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25 de jul. de 2014

Barack x Barack O Ocaso - Argentina Sinaliza Calote no Mercado - Os Efeitos Nocivos da Globalização - BRICS Bank a Alterar o Sistema Financeiro do Planeta - Israel Comete Infanticídio Em Gaza Apoiado pelos USA

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Cinismo e covardia


O conflito se transforma em massacre de inocentes com a cumplicidade passiva do mundo


O que há a se pensar sobre a estratégia israelense e a dos palestinos do Hamas foi definido perfeitamente aqui mesmo:
trata-se da história de sempre, conhecida por todos, que consiste em entender de uma vez por todas que Israel, tal e qual seus governantes de direita e extrema-direita vêm repetindo, não aceitará, nunca, a criação de um Estado palestino soberano. Toda a história dos últimos 25 anos demonstra isso veementemente.
Desde o assassinato de Yitzhak Rabin por judeus fanáticos, e, alguns anos depois, do princípio da decadência do movimento trabalhista israelense, partidário da paz, abriu-se uma época de guerra e provocações, alimentada pela reação fundamentalista do Hamas e, principalmente, sustentada pela cumplicidade ativa tanto dos Estados Unidos quanto, de fato, da União Europeia.
Nesses últimos anos, Tony Blair, inacreditavelmente nomeado enviado especial para o Oriente Médio, atuou como agente ativo dessa dupla cumplicidade. Ou seja, não fez nada mais do que silenciar as consequências da colonização cada vez mais dramática para os palestinos.
Dois atores que se aproveitam dessa circunstância, Israel e Hamas se encontram, portanto, em uma situação de auto e inter-regeneração, como dois corpos que têm que trocar seus glóbulos para poder continuar vivendo. Por um lado, Israel conseguiu fazer do Hamas seu principal adversário, obtendo dessa forma a solidariedade dos Estados Unidos e da Europa frente ao perigo islâmico; de sua parte, o Hamas conseguiu desacreditar a Autoridade Palestina, comandada por um Abbas sem destaque, aliado da Arábia Saudita. Assim se fecha o círculo.
Isso tudo ocorre em uma época de profundas mudanças internacionais, na qual essencialmente o perigo de guerras está aumentando em toda parte. E tudo parece indicar um fechamento das fileiras em torno dos Estados Unidos para não fazerem nada no Oriente Médio, pois quando os israelenses fecham brutalmente a porta a Barack Obama, este capitula sem glória diante de dita intransigência.
Ele poderia ter atuado durante a primavera árabe, utilizando a enorme demanda democrática para propor um acordo de paz global na região. Mas Obama não teve a coragem necessária, nem a terá. Os europeus, obviamente, compartilham deste consenso sobre a morte imposta a centenas de civis palestinos e de jovens militares israelenses. Não advertem: “É um crime bombardear populações civis”. Dizem: “A resposta é desproporcional”, o que provavelmente significa: “Sim ao bombardeio, mas com menos bombas!”
Dito de outro modo: em todas as partes prevalecem o cinismo, a covardia e a cegueira. Existe um conflito eterno no planeta? Sim. Existe uma disputa que está se transformando em um massacre de inocentes com a cumplicidade passiva do mundo? Sim. Existe um lugar em nossa época onde a injustiça humana é mais profunda? Sim. Tudo isso encarnado na trágica dupla Israel-Palestina.

Fonte: El País


Rússia Reage



A Rússia reagiu raivosamente neste sábado às sanções adicionais impostas pela União Europeia devido ao papel de Moscou na crise da Ucrânia, afirmando que elas vão prejudicar a cooperação em assuntos de segurança e minar o combate ao terrorismo e ao crime organizado.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia também acusou os Estados Unidos, que já impuseram suas próprias sanções contra Moscou, de contribuir ao conflito na Ucrânia por meio de seu apoio ao governo pró-Ocidente em Kiev.
A UE chegou a acordo na sexta-feira para impor suas primeiras sanções econômicas à Rússia por seu comportamento na Ucrânia, mas diminuiu o escopo para excluir tecnologia do crucial setor de gás natural.
"A lista de sanções adicionais é evidência direta de que os países da UE traçaram um caminho para reduzir completamente a cooperação com a Rússia sobre questões de segurança internacional e regional", disse o ministério de Relações Exteriores da Rússia em comunicado.
"(Isso) inclui o combate à proliferação de armas de destruição em massa, terrorismo, crime organizado e outros novos desafios e perigos".
Fonte: Reuters 



Desejo de Paz Urgente No Oriente Médio!




