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2 de jul. de 2014

Obama: Assessoria - USA: guerra de guerrilha - O sobe/desce do dóllar - China: País do Trabalho - Sarkozy Sub Judice


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Comentário: 

O Partido Democrata, ao qual pertence Sua Excelência o presidente Barack Obama, negociou não sei com quem, e não cabe aqui apontar a este ou àquele, a pior assessoria que um presidente norte-americano, pela responsabilidade que tem, de dirigir um estado com um ‘soberano’ que já atinge a casa dos 300.000.000 de pessoas, pode ter.

O mundo está estupefato com o despreparo que o primeiro escalão do governo norte-americano tem.
Veja: além do presidente, o mundo conhece o secretário de estado John Kerry que já andou até a querer colocar em uma ‘sinuca-de-bico’, juntamente com o presidente da França, Obama, no caso das armas químicas sírias.

Fizeram pressão para que Obama, num total desatino, atacasse a Síria de todo jeito. Ainda bem que o bom senso do presidente leu corretamente a situação e não entrou na conversa de Hollande que queria recuperar a Síria, de novo, como uma colônia francesa, no Oriente Médio.

Queriam, sem saber, ou a saber demais, incendiar a região.


OBAMA, O PIOR PRESIDENTE DESDE A II GUERRA MUNDIAL

Barack - Divulgação
Barack Obama foi considerado o pior presidente norte-americano desde a II Guerra Mundial, segundo uma sondagem da Universidade de Quinnipiac divulgada esta quarta-feira.

Dos 1446 eleitores que responderam ao inquérito por telefone, 33% disseram que Obama é o pior chefe de Estado dos EUA desde 1945. 28 por cento dos participantes responderam George W. Bush e Richard Nixon recebeu 13% das escolhas.


O presidente que saiu melhor na «fotografia» foi Ronald Reagan, já que 35% o escolheu como o melhor neste período. Segue-se Bill Clinton, com 18%, e John F. Kennedy, com 15%.
45% dos eleitores afirmaram mesmo que os Estados Unidos estariam numa situação melhor se Mitt Romney tivesse ganho as eleições a Obama. Por outro lado, 38% acredita exatamente no contrário, ou seja, que os norte-americanos estariam pior se as eleições tivessem sido ganhas pelos republicanos.

«Durante este período de 69 anos da história americana e de 12 presidências, Barack Obama encontra-se, com George W. Bush, no fundo dos níveis de popularidade», disse Tim Malloy, um dos responsáveis do instituto de sondagens desta universidade, citado pela Reuters.

Quarenta por cento das pessoas que responderam às perguntas da Universidade de Quinnipiac aprovam o trabalho de Barack Obama até ao momento, mas 53% desaprovam-no. 

Mais de metade dos inquiridos dizem mesmo que a administração de Obama não é suficientemente competente para dirigir o país.

A sondagem, realizada entre 24 e 30 de junho, tem uma margem de erro de 2.6 pontos percentuais. 

Fonte: TVI-24

Afeganistão: missão impossível



Tropas afegãs sendo treinadas - Divulgação
Na última semana de junho a mídia norte-americana apresentou mais um tema para debate público: os métodos alternativos para alcançar a vitória no Oriente Médio.

Desta vez o pretexto foi a publicação de um livro em que se contava a história de um oficial das forças especiais dos EUA. O major Jim Gant declarava abertamente, já em 2009, que os Estados Unidos estavam perdendo a guerra no Afeganistão. Na sua opinião, a vitória poderia ser alcançada atraindo para o lado americano as tribos pashtun através da sua infiltração por pequenos grupos de operacionais das forças especiais.

A ideia de Gant era: se uma sociedade é arcaica, não se deve forçá-la a ser diferente. Torna-te o partido de uma das tribos. Ajuda-a a defender seus interesses nas relações com os vizinhos, com os inimigos e com o Estado. Não interfiras nos assuntos internos da tua nova tribo, mas usa todas as oportunidades para convencê-los das vantagens de uma cooperação mútua com uma poderosa força externa.

