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ONU pede que Argentina garanta direitos de população em caso de moratória
Nações Unidas, 3 jul. O secretário-geral da ONU,
Ban Ki-moon, pediu nesta quinta-feira que a Argentina assegure que as pessoas
mais vulneráveis não sejam afetadas de forma 'desproporcional' caso o país
declare uma moratória.
'A ONU acredita que é importante, entre outras
coisas, que os países que enfrentam uma situação como esta tomem as medidas
necessárias para assegurar que as pessoas mais vulneráveis não se vejam
afetadas de forma desproporcional pelas medidas tomadas por causa de uma
moratória', afirmou Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral.
Dujarric lembrou que os países devem respeitar suas
'obrigações de acordo com o Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais
e Culturais', que estabelece mecanismos para a proteção e garantia de direitos
em matéria trabalhista, de saúde e educação, entre outros.
A Argentina enfrenta uma delicada situação após a
Justiça americana ter dado razão aos chamados fundos especulativos (ou abutre)
que não aceitaram a reestruturação da dívida e que exigem US$ 1,5 bilhão do
país.
Como consequência, o juiz nova-iorquino Thomas
Griesa bloqueou o pagamento que a Argentina deveria fazer na segunda-feira ao
restante dos detentores de bônus, que aceitaram cortes na dívida, o que mantém
o país em risco de moratória se não alcançar uma solução antes do final de
julho.
Em 25 de junho, o ministro da Economia da
Argentina, Axel Kicillof, fez um pronunciamento na sede da ONU para informar
sobre o caso e para denunciar que a ação dos fundos especulativos põe em perigo
o sistema financeiro global.
Fonte: EFE
A “desamericanização” da economia mundial
O mundo multipolar tenta
“desamericanizar” a economia mundial e livrar-se do sistema de Bretton Woods.
Apelos nesse sentido fazem-se ouvir já há várias décadas. Porém, a via para a
substituição da moeda líder mostrou não ser fácil.
Mas a crise financeira acelerou a
realização da ideia sobre mudanças no mundo financeiro. Os mercados em
desenvolvimento entraram em cena.
Os peritos são da opinião de que
o sistema de Bretton Woods, criado em 1944, está claramente caduco.
Determinando as relações monetárias interestatais no século passado, ele, no
atual, não tem em conta as realidades atuais: a multipolaridade do mundo.
Por conseguinte, o dólar, no
futuro, deverá passar ao passado. Não obstante, o analítico Evgueni Retyunsky
considera não existir grande necessidade de passagem para novas moedas:
"Por enquanto, a necessidade
de novas moedas surge mais a nível político, para se proteger de possíveis
problemas com o dólar no futuro. E também para reduzir o monopólio do dólar
enquanto moeda mundial. Mas, por enquanto, não há profundas causas econômicas
para isso.
A não ser, talvez, o reforço de
novas economias, tais como a China, países da América do Sul, Rússia e
Índia".
Presentemente, pode-se apenas
afirmar que logo que a parte do dólar dos EUA no comércio e produção mundiais
se reduza, sem dúvida que o papel do dólar irá diminuir.
Segundo os peritos, as mudanças
no sistema mundial financeiro começarão dentro de pelo menos 50 anos, afirma o
economista Alexander Abramov. Provavelmente será um programa a longo prazo de
substituição de moeda, tal como aconteceu com o euro:
“À medida que avançar a
integração da economia, que aumentar a confiança, os países tentaram utilizar
de alguma forma uma moeda universal para pagar mercadorias e serviços. Por enquanto
é difícil imaginar semelhante cenário. O aparecimento do euro, por exemplo,
necessitou de cerca de 30 anos. E, hoje, vemos, que ele falha frequentemente”.
Entretanto, hoje há países que já
utilizam, nas contas com outros, as suas moedas, mas para isso deve existir
confiança. Por exemplo, a construção da ponte através do estreito de Kerch na
Crimeia, que será financiada tanto em rublos, como em yuans. Semelhante coisa
entre a Rússia e a China é possível, porque entre estes países há uma troca de
mercadorias a longo prazo e volumosa.
E, à medida do crescimento de
novos centros econômicos, tais como os países BRICS, coloca-se a questão de se
o dólar é o “Deus monetário” a quem se adorar.
