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23 de jul. de 2014

E Agora, Barack? As Caixas Pretas do MH-17 São Mudas - Deutsche Bank, Sério? - Tarifas Maiores aos Navegantes - UE, Sanções, Sanções, Sanções! - Commodities - Proteínas Animal e Vegetal do Brasil Para o Mundo


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FMI volta a reduzir previsão de crescimento para os EUA


O Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou a reduzir, nesta quarta-feira, sua previsão de crescimento para os Estados Unidos, devido à contração da maior economia do mundo no começo do ano.


Colagem Oficina da Casa - Divulgação

O Produto Interno Bruto dos EUA deveria crescer cerca de 1,7% em 2014, o que caracteriza desaceleração em comparação a 2013 (1,9%) e uma nova queda em relação às previsões do organismo para meados de junho (2%) e abril (2,8%), informou o Fundo.
"Um inverno excepcionalmente duro se juntou a outros fatores, incluindo uma correção de inventários, um mercado imobiliário que ainda tem problemas e uma reduzida demanda externa para gerar uma contração de 2,9% no primeiro trimestre, indicou o organismo, com sede em Washington.
Embora a economia esteja em vias de se recuperar no resto do ano, a taxas bem acima do potencial de crescimento, de 3,0 a 3,5%, não será possível compensar o mau começo, com a maior contração em cinco anos, informou o Fundo.
"Isso significa que o crescimento total para este ano será de decepcionante 1,7%", ressaltou o Fundo em seu informe anual sobre a economia americana.
O FMI, contudo, parece mais otimista para 2015, quando o crescimento da economia americana deve chegar aos níveis mais altos em dez anos (3%).
Para o ano que vem, o organismo espera um forte aumento do consumo, dos investimentos em moradia, assim como facilidades nas condições financeiras.
O Fundo alertou, contudo, que existem riscos nesse cenário, como uma desaceleração do crescimento nos mercados emergentes, uma alta nos preços do petróleo - gerada pelos conflitos na Ucrânia e Oriente Médio - e uma elevação das taxas de juros.

Fonte: AFP

Caixas Pretas do voo MH17 estão intatas, mas podem não apontar culpados


Estados Unidos e Ucrânia juntam provas circunstanciais, mas os entraves ao início das investigações e o facto de ambos os lados do conflito terem sistemas de mísseis Buk podem deixar a principal pergunta sem resposta.
 Não é tarde demais para descobrir o que causou a queda do avião da Malaysia Airlines em território ucraniano, perto da fronteira com a Rússia, mas começa a ser cada vez menos provável que alguém descubra os responsáveis diretos pelo desastre que matou 298 pessoas.
Caixas Pretas Do Voo MH 17
Ao fim de seis dias em que nenhum perito independente foi autorizado a analisar com o tempo necessário os destroços do Boeing 777, a investigação arrancou finalmente na quarta-feira, com a chegada das duas caixas negras ao Reino Unido, onde estão a ser analisadas pelo organismo do Ministério dos Transportes que investiga as causas de desastres aéreos, o British Air Accidents Investigation Branch.
O primeiro receio foi afastado na tarde desta quarta-feira, quando os especialistas holandeses que lideram a investigação ao desastre afastaram a hipótese de as caixas negras terem sido alteradas.
As informações registadas nas caixas negras – na verdade, duas caixas cor-de-laranja, uma que regista os dados do voo e outra que guarda as conversas e outros sons no cockpit do avião – vão ser conhecidas nos próximos dias, mas vários especialistas duvidam que possam dar uma resposta cabal à pergunta que todos fazem: quem abateu o avião?
As investigações começaram tarde, e dificilmente vão decorrer no ambiente mais favorável. Ainda nesta quarta-feira, dois caças da Força Aérea ucraniana foram abatidos no Leste do país, na região de Saur-Mogila, a poucos quilómetros do local onde estão espalhados os destroços do voo MH17 da Malaysia Airlines.
As provas circunstanciais reunidas pelos Estados Unidos apontam para o cenário que tem sido avançado desde o dia do desastre pelo Governo ucraniano – que o avião da Malaysia Airlines foi abatido por um míssil do sistema Buk, de fabrico russo, disparado numa área controlada pelos combatentes separatistas no Leste da Ucrânia.
Mas os serviços de segurança ucranianos e norte-americanos estão a tentar completar um puzzle com peças pouco usadas na investigação a desastres aéreos. Numa reunião esta semana na Casa Branca, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reuniu-se com a sua equipa de segurança nacional, para analisar em que ponto estava o conjunto de provas reunidas contra os separatistas e, por extensão, contra Moscou.
Até agora, pelo que se vai sabendo através das fontes anónimas citadas pelos media norte-americanos, a acusação contra os separatistas continua a basear-se em indícios que não são suficientes para uma condenação: fotografias de satélite, conversas telefónicas, mensagens publicadas no Twitter e no Facebook e vídeos publicados no YouTube.
"Entre as provas que mais incriminam os separatistas estão imagens captadas por satélites espiões dos EUA, que mostram uma coluna de fumo a erguer-se numa área controlada por separatistas, onde o míssil foi disparado", escreveu a revista norte-americana Foreign Policy, citando "fontes oficiais" da Administração Obama.
Sinal dos tempos – ou da falta de provas concretas, pelo menos por agora – é "a determinação de Washington em usar o Twitter e o equivalente russo do Facebook  [a rede social VK] para reforçar a sua acusação contra Putin", que a Foreign Policy descreve como "um momento importante na história dos media sociais, que estão agora a assumir um lugar de destaque ao lado de informações confidenciais recolhidas pelos serviços secretos como uma importante fonte de informação para os líderes mundiais".
A juntar aos indícios recolhidos até agora, fotografias partilhadas por jornalistas na área onde estão concentrados os maiores destroços do Boeing 777 mostram o que parecem ser buracos na fuselagem, consistentes com o impacto de fragmentos de um míssil do sistema Buk – um sistema de fabrico russo, usado pelo Exército ucraniano, e que se suspeita terem também chegado às mãos dos separatistas.
Todos estes indícios, no entanto, podem ser insuficientes para apontar o dedo a um culpado, alerta David Learmount, um especialista em aviação do site Flightglobal, ouvido pela BBC.
Um dos problemas que mais preocupam os especialistas já não pode ser resolvido, sublinha David Learmount: "Esta área [do desastre] em particular nunca foi protegida, e ainda não está protegida."
Os observadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) já confirmaram que os destroços do avião foram mexidos, algumas peças mudadas de localização e até "cortadas", segundo o líder da missão da OSCE, Michael Bociurkiw.

