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17 de jul. de 2014

Ibovespa - Brasil x China fecham acordos comerciais - Grave Acusação: USA diz Que Rússia Está Envolvida na Queda do B 777 - Milícia: Alvo Errado...Agora? - Ucrânia decadente - Greve no Porto de Rosário, Argentina - Carne Brasileira Saudável Para Chinêses

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Dólar tem queda de 1,35%, a maior em três meses

O dólar fechou em queda de 1,35% nesta sexta-feira, a maior em três meses. A moeda foi cotada a R$ 2,2283 na venda, depois de subir 1,64% na sessão anterior. Foi o maior tombo desde 4 de abril, quando caiu 1,70%. O giro financeiro ficou em torno de US$ 1,5 bilhão.
Pela manhã, o Banco Central continuou com suas intervenções diárias e vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais, que equivalem à venda futura de dólares. Os contratos vendidos vencem em 2 de fevereiro de 2015 e têm volume correspondente a US$ 198,9 milhões. Também foram ofertados para 1º de junho de 2015, mas nenhum foi vendido.
O BC também vendeu a oferta total de até 7 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em agosto. Ao todo, o BC já rolou cerca de 40% do lote total, que corresponde a US$ 9,457 bilhões.
Fonte: JB

Fechamento de hoje, sexta-feira, dia 18/07/2014, às 16h30.

O Ibovespa fechou com forte alta, conforme descrito abaixo:

Futuro*18/07/2014


Oscilação
Preço
IBOVESPA
2,7281%
57425

DÓLAR
-1,3233%
2237

FRC
ND
ND

DI1
0,1867%
10,73

CAFÉ
0,0732%
205,15
A
BOI
-0,5477%
125,3

ETANOL
-0,3140%
1270

MILHO
-0,9442%
23,08

SOJA
-0,8000%
24,8

S&P 500
1,0251%
1971

OC1
ND
ND



Abaixo, o comportamento do Ìbovespa no dia 18/07/2014:





Comportamento das commodities durante o pregão no dia de hoje ao fechar a semana:


Ouro:

OURO-1,4752%93,5                                           



A cotação do ouro é feita em R$(Real) por grama.


Dólar:


US$: a cotação desta moeda deve-se pegar o valor da coluna Y e divide por mil. 

Café:

A cotação do café é feita em US$ por saca de 60 quilos.

Boi:

A cotação é feita em R$(Reais) por arroba. Ex.: uma arroba equivale a 15 quilos.


Etanol (alcool combustível derivado da cana-de-açucar):


A cotação é em R$(Real) por metro cúbico.





Milho:



A Cotação é feita em R$(Real) por saca de 60 quilos.


Soja:

A Cotação é feita em US$ por saca de 60 quilos.






Ekaterinburgo discute futuro das nanotecnologias


Divulgação
Provavelmente, em breve, os construtores dos Urais começarão a usar um material inovador – o "nano concreto" de resíduos metalúrgicos

A primeira Conferência Internacional "Microscopia das forças piezelétricas e propriedades de nano materiais polares" começou na terça-feira passada, dia 15 de julho, em Ekaterinburgo, informou o serviço de imprensa da Universidade Federal dos Urais.
A conferência contou com a presença de cerca de 200 cientistas de 18 países, incluindo França, Alemanha, Suíça, China, Japão, EUA, Canadá, Coreia do Sul e Brasil. O evento contou também com a participação de representantes do comércio e da indústria interessados em utilizar os novos materiais.
No âmbito da conferência, realizou-se uma reunião de representantes da empresa alemã Zoz Group com os representantes do Ministério da Indústria e Ciência da região de Sverdlovsk.
A Zoz Group está envolvida na fabricação de nano materiais e dispõe de uma tecnologia que permite produzir um aditivo para o concreto a partir dos resíduos de metais, capaz de melhorar a sua qualidade, ou seja, produzir o "nano concreto".
Fonte: A Voz da Rússia
Texto revista por Narcisi Primus.:.

Obama justifica incursão de Israel em Gaza



O presidente americano Barack Obama defendeu a incursão terrestre de Israel na Faixa de Gaza

 Washington - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu nesta sexta-feira o "direito de Israel a se defender" com sua incursão terrestre na Faixa de Gaza, mas pediu a seu aliado "para atuar de modo que minimize o número de vítimas civis" nesse território palestino. 
Durante uma declaração na Casa Branca, Obama disse que hoje conversou com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e lhe ofereceu a possibilidade de enviar à região seu secretário de Estado, John Kerry, para avançar rumo a um cessar-fogo. 
"(Netanyahu e eu) falamos sobre a operação militar de Israel em Gaza, incluindo seus esforços para deter a ameaça da infiltração terrorista através de túneis que chegam a Israel", disse Obama. 
"Reafirmei meu rotundo apoio ao direito de Israel a se defender. Nenhuma nação deveria aceitar que disparem foguetes dentro de suas fronteiras ou que terroristas entrem por túneis em seu território. De fato, enquanto eu falava com o primeiro-ministro Netanyahu, as sirenes tocaram em Tel Aviv", acrescentou.
O presidente americano destacou que tanto os EUA como seus aliados estão "profundamente preocupados com os riscos de uma maior escalada e a perda de mais vidas inocentes". 
"Por isso dizemos que embora apoiemos os esforços militares dos israelenses para se assegurar que não se  disparam foguetes contra seu território, nosso entendimento é que a operação militar atual por terra está desenhada para lidar com os túneis", acrescentou. 
"E acreditamos que Israel continua realizando este processo de uma forma para minimizar as vítimas civis, e todos nós estamos trabalhando duro para voltar ao cessar-fogo de novembro de 2012", ressaltou Obama. 
Assegurou que Kerry "está trabalhando para apoiar a iniciativa lançada pelo Egito com esse fim" e disse que comunicou a Netanyahu que o secretário de Estado "está preparado para viajar para a região quando algumas consultas terminarem". Fonte: Google

