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24 de jul. de 2014

Economia - Brasil, Mercado Aberto - Gang da TelexFree é Presa nos USA e Brasil - Ucrânia, Crimeia, Eleições, MH-17; E Agora Barack, Qual o Próximo? - Finanças

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Exploração de Minério No Oceano


Economia: Brasil obtém permissão da ONU para explorar minério em fundo do oceano


O Brasil foi autorizado por um braço da Organização das Nações Unidas (ONU) a explorar recursos minerais em águas internacionais do oceano Atlântico, levantando tanto potenciais ganhos econômicos quanto preocupações ambientais. Essa mineração submarina é considerada uma nova fronteira na busca por metais preciosos, como manganês, cobre e ouro, que se tornaram essenciais na economia mundial moderna.

Divulgação
A permissão foi concedida pela Autoridade Internacional de Fundos Marinhos (Isba), órgão vinculado à ONU, e confere ao país o direito de atuar por 15 anos em uma área de 3 mil quilômetros quadrados na região do Atlântico conhecida como Elevação do Rio Grande, localizada a cerca de 1,5 mil km do Rio de Janeiro.

O pedido foi feito em dezembro pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) em nome do Ministério de Minas e Energia (MME), depois do investimento de R$ 90 milhões ao longo de quatro anos de estudos sobre o potencial geológico desta área.

Potencial econômico


O Brasil poderá estudar as chamadas crostas ferromanganesíferas ricas em cobalto em projetos de mineração submarina. Segundo os estudos realizados pela CPRM, esses depósitos foram identificados como os de maior potencial econômico e estratégico em levantamentos realizados em expedições a essa região.

"Nestes 15 anos, mapearemos o que existe lá e avaliaremos seu potencial econômico. Depois, podemos entrar com um novo pedido para explorar economicamente", afirma à BBC Brasil Roberto Ventura Santos, diretor de geologia e recursos minerais do CPRM.

"As possibilidades são interessantes, porque é uma região rica em elementos químicos usados na indústria, especialmente nas de alta de tecnologia, na produção de chips, peças de usinas eólicas e carros elétricos."

Santos afirma ainda que o Brasil ampliará seu conhecimento técnico sobre este tipo de mineração submarina, formará profissionais capacitados a trabalhar nesta área e criará tecnologia para tal.

"Somos o primeiro país da América Latina a conseguir essa permissão e, assim, entramos no seleto grupo de países que fazem este tipo de exploração, como Japão, Estados Unidos e China", diz Santos.


Novas permissões


Além do Brasil, a ONU concedeu outras seis novas permissões a empresas públicas e estatais do Reino Unido, Cingapura, Ilhas Cook, Índia, Alemanha e Rússia.

Com isso, a área total do leito oceânico liberada para exploração foi ampliada para 1,2 milhão de quilômetros quadrados, sob um total de 26 permissões de exploração científica.

A ONU ainda não conferiu nenhuma permissão de exploração econômica, conhecida como explotação, mas as primeiras devem ser concedidas nos próximos anos, segundo a Isba.

"Existe um interesse crescente", disse Michael Lodge, da Isba, à BBC. "A maioria dessas últimas permissões foi concedida a empresas que esperam minerar estas áreas em pouco tempo".

No entanto, ainda precisam ser negociadas as condições e regras dessa atividade econômica, como por exemplo a divisão de royalties, já que um dos princípios básicos da Isba é que as riquezas do fundo do oceano devem ser compartilhadas globalmente.

A exploração mineral do fundo oceano começou a ser investigada na década de 1960, mas só recentemente tornou-se possível graças a avanços tecnológicos -- criados nas indústrias de petróleo e gás. Ao mesmo tempo, o preço destas matérias-primas aumentou, aumentando o potencial retorno econômico, o que viabilizou os investimentos necessários para obtê-las.


Impacto ambiental


No entanto, esse tipo de exploração não é vista com bons por grupos de defesa do meio ambiente, que alegam que a exploração pode trazer prejuízos para ecossistemas marinhos.

Um protocolo para minimizar o impacto ambiental ainda está sendo estudado.

