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FMI volta a reduzir previsão de crescimento para os EUA
O Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou a reduzir, nesta quarta-feira, sua previsão de crescimento para os Estados Unidos, devido à contração da maior economia do mundo no começo do ano.
| Colagem Oficina da Casa - Divulgação |
O Produto Interno Bruto dos EUA deveria crescer
cerca de 1,7% em 2014, o que caracteriza desaceleração em comparação a 2013
(1,9%) e uma nova queda em relação às previsões do organismo para meados de
junho (2%) e abril (2,8%), informou o Fundo.
"Um inverno excepcionalmente duro se juntou
a outros fatores, incluindo uma correção de inventários, um mercado imobiliário
que ainda tem problemas e uma reduzida demanda externa para gerar uma contração
de 2,9% no primeiro trimestre, indicou o organismo, com sede em Washington.
Embora a economia esteja em vias de se recuperar
no resto do ano, a taxas bem acima do potencial de crescimento, de 3,0 a 3,5%,
não será possível compensar o mau começo, com a maior contração em cinco anos,
informou o Fundo.
"Isso significa que o crescimento total para
este ano será de decepcionante 1,7%", ressaltou o Fundo em seu informe
anual sobre a economia americana.
O FMI, contudo, parece mais otimista para 2015,
quando o crescimento da economia americana deve chegar aos níveis mais altos em
dez anos (3%).
Para o ano que vem, o organismo espera um forte
aumento do consumo, dos investimentos em moradia, assim como facilidades nas
condições financeiras.
O Fundo alertou, contudo, que existem riscos
nesse cenário, como uma desaceleração do crescimento nos mercados emergentes,
uma alta nos preços do petróleo - gerada pelos conflitos na Ucrânia e Oriente
Médio - e uma elevação das taxas de juros.
Fonte: AFP
Caixas Pretas do voo MH17 estão intatas, mas podem não apontar culpados
Estados Unidos e Ucrânia juntam provas
circunstanciais, mas os entraves ao início das investigações e o facto de ambos
os lados do conflito terem sistemas de mísseis Buk podem deixar a principal
pergunta sem resposta.
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| Caixas Pretas Do Voo MH 17 |
Ao
fim de seis dias em que nenhum perito independente foi autorizado a analisar
com o tempo necessário os destroços do Boeing 777, a investigação arrancou
finalmente na quarta-feira, com a chegada das duas caixas negras ao Reino
Unido, onde estão a ser analisadas pelo organismo do Ministério dos Transportes
que investiga as causas de desastres aéreos, o British Air Accidents
Investigation Branch.
O primeiro receio
foi afastado na tarde desta quarta-feira, quando os especialistas holandeses
que lideram a investigação ao desastre afastaram a hipótese de as caixas negras
terem sido alteradas.
As informações
registadas nas caixas negras – na verdade, duas caixas cor-de-laranja, uma que
regista os dados do voo e outra que guarda as conversas e outros sons no cockpit do avião – vão ser conhecidas nos
próximos dias, mas vários especialistas duvidam que possam dar uma resposta
cabal à pergunta que todos fazem: quem abateu o avião?
As investigações
começaram tarde, e dificilmente vão decorrer no ambiente mais favorável. Ainda
nesta quarta-feira, dois caças da Força Aérea ucraniana foram abatidos no
Leste do país, na região de Saur-Mogila, a poucos quilómetros do local onde
estão espalhados os destroços do voo MH17 da Malaysia Airlines.
As provas circunstanciais reunidas
pelos Estados Unidos apontam para o cenário que tem sido avançado desde o dia
do desastre pelo Governo ucraniano – que o avião da Malaysia Airlines foi
abatido por um míssil do sistema Buk, de fabrico russo, disparado numa área
controlada pelos combatentes separatistas no Leste da Ucrânia.
Mas os serviços
de segurança ucranianos e norte-americanos estão a tentar completar um puzzle com
peças pouco usadas na investigação a desastres aéreos. Numa reunião esta semana
na Casa Branca, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reuniu-se com a
sua equipa de segurança nacional, para analisar em que ponto estava o conjunto
de provas reunidas contra os separatistas e, por extensão, contra Moscou.
Até agora, pelo
que se vai sabendo através das fontes anónimas citadas pelos media norte-americanos,
a acusação contra os separatistas continua a basear-se em indícios que não são
suficientes para uma condenação: fotografias de satélite, conversas
telefónicas, mensagens publicadas no Twitter e no Facebook e vídeos publicados
no YouTube.
"Entre as
provas que mais incriminam os separatistas estão imagens captadas por satélites
espiões dos EUA, que mostram uma coluna de fumo a erguer-se numa área
controlada por separatistas, onde o míssil foi disparado", escreveu a
revista norte-americana Foreign
Policy, citando "fontes oficiais" da Administração Obama.
Sinal dos tempos
– ou da falta de provas concretas, pelo menos por agora – é "a
determinação de Washington em usar o Twitter e o equivalente russo do Facebook
[a rede social VK] para reforçar a sua acusação contra Putin", que a
Foreign Policy descreve
como "um momento importante na história dos media sociais,
que estão agora a assumir um lugar de destaque ao lado de informações
confidenciais recolhidas pelos serviços secretos como uma importante fonte de
informação para os líderes mundiais".
A juntar aos
indícios recolhidos até agora, fotografias partilhadas por jornalistas na área
onde estão concentrados os maiores destroços do Boeing 777 mostram o que
parecem ser buracos na fuselagem, consistentes com o impacto de fragmentos de
um míssil do sistema Buk – um sistema de fabrico russo, usado pelo Exército
ucraniano, e que se suspeita terem também chegado às mãos dos separatistas.
