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9 de jul. de 2014

Eleição Afegani - Israel Prepara-se - Especulação Desenfreada - Mercado - Brasil Finanças - Proteína Made in Brasil - 'Situação Brasil' - Usa Planos do PSDB

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Afeganistão. Impasse eleitoral deixa o país à beira do abismo


Eleitores Afegãos
EUA ameaça corte da ajuda financeira se a crise política escalar para um conflito étnico entre os apoiantes dos candidatos presidenciais
Abdullah Abdullah declarou a vitória nas eleições presidenciais afegãs do mês passado e, frente a milhares de apoiantes durante um comício no centro de Cabul, desafiou o seu rival, Ashraf Ghani - a quem os resultados preliminares deram a liderança -, assegurando que nunca reconhecerá "um governo fraudulento".
Enfurecidos, os seus apoiantes afegãos gritavam "Morte a Ashraf Ghani", enquanto Abdullah repetiu a acusação de que o processo eleitoral foi viciado e pediu tempo e paciência aos seus apoiantes para fazer consultas e montar um governo nacional. Não muito longe dali, uma bomba explodia causando a morte de 16 pessoas, incluindo quatro soldados da OTAN.
As outras vítimas mortais do ataque a uma clínica perto de Bagram - onde se situa a maior base militar norte-americana no país - são dez civis e dois polícias.
Está lançado o pior dos cenários previstos para o confronto eleitoral, com um impasse que promete arrastar novamente o Afeganistão para o caos político, sem uma liderança clara num território já muito fraturado nas linhas das suas profundas divisões étnicas.
O espectro da violência sectária que opõe norte a sul, com a rivalidade entre os apoiantes dos dois candidatos, vê-se agravado pela similitude com a crise em que o Iraque foi precipitado nas últimas semanas e que permitiu aos militantes sunitas tomarem conta de grandes extensões do território.
A revolta provocada pelo anúncio de que o antigo ministro das Finanças, Ashraf Ghani, tinha conquistado 56,44% na segunda volta das presidenciais (depois de na primeira volta não ter ido além dos 31%, bem atrás dos 45% conseguidos por Abdullah), levantou fortes suspeitas quanto a uma enorme fraude eleitoral e depressa o ódio se virou contra o presidente Hamid Karzai, com um grande retrato do líder afegão a ser destruído e substituído por uma imagem de Abdullah.
Várias figuras influentes, desde governadores e líderes distritais ou autarcas e mesmo chefes militares, têm, entretanto, demonstrado o seu apoio ao ex-líder da resistência aos talibãs, que fez questão de afirmar: "Não queremos uma guerra civil, não queremos uma crise. Queremos estabilidade, unidade nacional, não a divisão".
Abdullah disse que não estava ainda em condições de avançar a formação da sua administração, mas que o fará em breve, e revelou também que tinha recebido telefonemas tanto do secretário de Estado norte-americano, John Kerry, como do próprio presidente Barack Obama, que lhe terão prometido que vão apoiar a investigação à possível fraude eleitoral.

Gaza. Israel convoca 40 mil na reserva para ofensiva terrestre

Caça israelense taxiando
 Após noite de bombardeamentos, invasão à Faixa de Gaza está pronta a acontecer.
Mais de 50 alvos foram atingidos, na madrugada de ontem, no início oficial da operação israelita "Protective Edge" para destronar o Hamas na Faixa de Gaza, para a qual o governo de Benjamin Netanyahu já tinha convocado na segunda-feira 1500 soldados na reserva, número que ontem aumentou para 40 mil.
Depois de fonte do gabinete do primeiro-ministro israelita ter avançado à AFP, ao início da manhã, que o exército "está a preparar-se para todos os cenários possíveis, incluindo uma invasão ou uma ofensiva no terreno", o ministro da Defesa confirmou os planos de alargamento da operação militar no enclave.
Caça de Israel
"Estamos a preparar-nos para ações contra o Hamas que não vão acabar em poucos dias", disse Moshe Ya'alon, à hora em que era confirmado que sete palestinianos morreram e 25 ficaram feridos nos ataques aéreos à Faixa de Gaza durante a madrugada. O número subiu para 13 mortos e 90 feridos a meio da tarde. Médicos que trabalham no terreno em Gaza falam em 14 mortos desde sexta- -feira.
Explosões em Gaza
"Israel não vai tolerar o disparo de rockets contra as suas cidades" e está preparado para expandir a operação "com tudo o que está ao seu alcance", acrescentou Ya'alon. Durante a tarde foi noticiado que a autarquia de Telavive, que o Hamas não ataca há vários anos, se estava a preparar para eventuais disparos.
Pelas 17h30 em Lisboa, o exército disse que a sua defesa antimísseis tinha acabado de interceptar um rocket disparado contra a capital de Israel, situada no centro do Estado hebraico. Entre os mortos da noite passada em Gaza contam-se duas crianças, o que levou o grupo de resistência palestiniano, que domina a Faixa desde 2006, a prometer vingança e a declarar que "todos os israelitas" serão considerados alvos legítimos. Segundo o exército, durante a madrugada de terça-feira foram disparados 85 rockets do território para o sul de Israel, sem provocar mortos.
"Isto é um massacre, não é uma operação [militar]. É genocídio, não apenas um ataque. Quando eles [exército] dizem que mataram cinco, quer dizer que já mataram 15 e que há inúmeros feridos", reagiu no Facebook Nurit Peled-Elhanan, professora israelita a quem o Parlamento Europeu atribuiu o Prémio Sakharov de Direitos Humanos 2001, em reconhecimento do seu trabalho pela reconciliação entre israelitas e palestinos.
Fonte: Jornal I
Fotos: Montagem Oficina da Casa