Fonte: Mundo P – Texto revisto por Narcisi Primus .:.



A Rússia deve pagar por seus atos. E Israel?


A Casa Branca exige que Putin responda pela queda do MH17, mas defende os atos israelenses na Faixa de Gaza por Roberto Amaral/Carta Capital online O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em discurso na Casa Branca, afirma que a Rússia deve arcar com as consequências dos atos seus. Certo, todos devem arcar com as consequências de seus atos.


Pravda - Ru
Os EUA inclusive. Quando, a propósito, os EUA responderão pela destruição do Iraque? O sr. José Manuel Mourão, da União Europeia, diz, em entrevista à Folha de São Paulo em 17 de julho, que "A Rússia tem de decidir se quer fazer parte da comunidade internacional - respeitando valores e princípios - ou se se quer isolar e seguir um rumo diferente".  
E quais são os "valores e princípios" dessa comunidade internacional? Não disse e não lhe foi perguntado. Dizem os EUA e a OTAN que a Rússia estimulou a insurgência que resultou no levante da Crimeia e seu pedido de retorno ao território russo (ao qual pertencia até 1974), reintegração que a Rússia aceitou de pronto, formalizando-a em ato de seu Parlamento (algo que lembra a anexação de quase metade do México pelos EUA...).


Vaticano: Impassivo
Colagem Oficina da Casa - Divulgação
Dizem-se ainda que a Rússia alimenta os insurgentes em Donetsk que permanecem em luta contra as tropas de Kiev. Um avião da Malaysia Airlines foi abatido no espaço aéreo ucraniano quando sobrevoava o território conflagrado, obra provável dos rebeldes.
Daí a condenação internacional, daí os embargos políticos e econômicos que se acumulam contra o governo Putin. Assim a Rússia sofre as consequências de seus atos. Sabe-se que Israel (protegido política e militarmente pelos EUA) ocupa territórios de países como a Síria ao arrepio de resoluções do Conselho de Segurança e da Assembleia Geral da ONU e de decisões da Corte Internacional de Justiça.
Israel está, sistematicamente, instalando colonos em territórios árabes. Israel, com sua moderna força aérea e sua marinha, está assassinando civis na faixa de Gaza, bombardeando bairros residenciais densamente povoados, escolas e hospitais. Bombardeou, até, uma praia na qual crianças se divertiam. Pode chamar-se esse ataque de estratégia de defesa? Israel, com seus bravos soldados dentro de potentes tanques de guerra, está invadindo a faixa de Gaza para enfrentar (isto é, assassinar) civis desarmados. Na última incursão por terra (2009) Israel assassinou cerca de 1.300 palestinos.
Para a atual razzia Israel promete "uma estreita coordenação entre as unidades militares, incluindo tanques, infantaria, corpo de engenheiros e inteligência, combinado com apoio aéreo e naval. Mais 18 mil reservistas foram convocados, além dos 48 mil já deslocados", segundo o jornal O Globo. Repórter da Rede Globo, presente no cenário das ações, fala em "um dos maiores aparatos militares do mundo". Isto tudo para quê? Para enfrentar militantes palestinos, 'armados' com fuzis.
Esses ataques, diante da inércia criminosa do 'mundo civilizado', tornaram-se sistemáticos. Há anos. No 'conflito' deste mês já morreram mais de 500 palestinos, na sua quase totalidade civis (75% segundo a ONU), muitas mulheres e crianças, e morreu um único civil israelense.
A isso pode-se chamar de puro exercício do direito à 'legítima defesa'? De um lado, uma população pobre, de quem a tragédia histórica roubou a esperança; de outro, uma nação rica e poderosamente armada, até com artefatos nucleares. A desproporcionalidade de forças não causa horror. No lado palestino não morrem nem europeus nem norte-americanos.
Ninguém de olhos azuis. Morrem, apenas, árabes, árabes pobres, quase sempre mal vestidos, e isso não conta para as estatísticas de nosso humanismo cínico. No fundo, é terrível dizê-lo, há um quê de racismo. Nem Obama nem Manuel Mourão nos dizem que Israel deve assumir as consequências de seus atos, pelos quais, aliás, jamais respondeu.
Não foi por puro humanismo - o fim da Guerra - que os EUA soltaram duas bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki matando centenas de milhares de civis japoneses, quando a Guerra que queriam terminar já havia terminado? Não foram os EUA que invadiram o Vietnã (defendendo-se de quê?) e massacraram suas populações com bombardeios indiscriminados e descargas de napalm? Quando assumirão as consequências de seus atos?