Rússia considera abrir suas riquezas naturais a empresas públicas estrangeiras


Investidores chineses poderiam ser os maiores beneficiados

O governo russo está considerando liberar o acesso aos projetos de exploração de recursos naturais estratégicos para empresas estatais estrangeiras, que até agora podem ter um máximo de 25% de participação nestes programas. Segundo relata o jornal Kommersant de quinta-feira, 17, a medida beneficiaria primeiramente os investidores da China e da Índia, países com os quais Moscou pretende fortalecer seus laços na medida em que as relações com o Ocidente ficam mais tensas. 
Os Ministérios dos Recursos Naturais e da Economia e o Serviço Federal russo de Concorrência são as entidades responsáveis por avaliar a possibilidade de que os investidores estrangeiros aumentem de 25% para 49% sua participação na exploração de jazidas de interesse estratégico, como petróleo, gás, ouro, níquel, cobre e metais do grupo da platina. O autor da iniciativa, Andrei Varichev, diretor-geral do consórcio siderúrgico Metalloinvest, argumenta que a medida é necessária para atrair investimentos para o financiamento de projetos.
Atualmente, a lei russa permite que os investidores expandam para mais de 25% sua participação em empresas que exploram recursos de interesse federal, se receberem a aprovação do governo e não forem controlados por um Estado estrangeiro. Isto significa que a proposta de Varichev beneficiaria empresas públicas de outros países.
Em princípio, as autoridades russas apoiam a ideia de liberalizar a legislação sobre este assunto. O Vice-Ministro dos Recursos Naturais, Denis Khramov, disse ao Kommersant que a pasta considera "apropriado" levantar a proibição de que companhias estatais estrangeiras tenham mais de 25% nesses projetos, uma vez que "a decisão final de permitir ou não tais investimentos sempre caberá ao Governo russo".
Um alto funcionário do Kremlin e líder de uma região russa reconheceu recentemente ao Kommersant que já faz algum tempo que os investidores chineses são recebidos de braços abertos na Rússia. Assim, pode-se prever que a China seria a principal beneficiária da liberalização, que também poderia favorecer outros países, como a Índia, a Indonésia ou o Vietnã, onde o setor de energia é controlado pelo Estado, bem como os fundos soberanos dos reinos árabes.
Fonte: Rádio A Voz a Rússia

Minas Gerais cria expectativa de exportar carne bovina para China


A reabertura do mercado chinês para a carne bovina brasileira, anunciada nessa quinta-feira, 17, pelo Ministério da Agricultura, anima o setor em Minas Gerais. Apesar de nenhuma das primeiras nove unidades autorizadas estarem localizadas no Estado, Minas poderá entrar em futuras listas de estabelecimentos habilitados, informa o assessor Técnico de Pecuária, Bruno de Barros Ribeiro de Oliveira, da Secretaria estadual de Agricultura.
              Ele observou que Minas tem um grande número de frigoríficos, entre os quais de grandes grupos do setor. "Temos 31 unidades com Serviço de Inspeção federal (SIF). Somente no Triângulo Mineiro, são nove e de grandes grupos, como JBS e Marfrig. Tenho certeza de que eles vão solicitar o quanto antes as autorizações para exportar ao país", afirmou Oliveira, em entrevista exclusiva ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.
              Segundo Oliveira, Minas Gerais tem o segundo maior rebanho efetivo de bovino do Brasil, com 24 milhões de cabeças, o que corresponde a 11,5% do total nacional, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De janeiro a junho, o Estado exportou US$ 11,7 milhões em carne bovina, alta de 3,20%, e 4,2 mil toneladas em volume, acréscimo de 1% em comparação com o mesmo período do ano passado.
        Ainda conforme o especialista, o reflexo da abertura do mercado chinês, no âmbito nacional, melhorará não somente as exportações, mas o mercado interno, com melhores preços aos pecuaristas.
Fonte: PROL


Brasil e China fecham acordo para ampliar pauta 

de exportação


Itamaraty quer aumentar exportação de produtos de alto valor agregado ao maior parceiro comercial


Encontro entre Dilma e Xi Jinping realizado em Brasília um dia após reunião de cúpula dos BRICS