Todos estes
indícios, no entanto, podem ser insuficientes para apontar o dedo a um culpado,
alerta David Learmount, um especialista em aviação do site Flightglobal, ouvido
pela BBC.
Um dos problemas
que mais preocupam os especialistas já não pode ser resolvido, sublinha David
Learmount: "Esta área [do desastre] em particular nunca foi protegida, e
ainda não está protegida."
Os observadores
da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) já confirmaram
que os destroços do avião foram mexidos, algumas peças mudadas de localização e
até "cortadas", segundo o líder da missão da OSCE, Michael Bociurkiw.
Fonte: Mundo P – Texto revisto por Narcisi Primus .:.
A Rússia deve pagar por seus atos. E Israel?
A Casa
Branca exige que Putin responda pela queda do MH17, mas defende os atos
israelenses na Faixa de Gaza por Roberto Amaral/Carta Capital online O
presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em discurso na Casa Branca, afirma
que a Rússia deve arcar com as consequências dos atos seus. Certo, todos devem
arcar com as consequências de seus atos.
Os EUA
inclusive. Quando, a propósito, os EUA responderão pela destruição do Iraque? O
sr. José Manuel Mourão, da União Europeia, diz, em entrevista à Folha de São Paulo
em 17 de julho, que "A Rússia tem de decidir se quer fazer parte da
comunidade internacional - respeitando valores e princípios - ou se se quer isolar
e seguir um rumo diferente".
![]() |
| Pravda - Ru |
E quais
são os "valores e princípios" dessa comunidade internacional? Não
disse e não lhe foi perguntado. Dizem os EUA e a OTAN que a Rússia estimulou a
insurgência que resultou no levante da Crimeia e seu pedido de retorno ao
território russo (ao qual pertencia até 1974), reintegração que a Rússia
aceitou de pronto, formalizando-a em ato de seu Parlamento (algo que lembra a
anexação de quase metade do México pelos EUA...).
Dizem-se
ainda que a Rússia alimenta os insurgentes em Donetsk que permanecem em luta
contra as tropas de Kiev. Um avião da Malaysia Airlines foi abatido no espaço
aéreo ucraniano quando sobrevoava o território conflagrado, obra provável dos
rebeldes.
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| Vaticano: Impassivo Colagem Oficina da Casa - Divulgação |
Daí a condenação
internacional, daí os embargos políticos e econômicos que se acumulam contra o
governo Putin. Assim a Rússia sofre as consequências de seus atos. Sabe-se que
Israel (protegido política e militarmente pelos EUA) ocupa territórios de
países como a Síria ao arrepio de resoluções do Conselho de Segurança e da
Assembleia Geral da ONU e de decisões da Corte Internacional de Justiça.
Israel
está, sistematicamente, instalando colonos em territórios árabes. Israel, com
sua moderna força aérea e sua marinha, está assassinando civis na faixa de
Gaza, bombardeando bairros residenciais densamente povoados, escolas e
hospitais. Bombardeou, até, uma praia na qual crianças se divertiam. Pode
chamar-se esse ataque de estratégia de defesa? Israel, com seus bravos soldados
dentro de potentes tanques de guerra, está invadindo a faixa de Gaza para
enfrentar (isto é, assassinar) civis desarmados. Na última incursão por terra
(2009) Israel assassinou cerca de 1.300 palestinos.
Para a
atual razzia Israel promete "uma estreita coordenação entre as unidades
militares, incluindo tanques, infantaria, corpo de engenheiros e inteligência,
combinado com apoio aéreo e naval. Mais 18 mil reservistas foram convocados,
além dos 48 mil já deslocados", segundo o jornal O Globo. Repórter da Rede
Globo, presente no cenário das ações, fala em "um dos maiores aparatos
militares do mundo". Isto tudo para quê? Para enfrentar militantes
palestinos, 'armados' com fuzis.
Esses
ataques, diante da inércia criminosa do 'mundo civilizado', tornaram-se
sistemáticos. Há anos. No 'conflito' deste mês já morreram mais de 500
palestinos, na sua quase totalidade civis (75% segundo a ONU), muitas mulheres
e crianças, e morreu um único civil israelense.
A isso
pode-se chamar de puro exercício do direito à 'legítima defesa'? De um lado,
uma população pobre, de quem a tragédia histórica roubou a esperança; de outro,
uma nação rica e poderosamente armada, até com artefatos nucleares. A
desproporcionalidade de forças não causa horror. No lado palestino não morrem nem
europeus nem norte-americanos.
Ninguém
de olhos azuis. Morrem, apenas, árabes, árabes pobres, quase sempre mal
vestidos, e isso não conta para as estatísticas de nosso humanismo cínico. No
fundo, é terrível dizê-lo, há um quê de racismo. Nem Obama nem Manuel Mourão
nos dizem que Israel deve assumir as consequências de seus atos, pelos quais,
aliás, jamais respondeu.
Não foi
por puro humanismo - o fim da Guerra - que os EUA soltaram duas bombas atômicas
sobre Hiroshima e Nagasaki matando centenas de milhares de civis japoneses,
quando a Guerra que queriam terminar já havia terminado? Não foram os EUA que
invadiram o Vietnã (defendendo-se de quê?) e massacraram suas populações com
bombardeios indiscriminados e descargas de napalm? Quando assumirão as consequências
de seus atos?
