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Comentário:
O Partido Democrata, ao qual pertence Sua Excelência o presidente Barack Obama, negociou não sei com quem, e não cabe aqui apontar a este ou àquele, a pior assessoria que um presidente norte-americano, pela responsabilidade que tem, de dirigir um estado com um ‘soberano’ que já atinge a casa dos 300.000.000 de pessoas, pode ter.
O mundo está estupefato
com o despreparo que o primeiro escalão do governo norte-americano tem.
Veja: além do
presidente, o mundo conhece o secretário de estado John Kerry que já andou até
a querer colocar em uma ‘sinuca-de-bico’, juntamente com o presidente da França,
Obama, no caso das armas químicas sírias.
Fizeram pressão para
que Obama, num total desatino, atacasse a Síria de todo jeito. Ainda bem que o bom senso do presidente leu corretamente a situação e não entrou na
conversa de Hollande que queria recuperar a Síria, de novo, como uma colônia
francesa, no Oriente Médio.
Queriam, sem saber, ou a saber demais, incendiar a região.
OBAMA, O PIOR PRESIDENTE DESDE A II GUERRA MUNDIAL
![]() |
| Barack - Divulgação |
Barack Obama foi considerado o pior presidente
norte-americano desde a II Guerra Mundial, segundo uma sondagem da Universidade
de Quinnipiac divulgada esta quarta-feira.
Dos 1446 eleitores que responderam ao inquérito por telefone, 33% disseram que Obama é o pior chefe de Estado dos EUA desde 1945. 28 por cento dos participantes responderam George W. Bush e Richard Nixon recebeu 13% das escolhas.
O presidente que saiu melhor na «fotografia» foi Ronald Reagan, já que 35% o escolheu como o melhor neste período. Segue-se Bill Clinton, com 18%, e John F. Kennedy, com 15%.
Dos 1446 eleitores que responderam ao inquérito por telefone, 33% disseram que Obama é o pior chefe de Estado dos EUA desde 1945. 28 por cento dos participantes responderam George W. Bush e Richard Nixon recebeu 13% das escolhas.
O presidente que saiu melhor na «fotografia» foi Ronald Reagan, já que 35% o escolheu como o melhor neste período. Segue-se Bill Clinton, com 18%, e John F. Kennedy, com 15%.
45% dos eleitores afirmaram mesmo que os Estados Unidos
estariam numa situação melhor se Mitt Romney tivesse ganho as eleições a Obama.
Por outro lado, 38% acredita exatamente no contrário, ou seja, que os
norte-americanos estariam pior se as eleições tivessem sido ganhas pelos
republicanos.
«Durante este período de 69 anos da história americana e de
12 presidências, Barack Obama encontra-se, com George W. Bush, no fundo dos
níveis de popularidade», disse Tim Malloy, um dos responsáveis do instituto de
sondagens desta universidade, citado pela Reuters.
Quarenta por cento das pessoas que responderam às perguntas da Universidade de Quinnipiac aprovam o trabalho de Barack Obama até ao momento, mas 53% desaprovam-no.
Mais de metade dos inquiridos dizem mesmo que a administração de Obama não é suficientemente competente para dirigir o país.
A sondagem, realizada entre 24 e 30 de junho, tem uma margem de erro de 2.6 pontos percentuais.
Quarenta por cento das pessoas que responderam às perguntas da Universidade de Quinnipiac aprovam o trabalho de Barack Obama até ao momento, mas 53% desaprovam-no.
Mais de metade dos inquiridos dizem mesmo que a administração de Obama não é suficientemente competente para dirigir o país.
A sondagem, realizada entre 24 e 30 de junho, tem uma margem de erro de 2.6 pontos percentuais.
Fonte: TVI-24
Afeganistão: missão impossível
Na
última semana de junho a mídia norte-americana apresentou mais um tema para
debate público: os métodos alternativos para alcançar a vitória no Oriente
Médio.
Desta vez o pretexto foi a
publicação de um livro em que se contava a história de um oficial das forças
especiais dos EUA. O major Jim Gant declarava abertamente, já em 2009, que os
Estados Unidos estavam perdendo a guerra no Afeganistão. Na sua opinião, a
vitória poderia ser alcançada atraindo para o lado americano as tribos pashtun através da
sua infiltração por pequenos grupos de operacionais das forças especiais.
