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16 de jul. de 2014

Mercado Aberto - Nova TI no Mercado - Filipinas em Alerta - Dilma: Não confunda "Alhos com Bugalhos" - Queda nos Preços das Commodities - A Realidade do Banco do BRICS

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Fechamento do pregão do Ibovespa



Futuro*16/07/2014

Oscilação
Preço
IBOVESPA
-0,4344%
56155

DÓLAR
0,1122%
2231,5

FRC
-3,7037%
0,26

DI1
-0,3509%
11,36

CAFÉ
0,4400%
194,05
A
BOI
-0,1657%
126,49

ETANOL
-0,4292%
1160

MILHO
0,2146%
23,35
A
SOJA
1,7241%
29,5

S&P 500
0,2920%
1975

OC1
ND
ND


A Vista*16/07/2014

Oscilação
Preço
OURO
0,7600%
92,8


IBOVESPAIND FUT Q14
16/07/14

DÓLARDOL FUT Q14
16/07/14
0,1122%
Preço *: 2.232
Cotação do US$ em por unidade
CAFÉICF FUT U14
16/07/14
0,4400%
Preço *: 194,05
Cotação do Café em US$ por saca de 60 quilos 
BOIBGI FUT V14
16/07/14
Cotação do Boi em pé em R$ por arroba (15 quilos)

ETANOLETH FUT Q14
15/07/14
Cotação do Etanol em R$ por metro cúbico 
MILHOCCM FUT U14
16/07/14
Cotação do Milho em R$ por saca de 560 quilos
SOJASFI FUT Q14
16/07/14
Cotação do Soja em US$ por saca de 60 quilos
OUROOZ1 DIS 0000
15/07/14
Cotação do Ouro em R$ por grama.
Fonte: BMFBovespa




Conta da crise de 2008 chega a US$ 107 bilhões


Esse é o valor dos acordos já fechados por grandes bancos com o governo dos EUA


A crise financeira de 2008 já custou US$ 107 bilhões aos grandes bancos dos Estados Unidos. Nomes como Citibank, JP Morgan e Bank of América tiveram de pagar multas e indenizações bilionárias ao governo, às agências federais, a outras instituições financeiras e a investidores por conta da venda de papéis lastreados em hipotecas de alto risco que desencadearam a crise. E essa soma pode aumentar nos próximos meses, porque alguns bancos seguem discutindo na Justiça o valor de novas indenizações.
O acordo mais recente foi anunciado na segunda-feira, quando o Citibank pagou US$ 7 bilhões. Após esse caso ser encerrado, a expectativa em Wall Street é que as conversas do Bank of América com a Justiça avancem e o banco pode ter de desembolsar mais US$ 12 bilhões este ano. A imprensa dos EUA comenta ainda que Goldman Sachs e Wells Fargo podem fechar acordos similares.
Além das multas bilionárias, os grandes bancos podem ter de enfrentar a justiça criminal porque, até agora, nenhum executivo de alto escalão das instituições financeiras foi preso por conta das vendas dos chamados "ativos tóxicos" que desencadearam a crise de 2008 e colocaram os EUA em recessão. Por isso, a administração de Barack Obama vem recebendo críticas por não ser dura o bastante com os grandes bancos.
O procurador-geral dos EUA, Eric Holder, declarou que, no caso do Citi, o alto valor da multa não absolve o banco e seus funcionários de terem de lidar com a justiça criminal. "A conduta do banco foi degradante", afirmou o procurador, que espera resolver ainda outros casos sobre as hipotecas antes de se aposentar no final deste ano.
Holder, porém, não deu mais detalhes de eventuais processos criminais contra os bancos. Ontem, na teleconferência para comentar os resultados do Citi, os executivos do banco também não comentaram sobre essa possibilidade. "O acordo nos permite avançar e nos estabilizar no futuro, não no passado", afirmou o presidente da instituição, Michael Corbat, em uma nota à imprensa.
Derivativos.
Os grandes bancos estão sendo responsabilizados por terem vendido aos investidores ativos lastreados em hipotecas de alto risco, por meio de securitização ou via derivativos. Mesmo sabendo que a probabilidade de calote das hipotecas que serviam de lastro para essas operações era alta, os bancos colocaram os papéis no mercado.
Um e-mail trocado por funcionários do Citi e divulgado pela Justiça ilustra como o banco, mesmo sabendo dos riscos, ofereceu os papéis aos investidores. "Fizemos os processos de análise dos números ('due diligence', no jargão do mercado financeiro) e acho que a gente deveria começar a rezar", diz a mensagem interna. A Justiça dos EUA chegou a pedir inicialmente US$ 12 bilhões de multa ao Citi, enquanto o banco propunha pagar US$ 363 milhões em abril, segundo uma reportagem do The New York Times.
O JPMorgan, maior banco dos EUA, foi obrigado a pagar US$ 13 bilhões em novembro, a maior multa até agora. Mas considerando os vários acordos, incluindo com alguns investidores, o Bank of América já desembolsou US$ 56 bilhões em diversos casos desde 2010, segundo um levantamento da SNL Financial.
Em março último, fechou um acordo de US$ 9,5 bilhões por conta de hipotecas vendidas para as agências Fannie Mae e Freddy Mac, quer sofreram intervenção de Washington na crise de 2008.