Nestas circunstâncias, assinalam
os economistas, o rublo russo também tem perspectivas. Ele poderia tornar-se
uma das moedas para contas entre Estados, considera Alexander Abramov:
"A vantagem do rublo
consiste em que se trata de uma moeda mais ou menos estável, que tem uma
macroeconomia estável. A Rússia realiza numerosos grandes projetos
internacionais. Nos últimos tempos, aumentou a agressividade do governo russo,
das autoridades monetárias no avanço do rublo.
E, em toda uma série de projetos
bilaterais, as perspectivas de utilização do rublo são evidentes, nomeadamente
com a China, Cazaquistão e Bielorrússia".
Voltando aos prognósticos sobre a
falência do dólar enquanto moeda de reserva única, os peritos apresentam o
exemplo do Banco Mundial que, no ano passado, lançou as suas primeiras
obrigações em yuans chineses em Hong Kong. Os seus compradores foram
organizações financeiras, empresas e privados que se baseiam em Hong Kong.
Não obstante a emissão ter sido
apenas de 500 milhões de yuans (76 milhões de dólares), isso é mais uma prova
de que a economia mundial se encontra à procura de moedas alternativas, capazes
de substituir o dólar americano enfermo.
Na
altura foi assinado um acordo que se tornou a base do sistema monetário
moderno.
A principal moeda internacional
se tornou o dólar norte-americano. Na altura, tal ordem econômica mundial era
eficaz, mas em novas realidades outras moedas vêm substituindo o dólar.
O sistema financeiro de Bretton
Woods, onde a principal moeda é o dólar dos Estados Unidos, deve o seu nome à
respectiva conferência. Em julho de 1944, de fato, foi feita uma decisão
histórica que mudou completamente o desenvolvimento da economia mundial, nota o
economista Serguei Khestanov:
“O significado do sistema de
Bretton Woods foi que ele permitiu estabilizar as taxas de câmbio das
principais moedas dos países participantes, atrelá-las ao dólar dos EUA.
E o dólar na altura estava
atrelado ao ouro. Nas condições em que foi criado esse sistema, quando a maior
parte dos países da Europa estava em ruínas na sequência da Segunda Guerra
Mundial, ele desempenhou um papel positivo muito grande na reconstrução da
Europa pós-guerra. E, em geral, no desenvolvimento da Europa, literalmente até
a estagflação dos anos 70”.
Na década de 1970 aconteceu a
desvalorização do dólar, o que levou a uma crise do sistema de taxas de câmbio
fixas e à erosão do sistema de Bretton Woods. Os novos princípios de regulação
monetária, acordados em 1976, foram chamados de “Sistema monetário jamaicano”.
Ele supunha uma transição gradual
para um sistema de taxas de câmbio flutuantes, um abandono total do
padrão-ouro, mantendo o ouro o papel de fundo de ativos líquidos. O analista
Igor Nikolaev acredita que na altura o sistema simplesmente ficou
desatualizado:
“Os países abandonaram o
padrão-ouro e a manutenção da moeda. Isso era adequado às realidades do novo
tipo. E com o tempo tornou-se evidente que mesmo este sistema precisa
melhorias, ele evolui.
E o dólar já não é tão forte em
relação a outras moedas.”
Naquela altura começaram a se
desenvolver ativamente instituições financeiras internacionais que forneciam
empréstimos em dólares norte-americanos. O papel crucial no sistema coube ao
Fundo Monetário Internacional.
As realidades da década de 2000
mostraram que o dólar já não conseguirá se tornar a única moeda internacional e
que nesse pedestal surgiram outros. Comenta o economista Serguei Khestanov:
“Atualmente, o papel do dólar é
um pouco menor do que era duas ou três décadas atrás. Isto é em parte devido ao
acesso à arena internacional de uma tal moeda como o euro.
Além disso, a economia da China
cresceu significativamente. Segundo estimativas de muitos economistas, ela se
aproximou muito perto da economia dos EUA. Obviamente, estes dois rivais terão
um impacto notável sobre o papel do dólar norte-americano. Não há dúvida de que
o dólar vai manter a sua posição de liderança ainda durante muito tempo, mas
essas duas moedas vão lhe pisar os calcanhares”.
O dólar não garantido por nada e
o avanço de outras economias rumo ao nível de desenvolvimento do sistema
financeiro norte-americano levaram muitos países a mudar na circulação de
dinheiro-mercadoria para outras moedas nacionais. Nelas, por exemplo, são
realizadas muitas das operações na América Latina.
