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7 de jul. de 2014

Obama, por Decreto - BRICS - Banco de Investimento - Dóllar: Queda Livre - Hillary "acha" demais!


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 Obama, por decreto

Barack Obama - Líder USA
O presidente democrata desafia o bloqueio dos republicanos no Congresso e tenta governar por conta própria, a três anos do final do seu mandato

Com as mãos atadas por um Congresso obstrucionista, e a menos de três anos do fim do seu segundo e último mandato, o presidente Barack Obama ensaia uma nova forma de governar. As possibilidades de adotar projetos de lei, como a reforma sanitária de 2010, são mínimas. A alternativa encontrada pelo presidente é governar por decreto. As chamadas ordens executivas e outros instrumentos similares com valor legal permitem-lhe evitar um legislativo hostil desde que o Partido Republicano tomou conta da Câmara dos Representantes, em 2011. O Senado segue nas mãos dos democratas de Obama.
Recorrer a medidas unilaterais, em uma democracia fundada sobre o equilíbrio de poderes, é controversa, mas não é nova. Todos os presidentes encontraram meios para governar por conta própria quando perceberam que o Congresso não os ajudaria. E todos os partidos de oposição denunciaram essa violação do sistema de poderes e um aumento intolerável de poder do presidente.
"A ideia de que o presidente defenda o poder executivo e promova suas políticas, quando não consegue a cooperação do Congresso, retorna até os tempos de George Washington", disse o cientista político Gerhard Peters, codiretor do Projeto sobre a Presidência Americana na Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, e professor da Faculdade Citrus.
Peters cita a criação de parques naturais por decisão de Theodore Roosevelt no começo do século XX e o fim da segregação racial nas forças armadas por Harry Truman, em 1948. Não foram leis votadas pelo congresso, mas ordens executivas.
Nos últimos meses, Obama usou este instrumento para impor a sua agenda legislativa. "Tenho uma caneta e tenho um telefone", disse em janeiro, em alusão aos instrumentos para firmar decretos e animar ativistas e cidadãos a ajudá-lo a governar no resto do mandato.
O presidente invocou sua autoridade executiva para combater a mudança climática e obrigar as usinas de energia a reduzir suas emissões de dióxido de carbono. Também recorreu ao "poder da caneta" para elevar o salário mínimo das empresas que trabalham para o governo federal.
Esta semana, depois de dar por morta a ambiciosa lei de imigração que a Casa dos Representantes boicota, anunciou medidas executivas para consertar um sistema que deixa 11 milhões de imigrantes em documentos em um limbo legal.
As ações executivas são mais frágeis que uma lei aprovada pelo Congresso, já que o presidente seguinte pode revogá-las. Raramente servem como reformas significativas. Truman acabou com a segregação nas forças armadas, mas a discriminação racial no sul dos Estados Unidos teve que esperar as leis adotadas pelo Congresso e ratificadas pelo presidente Lyndon Johnson, em 1964.
A Suprema Corte - terceiro pilar americano da separação de poderes, junto com a Casa Branca e o Capitólio - interveio semana passada no debate sobre os limites do poder presidencial. Não fez isso por causa das ordens executivas, mas de outro instrumento que o presidente pode usar para impor sua autoridade: a capacidade de nomear cargos, que normalmente exigem confirmação do Senado, durante o período de férias.
Com nove votos a favor e nenhum contra, a Suprema Corte sentenciou que Obama excedeu-se quando, em 2012, nomeou altos cargos do Conselho Nacional de Relações Trabalhistas - que vela pelos direitos dos trabalhadores -, aproveitando um breve recesso do Senado.
Para os republicanos, a sentença da Corte é mais uma prova do excesso de poderes de Obama. O presidente da Casa dos Representantes, John Boehner, ameaça levá-lo aos tribunais por abusar das ordens executivas.
Para Obama, isso não é uma anomalia. Assinou, em média, 33,58 ordens executivas por ano, segundo cálculos do Projeto sobre a Presidência Americana, codirigido por Peters. É preciso voltar a Grover Cleveland, presidente entre 1885 e 1889, para achar um presidente que tenha assinado tão poucas.
Os cálculos não discriminam a importância das ordens executivas - algumas rotineiras; outras, como a de Truman, que transformam o país -, nem incluem outras medidas como memorandos e proclamações presidenciais, mas colocam o presidente dentro de um contexto.
"Todos os presidentes fazem isso", disse Peters. "O debate sobre os poderes executivos e as ações unilaterais do presidente não são nenhuma novidade na história".
O líder da minoria republicana no Senado, Mitch McConnell, falou, referindo-se a Obama, em uma "presidência imperial", um termo popularizado pelo historiador e conselheiro de John F. Kennedy, Arthur Schlesinger, em um livro com esse título publicado em 1973, em pleno escândalo de Watergate.
Os fundadores dos Estados Unidos, que haviam libertado as colônias americanas da monarquia britânica, temiam que o presidente acabasse sendo um novo rei. Por isso, restringiram sua capacidade de ação na política interior com um Congresso e uma Suprema Corte poderosos.
Ao mesmo tempo, o presidente dispõe de uma margem grande para atuar na política externa, e a bomba atômica concedeu-lhe poder sobre a vida e a morte da humanidade.
"A resposta a uma presidência desenfreada não é um presidente que se limite a ser o garoto dos recados", escreveu Schlesinger. "A democracia americana deve descobrir um meio-termo entre converter o presidente em um czar e convertê-lo no garoto dos recados".
Fonte: El País
Texto revisto por Narcisi Primus .:.