Bolsa de Chicago aprofunda perdas nas cotações de soja

“Os países que compõem o bloco BRICS devem boicotar toda compra efetuada na bolsa de mercadorias de Chicago tendo em vista os movimentos especulativos que as tradings norte americanas praticam naquele pregão.

As compras, principalmente, de mercadorias produzidas nos países do próprio bloco deverão ter prioridade e, de preferência, direta com o produtor ou com a cooperativa que os representa.
Praticando a compra direta os preços serão negociados sem a intermediação especulativa das referidas tradings”.

Bom andamento da safra americana voltou a pressionar o mercado.

Cotações caíram até 33 pontos no pregão desta terça-feira.

Soja Brasileira sendo embarcada para o Oriente - Aquisição direta
Relatório do USDA pressionou o mercado

Os preços da soja no mercado futuro da Bolsa de Chicago voltaram a cair no pregão desta terça-feira (8), com perdas fortes para os contratos mais próximos. Segundo o boletim Sojanews, da consultoria Agrinvestor Intelligence, os preços caíram até 33 pontos nas posições com vencimento para julho, que foram negociados a US$ 13,29 o bushel.

De acordo com a consultoria, o mercado foi novamente pressionado pelo bom desenvolvimento das lavouras americanas até o momento, levando os preços ao seu nível mais baixo em cinco meses.
O levantamento do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na véspera, apontando que 72% das lavouras americanas estão em condições boas ou excelentes, contribuiu para esse comportamento.
Fonte: AgroDeb 

NY: ouro fecha em alta com expectativa por ata do FED

Os contratos futuros do ouro negociados na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), fecharam em alta nesta quarta-feira, 09, pela primeira vez em quatro sessões e mantiveram os ganhos na negociação eletrônica após a divulgação da ata do Federal Reserve.
O contrato para agosto fechou em alta de US$ 7,80 (0,6%), a US$ 1.324,30 a onça-troy.
O documento apontou que os dirigentes do banco central decidiram encerrar seu programa de compra mensal de ativos em outubro se a economia permanecer nos trilhos. Segundo o novo plano, o Fed cortaria os últimos US$ 15 bilhões em compras de bônus na reunião de outubro.
O metal precioso manteve os ganhos obtidos durante a sessão, também ajudado pela sinalização de que os dirigentes do Fed estão buscando alternativas à elevação dos juros como forma de apertar a política monetária. Isso é positivo para o ouro por "indicar que eles não devem subir os juros tão rapidamente como era esperado", disse Adam Klopfenstein, analista da Archer Financial's.
Fonte: Estadão – Dow Jones

Brasil

Ibovespa
IBOVESPA
-0,3133%
54090

DÓLAR
-0,5354%
2229,5

FRC
15,3846%
0,15

DI1
-0,1751%
11,4

CAFÉ
1,2454%
207,3

BOI
-0,4369%
125,35

ETANOL
ND
ND

MILHO
-0,2159%
23,11

SOJA
-1,3000%
29,61

S&P 500
-0,4695%
1960,75

Ouro                                0,7503               94,00

Fonte: BMFBovespa

Mercado Financeiro - Brasil

Brasil tem menor entrada de dólares em um 1º semestre em quatro anos

Nos seis primeiros meses de 2014, US$ 4,14 bilhões ingressaram no país.

