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Brasil – Mercado Aberto
O Índice da
BM&FBovespa comportou-se, hoje, dia 21/08/2014, conforme mostra o gráfico
abaixo:
Futuro*21/08/2014
Oscilação
|
Preço
|
||
IBOVESPA
|
0,4439%
|
59965
|
|
DÓLAR
|
0,2203%
|
2274,5
|
|
FRC
|
5,0420%
|
1,25
|
|
DI1
|
0,6999%
|
11,51
|
|
CAFÉ
|
-0,4348%
|
229
|
A
|
BOI
|
0,0233%
|
128,58
|
A
|
ETANOL
|
0,0000%
|
1325
|
|
MILHO
|
0,8186%
|
23,4
|
A
|
SOJA
|
0,0000%
|
23,8
|
|
S&P 500
|
0,3530%
|
1990
|
|
OC1
|
ND
|
ND
|
|
Ouro:
O metal, conforme foi dito há dias e de acordo com a teoria de Fibonacci
está oscilando em torno de R$91,00(Real) e R$97,00(Real) o grama.
Hoje
teve queda de 0,4306%, ficando em torno de R$92,50(Real) o grama, próprio para
aquisição.
Veja pelo gráfico o comportamento de negociação do
metal na BM&FBovespa:
![]() |
| Comportamento da cotação do ouro |
A
Vista*21/08/2014
Oscilação
|
Preço
|
||
OURO
|
-0,4306%
|
92,5
|
|
Fonte: BM&FBovespa - São Paulo - Brasil
Radiação de Fukushima causa mutações em flora e fauna
Avaria
na usina atômica de Fukushima provocou mutações genéticas em flora e fauna,
escreve o Journal of Heredity da Universidade de Oxford.
Cientistas estudavam insetos,
pássaros, plantas e animais na zona da contaminação radiativa, notando não
apenas a redução da população de algumas espécies, mas também registrando o
fato do efeito permanente de pequenas doses da irradiação ionizante levar a
alterações genéticas e aumentar a frequência de mutações celulares.
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| Divulgação |
Mudanças
similares surgiam no caso de lagartas colhidas num território “limpo” terem sido
alimentadas por plantas do território contaminado. As pesquisas tiveram por fim
esclarecer mecanismos de influência da radiação em organismos vivos para
prevenir doenças e mutações em pessoas.
Entretanto, mutações naturais não
são muito perigosas para a ecologia e os humanos, considera Alexander
Rubanovich, chefe da seção de segurança genética do Instituto de Genética Geral
da Rússia:
“A natureza dispõe de uma enorme
reserva de possibilidades de recuperação. Se lembrarmos da experiência dos
acidentes em Chernobyl, em 1986, e nos Urais do Sul, nos anos 50 do século
passado, quando foram poluídos extensos territórios, a natureza conseguiu
recuperar-se após esses incidentes.
Em Fukushima não foram
registrados níveis muito altos de radiação. Em qualquer caso, embora se diga
que o processo de mutações se parece com o que foi observado na zona de
Chernobyl, os níveis de afeção radiativa são incomparáveis. Ao mesmo tempo,
processos de mutação surgem não apenas em resultado do efeito radiativo, mas
também por causa de qualquer influência genotóxica. Por exemplo, um alto nível
de mutações está sendo registrado em plantas que desabrocham ao longo de
autoestradas. Mas isso não afeta catastroficamente a natureza em função de sua
enorme fecundidade e capacidade recuperadora.
As consequências de influência
distante da radiação em humanos foram provadas só em dois casos: após os
bombardeios atômicos de Hiroshima e Nagasaki e a poluição radiativa do rio
Techa nos Urais do Sul, quando o nível de radiação foi extremamente alto. Em
ambos os casos foi registrada grande incidência de leucoses. Mas não havia
mutações…”.
Na opinião de peritos, as
catástrofes em Fukushima e Chernobyl provocaram efeitos biológicos semelhantes.
Em geral, a avaria no Japão está sendo comparada frequentemente com os
acontecimentos em Chernobyl. Nos dois casos as usinas foram paralisadas, foi
criada a mesma zona de alienação de 30 quilômetros e surgiram os mesmos
receios. No entanto, segundo declara o governo japonês, a emissão da radiação
em resultado da avaria em Fukushima foi em dez vezes menor do que em Chernobyl
e, respectivamente, o nível de riscos no Japão também deve ser muito menor.