Fonte: MSN



Rússia - Agronegócio




Rússia eleva previsão de safra de grãos em 3% para 100 

milhões de toneladas


Revisão deve-se ao clima seco que está acelerando a colheita, disse um representante do Ministério da Agricultura
  
Moscou - O Ministério da Agricultura da Rússia elevou sua previsão para a colheita de grãos no país em 2014 para 100 milhões de toneladas, alta de 3 por cento ante a estimativa anterior, conforme comunicado divulgado nesta quarta-feira.
A revisão deve-se ao clima seco que está acelerando a colheita, disse um representante do ministério à Reuters. 
A estimativa é a mais otimista entre as realizadas para a safra da Rússia, um dos maiores exportadores globais de trigo.
"A Rússia pode passar da marca de 100 milhões para a colheita de grãos", disse o ministro Nikolai Fyodorov, segundo o comunicado do ministério.

Divulgação
A Rússia colheu 20,1 milhões de toneladas de grãos até o momento, em 12 por cento da área esperada, com produtividade de 3,55 toneladas por hectare.
Os índices se comparam aos 25,3 milhões de toneladas de grãos e produtividade de 3,08 toneladas por hectare no mesmo período do ano passado.
A região da Crimeia, anexada da Ucrânia pela Rússia no início deste ano, já colheu mais de 1 milhão de toneladas de grãos em 87 por cento da área plantada, disse o ministério.

Fonte: Reuters



Líderes do BRICS  na reunião em Brasília - Brasil


Dilma reúne-se com primeiro-ministro indiano 


para assinatura de acordos




Em Brasília, Nerendra Modi tomou café e assina acordos com a presidente


Autoridades do BRICS reúnem-se nesta quarta-feira no Itamaraty


Sra. Presidente Dilma e o Premier Indiano Nerendra Modi


A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta quarta-feira (16) no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, a visita do primeiro-ministro da Índia, Nerendra Modi, para a assinatura de acordos entre os dois países. Modi viajou para Brasília para participar de reunião da cúpula do BRICS (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), também nesta quarta.
O primeiro-ministro chegou ao Alvorada às 9h. A reunião começou em seguida, a portas fechadas. Dilma e o primeiro-ministro indiano tomaram café da manhã juntos, segundo informações do Palácio do Planalto. Logo depois, os chefes de Estado assinaram atos de cooperação entre os países.




Líderes dos países reúnem-se no Brasil 


Três ministros também participaram da reunião: Aloizio Mercadante (Relações Institucionais), Luiz Alberto Figueiredo (Ministério das Relações Exteriores) e Paulo Bernardo (Comunicações).

Acordos

Foram assinados três atos bilaterais no encontro entre a presidente Dilma-Rousseff e o primeiro-ministro  Narendra Modi. Uma cooperação em relação a meio ambiente, que abrange temas relativos a mudanças climáticas, diversidade biológica, reflorestamento de áreas áridas, conservação de recursos hídricos, gestão de resíduos, biocombustíveis, produtos derivados de plantas medicinais e qualidade do ar e da água.