Expectativa dos economistas é de alta do dólar no segundo semestre.

US$, lastreado em ouro Germânico custodiado nos USA - Moeda inflada
A entrada de dólares da economia brasileira superou a retirada de recursos do país em US$ 4,14 bilhões no primeiro semestre deste ano, segundo números divulgados nesta quarta-feira (9) pelo Banco Central.

É o menor ingresso líquido de recursos na economia brasileira, no primeiro semestre de um ano, desde 2010 (+US$ 3,36 bilhões), ou seja, em quatro anos. Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi contabilizada a entrada de US$ 9,53 bilhões no país, houve uma queda de 56%.
Mesmo pequena, a entrada de recursos registrada no primeiro semestre deste ano favoreceu, em tese, a queda do dólar. Isso porque, com mais moeda norte-americana no mercado, seu preço tende a ficar menor.
Nos seis primeiros meses deste ano, de fato, o dólar registrou queda. No final de 2013, estava cotado em R$ 2,35, passando para R$ 2,21 no fechamento de junho. O recuo foi de 6,26% no período.

Outros fatores que influenciaram o dólar
De acordo com análise de Sidnei Nehme, economista da NGO Corretora, com a sinalização do Federal Reserve (BC norte-americano) de que retardaria um pouco mais a retirada dos estímulos à atividade nos Estados Unidos no começo deste ano, ocorreu a possibilidade dos investidores especuladores estruturarem operações de “carry trade” (trazerem recursos para o Brasil por conta dos juros altos) e aproveitarem o "momento de oportunidade que havia na Bolsa brasileira com preços debilitados e na rentabilidade do juro que voltara a ser elevado".
Outro fator, segundo ele, que também influenciou a cotação do dólar foi a continuidade das intervenções no câmbio por parte do BC no primeiro semestre. A autoridade monetária manteve os leilões de contratos de "swap cambial" – contratos que permitem a compra de dólares no mercado futuro e são feitos para conter a alta da cotação –, também têm impacto no preço do dólar no mercado à vista.

Perspectivas para o segundo semestre
Os analistas do mercado financeiro acreditam que o dólar terá alta no segundo semestre deste ano. Pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras, na semana passada, revela que a previsão dos economistas para o dólar, no fim deste ano, é de R$ 2,40 - o que representaria uma alta de 8,6% no segundo semestre de 2014.
Nehme, da NGO Corretora, avalia que, com fraco desempenho da atividade econômica e com as agências de classificação de risco (rating) já observando o Brasil mais de perto, tende a haver um "movimento reversivo de recursos, em especial especulativos, que adentraram o país no 1º semestre" - o que tende a pressionar mais o dólar no mercado à vista.

Para ele, a previsão de analistas para a moeda norte-americana de R$ 2,40 no fim deste ano é "conservadora".
R$ - Real - Moeda Brasileira lastreada em ouro custodiado no BC - Brasil
Ouro- BC - Brasil


O padrão US$ de moeda internacional começou a desabar na década dos anos 1960 quando o presidente Charles de Gaulle assumiu o poder na França e destituiu a moeda dos USA de padrão de seu pais e nos de área de sua influência.

Resultado de junho e início de julho
Os números do BC mostram que, em junho, a entrada de dólares na economia brasileira superou a retirada de recursos em US$ 118 milhões. No início de julho, entretanto, saíram US$ 1,6 bilhão da economia brasileira. Este movimento ocorreu até a última sexta-feira (4), ou seja, em apenas quatro dias úteis.
Já no acumulado deste ano, até 4 de julho, entraram US$ 2,53 bilhões no país. Em igual período do ano passado, US$ 8,46 bilhões haviam ingressado da economia brasileira. Houve, portanto, uma queda de US$ 5,92 bilhões na entrada de recursos neste ano.
Fonte: G1
Texto revisto 