O biólogo marinho Jon Copley, da Universidade de Southampton, vem monitorando a mineração nas chamadas dorsais oceânicas, nome dado às cadeias de montanhas submersas que se originam do afastamento de placas tectônicas.

"Cerca de 6.000km de dorsais oceânicas, ou 7,5% do total, são exploradas hoje por seu potencial mineral", afirma Copley.

"Essas dorsais são um dos três locais do fundo do oceano em que há depósitos minerais que atraem o interesse de países e empresas. Mas também vivem nestes locais colônias de espécies que não são encontradas em outras partes do oceano e podem ser suscetíveis a impactos ambientais gerados pela mineração."

Santos, da CPRM, diz que isso será levado em conta no caso brasileiro: "Faremos um estudo de impacto ambiental junto com o de potencial econômico. Nosso pedido foi muito elogiado por causa disso".


Fonte: BBC Brasil – Texto revisto por Narcisi Primus .:.



FMI volta a reduzir previsão de crescimento dos 


EUA em 2014, a 1,7%


Motivo é a contração de 2,9% da economia do país no 1º 

trimestre.


Entre fatores também está o inverno 'excepcionalmente duro', diz fundo.



O Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou a reduzir, nesta quarta-feira (23), sua previsão de crescimento dos Estados Unidos em 2014, devido à contração da maior economia do mundo no início deste ano.

A nova previsão do FMI é de que o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA crescerá cerca de 1,7% em 2014, o que caracteriza desaceleração em comparação a 2013, quando o crescimento foi de 1,9%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.
Esta não é a primeira revisão que o FMI faz nas estimativas. Em meados de junho, a previsão era de crescimento de 2% e em abril, de alta de 2,8%.
No primeiro trimestre de 2014, o PIB dos Estados Unidos recuou a um ritmo anual de 2,9%, o pior resultado desde o 1º trimestre de 2009, quando queda foi de 5,4%. Mesmo que a economia dos EUA esteja em recuperação, ela não será suficiente para compensar o recuo do primeiro trimestre.
De acordo com o FMI, entre outros fatores para a revisão para 2014 estão um inverno excepcionalmente duro, além de correção de inventários, um mercado imobiliário que ainda tem problemas.
Embora a economia esteja em vias de se recuperar no resto do ano, a taxas bem acima do potencial de crescimento, de 3% a 3,5%, não será possível compensar o mau começo, com a maior contração em cinco anos, informou o FMI.
"Isso significa que o crescimento total para este ano será de decepcionante 1,7%", ressaltou o FMI em seu informe anual sobre a economia americana.

Melhora em 2015

O organismo internacional, contudo, parece mais otimista para 2015, quando o crescimento da economia americana deve chegar aos níveis mais altos em dez anos, a 3%, estima.
Para o ano que vem, o organismo espera um forte aumento do consumo, dos investimentos em moradia, assim como facilidades nas condições financeiras.
            
           O fundo alertou, contudo, que mesmo assim existem riscos no cenário para o ano que vem, como uma desaceleração do crescimento nos mercados emergentes, uma alta nos preços do petróleo – gerada pelos conflitos na Ucrânia e Oriente Médio – e uma elevação das taxas de juros.

Fonte: France Press

Brasil quer que Mercosul antecipe tarifa zero 


para Chile, Peru e Colômbia



Proposta será apresentada na semana que vem, durante cúpula do bloco.

Chefes de Estado do Mercosul irão se reunir na terça-feira, na Venezuela.