Essa união tornará inevitavelmente mais forte a “tua” tribo. A seguir virão outras tribos. As áreas de influência dessas tribos deixarão de ser áreas de influência do teu inimigo, porque tribos fortes não admitirão estarem submetidas a forças externas. Já a tua influência será imperceptível, mas forte e constante, porque a tribo irá inevitavelmente depender prestação de “serviços” da tua parte.

Tendo obtido o aval do comado, Gant colocou suas ideias em prática ao longo de dois anos, tendo vivido e lutado com uma tribo amiga contra os rebeldes na província de Kunar.

O método que ele propunha para conquistar a razão e o coração da população se apresentava como uma solução simples e segura do problema principal das guerras no Oriente, que é a incapacidade de governos centrais fracos, mesmo com um forte auxílio externo, em pacificar seus territórios, quer pela força, quer por negociações.

Gant conseguiu atrair para seu lado três tribos influentes. O comando reconheceu que as razões para seu sucesso eram exclusivamente seu talento pessoal e sua persistência. Os dois anos de vida atribulada entre os pashtuns e de combates permanentes contra seus inimigos tiveram um resultado previsível. Tendo sido acusado de violação grosseira das normas éticas, Gant foi em 2012 afastado de sua missão, a “boina verde” foi-lhe retirada, ele foi despromovido e expulso sem honra do exército.

Quais foram as razões para esse seu insucesso? Gant escreveu na carta a um amigo: “Eu tento vencer. Não tenho a certeza que todos o querem. ”Provavelmente sua ideia de se “tornar num dos seus” foi simplesmente usada como cobertura propagandística do velho método de ganhar aliados com recurso a dinheiro, armas e garantias de proteção e apoio.

É do conhecimento geral que os efeitos dessa “amizade” são efémeros e suas consequências são catastróficas.

No Iraque, por exemplo, os colegas do major Gant tentaram garantir a estabilidade e a segurança no “triângulo sunita”, ajudando as tribos locais a defenderem suas terras dos ataques dos grupos radicais.

Na realidade as tribos apenas aderiram temporariamente ao lado do “mais forte e generoso”. Quando as tropas dos países ocidentais retiraram, o problema da segurança sem apoio externo voltou a ser para elas uma questão de sobrevivência. Assim, eles tomaram o lado dos fundadores fanáticos do “califado”.

Isso deverá ser considerado como uma traição ou traição será aquilo que os obrigou a decidir dessa forma? Poderia o exército dos EUA apoiar indefinidamente seus aliados nos cantos mais afastados de países longínquos? Poderia Gant continuar combatendo, com seu destacamento, nas montanhas do Afeganistão por muitos mais anos? Claro que não.

O livro sobre as aventuras do major Gant no Afeganistão foi um bestseller nos Estados Unidos. O surgimento há dias do “califado” no Iraque foi uma confirmação que a paz nessas zonas deve ser obtida por métodos completamente diferentes.
Fonte: A Voz da Rússia


Todo o mundo sabe que o exército ‘yanquee’ não sabe como proceder em uma guerra de guerrilha.


Haja vista o que ele apresentou ao mundo quando da guerra da Korea, do Vietnam, do Iraque, da Líbia, e, a sanha norte americana de pegar Osama Bin Laden o levou a outros cantões para ter como resultado o mesmo que nada: perdeu a todos. Ou melhor, está ainda a brigar para conseguir petróleo a mola da economia norte americana, mas o petróleo dos outros países, está mais do que evidente.

Barack Obama apregoou aos quatro cantos que havia matado Bin Laden, mas não  deixou que ninguém, muito menos os norte-americanos vissem o corpo do dito cujo.

Jogou o corpo do homem no mar? Para que ninguém fizesse romaria ao corpo como o fazem com um herói.
Atitude estranha essa do dirigente norte americano.

Agora está lá no Afeganistão treinando guerrilheiros para a guerra convencional. Eles nunca ganharam uma só batalha em guerra guerrilha.

Ho chi min deu um baile nos generais dos USA.