Melhor
perguntando: quando a cínica 'ordem mundial' terá condições morais de exigir
que todos os criminosos - estadistas e países--, assumam as consequências de
seus atos? Como a União Europeia silencia diante do genocídio de nossos dias,
conclui-se que o genocídio não agride nem os 'valores', nem os 'princípios' da
'comunidade internacional', essa coisa abstrata e cínica. O primeiro-ministro
de Israel é hoje um homem feliz; graças ao radicalismo do Hamas (e da
indiferença dos Estados árabes, acovardados) foi-lhe dado exercer na plenitude
seus instintos mais primitivos.
Não se
trata de defender o Hamas, mas de poupar o povo palestino: antes tiraram-lhe a
terra, depois a possibilidade de organizar-se como Estado. Agora retiram-lhe o
único bem que lhes resta, a vida. Na verdade, o massacre dos palestinos começou
imediatamente antes da fundação do Estado de Israel, quando milhares foram
obrigados a deixar suas casas.
Hoje,
Israel é um Estado marginal, pois vive à margem do direito internacional, à
margem das resoluções da Assembleia Geral da ONU, à margem das declarações de
direitos humanos, à margem do princípio da não-agressão, da não-intervenção, um
inimigo declarado da paz. Trata-se de Estado militarista, administrado por
fanáticos da direita mais obscura. A rigor, se não fosse um paradoxo, o que se
deveria afirmar é que esse Estado judeu nada tem a ver com a cultura e o
martírio de judeus na sua história de milênios. E que nos diz a 'opinião
pública' internacional?
Existe
mesmo uma opinião pública internacional se o que se conhece é, no Brasil e em
todo o mundo, a opinião publicada, produto de uma imprensa crescentemente
(e perigosamente) internacionalizada, que, esquecida do passado, e assim quase
suicida, alimenta o que há de mais reacionário que possa existir sobre a face
da terra? Que fazer?
Como
enfrentar a monstruosa aliança da grande imprensa com o capitalismo financeiro
internacional e deste com o complexo industrial militar que depende da Guerra -
da destruição, dos assassinatos, da devastação de países e do massacre de povos
e nações - para sobreviver, ter lucros e alimentar o capitalismo financeiro que
alimenta a imprensa em todo o mundo?
Já houve tempo em que o mundo se
indignava, se horrorizava. Nesse tempo, um filósofo de 90 anos - um inglês
desarmado, preocupado com a vida e a moral, sir Bertrand Russell - criou um
Tribunal para julgar os crimes de Guerra dos EUA contra o Vietnã. Esse Tribunal
tinha mais força do que o de Nuremberg, pois não precisava do poder das armas
para ditar sentenças. É preciso, sempre, buscar razões para continuar
alimentando esperanças.
Fonte: Pravda Rússia – Texto revisto
por Narcisi Primus .:.
CEBRI e Conselho Empresarial Rússia-Brasil
fazem no
Rio seminário sobre a política
exterior da Rússia
O Evento será realizado na Firjan nesta sexta-feira, 25
O CEBRI – Centro
Brasileiro de Relações Internacionais e o Conselho empresarial Rússia-Brasil
vão realizar na sexta-feira, 25, o Seminário Política Externa Russa, no
Auditório da Firjan, na Avenida Graça Aranha, número 1, no Centro do Rio de
Janeiro.
O evento conta com
a parceria da Rússia Hoje – Agência Internacional de Notícias, do BRICS
Business Magazine, da Voz da Rússia, da Mir Mídia e Consultoria Internacional e
do Sistema Firjan.
A Abertura do
evento estará a cargo do Embaixador Luiz Augusto de Castro Neves, do CEBRI; de
Andrey Budaev, Cônsul-Geral da Rússia no Rio de Janeiro; de Amaury Temporal, da
Firjan; e de Aleksander Medvedovsky, do Conselho Empresarial Rússia-Brasil.
O palestrante do primeiro painel, sobre “O Lugar da
Rússia na Geopolítica de Hoje”, será Vladislav Inozemtsev, da Universidade
Estatal de Moscou, e, sob a moderação do economista Roberto Fendt, estarão em
ação os debatedores Fabiano Mielniczuk, da Universidade Federal do Rio Grande
do Sul e da Comissão Preparatória do Brasil nas Reuniões do BRICS, e Felix
Dane, da Fundação Konrad Adenauer.
O segundo painel será sobre “A Reinserção da Rússia
na Economia Política Global”, a cargo do palestrante Georgy Toloraya,
diretor-executivo do Comitê Russo de Pesquisa do BRICS, e com os debatedores
Sergey Sementsov, do Departamento de Análise Estratégica e Desenvolvimento do
Vnesheconombank, e Alexander Zhebit, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
O moderador será Márcio Scalercio, da PUC Rio.
O encerramento do Seminário Política Externa Russa
estará a cargo do Embaixador Roberto Abdenur, do CEBRI.
Fonte:
Diário da Rússia
Mercado Aberto – Brasil
Fechamento do pregão às 17h15, hora de Brasília
Futuro*23/07/2014
Oscilação
|
Preço
|
||
IBOVESPA
|
-1,3011%
|
57650
|
|
DÓLAR
|
0,3605%
|
2227
|
|
FRC
|
5,0000%
|
1,05
|
|
DI1
|
0,0000%
|
10,765
|
|
CAFÉ
|
0,3781%
|
212,4
|
A
|
BOI
|
-0,0804%
|
124,35
|
|
ETANOL
|
ND
|
ND
|
|
MILHO
|
0,0000%
|
22,82
|
|
SOJA
|
1,0929%
|
29,6
|
|
S&P 500
|
0,4054%
|
1981,25
|
|
OC1
|
ND
|
ND
|
|
Cotação do ouro em R$(Real) por grama:
OURO
|
1,3001%
|
93,5
|
Fonte: BM&FBovespa
Observação: O mercado aberto brasileiro é regido pela lei 6.404 e suas alterações e fiscalizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).Qualquer operação de compra e de venda de ativos é de inteira responsabilidade do investidor.
