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Exploração de Minério No Oceano
Economia: Brasil obtém permissão da ONU para explorar minério em fundo do oceano
O Brasil foi autorizado por um braço da Organização das Nações Unidas (ONU) a explorar recursos minerais em águas
internacionais do oceano Atlântico, levantando tanto potenciais ganhos
econômicos quanto preocupações ambientais. Essa mineração submarina é
considerada uma nova fronteira na busca por metais preciosos, como manganês,
cobre e ouro, que se tornaram essenciais na economia mundial moderna.
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| Divulgação |
A
permissão foi concedida pela Autoridade
Internacional de Fundos Marinhos (Isba),
órgão vinculado à ONU, e confere ao país o direito de atuar por 15 anos em uma
área de 3 mil quilômetros quadrados na região do Atlântico conhecida como
Elevação do Rio Grande, localizada a cerca de 1,5 mil km do Rio de Janeiro.
O pedido foi feito em dezembro pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) em nome do Ministério de Minas e Energia (MME), depois do investimento de R$ 90 milhões ao longo de quatro anos de estudos sobre o potencial geológico desta área.
Potencial econômico
O Brasil poderá estudar as chamadas crostas ferromanganesíferas ricas em cobalto em projetos de mineração submarina. Segundo os estudos realizados pela CPRM, esses depósitos foram identificados como os de maior potencial econômico e estratégico em levantamentos realizados em expedições a essa região.
"Nestes 15 anos, mapearemos o que existe lá e avaliaremos seu potencial econômico. Depois, podemos entrar com um novo pedido para explorar economicamente", afirma à BBC Brasil Roberto Ventura Santos, diretor de geologia e recursos minerais do CPRM.
"As possibilidades são interessantes, porque é uma região rica em elementos químicos usados na indústria, especialmente nas de alta de tecnologia, na produção de chips, peças de usinas eólicas e carros elétricos."
Santos afirma ainda que o Brasil ampliará seu conhecimento técnico sobre este tipo de mineração submarina, formará profissionais capacitados a trabalhar nesta área e criará tecnologia para tal.
"Somos o primeiro país da América Latina a conseguir essa permissão e, assim, entramos no seleto grupo de países que fazem este tipo de exploração, como Japão, Estados Unidos e China", diz Santos.
Novas permissões
Além do Brasil, a ONU concedeu outras seis novas permissões a empresas públicas e estatais do Reino Unido, Cingapura, Ilhas Cook, Índia, Alemanha e Rússia.
Com isso, a área total do leito oceânico liberada para exploração foi ampliada para 1,2 milhão de quilômetros quadrados, sob um total de 26 permissões de exploração científica.
A ONU ainda não conferiu nenhuma permissão de exploração econômica, conhecida como explotação, mas as primeiras devem ser concedidas nos próximos anos, segundo a Isba.
"Existe um interesse crescente", disse Michael Lodge, da Isba, à BBC. "A maioria dessas últimas permissões foi concedida a empresas que esperam minerar estas áreas em pouco tempo".
No entanto, ainda precisam ser negociadas as condições e regras dessa atividade econômica, como por exemplo a divisão de royalties, já que um dos princípios básicos da Isba é que as riquezas do fundo do oceano devem ser compartilhadas globalmente.
A exploração mineral do fundo oceano começou a ser investigada na década de 1960, mas só recentemente tornou-se possível graças a avanços tecnológicos -- criados nas indústrias de petróleo e gás. Ao mesmo tempo, o preço destas matérias-primas aumentou, aumentando o potencial retorno econômico, o que viabilizou os investimentos necessários para obtê-las.
Impacto ambiental
No entanto, esse tipo de exploração não é vista com bons por grupos de defesa do meio ambiente, que alegam que a exploração pode trazer prejuízos para ecossistemas marinhos.
Um protocolo para minimizar o impacto ambiental ainda está sendo estudado.
O biólogo marinho Jon Copley, da Universidade de Southampton, vem monitorando a mineração nas chamadas dorsais oceânicas, nome dado às cadeias de montanhas submersas que se originam do afastamento de placas tectônicas.