O governo brasileiro pretende propor na semana que vem, durante reunião de cúpula do Mercosul, a antecipação das isenções do comércio exterior entre Chile, Peru e Colômbia com os integrantes do bloco sul-americano, informou nesta quinta-feira (24) o subsecretário-geral da América do Sul, Central e Caribe do Palácio do Itamaraty, embaixador Antônio José Ferreira Simões.
Inicialmente, o Mercosul – bloco formado por Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela – havia negociado com os três vizinhos da América do Sul a implementação da tarifa de imposto zero a partir de 2019. No entanto, o Palácio do Planalto defende que a isenção de alíquotas passe a valer já em dezembro deste ano.
“A proposta já foi ventilada e discutida anteriormente e vai ser discutida nesta reunião. O Brasil já levantou esse ponto. Como se sabe, esses três países [Chile, Peru e Colômbia] já manifestaram desejo de trabalhar no sentido da liberação do comércio. Mas temos que ver como ficará essa ideia para os outros países do Mercosul”, disse o embaixador Antônio José Ferreira Simões.
A Cúpula do Mercosul será realizada em Caracas, capital da Venezuela, na próxima terça-feira (29) e reunirá os presidentes dos países que compõem o bloco: Nicolás Maduro (Venezuela), Dilma Rousseff (Brasil), Cristina Kirchner (Argentina), Horácio Cartes (Paraguai) e José Mujica(Uruguai).
De acordo com Simões, o fluxo comercial entre Brasil e Colômbia cresceu 300%; 389%, com o Peru; e 200%, com o Chile. “O Brasil defende passar a tarifa zero para este ano. […] Mas tem que ver se os outros países estão dispostos”.
O diplomata brasileiro ressaltou que o governo federal já iniciou o processo de negociação para implantar a tarifa zero com os três países. Segundo Ferreira Simões, falta “muito pouco” para que os acordos possam valer para todos os setores. Ele destacou que os setores industrial e agrícola podem ser beneficiados com as medidas.
Na avaliação do subsecretário-geral do Itamaraty, não há necessidade de o governo federal consultar o setor privado para levar a proposta ao Mercosul, pois a medida não irá gerar “impacto muito grande”.
Fonte: GB – Texto revisto por Narcici Primus .:.




Mercado Aberto – Brasil

Fechamento do pregão da BM&FBovespa às 17h15

Futuro*24/07/2014                               Variação:                    Cotação:

Oscilação
Preço
IBOVESPA
0,7526%
58235

DÓLAR
0,0450%
2225

FRC
5,4545%
1,16

DI1
1,4376%
11,29

CAFÉ
-0,2320%
215
A
BOI
0,0000%
124,35

ETANOL
0,3802%
1320
A
MILHO
-0,1757%
22,73
A
SOJA
1,3514%
30

S&P 500
0,0126%
1982

OC1
ND
ND

A Vista*24/07/2014

Oscilação
Preço
OURO
-1,0695%
92,5

DÓLAR
ND
ND

A - After Hours: 25/07/14*Atraso de 15 minutos
Taxa de Juros de Referência23/07/2014

TJ3
10,75%
TJ6
10,74%




Evolução do Ibovespa, hoje, 24/07/2014



Evolução da *cotação do ouro hoje, 24/07/2014 na BM&FBovespa 


*Cotação em R$(Real) por grama
Obs.:  A emissão de ordem de compra e venda de ativos é de inteira responsabilidade do investidor.



Bovespa reage à influência positiva europeia e abre em alta


    Na última quarta-feira (23), a Bovespa fechou em queda. Nesta quinta (24), porém, iniciou o dia de forma positiva. Logo após a abertura o Ibovespa subiu 0,24%, chegando a 54.556 pontos. A questão das bolsas asiáticas repercutiu no Brasil e também a aceleração do crescimento na Europa.  
   As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta manhã, refletindo ao crescimento industrial da China, que registrou o nível mais alto em 18 meses. O Xangai Composto subiu 1,28%, somando 2.105,06 pontos. O índice Hang Seng avançou 0,71%, para 24.141,50 pontos. O Kospi, de Seul, encerrou aos 2.026,60 pontos. Na contramão, o Nikkei 225, de Tóquio, caiu 0,29%, para 15.284,42 pontos.
   Já o dólar, iniciou o dia com baixas de quase U$2, produto do bom desempenho das bolsas europeias. Euro Stoxx 50, índice que representa as principais empresas da zona euro, opera com alta de 0,67%, refletindo a calmaria que acontece na Ucrânia e Oriente Médio, após dias de crise. Outra forte influência positiva é o Índice de Gerentes de Compras, conhecido como PMI, que marcou 54 pontos em julho, uma alta de mais de 1 ponto ante junho. O índice indica as atividades de negócios. 
Fonte: JB Brasil – Texto revisto por Narcisi  Primus .:.