UBS refere que bancos europeus têm “muito
dinheiro em risco” na Rússia e na Ucrânia
O banco suíço acredita que os bancos dos países da
União Europeia terão cerca de 60 mil milhões de euros em empréstimos nos
mercados russo e ucraniano. A possibilidade de a Rússia não cooperar eleva as
possibilidades de novas sanções e de maior isolamento da economia russa.
Num
momento em que a tensão e a desconfiança voltam a pender sobre as relações
entre o ocidente e a Rússia, com a crescente possibilidade de maior isolamento
da economia russa, o banco suíço UBS vem dizer que os bancos dos Estados-membros
da União Europeia (UE) têm "muito dinheiro em risco" na Rússia e na
Ucrânia.
O UBS
refere que pelo menos 60 mil milhões de euros de empréstimos colocados nos
mercados russo e ucraniano são um motivo maior de preocupação, enunciando ainda
o OTP Bank, o maior banco húngaro, e o austríaco Raiffeisen Bank International
como as instituições financeiras europeias com maior nível de exposição à
Rússia e à Ucrânia.
Apesar da
pressão do Presidente norte-americano, Barack Obama, para que a UE adote uma
posição de maior força perante Moscou, face aos últimos desenvolvimentos
subsequentes à queda do avião da Malaysian Airlines na passada quinta-feira,
Bruxelas acabou por adiar, para já, tal hipótese.
Esta
terça-feira, os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE reuniram-se em
Bruxelas para discutir a adoção de uma posição conjunta. Mas apesar do
alargamento da lista de cidadãos e empresas sob sanção (congelamento de ativos
e impossibilidade de entrada em território europeu), não se verificou a
aventada hipótese de restrição do acesso da Rússia aos mercados de capital.
Bruxelas
deverá divulgar, esta quinta-feira, a lista com as eventuais novas medidas
contra Moscou a aplicar no caso de o Kremlin continuar a não cooperar com as
autoridades internacionais no sentido de avaliar e descortinar os responsáveis
pela queda do MH17. O The Guardian avança que os serviços secretos dos Estados
Unidos acreditam que a Rússia "criou as condições" para a queda do
avião.
Se a UE
vier a adotar sanções econômicas mais pesadas contra Moscou, aumenta a
possibilidade de perdas para várias instituições financeiras do Velho
Continente. A Bloomberg recorda que o OTP Bank apresentou uma queda de 48% dos
lucros no primeiro trimestre, influenciado negativamente pela crise que opôs Kiev
a Moscou a partir de meados de Fevereiro passado.
O banco suíço acredita que os bancos dos países da
União Europeia terão cerca de 60 bilhões de euros em empréstimos nos mercados
russo e ucraniano. A possibilidade de a Rússia não cooperar eleva as
possibilidades de novas sanções e de maior isolamento da economia russa.
Num
momento em que a tensão e a desconfiança voltam a pender sobre as relações
entre o ocidente e a Rússia, com a crescente possibilidade de maior isolamento
da economia russa, o banco suíço UBS vem dizer que os bancos dos
Estados-membros da União Europeia (UE) têm "muito dinheiro em risco"
na Rússia e na Ucrânia.
O UBS
refere que pelo menos 60 mil milhões de euros de empréstimos colocados nos
mercados russo e ucraniano são um motivo maior de preocupação, enunciando ainda
o OTP Bank, o maior banco húngaro, e o austríaco Raiffeisen Bank International
como as instituições financeiras europeias com maior nível de exposição à
Rússia e à Ucrânia.
Apesar da
pressão do Presidente norte-americano, Barack Obama, para que a UE adote uma
posição de maior força perante Moscou, face aos últimos desenvolvimentos
subsequentes à queda do avião da Malaysian Airlines na passada quinta-feira,
Bruxelas acabou por adiar, para já, tal hipótese.
Esta
terça-feira, os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE reuniram-se em
Bruxelas para discutir a adoção de uma posição conjunta. Mas apesar do
alargamento da lista de cidadãos e empresas sob sanção (congelamento de ativos
e impossibilidade de entrada em território europeu), não se verificou a
aventada hipótese de restrição do acesso da Rússia aos mercados de capital.
Bruxelas
deverá divulgar, esta quinta-feira, a lista com as eventuais novas medidas
contra Moscou a aplicar no caso de o Kremlin continuar a não cooperar com as
autoridades internacionais no sentido de avaliar e descortinar os responsáveis
pela queda do MH17. O The Guardian noticiou que os serviços secretos dos
Estados Unidos acreditam que a Rússia "criou as condições" para a
queda do avião.
Se a UE
vier a adotar sanções econômicas mais pesadas contra Moscou, aumenta a
possibilidade de perdas para várias instituições financeiras do Velho
Continente. A Bloomberg recorda que o OTP Bank apresentou uma queda de 48% dos
lucros no primeiro trimestre, influenciado negativamente pela crise que opôs
Kiev a Moscou a partir de meados de Fevereiro passado.
Fonte: Cofina PT
Economia dos EUA perde força em junho,
aponta índice do FED de Chicago
O índice de atividade nacional dos
Estados Unidos elaborado pelo Federal Reserve de Chicago recuou de 0,16 em maio
para 0,12 em junho, informou a instituição nesta segunda-feira.
Fonte: Valor Econômico
FED de NY encontra problemas sérios em
unidade do Deutsche Bank nos EUA
Vero?
FRANKFURT (Reuters) - O
Federal Reserve de Nova York encontrou problemas sérios nas operações
norte-americanas do Deutsche Bank, incluindo a divulgação de dados financeiros
imprecisos e fiscalização e auditoria inadequados, disse à Reuters uma pessoa
próxima ao assunto.