"Cerca de 6.000km de dorsais oceânicas, ou 7,5% do total, são exploradas hoje por seu potencial mineral", afirma Copley.
"Essas dorsais são um dos três locais do fundo do oceano em que há depósitos minerais que atraem o interesse de países e empresas. Mas também vivem nestes locais colônias de espécies que não são encontradas em outras partes do oceano e podem ser suscetíveis a impactos ambientais gerados pela mineração."
Santos, da CPRM, diz que isso será levado em conta no caso brasileiro: "Faremos um estudo de impacto ambiental junto com o de potencial econômico. Nosso pedido foi muito elogiado por causa disso".
Fonte:
BBC Brasil
– Texto revisto por Narcisi Primus .:.
FMI volta a reduzir previsão de crescimento dos
EUA em 2014, a 1,7%
Motivo é a contração de 2,9% da economia do país no 1º
trimestre.
Entre fatores também está o inverno 'excepcionalmente duro', diz fundo.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou a reduzir, nesta
quarta-feira (23), sua previsão de crescimento dos Estados Unidos em 2014,
devido à contração da maior economia do mundo no início deste ano.
A nova
previsão do FMI é de que o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA crescerá cerca
de 1,7% em 2014, o que caracteriza desaceleração em comparação a 2013, quando o
crescimento foi de 1,9%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos
no país e serve para medir a evolução da economia.
Esta não é
a primeira revisão que o FMI faz nas estimativas. Em meados de junho, a previsão era de crescimento
de 2% e em abril, de alta de 2,8%.
No primeiro trimestre de
2014, o PIB dos Estados Unidos recuou a um ritmo anual de 2,9%, o pior
resultado desde o 1º trimestre de 2009, quando queda foi de 5,4%. Mesmo que a
economia dos EUA esteja em recuperação, ela não será suficiente para compensar
o recuo do primeiro trimestre.
De acordo
com o FMI, entre outros fatores para a revisão para 2014 estão um inverno
excepcionalmente duro, além de correção de inventários, um mercado imobiliário
que ainda tem problemas.
Embora a
economia esteja em vias de se recuperar no resto do ano, a taxas bem acima do
potencial de crescimento, de 3% a 3,5%, não será possível compensar o mau
começo, com a maior contração em cinco anos, informou o FMI.
"Isso
significa que o crescimento total para este ano será de decepcionante
1,7%", ressaltou o FMI em seu informe anual sobre a economia americana.
Melhora em 2015
O organismo internacional, contudo, parece mais otimista para 2015, quando o crescimento da economia americana deve chegar aos níveis mais altos em dez anos, a 3%, estima.
Para o ano que vem, o
organismo espera um forte aumento do consumo, dos investimentos em moradia,
assim como facilidades nas condições financeiras.
O fundo
alertou, contudo, que mesmo assim existem riscos no cenário para o ano que vem,
como uma desaceleração do crescimento nos mercados emergentes, uma alta nos
preços do petróleo – gerada pelos conflitos na Ucrânia e Oriente Médio – e uma
elevação das taxas de juros.
Fonte: France Press
Brasil quer que Mercosul antecipe tarifa zero
para Chile, Peru e Colômbia
Proposta
será apresentada na semana que vem, durante cúpula do bloco.
Chefes de Estado do Mercosul irão se reunir na terça-feira, na Venezuela.
O governo
brasileiro pretende propor na semana que vem, durante reunião de cúpula do Mercosul,
a antecipação das isenções do comércio exterior entre Chile, Peru e Colômbia
com os integrantes do bloco sul-americano, informou nesta quinta-feira (24) o
subsecretário-geral da América do Sul, Central e Caribe do Palácio do
Itamaraty, embaixador Antônio José Ferreira Simões.
Inicialmente,
o Mercosul – bloco formado por Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela
– havia negociado com os três vizinhos da América do Sul a implementação da
tarifa de imposto zero a partir de 2019. No entanto, o Palácio do Planalto
defende que a isenção de alíquotas passe a valer já em dezembro deste ano.
