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1 de jul. de 2014

Yanquees, Go Home! - Alerta Gardelito: +Um Calote no Mercado - Soja Brasileiro: Negócio Firme para o BRICS


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O time da Bélgica, garbosamente, mandou de volta para casa os bonecos dos USA, incapazes de jogar um futebol limpo





Moeda em queda livre






Nem com a ajuda do juiz padrão FIFA o time ganhou


Parabéns ao time da Bélgica!
Mais uma prova cabal de que os norteamericanos estão perdendo a hegemonia no planeta.



O ocaso de um país


O despreparado Kerry a pedir socorro


Decepção de Obama

Liberdade Envergonhada
 A equipe de futebol dos USA, como a torcida do mesmo, pensa que futebol é como uma luta aonde se ganha colocando a sexta frota no estádio e se ganha por meio da força.
Não é bem assim.
Futebol ganha-se com táticas, pode até ser retiradas do tabuleiro de xadrês, mas tem que ter preparo físico e psicológico para aguentar os gritos até da própria torcida e dar tratos à bola, que é uma esfera e tem que ser tratada com muita intimidade.

Go Home Yanquees.

Vocês não são jogadores de futebol. Vocês são jogadores de chumbo; não se sabe até quando, mas estão dobrando a curva do ocaso e se esqueceram de pegar o "cap".


Há no mercado um ditado português e diz o seguinte:


“ Quem não competência, não se estabeleça”


Pois bem: o povo argentino, de formação quase todo vindo da Europa, e muitos até nazistas fugidos para o pais antes e depois da guerra, para se esconderem, haja vista que até hoje, sem muita  dificuldade dá para identificar alguns, é um povo racista e preconceituoso até com vizinhos de fronteira, como o brasileiro que é chamado por alguns argentinos de “macaquito”.

Este tipo de ser humano tem que ser esquecido e deixado de lado, mas não agora que está a dever montanha de dinheiro para os credores internacionais.

Quem deve tem que pagar, pois empréstimo não é ‘doação’

Há alguns dias ouvi um comentário a respeito de a Argentina ser admitida no bloco BRICS.
Alguns são contra, por que o PIB argentino é baixo que podemos comparar, por exemplo, com o PIB do estado de Minas Gerais, Brasil, que ainda a Argentina perde de longe.
Agricultura e indústria de autopeças, que é absorvida toda a produção pela indústria automobilística do Brasil.

Só para citar um exemplo, houve um imbróglio comercial com este país quando foi barrado o tráfego de transporte de cargas do Brasil para lá e o Brasil parou de receber autopeças argentinas.

O resultado foi morte de muitos argentinos por fome.
Havia argentinos a comer ratos para sobreviverem.
A situação só foi normalizada quando foi retomado o envio das encomendas para o Brasil.
E não faz muito tempo este acontecimento.

Portanto, diante do que está a acontecer neste momento com este problema do calote internacional que esta república(?) está a alardear aos quatro ventos, é de se pensar mil vezes antes de admitir um parceiro que nem paga as suas contas por incapacidade e despreparo para lidar com assuntos financeiros internacionais e de diplomacia, no bloco econômico dos BRICS.


Reflexão

Copa FIFA de Futebol x Dívida Externa

Uma república que nem a Argentina que pensa em dívida externa do montante que este país deve é de se pensar muito em poupança interna quando o Brasil foi invadido pelos torcedores portenhos.
São:
70.000 torcedores argentinos.
Para um país com a demografia que a Argentina tem é de preocupar-se,  porque este número de torcedores equivale à percentual elevado da população e que não estão preocupados com o que o país deve, melhor, o estado deve em seu nome.

Por Narcisi Primus .:.

PIB (nominal)

Estimativa de 2011

 - Total

US$ 435,2 bilhões

 - Per capita

US$ 10 639


Fonte: Google - Wikipedia
Foto: Wikipedia



O governo argentino vive dias decisivos para evitar cair no segundo calote da sua dívida em 13 anos.


O governo deveria pagar nesta segunda-feira o vencimento de um título público, chamado Discount, aos que aceitaram a renegociação da dívida argentina em 2005 e em 2010.


Protesto contra a dívida externa

Os acordos preveem o pagamento dos valores devidos com descontos, após o país ter declarado moratória da sua dívida em 2001.

No entanto, os contratos de reestruturação da dívida dão um prazo de carência de 30 dias para o pagamento dos títulos após a data do vencimento, explica o economista Orlando Ferreres, da consultoria OJF&Associados.

Segundo este documento, somente se não pagar nos próximos 30 dias é que a Argentina entraria em default. A expectativa é que o pagamento seja feito dentro desse limite.