Os afegãos não são bobos, pois sabem que os americanos estão de olho nos recursos do solo afeganês e não vão deixar sair por entre os dedos o que eles têm de mais sagrado para a manutenção de suas famílias.

Que os países vizinhos fiquem de olho nas fronteiras para que não haja invasão deste povo dos confins da terra (américa), pois o que eles querem é a desestabilização para, então, mandar o departamento de estado, dirigido por um despreparado Kerry, sondar o melhor jeito para uma invasão militar.

Olho vivo!

 Por Narcisi Primus .:.


Dólar fecha em queda com dados fracos da economia dos EUA



Moeda norte-americana perdeu 0,23%, para R$ 2,205.


Setor industrial dos EUA desacelerou em junho e FED pode adiar alta de juros.


Dados fracos sobre a economia dos Estados Unidos levaram o dólar a fechar em queda nesta terça-feira (1) e se manter no nível dos R$ 2,20.

A moeda norte-americana perdeu 0,23%, para R$ 2,205. 

No ano, há desvalorização de 6,47%.

"Os números tendem a reduzir o otimismo em relação à recuperação econômica (dos EUA), principalmente com o mercado focado no relatório de emprego de quinta-feira", afirmou à Reuters o economista da 4Cast Pedro Tuesta.

O ritmo de crescimento do setor industrial dos EUA desacelerou ligeiramente em junho, segundo relatório do Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM, na sigla em inglês).

Segundo Tuesta, os dados podem levar o Federal Reserve, banco central norte-americano, a adiar o eventual aumento da taxa básica de juros, com medo de impactos sobre a atividade econômica.


R$ 2,20 a R$ 2,25 (R$ = moeda brasileira)


Boa parte do mercado acredita que a autoridade monetária não quer o dólar fora do intervalo de R$ 2,20 a R$ 2,25, com medo de impactos sobre as exportações e a inflação. E, para isso, deverá, de modo geral, dosar as rolagens dos swaps cambiais, que equivalem à venda futura de dólar.

"O que se discute agora é como o BC vai atuar daqui para frente", afirmou à Reuters o operador de câmbio da corretora B&T Marcos Trabbold, que acredita que o BC aguardará algumas sessões para avaliar o mercado e anunciar as condições da rolagem dos swaps cambiais que vencem em 1º de agosto, equivalentes a US$ 9,457 bilhões.

Quando o BC sinalizou, no início do mês passado, que poderia rolar uma fatia menor dos swaps que venceram em julho, a moeda norte-americana passou a subir e testou níveis próximos de R$ 2,30. Mas a autoridade monetária aumentou as ofertas e o dólar retomou a trajetória de queda, voltando a operar dentro da banda informal.

No total, foram rolados pouco mais de 85% do lote total de julho, correspondente a US$ 10,060 bilhões, acima das fatias nos meses anteriores, de 50% a 75%. No semestre passado, a moeda norte-americana acumulou queda de 6,26% sobre o real.

Até o fim do ano

Além das rolagens, o BC vem atuando diariamente no mercado desde agosto do ano passado ofertando novos contratos de swaps e, nesta sessão, inicia uma nova fase do programa que vai durar até pelo menos o fim deste ano.

Na operação, a autoridade monetária vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais, todos com vencimento em 2 de fevereiro de 2015 e volume equivalente a US$ 198,8 milhões. O BC também ofertou contratos para 1º de junho, mas não aceitou propostas.
Fonte: G1

Kerry viajará à China na próxima semana para Diálogo Econômico Estratégico


Washington, 30 jun. (EFE).- O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, estará na China entre os dias 8 e 10 de julho para prosseguir com o Diálogo Econômico Estratégico entre os dois países, informou nesta segunda-feira o governo americano.
A porta-voz do Departamento de Estado, Jen Psaki, assegurou em comunicado que durante sua estada em Pequim, e no marco deste diálogo realizado de forma anual, Kerry se reunirá com o ministro de Relações Exteriores chinês, Yang Jiechi, e com o vice-primeiro-ministro, Wang Yang.
Na sua visita à China, Kerry estará acompanhado pelo secretário do Tesouro, Jacob Lew, e pelo subsecretário de Estado dos EUA, William Burns.
Esta é a sexta reunião conjunta do Diálogo Econômico Estratégico entre Estados Unidos e China, acrescentou Psaki.
Fonte: EFE



PMI do setor manufatureiro chinês registra o nível mais alto em seis meses 


O laborioso povo Chinês

O crescimento do setor manufatureiro chinês acelerou em junho para o nível mais alto em seis meses, indicando um fim forte do segundo trimestre e que a economia do país está se estabilizando ainda mais.