“A proposta
já foi ventilada e discutida anteriormente e vai ser discutida nesta reunião. O
Brasil já levantou esse ponto. Como se sabe, esses três países [Chile, Peru e
Colômbia] já manifestaram desejo de trabalhar no sentido da liberação do
comércio. Mas temos que ver como ficará essa ideia para os outros países do Mercosul”,
disse o embaixador Antônio José Ferreira Simões.
A Cúpula do
Mercosul será realizada em Caracas, capital da Venezuela, na próxima
terça-feira (29) e reunirá os presidentes dos países que compõem o bloco: Nicolás
Maduro (Venezuela), Dilma
Rousseff (Brasil), Cristina
Kirchner (Argentina), Horácio
Cartes (Paraguai) e José Mujica(Uruguai).
De acordo com Simões, o fluxo comercial entre
Brasil e Colômbia cresceu 300%; 389%, com o Peru; e 200%, com o Chile. “O
Brasil defende passar a tarifa zero para este ano. […] Mas tem que ver se os
outros países estão dispostos”.
O diplomata brasileiro
ressaltou que o governo federal já iniciou o processo de negociação para
implantar a tarifa zero com os três países. Segundo Ferreira Simões, falta
“muito pouco” para que os acordos possam valer para todos os setores. Ele
destacou que os setores industrial e agrícola podem ser beneficiados com as
medidas.
Na avaliação do
subsecretário-geral do Itamaraty, não há necessidade de o governo federal
consultar o setor privado para levar a proposta ao Mercosul, pois a medida não
irá gerar “impacto muito grande”.
Fonte: GB – Texto revisto
por Narcici Primus .:.
Mercado Aberto – Brasil
Fechamento do pregão da BM&FBovespa às 17h15
Futuro*24/07/2014 Variação: Cotação:
Oscilação
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Preço
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IBOVESPA
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0,7526%
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58235
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DÓLAR
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0,0450%
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2225
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FRC
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5,4545%
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1,16
|
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DI1
|
1,4376%
|
11,29
|
|
CAFÉ
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-0,2320%
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215
|
A
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BOI
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0,0000%
|
124,35
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ETANOL
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0,3802%
|
1320
|
A
|
MILHO
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-0,1757%
|
22,73
|
A
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SOJA
|
1,3514%
|
30
|
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S&P 500
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0,0126%
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1982
|
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OC1
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ND
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ND
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A
Vista*24/07/2014
Oscilação
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Preço
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OURO
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-1,0695%
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92,5
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DÓLAR
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ND
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ND
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A
- After Hours: 25/07/14*Atraso de 15 minutos
Taxa
de Juros de Referência23/07/2014
TJ3
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10,75%
|
TJ6
|
10,74%
|
Evolução do Ibovespa, hoje, 24/07/2014
Evolução da *cotação do ouro hoje, 24/07/2014 na BM&FBovespa
*Cotação em R$(Real) por grama
Obs.: A emissão de ordem de compra e venda de ativos é de inteira responsabilidade do investidor.
Bovespa reage à influência positiva europeia e abre em alta
Na última
quarta-feira (23), a Bovespa fechou em queda. Nesta quinta (24), porém, iniciou
o dia de forma positiva. Logo após a abertura o Ibovespa subiu 0,24%, chegando
a 54.556 pontos. A questão das bolsas asiáticas
repercutiu no Brasil e
também a aceleração do crescimento na
Europa.
As bolsas asiáticas fecharam em alta
nesta manhã, refletindo ao crescimento industrial da China, que registrou o
nível mais alto em 18 meses. O Xangai Composto subiu 1,28%, somando
2.105,06 pontos. O índice Hang Seng avançou 0,71%, para 24.141,50 pontos. O
Kospi, de Seul, encerrou aos 2.026,60 pontos. Na contramão, o Nikkei 225,
de Tóquio, caiu 0,29%, para 15.284,42 pontos.