Venho desejar o mais urgente possível o desejo de Paz no Oriente Médio!
Hoje, sexta feira, dia de Inicio de shabat shalom-paz no sábado !
Essa paz, não desejo apenas, para Judeus e sim tambem a Palestinos, e todos no Oriente Médio.
Pois, assim que o Eterno Deus, cessou sua criação parou para contemplar tudo quehavia criado. Dia em que, familiares, amigos e simpatizantes da Cultura Judaica, se encontram para orações e comunhão.
Em Israel, as 18:00 horas até o transporte público no pais, devido essa tradição e respeito aos mandamentos do eterno. Não se resume a alimentos e bebidas e encontros e sim no olhar pra dentro do eu e refletir na própria vida e nossa obrigação como Judeus, e seres humanos na evolução deste existência!
Horário das velas de Shabat: 25 julho , 27 tammuz, 17:23.
horário para apagálas: 26 de julho, 28 de tammuz, 18:17.
Obs: O ascendimento das velas, é de obrigação da Mulher.
E o homem faz a benção do vinho, tomando o primeiro gole, do mesmo.
Conib reage a nota do Itamaraty que critica Israel e poupa Hamas.
A Confederação Israelita do Brasil vem a público manifestar sua indignação com a nota divulgada nesta quarta-feira pelo nosso Ministério das Relações Exteriores, na qual se evidencia a abordagem unilateral do conflito na Faixa de Gaza, ao criticar Israel e ignorar as ações do grupo terrorista Hamas.
Representante da comunidade judaica brasileira, a Conib compartilha da preocupação do povo brasileiro e expressa profunda dor pelas mortes nos dois lados do conflito. Assim como o Itamaraty, esperamos um cessar-fogo imediato.
No entanto, a lamentável nota divulgada pela chancelaria exime o grupo terrorista Hamas de responsabilidade no cenário atual. Não há uma palavra sequer sobre os milhares de foguetes lançados contra solo israelense ou as seguidas negativas do Hamas em aceitar um cessar-fogo.
Ignorar a responsabilidade do Hamas pode ser entendido como um endosso à política de escudos humanos, claramente implementada pelo grupo terrorista e que constitui num flagrante crime de guerra, previsto em leis internacionais.
Fatos inquestionáveis demonstram os inúmeros crimes cometidos pelo Hamas, como utilização de escolas da ONU para armazenar foguetes, colocação de base de lançamentos de foguetes em áreas densamente povoadas e ao lado de hospitais e mesquitas.
Também exortamos o governo brasileiro a pressionar o Hamas para que se desarme e permita a normalização do cenário político palestino. Lamentamos ainda o silêncio do Itamaraty em relação à política do Hamas de construir túneis clandestinos, em vez de canalizar recursos para investir em educação, saúde e bem-estar da população na Faixa de Gaza.
A Conib também lamenta que, com uma abordagem que poupa de críticas um grupo que oprime a população de Gaza e persegue diversas minorias, o Brasil mine sua legítima aspiração de se credenciar como mediador no complexo conflito do Oriente Médio.
Uma nota como a divulgada nesta quarta-feira só faz aumentar a desconfiança com que importantes setores da sociedade israelense, de diversos campos políticos e ideológicos, enxergam a política externa brasileira.
Obrigado pela leitura!
Pesquisa, Tradição e edição: Rakel Mastrandea Eretyz e Vital Ben Waisermman.
Maringá, 25/07/2014 . Jerusalém, 27 tammuz de 5774.



Texto publicado ‘ípsis litteris’ por Narcisus Primus .:.





DIPLOMACIA



Brasil não busca 'relevância' de Israel


Yigal Palmor colocou mais lenha da fogueira ao afirmar que "desproporcional" é perder de 7 a 1, em referência ao jogo entre Brasil e Alemanha


O assessor para Assuntos Internacionais da presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil "não busca a 'relevância' que a chancelaria israelense tem ganhado nos últimos anos". Em artigo para o "Opera Mundi", Marco Aurélio Garcia rebateu a declaração do porta-voz da chancelaria israelense, Yigal Palmor, de que o Brasil seria "irrelevante politicamente". Para Marco Aurélio, o Brasil busca "menos ainda a 'relevância' militar que está sendo exibida vis-à-vis populações indefesas". 

Sr. Marco Aurélio Garcia - Divulgação
Na quarta, o Itamaraty divulgou uma nota condenando Israel pelo número elevado de mortes de civis no conflito na faixa de Gaza, sem fazer menção ao Hamas, o que provocou a declaração de Palmor e uma nota de condenação do Ministério das Relações Exteriores de Israel.
"Como temos posições claras sobre a situação do Oriente Médio -reconhecimento do direito de Israel e Palestina a viverem em paz e segurança- temos sido igualmente claros na condenação de toda ação terrorista, parta ela de grupos fundamentalistas ou de organizações estatais", diz Marco Aurélio.
O assessor diz também que os palestinos vivem em situação de "virtual apartheid" e que o conflito entre Hamas e Israel é de "alcance global" porque "ameaça à paz mundial".
Marco Aurélio Garcia disse ser "preocupante que os acontecimentos atuais na Palestina sirvam de estímulo para intoleráveis manifestações antissemitas, como têm ocorrido em algumas partes, felizmente não aqui no Brasil". Ele relembra ainda o Holocausto e diz que "antissemitismo não pode ser um álibi que justifique o massacre atual na faixa de Gaza". 

COMENTÁRIOS


O assessor da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, minimizou as declarações de porta-voz de Israel, que qualificou o Brasil como "um anão diplomático" e lembrou o desempenho da seleção na Copa do Mundo.
Em entrevista ao Jornal Nacional, Yigal Palmor afirmou que "desproporcional" é perder de 7 a 1, em referência ao jogo entre Brasil e Alemanha. A mesma palavra havia sido utilizada em nota do Itamaraty sobre o uso da força por Israel contra palestinos.
Questionado ontem sobre as declarações do porta-voz, Marco Aurélio Garcia afirmou a jornalistas que não iria comentar. "Ele é um sub do sub do sub do sub", disse. Perguntado se as declarações foram deselegantes, respondeu: "Não sou especialista em elegância".
Ainda na quinta, o chanceler Luiz Alberto Figueiredo buscou acalmar os ânimos. "Nós jamais contestamos o direito de Israel de se defender, o que contestamos é a desproporcionalidade", afirmou.
O impasse teve início após o Itamaraty divulgar nota apontando como "inaceitável a escalada de violência entre Israel e Palestina". Não há menção a ataques palestinos, ao contrário de manifestações anteriores. 
Fonte:Folhapress – Brasil – Revisto por Narcisi Primus .:.



