas da Argentina. Mas a instabilidade longa da economia do país tem
limitado planos mais ambiciosos de expansão.
Fonte: Correio do Brasil
Brasil marca teste na Rússia para a compra de artilharia antiaérea
Em agosto deste ano,
autoridades brasileiras vão até a Rússia para a realização de teste do sistema
de artilharia antiaérea de médio alcance Pantsir-S1. O equipamento, que deve
reforçar as defesas nacionais durante as Olimpíadas de 2016, tem a capacidade
de abater alvos que voam entre as altitudes de 200 metros até 20 quilômetros.
Pelo acordo firmado entre os dois
países, uma comitiva formada por militares visitará Moscou para acompanhar
procedimentos das Forças Armadas russas. O objetivo é identificar as
necessidades do Brasil e aprender técnicas de como é possível integrar o
equipamento aos demais sistemas de proteção aérea usados em território
nacional.
As negociações para a compra das
unidades Pantsir data de 2012, quando o governo brasileiro começou a tentar
corrigir uma das lacunas de seu sistema de defesa. Nenhum país da América
Latina apresenta um equipamento com capacidades do tipo atualmente, obrigatório
a todos os países que desejam participar da Organização do Tratado do Atlântico
Norte (Otan).
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| Sr. Vladimir Putin - Sra. Dilma Rousseff |
O
governo brasileiro pretende pagar um máximo de US$ 2,562 bilhões por um
conjunto de cinco baterias antiaéreas. O acordo com a Rússia também prevê a
transferência irrestrita de tecnologias e a aquisição de três sistemas de
controle e alerta de média altura, com custo aproximado de US$ 700 milhões e
fabricação brasileira.
Fonte:
El País











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