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Brasil – Mercado Aberto
O pregão da BM&FBovespa comportou-se como se vê no
gráfico abaixo:
Futuro*18/08/2014
Oscilação
|
Preço
|
||
IBOVESPA
|
0,8535%
|
58490
|
|
DÓLAR
|
-0,0661%
|
2267,5
|
|
FRC
|
1,5873%
|
1,28
|
|
DI1
|
-0,0924%
|
10,81
|
|
CAFÉ
|
-0,1782%
|
224,1
|
A
|
BOI
|
-0,0387%
|
129
|
|
ETANOL
|
0,0000%
|
1170
|
A
|
MILHO
|
-0,2137%
|
23,35
|
|
SOJA
|
0,2075%
|
24,15
|
A
|
S&P 500
|
0,7040%
|
1966,75
|
|
OC1
|
ND
|
ND
|
|
Ouro: cotação em R$(Real) por grama
A Vista*18/08/2014
| Oscilação | Preço | ||
| OURO | -0,4237% | 94 | |
Fonte: BM&FBovespa - São Paulo - Brasil
França, Pais Mal Dirigido é Rebaixado
Agência Moody’s diminui perspectiva de crescimento da França
A agência de classificação de riscos Moody’s diminuiu nesta segunda-feira (18), mais uma vez, a perspectiva de crescimento da França neste ano. A agência avaliou que o fracasso “provável” do país em corrigir o déficit ilustra as dificuldades encontradas por toda a zona do euro para ajustar as contas públicas.
| Divulgação |
Em um
comunicado, a Moody’s anunciou a redução da perspectiva de crescimento do PIB
francês de 0,6% para 0,5% em 2014 e de 1,3% para 0,9% em 2015. Essa foi a
segunda vez em duas semanas que a agência rebaixou a expectativa sobre o
desempenho da França.
Na
quinta-feira, o governo do país cortou pela metade a previsão de crescimento e
reconheceu que não deve conseguir honrar o compromisso de diminuir o déficit
público para 3% do PIB até o final do ano. O ministro das Finanças, Michel
Sapin, declarou que a nova esperança é de que a França cresça 0,5% e disse que
nada leva a crer que, em 2015, o crescimento será superior a 1%. Sapin ainda
observou que o déficit deve ficar em 4% do PIB, acima do teto estabelecido pela
Comissão Europeia para os países-membros.
A Moody’s
considerou as declarações e avaliou que a dificuldade francesa em cumprir os
seus objetivos é “um elemento negativo para a nota de crédito do país”. “O
fracasso em atingir as metas ilustra os desafios persistentes aos quais a zona
do euro está confrontada e colocará à prova a vontade política da união
monetária de impor a disciplina orçamentária, em um contexto econômico
difícil”, destacou.
A agência
destaca ainda que essa situação levanta dúvidas sobre a capacidade das
instituições econômicas europeias em garantir o respeito aos compromissos
orçamentários. A Moody’s observa que, no caso francês, a diminuição de 1,1% dos
investimentos no primeiro trimestre, depois de uma queda de 1% no quarto trimestre
de 2013, é penaliza ainda mais a economia francesa.
Fonte: RFI
Agricultura
Produtividade de Soja corre mais risco do que a de milho
As últimas projeções do
USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) para a produtividade da
nova safra do país vieram, em sua maior parte, em linha com as expectativas dos
analistas e confirmam as indicações de que os produtores americanos deverão
colher safras recordes de milho e soja nesta temporada.
Mas, enquanto os pesquisadores do departamento
parecem confirmar o maior rendimento de todos os tempos para o milho neste
ciclo nas principais regiões produtoras do país graças às boas condições de
clima até o momento, eles limitaram a revisão para o produtividade da soja,
entendendo que o quadro climático de agosto ainda tem um papel determinante no
potencial produtivo das lavouras da oleaginosa.
Dessa forma, segundo especialistas ouvidos pela
agência internacional de notícias Reuters acredita que essa cautela diante da
revisão dos números de produtividade da soja poderia significar a existência de
um risco maior para as plantações da oleaginosa do que do cereal, mesmo que um
pouco mais adiante, o que poderia ser reportado nos próximos boletins do
departamento.
Indo devagar
As estimativas do USDA para o rendimento da soja e
do milho, ainda de acordo com a Reuters, foram bastante conservadoras no
relatório do último dia 12 de agosto e ficaram abaixo das expectativas das
indústrias em cerca de 2,6 sacas por hectare para a soja e 0,2 saca para o
milho.