Em uma carta aos
executivos do banco alemão em dezembro, uma autoridade sênior do FED de Nova
York descreveu os relatórios financeiros produzidos por algumas das divisões do
banco nos Estados Unidos como "de baixa qualidade, imprecisos e não
confiáveis", disse a fonte.
O FED de Nova York, que
funciona como os olhos e ouvidos do banco central dos EUA sobre Wall Street,
supervisiona diretamente os maiores bancos norte-americanos e estrangeiros,
parcialmente por meio de reguladores que vão trabalhar todos os dias dentro dos
bancos.
"O tamanho e a
amplitude dos erros sugerem fortemente que a estrutura de informes a
reguladores nos EUA necessita de medidas corretivas de grande amplitude",
disse a carta, divulgada inicialmente pelo Wall Street Journal.
As ações do Deutsche Bank
recuavam 0,4 por cento nesta quarta-feira, chegando a estar entre as maiores
baixas do índice de blue chips alemãs e entre o setor bancário europeu, em meio
a temores de que reguladores dos EUA possam tomar medidas contra o banco.
Fonte: Reuters – Revisto por Narcisi Primus .:.
Bolsas asiáticas
fecham em alta com fatores locais
Os mercados de ações da região da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, com um certo alívio diante dos possíveis impactos da crise do Leste Europeu na economia mais ampla.
Entre
os destaques, a bolsa de Hong Kong encerrou o dia no maior nível desde
dezembro, impulsionada pelo setor imobiliário em meio a expectativas sobre
mudanças na política para a área na China. Por outro lado, os papéis na
Indonésia recuaram com cautela antes do anúncio do resultado da eleição
presidencial.
Os investidores
mostraram um pouco menos de preocupação com a crise na Ucrânia, embora o tema
ainda esteja sob intensa análise, depois que o Conselho de Segurança da
Organização da Nações Unidas (ONU) aprovou por unanimidade um pedido de
investigação internacional para a queda do voo da Malaysia Airlines. A medida
contou com a aprovação da Rússia, o que sinalizou uma certa cooperação entre
Moscou e governos ocidentais.
Com isso, o índice Kospi, de Seul, subiu 0,52%, para 2.028,93 pontos, em um dia de poucos indicadores econômicos na região. Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 registrou ganho de 0,06%, aos 5.543,30 pontos, nível mais alto de fechamento desde junho de 2008, com avanços moderados nos papéis da BHP Billiton, Rio Tinto e Fortescue Metals.
Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng fechou com elevação de 1,69%, aos 23.782,11 pontos, o melhor ganho diário desde maio. As incorporadoras imobiliárias lideraram os avanços diante da expectativa de uma flexibilização maior nas restrições do setor imobiliário por governos locais na China.
O ministro de moradias chinês, Chen Zhenggao, disse em uma recente reunião que reduzir os estoques de residências é uma prioridade, de acordo com uma reportagem do 21st Century Business Herald, sinalizando que os governos locais podem ficar mais acomodatícios no que se refere a suas políticas.
A tendência de alta também foi observada na China continental, onde o índice Xangai Composto subiu 1,02%, para 2.075,48 pontos, o nível mais alto de fechamento desde 16 de junho. O mercado local foi sustentado por ações de empresas ligadas a metais devido a elevação nos preços de commodities industriais. As montadoras também avançaram com esperanças de que Pequim tomará mais medidas para incentivar o setor de produção de veículos movidos a fontes mais limpas.
Além disso, os mercados chineses também estão aguardando o dado de atividade dos gerente de compras do setor industrial da China, que deve ser publicado nesta semana. O índice Shenzhen Composto ganhou 1,33%, aos 1.114,76 pontos.
Na contramão, o índice JSX Composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,85%, para 5.083,52 pontos, antes do anúncio do resultado da eleição para presidente no país. A disputa tem sido marcada por acusações de irregularidades e os dois principais candidatos já haviam clamado vitória com base em números não oficiais de diferentes agências.
Com isso, o índice Kospi, de Seul, subiu 0,52%, para 2.028,93 pontos, em um dia de poucos indicadores econômicos na região. Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 registrou ganho de 0,06%, aos 5.543,30 pontos, nível mais alto de fechamento desde junho de 2008, com avanços moderados nos papéis da BHP Billiton, Rio Tinto e Fortescue Metals.
Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng fechou com elevação de 1,69%, aos 23.782,11 pontos, o melhor ganho diário desde maio. As incorporadoras imobiliárias lideraram os avanços diante da expectativa de uma flexibilização maior nas restrições do setor imobiliário por governos locais na China.
O ministro de moradias chinês, Chen Zhenggao, disse em uma recente reunião que reduzir os estoques de residências é uma prioridade, de acordo com uma reportagem do 21st Century Business Herald, sinalizando que os governos locais podem ficar mais acomodatícios no que se refere a suas políticas.
A tendência de alta também foi observada na China continental, onde o índice Xangai Composto subiu 1,02%, para 2.075,48 pontos, o nível mais alto de fechamento desde 16 de junho. O mercado local foi sustentado por ações de empresas ligadas a metais devido a elevação nos preços de commodities industriais. As montadoras também avançaram com esperanças de que Pequim tomará mais medidas para incentivar o setor de produção de veículos movidos a fontes mais limpas.
Além disso, os mercados chineses também estão aguardando o dado de atividade dos gerente de compras do setor industrial da China, que deve ser publicado nesta semana. O índice Shenzhen Composto ganhou 1,33%, aos 1.114,76 pontos.
