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O time da Bélgica, garbosamente, mandou de volta para casa os bonecos dos USA, incapazes de jogar um futebol limpo
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| Moeda em queda livre |
Nem com a ajuda do juiz padrão FIFA o time ganhou
Parabéns ao time da Bélgica!
Mais uma prova cabal de que os norteamericanos estão perdendo a hegemonia no planeta.
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| O ocaso de um país |
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| O despreparado Kerry a pedir socorro |
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| Decepção de Obama |
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| Liberdade Envergonhada |
Não é bem assim.
Futebol ganha-se com táticas, pode até ser retiradas do tabuleiro de xadrês, mas tem que ter preparo físico e psicológico para aguentar os gritos até da própria torcida e dar tratos à bola, que é uma esfera e tem que ser tratada com muita intimidade.
Go Home Yanquees.
Vocês não são jogadores de futebol. Vocês são jogadores de chumbo; não se sabe até quando, mas estão dobrando a curva do ocaso e se esqueceram de pegar o "cap".
Há no mercado um ditado português e diz o seguinte:
“ Quem não competência, não se estabeleça”
Pois bem: o
povo argentino, de formação quase todo vindo da Europa, e muitos até nazistas
fugidos para o pais antes e depois da guerra, para se esconderem, haja vista
que até hoje, sem muita dificuldade dá
para identificar alguns, é um povo racista e preconceituoso até com vizinhos de
fronteira, como o brasileiro que é chamado por alguns argentinos de “macaquito”.
Este tipo
de ser humano tem que ser esquecido e deixado de lado, mas não agora que está a
dever montanha de dinheiro para os credores internacionais.
Quem deve
tem que pagar, pois empréstimo não é ‘doação’
Há alguns
dias ouvi um comentário a respeito de a Argentina ser admitida no bloco BRICS.
Alguns são
contra, por que o PIB argentino é baixo que podemos comparar, por exemplo, com
o PIB do estado de Minas Gerais, Brasil, que ainda a Argentina perde de longe.
Agricultura
e indústria de autopeças, que é absorvida toda a produção pela indústria
automobilística do Brasil.
Só para
citar um exemplo, houve um imbróglio comercial com este país quando foi barrado
o tráfego de transporte de cargas do Brasil para lá e o Brasil parou de receber
autopeças argentinas.
O resultado
foi morte de muitos argentinos por fome.
Havia
argentinos a comer ratos para sobreviverem.
A situação só foi normalizada quando foi retomado o envio das encomendas para o Brasil.
A situação só foi normalizada quando foi retomado o envio das encomendas para o Brasil.
E não faz
muito tempo este acontecimento.
Portanto,
diante do que está a acontecer neste momento com este problema do calote
internacional que esta república(?) está a alardear aos quatro ventos, é de se
pensar mil vezes antes de admitir um parceiro que nem paga as suas contas por
incapacidade e despreparo para lidar com assuntos financeiros internacionais e de
diplomacia, no bloco econômico dos BRICS.
Reflexão
Copa FIFA de Futebol x Dívida Externa
Uma república que nem a Argentina que pensa em dívida externa do montante que este país deve é de se pensar muito em poupança interna quando o Brasil foi invadido pelos torcedores portenhos.
São:
70.000 torcedores argentinos.
Para um país com a demografia que a Argentina tem é de preocupar-se, porque este número de torcedores equivale à percentual elevado da população e que não estão preocupados com o que o país deve, melhor, o estado deve em seu nome.
Reflexão
Copa FIFA de Futebol x Dívida Externa
Uma república que nem a Argentina que pensa em dívida externa do montante que este país deve é de se pensar muito em poupança interna quando o Brasil foi invadido pelos torcedores portenhos.
São:
70.000 torcedores argentinos.
Para um país com a demografia que a Argentina tem é de preocupar-se, porque este número de torcedores equivale à percentual elevado da população e que não estão preocupados com o que o país deve, melhor, o estado deve em seu nome.
Por Narcisi
Primus .:.
PIB (nominal)
|
Estimativa de 2011 |
- Total |
US$ 435,2 bilhões |
- Per capita |
US$ 10 639 |
Fonte: Google - Wikipedia
Foto: Wikipedia
O governo argentino vive dias decisivos para evitar cair no segundo calote da sua dívida em 13 anos.
O governo deveria pagar nesta
segunda-feira o vencimento de um título público, chamado Discount, aos que
aceitaram a renegociação da dívida argentina em 2005 e em 2010.
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| Protesto contra a dívida externa |
Os acordos preveem o
pagamento dos valores devidos com descontos, após o país ter declarado
moratória da sua dívida em 2001.
No entanto, os contratos de
reestruturação da dívida dão um prazo de carência de 30 dias para o pagamento
dos títulos após a data do vencimento, explica o economista Orlando Ferreres,
da consultoria OJF&Associados.