A principal razão para esses números menos
expressivos foi a data utilizada de 1º de agosto para a formulação dos dados
sendo, consequentemente, antes das fases finais de crescimento das lavouras,
quando ainda há uma grande parte do desenvolvimento para ocorrer e quando
acontece a definição efetiva da produtividade.
Para o milho, por outro lado, o USDA achou por bem
trazer um aumento na casa de 2,12 sacas/ha em relação ao boletim de julho e um
incremento de 2,85 em relação ao último recorde registrado para o cereal já
que, claramente, observa o grande potencial da safra desse ano e das lavouras
bastante saudáveis nas principais regiões produtoras do país.
Cauteloso, mas confiante
Apesar de mais conservadora, a projeção do
departamento para o rendimento da soja apresentada no boletim de agosto marca
um novo recorde, o que também mostra que, mesmo assim, o USDA também vê um
grande potencial para a nova safra de soja diante das atuais condições das
lavouras e mesmo antes da finalização de seu crescimento.
Porém, de acordo com os últimos números e no atual
estado em que se encontram as lavouras, só o estado de Illinois deverá
registrar um rendimento recorde em 2014 e, para todos os demais estados
produtores já se falam em números ligeiramente abaixo das máximas das últimas
safras.
Assim, com uma grande parte da área ainda por
passar pelas fases mais importantes de desenvolvimento, esse menor "entusiasmo"
na revisão da produtividade dos campos de soja nos EUA foi sensível e
amplamente previsto pelo mercado. No entanto, o potencial de aumento desse
rendimento em importantes regiões de produção não está descartado e continua
apresentando um risco aos preços da commodity.
O próximo boletim mensal de oferta e demanda do
USDA será reportado no dia 11 de setembro, quando os pesquisadores do
departamento poderão estimar o potencial da nova safra de soja dos EUA com mais
confiança. E, caso o clima continue se mostrando favorável, sem nenhuma ameaça
até esse período, o órgão poderia ainda aumentar suas projeções para o
rendimento de soja em muitas áreas produtoras.
Fonte:
Reuters – Texto revisto
Agronegócio
Na pressa em avaliar resultados, ministro tedesco fala bobagem, ao invés de fazer as correções devidas nas quedas das exportações da UE, que, como carro-chefe da economia da comunidade, que, mais uma vez vai enganar os parceiros da germânia, como o fizeram quando da instalação da União Europeia com propagação de dados equivocados só para arregimentar países para a causa da UE.
Os de economia mais fragilizada do bloco como Grécia, Portugal e outros já abriram o bico bem antes de terminar a corrida.
A resposta russa ao embargo proposto e incentivado principalmente pela germânia está alastrando-se como um rastil de pólvora aceso pelo presidente Vladimir Putin para deixar claro que no leste da Europa e da Ásia há homens e cérebros pensantes, diferente do que a escória da Áustria pensa.
Vejamos se esta sua posição será a mesma daqui a um mês ou mês e meio.
Por Narcisi Primus .:.
Embargo russo ao agroalimentar tem «impacto fraco», diz Berlim
O
ministro alemão da Agricultura considera que o embarg russo sobre produtos do
setor agroalimentar com origem na União Europeia tem um impacto «fraco» sobre a
e conomia alemã e o mercado europeu.
Segundo
justifica o ministro Christian Schmidt, em declarações publicadas neste domingo
pelo jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung, o setor agrícola da Rússia não
satisfaz mais de 60% das necessidades alimentares do país.
Rússia é oportunidade para agronegócio brasileiro
Carnes, lácteos e frutas são
oportunidades crescentes em 2014, segundo CNAA Rússia é, hoje, o mercado mais
promissor para o agronegócio brasileiro. A Confederação da Agricultura e
Pecuária do Brasil (CNA) destaca que, de janeiro a julho deste ano, as exportações
dos nossos produtos agropecuários com destino à Rússia cresceram 24,9% em relação
ao mesmo período de 2013.
No ano passado, os russos
compraram US$ 40 bilhões em alimentos, consolidando o País como o quinto maior
importador mundial agrícola. Este mercado consumidor vem apresentando
crescimento médio anual de 4,9% desde 2008.
Cerca de um terço de todos os
alimentos consumidos na Rússia são importados, mas a participação do Brasil
neste imenso mercado ainda é muito pequena. Em 2013, somente 7% do total de
importações agropecuárias da Rússia foram provenientes do Brasil, somando US$
2,8 bilhões.