Também foi assinado um segundo ato sobre a expansão de uma estação de recepção terrestre para recebimento e processamento de dados de satélites indianos. Esse último tema, segundo a Presidência da República, contribuirá para o esforço do Brasil em combater as queimadas na Amazônia, por exemplo.
Por fim, Brasil e Índia selaram acordo de cooperação na área consular, sobre o movimento de pessoas entre os dois países, o que permitirá o diálogo e a troca de informações entre ambos.
A visita ao Brasil é o segundo compromisso internacional do primeiro-ministro Modi desde a posse. O intercâmbio comercial entre Brasil e Índia aumentou de US$ 1 bilhão de dólares, em 2003, para US$ 9,49 bilhões em 2013. No ano passado, a Índia ocupou a 12ª posição entre os principais parceiros comerciais do Brasil e os países estabeleceram o objetivo de atingir comércio bilateral de US$ 15 bilhões até o ano de 2015.

BRICS


O calendário da cúpula do BRICS começou na segunda (13/07/2014), em Fortaleza, com reuniões entre ministros da Fazenda, presidentes de bancos centrais e de bancos de desenvolvimento dos países que fazem parte do grupo. Na terça (14), também na capital cearense, ocorreram reuniões entre chefes de Estado e de governo.

O segundo dia da VI Cúpula do BRICS, reunirá nesta quarta-feira 16 chefes de Estado ou de governo na capital federal. Além dos cinco presidentes e primeiros-ministros dos países que compõem o grupo, participarão como convidados mandatários de 11 nações sul-americanas.
No primeiro dia de encontro, os países anunciaram a criação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) para o BRICS. A sede do banco ficará na China e o primeiro presidente será indiano. O Brasil poderá indicar o primeiro presidente do Conselho de Administração do banco.
O objetivo do banco será o financiamento de projetos de infraestrutura em países emergentes – o capital inicial será de US$ 50 bilhões, mas pode chegar a US$ 100 bilhões.
Segundo o Palácio do Planalto, se não houver atrasos, a presidente Dilma deve chegar por volta das 10h45 desta terça ao Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores.
Em seguida, chegarão os presidentes sul-americanos e do BRICS. Na sequência, haverá pose para a foto oficial do encontro.
Ainda de acordo com a Presidência, a II Sessão de Trabalho da VI Cúpula do BRICS – da qual também participarão os países sul-americanos – terá duração de duas horas e, em seguida, haverá almoço. Está previsto ainda, às 19h, coquetel para os presidentes participantes.
Nesta segunda, Dilma se reuniu com o presidente russo no Palácio do Planalto, onde participou de reunião fechada com Vladimir Putin, encontro ampliado (com a presença de ministros), cerimônia de assinatura de atos e declaração à imprensa.
Na ocasião, a presidente afirmou que Brasil e Rússia discutiram a criação do Banco de Desenvolvimento dos BRICS e mudanças no Fundo Monetário Internacional (FMI). Nesta quinta (17), há previsão de Dilma se reunir com o presidente da China, Xi Jinping, também em Brasília.
Fonte: Menu - Texto revisto por Narcisi Primus.:.

Parlamento Europeu aprova adesão da Lituânia à zona do euro


Antes do Parlamento Europeu, a mesma decisão tinha sido aprovada pela Comissão Europeia, pelo Banco Central Europeu, pelo Conselho de Ministros da Economia e Finanças dos países da UE e pela cúpula dos chefes de Estado da UE.
O Parlamento Europeu recomenda à Lituânia se juntar à zona do euro a partir do dia 1 de janeiro de 2015", afirma o comunicado. No total, 545 deputados votaram a favor da resolução que aprova a adesão do país ao bloco monetário, 116 foram contra, 34 estavam ausentes, anuncia o comunicado de imprensa.
A aprovação final em relação à Lituânia será anunciada em 23 de julho, pelo Conselho de Ministros dos Assuntos Gerais da União Europeia.
Fonte: A Voz da Rússia