Segundo este documento,
somente se não pagar nos próximos 30 dias é que a Argentina entraria em
default. A expectativa é que o pagamento seja feito dentro desse limite.
Ou seja: a partir desta
segunda começa a contagem regressiva para que se evite o que os especialistas
chamam de "default técnico", que poderia afetar a economia interna
argentina e sua relação comercial com o Brasil.
"São trinta dias a
partir desta segunda para se evitar o default, mas existe grande expectativa de
acordo até lá", afirmou o economista Dante Sica, da consultoria Abeceb.
Ferreres observou que neste
período o governo argentino deverá negociar com os chamados holdouts - ou
"fundos abutres" -, que compraram papéis daquela dívida de 2001 mas
que recusaram as ofertas de pagamento feitas em 2005 e em 2010.
Isso foi determinado pelo
juiz de Nova York Thomas Griesa na semana passada. Ele condicionou o pagamento
dos credores que aceitaram a renegociação da dívida a que antes o governo
argentino chegue a um acordo com os holdouts.
Situação difícil
Em discurso, a presidente
Cristina Kirchner disse que se for feito o pagamento integral exigido por estes
fundos, outros credores, que já aceitaram o acordo, podem acabar apelando à
justiça pelos mesmos direitos.
Segundo a presidente, a
Argentina estaria em uma situação delicada se tivesse que pagar a todos o valor
integral da dívida – que em 2001, em uma gestão anterior ao kirchnerismo, foi
considerada a maior da história do capitalismo.
Estes fundos pedem cerca de
US$ 1,3 bilhão. Se tiver que pagar a todos que brigam na justiça porque também
recusaram os acordos de 2005 e de 2010, a Argentina deveria desembolsar cerca
de US$ 15 bilhões - mais de metade das suas reservas do Banco Central de US$
28,8 bilhões.
"Devemos nos preocupar
com aqueles que confiaram, que acreditaram na Argentina", disse Kirchner,
em relação aos cerca de 92% que aceitaram as propostas de 2005 e de 2010.
Na semana passada, o governo
argentino realizou um depósito de US$ 539 milhões no Bank of New York-Mellon
para pagar a parte internacional do vencimento desta segunda-feira.
Depositou também outros
recursos em outros bancos internacionais que totalizariam quase US$ 1 bilhão,
de acordo com Ferreres.
Na Argentina, temeu-se que a
Justiça americana determinasse o embargo do dinheiro para uso em pagamento aos
"fundos abutres".
Mas o juiz mandou que o banco
de Nova York devolvesse o dinheiro à Argentina, pois, segundo o entendimento da
Justiça americana, o pagamento só poderia ser feito se o governo pagasse também
os holdouts. Griesa deu ao governo um prazo de 30 dias para alcançar o acordo
com os "fundos abutres".
O imbróglio da dívida
argentina voltou a gerar preocupação depois que a Suprema Corte de Justiça dos
Estados Unidos não aceitou o apelo do governo argentino para estudar o caso dos
holdouts e o devolveu ao juiz Griesa.
Brasil
A falta de dólares na
Argentina é o que preocupa os negociadores brasileiros e especialistas no
comércio bilateral. "São necessários dólares para financiar as
importações. E hoje a Argentina tem reservas limitadas", disse o
economista Marcelo Elizondo.
Ele lembrou que o Brasil é o
principal parceiro comercial argentino, mas que o comércio bilateral está em
queda.
"O comércio bilateral
está em queda e a indústria dos dois países em desaceleração. A incerteza sobre
a dívida argentina surge neste momento que já é complicado e complica
mais", disse Ferreres.
Segundo ele, o menor
crescimento econômico nos dois países também contribui para o menor ritmo do
comércio bilateral. O default, dizem especialistas, geraria uma crise cambial e
deixaria o país em situação ainda mais complicada para honrar seus compromissos
e manter o ritmo de seu comércio bilateral.
Ferreres, como Sica, acredita
em acordo com os holdouts - o que possibilitaria que a Argentina volte aos
mercados internacionais e atraia dólares, fundamentais para o comércio com o
Brasil, disse.
Fontes:
BBC - Reuters
Agronegócio
Relatório trimestral do USDA derruba preços da soja em Chicago
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| Paranaguá - Paraná - Brasil |
Os dois números vieram acima das previsões de mercado e pressionam os preços na
seção desta segunda-feira (30). Os estoques em 1º de junho eram de 11 milhões
de toneladas de soja, acima da expectativa do mercado, que apostava em algo
entre 10,3 milhões e 10,6 milhões de toneladas.
O mesmo ocorreu com a expectativa de plantio do grão nos Estados Unidos. O
mercado projetava número pouco acima de 33 milhões de hectares, área menor que
os 34,3 milhões de hectares divulgados pelo USDA nesta segunda-feira. No último
relatório de intenção de plantio, em março, o órgão estimava 32,9 milhões de hectares
cultivados.
Fonte: Agrolink
Foto: Divulgação









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