INGLATERRA CULPA RÚSSIA POR QUEDA DE AVIÃO


A Grã-Bretanha, governada por David Cameron, acusou a Rússia de ter feito afirmações falsas sobre o avião malaio que foi derrubado no leste da Ucrânia, e disse que era "muito provável" que a aeronave tenha sido derrubada por um míssil fornecido pelos russos disparado por rebeldes da área separatista apoiados pela Rússia


LONDRES (Reuters) - A Grã-Bretanha acusou a Rússia de ter feito afirmações falsas sobre o avião malaio que foi derrubado no leste da Ucrânia, e disse que era "muito provável" que a aeronave tenha sido derrubada por um míssil fornecido pelos russos disparado por rebeldes da área separatista apoiados pela Rússia.

Divulgação
O departamento de Relações Exteriores disse em comunicado que a Rússia emitiu uma sucessão de afirmações contraditórias sobre o incidente, que matou todas as 298 pessoas a bordo do avião, incluindo 10 britânicos. 
Os britânicos também têm informações que sugerem que os separatistas planejavam espalhar partes de outros aviões no local para confundir os investigadores, segundo o comunicado. 
O comunicado veio depois que o embaixador russo na Inglaterra, Alexander Yakovenko, disse a jornalistas na quinta-feira que as alegações de que a Rússia estaria envolvida no caso "não se sustentavam". 
O comunicado emitido pela diplomacia britânica com o título "mitos russos sobre o MH17" desacredita as afirmações do Kremlin, que diz apenas auxiliar os separatistas com assistência humanitária e que as evidências sobre o contrário não têm credibilidade. 
"Dado o crescente número de evidências, sem informações relevantes que provem o contrário, acreditamos que é muito provável que o voo MH17 tenha sido derrubado pelo sistema de mísseis russo SA-11, operado a partir de uma área separatista apoiada pelos russos no leste da Ucrânia", diz o comunicado. 
"A Rússia fez afirmações contraditórias, mutualmente excludentes, que culpam a Ucrânia pelo ataque, mas eles não estão baseados em fatos", acrescenta o documento. "A Rússia não disponibilizou evidências para sustentar suas afirmações'.
Fontes: 247 com Reuters – Revisto por Narcisi Primus .:. 


ALINHADA AO ASSASSINO, VEJA CONDENA 

ITAMARATY



Capa da revista semanal que adota posições cada vez mais extremistas aponta "apagão na diplomacia" e "falência moral da política externa de Dilma"; com seu radicalismo, revista da família Civita sai em defesa do carniceiro Benjamin Netanyahu, que foi responsável pela morte de mais de 800 pessoas nos últimos vinte dias e capaz de bombardear até um hospital e uma escola das Nações Unidas, despertando uma onda global de indignação; nem mesmo nos Estados Unidos, o apoio a um criminoso de guerra é feito com tanto desassombro; em sua reportagem, Veja concorda com o porta-voz Yigal Palmor e aponta o que seriam supostos sinais de "nanismo" do Brasil; entre eles, até um elogio de Barack Obama a Lula

            247 - Responsável pelo primeiro voto, em 1947, pela criação de Israel, o Brasil sempre foi um aliado da causa judaica. No entanto, a política externa do Itamaraty também sempre foi pautada pela defesa
Divulgação
dos direitos humanos.
Foi exatamente neste contexto que o chanceler Luiz Alberto Figueiredo divulgou uma nota em que condenava "energicamente" a ação desproporcional de Israel no conflito da Palestina, que, em menos de vinte dias, matou mais de 800 pessoas.
Neste período, o governo do chanceler Benjamin Netanyahu assassinou mulheres, crianças e foi capaz até de bombardear um hospital e uma escola da Organização das Nações Unidas, levando o secretário Ban-Ki-Moon a se dizer "estarrecido".De acordo com as Nações Unidas, Netanyahu deve ser investigado por "crimes de guerra" e até mesmo o maior aliado de Israel, o governo dos Estados Unidos, tem se mostrado desconfortável com o banho de sangue. Ontem, o secretário de Estado, John Kerry, pediu uma trégua que impedisse a continuidade da matança.
Colagem Oficina da Casa - Divulgação

No entanto, Netanyahu tem, a seu lado, a família Civita, que edita a revista Veja, cuja capa desta semana se dedica a apontar o que seria o "apagão na diplomacia" e a "falência moral da política externa do governo Dilma". Internamente, a revista aponta o que seriam sinais de "nanismo" do Itamaraty. Um desses, curiosamente, seria até a declaração do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, numa reunião do G-20, quando chamou o ex-presidente Lula de "o cara". Ou seja: na lógica de Veja, um elogio de Obama no G-20, organismo que deve muito ao Brasil, diminuiria o País.
Com a capa desta semana, Veja se coloca à extrema direita e se isola até de mesmo seus leitores. Responsável pela formulação da política externa do candidato Aécio Neves (PSDB-MG), o embaixador Rubens Barbosa concordou com a posição adotada pelo Itamaraty. Neste sábado, a jornalista Mônica Bergamo também informa que o presidente da Confederação Israelita Brasileira, Claudio Lottenberg, se disse indignado com a grosseria do porta-voz Yigal Palmor, que chamou o Brasil de "anão diplomático". Em editorial, o jornal Estado de S. Paulo condenou o que chamou de "baixaria israelense".
Veja, assim, se isola, assim como o carniceiro Benjamin Netanyahu. Os dois, na verdade, se merecem.