Melhor perguntando: quando a cínica 'ordem mundial' terá condições morais de exigir que todos os criminosos - estadistas e países--, assumam as consequências de seus atos? Como a União Europeia silencia diante do genocídio de nossos dias, conclui-se que o genocídio não agride nem os 'valores', nem os 'princípios' da 'comunidade internacional', essa coisa abstrata e cínica. O primeiro-ministro de Israel é hoje um homem feliz; graças ao radicalismo do Hamas (e da indiferença dos Estados árabes, acovardados) foi-lhe dado exercer na plenitude seus instintos mais primitivos.
Não se trata de defender o Hamas, mas de poupar o povo palestino: antes tiraram-lhe a terra, depois a possibilidade de organizar-se como Estado. Agora retiram-lhe o único bem que lhes resta, a vida. Na verdade, o massacre dos palestinos começou imediatamente antes da fundação do Estado de Israel, quando milhares foram obrigados a deixar suas casas.
Hoje, Israel é um Estado marginal, pois vive à margem do direito internacional, à margem das resoluções da Assembleia Geral da ONU, à margem das declarações de direitos humanos, à margem do princípio da não-agressão, da não-intervenção, um inimigo declarado da paz. Trata-se de Estado militarista, administrado por fanáticos da direita mais obscura. A rigor, se não fosse um paradoxo, o que se deveria afirmar é que esse Estado judeu nada tem a ver com a cultura e o martírio de judeus na sua história de milênios. E que nos diz a 'opinião pública' internacional?
Existe mesmo uma opinião pública internacional se o que se conhece é, no Brasil e em todo o mundo, a opinião publicada,  produto de uma imprensa crescentemente (e perigosamente) internacionalizada, que, esquecida do passado, e assim quase suicida, alimenta o que há de mais reacionário que possa existir sobre a face da terra? Que fazer?
Como enfrentar a monstruosa aliança da grande imprensa com o capitalismo financeiro internacional e deste com o complexo industrial militar que depende da Guerra - da destruição, dos assassinatos, da devastação de países e do massacre de povos e nações - para sobreviver, ter lucros e alimentar o capitalismo financeiro que alimenta a imprensa em todo o mundo? 
Já houve tempo em que o mundo se indignava, se horrorizava. Nesse tempo, um filósofo de 90 anos - um inglês desarmado, preocupado com a vida e a moral, sir Bertrand Russell - criou um Tribunal para julgar os crimes de Guerra dos EUA contra o Vietnã. Esse Tribunal tinha mais força do que o de Nuremberg, pois não precisava do poder das armas para ditar sentenças. É preciso, sempre, buscar razões para continuar alimentando esperanças.

Fonte: Pravda Rússia – Texto revisto por Narcisi Primus .:.



CEBRI e Conselho Empresarial Rússia-Brasil 

fazem no Rio seminário sobre a política 

exterior da Rússia

O Evento será realizado na Firjan nesta sexta-feira, 25


O CEBRI – Centro Brasileiro de Relações Internacionais e o Conselho empresarial Rússia-Brasil vão realizar na sexta-feira, 25, o Seminário Política Externa Russa, no Auditório da Firjan, na Avenida Graça Aranha, número 1, no Centro do Rio de Janeiro.
O evento conta com a parceria da Rússia Hoje – Agência Internacional de Notícias, do BRICS Business Magazine, da Voz da Rússia, da Mir Mídia e Consultoria Internacional e do Sistema Firjan.
A Abertura do evento estará a cargo do Embaixador Luiz Augusto de Castro Neves, do CEBRI; de Andrey Budaev, Cônsul-Geral da Rússia no Rio de Janeiro; de Amaury Temporal, da Firjan; e de Aleksander Medvedovsky, do Conselho Empresarial Rússia-Brasil.
O palestrante do primeiro painel, sobre “O Lugar da Rússia na Geopolítica de Hoje”, será Vladislav Inozemtsev, da Universidade Estatal de Moscou, e, sob a moderação do economista Roberto Fendt, estarão em ação os debatedores Fabiano Mielniczuk, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Comissão Preparatória do Brasil nas Reuniões do BRICS, e Felix Dane, da Fundação Konrad Adenauer.
O segundo painel será sobre “A Reinserção da Rússia na Economia Política Global”, a cargo do palestrante Georgy Toloraya, diretor-executivo do Comitê Russo de Pesquisa do BRICS, e com os debatedores Sergey Sementsov, do Departamento de Análise Estratégica e Desenvolvimento do Vnesheconombank, e Alexander Zhebit, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O moderador será Márcio Scalercio, da PUC Rio.
O encerramento do Seminário Política Externa Russa estará a cargo do Embaixador Roberto Abdenur, do CEBRI.