Embora seja pouco, este montante
representou quase 95% do total exportado para os russos no ano passado: US$ 2,9
bilhões. A carne bovina congelada foi o principal item da pauta de exportações,
somando 36% do total exportado. Em segundo lugar, veio o açúcar, com 22%,
depois a carne suína congelada, com 14%.
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| Carne Brasileira Tipo Exportação Embarcada Para a Rússia Divulgação |
A importância do mercado russo
para o agronegócio brasileiro é crescente. Se, em 2013, a Rússia foi o sexto
principal destino dos produtos do setor, no primeiro semestre deste ano, subiu
para o quarto lugar, atrás da China, Estados Unidos e Países Baixos.
A partir de 7 de agosto de 2014 e
pelo prazo de um ano, a Rússia embargou os seguintes produtos alimentícios
originários da União Europeu, EUA, Austrália, Canadá e Noruega: carne bovina
fresca, resfriada ou congelada; carne suína fresca, resfriada ou congelada;
carne e subprodutos de frango frescos, refrigerados ou congelados; frutas e
castanhas; embutidos e preparações alimentícias à base de carnes, miudezas ou
sangue; e produtos lácteos à base de gordura animal ou vegetal.
Com o embargo, ficou interrompido
o fornecimento de produtos lácteos no valor de US$ 1,9 bilhão, além do
equivalente a US$ 1 bilhão em carnes, US$ 1,7 bilhão em frutas e US$ 400
milhões em leguminosas. Tendo em vista a lista de produtos afetados, a
fruticultura brasileira tem na Rússia o seu mercado mais promissor.
A final, aquele país consumiu, só
no ano passado, 10,8 milhões de toneladas de frutas. Mais da metade – 58,5% –
foi importada, sendo 14,8% originários de países hoje embargados. Isso
significa que os fruticultores do Brasil têm a oportunidade de suprir, nos
próximos 12 meses, a carência do mercado russo, estimada em 1,6 milhão de
toneladas do produto. Para se ter uma ideia do mercado potencial que se abre
para o Brasil, o volume total das exportações de frutas no ano passado foi de
743 mil toneladas.
O Brasil ainda possui a vantagem
tarifária concedida pela União Aduaneira formada pela Rússia, Belarus e
Cazaquistão, por meio do Sistema Geral de Preferências. Todos os produtos
alimentícios mencionados aqui contam com a redução de 25% da tarifa
alfandegária, normalmente aplicada aos países desenvolvidos.
Fonte: Agrolink
Mercosul
Soja: Mercosul terá 600 mi de toneladas em 2050
A safra de soja latino-americana vai dobrar,
atingindo 600 milhões de toneladas em 2050. A projeção é da consultoria de
negócios Bain & Company, que analisou a região do Mercosul (Brasil,
Argentina, Paraguai e Uruguai) e a Bolívia.
Para a próxima década, a soja
deve apresentar um crescimento anual entre 3 e 4%, segundo a Bain. A evolução
da produção brasileira deve apresentar crescimento anual entre 12 e 15% no
Mapito (região de intersecção entre Maranhão, Piauí e Tocantins). Mato Grosso,
líder brasileiro na produção de soja, também deve crescer, registrando um
incremento de até 10% no leste do Estado e 5% na região central.
Já o milho deverá atingir 1,5
bilhão de toneladas neste mesmo período, sendo que 60% deste total deverá ser
consumido por países em desenvolvimento. Na avaliação da Bain, os países
latino-americanos analisados terão de aumentar em 406 milhões de toneladas a
oferta das cinco principais culturas (trigo, milho, soja, arroz e açúcar) a fim
de suprir as necessidades de consumo.
Fonte: DCI
Saúde Pública
Espanha tem caso suspeito do vírus ebola
Um homem de nacionalidade
nigeriana, que havia retornado recentemente de seu país, apresenta sintomas de
ter contraído o vírus ebola e
está sob quarentena em Alicante, no sul da Espanha, no primeiro caso de
suspeita de ebola no país desde a morte
do missionário espanhol que havia retornado a Madri, no dia 7 de
agosto.
Os médicos constataram que ele apresentava sintomas similares aos do ebola e o conduziram a uma parte isolada para a realização de testes
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| Divulgação |
Autoridades
de Alicante afirmaram que o homem chegou ao hospital com febre. Os médicos
constataram que ele apresentava sintomas similares aos do ebola e o conduziram
a uma parte isolada para a realização de testes. As autoridades sanitárias
afirmam que o paciente apresenta quadro clínico e epidemiológico que pode corresponder
à doença. Os resultados das análises deverão ser conhecidos apenas na próxima
semana.