Fonte: 247


Agronegócio


China deve importar mais soja na próxima temporada


     De acordo com pesquisa feita pela agência internacional de notícias Bloomberg, a China deverá aumentar em 7% suas importações de soja na próxima temporada, que começa no próximo dia 1º de Outubro. A expansão das compras externas do gigante asiático se deve ao aquecimento do setor de rações no país, que segue em franco crescimento.

Divulgação

        Segundo a Bloomberg, o volume para 2014/2015 poderia chegar a 73 milhões de toneladas. O estudo destaca a recente queda livre nos preços da oleaginosa, que favoreceu as margens de processamento na China. Com isso, o setor foi às compras: apenas na última semana os asiáticos adquiram 2,12 milhões de toneladas da safra 2013/14 dos EUA.

Fonte: Agrolink - Bloomberg



China impõe nova regra para importação de 

DDG de milho dos EUA, dizem associações


CHICAGO (Reuters) - A Autoridade de Inspeções de Importações da China (Aqsiq, na sigla original) está exigindo que destilarias dos Estados Unidos certifiquem seus grãos secos (DDG, na sigla em inglês) como livres da variedade transgênica MIR 162, disse o Conselho de Grãos dos EUA, uma associação de exportadores, em uma carta à qual a Reuters teve acesso.


A nova exigência tem vigência imediata, disse o documento, que foi enviado à Reuters por e-mail, por uma fonte do mercado.
Todos os carregamentos de DDG que foram embarcados a partir de 24 de julho que não tenham a certificação serão rejeitados, disse Associação de Exportadores de Grãos da América do Norte (Naega, na sigla em inglês), em uma nota a membros, repassada à Reuters por outra fonte do mercado.
O Conselho de Grãos dos EUA (USGC) acrescentou que terá que "parar de atuar como agente para empresas de etanol dos EUA para submeter documentação de registro" junto ao Ministério da Agricultura da China. A mudança é um resultado na nova exigência chinesa e de novas regulamentações sobre o registro de usinas de etanol que pretendam exportar DDG.
Nem o USGC nem a Naega estavam imediatamente disponível para comentar.
Os grãos secos de destilaria são um subproduto do esmagamento e refino de etanol de milho.
A China parou de emitir autorizações de importação de DDG dos EUA em junho, em meio a preocupações de que ele contenha a variedade MIR 162.
A variedade, que foi desenvolvida pela Syngenta, não foi aprovada para importação pelas autoridades chinesas.

Fonte: Agrolink com Reuters – Revisado por Narcisi Primus .:.


Israel e Hamas iniciam cessar fogo 

humanitário de 12 horas na Faixa de Gaza


Comunidade internacional tenta convencer ambos a aceitarem uma trégua humanitária

                                                          
Israel e Hamas respeitam desde a manhã deste sábado (26) um cessar-fogo de pelo menos 12 horas, enquanto a comunidade internacional tenta convencer ambos a aceitarem uma trégua humanitária de uma semana.
Hassan - Líder do Hamas
A suspensão das hostilidades por razões humanitárias entrou em vigor às 8h locais (2h de Brasília) de hoje após uma noite de intensos bombardeios e combates no território palestino.
Para tentar acertar os últimos detalhes de um possível acordo, está previsto que hoje se reúnam em Paris o secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, e seus colegas de França, Alemanha, Reino Unido, Qatar, Turquia e União Europeia, entre outros mediadores, informou uma fonte diplomática francesa.
Horas antes, o gabinete de Segurança israelense tinha recusado a possibilidade de um cessar-fogo humanitário ao rejeitar a proposta de trégua apresentada no Cairo, a capital do Egito.
Há dois dias, o Hamas deu mostras de que poderia concordar com um cessar-fogo por razões humanitárias, sempre e quando forem aceitas suas duas principais reivindicações. A primeira e mais importante: o fim do bloqueio econômico e do cerco militar que Israel impõe à Faixa de Gaza.
Presidentes e Ditadores considerados criminosos de guerra - Divulgação
Além disso, o movimento islamita exige que a passagem de Rafah, que o Egito mantém fechada há um ano, seja reaberta.
Por outro lado, o governo israelense quer o desarmamento do citado movimento, uma condição que o líder do Hamas, Khaled Meshaal, disse que não cumprirá enquanto o Estado judeu continuar armado.
John Kerry chegou nesta semana à região com o mandato expresso do presidente Barack Obama de conseguir interromper uma ofensiva que começou no dia 8 de julho e que, desde então, já causou a morte de quase 900 palestinos.
Desse número, cerca de 600 morreram desde que o Exército israelense iniciou uma incursão por terra há apenas uma semana, na qual também morreram 35 soldados, dois deles anunciados oficialmente nas últimas horas.