Fala Valeri Stepanenko, professor do Centro de Pesquisas Médicas Radiológicas:
“Como fora esperado inicialmente,
a população poderia estar exposta a uma dose sumária de 20 milisieverts ou
ainda maior. Na realidade, porém, nenhuma pessoa recebeu tais doses de
radiação, porque a população foi evacuada e os cálculos foram feitos com uma
grande prudência a favor das pessoas. Em outras palavras, as doses foram
sobrestimadas…”.
Seria errado contudo afirmar que
não há riscos para a população, sustenta a vice-diretora do Instituto de Física
Bioquímica, Elena Burlakova:
“O problema de pequenas doses de
radiação foi discutido centenas de vezes em diferentes conferências
internacionais. Todavia não há respostas definitivas em relação a muitos
aspectos ligados à radiação e ao seu efeito no organismo humano. Os argumentos
daqueles que negam a influência de pequenas doses de radiação nas pessoas são
reduzidos à impossibilidade de medir esse fenômeno…
Por outro lado, também não há
dados que permitem concluir que o efeito radiativo não seja perigoso. As
mutações, mesmo que não sejam muito frequentes, podem ser perigosas. Sabe-se
com certeza que uma pequena dose de radiação provoca uma série de reações
celulares voltadas para proteger a célula. Mas não sabemos se a célula pode
cumprir sua função principal, reagindo a essa proteção. São necessárias mais
pesquisas…”.
Cientistas japoneses também
destacam a necessidade de continuar investigações, porque de seus resultados
depende a saúde não apenas atual geração, mas também de gerações vindouras. Por
outro lado, pequenas doses de radiação dizem respeito não apenas a objetos
potencialmente radiativos, mas também, por exemplo, aos voos para o espaço.
Fonte: Rádio A Voz da Rússia – Texto revisto
Fonte: Rádio A Voz da Rússia – Texto revisto
Ministro da Economia da Ucrânia renuncia
O ministro ucraniano da Economia, Pavlo Shemereta, em desacordo com o
primeiro-ministro, anunciou nesta quinta-feira sua renúncia coincidindo com o
conflito bélico no leste do país e a grave crise econômica.
"Em vez de lutar contra o sistema de ontem, decidi trabalhar com as pessoas que criarão um sistema para o amanhã", escreveu em sua página do Facebook.
Sheremeta explicou à imprensa que a linha vermelha foi ultrapassada na quarta-feira quando o governo nomeou como representante comercial Valeri Piatnitski, apesar da oposição do ministro da Economia, de quem depende.
O Parlamento ainda deve aprovar sua renúncia.
Economista formado nos Estados Unidos, Pavlo Sheremeta, de 43 anos, e seu ministério foram alvos de críticas nesta semana do primeiro-ministro, Arseni Yatseniuk, pela lentidão das reformas.
Em recessão quase ininterrupta há mais de dois anos, o Produto Interno Bruto da Ucrânia pode se contrair 6,5% neste ano, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), que salvou a economia da asfixia ao conceder em abril 17 bilhões de dólares em Kiev no âmbito de um plano internacional de 27 bilhões.
Pavlo Sheremeta, fundador da Escola de Negócios da prestigiada universidade Kiev-Moguila, participou ativamente do protesto pró-europeu que colocou fim ao regime pró-russo de Viktor Yanukovich após um banho de sangue no centro de Kiev.
Trata-se da segunda renúncia nesta semana, após a da jornalista e militante Tetyana Chornovol, encarregada da luta contra a corrupção no seio do governo que denunciou a falta de boa vontade da autoridade nesta luta.
Yatseniuk também apresentou sua renúncia no fim de julho após a rejeição do Parlamento em votar leis impopulares, mas ela não foi aprovada pelo Parlamento.
Fonte:
France Press
Eslováquia põe em causa sanções antirrussas
A Eslováquia quer estar solidária com a UE, mas não deseja agir “como um carneiro que se leva ao matadouro na questão de sanções contra a Rússia”, anunciou hoje o premiê eslovaco, Robert Fico, entrevistado pela agência de notícias SITA.
“Faço parte de um grupo de chefes
de governo que já durante a primeira fase de sanções fizeram objecções, sem
falar da segunda etapa”, frisou.
Segundo completou, tal posição
assumida pela Eslováquia e a Áustria fez com que as sucursais do Sberbank
(Banco de Poupança da Rússia) não tivessem sido sancionadas. “Tentamos atuar de
forma racional e pragmática”, acentuou.
“Gostaria de coordenar nossas
posições, antes de mais, com a União Europeia”, adiantou, apontando a
necessidade de dar solução aos problemas pendentes. “No caso de sanções
antirrussas, o efeito de bumerangue veio nos afetar mais dolorosamente do que
se esperava”, confessou.