Já o dólar, iniciou
o dia com baixas de quase U$2, produto do bom desempenho das
bolsas europeias. Euro Stoxx 50, índice que representa as principais empresas
da zona euro, opera com alta de 0,67%, refletindo a calmaria que acontece
na Ucrânia e Oriente Médio, após dias de crise. Outra forte influência positiva
é o Índice de Gerentes de Compras, conhecido como PMI, que marcou 54 pontos em
julho, uma alta de mais de 1 ponto ante junho. O índice indica as atividades de
negócios.
Fonte:
JB Brasil – Texto revisto por Narcisi Primus
.:.
Bovespa fecha em alta de 0,97% puxada por
ações da Vale
O principal índice da Bovespa fechou em alta de
0,97% nesta quinta-feira, a 57.977 pontos, puxado pelas ações dos maiores
bancos do país e da mineradora Vale. O giro financeiro do pregão foi de R$
6,297 bilhões.
Itaú Unibanco, Bradesco,
Santander e Banco do Brasil
tiveram altas de cerca de 1% cada.
As ações da Vale também contribuíram para
impulsionar o índice, repercutindo o anúncio de que a produção de minério de
ferro da gigante brasileira cresceu 12,6% no segundo trimestre deste
ano. Outras siderúrgicas, como CSN e Gerdau também subiram.
Na ponta negativa, Natura caiu mais de 4%, após a
empresa de cosméticos divulgar queda no lucro líquido e na geração de caixa no
segundo trimestre. também caíram as ações da Usiminas, da CCR e da Eco rodovias.
Fonte:
JB Brasil
Justiça dos EUA indicia fundadores da Telexfree por fraude e conspiração
James Merrill e brasileiro Carlos Wanzeler são acusados de 9 crimes.
Júri determinou confisco de cerca de 70 bens, incluindo casas e barcos.
Os fundadores da
Telexfre, James Merrill e o brasileiro Carlos Wanzeler foram indiciados nos
Estados Unidos por fraude eletrônica e conspiração em um esquema de pirâmide
financeira.
A decisão foi anunciada
na quarta-feira (23) pela Justiça de Massachusetts. O indiciamento inclui 1
acusação de conspiração e 8 de fraudes decorrentes de transferências de cerca
de US$ 10 milhões de fundos da Telexfree para contas pessoais dos 2 diretores.
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| Busca e Apreensão - PF - Divulgação |
Cada uma das acusações
tem pena prevista de até 20 anos.
Além do indiciamento, o júri federal decidiu pelo
confisco de cerca de 70 bens ou ativos que teriam sido comprados com recursos
do esquema, incluindo casas, condomínios, carros, 2 barcos e cerca de US$ 140
milhões.
Brasileiro é considerado fugitivo
Wanzeler e Merrill se
tornaram sócios e, em 2012, abriram a Telexfree. Merrill foi preso em maio, mas
libertado mediante o pagamento de fiança. A Justiça norte-americana informou
que um mandado de prisão para Wanzeler, que é considerado fugitivo, foi emitido
na terça-feira.
Segundo o advogado
Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, Wanzeler continua em Vitória (ES) e
só voltará aos EUA depois que os advogados que o defendem lá disserem que ele
pode ou deve voltar.
"Esse indiciamento
não muda nada. Essa decisão não se aplica ao Brasil e aqui nenhum pedido de
prisão foi aceito", disse Kakay.
Segundo investigação da
Secretaria de Estado de Massachusetts, dos cerca de US$ 1,2 bilhão que o grupo
faturou de janeiro de 2012 a fevereiro de 2013, apenas US$ 238 milhões vieram
da venda de pacotes de telefonia VoIP (por meio da internet).
A Telexfree oferecia
ligações de longa distância mais baratas pela internet e prometia ganhos de
mais de 200% ao ano para quem publicasse anúncios e trouxesse novos clientes.
As investigações nos EUA
apontaram que menos de 1% do que a empresa recebia vinha dos produtos de
telefonia e que a empresa é um esquema de pirâmide disfarçada.