A China está promovendo ativamente
o uso do yuan. Muitas operações no território da União Aduaneira e da antiga
União Soviética são realizadas em rublos russos. Tais pagamentos são mais
eficazes, e os países economizam significativamente em transações.
Fonte: LUSA
Fonte: LUSA
Fotos:
Divulgação
Excesso de Oferta
*Um boicote à mercadorias produzidas e comercializadas pelos USA deve ter início agora, tendo em vista os preços megalomaníacos que as tradings norte americanas usam na compra 'a termo' no mercado e as vendem para os consumidores.
Está passando da hora de os membros do BRICS, bloco que corresponde a quase um terço do que é comprado e vendido no planeta, deixar de comprar na bolsa de mercadorias de Chicago e passar a negociar dentro do próprio bloco entre os seus membros, com os produtores e as cooperativas.
Este alerta vale para todos os produtos, não só para os produtos agrícolas.
A criação do Banco de Fomento do BRICS está tirando o sono de muita gente que se diz grande e pensa que controla o mercado.
Ledo engano!
Por Narcisi Primus.:."
Preços de alimentos no mundo caem pelo 3º mês
consecutivo, diz FAO
Índice que
mede preços de uma cesta de 55 alimentos recuou 1,8%.
Recuo foi
puxado pelo segmento de grãos e vegetais.
Os preços globais dos alimentos caíram pelo
terceiro mês consecutivo em junho, puxados pelos segmentos de grãos e vegetais,
segundo a Agência para Agricultura e Alimentação das Nações Unidas (FAO).
O índice da entidade que mede os preços de uma
cesta de 55 alimentos recuou 1,8% no mês passado, para 206 pontos. Em maio, o
indicador havia sido de 209,8 pontos. Em relação ao mesmo período de 2013, a
queda foi de 2,8%.
![]() |
| Pregão Bolsa Chicago Forte especulação no mercado |
"A queda nos preços dos alimentos registrada
em junho, que é a terceira consecutiva, foi resultado em grande parte do recuo
nos preços dos cereais e de óleos vegetais", disse a FAO.
*Evitem comprar mercadorias passando por Chicago.
A especulação das tradings dos USA é imensa.
Aos países membros do BRICS a sugestão é a compra direta com o produtor, principalmente do Brasil, que tem forte produção e pode negociar com preço muito mais baixo.
Os contratos futuros de milho recuaram em junho 8,7% na bolsa de Chicago, em meio às perspectivas uma safra recorde nos Estados Unidos. Os papéis do trigo, por sua vez, caíram 7,9% no mesmo período, à medida em que a produção na Europa cresce.
Fonte: FAO
BrasilEconomia mundial prejudica corrente de comércio, diz MDIC
Segundo os dados do primeiro
semestre de 2014, a corrente de comércio caiu 2,8% em relação ao primeiro
semestre de 2013
![]() |
| Divulgação |
Segundo
os dados do primeiro semestre de 2014, a corrente de comércio caiu 2,8% em
relação ao primeiro semestre de 2013. "Esse é um ano difícil da recuperação
da economia mundial e a balança comercial teve uma melhora relativa em relação
ao semestre do ano passado", destacou.
Borges
destacou a recuperação lenta da economia dos Estados UnidMauro Borges: "Esse é um ano difícil da recuperação da economia mundial e a balança comercial", diz ele
Brasília - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Mauro Borges, avaliou nesta terça-feira, 1°, que o quadro difícil da economia mundial explica a queda na corrente de comércio do Brasil com o resto do mundo.
os. Segundo ele, a
retração econômica dos EUA no primeiro trimestre de 2014, em termos
anualizados, é ruim para o conjunto da economia mundial.
"Seria
importante para o Brasil, que tem os EUA como segundo parceiro comercial, que a
economia norte-americana apresentasse um crescimento econômico positivo no
ano", disse.
Apesar
disso, Borges destacou que as exportações brasileiras
para os EUA estão mostrando recuperação. "Em 9 dos últimos 12 meses teve
melhora das exportações brasileiras para os EUA", afirmou.
Segundo
ele, o aumento das exportações para os EUA compensa parcialmente o resultado
negativo com a Argentina, que está com nível de atividade econômica menor esse
ano.
"O
Brasil sempre foi exportador importante de manufaturados para os EUA e esse
indicador é muito importante para nós", disse o ministro.