Bovespa fecha em alta de 0,97% puxada por 

ações da Vale


    O principal índice da Bovespa fechou em alta de 0,97% nesta quinta-feira, a 57.977 pontos, puxado pelas ações dos maiores bancos do país e da mineradora Vale. O giro financeiro do pregão foi de R$ 6,297 bilhões.
      Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil tiveram altas de cerca de 1% cada.
As ações da Vale também contribuíram para impulsionar o índice, repercutindo o anúncio de que a produção de minério de ferro da gigante brasileira cresceu 12,6% no segundo trimestre deste ano. Outras siderúrgicas, como CSN e Gerdau também subiram.
   Na ponta negativa, Natura caiu mais de 4%, após a empresa de cosméticos divulgar queda no lucro líquido e na geração de caixa no segundo trimestre. também caíram as ações da Usiminas, da CCR e da Eco rodovias.

Fonte: JB Brasil


Justiça dos EUA indicia fundadores da Telexfree por fraude e conspiração


James Merrill e brasileiro Carlos Wanzeler são acusados de 9 crimes.



Júri determinou confisco de cerca de 70 bens, incluindo casas e barcos.


Os fundadores da Telexfre, James Merrill e o brasileiro Carlos Wanzeler foram indiciados nos Estados Unidos por fraude eletrônica e conspiração em um esquema de pirâmide financeira.
A decisão foi anunciada na quarta-feira (23) pela Justiça de Massachusetts. O indiciamento inclui 1 acusação de conspiração e 8 de fraudes decorrentes de transferências de cerca de US$ 10 milhões de fundos da Telexfree para contas pessoais dos 2 diretores.

Busca e Apreensão - PF - Divulgação
Cada uma das acusações tem pena prevista de até 20 anos.
Além do indiciamento, o júri federal decidiu pelo confisco de cerca de 70 bens ou ativos que teriam sido comprados com recursos do esquema, incluindo casas, condomínios, carros, 2 barcos e cerca de US$ 140 milhões.

Brasileiro é considerado fugitivo 


Wanzeler e Merrill se tornaram sócios e, em 2012, abriram a Telexfree. Merrill foi preso em maio, mas libertado mediante o pagamento de fiança. A Justiça norte-americana informou que um mandado de prisão para Wanzeler, que é considerado fugitivo, foi emitido na terça-feira.
Segundo o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, Wanzeler continua em Vitória (ES) e só voltará aos EUA depois que os advogados que o defendem lá disserem que ele pode ou deve voltar.
"Esse indiciamento não muda nada. Essa decisão não se aplica ao Brasil e aqui nenhum pedido de prisão foi aceito", disse Kakay.
Segundo investigação da Secretaria de Estado de Massachusetts, dos cerca de US$ 1,2 bilhão que o grupo faturou de janeiro de 2012 a fevereiro de 2013, apenas US$ 238 milhões vieram da venda de pacotes de telefonia VoIP (por meio da internet).
A Telexfree oferecia ligações de longa distância mais baratas pela internet e prometia ganhos de mais de 200% ao ano para quem publicasse anúncios e trouxesse novos clientes.
As investigações nos EUA apontaram que menos de 1% do que a empresa recebia vinha dos produtos de telefonia e que a empresa é um esquema de pirâmide disfarçada.

PF faz operação no ES


Nesta quinta-feira (24), a Polícia Federal realiza uma operação no Espírito Santo dentro da investigação de supostos crimes financeiros relacionados às atividades da Ympactus Comercial, empresa que representa a marca Telexfree no Brasil. Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão na sede da empresa, na Enseada do Suá, em Vitória, e em outros endereços ligados ao grupo.
A Justiça Federal do ES também determinou o bloqueio dos bens dos sócios da Ympactus. O juiz Aylton Bonomo Junior negou o pedido de prisão preventiva dos sócios Carlos Roberto Costa e Carlos Nataniel Wanzeler, mas determinou o comparecimento mensal e obrigatório dos investigados à Justiça para justificar suas atividades. Os dois também estão proibidos de se ausentarem do país e foram incluídos no Sistema Nacional de Procurados e Impedidos (SINPI).
Os advogados da Telexfree questionaram a mais nova frente de investigação. "Hoje, a Justiça do Acre, a Justiça comum do Espírito Santo e agora a Justiça Federal estão investigando os mesmos fatos. Queremos entender o porquê dessa diversificação, que na nossa opinião prejudica a empresa e a investigação", disse Kakay. "A empresa está fechada, com os bens bloqueados e continua funcionando apenas internamente porque tenta a recuperação judicial", acrescentou.
No Brasil, a Telexfree está impedida de fazer pagamentos e cadastros de divulgadores (como são chamadas as pessoas que investem na companhia) desde o dia 18 de junho do ano passado.