'BIG BLUE' e apple ANUNCIAM ACORDO

HISTÓRICO EM PROL DO USO DO IOS EM

 EMPRESAS


 O site Re/code, também conhecido como ex-AllThingsD, também conhecido como canal da Apple para anunciar notícias importantes acaba de informar ao mundo que a Apple firmou um acordo com ninguém menos do que a IBM para ajudar no desenvolvimento e adoção da plataforma iOS no mercado empresarial.
Mais T I  Para o  Mercado - Divulgação
Este é um passo enorme para a Apple, e que tem tudo para alçar o iOS para um patamar quase inimaginável há apenas algumas horas.
Segundo a matéria, o acordo irá “ajudar as companhias a desenvolverem aparelhos móveis e aplicativos específicos para negócios para rodarem neles”.
Isto não significa que Apple e IBM lançarão novos aparelhos, mas sim passarão a evoluir e adequar o iOS de modo que as empresas possam contar com as soluções da IBM de forma nativa em iPhones e iPads, que inclusive passarão a ser vendidos pela própria IBM com um contingente de mais de 100.000 profissionais.
O acordo prevê ainda o desenvolvimento de mais de 100 aplicativos focados especificamente no mercado empresarial, relacionados a segurança, análise de dados corporativos e administração dos aparelhos.
Se a Apple já se orgulhava de poder dizer que 98% das empresas da Forbes 500 já usavam o iOS, não será nenhuma surpresa se este número subir 1 ou até 2 pontos percentuais.
E olha que Craig Federighi já havia dado uma pequena dica de que algo assim estava prestes a acontecer durante a última WWDC, quando ele disse que a Apple estava indo atrás destes outros 2%.
Esta não é a primeira vez que Apple e IBM estiveram juntas na mesma notícia. No ano passado, elas já haviam anunciado um projeto chamado Mobile First, uma espécie de extensão de um acordo para promover o uso de soluções móveis para empresas.
Além disso, no começo dos anos 90, a Apple, a IBM e a Motorola (como as coisas mudam, não?) anunciaram o PowerPC em um esforço conjunto para trazer processadores RISC para os computadores da Maçã. Mas a relação entre as duas empresas nunca foi assim tão pacífica.
Este é um passo enorme para a Apple, e que tem tudo para alçar o iOS para um patamar quase inimaginável há apenas algumas horas.
Segundo a matéria, o acordo irá “ajudar as companhias a desenvolverem aparelhos móveis e aplicativos específicos para negócios para rodarem neles”.
Isto não significa que Apple e IBM lançarão novos aparelhos, mas sim passarão a evoluir e adequar o iOS de modo que as empresas possam contar com as soluções da IBM de forma nativa em iPhones e iPads, que inclusive passarão a ser vendidos pela própria IBM com um contingente de mais de 100.000 profissionais.
O acordo prevê ainda o desenvolvimento de mais de 100 aplicativos focados especificamente no mercado empresarial, relacionados a segurança, análise de dados corporativos e administração dos aparelhos.
Se a Apple já se orgulhava de poder dizer que 98% das empresas da Forbes 500 já usavam o iOS, não será nenhuma surpresa se este número subir 1 ou até 2 pontos percentuais.
E olha que Craig Federighi já havia dado uma pequena dica de que algo assim estava prestes a acontecer durante a última WWDC, quando ele disse que a Apple estava indo atrás destes outros 2%.
Esta não é a primeira vez que Apple e IBM estiveram juntas na mesma notícia. No ano passado, elas já haviam anunciado um projeto chamado Mobile First, uma espécie de extensão de um acordo para promover o uso de soluções móveis para empresas. Além disso, no começo dos anos 90, a Apple, a IBM e a Motorola (como as coisas mudam, não?) anunciaram o PowerPC em um esforço conjunto para trazer processadores RISC para os computadores da Maçã. Mas a relação entre as duas empresas nunca foi assim tão pacífica.
Além da histórica foto em que Steve Jobs aparece em frente ao escritório da IBM levantando o dedo médio em direção ao logo da empresa, existe também um anúncio antológico que a Apple veiculou em jornais dos Estados Unidos dando boas-vindas à IBM quando esta resolveu entrar no mercado de computadores pessoais.Este é um passo enorme para a Apple, e que tem tudo para alçar o iOS para um patamar quase inimaginável há apenas algumas horas.
Segundo a matéria, o acordo irá “ajudar as companhias a desenvolverem aparelhos móveis e aplicativos específicos para negócios para rodarem neles”.
Isto não significa que Apple e IBM lançarão novos aparelhos, mas sim passarão a evoluir e adequar o iOS de modo que as empresas possam contar com as soluções da IBM de forma nativa em iPhones e iPads, que inclusive passarão a ser vendidos pela própria IBM com um contingente de mais de 100.000 profissionais.
O acordo prevê ainda o desenvolvimento de mais de 100 aplicativos focados especificamente no mercado empresarial, relacionados a segurança, análise de dados corporativos e administração dos aparelhos.
Se a Apple já se orgulhava de poder dizer que 98% das empresas da Forbes 500 já usavam o iOS, não será nenhuma surpresa se este número subir 1 ou até 2 pontos percentuais.
E olha que Craig Federighi já havia dado uma pequena dica de que algo assim estava prestes a acontecer durante a última WWDC, quando ele disse que a Apple estava indo atrás destes outros 2%.
Esta não é a primeira vez que Apple e IBM estiveram juntas na mesma notícia. No ano passado, elas já haviam anunciado um projeto chamado Mobile First, uma espécie de extensão de um acordo para promover o uso de soluções móveis para empresas.
Além disso, no começo dos anos 90, a Apple, a IBM e a Motorola (como as coisas mudam, não?) anunciaram o PowerPC em um esforço conjunto para trazer processadores RISC para os computadores da Maçã. Mas a relação entre as duas empresas nunca foi assim tão pacífica.