Ele
avaliou também que o crescimento econômico da União Europeia continua muito
estagnado, o que afeta as compras do bloco de países extrazona.
"O
desempenho comercial está relacionado com o nível de atividade da UE, que está
em processo lento de recuperação. O crescimento das importações da UE depende
do desempenho do nível interno de atividade econômica", disse.
Mercosul
e EU - Fonte:
Estado
Aeroporto de Heathrow em Londres enfrenta caos com bagagens
LONDRES
- O aeroporto de Heathrow em Londres está trabalhando para reunir milhares de
malas com seus donos após falhas em computadores em seu principal terminal,
levando seu novo presidente-executivo a já assumir seu modo de combate.
O sistema de bagagens caiu no Terminal 5, onde atua a British
Airways, na última quinta-feira. Os problemas intermitentes continuaram até
domingo, disse o aeroporto, resultando na entrega manual de malas e produzindo
enorme acúmulo.
O aeroporto de Heathrow é o mais movimentado do mundo,
servindo 191.200 passageiros por dia.
"Nós estamos trabalhando muito, fazendo nosso melhor
para entregar as malas aos passageiros. Há algumas milhares que vamos enviar
hoje", disse o presidente-executivo do aeroporto, John Holland-Kaye, à BBC
Radio.
O problema com bagagens trouxe de volta à memória a abertura
desastrosa do Terminal 5 em 2008, quando centenas de voos foram cancelados e
milhares de malas foram perdidas.
O Terminal 2, um projeto de 2,5 bilhões de libras (4,25
bilhões de dólares) que foi reaberto na semana passada pela Rainha Elizabeth da
Inglaterra, também sofreu problemas menores em seus sistemas de tecnologia.
Duas empresas aéreas, a Thai Airways e a Turkish Airlines,
disseram ter adiado a mudança do Terminal 3 para o 2 após o início dos testes
do sistema de bagagens ter encontrado falhas.
Os problemas no aeroporto destacam os desafios que
Holland-Kaye enfrenta para gerenciar um centro operacional próximo da
capacidade plena.
Ele está no processo de pedir permissão para construir uma
terceira passarela no aeroporto, que é co-detido pela empresa espanhola
Ferrovial e outras parceiras, e que Holland-Kaye diz precisar ficar à frente de
rivais como o aeroporto de Paris Charles De Gaulle, ou os aeroportos Schiphol
em Amsterdã e Frankfurt.
Fonte:
Reuters
Texto
revisto por Narcisi Primus .:.
Runway e do terminal de expansão
Em janeiro de 2009 o secretário dos Transportes, Geoff Hoon anunciou
que o governo do Reino Unido apoiou a expansão de Heathrow através da
construção de uma terceira pista de 2.200 metros (7.200 pés) e um sexto
terminal. Esta decisão seguiu-se o papel branco de 2003, sobre o futuro do
transporte aéreo no Reino Unido, e uma consulta pública em novembro de 2007.
![]() |
| Heathrow - Terminal de passageiros |
| Heathrow pátio - 191.200 pessoas/dia |
Esta foi uma decisão controversa, que se reuniu com a oposição
generalizada por causa das emissões de gases de efeito estufa esperados, o
impacto sobre as comunidades locais, bem como ruído e poluição atmosférica
preocupações.
Antes da eleição geral de 2010, os partidos conservadores e liberais
democratas anunciaram que iriam impedir a construção de uma terceira pista ou a
expansão material da capacidade operacional do aeroporto.
O prefeito de Londres, Boris Johnson, assumiu a posição de que
Londres não precisa de mais capacidade aeroportuária, mas favorece a construção
de um aeroporto totalmente novo no estuário do Tamisa, em vez de expansão de
Heathrow. Depois que o conservador - coalizão liberal-democrata assumiu o
poder, foi anunciado que a terceira expansão pista foi cancelado. Dois anos
depois, os conservadores principais foram relatados para ter mudado de ideia.
Outro plano proposto para a expansão da capacidade de Heathrow é o
Heathrow Hub, que tem como objetivo estender ambas as pistas com um comprimento
total de cerca de 7.000 metros, e dividi-los em quatro, de modo que todos eles
fornecem dois, pistas de corpo inteiro, permitindo que simultâneas descolagens
e aterragens, enquanto realmente a diminuir os níveis de ruído.