Fonte: Diário da Rússia


Mercado Aberto – Brasil


Fechamento do pregão às 17h15, hora de Brasília


Evolução do Índice Ibovespa, hoje:



Evolução da cotação do ouro, hoje, na BM&FBovespa:


Futuro*23/07/2014

Oscilação
Preço
IBOVESPA
-1,3011%
57650

DÓLAR
0,3605%
2227

FRC
5,0000%
1,05

DI1
0,0000%
10,765

CAFÉ
0,3781%
212,4
A
BOI
-0,0804%
124,35

ETANOL
ND
ND

MILHO
0,0000%
22,82

SOJA
1,0929%
29,6

S&P 500
0,4054%
1981,25

OC1
ND
ND



Cotação do ouro em R$(Real) por grama:
OURO
1,3001%
93,5
 Fonte: BM&FBovespa
Observação: O mercado aberto brasileiro é regido pela lei 6.404 e suas alterações e fiscalizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Qualquer operação de compra e de venda de ativos é de inteira responsabilidade do investidor.


UBS refere que bancos europeus têm “muito 

dinheiro em risco” na Rússia e na Ucrânia


O banco suíço acredita que os bancos dos países da União Europeia terão cerca de 60 mil milhões de euros em empréstimos nos mercados russo e ucraniano. A possibilidade de a Rússia não cooperar eleva as possibilidades de novas sanções e de maior isolamento da economia russa.
Num momento em que a tensão e a desconfiança voltam a pender sobre as relações entre o ocidente e a Rússia, com a crescente possibilidade de maior isolamento da economia russa, o banco suíço UBS vem dizer que os bancos dos Estados-membros da União Europeia (UE) têm "muito dinheiro em risco" na Rússia e na Ucrânia.
O UBS refere que pelo menos 60 mil milhões de euros de empréstimos colocados nos mercados russo e ucraniano são um motivo maior de preocupação, enunciando ainda o OTP Bank, o maior banco húngaro, e o austríaco Raiffeisen Bank International como as instituições financeiras europeias com maior nível de exposição à Rússia e à Ucrânia.
Apesar da pressão do Presidente norte-americano, Barack Obama, para que a UE adote uma posição de maior força perante Moscou, face aos últimos desenvolvimentos subsequentes à queda do avião da Malaysian Airlines na passada quinta-feira, Bruxelas acabou por adiar, para já, tal hipótese.
Esta terça-feira, os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE reuniram-se em Bruxelas para discutir a adoção de uma posição conjunta. Mas apesar do alargamento da lista de cidadãos e empresas sob sanção (congelamento de ativos e impossibilidade de entrada em território europeu), não se verificou a aventada hipótese de restrição do acesso da Rússia aos mercados de capital.
Bruxelas deverá divulgar, esta quinta-feira, a lista com as eventuais novas medidas contra Moscou a aplicar no caso de o Kremlin continuar a não cooperar com as autoridades internacionais no sentido de avaliar e descortinar os responsáveis pela queda do MH17. O The Guardian avança que os serviços secretos dos Estados Unidos acreditam que a Rússia "criou as condições" para a queda do avião.
Se a UE vier a adotar sanções econômicas mais pesadas contra Moscou, aumenta a possibilidade de perdas para várias instituições financeiras do Velho Continente. A Bloomberg recorda que o OTP Bank apresentou uma queda de 48% dos lucros no primeiro trimestre, influenciado negativamente pela crise que opôs Kiev a Moscou a partir de meados de Fevereiro passado.
O banco suíço acredita que os bancos dos países da União Europeia terão cerca de 60 bilhões de euros em empréstimos nos mercados russo e ucraniano. A possibilidade de a Rússia não cooperar eleva as possibilidades de novas sanções e de maior isolamento da economia russa.
Num momento em que a tensão e a desconfiança voltam a pender sobre as relações entre o ocidente e a Rússia, com a crescente possibilidade de maior isolamento da economia russa, o banco suíço UBS vem dizer que os bancos dos Estados-membros da União Europeia (UE) têm "muito dinheiro em risco" na Rússia e na Ucrânia.
O UBS refere que pelo menos 60 mil milhões de euros de empréstimos colocados nos mercados russo e ucraniano são um motivo maior de preocupação, enunciando ainda o OTP Bank, o maior banco húngaro, e o austríaco Raiffeisen Bank International como as instituições financeiras europeias com maior nível de exposição à Rússia e à Ucrânia.
Apesar da pressão do Presidente norte-americano, Barack Obama, para que a UE adote uma posição de maior força perante Moscou, face aos últimos desenvolvimentos subsequentes à queda do avião da Malaysian Airlines na passada quinta-feira, Bruxelas acabou por adiar, para já, tal hipótese.
Esta terça-feira, os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE reuniram-se em Bruxelas para discutir a adoção de uma posição conjunta. Mas apesar do alargamento da lista de cidadãos e empresas sob sanção (congelamento de ativos e impossibilidade de entrada em território europeu), não se verificou a aventada hipótese de restrição do acesso da Rússia aos mercados de capital.
Bruxelas deverá divulgar, esta quinta-feira, a lista com as eventuais novas medidas contra Moscou a aplicar no caso de o Kremlin continuar a não cooperar com as autoridades internacionais no sentido de avaliar e descortinar os responsáveis pela queda do MH17. O The Guardian noticiou que os serviços secretos dos Estados Unidos acreditam que a Rússia "criou as condições" para a queda do avião.
Se a UE vier a adotar sanções econômicas mais pesadas contra Moscou, aumenta a possibilidade de perdas para várias instituições financeiras do Velho Continente. A Bloomberg recorda que o OTP Bank apresentou uma queda de 48% dos lucros no primeiro trimestre, influenciado negativamente pela crise que opôs Kiev a Moscou a partir de meados de Fevereiro passado.