Na contramão, o índice JSX Composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,85%, para 5.083,52 pontos, antes do anúncio do resultado da eleição para presidente no país. A disputa tem sido marcada por acusações de irregularidades e os dois principais candidatos já haviam clamado vitória com base em números não oficiais de diferentes agências.
Fonte:
O Estado - Revisto
por Narcisi Primus .:.
Dólar fecha em queda nesta segunda-feira
Preocupações com crise na Ucrânia mantêm cautela nos mercados
O dólar fechou em leve queda nesta
segunda-feira (21), em um pregão de pouca oscilação, com a moeda
norte-americana sendo puxada, de um lado, por um movimento global de aversão ao
risco e, por outro, por expectativas eleitorais no Brasil, depois de dois pregões
seguidos de intensa volatilidade.
A divisa recuou 0,20%, a R$
2,2239 na venda, após fechar em queda de 1,35% na sessão anterior, a R$ 2,2283.
Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno
de US$ 1 bilhão, abaixo da média diária do mês passado, de US$ 1,3 bilhão.
Na quinta-feira passada, a
queda de um avião malaio no leste da Ucrânia aprofundou a crise entre
separatistas pró-Moscou e Kiev, levando investidores a evitar ativos de risco e
se refugiarem em ativos mais seguros, como aqueles denominados em dólares.
No Brasil, o impacto no câmbio
das preocupações com a Ucrânia foi compensado pela pesquisa Datafolha, que
mostrou na semana passada empate técnico entre a presidente Dilma Rousseff (PT)
e o candidato Aécio Neves (PSDB) num eventual segundo turno das eleições de
outubro.
Pela manhã, O Banco Central
vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura
de dólares, com volume correspondente a US$ 198,7 milhões. Foram vendidos 3,5
mil contratos para 2 de fevereiro de 2015 e 500 para 1º de junho de 2015.
O Banco Central (BC) também
vendeu a oferta total de até 7 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem
em agosto. Ao todo, o BC já rolou cerca de 44% do lote total, que corresponde a
US$ 9,457 bilhões.
No exterior, o dólar operava
perto da estabilidade em relação ao euro, com o mercado tranquilo sobre a
política monetária nos Estados Unidos, de que os juros da maior economia do
mundo não vão subir tão cedo.
Fonte: Tribuna Hoje – Texto revisto por Narcisi Primus .:.
Tarifas do aeroporto de Brasília serão
reajustadas em 6,52%
As tarifas de embarque, conexão,
pouso, permanência e armazenagem do Aeroporto Internacional Juscelino
Kubitschek, em Brasília, serão reajustadas em 6,52%. A autorização, aprovada
pela diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), foi publicada hoje
no Diário Oficial da União.
A medida entra em vigor em 30 dias.
Com isso, a tarifa de embarque doméstico, por
exemplo, passará a custar R$ 17,68. Para voos internacionais, será cobrada taxa
R$ 31,29. Já as tarifas de conexão custarão R$ 8,14 tanto para voos domésticos
como para internacionais.
Preço do petróleo recua em meio a conflito em
Gaza e na Ucrânia
Na segunda-feira, o óleo encerrou com os preços elevados em Londres e Nova York
Os preços
do petróleo encerraram em queda nesta terça-feira (22), com o light sweet crude para
entrega em agosto recuando 17 centavos para 104,42 dólares o barril no New
York Mercantile Exchange (Nymex).
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| Colagem Oficina da Casa - Petrobrás - Brasil |
Na véspera, quando subiu 1,46
dólar para 104,59 dólares o barril, máxima desde 1° de julho, analistas
apontaram a violência em Gaza, em um conflito que já conta com mais de 600
mortos, e o potencial endurecimento das sanções da União
Europeia contra a Rússia, após a queda de avião da Malaysia Airlines no leste
da Ucrânia, como motivos para o acréscimo.
Em Londres, o barril de Brent
para entrega em setembro teve queda de 35 centavos, para 107,33 dólares o
barril, na plataforma ICE Futures Exchange em Londres. Durante a sessão, no
entanto, o preço chegou a 108,40 dólares, com a intensificação de tensões
geopolíticas e a possibilidade de a União Europeia endurecer as sanções à
Rússia. Na véspera, o Brent havia registrado alta de 44 centavos, para
107,68 dólares.
O anúncio
das reservas de
petróleo nos Estados Unidos,
que deve ser feito nesta quarta-feira (23), também embasam analistas, que
acreditam em uma queda. Os investidores vêm acompanhando os desdobramentos
entre a Ucrânia, a Rússia e o Ocidente, além dos ataques de Israel em
Gaza.
Fonte: JB
UE impõe novas sanções contra autoridades russas
O ministro de Relações Exteriores da
Holanda, Frans Timmermans, disse que a União Europeia (UE) está impondo novas
sanções contra autoridades consideradas responsáveis pelas ações da Rússia na
Ucrânia.
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| Timmermans - Divulgação |
A
decisão tomada nesta terça-feira por ministros de Relações Exteriores dos 28
países do bloco acontece dias depois de um avião da Malaysia Airlines ter caído
em território ucraniano, aparentemente abatido por rebeldes pró-Rússia na
região leste do país, matando todos as 298 pessoas a bordo.
Timmermans
disse que a "decisão enérgica" da UE impõe proibição para a concessão
de vistos e congelamento de ativos para mais autoridades.
Ele disse que os ministros também pediram ao braço executivo do bloco, a Comissão Europeia, que prepare sanções econômicas mais fortes caso a Rússia não tome medidas para melhorar a situação na Ucrânia.
Timmermans
não especificou quantas autoridades serão atingidas pelas mais recentes sanções
nem revelou seus nomes.
