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Afeganistão. Impasse eleitoral deixa o país à beira do abismo
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| Eleitores Afegãos |
EUA
ameaça corte da ajuda financeira se a crise política escalar para um conflito
étnico entre os apoiantes dos candidatos presidenciais
Abdullah
Abdullah declarou a vitória nas eleições presidenciais afegãs do mês passado e,
frente a milhares de apoiantes durante um comício no centro de Cabul, desafiou
o seu rival, Ashraf Ghani - a quem os resultados preliminares deram a liderança
-, assegurando que nunca reconhecerá "um governo fraudulento".
Enfurecidos,
os seus apoiantes afegãos gritavam "Morte a Ashraf Ghani", enquanto
Abdullah repetiu a acusação de que o processo eleitoral foi viciado e pediu
tempo e paciência aos seus apoiantes para fazer consultas e montar um governo
nacional. Não muito longe dali, uma bomba explodia causando a morte de 16
pessoas, incluindo quatro soldados da OTAN.
As outras
vítimas mortais do ataque a uma clínica perto de Bagram - onde se situa a maior
base militar norte-americana no país - são dez civis e dois polícias.
Está
lançado o pior dos cenários previstos para o confronto eleitoral, com um
impasse que promete arrastar novamente o Afeganistão para o caos político, sem
uma liderança clara num território já muito fraturado nas linhas das suas
profundas divisões étnicas.
O espectro da
violência sectária que opõe norte a sul, com a rivalidade entre os apoiantes
dos dois candidatos, vê-se agravado pela similitude com a crise em que o Iraque
foi precipitado nas últimas semanas e que permitiu aos militantes sunitas
tomarem conta de grandes extensões do território.
A
revolta provocada pelo anúncio de que o antigo ministro das Finanças, Ashraf
Ghani, tinha conquistado 56,44% na segunda volta das presidenciais (depois de
na primeira volta não ter ido além dos 31%, bem atrás dos 45% conseguidos por
Abdullah), levantou fortes suspeitas quanto a uma enorme fraude eleitoral e depressa
o ódio se virou contra o presidente Hamid Karzai, com um grande retrato do
líder afegão a ser destruído e substituído por uma imagem de Abdullah.
Várias
figuras influentes, desde governadores e líderes distritais ou autarcas e mesmo
chefes militares, têm, entretanto, demonstrado o seu apoio ao ex-líder da
resistência aos talibãs, que fez questão de afirmar: "Não queremos uma
guerra civil, não queremos uma crise. Queremos estabilidade, unidade nacional,
não a divisão".
Abdullah disse
que não estava ainda em condições de avançar a formação da sua administração,
mas que o fará em breve, e revelou também que tinha recebido telefonemas tanto
do secretário de Estado norte-americano, John Kerry, como do próprio presidente
Barack Obama, que lhe terão prometido que vão apoiar a investigação à possível
fraude eleitoral.
Gaza. Israel convoca 40 mil na reserva para ofensiva terrestre
Mais de 50
alvos foram atingidos, na madrugada de ontem, no início oficial da operação
israelita "Protective Edge" para destronar o Hamas na Faixa de Gaza,
para a qual o governo de Benjamin Netanyahu já tinha convocado na segunda-feira
1500 soldados na reserva, número que ontem aumentou para 40 mil.
Depois de fonte
do gabinete do primeiro-ministro israelita ter avançado à AFP, ao início da
manhã, que o exército "está a preparar-se para todos os cenários
possíveis, incluindo uma invasão ou uma ofensiva no terreno", o ministro
da Defesa confirmou os planos de alargamento da operação militar no enclave.
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| Caça de Israel |
"Estamos
a preparar-nos para ações contra o Hamas que não vão acabar em poucos
dias", disse Moshe Ya'alon, à hora em que era confirmado que sete
palestinianos morreram e 25 ficaram feridos nos ataques aéreos à Faixa de Gaza
durante a madrugada. O número subiu para 13 mortos e 90 feridos a meio da
tarde. Médicos que trabalham no terreno em Gaza falam em 14 mortos desde sexta-
-feira.