Fonte: Globo


A Sanha Yanquee

A sanha de alguns governantes de países desenvolvidos(será?), de tacharem este ou aquele presidente de nações, principalmente algumas do extremo oriente que, até por uma questão de origem, fazem parte de civilizações antiquíssimas, não vou citar nenhuma aqui, mas que pela idade que têm batem, de longe, aos 500, 600, 700, 800 anos desses países de existirem como estado, aqui vou citar USA, França, Germânia, e outras da mesma estirpe, que, ao invés de ficarem imputando responsabilidades com irresponsabilidades, a presidentes de nações, como culpados por armarem exércitos com armas letais, devem cuidar de seus assuntos internos, há jovens que retornam do ‘front’ complemente atordoados, sem a mínima condição psicológica, não sou nenhum especialista, mas precisa sê-lo para ver o que acontece em vários lugares no território norte americano.

A serviço de quem está a ONU que está a fazer vista grossa com 

relação a Israel?

Quem fornece armamento pesado à Israel? A Rússia?  A China? ...
Quem?
Está passando da hora de um boicote internacional às mercadorias, inclusive armas, destes países que estão aí a imputarem responsabilidades à quem não se deve.
A França, aliás, o presidente Hollande, jamais pensou em perder aquela negociação do Brasil com a Suécia, no caso da compra dos caças no valor de quase 5 bilhões de dólares.

Dor de cotovelo!

Na primeira oportunidade que ele, Hollande, teve, denegriu a capacidade dos caças suecos chamando-os de ‘defasados’, sucatas; e os caças franceses, o que são? Além de não saber negociar, é péssimo perdedor.

Retornando ao assunto MH-176

Primeiro foi a Ucrânia; depois a Crimeia; veio à tona o caso das eleições; agora o abate do MH-17.
Só uma pergunta ao presidente Barack Obama: qual vai ser o próximo evento em que os dirigentes dos        USA vão jogar o ‘SOBERANO’ contra outras nações?
Acaba de desaparecer uma outra aeronave na África, será que é a Rússia , ou quem será o culpado?
Ou não há interesse porque envolve Burquina Faso, um dos países mais pobres do mundo?

Por Narcisi Primus .


Autoridades dos EUA dizem não ter provas que liguem Rússia à derrubada de avião


Para oficiais, ouvidos sob anonimato, hipótese mais provável é que aeronave foi abatida "por engano" por grupos separatistas ucranianos


São Paulo – Oficiais do alto escalão do serviço de inteligência dos Estados Unidos afirmaram nesta terça-feira (22) que não há provas evidenciando a participação do governo da Rússia na derrubada do Boeing-777 da Malaysia Airlines, há uma semana.
Para os agentes norte-americanos ouvidos sob anonimato pela agência AP, a aeronave comercial com 298 pessoas a bordo foi abatida por um míssil terra ar modelo SA-11 disparado por membros do grupo separatista pró-russo - provavelmente "por engano", segundo crê um dos oficiais.

Colagem Oficina da Casa - A-777 - Divulgação
A hipótese de erro humano por parte dos separatistas é apoiada no retrospecto recente do conflito: 12 aeronaves militares ucranianas foram abatidas recentemente na região pelos grupos anti-Kiev, segundo dizem os oficiais.
Conforme relata a AP, o serviço de inteligência dos EUA continua a acreditar que Moscou "criou as condições" que levaram ao incidente. No entanto, não há qualquer evidência da participação direta de Moscou: não há notícia da presença de militares russos durante o lançamento do míssil ou informações sobre treinamento oferecido pela Rússia para a equipe que disparou o projétil.
Um dos funcionários do governo norte-americano disse ainda que os EUA não sabem nem o nome nem a posição do autor do disparo - "nem estamos 100% certos de que haja uma nacionalidade". Segundo ele, os EUA não têm a pretensão de chegar a conclusões definitivas que esclareçam o evento.