Fonte: Cofina PT


Economia dos EUA perde força em junho, 

aponta índice do FED de Chicago


O índice de atividade nacional dos Estados Unidos elaborado pelo Federal Reserve de Chicago recuou de 0,16 em maio para 0,12 em junho, informou a instituição nesta segunda-feira.

Fonte: Valor Econômico



FED de NY encontra problemas sérios em 

unidade do Deutsche Bank nos EUA

Vero?

FRANKFURT (Reuters) - O Federal Reserve de Nova York encontrou problemas sérios nas operações norte-americanas do Deutsche Bank, incluindo a divulgação de dados financeiros imprecisos e fiscalização e auditoria inadequados, disse à Reuters uma pessoa próxima ao assunto.
Em uma carta aos executivos do banco alemão em dezembro, uma autoridade sênior do FED de Nova York descreveu os relatórios financeiros produzidos por algumas das divisões do banco nos Estados Unidos como "de baixa qualidade, imprecisos e não confiáveis", disse a fonte.
O FED de Nova York, que funciona como os olhos e ouvidos do banco central dos EUA sobre Wall Street, supervisiona diretamente os maiores bancos norte-americanos e estrangeiros, parcialmente por meio de reguladores que vão trabalhar todos os dias dentro dos bancos.
"O tamanho e a amplitude dos erros sugerem fortemente que a estrutura de informes a reguladores nos EUA necessita de medidas corretivas de grande amplitude", disse a carta, divulgada inicialmente pelo Wall Street Journal.
As ações do Deutsche Bank recuavam 0,4 por cento nesta quarta-feira, chegando a estar entre as maiores baixas do índice de blue chips alemãs e entre o setor bancário europeu, em meio a temores de que reguladores dos EUA possam tomar medidas contra o banco.

Fonte: Reuters – Revisto por Narcisi Primus .:.


Bolsas asiáticas fecham em alta com fatores locais

          Os mercados de ações da região da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, com um certo alívio diante dos possíveis impactos da crise do Leste Europeu na economia mais ampla.

Entre os destaques, a bolsa de Hong Kong encerrou o dia no maior nível desde dezembro, impulsionada pelo setor imobiliário em meio a expectativas sobre mudanças na política para a área na China. Por outro lado, os papéis na Indonésia recuaram com cautela antes do anúncio do resultado da eleição presidencial. 
                  Os investidores mostraram um pouco menos de preocupação com a crise na Ucrânia, embora o tema ainda esteja sob intensa análise, depois que o Conselho de Segurança da Organização da Nações Unidas (ONU) aprovou por unanimidade um pedido de investigação internacional para a queda do voo da Malaysia Airlines. A medida contou com a aprovação da Rússia, o que sinalizou uma certa cooperação entre Moscou e governos ocidentais. 

              Com isso, o índice Kospi, de Seul, subiu 0,52%, para 2.028,93 pontos, em um dia de poucos indicadores econômicos na região. Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 registrou ganho de 0,06%, aos 5.543,30 pontos, nível mais alto de fechamento desde junho de 2008, com avanços moderados nos papéis da BHP Billiton, Rio Tinto e Fortescue Metals. 

            Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng fechou com elevação de 1,69%, aos 23.782,11 pontos, o melhor ganho diário desde maio. As incorporadoras imobiliárias lideraram os avanços diante da expectativa de uma flexibilização maior nas restrições do setor imobiliário por governos locais na China. 