Através
de comunicado, o Departamento de Saúde da região de Valência afirmou ter
ativado de maneira preventiva o protocolo previsto em caso de suspeita do vírus
ebola. “O paciente está internado no hospital de San Juan, em estado clínico
estável, numa zona isolada”, afirma o comunicado.
Fontes do
hospital disseram à agência de notícias DPA que o homem apresentava dois dos
critérios que levam à suspeita de ebola. O critério clínico indica que o
paciente deve apresentar febre acima de 38,3 graus, hemorragias ou vômito,
enquanto o critério epidemiológico requer que a vítima tenha estado numa zona
de risco ou tido contato com pessoas infectadas pelo vírus nos últimos 21 dias,
que correspondem ao período de incubação.
O
paciente explicou que havia retornado recentemente de uma viagem a seu país de
origem, onde até o momento já foram confirmados ao menos uma dezena de casos e
uma morte. Desde o início da
epidemia do vírus que, já causou mais de 1.100 mortes,
suspeitos de contaminação foram detectados na Nigéria, em Serra Leoa, na
Libéria e na Guiné.
Fonte: DW
Internacional
Crise financeira do Afeganistão agrava-se
O governo terá dificuldades para pagar salários no próximo mês e novamente está pedindo ajuda
Potências
estrangeiras injetaram bilhões de dólares em ajuda ao Afeganistão desde a queda
do Taliban
Cabul - O governo afegão está ficando sem dinheiro, apesar da
chegada de milhões de dólares em ajuda após um impasse sobre quem venceu as
eleições causar grandes quedas de receita, enquanto o país ainda tenta lidar
com a retirada de milhares de soldados estrangeiros.
O
governo terá dificuldades para pagar salários no próximo mês e novamente está
pedindo ajuda, afirmou uma autoridade do Ministério das Finanças que pediu para
não ser identificada.
A
embaixada norte-americana em Cabul confirmou que autoridades afegãs relataram a
dificuldade em pagar salários e financiar programas nos próximos
meses, mas não detalhou como doadores planejam ajudar.
"Embora
os EUA e a comunidade de doadores estejam trabalhando com as autoridades afegãs
para evitar grandes problemas em serviços essenciais, resolver esta questão
exige antes de tudo uma ação por parte das autoridades afegãs", afirmou
uma autoridade do Departamento de Estado.
Potências
estrangeiras injetaram bilhões de dólares em ajuda ao Afeganistão desde a queda
do Taliban, em 2001, mas o próximo líder do país não deve receber a mesma ajuda
financeira.
Até
o momento, o tamanho do rombo orçamentário é incerto, mas os dados mais
recentes do website do Ministério das Finanças mostram que as receitas
domésticas no primeiro semestre ficaram 27,5 por cento abaixo da meta de 1,1
bilhão de dólares.
O
ministério afirmou que os dados ainda não estão fechados, embora a autoridade
tenha indicado que o déficit é de 500 milhões a 600 milhões de dólares.
"Se
as eleições não derem certo, não teremos como gerenciar isso e veremos grandes
problemas além do nosso controle", afirmou o porta-voz do Ministério das
Finanças, Abdul Qadir Jaillani.
Os
candidatos presidenciais Abdullah Abdullah e Ashraf Ghani estão há meses
imersos em um impasse pelo poder, após acusações de fraude de ambos os lados
terem colocado o país à beira de uma guerra civil.
"Nosso
humilde pedido do Ministério das Finanças é de que ambos os candidatos cheguem
a um acordo para evitar um problema maior para as receitas e a economia",
disse Jaillani.
Jaillani negou que os
salários estejam sob risco imediato, embora uma série de projetos para
construir e manter estradas, escolas e clínicas tenha sido suspenso por falta
de verba.
O
secretário de Estado norte-americano, John Kerry, viajou duas vezes para Cabul
no mês passado para tentar acabar com a crise eleitoral, mas os problemas já
estão aparecendo no acordo assinado durante a sua última visita, há uma semana.
Abdullah
venceu facilmente o primeiro turno, realizado em abril, mas uma contagem
preliminar mostrou que Ghani foi o vencedor do segundo turno, em junho. Uma
auditoria de todos os oito milhões de votos está sendo feita, mas avança
lentamente.
O
presidente em fim de mandato Hamid Karzai estabeleceu o fim de agosto como
prazo para empossar o seu sucessor, mas autoridades eleitorais temem que a
auditoria possa se estender até setembro.
Um
mês após o início do processo, apenas cerca de um terço dos votos foi auditado.
Fonte: Reuters – Texto revisto
por Narcisi Primus .:.



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