PF faz operação no ES
Nesta
quinta-feira (24), a Polícia Federal realiza uma operação no Espírito Santo dentro da
investigação de supostos crimes financeiros relacionados às atividades da
Ympactus Comercial, empresa que representa a marca Telexfree no Brasil. Foram
cumpridos nove mandados de busca e apreensão na sede da empresa, na Enseada do
Suá, em Vitória, e em outros endereços ligados ao grupo.
A Justiça
Federal do ES também determinou o bloqueio dos bens dos sócios da Ympactus. O
juiz Aylton Bonomo Junior negou o pedido de prisão preventiva dos sócios Carlos
Roberto Costa e Carlos Nataniel Wanzeler, mas determinou o comparecimento
mensal e obrigatório dos investigados à Justiça para justificar suas
atividades. Os dois também estão proibidos de se ausentarem do país e foram
incluídos no Sistema Nacional de Procurados e Impedidos (SINPI).
Os
advogados da Telexfree questionaram a mais nova frente de investigação.
"Hoje, a Justiça do Acre, a Justiça comum do Espírito Santo e agora a
Justiça Federal estão investigando os mesmos fatos. Queremos entender o porquê
dessa diversificação, que na nossa opinião prejudica a empresa e a
investigação", disse Kakay. "A empresa está fechada, com os bens
bloqueados e continua funcionando apenas internamente porque tenta a
recuperação judicial", acrescentou.
No Brasil,
a Telexfree está impedida de fazer pagamentos e cadastros de divulgadores (como
são chamadas as pessoas que investem na companhia) desde o dia 18 de junho do
ano passado.
Fonte: Globo
A Sanha Yanquee
A sanha de alguns governantes de
países desenvolvidos(será?), de tacharem este ou aquele presidente de nações,
principalmente algumas do extremo oriente que, até por uma questão de origem,
fazem parte de civilizações antiquíssimas, não vou citar nenhuma aqui, mas que
pela idade que têm batem, de longe, aos 500, 600, 700, 800 anos desses países
de existirem como estado, aqui vou citar USA, França, Germânia, e outras da
mesma estirpe, que, ao invés de ficarem imputando responsabilidades com
irresponsabilidades, a presidentes de nações, como culpados por armarem
exércitos com armas letais, devem cuidar de seus assuntos internos, há jovens
que retornam do ‘front’ complemente atordoados, sem a mínima condição
psicológica, não sou nenhum especialista, mas precisa sê-lo para ver o que
acontece em vários lugares no território norte americano.
A serviço de quem está a ONU que está a fazer vista grossa com
relação a Israel?
Quem fornece armamento pesado à
Israel? A Rússia? A China? ...
Quem?
Está passando da hora de um boicote
internacional às mercadorias, inclusive armas, destes países que estão aí a
imputarem responsabilidades à quem não se deve.
A França, aliás, o presidente
Hollande, jamais pensou em perder aquela negociação do Brasil com a Suécia, no
caso da compra dos caças no valor de quase 5 bilhões de dólares.
Dor de cotovelo!
Na primeira oportunidade que ele,
Hollande, teve, denegriu a capacidade dos caças suecos chamando-os de ‘defasados’,
sucatas; e os caças franceses, o que são? Além de não saber negociar, é péssimo
perdedor.
Retornando ao assunto MH-176
Primeiro foi a Ucrânia; depois a
Crimeia; veio à tona o caso das eleições; agora o abate do MH-17.
Só uma pergunta ao presidente Barack
Obama: qual vai ser o próximo evento em que os dirigentes dos USA vão jogar o ‘SOBERANO’ contra outras
nações?
Acaba de desaparecer uma outra
aeronave na África, será que é a Rússia , ou quem será o culpado?
Ou não há interesse porque envolve Burquina Faso, um dos países mais pobres do mundo?
Ou não há interesse porque envolve Burquina Faso, um dos países mais pobres do mundo?
Por Narcisi Primus .