          O ministro de moradias chinês, Chen Zhenggao, disse em uma recente reunião que reduzir os estoques de residências é uma prioridade, de acordo com uma reportagem do 21st Century Business Herald, sinalizando que os governos locais podem ficar mais acomodatícios no que se refere a suas políticas. 

            A tendência de alta também foi observada na China continental, onde o índice Xangai Composto subiu 1,02%, para 2.075,48 pontos, o nível mais alto de fechamento desde 16 de junho. O mercado local foi sustentado por ações de empresas ligadas a metais devido a elevação nos preços de commodities industriais. As montadoras também avançaram com esperanças de que Pequim tomará mais medidas para incentivar o setor de produção de veículos movidos a fontes mais limpas. 

           Além disso, os mercados chineses também estão aguardando o dado de atividade dos gerente de compras do setor industrial da China, que deve ser publicado nesta semana. O índice Shenzhen Composto ganhou 1,33%, aos 1.114,76 pontos. 

         Na contramão, o índice JSX Composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,85%, para 5.083,52 pontos, antes do anúncio do resultado da eleição para presidente no país. A disputa tem sido marcada por acusações de irregularidades e os dois principais candidatos já haviam clamado vitória com base em números não oficiais de diferentes agências.
Fonte: O Estado - Revisto por Narcisi Primus .:.


Dólar fecha em queda nesta segunda-feira


Preocupações com crise na Ucrânia mantêm cautela nos mercados


O dólar fechou em leve queda nesta segunda-feira (21), em um pregão de pouca oscilação, com a moeda norte-americana sendo puxada, de um lado, por um movimento global de aversão ao risco e, por outro, por expectativas eleitorais no Brasil, depois de dois pregões seguidos de intensa volatilidade.
A divisa recuou 0,20%, a R$ 2,2239 na venda, após fechar em queda de 1,35% na sessão anterior, a R$ 2,2283.
Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de US$ 1 bilhão, abaixo da média diária do mês passado, de US$ 1,3 bilhão.
Na quinta-feira passada, a queda de um avião malaio no leste da Ucrânia aprofundou a crise entre separatistas pró-Moscou e Kiev, levando investidores a evitar ativos de risco e se refugiarem em ativos mais seguros, como aqueles denominados em dólares.
No Brasil, o impacto no câmbio das preocupações com a Ucrânia foi compensado pela pesquisa Datafolha, que mostrou na semana passada empate técnico entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e o candidato Aécio Neves (PSDB) num eventual segundo turno das eleições de outubro.
Pela manhã, O Banco Central vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólares, com volume correspondente a US$ 198,7 milhões. Foram vendidos 3,5 mil contratos para 2 de fevereiro de 2015 e 500 para 1º de junho de 2015.
O Banco Central (BC) também vendeu a oferta total de até 7 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em agosto. Ao todo, o BC já rolou cerca de 44% do lote total, que corresponde a US$ 9,457 bilhões.
No exterior, o dólar operava perto da estabilidade em relação ao euro, com o mercado tranquilo sobre a política monetária nos Estados Unidos, de que os juros da maior economia do mundo não vão subir tão cedo.

Fonte: Tribuna Hoje – Texto revisto por Narcisi Primus .:.

Tarifas do aeroporto de Brasília serão 

reajustadas em 6,52%


             As tarifas de embarque, conexão, pouso, permanência e armazenagem do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, serão reajustadas em 6,52%. A autorização, aprovada pela diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), foi publicada hoje no Diário Oficial da União. A medida entra em vigor em 30 dias.

         Com isso, a tarifa de embarque doméstico, por exemplo, passará a custar R$ 17,68. Para voos internacionais, será cobrada taxa R$ 31,29. Já as tarifas de conexão custarão R$ 8,14 tanto para voos domésticos como para internacionais.

Preço do petróleo recua em meio a conflito em 

Gaza e na Ucrânia



Na segunda-feira, o óleo encerrou com os preços elevados em Londres e Nova York


Os preços do petróleo encerraram em queda nesta terça-feira (22), com o light sweet crude  para entrega em agosto recuando 17 centavos para 104,42 dólares o barril no New York Mercantile Exchange (Nymex).

Colagem Oficina da Casa - Petrobrás - Brasil
Na véspera, quando subiu 1,46 dólar para 104,59 dólares o barril, máxima desde 1° de julho, analistas apontaram a violência em Gaza, em um conflito que já conta com mais de 600 mortos, e o potencial endurecimento das sanções da União Europeia contra a Rússia, após a queda de avião da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia, como motivos para o acréscimo.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em setembro teve queda de 35 centavos, para 107,33 dólares o barril, na plataforma ICE Futures Exchange em Londres. Durante a sessão, no entanto, o preço chegou a 108,40 dólares, com a intensificação de tensões geopolíticas e a possibilidade de a União Europeia endurecer as sanções à Rússia. Na véspera, o Brent havia registrado alta de 44 centavos, para 107,68 dólares.
O anúncio das reservas de petróleo nos Estados Unidos, que deve ser feito nesta quarta-feira (23), também embasam analistas, que acreditam em uma queda. Os investidores vêm acompanhando os desdobramentos entre a Ucrânia, a Rússia e o Ocidente, além dos ataques de Israel em Gaza. 
Fonte: JB


UE impõe novas sanções contra autoridades russas


 O ministro de Relações Exteriores da Holanda, Frans Timmermans, disse que a União Europeia (UE) está impondo novas sanções contra autoridades consideradas responsáveis pelas ações da Rússia na Ucrânia.