Pessoas passam - Instituições Permanecem - Divulgação
Além da histórica foto em que Steve Jobs(E) aparece em frente ao escritório da IBM levantando o dedo médio em direção ao logo da empresa, existe também um anúncio antológico que a Apple veiculou em jornais dos Estados Unidos dando boas-vindas à IBM quando esta resolveu entrar no mercado de computadores pessoais.
O anúncio de hoje é gigantesco. Para todos os analistas que há tempos vinham dizendo que as vendas de iPhones e iPads haviam atingido seus ápices e que daqui pra frente as vendas só passariam a cair, a Apple e a IBM mostram que ainda há bastante terreno em jogo, e que as duas empresas pretendem, juntas, abocanhar o bolo inteiro, fatia por fatia.
Fonte: Blog do IP
Texto revisto por Narcisi Primus .:.


Tufão: Milhares de pessoas deixam suas casas nas 

Filipinas


Partes das Filipinas ainda se recuperam do Tufão Haiyan, um dos maiores ciclones conhecidos a alcançar terras em qualquer lugar do mundo


Milhares de pessoas fugiram de suas casas nas Filipinas nesta terça-feira com a chegada do tufão mais forte a atingir o território do país neste ano, que em sua passagem arrancou árvores e provocou a queda da energia elétrica ao dirigir-se diretamente à capital Manila.
Partes das Filipinas ainda se recuperam do Tufão Haiyan, um dos maiores ciclones conhecidos a alcançar terras em qualquer lugar do mundo, o qual matou mais de 6.100 pessoas no ano passado, muitas delas em situações similares a tsunamis. Milhões de pessoas ficaram desabrigadas.


Voluntários Filipinos a Trabalhar no Socorro aos Atingidos - Divulgação
O tufão Rammasun, com rajadas de até 160 quilômetros por hora e ventos constantes de 130 quilômetros por hora perto de seu epicentro, tocou terra na ilha de Rapu-Rapu, na província oriental de Sorsogon, disse a agência climática local.
O tufão deve cruzar a principal ilha das Filipinas, Luzón, com uma velocidade de 19 quilômetros por hora e o olho da tempestade provavelmente atingirá a capital no começo da manhã de quarta-feira (horário local).
- O vento é muito forte, estamos realmente sendo castigados – disse Joey Salceda, governador da província de Albay, em uma entrevista na televisão, acrescentando prever grandes perdas econômicas, em vez de mortes.
A província ordenou o esvaziamento de áreas costeiras e de baixa altitude, assim como vilas com riscos de deslizamentos.
A Tropical Storm Risk, que avalia a dimensão desse tipo de evento, elevou o Rammasun para tufão categoria três, em uma escala de um a cinco, onde cinco é a mais severa. Ele deve trazer chuvas de demoradas a intensas de até 20 mililitros por hora em um raio de 500 quilômetros.
É a tempestade mais forte a ameaçar o país desde o Haiyan, um “super tufão” de categoria cinco, que destruiu quase tudo em seu caminho ao cruzar o centro das Filipinas em novembro.