Autoridades dos EUA dizem não ter provas que liguem Rússia à derrubada de avião
Para oficiais, ouvidos sob anonimato, hipótese mais provável é que aeronave foi abatida "por engano" por grupos separatistas ucranianos
São Paulo – Oficiais do alto escalão do serviço de inteligência dos Estados Unidos afirmaram nesta terça-feira (22) que não há provas evidenciando a participação do governo da Rússia na derrubada do Boeing-777 da Malaysia Airlines, há uma semana.
Para os
agentes norte-americanos ouvidos sob anonimato pela agência AP, a aeronave comercial com 298
pessoas a bordo foi abatida por um míssil terra ar modelo SA-11 disparado por
membros do grupo separatista pró-russo - provavelmente "por engano",
segundo crê um dos oficiais.
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| Colagem Oficina da Casa - A-777 - Divulgação |
A
hipótese de erro humano por parte dos separatistas é apoiada no retrospecto
recente do conflito: 12 aeronaves militares ucranianas foram abatidas
recentemente na região pelos grupos anti-Kiev, segundo dizem os oficiais.
Conforme
relata a AP, o serviço de
inteligência dos EUA continua a acreditar que Moscou "criou as
condições" que levaram ao incidente. No entanto, não há qualquer evidência
da participação direta de Moscou: não há notícia da presença de militares
russos durante o lançamento do míssil ou informações sobre treinamento
oferecido pela Rússia para a equipe que disparou o projétil.
Um dos
funcionários do governo norte-americano disse ainda que os EUA não sabem nem o
nome nem a posição do autor do disparo - "nem estamos 100% certos de que
haja uma nacionalidade". Segundo ele, os EUA não têm a pretensão de chegar
a conclusões definitivas que esclareçam o evento.
Caixa-preta
Após as
caixas-pretas serem entregues pelos separatistas às autoridades malaias, o
primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, afirmou hoje que o material
também será analisado por uma equipe britânica especializada em acidentes
aéreos.
Aceitamos
o pedido da Holanda para que os investigadores de acidentes aéreos de
Farnborough recuperem a informação das caixas-pretas do voo MH17 para sua
análise internacional", anunciou Cameron em mensagem em sua conta no
Twitter.
Também
hoje, o presidente norte-americano, Barack Obama, visitou a embaixada da
Holanda para oferecer seus pêsames pelas vítimas do avião da Malaysia Airlines.
Obama garantiu que os dois países trabalharão em conjunto "até que se faça
justiça".
Fonte: Opera Mundi
EUA e Holanda preocupam-se por apoio russo aos rebeldes
O presidente dos EUA e o primeiro-ministro da Holanda expressaram preocupação por sinais de que a Rússia continua apoiando rebeldes na Ucrânia
Corpos
de vítimas do avião da Malaysia Airlines que caiu no leste da Ucrânia - Divulgação
Washington - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o
primeiro-ministro da Holanda, Mark
Rutte, expressaram nesta quarta-feira sua preocupação pelas evidências que
mostram que a Rússia continua enviando armas e recursos humanos aos rebeldes no
leste da Ucrânia.
"O presidente
e o primeiro-ministro enfatizaram suas preocupações sobre as evidências
adicionais que mostram que a Rússia continua enviando armas e combatentes
através da fronteira para apoiar os separatistas", afirmou a Casa Branca
em comunicado após uma conversa telefônica entre Rutte e Obama.
Os dois chefes de
governo coincidiram em afirmar que "a Rússia enfrentará custos adicionais
se continuar com seu apoio aos separatistas violentos e não desistir de seus
esforços para desestabilizar a Ucrânia", acrescentou a nota.
Além disso, Rutte
agradeceu Obama pela visita que fez nesta terça-feira à embaixada holandesa em
Washington. O primeiro-ministro disse que a atitude do presidente americano
"foi muito apreciada pelo povo holandês".
Obama e Rutte
tiveram várias conversas nos últimos dias, após o acidente do avião da Malaysia
Airlines no leste da Ucrânia com 298 pessoas a bordo, das quais 193 eram
holandesas.