São Paulo – Presidentes do Brasil e da China, Dilma Rousseff e Xi Jinping assinaram no dia 17/07/2014 em Brasília cerca de 30 atos de parceria em vários setores, entre os quais aviação civil, energia, sistema financeiro, infraestrutura, educação, mineração, tecnologia, resseguros, construção e agricultura. Um acordo para a compra de 60 aeronaves da Embraer pela China e um protocolo de cooperação tecnológica e sensoriamento remoto para aperfeiçoar o Sistema de Proteção da Amazônia, e documento para desburocratizar a emissão de visto de negócios para cidadãos dos dois países também foram assinados.
Sr. Xi Jinping - Sra. Dilma Rousseff - BRICS - Brasília - Divulgação
A difusão do mandarim no Brasil em universidades federais e cursos online e a oferta de estágio na China para estudantes do Programa Ciência sem Fronteiras também foram itens da pauta de acordos.
Os dois países celebram 40 anos de cooperação em 2014. A China, desde 2009, é o principal parceiro comercial do Brasil. Em 2013, foram trocados US$ 83,3 bilhões entre os países – o Brasil exportou US$  46,03 bi e importou US$ 37,3 bi, um aumento de 10% em relação a 2012. A expectativa é de que esse valor deva ultrapassar US$ 90 bilhões neste ano.
"China e Brasil são as maiores economias em desenvolvimento nos respectivos hemisférios, e cada vez mais integradas. Mesmo em quadro adverso, os dois países têm conseguido ampliar programas de inclusão social”, recordou Dilma durante discurso no Palácio do Planalto. "Nossas relações desenvolvem-se com velocidade inédita em diversas áreas de cooperação."
Os dois países foram protagonistas esta semana do cenário internacional ao anunciarem, junto com Índia, Rússia e África do Sul, a criação de um banco de financiamento pelos BRICS, grupo que reúne as cinco principais economias emergentes. Com capital inicial de US$ 100 bilhões e sede em Xangai, na China, a instituição financeira tem interesse de fazer contraposição ao Fundo Monetário Internacional (FMI), entidade que os emergentes buscaram reformar nos últimos anos para garantir uma redistribuição de poder.
De acordo com o Palácio do Planalto, Dilma e Jinping assinaram acordo pra promoção de investimento e cooperação industrial. O instrumento visa à interação de empresas e instituições financeiras dos dois países nas áreas de energia, mineração, infraestrutura, indústria e agricultura. Prevê também uma reunião anual com representantes do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio e a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma. Em infraestrutura, também foi assinado memorando de entendimento sobre cooperação para elaboração de projetos ferroviários.
Tanto o Itamaraty como o governo chinês ressaltaram que o acordo avança rumo a uma melhoria na qualidade da pauta comercial. O embaixador Francisco Mauro Brasil de Holanda, diretor do Departamento da Ásia do Leste do Ministério das Relações Exteriores, afirmou ao Blog do Planalto que a intenção é ampliar a exportação de produtos de maior valor agregado.
“Pretendemos reforçar o compromisso, mas também expressar o interesse para que a pauta exportadora possa contemplar uma proporção maior de produtos de maior valor agregado. Atualmente três famílias de produtos, que são os minérios, soja e petróleo, respondem por mais de 80% da pauta de exportação brasileiras, o que torna essa pauta muito suscetível a oscilações do ciclo econômico”, disse.
Durante discurso no Planalto, o presidente da China também externou esta visão e apostou no incremento de negócios em petróleo e inovação tecnológica. “Vamos fazer mais intercâmbios de cooperação estratégica, inclusive no BRICS. As duas partes vão compartilhar oportunidades com vistas a consolidar o crescimento dos países emergentes.”
Depois de encontro no Palácio do Planalto, Dilma e Jinping encontram-se com empresários dos dois países, no Palácio Itamaraty, no encerramento da reunião do Conselho Empresarial Brasil-China.
À tarde, também no Itamaraty, ocorre a reunião de cúpula Brasil-China-Quarteto da Celac-Países da América do Sul-México. O quarteto da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) é formado por Chile, Antígua Barbuda, Cuba e Costa Rica.
À noite, os presidentes participam de um evento que comemora os 40 anos de relações diplomáticas entre Brasil e China no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Ontem, Dilma e Xi Jinping participaram com 14 chefes de Estado do segundo dia de reuniões da 6ª Cúpula do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) que teve a participação dos presidentes da América do Sul.
Fontes: Agência Brasil – RBA   Texto revisto por Narcisi Primus .:.

Brasil - CRE deve sabatinar em agosto candidatos 


embaixador no Líbano, Vietnã e Belarus


A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), em reunião nesta quinta-feira (17), fez a leitura de três mensagens com indicações de embaixadores para o Líbano, Vietnã e Belarus. Foi concedida vista das indicações e a sabatina dos diplomatas indicados deve ocorrer na primeira semana de agosto.
Edifício do Congresso Nacional - Colagem: Oficina da Casa
Jorge Geraldo Kadri foi o indicado da Presidência da República para exercer o cargo de embaixador do Brasil junto ao Líbano. Nascido em Aparecida (SP), Jorge Kadri formou-se oficial da Marinha Mercante em 1976. Concluiu o curso de administração de empresas em 1979 e o mestrado, na mesma área, em 1982. Iniciou os estudos no Instituto Rio Branco em 1983 e, desde então, desempenhou várias funções no Ministério das Relações Exteriores (MRE), culminando com os cargos de embaixador em Guiné-Bissau (2008-2012) e na Polônia (desde 2012).
O relator, senador Pedro Simon (PMDB-RS), lembrou que o Líbano, até pouco tempo, era considerado a “Suíça do Oriente Médio” e lamentou o clima de instabilidade na região, que inevitavelmente afeta o país. Ele enalteceu as relações bilaterais entre Brasil e Líbano e defendeu a aprovação do indicado.
Já Marco Antônio Diniz Brandão deve exercer o cargo de embaixador no Vietnã. Brandão nasceu em Belo Horizonte (MG) e formou-se em Direito, em 1972, mesmo ano em que iniciou os estudos no Instituto Rio Branco. Entre as funções exercidas no Itamaraty, muitas ligadas aos Direitos Humanos, área em que tem várias publicações, foi embaixador na Índia (2008-2011) e, cumulativamente, no Nepal e nas Maldivas. Desde 2012, é embaixador no Egito.CRE deve sabatinar em agosto candidatos a embaixador no Líbano, Vietnã e Belarus
              A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), em reunião nesta quinta-feira (17), fez a leitura de três mensagens com indicações de embaixadores para o Líbano, Vietnã e Belarus. Foi concedida vista das indicações e a sabatina dos diplomatas indicados deve ocorrer na primeira semana de agosto.        
Chancelaria Brasil - Oficina da Casa - Divulgação
Jorge Geraldo Kadri foi o indicado da Presidência da República para exercer o cargo de embaixador do Brasil junto ao Líbano. Nascido em Aparecida (SP), Jorge Kadri formou-se oficial da Marinha Mercante em 1976. Concluiu o curso de administração de empresas em 1979 e o mestrado, na mesma área, em 1982. Iniciou os estudos no Instituto Rio Branco em 1983 e, desde então, desempenhou várias funções no Ministério das Relações Exteriores (MRE), culminando com os cargos de embaixador em Guiné-Bissau (2008-2012) e na Polônia (desde 2012).
O relator, senador Pedro Simon (PMDB-RS), lembrou que o Líbano, até pouco tempo, era considerado a “Suíça do Oriente Médio” e lamentou o clima de instabilidade na região, que inevitavelmente afeta o país. Ele enalteceu as relações bilaterais entre Brasil e Líbano e defendeu a aprovação do indicado.
Já Marco Antônio Diniz Brandão deve exercer o cargo de embaixador no Vietnã. Brandão nasceu em Belo Horizonte (MG) e formou-se em Direito, em 1972, mesmo ano em que iniciou os estudos no Instituto Rio Branco. Entre as funções exercidas no Itamaraty, muitas ligadas aos Direitos Humanos, área em que tem várias publicações, foi embaixador na Índia (2008-2011) e, cumulativamente, no Nepal e nas Maldivas. Desde 2012, é embaixador no Egito.
O relator, senador Eduardo Suplicy (PT-SP), defendeu a aprovação do nome do diplomata e ressaltou o crescimento do comércio bilateral entre as duas nações, que saltou de US$ 47,1 milhões para US$ 2,3 bilhões de 2003 a 2013.
Por sua vez, Paulo Antônio Pereira Pinto foi indicado para assumir a embaixada de Belarus. Nasceu em Recife (PE), formou-se em Ciências Econômicas em 1973 e ingressou no Ministério das Relações Exteriores ainda como Oficial de Chancelaria, em 1970. Em 1976, entrou na carreira diplomática.
Entre as várias funções exercidas, foi cônsul-geral na cidade indiana de Mumbai (2009); embaixador no Azerbaijão (2012); e chefe de Escritório de Representação do Itamaraty em Porto Alegre (RS), função que exerce desde 2012.
O relator ad-hoc da mensagem, senador Luiz Henrique (PMDB-SC), destacou que Pereira Pinto é especialista em questões políticas e culturais do Oriente, com trabalhos publicados sobre a China e o continente asiático. Ao defender a aprovação do indicado, destacou a oportunidade para incremento do comércio bilateral, que se mostra deficitário para o Brasil, importador de cloreto de potássio e exportador de fumo e açúcar.
O relator, senador Eduardo Suplicy (PT-SP), defendeu a aprovação do nome do diplomata e ressaltou o crescimento do comércio bilateral entre as duas nações, que saltou de US$ 47,1 milhões para US$ 2,3 bilhões de 2003 a 2013.
Por sua vez, Paulo Antônio Pereira Pinto foi indicado para assumir a embaixada de Belarus. Nasceu em Recife (PE), formou-se em Ciências Econômicas em 1973 e ingressou no Ministério das Relações Exteriores ainda como Oficial de Chancelaria, em 1970. Em 1976, entrou na carreira diplomática.
Entre as várias funções exercidas, foi cônsul-geral na cidade indiana de Mumbai (2009); embaixador no Azerbaijão (2012); e chefe de Escritório de Representação do Itamaraty em Porto Alegre (RS), função que exerce desde 2012.
O relator ad-hoc da mensagem, senador Luiz Henrique (PMDB-SC), destacou que Pereira Pinto é especialista em questões políticas e culturais do Oriente, com trabalhos publicados sobre a China e o continente asiático. Ao defender a aprovação do indicado, destacou a oportunidade para incremento do comércio bilateral, que se mostra deficitário para o Brasil, importador de cloreto de potássio e exportador de fumo e açúcar.
Fonte: Agência Senado Texto revisto por Narcisi Primus .:.