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| Explosões em Gaza |
"Israel
não vai tolerar o disparo de rockets contra as suas cidades" e está
preparado para expandir a operação "com tudo o que está ao seu
alcance", acrescentou Ya'alon. Durante a tarde foi noticiado que a
autarquia de Telavive, que o Hamas não ataca há vários anos, se estava a preparar
para eventuais disparos.
Pelas 17h30 em
Lisboa, o exército disse que a sua defesa antimísseis tinha acabado de
interceptar um rocket disparado contra a capital de Israel, situada no centro
do Estado hebraico. Entre
os mortos da noite passada em Gaza contam-se duas crianças, o que levou o grupo
de resistência palestiniano, que domina a Faixa desde 2006, a prometer vingança
e a declarar que "todos os israelitas" serão considerados alvos
legítimos. Segundo o exército, durante a madrugada de terça-feira foram
disparados 85 rockets do território para o sul de Israel, sem provocar mortos.
"Isto
é um massacre, não é uma operação [militar]. É genocídio, não apenas um ataque.
Quando eles [exército] dizem que mataram cinco, quer dizer que já mataram 15 e
que há inúmeros feridos", reagiu no Facebook Nurit Peled-Elhanan,
professora israelita a quem o Parlamento Europeu atribuiu o Prémio Sakharov de
Direitos Humanos 2001, em reconhecimento do seu trabalho pela reconciliação
entre israelitas e palestinos.
Fotos:
Montagem Oficina da Casa
Bolsa de Chicago aprofunda perdas nas cotações de soja
“Os países que compõem o bloco BRICS devem boicotar toda compra efetuada
na bolsa de mercadorias de Chicago tendo em vista os movimentos especulativos
que as tradings norte americanas praticam naquele pregão.
As compras, principalmente, de mercadorias produzidas nos países do
próprio bloco deverão ter prioridade e, de preferência, direta com o produtor
ou com a cooperativa que os representa.
Praticando a compra direta os preços serão negociados sem a intermediação
especulativa das referidas tradings”.
Bom andamento da safra
americana voltou a pressionar o mercado.
Cotações caíram até 33 pontos no pregão desta terça-feira.
Relatório do
USDA pressionou o mercado
Os preços da soja no
mercado futuro da Bolsa de Chicago voltaram a cair no pregão desta terça-feira
(8), com perdas fortes para os contratos mais próximos. Segundo o boletim
Sojanews, da consultoria Agrinvestor Intelligence, os preços caíram até 33
pontos nas posições com vencimento para julho, que foram negociados a US$ 13,29
o bushel.
De acordo com a
consultoria, o mercado foi novamente pressionado pelo bom desenvolvimento das
lavouras americanas até o momento, levando os preços ao seu nível mais baixo em
cinco meses.
O levantamento do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na véspera,
apontando que 72% das lavouras americanas estão em condições boas ou
excelentes, contribuiu para esse comportamento.
Fonte: AgroDeb NY: ouro fecha em alta com expectativa por ata do FED
Os contratos futuros do ouro negociados na Comex, a divisão
de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), fecharam em alta nesta
quarta-feira, 09, pela primeira vez em quatro sessões e mantiveram os ganhos na
negociação eletrônica após a divulgação da ata do Federal Reserve.
O contrato para agosto fechou em alta de US$ 7,80 (0,6%), a
US$ 1.324,30 a onça-troy.
O documento apontou que os dirigentes do banco central
decidiram encerrar seu programa de compra mensal de ativos em outubro se a
economia permanecer nos trilhos. Segundo o novo plano, o Fed cortaria os
últimos US$ 15 bilhões em compras de bônus na reunião de outubro.