BRICS: Consenso Forma Banco de Investimentos Alternativo ao FMI


Geo-Situação do BRICS no Planeta

Os cinco países que formam os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) chegaram a um amplo consenso, nesta segunda-feira, sobre a criação do banco de desenvolvimento de US$ 100 bilhões, embora algumas diferenças permaneçam, afirmou um diplomata chinês nesta segunda-feira antes da reunião de cúpula no Brasil na próxima semana.

Os chefes de Estado de cada um dos cinco países que compõem o BRICS virão à conferência. Paralelamente ao encontro dos chefes de estado, acontecerão eventos paralelos com autoridades do setor público e privados dos países envolvidos.

O novo banco vai simbolizar a crescente influência das economias emergentes na arquitetura financeira global, há muito dominada pelos Estados Unidos e pela Europa através do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. Os líderes de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul devem assinar um tratado para lançar oficialmente o banco quando se reunirem em Fortaleza (CE), no dia 15 de julho.

As negociações para criar o banco se arrastam por dois anos, com alguns membros se opondo ao desejo da China de ter uma participação maior no banco, por meio de mais capital.

Um funcionário sênior do governo brasileiro havia dito em maio que as cinco nações do BRICS estavam abertas a concordar em financiar o banco da mesma forma, dando-lhes os mesmos direitos. Falando a repórteres antes da cúpula, o vice-ministro chinês das Relações Exteriores, Li Baodong, disse que estava otimista.

– No banco de desenvolvimento dos BRICS, todas as partes têm amplo consenso sobre esta questão. Claro que existem algumas diferenças e diferentes pontos de vista sobre questões técnicas. Estamos plenamente confiantes de que podemos chegar a um consenso e criar o banco de desenvolvimento dos BRICS nesta reunião.

“Neste tipo de problema técnico, os membros devem estabelecer um consenso através de consultas amigáveis​​ – disse Li, referindo-se à emissão de ações do banco.

O banco terá de ser ratificado pelos Parlamentos dos países e poderia começar a emprestar em dois anos, segundo informações dadas por um funcionário brasileiro aos jornalistas
Detalhes operacionais

A reunião, em Fortaleza, terá a coordenação do Gabinete do governador Cid Gomes. Ele acertou, em recente encontro com os ministros da Defesa, Celso Amorim, e da Justiça, Eduardo Cardozo, os detalhes operacionais e a integração das forças armadas e de inteligência estaduais e federais para a realização da VI Conferência de Cúpula do BRICS. O encontro ocorrerá no Centro de Eventos do Ceará (CEC). 