 B - 777


Colagem - Oficina da  Casa - Divulgação


B 777 - Modelo Idêntico ao Abatido Nos Céus 

da Ucrânia



Dilma defende 'prudência' sobre queda de avião


Avião da Malaysia Airlines com 295 pessoas a bordo caiu 



Informações não confirmadas indicam que aeronave foi atingida por míssil


A presidente Dilma Rousseff defendeu nesta quinta-feira (17), após participar de reunião com chefes de Estado e de governo no Palácio do Itamaraty, que é preciso ter “prudência” para apontar os responsáveis pela queda de um avião na Ucrânia e que resultou na morte de 295 pessoas.
Um Boeing 777 da Malaysia Airlines com 295 pessoas a bordo caiu na Ucrânia, perto da fronteira com a Rússia, nesta quinta-feira (17).
A agência russa Interfax afirmou que o avião teria sido derrubado quando estava a 10 mil metros de altitude. A informação ainda não foi confirmada pelas autoridades.
“Eu acho que é prudente a gente tomar cuidado [para apontar os responsáveis], porque ao mesmo tempo tem um segmento da imprensa dizendo que este avião foi derrubado porque estava na rota do avião do presidente [Vladimir] Putin e que a rota coincidiu na hora”, afirmou a presidente.
O vice-presidente da Malaysia Airlines informou que 154 holandeses, 27 australianos, 23 malaios, 11 indonésios, 6 britânicos, 4 alemães, 4 belgas, 3 filipinos e 1 canadense estavam a bordo da aeronave. Ainda há 47 passageiros cuja identidade não foi definida. Todos os 15 tripulantes eram malaios.
Segundo Dilma, ao ser questionada por jornalistas sobre o assunto, é importante ter “bem claro” que o míssil que teria atingido o avião, segundo a inteligência dos EUA, não é de "fácil manejo". Na avaliação da presidente, é preciso “olhar com cuidado” a queda da aeronave para emitir opiniões.
Dilma destacou ainda que o Brasil não se posicionará sobre o caso até que se tenha todas as informações em relação à queda.
"O governo brasileiro não se posicionará quanto a isso até que fique mais claro [quem são os responsáveis], não só por uma questão de seriedade, mas também por uma questão de prudência, pois não temos todas as informações", frisou.


O acidente 


              A Malaysia Airlines informou que perdeu contato com o voo MH17 às 14h15 GMT (11h15 de Brasília) a cerca de 50 km da fronteira entre Ucrânia e Rússia. O avião havia decolado de Amsterdã, na Holanda, às 12h15 locais, e deveria chegar a Kuala Lumpur, na Malásia, às 6h10 desta sexta-feira (18), também no horário local.
A aeronave voava normalmente, sem registro de problemas, até desaparecer do radar, segundo Dmytro Babeychuk, chefe do órgão regulador do espaço aéreo ucraniano. A Associação International de Transporte Aéreo informou que o avião voava em uma área livre de restrições. Após a queda do avião, todo o espaço aéreo no leste da Ucrânia foi fechado.
Fonte: G1 Texto revisto por Narcisi Primus .:.

Acusação grave: EUA dizem na ONU que russos 


podem ter ajudado a derrubar avião


Conselho de Segurança se reuniu sobre queda do MH17 nesta sexta.