A tempestade seria a primeira em quatro anos a atingir diretamente Manila

Autoridades da área de emergências disseram que pelo menos 300 mil pessoas haviam deixado suas casas apenas na província de Albay, e 6.000 passageiros de barcas ficaram confinados nos portos após a guarda costeira ter suspendido as viagens.
Cerca de 40 províncias, cidades e municípios da ilha de Luzón, incluindo a capital, suspenderam todas as atividades de escolas e faculdades. Trinta voos domésticos e internacionais foram cancelados, disse Alexander Pama, chefe da agência nacional de prevenção de desastres.
As províncias de Albay e Camarines Sur declararam estado de calamidade, segundo autoridades, o que lhes permitirá liberar fundos de ajuda à população.
O presidente Benigno Aquino disse que as forças armadas estavam em alerta total.
- Eu reitero: o objetivo tem que ser minimizar vítimas e as dificuldades de nosso povo – disse Aquino
Fonte: CDB - Texto revisto por Narcisi Primus .:.

Dilma: protagonismo do BRICS não deve ser 

confundido com desejo de dominação


A presidente Dilma Rousseff disse ontem (15/07/2014) que o protagonismo do BRICS – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – não deve ser confundido com exercício de poder hegemônico ou desejo de dominação.

“Nosso ativismo não deve ser confundido com o exercício de poder hegemônico ou o desejo de dominação. Tampouco deve ser visto como uma opção estratégica contrária ao interesse de outros países. A força do nosso projeto é o seu potencial positivo de transformação do sistema internacional, que queremos sempre mais justo e igualitário”, afirmou a presidente, em discurso na 6ª Cúpula do BRICS, em Fortaleza.



Dilma Rousseff - Presidente do  Brasil  Divulgação
 Na ocasião, foi anunciada a criação do Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS e também de um fundo de reservas para o grupo. O banco terá capital inicial de US$ 50 bilhões, sendo US$ 10 bilhões em recursos e US$ 40 bilhões em garantias. Assinado o acordo que cria a instituição, ela precisara ainda da aprovação do Parlamento de cada um dos cinco países. O fundo terá capital inicial de US$ 100 bilhões, para os países do bloco com dificuldades financeiras e também deverá beneficiar os países emergentes e em desenvolvimento.
Dilma destacou que Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul têm incentivado mecanismos de integração econômica e governança regional em suas respectivas regiões e citou como exemplos a União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) e o Mercado Comum do Sul (Mercosul), na América Latina, e as comunidades de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELALC), para o Desenvolvimento da África Austral e de Estados Independentes, além da Associação de Nações do Sul Asiático (Asean).
A presidente lembrou ainda que o crescimento recente dos integrantes do BRICS supera o crescimento da economia mundial e destacou a necessidade de fortalecer a parceria econômica entre esses países por meio do Foro Empresarial do grupo. “Nossa atuação não é apenas uma manifestação do que somos hoje. Ela representa, sobretudo, o que queremos ser no futuro próximo e no longo prazo”, acrescentou Dilma.
Para ela, o grupo assumiu papel de protagonista na esfera internacional, principalmente após a crise econômica de 2009. “Estamos não apenas entre as maiores economias do mundo, mas também entre as que mais cresceram nos últimos anos. Os países do BRICS são essenciais para a prosperidade do planeta. Somos responsáveis pela mitigação dos efeitos da crise financeira global e pelo sustentado crescimento da economia mundial desde então.”
Fontes: Agência Brasil – JB

Texto revisto por Narcisi Primus .:.

Agronegócio


Preços agrícolas devem seguir caindo



Os preços das principais commodities agrícolas vai seguir caindo pelo menos nos próximos dois anos. É o que aponta relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).
“Prevemos que os preços dos cereais vão diminuir, pelo menos nos próximos dois anos. Já a perspectiva é diferente para carnes, mercados em que temos uma crescente demanda", disse José Graziano, diretor geral da FAO.
Angel Gurría, secretário-geral da OCDE, completa analisando que “os mercados agrícolas estão retomando condições mais liquidadas, após um período de preços excepcionalmente altos. Isso tem sido acompanhado por governos que mostram contenção no uso de medidas comerciais".
De acordo com o informe, após esse biênio de queda ocorrerá uma estabilização das cotações, acima dos níveis registrados antes da crise de 2008. A demanda por produtos agrícolas se manteria firme, mas ainda sim com expansão a taxas menores na década, em relação aos dez anos anteriores.