Os dois governantes
concordaram que, uma vez que forem repatriados os restos mortais das vítimas,
"a principal prioridade será resguardar o local do acidente para permitir
uma investigação internacional completa e transparente".
Obama louvou a
decisão adotada hoje pelos ministros das Relações Exteriores da União Europeia
(UE) de condenar as ações que levaram à tragédia do avião malaio e a disposição
dos mesmos para preparar sanções adicionais contra a Rússia, segundo o
comunicado divulgado pela Casa Branca.
O governo dos
Estados Unidos divulgou hoje imagens de satélite e outras provas que mostram
que a Rússia treinou e equipou os rebeldes ucranianos que supostamente
derrubaram o avião da Malaysia Airlines.
Os EUA afirmam,
além disso, que a Rússia continuou fornecendo tanques, lança-foguetes e outras
armas à Ucrânia depois do acidente do avião malaio, segundo a imprensa local.
O jornal "The
Washington Post" e a rede de televisão "CNN" exibiram algumas
das imagens divulgadas por funcionários de inteligência não identificados.
Os funcionários
citaram, segundo o "Washington Post", sensores que seguiram a
trajetória do míssil que supostamente derrubou o avião malaio, marcas de
estilhaços na aeronave, análise de conversas dos rebeldes nas quais se atribuem
a autoria do fato e fotos publicadas nas redes sociais.
As fontes disseram
que os EUA detectaram o lançamento de um míssil terra ar - justo quando
aconteceu o incidente com o avião malaio - de um local no leste da Ucrânia
controlado pelos rebeldes pró-Rússia.
Os funcionários
também identificaram, pela primeira vez, uma instalação militar perto da cidade
russa de Rostov como o principal conduto do respaldo russo aos separatistas na
Ucrânia, segundo o "Post".
Fonte: Exame Texto revisto por Narcisi
Primus .:.
Obama e Rutte concordam em endurecer políticas contra a Rússia
O
presidente dos EUA, Barack Obama, e o primeiro-ministro da Holanda, Mark Rutte,
concordaram esta quarta-feira, durante uma conversa telefônica, em endurecer a
política contra a Rússia, segundo comunicou a Casa Branca.
"O presidente e o
primeiro-ministro expressaram sua preocupação com as novas provas de a Rússia
continuar enviando armas e combatentes através da fronteira para apoiar os
separatistas, aumentando ao mesmo tempo as próprias Forças Armadas", lê-se
no comunicado.
Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Internacional – Finanças
FED vê problema no Deutsche Bank
Nova
York - Uma
carta do Federal Reserve (FED, Banco Central dos Estados Unidos) de Nova York
mostrou que as operações do Deutsche Bank nos EUA estavam envolvidas em sérios
problemas, incluindo relatórios financeiros de má qualidade, auditoria
inadequada e sistemas de supervisão e de tecnologia fracos, de acordo com o
"The Wall Street Journal".
Em carta a executivos do Deutsche Bank, em dezembro passado, Daniel Muccia, vice-presidente sênior do FED de Nova York, escreveu que os relatórios financeiros produzidos por alguns dos braços norte-americanos do banco eram "de baixa qualidade, imprecisos e não confiáveis. O tamanho e amplitude de erros sugerem fortemente que toda estrutura de relatórios regulatórios da instituição nos EUA requer ampla ação corretiva".
Em carta a executivos do Deutsche Bank, em dezembro passado, Daniel Muccia, vice-presidente sênior do FED de Nova York, escreveu que os relatórios financeiros produzidos por alguns dos braços norte-americanos do banco eram "de baixa qualidade, imprecisos e não confiáveis. O tamanho e amplitude de erros sugerem fortemente que toda estrutura de relatórios regulatórios da instituição nos EUA requer ampla ação corretiva".