Paralelamente à realização da cúpula, acontecerão eventos com autoridades do setor público e privado dos países envolvidos.

Os cinco países que integram o BRICS consolidam-se como atores internacionais de crescente relevo, tanto no plano político como na área econômico-financeira. Além de definirem mais de 30 áreas de cooperação entre si, os BRICS coordenam atualmente suas posições nas Nações Unidas, no G-20, no Banco Mundial e no FMI, aumentando, em função disso, a sua importância nesses foros.

Todos os países do BRICS sediaram pelo menos uma Cúpula. Os encontros precedentes foram realizados em Ecaterimburgo, Rússia (2009); Brasília (2010); Sanya, China (2011); Nova Délhi, Índia (2012) e Durban, África do Sul (2013). E, em 2014, será em Fortaleza.

A ideia do BRICS foi formulada pelo economista-chefe da Goldman Sachs, Jim O´Neil, em estudo de 2001, intitulado “Building Better Global Economic BRICS”. Fixou-se como categoria da análise nos meios econômico-financeiros, empresariais, acadêmicos e de comunicação.

Em 2006, o conceito deu origem a um agrupamento, propriamente dito, incorporado à política externa de Brasil, Rússia, Índia e China. Em 2011, por ocasião da III Cúpula, a África do Sul passou a fazer parte do agrupamento, que adotou a sigla BRICS.

O peso econômico dos BRICS é certamente considerável. Entre 2003 e 2007, o crescimento dos quatro países representou 65% da expansão do PIB mundial. Em paridade de poder de compra, o PIB dos BRICS já supera hoje o dos EUA ou o da União Europeia.

Para dar uma ideia do ritmo de crescimento desses países, em 2003 os BRICS respondiam por 9% do PIB mundial, e, em 2009, esse valor aumentou para 14%. Em 2010, o PIB conjunto dos cinco países (incluindo a África do Sul), totalizou US$ 11 trilhões, ou 18% da economia mundial. Considerando o PIB pela paridade de poder de compra, esse índice é ainda maior: US$ 19 trilhões, ou 25%.

Até 2006, os BRICS não estavam reunidos em mecanismo que permitisse a articulação entre eles. O conceito expressava a existência de quatro países que individualmente tinham características que lhes permitiam ser considerados em conjunto, mas não como um mecanismo.

Isso mudou a partir da Reunião de Chanceleres dos quatro países organizada à margem da 61ª. Assembleia Geral das Nações Unidas, em 23 de setembro de 2006. Este constituiu o primeiro passo para que Brasil, Rússia, Índia e China começassem a trabalhar coletivamente.

Pode-se dizer que, então, em paralelo ao conceito “BRICS” passou a existir um grupo que passava a atuar no cenário internacional, o BRICS. Em 2011, após o ingresso da África do Sul, o mecanismo tornou-se o BRICS (com “s” ao final).

Como agrupamento, os BRICS têm um caráter informal. Não tem um documento constitutivo, não funciona com um secretariado fixo nem tem fundos destinados a financiar qualquer de suas atividades. Em última análise, o que sustenta o mecanismo é a vontade política de seus membros.

Ainda assim, os BRICS têm um grau de institucionalização que se vai definindo, à medida que os cinco países intensificam sua interação.
Fonte: Correio do Brasil

Texto revisto por Narcisi Primus .:.


Mercado

Fechamento do pregão da BMFBovespa antes do horário, tendo em vista o jogo, pela Copa FIFA de Futebol, entre as seleções de Brasil x Alemanha.


O dóllar continua em queda livre.
A responsabilidade pela ordem de compra e venda é de inteira responsabilidade do investidor.
Analistas de mercado recomendam fazer estoque de commoditie em ouro, como o melhor investimento.