Fonte: EFE

Mercado Aberto - Brasil


O mercado fechou em baixa, hoje, sexta-feira, 25/07/2014.
Estas são as posições às 17h30, hora de Brasília:

Futuro*25/07/2014
Oscilação
Preço
IBOVESPA
-0,4378%
57990
DÓLAR
0,2021%
2231,5
FRC
0,0000%
0,34
DI1
-0,1854%
10,77
CAFÉ
0,2320%
216
A
BOI
0,2413%
124,65
ETANOL
ND
ND
MILHO
0,0000%
23,15
A
SOJA
-0,3333%
29,9
S&P 500
-0,3286%
1971,5
OC1
ND
ND
A Vista*25/07/2014

Oscilação
Preço
OURO
1,0893%
92,80




Veja a evolução do Índice ao longo do dia na BMF&BOVESPA:


Ibovespa:



US$:



Café:  Cotação em US$ por saca de 60 quilos



Boi: Cotação em R$(Real) a arroba (15 quilos)



Etanol: Não declarado. Última cotação em R$(Real) o metro cúbico.



Milho: Cotação em R$(Real) a saca de 60 quilos.



Soja: Cotação em US$ a saca de 60 quilos.



Ouro: Cotação em R$(Real) por grama.




Obama: estrela decadente?


Divulgação
Obama ultrapassa Bush em número das pessoas descontentes com sua política

De acordo com uma recente sondagem realizada por iniciativa da emissora CNN, o número de residentes dos Estados Unidos que apoiam a ideia de impugnação de Barack Obama excede o número de insatisfeitos com a política de George W. Bush, no momento em que ele era chefe de Estado.

De acordo com a pesquisa realizada entre 18 e 20 de julho, 33% dos norte-americanos acreditam que Barack Obama deve ser afastado do cargo. Enquanto, 3 anos antes do término do mandato do seu antecessor, George W. Bush, esse número não excedia os 30%.
As conversas sobre o impeachment de Barack Obama começaram este verão, após vários membros do Partido Republicano terem criticado duramente a política do presidente. Fonte: Rádio A Voz da Rússia


Brasil e Itamaraty são atacados ao criticar ofensiva 

de Israel


A nota emitida pela Chancelaria do Brasil nesta quarta-feira (23) sobre a situação na Faixa de Gaza foi respondida de forma raivosa e ofensiva pelo governo de Israel e setores virulentos no próprio Brasil. Em coluna na Veja, Reinaldo Azevedo usa a reação do governo ao massacre dos palestinos para atacá-lo de forma oportunista e manipuladora, enquanto a Confederação Israelita do Brasil (CONIB) volta a atuar como agência da liderança sionista por trás dos crimes de guerra israelenses.

Colagem Oficina da Casa - Divulgação
 Em declaração divulgada em sua página, a CONIB, que alega representar a comunidade judaica no Brasil, faz a acusação leviana contra o governo brasileiro de “endossar a política de [usar civis como] escudos humanos”, o principal pretexto do governo israelense para se eximir da responsabilidade pelas mortes de centenas de civis e crianças, entre as quase 800 vítimas fatais da ofensiva contra a Faixa de Gaza. 

De acordo com organizações internacionais no local, 80% dos palestinos mortos nos 16 dias de bombardeios lançados pelas forças israelenses por ar, terra e mar são civis e cerca de 200 são crianças. Ainda assim, o governo israelense e seus porta-vozes, como a CONIB e Azevedo – que intitulou o artigo em sua coluna na revista Veja, nesta quarta, de “Ação do governo Dilma contra Israel: Só antiamericanismo ou também antissemitismo?” – insistem em justificar o massacre dos palestinos. 
Apenas nos últimos cinco anos os palestinos de Gaza – já enfrentando repetidas emergências humanitárias devido ao bloqueio israelense – foram submetidos às “operações militares” de Israel três vezes, com mais de duas mil mortes como consequência e inúmeras denúncias de crimes de guerra ainda não respondidas, uma vez que os defensores desta política agressiva preocupam-se mais com eximir os responsáveis. 

Manifestações massivas em todo o mundo têm rechaçado a nova ofensiva israelense, que se enquadra em um contexto mais amplo de ocupação, opressão e massacres repetidos pela história, enquanto qualquer ação de resistência por parte dos palestinos é taxada de “terrorista”. O seu direito à "autodefesa", para os defensores da agressão israelense, não existe.


Colagem Oficina da Casa - Divulgação
 Comunidades judaicas de diversos países e também vários grupos organizados em Israel somam-se diariamente às vozes contrárias à violência e à ocupação, afirmando não serem representados pela política colonialista, racista, extremista e ultranacionalista levada a cabo pelas lideranças israelenses, que contam com apoio direto dos Estados Unidos, cujos líderes possuem seu próprio histórico de crimes de guerra.
O Brasil enfatiza frequentemente a sua posição pelo diálogo e pela diplomacia para encerrar definitivamente o ciclo de violência e a ocupação ilegal da Palestina. Ainda assim, o porta-voz do governo israelense, Yigal Palmor, disse ao jornal The Jerusalém Post que a nota “demonstra” porque o Brasil “continua a ser um anão diplomático”, ainda que o país seja um dos únicos com relações diplomáticas estabelecidas com todas as nações do mundo e integre um grupo que tem mudado as perspectivas sobre o sistema internacional. 

Azevedo adotou a mesma postura do porta-voz israelense, insultando o Itamaraty e o chanceler Luiz Alberto Figueiredo pela breve nota emitida na quarta, classificando-a de “intelectualmente delinquente”. O colunista da Veja escolhe fechar os olhos para as violações do Direito Internacional Humanitário e usar o posicionamento do governo brasileiro a respeito para cumprir a agenda política do meio para o qual escreve, a qualquer custo. 