Segundo embaixadora, avião foi muito provavelmente derrubado por míssil.




Destroços do avião da Malaysia que caiu na quinta (17) continuam no local da queda na Ucrânia (Foto: Dmitry Lovetsky/AP)
            Os Estados Unidos disseram nesta sexta-feira (18) no Conselho de Segurança da ONU que não se pode excluir a possibilidade de que os russos tenham auxiliado os separatistas ucranianos a disparar um míssil terra ar SA-11 que provavelmente derrubou o voo MH17 da Malaysia Airlines.
Segundo a embaixadora dos EUA na ONU, o avião que caiu nesta quinta-feira (17) no leste da Ucrânia foi muito provavelmente derrubado de maneira deliberada por um míssil operado na área rebelde no leste do país.
“Por causa da complexidade técnica do SA-11, é improvável que os separatistas pudessem operar efetivamente o sistema sem a assistência de pessoas especializadas, portanto não podemos excluir a assistência técnica de oficiais russos na operação do sistema”, afirmou a embaixadora dos EUA na ONU, Samantha Power.
Ela também lembrou ao Conselho que as milícias pró-russas dispõem das tecnologias necessárias para esse tipo de ataque e já derrubaram aviões ucranianos durante o conflito.
Após a declaração dos EUA, o enviado da Rússia à ONU alertou o Conselho de Segurança sobre tentativas de pressionar a investigação. “Há a necessidade de uma investigação imparcial e aberta sobre o que ocorreu. Ela não deve ser pressionada, tentar prejudicar seu resultado com discursos e insinuações não tem justificativa em uma situação difícil como essa”, disse o embaixador Vitaly Churkin.
O voo MH17 da companhia Malaysia Airlines caiu com 298 pessoas a bordo no leste da Ucrânia. Segundo autoridades americanas, a aeronave aparentemente foi derrubada por um míssil terra ar. Ucranianos e russos acusam-se mutuamente pela derrubada da aeronave.

Fonte: Reuters Texto revisto por Narcisi Primus .:.

EUA PEDE INVESTIGAÇÃO SOBRE MH17 E PROÍBE VOOS SOBRE LESTE DA UCRÂNIA



O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu nesta quinta-feira uma investigação “rápida” e “sem obstáculos” sobre a queda do avião da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia, que matou as 298 pessoas a bordo, enquanto a agência federal de aviação proibia voos comerciais dos EUA sobre a região do incidente.
Em um telefonema ao primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, o líder americano disse que “os Estados Unidos estão dispostos a contribuir com assistência imediata para que haja uma investigação internacional rápida, completa, crível e sem obstáculos”, informou a Casa Branca. Obama e Rutte “concordaram com a necessidade de se garantir aos observadores internacionais acesso imediato ao local da queda, para facilitar a recuperação dos destroços e conduzir uma investigação exaustiva”.
Obama conversou ainda com o presidente ucraniano, Petro Poroshenko, e com o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, e advertiu contra qualquer desaparecimento de provas do local da queda até que haja uma investigação “transparente e completa”.
O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, pediu a “todos os envolvidos – Rússia, separatistas pró-Moscou e Ucrânia – que apoiem um cessar-fogo imediato para garantir o acesso seguro e sem obstáculos de investigadores internacionais” ao local da queda. ”É crucial que haja uma investigação internacional completa, crível e sem obstáculos o mais cedo possível”.
O secretário americano de Estado, John Kerry, destacou que os Estados Unidos estão “horrorizados com a queda do voo MH17 da Malaysia Airlines” e afirmou que Washington “continua preparado para colaborar com uma investigação no que for possível”. ”Manteremos contato com todos os nossos parceiros sobre a análise dos fatos ocorridos hoje”, afirmou Kerry.
A agência federal de aviação (FAA) proibiu os voos de aviões comerciais americanos sobre o leste da Ucrânia, ampliando a restrição que já vigorava para o espaço aéreo na Crimeia. ”Em razão dos eventos recentes e de potenciais novas ameaças”, a FAA “proíbe operações de voos americanos, até nova ordem”, sobre as zonas de Simferopol (Crimeia) e Dniepropetrovsk. Uma proibição da FAA já vigorava, desde abril, sobre a península de Crimeia (de se uniu à Rússia) e sobre zonas adjacentes do Mar Negro e Mar de Azov.
Fonte: AFP - Texto revisto por Narcisi Primus .:.


Hillary Clinton diz que Europa deve liderar 

resposta no caso do voo MH17


Avião da Malaysia Airlines, com 298 passageiros a bordo, pode ter sido derrubado


A ex-secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, disse nesta quinta-feira (17) que a Europa deve liderar a resposta no caso do avião acidentado no leste da Ucrânia, que pode ter sido derrubado por rebeldes pró-russos. "Os europeus têm que assumir a liderança nisto", afirmou Hillary, que lembrou que o avião da Malaysia Airlines, com 298 passageiros a bordo, viajava de Amsterdã para Kuala Lumpur, "sobre o território europeu".
Sra. Clinton
"Deveria haver indignação nas capitais europeias", afirmou a ex-secretária de Estado durante uma entrevista ao apresentador de televisão Charlie Rose. Hillary destacou que é "óbvio" que um míssil antiaéreo derrubou o avião da companhia aérea malaia e ressaltou que Kiev culpou rapidamente os "terroristas" pelo ocorrido, o termo empregado pelo governo ucraniano para descrever os rebeldes pró-russos do leste do país.
"Se há provas que apontam para essa direção, o equipamento (utilizado para abater o avião) veio da Rússia", afirmou. Hillary insistiu que se for confirmado o vínculo com a Rússia, os europeus têm que tomar medidas muito mais enérgicas em três frentes: endurecer as sanções contra Moscou, acelerar o processo de independência energética em relação à Rússia e estreitar a parceria com os EUA para ajudar a Ucrânia.