O metal precioso manteve os ganhos obtidos durante a sessão, também ajudado pela sinalização de que os dirigentes do Fed estão buscando alternativas à elevação dos juros como forma de apertar a política monetária. Isso é positivo para o ouro por "indicar que eles não devem subir os juros tão rapidamente como era esperado", disse Adam Klopfenstein, analista da Archer Financial's.
O metal precioso manteve os ganhos obtidos durante a sessão, também ajudado pela sinalização de que os dirigentes do Fed estão buscando alternativas à elevação dos juros como forma de apertar a política monetária. Isso é positivo para o ouro por "indicar que eles não devem subir os juros tão rapidamente como era esperado", disse Adam Klopfenstein, analista da Archer Financial's.
Fonte:
Estadão – Dow Jones
Brasil
Ibovespa
IBOVESPA
|
-0,3133%
|
54090
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DÓLAR
|
-0,5354%
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2229,5
|
|
FRC
|
15,3846%
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0,15
|
|
DI1
|
-0,1751%
|
11,4
|
|
CAFÉ
|
1,2454%
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207,3
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|
BOI
|
-0,4369%
|
125,35
|
|
ETANOL
|
ND
|
ND
|
|
MILHO
|
-0,2159%
|
23,11
|
|
SOJA
|
-1,3000%
|
29,61
|
|
S&P
500
|
-0,4695%
|
1960,75
|
Ouro 0,7503 94,00
Fonte:
BMFBovespa
Mercado Financeiro - Brasil
Brasil tem menor entrada de dólares em um 1º semestre em quatro anos
Brasil tem menor entrada de dólares em um 1º semestre em quatro anos
Nos seis primeiros meses de 2014, US$ 4,14 bilhões ingressaram no país.
Expectativa dos economistas é de alta do dólar no segundo semestre.
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| US$, lastreado em ouro Germânico custodiado nos USA - Moeda inflada |
A entrada de dólares da
economia brasileira superou a retirada de recursos do país em US$ 4,14 bilhões
no primeiro semestre deste ano, segundo números divulgados nesta quarta-feira
(9) pelo Banco Central.
É o menor ingresso líquido de
recursos na economia brasileira, no primeiro semestre de um ano, desde 2010
(+US$ 3,36 bilhões), ou seja, em quatro anos. Na comparação com o mesmo período
do ano passado, quando foi contabilizada a entrada de US$ 9,53 bilhões no país,
houve uma queda de 56%.
Mesmo pequena, a entrada de
recursos registrada no primeiro semestre deste ano favoreceu, em tese, a queda
do dólar. Isso porque, com mais moeda norte-americana no mercado, seu preço
tende a ficar menor.
Nos seis primeiros meses
deste ano, de fato, o dólar registrou queda. No final de 2013, estava cotado em R$ 2,35, passando para R$ 2,21 no fechamento de junho. O recuo
foi de 6,26% no período.
Outros
fatores que influenciaram o dólar
De acordo com análise de Sidnei Nehme, economista da NGO Corretora, com a sinalização do Federal Reserve (BC norte-americano) de que retardaria um pouco mais a retirada dos estímulos à atividade nos Estados Unidos no começo deste ano, ocorreu a possibilidade dos investidores especuladores estruturarem operações de “carry trade” (trazerem recursos para o Brasil por conta dos juros altos) e aproveitarem o "momento de oportunidade que havia na Bolsa brasileira com preços debilitados e na rentabilidade do juro que voltara a ser elevado".
De acordo com análise de Sidnei Nehme, economista da NGO Corretora, com a sinalização do Federal Reserve (BC norte-americano) de que retardaria um pouco mais a retirada dos estímulos à atividade nos Estados Unidos no começo deste ano, ocorreu a possibilidade dos investidores especuladores estruturarem operações de “carry trade” (trazerem recursos para o Brasil por conta dos juros altos) e aproveitarem o "momento de oportunidade que havia na Bolsa brasileira com preços debilitados e na rentabilidade do juro que voltara a ser elevado".