Enquanto movimentos sociais e indivíduos de todos os cantos do globo levantam-se contra a opressão do povo palestino, a Conib e vozes cínicas e oportunistas como a de Reinaldo Azevedo aproveitam-se da situação para atacar a posição do governo, que conta com o apoio dos brasileiros na condenação ao contínuo massacre dos palestinos. 
Fonte: Vermelho.org


Brasil convoca embaixador e Israel se diz 

“decepcionado” com a medida


O Ministério brasileiro de Relações Exteriores (Itamaraty) divulgou nota, nesta quarta-feira (23), informando a chamada ao embaixador do Brasil em Israel para consultas, em Brasília. O texto condena a escalada da violência que, em quase três semanas, já resultou em 660 mortes entre os palestinos, com “elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças”. A Chancelaria israelense reagiu, nesta quinta (24), alegando que a medida “dá vantagem ao terrorismo”.



Colagem Oficina da Casa
 “O governo brasileiro reitera seu chamado a um imediato cessar-fogo entre as partes”, afirma a nota do Itamaraty, que informa ainda o voto favorável do Brasil, enquanto membro do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, pela criação de uma comissão de investigação das denúncias de crimes de guerra. 

A resolução, esboçada pelos representantes palestinos na reunião, foi aprovada por 29 votos favoráveis entre os 47 membros do Conselho. Os Estados Unidos apresentaram o único voto negativo, na sequência das posições declaradamente favoráveis à ofensiva israelense contra a Faixa de Gaza palestina e da aliança sustentada com o governo agressor de Israel. As potências europeias, por sua vez, abstiveram-se.
O chanceler israelense Avigdor Lieberman, citado pelo jornal Jerusalem Post, acusou o conselho de ter se “tornado há muito um conselho de direitos de terroristas” – mencionando Cuba e Venezuela – e também de antissemitismo, reação usual contra qualquer crítica às políticas racistas e agressoras do governo. Lieberman defendeu repetidamente que a ofensiva só deve terminar quando o exército de Israel retomar o controle da Faixa de Gaza, de onde milhares de colonos israelenses foram retirados em 2005, embora a medida tenha sido sucedida pelo bloqueio completo do território litorâneo.

O Ministério israelense das Relações Exteriores também emitiu nota através da sua página oficial, nesta quinta-feira (24), afirmando “decepção” com a decisão brasileira, que “não contribui para promover a calma e a estabilidade”, mas “oferece vantagem ao terrorismo”. No dia anterior, o Equador também havia decidido convocar o seu embaixador em Israel.


Ofensiva contra os palestinos


Nos 16 dias desde que a operação “Margem Protetora” foi lançada contra Gaza, mais de 660 palestinos já foram mortos, principalmente civis e cerca de 180 crianças, de acordo com a ONU, em episódios brutais e de flagrante violação do direito internacional humanitário, que pretende proteger a população civil em tempos de conflito armado.

Ainda assim, é importante enfatizar o caráter unidirecional da agressão contra um território sitiado há sete anos por Israel, o que resulta em constante emergência humanitária, enquanto a reação às ofensivas, inclusive através da resistência armada, é deslegitimada como “atos terroristas”.

Em carta aos principais órgãos da ONU (Conselho de Segurança, Assembleia Geral e Secretaria Geral), o embaixador do Estado da Palestina, Ryiad Mansour, apelou, ainda na quarta-feira, por medidas concretas relativas às denúncias reiteradas sobre crimes de guerra perpetrados pelas forças israelenses.
A carta, divulgada pela Organização para a Libertação da Palestina (OLP), é a 510ª enviada à ONU desde 2000, instando a comunidade internacional a cumprir seu compromisso de proteção dos direitos dos palestinos. O texto reitera o apelo:

“Ainda que a comunidade internacional tenha instado Israel repetidamente a encerrar esta agressão sangrenta contra o povo palestino, Israel, como em tantas outras vezes antes, escolhe deliberadamente ignorar esses apelos e continua, ao invés disso, a sua campanha de devastação e destruição contra a Faixa de Gaza e a sua população civil.
A comunidade internacional precisa continuar a exigir que a potência ocupante encerre imediatamente essa agressão, sua grave punição coletiva e todos os outros crimes e violações que está perpetrando contra o povo palestino em todo o Estado ocupado da Palestina, inclusive em Jerusalém Oriental.”