Em
julho de 2013, o aeroporto apresentou três novas propostas de expansão para o
Aeroporto da Comissão, que foi criada para analisar a capacidade dos aeroportos
no sudeste da Inglaterra. Cada envolveu a construção de uma terceira pista, ou
para o norte, noroeste ou sudoeste do aeroporto.
A
comissão divulgou seu relatório provisório em dezembro de 2013, a opção de pré seleção
pista terceiro Noroeste no aeroporto de Heathrow, estendendo uma pista
existente no aeroporto de Heathrow e uma segunda pista no aeroporto de Gatwick.
O relatório completo deverá ser publicado em 2015.
![]() |
| Heahrow: Philippinas |
Na
sequência da publicação do relatório intercalar, o governo confirmou que
nenhuma opção foi descartada para expansão do aeroporto no sudeste, e que uma
nova pista não seria construido no aeroporto de Heathrow antes 2015.
![]() |
| Dados sobre Heathrow - Google - Wikipedia |
Fontes:
Google – Wikipedia
Texto
revisto por Narcisi Primus .:.
Economia: Governo lança portal Brasil Export para facilitar comércio exterior
O governo brasileiro lançou ontem (02/07/14) página
na internet para promover e facilitar o comércio exterior. O Brasil Export - Guia de Comércio Exterior e Investimento, reúne informações de como
exportar, importar e investir, além de dados sobre logística no país, acordos
tarifários, notícias e eventos relacionados ao comércio exterior.
![]() |
| Divulgação |
Em
espanhol, inglês e português, as informações disponibilizadas no site são uma
compilação atualizada de dados do governo, que visa a promover as trocas
comerciais entre o Brasil e outros países, além de captar investimentos
estrangeiros. No portal, é possível também tirar dúvidas especificas, por meio
de um sistema de envio de perguntas e respostas.
"O Brasil Export é uma plataforma extremamente relevante porque cria uma coordenação de um conjunto de informações que já eram produzidas pelo governo. No entanto, agora, podemos compartilhar, em um mesmo sítio eletrônico, todo o conjunto de informações relevantes para as atividades de comércio", destacou o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Mauro Borges.
Para o ministro, esta ferramenta é um esforço de acompanhar a transição do perfil da economia mundial, que sai de um momento de crise para um período de expansão, especialmente a partir de 2015 e 2016. "Nossa escala [de comércio] de hoje merece instrumentos inteiramente compatíveis com os dias que vivemos, em que a força das ferramentas digitais é fundamental para a efetivação do comércio", explicou o ministro, ao ressaltar que o comércio exterior brasileiro soma cerca de US$ 500 bilhões - quatro vezes mais do que no começo da década de 2000.
Para o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, o Brasil Export será uma forma de desburocratizar o sistema de comércio exterior brasileiro e permitirá a difusão de conhecimento relacionado ao tema. "Esta iniciativa, entre três ministérios, ampliará cada vez mais e aperfeiçoará a nova realidade de administração púbica, cujos temas são transversais e merecem tratamento sistêmico."
"O Brasil Export é uma plataforma extremamente relevante porque cria uma coordenação de um conjunto de informações que já eram produzidas pelo governo. No entanto, agora, podemos compartilhar, em um mesmo sítio eletrônico, todo o conjunto de informações relevantes para as atividades de comércio", destacou o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Mauro Borges.
Para o ministro, esta ferramenta é um esforço de acompanhar a transição do perfil da economia mundial, que sai de um momento de crise para um período de expansão, especialmente a partir de 2015 e 2016. "Nossa escala [de comércio] de hoje merece instrumentos inteiramente compatíveis com os dias que vivemos, em que a força das ferramentas digitais é fundamental para a efetivação do comércio", explicou o ministro, ao ressaltar que o comércio exterior brasileiro soma cerca de US$ 500 bilhões - quatro vezes mais do que no começo da década de 2000.
Para o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, o Brasil Export será uma forma de desburocratizar o sistema de comércio exterior brasileiro e permitirá a difusão de conhecimento relacionado ao tema. "Esta iniciativa, entre três ministérios, ampliará cada vez mais e aperfeiçoará a nova realidade de administração púbica, cujos temas são transversais e merecem tratamento sistêmico."
Fonte:
Agência Brasil
Texto revisto por Narcisi Primus .:.
Texto revisto por Narcisi Primus .:.









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