Caixa-preta

Após as caixas-pretas serem entregues pelos separatistas às autoridades malaias, o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, afirmou hoje que o material também será analisado por uma equipe britânica especializada em acidentes aéreos.
Aceitamos o pedido da Holanda para que os investigadores de acidentes aéreos de Farnborough recuperem a informação das caixas-pretas do voo MH17 para sua análise internacional", anunciou Cameron em mensagem em sua conta no Twitter.
Também hoje, o presidente norte-americano, Barack Obama, visitou a embaixada da Holanda para oferecer seus pêsames pelas vítimas do avião da Malaysia Airlines. Obama garantiu que os dois países trabalharão em conjunto "até que se faça justiça".

Fonte: Opera Mundi

EUA e Holanda preocupam-se por apoio russo aos rebeldes


O presidente dos EUA e o primeiro-ministro da Holanda expressaram preocupação por sinais de que a Rússia continua apoiando rebeldes na Ucrânia




Corpos de vítimas do avião da Malaysia Airlines que caiu no leste da Ucrânia - Divulgação
Washington - O presidente dos Estados UnidosBarack Obama, e o primeiro-ministro da Holanda, Mark Rutte, expressaram nesta quarta-feira sua preocupação pelas evidências que mostram que a Rússia continua enviando armas e recursos humanos aos rebeldes no leste da Ucrânia.
"O presidente e o primeiro-ministro enfatizaram suas preocupações sobre as evidências adicionais que mostram que a Rússia continua enviando armas e combatentes através da fronteira para apoiar os separatistas", afirmou a Casa Branca em comunicado após uma conversa telefônica entre Rutte e Obama.
Os dois chefes de governo coincidiram em afirmar que "a Rússia enfrentará custos adicionais se continuar com seu apoio aos separatistas violentos e não desistir de seus esforços para desestabilizar a Ucrânia", acrescentou a nota.
Além disso, Rutte agradeceu Obama pela visita que fez nesta terça-feira à embaixada holandesa em Washington. O primeiro-ministro disse que a atitude do presidente americano "foi muito apreciada pelo povo holandês".
Obama e Rutte tiveram várias conversas nos últimos dias, após o acidente do avião da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia com 298 pessoas a bordo, das quais 193 eram holandesas.
Os dois governantes concordaram que, uma vez que forem repatriados os restos mortais das vítimas, "a principal prioridade será resguardar o local do acidente para permitir uma investigação internacional completa e transparente".
Obama louvou a decisão adotada hoje pelos ministros das Relações Exteriores da União Europeia (UE) de condenar as ações que levaram à tragédia do avião malaio e a disposição dos mesmos para preparar sanções adicionais contra a Rússia, segundo o comunicado divulgado pela Casa Branca.
O governo dos Estados Unidos divulgou hoje imagens de satélite e outras provas que mostram que a Rússia treinou e equipou os rebeldes ucranianos que supostamente derrubaram o avião da Malaysia Airlines.
Os EUA afirmam, além disso, que a Rússia continuou fornecendo tanques, lança-foguetes e outras armas à Ucrânia depois do acidente do avião malaio, segundo a imprensa local.
O jornal "The Washington Post" e a rede de televisão "CNN" exibiram algumas das imagens divulgadas por funcionários de inteligência não identificados.
Os funcionários citaram, segundo o "Washington Post", sensores que seguiram a trajetória do míssil que supostamente derrubou o avião malaio, marcas de estilhaços na aeronave, análise de conversas dos rebeldes nas quais se atribuem a autoria do fato e fotos publicadas nas redes sociais.
As fontes disseram que os EUA detectaram o lançamento de um míssil terra ar - justo quando aconteceu o incidente com o avião malaio - de um local no leste da Ucrânia controlado pelos rebeldes pró-Rússia.
Os funcionários também identificaram, pela primeira vez, uma instalação militar perto da cidade russa de Rostov como o principal conduto do respaldo russo aos separatistas na Ucrânia, segundo o "Post".