A ex-primeira-dama também insistiu que os Estados Unidos foram muito mais firmes que a Europa na hora de denunciar os esforços desestabilizadores da Rússia na Ucrânia. "Os EUA foram muito claros tanto em suas críticas com a Rússia como nas críticas ao presidente (russo) Vladimir Putin", afirmou Hillary, que enfatizou a nova rodada de sanções contra Moscou anunciadas ontem pela Casa Branca.
A Europa, pelo contrário, está imersa no debate, opinou Hillary, para saber se a Rússia é realmente o agressor e se Putin é "verdadeiramente perigoso". Na opinião da ex-chefe da diplomacia americana, Putin está tentando chegar o mais longe que pode e só entende a linguagem "dura e direta".
Fonte: EFE


Queda do Boeing malaio é “divisor de águas”,

diz jornalista yanquee


O abate do Boeing 777 malaio no Leste da Ucrânia é “realmente uma enorme tragédia” e o “maior acidente nos últimos três ou quatro meses em que morreram tantas pessoas”, disse o jornalista Simon Ostrovsky, da revista Vice News.

Durante uma entrevista à CNN, ele disse estar convicto de que a catástrofe é um “divisor de águas” no conflito que está em curso, já que “é a primeira vez que morreram tantos cidadãos estrangeiros”.
“Eu espero que isso não seja um “caso Francisco Fernando”, mas um caso em que todos se irão reunir e pôr fim ao conflito na Ucrânia”.
O assassinato do arquiduque da Áustria Francisco Fernando foi o evento que desencadeou a Primeira Guerra Mundial.
Fonte: A Voz da Rússia
Texto revisto por Narcisi Primus .:.


Míssil nem precisaria atingir Boeing malaio, diz perito brasileiro


A notícia que abala esta quinta e sexta-feira é a queda do avião Boeing 777 da Malaysia Airlines que transportava, segundo dados mais recentes, 283 passageiros e 15 tripulantes, que teria sido atingido por um míssil Buk quando voava entre a Rússia e a Ucrânia, parte do seu trajeto da Holanda a Malásia.


Divulgação

Sobre este míssil a Voz da Rússia conversou com o engenheiro e jornalista Nelson Francisco During, editor da revista Defesanet, uma grande autoridade em armamentos.

– Boa tarde, Nelson Francisco, como vai você, tudo bem? O que é esse míssil Buk, que segundo as autoridades, atingiu o avião da Malaysia Airlines?
– O míssil Buk é um descendente daqueles famosos SA-6, que foram muito usados na guerra do Oriente Médio, tem alcance de 6 a 12 mil metros. E, fosse o caso, ele pegaria no seu alcance máximo um avião voando na altura de cruzeiro, um avião comercial desses, ou seja, 12 ou 14 mil metros de altura.

– E o impacto desse míssil com a aeronave é fatal?
– Nem precisa ser um impacto direto. Muita gente pensa que o míssil impacta a aeronave. Ele tem sensores de proximidade. Se o sensor estabelece que o alvo é próximo, ele explode e lança centenas de fragmentos de metal em várias direções. Esses fragmentos, a própria explosão, é suficiente para um avião que não é protegido, um avião comercial. Seria fatal.

– Muitas pessoas se questionam se o comandante deste voo poderia ter alterado a rota, uma vez que ao longo de toda a semana têm sido noticiados confrontos entre Rússia e Ucrânia, têm sido feitos disparos que teriam atingido o território da Rússia. Neste caso o comandante poderia alterar a rota por sua livre vontade?
– Não sei, se ele recebesse uma notificação da autoridade aérea, caso as autoridades da aviação civil internacional ou algo inclusive ligado à ONU fizessem um alerta em alguma região com problemas. Mas mesmo se tem um confronto em uma área, ele está a uma certa altura.
Se tinha conhecimento de disparo de mísseis portáteis? Esses mísseis têm alcance até de 2 a 4 mil metros de altura, não têm alcance para pegar um avião que voava a 12 ou 14 mil metros de altura. Então, havia uma margem muito grande de segurança. Isto não seria um problema.
Se, por acaso, o avião tivesse um problema e o comandante alterasse a rota, ele teria que comunicar às autoridades da região sobre isso. Seria feito um plano de contingência para alteração da rota, pois nestas regiões há muitas áreas em que são proibidos sobrevoos por problemas de segurança. Usinas nucleares, questões de segurança própria e também questões estratégicas que são o tráfico militar ou unidades militares. O comandante tem muito claro o caminho que ele tem que seguir, as alturas. Todos os detalhes do voo dele, o signo Malaysia Airlines, o número do voo, isso fica bem visível nos radares de toda a região.

– Outra coisa é se supor que seja uma linha reta entre Amsterdã na Holanda e Kuala Lumpur na Malásia, teoricamente não haveria a necessidade de sobrevoar o território russo e o território ucraniano?
– Nós olhamos os céus e vemos eles limpos. Mas não são assim. Há muitas correntes de vento fortes que afetam a navegação aérea. A mais conhecida é a travessia do Pacífico. Quando os aviões saem, por exemplo, do Japão ou do Extremo Oriente da Rússia em direção aos Estados Unidos, eles fazem um arco quase indo do Polo Sul ao Polo Norte e depois descem, porque os ventos predominantes no Pacífico são da direção Estados Unidos – Ásia.
Em muitas regiões acontece isso. Ou também áreas de apoio. Você em determinada região não tem uma área muito boa de apoio de radares ou pistas alternativas de pouso. A não ser umas questões políticas, o país pode fechar o seu espaço aéreo, então tem que ser contornado. Então, há condições meteorológicas ou políticas que fazem com que os voos não sejam sempre em linha reta.
Fonte: A Voz da Rússia




Sr.Vladimir Putin - Presidente Russo

Militares derrubaram Boeing na Ucrânia


  

A Rússia apela a fazer todo o possível para esclarecer o quadro objetivo da catástrofe do avião malaio. Segundo o presidente da Rússia, Vladimir Putin, as autoridades ucranianas são responsáveis pela tragédia.Os milicianos do sudeste propuseram a Kiev anunciar uma trégua durante as investigações.