IBOVESPA
-0,2764%
54110

DÓLAR
-0,5130%
2230

FRC
15,3846%
0,15

DI1
0,0000%
11,07

CAFÉ
1,2454%
207,3

BOI
-0,4369%
125,35

ETANOL
ND
ND

MILHO
-0,2159%
23,11

SOJA
-1,3000%
29,61

S&P 500
-0,5076%
1960

Ouro:                                          0,7503%               94,00
Fonte: BMFBovespa
Obs.: a cotação do café é em dólar por saca de 60 quilos;
Soja é em dólar por saca de 60 quilos;
O ouro é cotado em R$(moeda local) por grama.
Etanol é alcool combustivel elaborado a partir da cana-de-açucar e é comercializado em m³.


Dólar cai ante o iene e várias moedas internacionais


Dóllar - Moeda Corroída Pela Inflação
 Do Mundo-Nipo com agências
O dólar recuou nesta segunda-feira (7) diante do iene e de várias moedas internacionais, com o mercado à espera pela nova temporada de resultados empresariais e das atas do Federal Reserve (FED, banco central americano).
Os investidores estavam à espera da divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (FED), banco central norte-americano, prevista para quarta-feira (9). A principal expectativa é quando o FED deve começar a subir a taxa de juros no país.
O dólar chegou a subir a US$ 1,3575 por euro e 102,07 ienes, mas recuou em reação à baixa das taxas de retorno dos títulos do Tesouro dos EUA. A libra, por sua vez, recuou devido à realização de lucros, depois de altas nas quatro semanas anteriores.
Ao término das negociações em Nova York, o dólar recuou 0,21% ante a moeda japonesa, fechando cotado a 101,87 ienes, de 102,09 ienes na sexta-feira. Em relação ao euro, a moeda comum europeia foi negociada a US$ 1,3605, frente à cotação de US$ 1,3595 do pregão anterior.

Confira algumas cotações desta segunda-feira:

Dóllar,  lastreado no ouro Germânico custodiado nos USA


DÓLAR/IENE: cotação atual 101,87 / cotação anterior 102,09
EURO/DÓLAR: cotação atual 1,3605 / cotação anterior 1,3595
DÓLAR/EURO: cotação atual 0,7350/ cotação anterior 0,7356
LIBRA ESTERLINA/DÓLAR: cotação atual 1,7128 / cotação anterior 1,7160
DÓLAR/LIBRA ESTERLINA: cotação atual 0,5838 / cotação anterior 0,5828
FRANCO-SUÍÇO/ DÓLAR: cotação atual 1,1192 / cotação anterior 1,1183t
DÓLAR/FRANCO-SUÍÇO: cotação atual 0,8935 / cotação anterior 0,8942.

(As informações das cotações são do ‘The Wall Street Journal’)

Encontro de Líderes - Sino/Russo

Hillary Clinton 'acha' que presidente dos EUA deve ser uma mulher

Foto: East News 
A antiga secretária de Estado e antiga primeira dama dos EUA, Hillary Clinton, disse durante a cerimônia de apresentação em Berlim da versão alemã do seu livro “Opções difíceis”, que agora é o momento mais adequado para que uma mulher venha a chefiar pela primeira vez na história os EUA.
 “Creio que estamos prontos para que a mulher rompa este teto de vidro”, disse Clinton na entrevista à revista alemã Bild. Acrescentou que vai tomar uma decisão a respeito da sua participação na corrida presidencial nos EUA no final de 2014 ou início de 2015. 
Hillary Clinton é considerada um dos prováveis candidatos para a presidência dos EUA nas eleições de 2016. Em meados de maio a companhia sociológica Ipsos informava que a maioria dos cidadãos consultados dos EUA consideram-na vencedora mais provável desta campanha presidencial. 
A própria Clinton, que tem agora 66 anos, não confirmou a intenção de disputar o mais alto cargo do país.
Esta informação foi transmitida pela agência Reuters.




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