A ideia de Gant era: se uma
sociedade é arcaica, não se deve forçá-la a ser diferente. Torna-te o partido
de uma das tribos. Ajuda-a a defender seus interesses nas relações com os
vizinhos, com os inimigos e com o Estado. Não interfiras nos assuntos internos
da tua nova tribo, mas usa todas as oportunidades para convencê-los das
vantagens de uma cooperação mútua com uma poderosa força externa.
Essa união tornará
inevitavelmente mais forte a “tua” tribo. A seguir virão outras tribos. As
áreas de influência dessas tribos deixarão de ser áreas de influência do teu
inimigo, porque tribos fortes não admitirão estarem submetidas a forças
externas. Já a tua influência será imperceptível, mas forte e constante, porque
a tribo irá inevitavelmente depender prestação de “serviços” da tua parte.
Tendo obtido o aval do comado,
Gant colocou suas ideias em prática ao longo de dois anos, tendo vivido e
lutado com uma tribo amiga contra os rebeldes na província de Kunar.
O método que ele propunha para
conquistar a razão e o coração da população se apresentava como uma solução
simples e segura do problema principal das guerras no Oriente, que é a
incapacidade de governos centrais fracos, mesmo com um forte auxílio externo,
em pacificar seus territórios, quer pela força, quer por negociações.
Gant conseguiu atrair para seu
lado três tribos influentes. O comando reconheceu que as razões para seu
sucesso eram exclusivamente seu talento pessoal e sua persistência. Os dois
anos de vida atribulada entre os pashtuns e
de combates permanentes contra seus inimigos tiveram um resultado previsível.
Tendo sido acusado de violação grosseira das normas éticas, Gant foi em 2012
afastado de sua missão, a “boina verde” foi-lhe retirada, ele foi despromovido
e expulso sem honra do exército.
Quais foram as razões para esse
seu insucesso? Gant escreveu na carta a um amigo: “Eu tento vencer. Não tenho a
certeza que todos o querem. ”Provavelmente sua ideia de se “tornar num dos
seus” foi simplesmente usada como cobertura propagandística do velho método de
ganhar aliados com recurso a dinheiro, armas e garantias de proteção e apoio.
É do conhecimento geral que os
efeitos dessa “amizade” são efémeros e suas consequências são catastróficas.
No Iraque, por exemplo, os
colegas do major Gant tentaram garantir a estabilidade e a segurança no
“triângulo sunita”, ajudando as tribos locais a defenderem suas terras dos
ataques dos grupos radicais.
Na realidade as tribos apenas
aderiram temporariamente ao lado do “mais forte e generoso”. Quando as tropas
dos países ocidentais retiraram, o problema da segurança sem apoio externo
voltou a ser para elas uma questão de sobrevivência. Assim, eles tomaram o lado
dos fundadores fanáticos do “califado”.
Isso deverá ser considerado como
uma traição ou traição será aquilo que os obrigou a decidir dessa forma?
Poderia o exército dos EUA apoiar indefinidamente seus aliados nos cantos mais
afastados de países longínquos? Poderia Gant continuar combatendo, com seu
destacamento, nas montanhas do Afeganistão por muitos mais anos? Claro que não.
O livro sobre as aventuras do
major Gant no Afeganistão foi um bestseller nos
Estados Unidos. O surgimento há dias do “califado” no Iraque foi uma
confirmação que a paz nessas zonas deve ser obtida por métodos completamente
diferentes.
Fonte: A Voz da Rússia
Todo o mundo sabe que o exército ‘yanquee’ não sabe como proceder em uma guerra de guerrilha.
Haja
vista o que ele apresentou ao mundo quando da guerra da Korea, do Vietnam, do Iraque,
da Líbia, e, a sanha norte americana de pegar Osama Bin Laden o levou a outros
cantões para ter como resultado o mesmo que nada: perdeu a todos. Ou melhor,
está ainda a brigar para conseguir petróleo a mola da economia norte americana, mas o petróleo dos outros países, está mais do que evidente.
Barack
Obama apregoou aos quatro cantos que havia matado Bin Laden, mas não deixou que ninguém, muito menos os norte-americanos
vissem o corpo do dito cujo.
Jogou o
corpo do homem no mar? Para que ninguém fizesse romaria ao corpo como o fazem
com um herói.