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298 cidadãos estrangeiros tornaram-se vítimas da guerra na Ucrânia. É precisamente esse o número de passageiros e de membros da tripulação que se encontravam a bordo do Boeing 777 das Linhas Aéreas da Malásia, que seguia de Amsterdã para Kuala-Lumpur e despenhou-se no sudeste da Ucrânia.
Ainda será preciso compreender porque é que sobre um território onde têm lugar ações militares de grande envergadura, nomeadamente com o emprego de aviação, foi autorizada a passagem de voos aéreos civis. Mas sem dúvida que essa tragédia não teria ocorrido se Kiev não realizasse a operação militar no sudeste, sublinhou o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ao dar as condolências aos familiares das vítimas:
“Tudo faremos o que de nós depende para que o quadro objetivo do que sucedeu se torne conhecido da opinião pública da Rússia, da Ucrânia e de todo o mundo. Isto são coisas absolutamente inaceitáveis e ninguém tem o direito de passar ao lado desta tragédia sem tirar as respetivas conclusões, para que todos nós recebamos informação objetiva do sucedido”.
Neste momento, há várias versões sobre as causas da tragédia. Uma delas, a possível avaria do avião, pode ser imediatamente posta de lado, considera Ruben Essayan, dirigente do Centro de Testes do Instituto Estatal de Aviação Civil:
“Se existisse algum problema técnico, a tripulação, ao encontrar-se na zona de controlo do movimento aéreo da Ucrânia, teria tempo de comunicar aos controladores que nem tudo estava bem com o avião. Se a tripulação não disse nada, significa que a destruição do aparelho ocorreu no ar”.
O mais provável é que o aparelho tenha sido abatido. Kiev precipitou-se a acusar os milicianos do sucedido: supostamente, eles teriam disparado o míssil. Porém, o Boeing voava a uma altitude superior a 10,5 quilômetros. Mas, mesmo que os milicianos tenham complexos de mísseis antiaéreos Buk operacionais (o que não foi confirmado), seria preciso esforçarem-se muito para acertar num alvo tão longínquo e rápido, assinala Andrei Klintzevich, perito e armamentos:
“É praticamente impossível que os milicianos tenham derrubado esse avião. As velocidades são muito grandes. Há menos de um minuto para tomar uma decisão. Tripulações não treinadas dificilmente têm tempo para reagir. Por isso, esse avião ou sofreu um acidente no ar devido a um ato terrorista, ou foi abatido por um caça, ou por um sistema sério, como, por exemplo, o S-200. Por um Buk é possível, mas pouco provável”.
As forças armadas ucranianas já têm a experiência triste de abater aviões civis com o complexo de defesa antiaérea S-200. Em 2001, durante manobras militares, eles abateram um Tupolev 154 que seguia de Telavive para Novossibirsk. Todos os 66 passageiros e os 12 membros da tripulação morreram. As autoridades ucranianas recusaram a responsabilidade durante muito tempo, mas depois reconheceram que os militares tinham cometido um erro.
Hoje, Kiev age segundo o velho cenário. Não se considera culpado por ter sido possível, em princípio, semelhante catástrofe nessa região, nem pelo fatal ataque. Mas a verdade virá obrigatoriamente ao de cima. As caixas pretas já foram encontradas. Elas encontram-se em bom estado e serão decifradas.
Os serviços de controlo espalhados pelo mundo fixam obrigatoriamente os lançamentos de mísseis a partir do solo. Significa que se o aparelho foi abatido, não será difícil determinar de onde foi disparado o míssil. Uma fonte anônima da espionagem dos EUA já declarou que nessa região foi disparado um míssil terra-ar. E o controlador aéreo espanhol que acompanhava o aparelho malásio informou que, minutos antes do desaparecimento dos radares, perto do Boeing foram detectados dois caças ucranianos.
O Comitê de Aviação Internacional já começou a investigação da tragédia. Os dirigentes dos milicianos no sudeste, na zona de controlo dos quais o aparelho caiu, prometeram garantir o acesso seguro ao local da tragédia de investigadores internacionais, de observadores da OSCE, de representantes das autoridades ucranianas e já propuseram a Kiev o anúncio do cessar-fogo duram os trabalhos de busca e investigação.
Fonte: A Voz da Rússia

Texto revisto

Economia da Ucrânia no limiar da bancarrota



A economia da Ucrânia continua em linha descendente. Esta é uma das conclusões da agência de rating Standard & Poor’s, que baixou bruscamente o prognóstico para a economia ucraniana.
Segundo os dados mais recentes, o PIB descerá, até ao fim do ano, não 3, mas 7%. Além disso, os peritos da agência não veem mesmo hipóteses de abrandamento da crise ucraniana num futuro próximo. Alguns consideram mesmo que esse prognóstico é demasiadamente otimista.