O índice de gerentes de compras (PMI, em inglês) de junho aumentou para 51, em relação aos 50,8 registrados em maio, representando o mais alto nível desde dezembro de 2013, segundo os dados divulgados pelo Departamento Nacional de Estatísticas (DNE) e pela Federação Chinesa de Logística e Compras (FCLC).

Uma leitura do PMI acima de 50 indica expansão do setor e abaixo, contração.

Esse também foi o quarto aumento mensal consecutivo registrado no índice, um indicador econômico amplamente observado que mede a saúde da segunda maior economia do mundo, que registrou um começo fraco em 2014, despertando muita preocupação do mercado.

O crescimento da economia chinesa desacelerou para 7,4% no primeiro trimestre do ano, a mais baixa taxa desde o terceiro trimestre de 2012. No entanto, a recuperação contínua em importantes indicadores nos últimos meses indica que a economia pode ter passado pelo ponto mais difícil.

Além do PMI, os últimos dados mostram que as indústrias registraram um aumento anual de 9,8% em seus lucros nos primeiros cinco meses de 2014 e que as exportações do país também melhoraram em maio com um crescimento anual de 7%, revertendo o desempenho fraco nos meses anteriores.

"Os aumentos contínuos no PMI indicam que uma tendência de crescimento econômico estável se restaurou no geral", disse Zhang Liqun, pesquisador do Centro de Pesquisa de Desenvolvimento do Conselho de Estado, gabinete chinês. "As medidas de política voltadas para estabilizar o crescimento surtiram efeitos", explicou.

Fonte: Rádio China Internacional

Nicolas Sarkozy é detido para interrogatório em suposto caso de tráfico de influência

 
Ex-presidente da França teria usado de sua posição para obter informações sobre uma investigação sobre financiamento ilegal de sua campanha de 2007

O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy está sendo interrogado num suposto caso de tráfico de influência e violação do sigilo da investigação nesta terça-feira. Ele é mantido sob custódia da polícia francesa em Nanterre, nas proximidades de Paris. Os investigadores podem manter o interrogatório por até 24 horas, com a possibilidade de extensão por mais um dia.

O ex-presidente dirigiu-se ao local do interrogatório, em Paris, um dia depois de seu advogado ter respondido a perguntas.

Segundo uma fonte legal, Sarkozy é questionado sobre uma suposta rede de informantes, revelada por escutas telefônicas – que o teria mantido a par de uma investigação sobre irregularidade em sua campanha eleitoral de 2007.

A investigação, iniciada em fevereiro, pretende verificar se ele tentou usar sua influência para conseguir informações sobre um inquérito que apurava alegações de que o ex-ditador da Líbia Muammar Kadafi teria financiado a sua campanha eleitoral, em 2007. Também alega-se que a mulher mais rica da França a herdeira da L’Oreal, Liliane Bettencourt – contribuiu para a campanha.

Segundo as denúncias, Sarkozy teria prometido uma promoção em Mônaco a um juiz em troca de informações.

É a primeira vez que um ex-chefe de Estado francês é interrogado na história moderna do país. O político conservador nega as irregularidades. O caso pode acabar com suas esperanças de voltar à presidência depois da derrota para o socialista François Hollande, em 2012.

Esta é uma das seis investigações envolvendo Sarkozy, incluindo a recente sobre irregularidade em sua campanha malsucedida para a presidência em 2012.
Fonte: DW

Texto revisto por Narcisi Primus .:.

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