Fonte: O Popular
Bolsa de metais de Londres aprova armazém
do BTG Pactual em Cingapura
SYDNEY (Reuters) - O brasileiro BTG Pactual recebeu sinal verde da bolsa
de metais London Metal Exchange (LME), de Londres, para montar operações de
armazenagem em Cingapura, marcando a primeira incursão na Ásia do banco de
investimentos que busca aumentar suas negociações físicas de metais.
Em um comunicado a seus membros, a LME disse que autorizou o BTG Pactual
a armazenar alumínio, liga de alumínio, cobre, níquel, chumbo, estanho e zinco
em Cingapura.
A instalação na cidade-Estado é a terceira credenciada pelo banco junto
à LME este ano. O BTG é um dos poucos bancos no mundo que estão ampliando a atuação
no setor de commodities.
Entre uma série de contratações de profissionais de alto nível no setor,
o BTG recebeu no ano passado o especialista em armazéns de metais Shon Loth,
com experiência anterior na Noble e na Pacorini Metals.
O banco registrou dois armazéns nos Estados Unidos, um em Detroit, um
polo automotivo, e outro em Owensboro, no Kentucky, neste ano.
O BTG também pediu registro de seus armazéns junto ao grupo operador de
bolsas de valores CME.
A expansão ocorre em meio a uma grande revisão dos procedimentos de
crédito e armazenagem na Ásia, depois de uma suspeita de fraude no
financiamento de metais no porto de Qingdao, na China, o terceiro maior do país
e sétimo mais movimentado do mundo.
A maior parte das grandes operadoras de armazéns de metais do mundo já
tem presença em Cingapura.
Fonte: Reuters
Queda livre do soja nos EUA já afeta preços no Brasil
A cotação do soja abriu a semana com baixas de dois dígitos na Bolsa de Chicago, ultrapassando a barreira dos US$ 11 por bushel. A queda livre do grão no mercado internacional já mostra reflexos no Brasil, aponta o analista de mercado Carlos Cogo.
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| Colagem Oficina da Casa - Divulgação |
“Os preços já estão caindo. A
média ponderada das regiões paranaenses, do Indicador CEPEA/ESALQ, recuou para
R$ 61,94 por saca de 60 Kg nesta segunda-feira (21/07). No mercado interno de
soja, na média das principais regiões produtoras do País, o preço no disponível
de lotes registra uma baixa de 1,3% em uma semana e de 7,6% nos últimos 30
dias”, informa Cogo.
“Desde maio deste ano, em pleno
período de colheita, a baixa acumulada do preço ao produtor chega a 12,6%. As
condições favoráveis à safra de grãos 2014/2015 dos Estados Unidos deve manter
a pressão baixista sobre os preços futuros da soja na Bolsa de Chicago. A cada
dia que passa o produtor norte-americano fica mais perto de concretizar a
expectativa de uma colheita superior a 100 milhões de toneladas”, projeta o
especialista.
Ele lembra que “o contrato
novembro/2014 do soja, o de maior liquidez atualmente, tem suporte em US$ 10,65
por bushel, mínima atingida em 11 de julho, e resistência na área de US$ 11,18
por bushel. Os valores FOB do soja registram os menores patamares desde
agosto/2013 no Porto de Paranaguá (PR) e os mais baixos desde maio/2013 no
Porto de Rio Grande (RS), em termos nominais”.
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| Colagem Oficina da Casa - Divulgação |
“Além disso, no Brasil, os
vendedores, temendo quedas intensas nos próximos meses e aproveitando a demanda
aquecida, têm negociado parte dos estoques do soja da safra 2013/2014, que
também foi recorde. A alta nos prêmios de exportação e a valorização do dólar
limitaram as quedas nos últimos dias”, ressalta o diretor da Carlos Cogo
Consultoria Agro econômica.
“Apesar de vendedores sempre
terem expectativa de preços maiores para períodos seguintes, os valores atuais
para exportar a soja entre março e maio de 2015 estão 15% inferiores aos do
mercado spot atual. Somente no acumulado deste mês, os valores para exportar
soja pelo Porto de Paranaguá em agosto de 2014 recuaram 10%”, conclui.
Fonte: Agrolink
Texto revisto por NarcisiPrimus .:.
Exportações de carne crescem 23% por Paranaguá
As carnes (congeladas) são exportadas pelo Porto de Paranaguá em contêineres
O volume de carne exportada pelo Porto de
Paranaguá está maior. No primeiro semestre deste ano, foram 684 mil toneladas
exportadas, 23% a mais que o exportado no mesmo período do ano passado. Em
relação à carne bovina, este aumento foi ainda maior: 71,5%. No total, as
exportações de carne do Porto de Paranaguá geraram uma receita cambial de quase
US$ 1,47 bilhão – quase 18% a mais que a receita arrecadada no primeiro
semestre de 2013.
De janeiro até junho, foram quase 63 mil toneladas de carne de boi, exportadas principalmente para Hong Kong, Venezuela, Egito, Rússia e Irã. Em 2013, no mesmo período, foram quase 36,7 mil toneladas. As exportações do produto geraram mais de US$ 279 milhões de receita.
“As exportações da carne bovina aumentaram bastante, porém, em volumes, o destaque continua para as exportações do frango que, nos primeiros seis meses deste ano, geraram mais de um bilhão de dólares de receita cambial”, afirma o diretor comercial da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Lourenço Fregonese.
No primeiro semestre deste ano, foram quase 557 mil toneladas de frango exportadas – 20,5% a mais que o volume do ano passado. O principal destino desta carne foi países como Arábia Saudita, Japão, Hong Kong, China e Emirados Árabes.