Colagem: Voz da Rússia - Divulgação
O que irá acontecer à economia ucraniana? Nem o mais sábio dos economistas poderá, por enquanto, dar uma resposta a essa pergunta. Apenas é clara uma coisa: Kiev não conseguirá sair da crise brevemente. Isto é confirmado pelos prognósticos económicos em constante mudança das novas autoridades.
Claro que no sentido da deterioração. Por exemplo, o gabinete de ministros tenciona piorar o prognóstico de redução do PIB até 6-6,5% este ano. Com semelhantes indicadores, as promessas de Yatsenyuk de que o crescimento da economia ucraniana começará já dentro de um ano não são muito convincentes, declara Roman Andreev perito da OOO KFS-Grupp:
“Nos próximos anos, as perspectivas da economia ucraniana não são muito boas. Primeiro, Kiev perde o mercado russo. Segundo, os preços do aço e do trigo, que a Ucrânia exporta, descem. No país têm lugar ações militares de envergadura, o que também não joga a favor da economia do país. A economia da Ucrânia não consegue rapidamente abandonar os números negativos”.
Entretanto, o gabinete de ministros ucraniano aumentou também os prognósticos da inflação, chegando a 19%. Na primavera, o prognóstico da inflação (12% até ao fim do ano) foi um choque para os habitantes da Ucrânia. Mais próximo do verão, tornou-se evidente que este não é o limite máximo. O perito Vladimir Rojankovsky fala das causas do aumento da inflação:
"Devido à queda da grivna, a inflação agravar-se-á. Aqui funciona um cálculo puramente econômico. Quanto maior é a parte das mercadorias importadas no cesto do consumidor, maior é a inflação. É muito difícil fazer o que quer que seja com isso, porque a economia, não obstante tudo, é de mercado.
Por isso, não será possível superar agora a inflação na Ucrânia. Mas há ainda mais um fator que deve ser lembrado. A Ucrânia recebeu empréstimos estrangeiros, nomeadamente do FMI. Mas, presentemente, a parte leonina desses empréstimos não foi utilizada para estabilizar a situação financeiro-fiscal no país, mas vai para a aquisição de armamentos”.
A guerra arrisca a transformar definitivamente a economia ucraniana em lixo financeiro, assinalam os peritos. Além disso, podem surgir problemas com os credores que têm o direito de fechar a torneira da ajuda financeira a Kiev devido a despesas com outros fins. Mas se não fecharem, a Ucrânia enterrar-se-á durante muito tempo em dívidas. Pois o Ocidente não pratica caridade e todos os empréstimos são feitos a juros altos.
Até ao fim do ano, a dívida pública da Ucrânia atingirá o ponto crítico dos 60% do PIB. O que devem esperar os ucranianos simples? Esperar um aumento ainda maior de preços, a redução dos programas sociais e uma queda ainda mais profunda da grivna. Os peritos, neste caso, aconselham uma coisa: açambarcar produtos. E investir as poupanças no imobiliário, porque, nas atuais condições financeiras, os bancos podem rebentar um após outro. E, com eles, os planos de evitar a bancarrota.

Fonte: Rádio A Voz da Rússia

Texto revisto por Narcisi primus .:.


Greve na Argentina paralisa embarques de grãos na área portuária de Rosário


As exportações de grãos e seus derivados da Argentina estão paralisadas na área portuária de Rosário, onde o país realiza a maior parte de seus embarques agrícolas, devido a greves de vários sindicatos, informou nesta quinta-feira (16.07) a câmara de atividades marítimas (CAPyM).
A Argentina é um dos principais exportadores mundiais de alimentos, mas muitas vezes o país sofre para realizar embarques devido a protestos de trabalhadores em uma economia com inflação alta.
"Todas as atividades estão paradas. Não se pode carregar ou descarregar navios ou descarregar caminhões ou vagões ou barcaças. Está tudo parado", disse o gerente da CAPyM, Guillermo Wade.
Eventualmente, as greves no setor portuário da Argentina impactam os preços das commodities na bolsa de Chicago.
Fonte: Agrolink
Texto revisto

Governo chinês suspende embargo à carne bovina brasileira

O ministro da Agricultura, Neri Geller, anunciou hoje (17) que o governo chinês concordou em retirar o embargo à carne bovina brasileira, vigente desde 2012. As vendas haviam sido suspensas em função da suspeita, naquele ano, de um caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), a doença da vaca louca, em um animal morto em 2010 em Sertanópolis (PR).]
Colagem: Oficina da Casa - Boi Verde Criado no Pasto Sem Ração - Divulgação
Mais tarde, foi constatado que o caso era atípico, menos perigoso que a variedade clássica da doença. Segundo Geller, o entendimento com a China foi oficializado durante a reunião do presidente da China, Xi Jinping, com a presidenta Dilma Rousseff e as exportações devem ser retomadas ainda este ano.
Geller destacou que o Brasil aguarda um comunicado oficial da defesa sanitária chinesa para retomar as vendas. Depois disso, dependerá da indústria brasileira se mobilizar para fechar negócios. O processo deve demorar cerca de um mês. Em um primeiro momento, oito frigoríficos terão autorização para exportar para o país asiático e mais nove pediram credenciamento.
Colagem Oficina da Casa - Tipo de Corte de Carne - Divulgação
Com a reabertura, as vendas externas para a China podem chegar a 18% do total de carne bovina exportado anualmente pelo Brasil. De acordo com Neri Geller, a expectativa é vender de US$ 800 milhões a US$ 1,2 bilhão para os chineses no próximo ano. As vendas brasileiras de carne bovina, cujo principal mercado atualmente é Hong Kong, somaram US$ 6,6 bilhões no ano passado.
O Brasil começou a vender carne bovina para a China em 2009, quando foram comercializados US$ 2,5 milhões do produto. Em 2012, até ser interrompido pelo embargo em dezembro, o volume negociado atingiu US$ 37,7 milhões. Enquanto esteve fechado à carne brasileira, o mercado chinês se ampliou. No ano de 2012, o país importou do mundo todo US$ 255 milhões em carne bovina. Em 2013, o volume já havia saltado para US$ 1,269 bilhão.
Colagem Oficina da Casa -  Corte Exportação - Divulgação
Para Geller, além do aumento da demanda chinesa, a confiança no sistema sanitário do Brasil motivou a decisão da reabertura. “Entendemos que o Brasil saiu fortalecido do caso da EEB em Mato Grosso [detectado este ano, e que também foi classificado como atípico]. Mostramos que a defesa brasileira está funcionando e que a saúde pública tem prioridade”, disse.
O ministro disse que, tanto em 2012 quanto em 2014, não houve alteração da classificação de risco insignificante para a doença dada ao Brasil pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE). Os casos atípicos de vaca louca são menos perigosos, porque, diferente da variedade típica, não são causados por ingestão de ração contaminada. A EEB se desenvolve por razões genéticas quando o animal já está velho.
Atualmente, continuam com restrições à carne bovina brasileira os mercados da Arábia Saudita, que anunciou o embargo em 2012, e os do Peru e Irã, que suspenderam as compras somente de Mato Grosso após o caso de 2014. O Ministério da Agricultura informou que negocia a reabertura com os três países. Neri Geller disse ainda que, também nesta semana, a pasta recebeu sinalização da Rússia de que podem ser suspensas as restrições às exportações de carne suína de dois frigoríficos brasileiros, em Rio Verde (GO) e Uberlândia (MG).

Fonte: CT

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