Fonte: Vermelho.org - Itamaraty e da OLP



El País: tensões geopolíticas dificultam a 

recuperação econômica global


Espanha surpreende na recuperação, mas o resto da Europa está refém de conflitos


O jornal espanhol El País publicou uma reportagem nesta quinta-feira (25), falando sobre a lenta recuperação da economia mundial. “mergulhada no caminho da recuperação, não pode respirar fácil”.
Tanto a espiral de violência no Oriente Médio quanto as tensões na Ucrânia ameaçam ainda mais as perspectivas de crescimento global. As expectativas de crescimento caíram de 3,7% para 3,4% desde abril de 2014.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou um relatório nesta quinta (25), na Cidade do México, e pinta um cenário caracterizado pela fadiga das grandes potências econômicas, especialmente as da zona do euro. Eles ainda ressaltam que "nenhuma força robusta é observada nas economias avançadas" e o jornal completa, lembrado que, além disso, os principais mercados emergentes são ponderados por restrições financeiras.
“Em meio a esta mediocridade”, continua o jornal, “o FMI destaca a atividade ‘inesperadamente favorável’ no Japão, Alemanha, Reino Unido e Espanha. Este último, cujas previsões estão avançando constantemente aumentando”. Com um crescimento de 1,2% em 2014 e 1,6% em 2015, a Espanha está acima da média da área do euro (1,1% e 1,5%, respectivamente), após anos de recessão.
Mas a evolução positiva destas quatro potências representa um ambiente relativamente fraco e, portanto, sujeito a riscos. A primeira é o conflito longo, nunca terminando no Iraque. Piorou nos últimos meses pelo avanço jihadista, o que causa um "forte rali" dos preços do petróleo, segundo o relatório do FMI. Um aumento que já foi sentido este ano e lembrou os importadores de petróleo, como a Europa, os perigos da sua dependência energética.
 O segundo fator desestabilizador vem da Ucrânia, um corredor profundamente marcado, mais uma vez, pelo jogo de energia. A crise, na qual a Rússia está mergulhada, diminuiu as demandas internas.  Assim, de um aumento de 3,4% do PIB, em 2012, passa para um crescimento de apenas 0,2% este ano, demonstrando as pressões que Vladmir Putin pode começar a sofrer. 

A outra grande recorte em previsões corresponde para os EUA, mas aqui o problema é outro. O FMI observa que a dureza do inverno, contrariando a grande demanda, fez as exportações caírem. O resultado é um aumento do PIB de apenas 1,7% neste ano (dois décimos a menos que em 2013). O banco central, no entanto, aponta para uma melhoria gradual, podendo voltar até 3% em 2015

Fonte: JB –Brasil



Calote no Mercado



Decisão de juiz dos EUA é impossível de cumprir, 

diz ministro argentino



Kicillof falou na abertura do Conselho de Administração do Banco del Sur

Prazo para negociar dívida termina no dia 30 de julho



A decisão do juiz norte-americano Thomas Griesa para que os credores de bônus argentinos sejam pagos em sua totalidade "é impossível de cumprir", disse nesta sexta-feira (25) o ministro da Economia da Argentina, Axel Kicillof.

"A Argentina quer negociar, a Argentina está disposta a negociar em condições justas", ressaltou o ministro na abertura do Conselho de Administração do Banco del Sur, que acontece em Buenos Aires.
O governo argentino insistiu nesta sexta-feira que a falta de um acordo com os credores deve-se à negligência dos chamados "holdouts", os fundos detentores de títulos que se recusaram a participar da reestruturação da dívida argentina, e do juiz do processo, que buscam "pulverizar" as reestruturações realizadas pelo país em 2005 e 2010.


Risco de calote


Argentina está à beira de um novo calote por uma série de decisões de tribunais dos Estados Unidos, que forçaram o país a negociar com investidores que não aceitaram participar das restruturações da dívida após a crise de 2002.
O governo da presidente Cristina Kirchner tem até 30 de julho para encontrar uma saída para o impasse que poderá levar o país a um novo calote, 12 anos depois da moratória de 2001.
No dia 27 de junho, Griesa emitiu uma decisão que impediu a Argentina de depositar em bancos de Nova York a parte devida aos credores que aceitaram a renegociação da dívida. Griesa determinou que o país deve pagar simultaneamente suas obrigações com o NML Capital e outros fundos especulativos pelo valor total de US$ 1,33 bilhão.
Caso não consiga o desbloqueio dos valores depositados no Bank of New York Mellon (BoNY) antes do vencimento do prazo de carência em 30 de julho, o país pode entrar em moratória técnica, que pode trazer graves consequências para a economia argentina.
Os fundos em questão, que Buenos Aires chama de "abutres", compraram os títulos já em default e depois cobraram na justiça 100% do valor mais os juros atrasados, rejeitando as renegociações das dívidas efetuadas em 2005 e 2010 com remunerações de até 70% sobre o valor nominal e que contaram com a aceitação de 92,4% dos credores.
"A moratória é o pior. Não quero isso. O povo que sofrerá as consequências', disse Griesa às partes.

Fonte: GB texto revisto por Narcisi Primus .:.