De janeiro até junho, foram quase 63 mil toneladas de carne de boi, exportadas principalmente para Hong Kong, Venezuela, Egito, Rússia e Irã. Em 2013, no mesmo período, foram quase 36,7 mil toneladas. As exportações do produto geraram mais de US$ 279 milhões de receita.
“As exportações da carne bovina aumentaram bastante, porém, em volumes, o destaque continua para as exportações do frango que, nos primeiros seis meses deste ano, geraram mais de um bilhão de dólares de receita cambial”, afirma o diretor comercial da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Lourenço Fregonese.
No primeiro semestre deste ano, foram quase 557 mil toneladas de frango exportadas – 20,5% a mais que o volume do ano passado. O principal destino desta carne foi países como Arábia Saudita, Japão, Hong Kong, China e Emirados Árabes.
Origem
A carne bovina exportada pelo Porto de Paranaguá, neste primeiro
semestre, foi produzida em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná,
Rondônia, Goiás, Minas, Santa Catarina e Bahia (respectivamente, segundo o
volume).
Mais da metade do volume de frango exportado pelo terminal paranaense foi produzida principalmente no próprio Estado. O restante veio de estados como Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas, Mato Grosso, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algum volume do Pernambuco, respectivamente.
Mais da metade do volume de frango exportado pelo terminal paranaense foi produzida principalmente no próprio Estado. O restante veio de estados como Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas, Mato Grosso, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algum volume do Pernambuco, respectivamente.
Outras carnes
Além da carne bovina e de frango, também foram exportadas carne
suína (mais de 25 mil toneladas), peru (14 mil toneladas), carne equina (488
toneladas) e de caprinos e outros animais (mais de 23 mil toneladas).
Da carne de cavalo, a mais exótica entre as exportadas pelo Porto
de Paranaguá, os principais destinos foram a Rússia (477 toneladas) e a Itália
(quase onze toneladas). Quase toda carne equina exportada é
produzida no próprio estado. O volume exportado este ano, no primeiro semestre,
foi quase 144% maior que o movimentado no mesmo período de 2013.
Operações
As carnes (congeladas) são exportadas pelo Porto de Paranaguá em
contêineres que chegam até o porto de duas maneiras: ou vêm já prontos para
exportação (estufados e lacrados nas unidades produtoras) ou são estufados em
armazéns locais. Neste segundo caso, o principal operador da carne
congelada é a empresa Martini Meat Armazéns Gerais.
A estrutura da empresa, em Paranaguá, funciona como apoio logístico retro portuário, tanto na parte de armazéns (com capacidade de 27 mil toneladas), com habilitação para os principais mercados mundiais, quanto com pátio de contêineres com tomadas para os refrigerados, para servir de apoio ao exportador.
“Somos um serviço de retaguarda. Cuidamos do processo de pré-embarque, com armazenagem, ova e desova de contêineres, recuperação de frios, e outros serviços, antes do produto partir para o efetivo embarque”, explica o diretor comercial, Marcelo Ostrowski.
De acordo com Ostrowski, nessa movimentação de carne, o Porto de Paranaguá vem se destacando entre os demais terminais, o que explica esse aumento na movimentação. “O Porto de Paranaguá está muito bem posicionado no mercado das exportações de carne. Tem uma série de facilidades que o torna bem atrativo e propício para essas movimentações. Além do Estado ser um dos principais produtores de frango e suíno, a gente consegue, dentro da área de influencia do Porto, trazer produtos vindos do centro-oeste, do Interior de São Paulo e de Santa Catarina”, afirma.
Ainda segundo o diretor comercial da Martini Meat, a inauguração e o início das operações no terceiro berço do Terminal de Contêineres também contribuíram. “O terminal conta com uma infraestrutura (de quase duas mil tomadas), preparada para atender linhas de navios para o mundo inteiro. Além disso, temos a presença do Ministério da Agricultura com estrutura e equipe aqui, para fiscalização e controle, que agiliza ainda mais as operações pelo Porto de Paranaguá”, conclui.
A estrutura da empresa, em Paranaguá, funciona como apoio logístico retro portuário, tanto na parte de armazéns (com capacidade de 27 mil toneladas), com habilitação para os principais mercados mundiais, quanto com pátio de contêineres com tomadas para os refrigerados, para servir de apoio ao exportador.
“Somos um serviço de retaguarda. Cuidamos do processo de pré-embarque, com armazenagem, ova e desova de contêineres, recuperação de frios, e outros serviços, antes do produto partir para o efetivo embarque”, explica o diretor comercial, Marcelo Ostrowski.
De acordo com Ostrowski, nessa movimentação de carne, o Porto de Paranaguá vem se destacando entre os demais terminais, o que explica esse aumento na movimentação. “O Porto de Paranaguá está muito bem posicionado no mercado das exportações de carne. Tem uma série de facilidades que o torna bem atrativo e propício para essas movimentações. Além do Estado ser um dos principais produtores de frango e suíno, a gente consegue, dentro da área de influencia do Porto, trazer produtos vindos do centro-oeste, do Interior de São Paulo e de Santa Catarina”, afirma.
Ainda segundo o diretor comercial da Martini Meat, a inauguração e o início das operações no terceiro berço do Terminal de Contêineres também contribuíram. “O terminal conta com uma infraestrutura (de quase duas mil tomadas), preparada para atender linhas de navios para o mundo inteiro. Além disso, temos a presença do Ministério da Agricultura com estrutura e equipe aqui, para fiscalização e controle, que agiliza ainda mais as operações pelo Porto de Paranaguá”, conclui.
Fonte:
Assessoria de Imprensa Paranaguá











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