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| Stefan Krause - Diretor Financeiro Deutsche Bank - Divulgação |
A carta datada de
11 de dezembro, cujos trechos foram vistos pelo "WSJ", dizia que o
Deutsche Bank não tinha feito "nenhum progresso" na correção de
problemas anteriormente identificados. O documento afirmou que os examinadores
encontraram "erros materiais e fraca integridade de dados" em
documentos públicos de suas unidades norte-americanas. Estes relatórios são
usados pelos reguladores, economistas e investidores para avaliar suas
operações.
As deficiências poderiam levar a um "colapso sistêmico" e "expor a empresa a riscos operacionais significativos e relatórios regulamentares errôneos", disse a carta de Daniel Muccia, responsável pela supervisão do Deutsche Bank.
As deficiências poderiam levar a um "colapso sistêmico" e "expor a empresa a riscos operacionais significativos e relatórios regulamentares errôneos", disse a carta de Daniel Muccia, responsável pela supervisão do Deutsche Bank.
Ferramentas
O FED de
Nova York tem várias ferramentas a sua disposição para resolver as deficiências
por parte dos bancos que supervisiona. O órgão pode enviar cartas privadas que
exigem ação, como fez com o Deutsche Bank, ou, em casos mais graves, impor
restrições às atividades dos bancos.
A carta, que não foi previamente publicada, ordenou que altos executivos do Deutsche Bank garantissem que medidas fossem tomadas para corrigir os problemas. O documento também afirmou que o banco poderia ter de refazer alguns dos dados financeiros apresentados para os reguladores.
"Temos trabalhado com afinco para fortalecer ainda mais nossos sistemas e controles e estamos empenhados em ser o melhor na classe", disse um porta-voz do Deutsche Bank na terça-feira. Como parte disso, disse ele, o banco está gastando 1 bilhão de euros globalmente e nomeou 1.300 pessoas, incluindo cerca de 500 funcionários de compliance, risco e tecnologia nos EUA.
A carta enviada ao Deutsche Bank mostra que as preocupações do FED de Nova York sobre as suas operações nos Estados Unidos têm aumentado por anos. "Desde 2002, o FED de Nova York destacou deficiências significativas na estrutura de relatório de regulação da instituição que permaneceram em aberto por uma década", escreveu Muccia.
Ele acrescentou: "O mais preocupante é o fato de que, apesar de as causas destes erros não terem sido eliminadas, as questões prévias de supervisão foram consideradas remediadas e fechadas pela alta administração".
O auditor externo do Deutsche Bank, a KPMG, também identificou "deficiências" na forma como as entidades norte-americanas do banco estavam relatando dados financeiros em 2013, de acordo com e-mail para o Deutsche Bank observado pelo jornal.
Fonte: DC
Texto revisto por Narcisi Primus .:.
A carta, que não foi previamente publicada, ordenou que altos executivos do Deutsche Bank garantissem que medidas fossem tomadas para corrigir os problemas. O documento também afirmou que o banco poderia ter de refazer alguns dos dados financeiros apresentados para os reguladores.
"Temos trabalhado com afinco para fortalecer ainda mais nossos sistemas e controles e estamos empenhados em ser o melhor na classe", disse um porta-voz do Deutsche Bank na terça-feira. Como parte disso, disse ele, o banco está gastando 1 bilhão de euros globalmente e nomeou 1.300 pessoas, incluindo cerca de 500 funcionários de compliance, risco e tecnologia nos EUA.
A carta enviada ao Deutsche Bank mostra que as preocupações do FED de Nova York sobre as suas operações nos Estados Unidos têm aumentado por anos. "Desde 2002, o FED de Nova York destacou deficiências significativas na estrutura de relatório de regulação da instituição que permaneceram em aberto por uma década", escreveu Muccia.
Ele acrescentou: "O mais preocupante é o fato de que, apesar de as causas destes erros não terem sido eliminadas, as questões prévias de supervisão foram consideradas remediadas e fechadas pela alta administração".
O auditor externo do Deutsche Bank, a KPMG, também identificou "deficiências" na forma como as entidades norte-americanas do banco estavam relatando dados financeiros em 2013, de acordo com e-mail para o Deutsche Bank observado pelo jornal.
Fonte: DC
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