Ou seja: a partir desta segunda começa a contagem regressiva para que se evite o que os especialistas chamam de "default técnico", que poderia afetar a economia interna argentina e sua relação comercial com o Brasil.

"São trinta dias a partir desta segunda para se evitar o default, mas existe grande expectativa de acordo até lá", afirmou o economista Dante Sica, da consultoria Abeceb.

Ferreres observou que neste período o governo argentino deverá negociar com os chamados holdouts - ou "fundos abutres" -, que compraram papéis daquela dívida de 2001 mas que recusaram as ofertas de pagamento feitas em 2005 e em 2010.

Isso foi determinado pelo juiz de Nova York Thomas Griesa na semana passada. Ele condicionou o pagamento dos credores que aceitaram a renegociação da dívida a que antes o governo argentino chegue a um acordo com os holdouts.

Situação difícil


Em discurso, a presidente Cristina Kirchner disse que se for feito o pagamento integral exigido por estes fundos, outros credores, que já aceitaram o acordo, podem acabar apelando à justiça pelos mesmos direitos.

Segundo a presidente, a Argentina estaria em uma situação delicada se tivesse que pagar a todos o valor integral da dívida – que em 2001, em uma gestão anterior ao kirchnerismo, foi considerada a maior da história do capitalismo.

Estes fundos pedem cerca de US$ 1,3 bilhão. Se tiver que pagar a todos que brigam na justiça porque também recusaram os acordos de 2005 e de 2010, a Argentina deveria desembolsar cerca de US$ 15 bilhões - mais de metade das suas reservas do Banco Central de US$ 28,8 bilhões.

"Devemos nos preocupar com aqueles que confiaram, que acreditaram na Argentina", disse Kirchner, em relação aos cerca de 92% que aceitaram as propostas de 2005 e de 2010.
Na semana passada, o governo argentino realizou um depósito de US$ 539 milhões no Bank of New York-Mellon para pagar a parte internacional do vencimento desta segunda-feira.

Depositou também outros recursos em outros bancos internacionais que totalizariam quase US$ 1 bilhão, de acordo com Ferreres.

Na Argentina, temeu-se que a Justiça americana determinasse o embargo do dinheiro para uso em pagamento aos "fundos abutres".

Mas o juiz mandou que o banco de Nova York devolvesse o dinheiro à Argentina, pois, segundo o entendimento da Justiça americana, o pagamento só poderia ser feito se o governo pagasse também os holdouts. Griesa deu ao governo um prazo de 30 dias para alcançar o acordo com os "fundos abutres".

O imbróglio da dívida argentina voltou a gerar preocupação depois que a Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos não aceitou o apelo do governo argentino para estudar o caso dos holdouts e o devolveu ao juiz Griesa.


Brasil

A falta de dólares na Argentina é o que preocupa os negociadores brasileiros e especialistas no comércio bilateral. "São necessários dólares para financiar as importações. E hoje a Argentina tem reservas limitadas", disse o economista Marcelo Elizondo.

Ele lembrou que o Brasil é o principal parceiro comercial argentino, mas que o comércio bilateral está em queda.

"O comércio bilateral está em queda e a indústria dos dois países em desaceleração. A incerteza sobre a dívida argentina surge neste momento que já é complicado e complica mais", disse Ferreres.

Segundo ele, o menor crescimento econômico nos dois países também contribui para o menor ritmo do comércio bilateral. O default, dizem especialistas, geraria uma crise cambial e deixaria o país em situação ainda mais complicada para honrar seus compromissos e manter o ritmo de seu comércio bilateral.

Ferreres, como Sica, acredita em acordo com os holdouts - o que possibilitaria que a Argentina volte aos mercados internacionais e atraia dólares, fundamentais para o comércio com o Brasil, disse.

Fontes: BBC - Reuters


Agronegócio


Relatório trimestral do USDA derruba preços da soja em Chicago


Paranaguá - Paraná - Brasil
Os dois números vieram acima das previsões de mercado e pressionam os preços na seção desta segunda-feira (30). Os estoques em 1º de junho eram de 11 milhões de toneladas de soja, acima da expectativa do mercado, que apostava em algo entre 10,3 milhões e 10,6 milhões de toneladas.


O mesmo ocorreu com a expectativa de plantio do grão nos Estados Unidos. O mercado projetava número pouco acima de 33 milhões de hectares, área menor que os 34,3 milhões de hectares divulgados pelo USDA nesta segunda-feira. No último relatório de intenção de plantio, em março, o órgão estimava 32,9 milhões de hectares cultivados.

Fonte: Agrolink
Foto: Divulgação

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