China aprende a rechaçar ameaças de mísseis




A China pode ter testado meios de derrube de mísseis de médio e curto alcance. Trata-se do desenvolvimento de sistemas de defesa antiaérea comum com a possibilidade de derrubar ogivas de mísseis táticos. 
Colagem Oficina da Casa - Divulgação
Semelhantes suposições foram avançadas por peritos russos ao comentarem a informação da China sobre o teste bem-sucedido de tecnologia antiaérea instalada em terra. Ele foi realizado a 23 de julho. Não foram colocadas tarefas de neutralização da ameaça de mísseis balísticos nos testes, porque a China não tem semelhantes tecnologias, consideram os peritos.
Trata-se do terceiro teste de sistemas terrestres de defesa antiaérea realizado pela China desde 2010. Ele consistiu na testagem de elementos da defesa antiaérea militar, considera Pavel Zolotarev, major-geral na reserva:
“Aqui é bem provável que podiam ter sido empregues soluções técnicas não só copiadas da Rússia. Para a China, claro que a defesa dos mísseis de médio e curto alcance é mais atual do que a dos estratégicos e por esta razão.
Os EUA colocam a tarefa de projeção da força na Ásia com base, antes de tudo, das ações dos seus grupos de porta-aviões ofensivos. Por um lado, a China aumenta o seu potencial em mísseis para ações contra esses grupos, o que causa particular apreensão dos EUA e estimula o desenvolvimento da defesa antiaérea regional com a participação do Japão. Por outro lado, a China aperfeiçoa simetricamente as suas possibilidades de rechaçar as ameaças dos mísseis dos EUA instalados no mar”.
Konstantin Sivkov, doutor em ciências militares, capitão, considera que a China testou tecnologia de neutralização de mísseis táticos, no melhor dos casos, tático-operativos:
“A China não pode resolver a tarefa da luta contra os mísseis balísticos de nível estratégico que têm um raio de alcance de vários milhares de quilómetros. A velocidade de voo das suas ogivas é de 3-5 quilómetros por segundo. O sistema chinês de defesa antimíssil não funciona a velocidades dessas. Dois quilómetros por segundo é a velocidade a que ele pode derrubar mísseis.
São precisamente os mísseis de raio de ação operativo-tática. A sua capacidade de tiro é pequena: até 300 quilómetros. Nesses parâmetros, a China é capaz de neutralizar tanto mísseis americanos, como indianos. Noutros diapasões, não pode. Ou seja, o sistema de defesa antimíssil da China orienta-se para a defesa de alvos concretos de um ataque de mísseis”.
O Pentágono instala elementos do sistema de defesa antiaéreo asiático nas suas bases no Japão, Coreia do Sul, Austrália, oceano Pacífico. Em resposta, a Rússia e a China aumentam as consultas nesta esfera. Em que áreas será possível a coordenação de esforços? Opinião de Pavel Zolorarev:
“Antes de tudo, talvez no sentido da informação. A Rússia tem sistemas modernos de prevenção de ataques de mísseis. Ela desenvolve radares modernos: nos arredores de Armavir, em Kaliningrado, instala-os no Extremo Oriente. Quando existe indefinição ligada aos testes de mísseis pela Coreia do Norte, além de todos os restantes fatores, a troca de informação e a cooperação nesta esfera são úteis para a Rússia e China”.
A testagem pela China do seu sistema de defesa antimíssil decorreu tendo como pano de fundas declarações sobre a possível instalação de sistemas americanos de defesa antimíssil THAAD no território da Coreia do Sul. Em Moscou, isso foi recebido com apreensão e apelaram a Seul que pensasse “cuidadosamente” antes de dar esse passo. Sem dúvida que ele irá influir de forma negativa na situação estratégica na região e é capaz de provocar uma nova espiral de corrida aos armamentos no Nordeste da Ásia.
Fonte: A Voz da Rússia



NYT comenta por que o Banco BRICS foi visto como necessário


A questão é como as diferenças entre os membros vão influenciar na atuação da instituição


O jornal americano The New York Times publicou reportagem na última quarta-feira (23), comentando a criação Banco de Desenvolvimento do BRICS. Eles dizem que o grupo “anunciou a criação do Banco de Desenvolvimento, destinado a desafiar a ordem econômica liderada pelos Estados Unidos e que os EUA e a Europa devem, tomar nota de que essas nações estão determinadas a não serem constrangidas por instituições ocidentais que não conseguem acomodar as suas ambições”.
            “As frustrações de este bloco cinco países são compreensíveis, embora um pouco divergentes”, analisa a publicação. O Brasil e a Índia culpam a crise financeira de 2008 de minar o crescimento econômico.

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A África do Sul e a Índia precisam da capital para o desenvolvimento de infraestrutura, de preferência sem as condições impostas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) ou do Banco Mundial. Já a China, cuja economia deve superar a dos Estados Unidos em breve e “não vejo porque sua moeda não deveria substituir o dólar americano em uma boa parte das transações totais”, comenta o jornal.
A Rússia, expulso do Grupo dos 8, que enfrentar sanções econômicas ocidentais após sua anexação da Criméia e apoio para os rebeldes na Ucrânia, está trabalhando para construir relacionamentos mais estreitos com a China e o resto dos seus companheiros dos BRICS.
Os países do BRICS abrigam 40% da população mundial e são responsáveis por 20% da produção econômica global. Ainda assim, mas apenas os americanos e os europeus lideram o FMI e o Banco Mundial. O Congresso dos Estados Unidos contribuiu para a frustração por se recusar a aprovar legislação para transferir mais poder de voto aos países em desenvolvimento.
A China representa 70% do produto nacional bruto coletivo dos BRICS. Um Banco de Desenvolvimento da China já existe, e o país está criando seu próprio Banco Asiático de Desenvolvimento. O Banco de Desenvolvimento dos BRICS será baseado em Xangai.
A Índia vai assumir a presidência do banco pelos primeiros seis anos e, seguido dela, o Brasil e a Rússia se revezando. “Mas como isso vai contrabalançar a influência econômica da China está longe de ser claro”, comenta o jornal.
As nações do BRICS têm sistemas políticos bem diferentes. Rússia e China, por exemplo, são regimes autoritários; Índia e Brasil são democracias. Alguns deles podem estar mais dispostos do que outros a observar as normas internacionais sobre, por exemplo, os direitos humanos, e alguns podem ser mais inclinados a condicionar os investimentos em proteção ambiental. Vai ser interessante ver como as diferenças se desenvolvem nas operações do banco. 
Fonte: JB – Brasil – Texto revisto e corrigido por Narcisi Primus .:.



Infanticídio


A ONU está a tomar alguma providência com relação à invasão por ar e por terra do exército israelense em Gaza?
As crianças estão sendo mortas por uma causa que não é delas.


Anão diplomático?


Melhor sê-lo do que a um infanticida.


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