Atitude
estranha essa do dirigente norte americano.
Agora
está lá no Afeganistão treinando guerrilheiros para a guerra convencional. Eles
nunca ganharam uma só batalha em guerra guerrilha.
Ho chi
min deu um baile nos generais dos USA.
Os afegãos
não são bobos, pois sabem que os americanos estão de olho nos recursos do solo afeganês
e não vão deixar sair por entre os dedos o que eles têm de mais sagrado para a manutenção
de suas famílias.
Que os
países vizinhos fiquem de olho nas fronteiras para que não haja invasão deste
povo dos confins da terra (américa), pois o que eles querem é a
desestabilização para, então, mandar o departamento de estado, dirigido por um
despreparado Kerry, sondar o melhor jeito para uma invasão militar.
Olho vivo!
Por Narcisi Primus .:.
Dólar fecha em queda com dados fracos da economia dos EUA
Moeda norte-americana perdeu 0,23%, para R$ 2,205.
Setor industrial dos EUA desacelerou em junho e FED pode adiar alta de juros.
Dados fracos sobre a economia dos Estados Unidos levaram o dólar a
fechar em queda nesta terça-feira (1) e se manter no nível dos R$ 2,20.
A moeda norte-americana perdeu 0,23%, para R$ 2,205.
No ano, há desvalorização de 6,47%.
"Os números tendem a reduzir o otimismo em relação à recuperação
econômica (dos EUA), principalmente com o mercado focado no relatório de
emprego de quinta-feira", afirmou à Reuters o economista da 4Cast Pedro
Tuesta.
O ritmo de crescimento do setor industrial dos EUA desacelerou
ligeiramente em junho, segundo relatório do Instituto de Gestão de Fornecimento
(ISM, na sigla em inglês).
Segundo Tuesta, os dados podem levar o Federal Reserve, banco central
norte-americano, a adiar o eventual aumento da taxa básica de juros, com medo
de impactos sobre a atividade econômica.
R$ 2,20 a R$ 2,25 (R$ = moeda brasileira)
Boa parte do mercado acredita que a autoridade monetária não quer o
dólar fora do intervalo de R$ 2,20 a R$ 2,25, com medo de impactos sobre as
exportações e a inflação. E, para isso, deverá, de modo geral, dosar as
rolagens dos swaps cambiais, que equivalem à venda futura de dólar.
"O que se discute agora é como o BC vai atuar daqui para
frente", afirmou à Reuters o operador de câmbio da corretora B&T
Marcos Trabbold, que acredita que o BC aguardará algumas sessões para avaliar o
mercado e anunciar as condições da rolagem dos swaps cambiais que vencem em 1º
de agosto, equivalentes a US$ 9,457 bilhões.
Quando o BC sinalizou, no início do mês passado, que poderia rolar uma
fatia menor dos swaps que venceram em julho, a moeda norte-americana passou a
subir e testou níveis próximos de R$ 2,30. Mas a autoridade monetária aumentou
as ofertas e o dólar retomou a trajetória de queda, voltando a operar dentro da
banda informal.
No total, foram rolados pouco mais de 85% do lote total de julho,
correspondente a US$ 10,060 bilhões, acima das fatias nos meses anteriores, de
50% a 75%. No semestre passado, a moeda norte-americana acumulou queda de 6,26%
sobre o real.
Até o fim do ano
Além das rolagens, o BC vem atuando diariamente no mercado desde agosto
do ano passado ofertando novos contratos de swaps e, nesta sessão, inicia uma
nova fase do programa que vai durar até pelo menos o fim deste ano.
Na operação, a autoridade monetária vendeu a oferta total de até 4 mil
swaps cambiais, todos com vencimento em 2 de fevereiro de 2015 e volume
equivalente a US$ 198,8 milhões. O BC também ofertou contratos para 1º de
junho, mas não aceitou propostas.
Fonte:
G1
Kerry viajará à China na próxima semana para Diálogo Econômico Estratégico
Washington, 30 jun. (EFE).- O secretário de
Estado dos Estados Unidos, John Kerry, estará na China entre os dias 8 e 10 de
julho para prosseguir com o Diálogo Econômico Estratégico entre os dois países,
informou nesta segunda-feira o governo americano.