Outro fator, segundo ele, que
também influenciou a cotação do dólar foi a continuidade das intervenções no
câmbio por parte do BC no primeiro semestre. A autoridade monetária manteve os
leilões de contratos de "swap cambial" – contratos que permitem a
compra de dólares no mercado futuro e são feitos para conter a alta da cotação
–, também têm impacto no preço do dólar no mercado à vista.
Recentemente, o BC anunciou que manterá as intervenções diárias no mercado
futuro de câmbio até o fim deste ano.
Perspectivas
para o segundo semestre
Os analistas do mercado financeiro acreditam que o dólar terá alta no segundo semestre deste ano. Pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras, na semana passada, revela que a previsão dos economistas para o dólar, no fim deste ano, é de R$ 2,40 - o que representaria uma alta de 8,6% no segundo semestre de 2014.
Os analistas do mercado financeiro acreditam que o dólar terá alta no segundo semestre deste ano. Pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras, na semana passada, revela que a previsão dos economistas para o dólar, no fim deste ano, é de R$ 2,40 - o que representaria uma alta de 8,6% no segundo semestre de 2014.
Nehme, da NGO Corretora,
avalia que, com fraco desempenho da atividade econômica e com as agências de
classificação de risco (rating) já observando o Brasil mais de perto, tende a
haver um "movimento reversivo de recursos, em especial especulativos, que
adentraram o país no 1º semestre" - o que tende a pressionar mais o dólar
no mercado à vista.
Para ele, a previsão de
analistas para a moeda norte-americana de R$ 2,40 no fim deste ano é
"conservadora".
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| R$ - Real - Moeda Brasileira lastreada em ouro custodiado no BC - Brasil |
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| Ouro- BC - Brasil |
O padrão US$ de moeda internacional começou a desabar na década dos anos 1960 quando o presidente Charles de Gaulle assumiu o poder na França e destituiu a moeda dos USA de padrão de seu pais e nos de área de sua influência.
Resultado de junho e início de julho
Os números do BC mostram que, em junho, a entrada de dólares na economia brasileira superou a retirada de recursos em US$ 118 milhões. No início de julho, entretanto, saíram US$ 1,6 bilhão da economia brasileira. Este movimento ocorreu até a última sexta-feira (4), ou seja, em apenas quatro dias úteis.
Já no acumulado deste ano,
até 4 de julho, entraram US$ 2,53 bilhões no país. Em igual período do ano
passado, US$ 8,46 bilhões haviam ingressado da economia brasileira. Houve,
portanto, uma queda de US$ 5,92 bilhões na entrada de recursos neste ano.
Fonte: G1
Texto revisto
Conab eleva previsões de safras de soja, milho e trigo do Brasil
SÃO PAULO, 9 Jul. - A Companhia Nacional de
Abastecimento (Conab) elevou ligeiramente nesta quarta-feira as suas previsões
de colheitas dos principais grãos cultivados no Brasil, com destaque para o
aumento na segunda safra de milho.
A previsão de safra total de milho do Brasil 13/14
foi elevada para 78,20 milhões de toneladas, contra 77,89 milhões em junho.
A segunda safra de milho foi estimada em 46,2
milhões de toneladas, ante 45,7 milhões da previsão de junho.
O aumento da segunda safra do cereal, em processo
de colheita, mais do que compensou a redução na previsão da primeira, para 32
milhões de toneladas, ante 32,2 milhões em junho.
Na temporada anterior, o Brasil colheu ao todo
(primeira e segunda safras) um recorde de 81,5 milhões de toneladas de milho,
em meio a condições climáticas mais favoráveis.
A colheita de soja 2013/14 do país, já encerrada,
foi reavaliada para um recorde de 86,27 milhões de toneladas, ante 86,05
milhões na previsão de junho e 81,5 milhões de toneladas da oleaginosa em 2012/13 o crescimento de quase 10 por cento no plantio ante o ano passado mais do que
compensou os efeitos do clima desfavorável em alguns Estados em 2014.