Conab eleva previsões de safras de soja, milho e trigo do Brasil


Colheita - Soja - Brasil - Divulgação
SÃO PAULO, 9 Jul. - A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou ligeiramente nesta quarta-feira as suas previsões de colheitas dos principais grãos cultivados no Brasil, com destaque para o aumento na segunda safra de milho.
A previsão de safra total de milho do Brasil 13/14 foi elevada para 78,20 milhões de toneladas, contra 77,89 milhões em junho.
A segunda safra de milho foi estimada em 46,2 milhões de toneladas, ante 45,7 milhões da previsão de junho.
O aumento da segunda safra do cereal, em processo de colheita, mais do que compensou a redução na previsão da primeira, para 32 milhões de toneladas, ante 32,2 milhões em junho.
Na temporada anterior, o Brasil colheu ao todo (primeira e segunda safras) um recorde de 81,5 milhões de toneladas de milho, em meio a condições climáticas mais favoráveis.
A colheita de soja 2013/14 do país, já encerrada, foi reavaliada para um recorde de 86,27 milhões de toneladas, ante 86,05 milhões na previsão de junho e 81,5 milhões de toneladas da oleaginosa em 2012/13 o crescimento de quase 10 por cento no plantio ante o ano passado mais do que compensou os efeitos do clima desfavorável em alguns Estados em 2014.
Com tais revisões, a produção total de grãos e oleaginosas da safra 13/14 do país está agora estimada em 193,87 milhões de toneladas, aumento de 2,8 por cento ante da safra anterior, que foi de 188,66 milhões, segundo o 10º levantamento da Conab.
Já a estimativa de safra de trigo do Brasil em 2014 ficou em 7,40 milhões de toneladas, ante 7,37 milhões em junho, contra 5,5 milhões de toneladas em 2013.
O aumento expressivo da safra de trigo, ainda em desenvolvimento, em sua maioria, ocorre diante de um crescimento de quase 20 por cento no plantio. No ano passado, a safra do Paraná ainda sofreu os efeitos de geadas.
Fonte: Reuters

Comentário:


Esse gráfico está a mostrar quase tendenciosamente que a economia do Brasil, um dos componentes do bloco BRICS, só está sobrevivendo a partir de 2001 com o pico para 2002, quando o partido dos trabalhadores assumiu o poder no país.
Acontece que o plano real que foi quem estabilizou e cortou o processo inflacionário foi engendrado pelo ex-presidente da república Sua Excia. o sr. Itamar Augusto Cautiero Franco que, tendo como ministro da fazenda o também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, criou o plano em 1994.
Foi uma situação singular que Fernando Henrique Cardoso tomou como parâmetro para criar a nova moeda, o Real, o dólar americano.
Não é que a economia ficou dolarizada como muitos da ‘situação’ hoje estão apregoando como se fossem eles os pais da criança.
O sr. ex presidente Fernando Henrique Cardoso, quando no exercício do mandato, trouxe para capitanear o Banco Central do Brasil, o professor Armínio Fraga, que saiu da assessoria do sr. George Soros, um dos maiores investidores do mercado jamais visto, para vir trabalhar aqui no Brasil.
O que a ‘situação’ não sabe, ou sabe e faz vista grossa, é que o professor Armínio Fraga, quando aparecia alguém querendo desestabilizar o R$(real), através da manipulação na compra e venda do dólar no mercado, ele próprio tomava o comando da mesa de câmbio do Banco Central e amenizava cortando pela raiz a intenção especulativa.
É obrigação de qualquer dirigente,  não ficar soltando aos quadrantes que faz ou fez isto ou aquilo, com o intuito de fazer média agora em vésperas de eleições.
O partido dos trabalhadores perdeu muita gente boa, por teimosia em implantar ideologias contrárias ao que muitos membros que não se compactuaram com ideias de extrema esquerda saíram para formar outros partidos.
Mas é bom lembrar que toda a oposição, inclusive alguns neo liberais, estava no MDB, quando da era do bi partidarismo. Quero dizer ARENA e MDB.
Portanto, todos estes planos sociais que estão com tanta evidência que vemos aí na ‘média’ que a situação diz que é criação do PT, não o é; é criação, quando dos mandatos do ex-presidente Itamar Franco, que muitos do PMDB dizem que era um fisiologista, o que não acredito, pois o conhecia desde a época em que foi prefeito da cidade de Juiz de Fora, MG, na década dos anos 1960,  e do PSDB, quando dos mandatos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que teve uma da mais bem preparada assessoria do primeiro escalão de governo no Brasil.

A militância do PT está ouvindo a sereia cantar e não sabe onde. 
O que o partido dos trabalhadores, PT,  não aceita até hoje é a perda de cabeças pensantes de suas lides e, hoje, ter como oposição os mesmos que sairam de suas entranhas por teimosia de seus caciques...  
Por Narcisi Primus .:.




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