A porta-voz do Departamento de Estado, Jen Psaki, assegurou
em comunicado que durante sua estada em Pequim, e no marco deste diálogo
realizado de forma anual, Kerry se reunirá com o ministro de Relações
Exteriores chinês, Yang Jiechi, e com o vice-primeiro-ministro, Wang Yang.
Na sua visita à China, Kerry estará acompanhado pelo
secretário do Tesouro, Jacob Lew, e pelo subsecretário de Estado dos EUA,
William Burns.
Esta é a sexta reunião conjunta do Diálogo Econômico
Estratégico entre Estados Unidos e China, acrescentou Psaki.
Fonte:
EFE
PMI do setor manufatureiro chinês registra o nível mais alto em seis meses
O laborioso povo Chinês |
O
índice de gerentes de compras (PMI, em inglês) de junho aumentou para 51, em
relação aos 50,8 registrados em maio, representando o mais alto nível desde
dezembro de 2013, segundo os dados divulgados pelo Departamento Nacional de
Estatísticas (DNE) e pela Federação Chinesa de Logística e Compras (FCLC).
Uma
leitura do PMI acima de 50 indica expansão do setor e abaixo, contração.
Esse
também foi o quarto aumento mensal consecutivo registrado no índice, um
indicador econômico amplamente observado que mede a saúde da segunda maior
economia do mundo, que registrou um começo fraco em 2014, despertando muita
preocupação do mercado.
O
crescimento da economia chinesa desacelerou para 7,4% no primeiro trimestre do
ano, a mais baixa taxa desde o terceiro trimestre de 2012. No entanto, a
recuperação contínua em importantes indicadores nos últimos meses indica que a
economia pode ter passado pelo ponto mais difícil.
Além
do PMI, os últimos dados mostram que as indústrias registraram um aumento anual
de 9,8% em seus lucros nos primeiros cinco meses de 2014 e que as exportações
do país também melhoraram em maio com um crescimento anual de 7%, revertendo o
desempenho fraco nos meses anteriores.
"Os
aumentos contínuos no PMI indicam que uma tendência de crescimento econômico
estável se restaurou no geral", disse Zhang Liqun, pesquisador do Centro
de Pesquisa de Desenvolvimento do Conselho de Estado, gabinete chinês. "As
medidas de política voltadas para estabilizar o crescimento surtiram
efeitos", explicou.
Fonte:
Rádio China Internacional
Nicolas Sarkozy é detido para interrogatório em suposto caso de tráfico de influência
![]() |
| Ex-presidente da França teria usado de sua posição para obter informações sobre uma investigação sobre financiamento ilegal de sua campanha de 2007 |
O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy está sendo interrogado num suposto
caso de tráfico de influência e violação do sigilo da investigação nesta
terça-feira. Ele é mantido sob custódia da polícia francesa em Nanterre, nas
proximidades de Paris. Os investigadores podem manter o interrogatório por até
24 horas, com a possibilidade de extensão por mais um dia.
O
ex-presidente dirigiu-se ao local do interrogatório, em Paris, um dia depois de
seu advogado ter respondido a perguntas.
Segundo uma
fonte legal, Sarkozy é questionado sobre uma suposta rede
de informantes, revelada por escutas telefônicas – que o teria mantido a par de
uma investigação sobre irregularidade em sua campanha eleitoral de 2007.
A
investigação, iniciada em fevereiro, pretende verificar se ele tentou usar sua
influência para conseguir informações sobre um inquérito que apurava alegações
de que o ex-ditador da Líbia Muammar Kadafi teria financiado a sua campanha
eleitoral, em 2007. Também alega-se que a mulher mais rica da França a herdeira
da L’Oreal, Liliane Bettencourt – contribuiu para a campanha.
Segundo as
denúncias, Sarkozy teria
prometido uma promoção em Mônaco a um juiz em troca de informações.
É a
primeira vez que um ex-chefe de Estado francês é interrogado na história
moderna do país. O político conservador nega as irregularidades. O caso pode
acabar com suas esperanças de voltar à presidência depois da derrota para o
socialista François Hollande, em 2012.
Esta é uma
das seis investigações envolvendo Sarkozy, incluindo a recente sobre irregularidade
em sua campanha malsucedida para a presidência em 2012.
Fonte:
DW
Texto
revisto por Narcisi Primus .:.




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