Com tais revisões, a produção total de grãos e
oleaginosas da safra 13/14 do país está agora estimada em 193,87 milhões de
toneladas, aumento de 2,8 por cento ante da safra anterior, que foi de 188,66
milhões, segundo o 10º levantamento da Conab.
Já a estimativa de safra de trigo do Brasil em 2014
ficou em 7,40 milhões de toneladas, ante 7,37 milhões em junho, contra 5,5
milhões de toneladas em 2013.
O aumento expressivo da safra de trigo, ainda em
desenvolvimento, em sua maioria, ocorre diante de um crescimento de quase 20
por cento no plantio. No ano passado, a safra do Paraná ainda sofreu os efeitos
de geadas.
Fonte: ReutersComentário:
Esse
gráfico está a mostrar quase tendenciosamente que a economia do Brasil, um dos
componentes do bloco BRICS, só está sobrevivendo a partir de 2001 com o pico
para 2002, quando o partido dos trabalhadores assumiu o poder no país.
Acontece
que o plano real que foi quem estabilizou e cortou o processo inflacionário foi
engendrado pelo ex-presidente da república Sua Excia. o sr. Itamar Augusto
Cautiero Franco que, tendo como ministro da fazenda o também ex-presidente
Fernando Henrique Cardoso, criou o plano em 1994.
Foi
uma situação singular que Fernando Henrique Cardoso tomou como parâmetro para
criar a nova moeda, o Real, o dólar americano.
Não
é que a economia ficou dolarizada como muitos da ‘situação’ hoje estão
apregoando como se fossem eles os pais da criança.
O
sr. ex presidente Fernando Henrique Cardoso, quando no exercício do mandato,
trouxe para capitanear o Banco Central do Brasil, o professor Armínio Fraga,
que saiu da assessoria do sr. George Soros, um dos maiores investidores do mercado
jamais visto, para vir trabalhar aqui no Brasil.
O
que a ‘situação’ não sabe, ou sabe e faz vista grossa, é que o professor
Armínio Fraga, quando aparecia alguém querendo desestabilizar o R$(real), através
da manipulação na compra e venda do dólar no mercado, ele próprio tomava o
comando da mesa de câmbio do Banco Central e amenizava cortando pela raiz a
intenção especulativa.
É
obrigação de qualquer dirigente, não ficar soltando aos quadrantes que faz ou
fez isto ou aquilo, com o intuito de fazer média agora em vésperas de eleições.
O
partido dos trabalhadores perdeu muita gente boa, por teimosia em implantar ideologias
contrárias ao que muitos membros que não se compactuaram com ideias de extrema
esquerda saíram para formar outros partidos.
Mas
é bom lembrar que toda a oposição, inclusive alguns neo liberais, estava no
MDB, quando da era do bi partidarismo. Quero dizer ARENA e MDB.
Portanto,
todos estes planos sociais que estão com tanta evidência que vemos aí na ‘média’ que a
situação diz que é criação do PT, não o é; é criação, quando dos mandatos do
ex-presidente Itamar Franco, que muitos do PMDB dizem que era um fisiologista,
o que não acredito, pois o conhecia desde a época em que foi prefeito da cidade
de Juiz de Fora, MG, na década dos anos 1960, e do PSDB, quando dos mandatos do
ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que teve uma da mais bem preparada
assessoria do primeiro escalão de governo no Brasil.
A militância do PT está ouvindo a sereia cantar e não sabe onde.
O que o partido dos trabalhadores, PT, não aceita até hoje é a perda de cabeças pensantes de suas lides e, hoje, ter como oposição os mesmos que sairam de suas entranhas por teimosia de seus caciques...
Por
Narcisi Primus .:.











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