Fonte: Exame Texto revisto por Narcisi Primus .:.

Obama e Rutte concordam em endurecer políticas contra a Rússia


  
O presidente dos EUA, Barack Obama, e o primeiro-ministro da Holanda, Mark Rutte, concordaram esta quarta-feira, durante uma conversa telefônica, em endurecer a política contra a Rússia, segundo comunicou a Casa Branca.

"O presidente e o primeiro-ministro expressaram sua preocupação com as novas provas de a Rússia continuar enviando armas e combatentes através da fronteira para apoiar os separatistas, aumentando ao mesmo tempo as próprias Forças Armadas", lê-se no comunicado.
Fonte: Rádio A Voz da Rússia

Internacional – Finanças



FED vê problema no Deutsche Bank


Nova York - Uma carta do Federal Reserve (FED, Banco Central dos Estados Unidos) de Nova York mostrou que as operações do Deutsche Bank nos EUA estavam envolvidas em sérios problemas, incluindo relatórios financeiros de má qualidade, auditoria inadequada e sistemas de supervisão e de tecnologia fracos, de acordo com o "The Wall Street Journal".
Em carta a executivos do Deutsche Bank, em dezembro passado, Daniel Muccia, vice-presidente sênior do FED de Nova York, escreveu que os relatórios financeiros produzidos por alguns dos braços norte-americanos do banco eram "de baixa qualidade, imprecisos e não confiáveis. O tamanho e amplitude de erros sugerem fortemente que toda estrutura de relatórios regulatórios da instituição nos EUA requer ampla ação corretiva".
Stefan Krause - Diretor Financeiro Deutsche Bank - Divulgação
A carta datada de 11 de dezembro, cujos trechos foram vistos pelo "WSJ", dizia que o Deutsche Bank não tinha feito "nenhum progresso" na correção de problemas anteriormente identificados. O documento afirmou que os examinadores encontraram "erros materiais e fraca integridade de dados" em documentos públicos de suas unidades norte-americanas. Estes relatórios são usados pelos reguladores, economistas e investidores para avaliar suas operações.

     As deficiências poderiam levar a um "colapso sistêmico" e "expor a empresa a riscos operacionais significativos e relatórios regulamentares errôneos", disse a carta de Daniel Muccia, responsável pela supervisão do Deutsche Bank.

Ferramentas

    O FED de Nova York tem várias ferramentas a sua disposição para resolver as deficiências por parte dos bancos que supervisiona. O órgão pode enviar cartas privadas que exigem ação, como fez com o Deutsche Bank, ou, em casos mais graves, impor restrições às atividades dos bancos.
A carta, que não foi previamente publicada, ordenou que altos executivos do Deutsche Bank garantissem que medidas fossem tomadas para corrigir os problemas. O documento também afirmou que o banco poderia ter de refazer alguns dos dados financeiros apresentados para os reguladores.
"Temos trabalhado com afinco para fortalecer ainda mais nossos sistemas e controles e estamos empenhados em ser o melhor na classe", disse um porta-voz do Deutsche Bank na terça-feira. Como parte disso, disse ele, o banco está gastando 1 bilhão de euros globalmente e nomeou 1.300 pessoas, incluindo cerca de 500 funcionários de compliance, risco e tecnologia nos EUA.
A carta enviada ao Deutsche Bank mostra que as preocupações do FED de Nova York sobre as suas operações nos Estados Unidos têm aumentado por anos. "Desde 2002, o FED de Nova York destacou deficiências significativas na estrutura de relatório de regulação da instituição que permaneceram em aberto por uma década", escreveu Muccia.
Ele acrescentou: "O mais preocupante é o fato de que, apesar de as causas destes erros não terem sido eliminadas, as questões prévias de supervisão foram consideradas remediadas e fechadas pela alta administração".
O auditor externo do Deutsche Bank, a KPMG, também identificou "deficiências" na forma como as entidades norte-americanas do banco estavam relatando dados financeiros em 2013, de acordo com e-mail para o Deutsche Bank observado pelo jornal.
Fonte: DC
Texto revisto por Narcisi Primus .:.

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