Fonte: Agrolink


BRICS estrutura fundo de US$ 10 bilhões além da 

reserva de emergência 10 vezes maior


O grupo do BRICS está considerando iniciar um fundo conjunto de infraestrutura com capital de cerca de US$ 10 bilhões, disse uma fonte próxima às discussões à agência inglesa de notícias Reuters, na terça-feira (15/07/2014).

Colagem Oficina da Casa - Divulgação
O fundo, que está sendo negociado e poderá se tornar operacional no próximo encontro do BRICS na Rússia, seria inicialmente financiado por fundos soberanos do Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul.
Posteriormente, o fundo poderia permitir a participação de fundos soberanos de outros países, disse a fonte, que pediu anonimato. O fundo não deve ser confundido com uma reserva de emergência de US$ 100 bilhões que os cinco países do BRICS estruturam durante a reunião do grupo, em Fortaleza, para socorrer países em dificuldades financeiras.

Países em desenvolvimento


A China, integrante do grupo, vai se dedicar a “aperfeiçoar” o papel que os países em desenvolvimento desempenham em assuntos internacionais para lhes dar melhor representação e maior voz, afirmou o presidente Xi Jinping antes da reunião do BRICS, nesta manhã.
A China já começou a fazer isso ao promover bancos de desenvolvimento internacional que ou serão liderados pela China ou terão uma participação chinesa bastante forte, em oposição a instituições dominadas pelo Ocidente como o Banco Mundial.


Xangai- Sede do Banco do BRICS
Brasil, China, Índia, Rússia e África do Sul assinaram nesta terça-feira um acordo para o lançamento de um novo banco de desenvolvimento. Autoridades do BRICS disseram que Xangai deve ser a sede, mas uma autoridade envolvida nas negociações afirmou à Reuters na segunda-feira que ainda não há acordo entre os cinco países sobre a localização.
A China também está planejando um Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura.
Governança
Xi, em entrevista com a imprensa sul-americana divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores, afirmou que a China tentará desempenhar melhor o papel de importante potência responsável e promover os direitos do mundo em desenvolvimento.
– Vamos nos dedicar a aperfeiçoar o sistema internacional de governança e pressionar pro ativamente pela expansão da representação e direito de falar pelos países em desenvolvimento em assuntos internacionais. Vamos apresentar mais propostas chinesas e contribuir com a sabedoria da China – disse ele.
Mas a China enfrenta grandes suspeitas sobre seus motivos, e também há preocupações dentro do BRICS de que o país pode se aproveitar do novo banco para servir a seus próprios interesses. Xi aparentemente descartou essas preocupações, afirmando que a China não acredita que está destinada a dominar outros só por causa de sua crescente força.
Na última semana, o vice-ministro chinês das Relações Exteriores, Li Baodong, afirmou que o “momento é propício” para a criação do novo banco, que será um “marco no atual sistema monetário internacional, dominado pelos Estados Unidos e pela Europa”.
Trata-se de uma referência ao fato de que o banco poderia ser uma alternativa ao Banco Mundial, uma organização tradicionalmente dirigida por um representante norte-americano, enquanto que o Fundo Monetário Internacional (FMI) tradicionalmente é controlado por um representante europeu.
O presidente do Banco Mundial, o sul-coreano-americano Jim Yong Kim, também se mostrou favorável a iniciativa de criação do banco do BRICS, que não considera como uma “ameaça”, mas como um aliado na “batalha contra a pobreza” e no “estímulo ao crescimento”.
– O tamanho do investimento não é tão grande comparado com investimentos feitos na China. Mas esse é apenas o capital inicial. O banco vai atrair outros depósitos e crescer 10 vezes ou 20 vezes, tornando-se forte e constituindo-se em uma saída para a China e para outras economias – prevê Wong.
No futuro, outras nações como México, Turquia, Nigéria e Indonésia também poderão se tornar parceiras do projeto.
Fonte: CDB
Texto revisto por Narcisi Primus .:.

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