Timmermans - Divulgação
A decisão tomada nesta terça-feira por ministros de Relações Exteriores dos 28 países do bloco acontece dias depois de um avião da Malaysia Airlines ter caído em território ucraniano, aparentemente abatido por rebeldes pró-Rússia na região leste do país, matando todos as 298 pessoas a bordo.
Timmermans disse que a "decisão enérgica" da UE impõe proibição para a concessão de vistos e congelamento de ativos para mais autoridades.

Ele disse que os ministros também pediram ao braço executivo do bloco, a Comissão Europeia, que prepare sanções econômicas mais fortes caso a Rússia não tome medidas para melhorar a situação na Ucrânia.
Timmermans não especificou quantas autoridades serão atingidas pelas mais recentes sanções nem revelou seus nomes.
Fonte: O Popular

Bolsa de metais de Londres aprova armazém 

do BTG Pactual em Cingapura


SYDNEY (Reuters) - O brasileiro BTG Pactual recebeu sinal verde da bolsa de metais London Metal Exchange (LME), de Londres, para montar operações de armazenagem em Cingapura, marcando a primeira incursão na Ásia do banco de investimentos que busca aumentar suas negociações físicas de metais.
Em um comunicado a seus membros, a LME disse que autorizou o BTG Pactual a armazenar alumínio, liga de alumínio, cobre, níquel, chumbo, estanho e zinco em Cingapura.
A instalação na cidade-Estado é a terceira credenciada pelo banco junto à LME este ano. O BTG é um dos poucos bancos no mundo que estão ampliando a atuação no setor de commodities.
Entre uma série de contratações de profissionais de alto nível no setor, o BTG recebeu no ano passado o especialista em armazéns de metais Shon Loth, com experiência anterior na Noble e na Pacorini Metals.
O banco registrou dois armazéns nos Estados Unidos, um em Detroit, um polo automotivo, e outro em Owensboro, no Kentucky, neste ano.
O BTG também pediu registro de seus armazéns junto ao grupo operador de bolsas de valores CME.
A expansão ocorre em meio a uma grande revisão dos procedimentos de crédito e armazenagem na Ásia, depois de uma suspeita de fraude no financiamento de metais no porto de Qingdao, na China, o terceiro maior do país e sétimo mais movimentado do mundo.
A maior parte das grandes operadoras de armazéns de metais do mundo já tem presença em Cingapura.


Fonte: Reuters


Queda livre do soja nos EUA já afeta preços no Brasil




A cotação do soja abriu a semana com baixas de dois dígitos na Bolsa de Chicago, ultrapassando a barreira dos US$ 11 por bushel. A queda livre do grão no mercado internacional já mostra reflexos no Brasil, aponta o analista de mercado Carlos Cogo.

Colagem Oficina da Casa - Divulgação
            “Os preços já estão caindo. A média ponderada das regiões paranaenses, do Indicador CEPEA/ESALQ, recuou para R$ 61,94 por saca de 60 Kg nesta segunda-feira (21/07). No mercado interno de soja, na média das principais regiões produtoras do País, o preço no disponível de lotes registra uma baixa de 1,3% em uma semana e de 7,6% nos últimos 30 dias”, informa Cogo.
“Desde maio deste ano, em pleno período de colheita, a baixa acumulada do preço ao produtor chega a 12,6%. As condições favoráveis à safra de grãos 2014/2015 dos Estados Unidos deve manter a pressão baixista sobre os preços futuros da soja na Bolsa de Chicago. A cada dia que passa o produtor norte-americano fica mais perto de concretizar a expectativa de uma colheita superior a 100 milhões de toneladas”, projeta o especialista.
Ele lembra que “o contrato novembro/2014 do soja, o de maior liquidez atualmente, tem suporte em US$ 10,65 por bushel, mínima atingida em 11 de julho, e resistência na área de US$ 11,18 por bushel. Os valores FOB do soja registram os menores patamares desde agosto/2013 no Porto de Paranaguá (PR) e os mais baixos desde maio/2013 no Porto de Rio Grande (RS), em termos nominais”.

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“Além disso, no Brasil, os vendedores, temendo quedas intensas nos próximos meses e aproveitando a demanda aquecida, têm negociado parte dos estoques do soja da safra 2013/2014, que também foi recorde. A alta nos prêmios de exportação e a valorização do dólar limitaram as quedas nos últimos dias”, ressalta o diretor da Carlos Cogo Consultoria Agro econômica. 




“Apesar de vendedores sempre terem expectativa de preços maiores para períodos seguintes, os valores atuais para exportar a soja entre março e maio de 2015 estão 15% inferiores aos do mercado spot atual. Somente no acumulado deste mês, os valores para exportar soja pelo Porto de Paranaguá em agosto de 2014 recuaram 10%”, conclui. 

Fonte: Agrolink

Texto revisto por NarcisiPrimus .:. 



Exportações de carne crescem 23% por Paranaguá


As carnes (congeladas) são exportadas pelo Porto de Paranaguá em contêineres


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O volume de carne exportada pelo Porto de Paranaguá está maior. No primeiro semestre deste ano, foram 684 mil toneladas exportadas, 23% a mais que o exportado no mesmo período do ano passado(Foto: portosdoparana.pr.gov.br)
O volume de carne exportada pelo Porto de Paranaguá está maior. No primeiro semestre deste ano, foram 684 mil toneladas exportadas, 23% a mais que o exportado no mesmo período do ano passado. Em relação à carne bovina, este aumento foi ainda maior: 71,5%. No total, as exportações de carne do Porto de Paranaguá geraram uma receita cambial de quase US$ 1,47 bilhão – quase 18% a mais que a receita arrecadada no primeiro semestre de 2013.
De janeiro até junho, foram quase 63 mil toneladas de carne de boi, exportadas principalmente para Hong Kong, Venezuela, Egito, Rússia e Irã. Em 2013, no mesmo período, foram quase 36,7 mil toneladas. As exportações do produto geraram mais de US$ 279 milhões de receita.
“As exportações da carne bovina aumentaram bastante, porém, em volumes, o destaque continua para as exportações do frango que, nos primeiros seis meses deste ano, geraram mais de um bilhão de dólares de receita cambial”, afirma o diretor comercial da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Lourenço Fregonese.
No primeiro semestre deste ano, foram quase 557 mil toneladas de frango exportadas – 20,5% a mais que o volume do ano passado. O principal destino desta carne foi países como Arábia Saudita, Japão, Hong Kong, China e Emirados Árabes.


Origem 

A carne bovina exportada pelo Porto de Paranaguá, neste primeiro semestre, foi produzida em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Rondônia, Goiás, Minas, Santa Catarina e Bahia (respectivamente, segundo o volume).
Mais da metade do volume de frango exportado pelo terminal paranaense foi produzida principalmente no próprio Estado. O restante veio de estados como Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas, Mato Grosso, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algum volume do Pernambuco, respectivamente.


Outras carnes

Além da carne bovina e de frango, também foram exportadas carne suína (mais de 25 mil toneladas), peru (14 mil toneladas), carne equina (488 toneladas) e de caprinos e outros animais (mais de 23 mil toneladas).
Da carne de cavalo, a mais exótica entre as exportadas pelo Porto de Paranaguá, os principais destinos foram a Rússia (477 toneladas) e a Itália (quase onze toneladas).  Quase toda carne equina exportada é produzida no próprio estado. O volume exportado este ano, no primeiro semestre, foi quase 144% maior que o movimentado no mesmo período de 2013.

Operações
As carnes (congeladas) são exportadas pelo Porto de Paranaguá em contêineres que chegam até o porto de duas maneiras: ou vêm já prontos para exportação (estufados e lacrados nas unidades produtoras) ou são estufados em armazéns locais. Neste segundo caso,  o principal operador da carne congelada é a empresa Martini Meat Armazéns Gerais.
A estrutura da empresa, em Paranaguá, funciona como apoio logístico retro portuário, tanto na parte de armazéns (com capacidade de 27 mil toneladas), com habilitação para os principais mercados mundiais, quanto com pátio de contêineres com tomadas para os refrigerados, para servir de apoio ao exportador.
“Somos um serviço de retaguarda. Cuidamos do processo de pré-embarque, com armazenagem, ova e desova de contêineres, recuperação de frios,   e outros serviços, antes do produto partir para o efetivo embarque”, explica o diretor comercial, Marcelo Ostrowski.

De acordo com Ostrowski, nessa movimentação de carne, o Porto de Paranaguá vem se destacando entre os demais terminais, o que explica esse aumento na movimentação. “O Porto de Paranaguá está muito bem posicionado no mercado das exportações de carne. Tem uma série de facilidades que o torna bem atrativo e propício para essas movimentações. Além do Estado ser um dos principais produtores de frango e suíno, a gente consegue, dentro da área de influencia do Porto, trazer produtos vindos do centro-oeste, do Interior de São Paulo e de Santa Catarina”, afirma.
Ainda segundo o diretor comercial da Martini Meat, a inauguração e o início das operações no terceiro berço do Terminal de Contêineres também contribuíram. “O terminal conta com uma infraestrutura (de quase duas mil tomadas), preparada para atender linhas de navios para o mundo inteiro. Além disso, temos a presença do Ministério da Agricultura com estrutura e equipe aqui, para fiscalização e controle, que agiliza ainda mais as operações pelo Porto de Paranaguá”, conclui.

Fonte: Assessoria de Imprensa Paranaguá

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