Entretanto, “o governo da Eslováquia se solidarizou com a Ucrânia na questão da Crimeia, tentando organizar o fornecimento reversivo de gás para aquele país”, constatou Robert Fico. Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Coreia do Norte insulta John Kerry
Em
seu último ataque pessoal a uma autoridade proeminente de um país rival, a
Coreia do Norte chamou nesta quarta o secretário de Estado americano, John
Kerry, de um "lobo com uma hedionda mandíbula saliente".
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| Divulgação |
O país comunista lançou este ano
uma série de insultos contra líderes em Washington e em Seul, capital da Coreia
do Sul, chamando o presidente dos EUA, Barack Obama, de macaco, e a presidente
sul-coreana, Park Geun-hye, de prostituta.
O insulto desta quarta contra
Kerry apareceu apenas em um despacho em coreano, da Agência Coreana Central de
Notícias.
Um porta-voz não-identificado do
departamento de polícia da Comissão de Defesa da Coreia do Norte também
descreveu Kerry como um "lobo em pele de cordeiro"
O porta-voz criticou Kerry por ter dito recentemente que deseja ver paz na península coreana, enquanto EUA e Coreia do Sul seguiram adiante com os exercícios militares que os norte-coreanos querem ver desmantelados.
Washington e Seul dizem que os exercícios são de natureza defensiva apenas.
O porta-voz norte-coreano
criticou ainda os comentários de Kerry sobre a questão dos direitos humanos na
ditadura comunista e seu programa de armas.
"O comportamento dele revela mais uma vez a natureza inveterada dos EUA como um hipócrita que tem enganado e ridicularizado a humanidade com todos os tipos de truques", disse no comunicado divulgado pela agência.
A tensão na península coreana segue alta, em meio ao aumento nos lançamentos de mísseis da Coreia do Norte neste ano. Fonte: Rádio A Voz da Rússia – Texto revisto
Inteligência alemã intercepta conversa
telefônica de John Kerry
A
inteligência alemã interceptou acidentalmente uma conversa telefônica do
secretário de Estado dos EUA, John Kerry, informa este sábado o jornal Guardian
com referência aos meios de comunicação alemães.
Sabe-se que a conversa de Kerry
foi gravada pelo BND (Serviço de Inteligência Federal da Alemanha) em 2013,
quando ele falava por telefone via satélite. De acordo com a revista Spiegel, a
conversa foi gravada acidentalmente como parte de uma operação de inteligência
completamente diferente.
Um incidente semelhante com políticos norte-americanos escutados pela Alemanha ocorreu em 2012. Da mesma forma, foi interceptada uma conversa telefônica de Hillary Clinton, quando ela ocupava o cargo de secretária de Estado, no momento em que ela estava seguindo a bordo de em um avião do governo. Segundo a Reuters, a inteligência alemã "ouviu" a conversa telefônica com Kofi Annan, que era o secretário-geral da ONU. O BND não comentou o incidente. Fonte: Rádio A Voz da Rússia
China aumenta suas capacidades de reconhecimento espacial
Em
19 de agosto, do espaço porto chinês de Taiwan foi lançado ao espaço um
satélite de sensoriamento remoto da Terra. Pela primeira vez na história da
indústria espacial chinesa foi possível atingir uma resolução de um metro para
o sistema de vigilância óptico-eletrônico.
Assim, a China entrou no círculo
restrito de países capazes de construir seus próprios satélites de
reconhecimento ótico-eletrônico com alta resolução.
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| Foguete Chinês - Divulgação |
Obviamente, a China ainda está
longe da liderança no campo de reconhecimento espacial. Uma resolução não pior
que um metro foi declarada para o satélite civil russo Resurs-DK1 colocado em
órbita em 2006. As características dos satélites russos de reconhecimento
militar Persona nunca foram oficialmente reveladas. Contudo, segundo
estimativas disponíveis, elas são significativamente superiores (30 cm).
Os líderes mundiais, os Estados
Unidos, conseguiram uma resolução para satélites de reconhecimento inferior a
cinco polegadas (12,7 cm). No entanto, essa resolução nem sequer é necessária
para realizar a maioria das tarefas econômicas e militares.
Tendo alcançado um novo nível, a China agora poderá construir um potente sistema de reconhecimento espacial que irá aumentar significativamente a capacidade das suas forças armadas. Um tal sistema pode ser inferior ao norte-americano em suas características. No entanto, suas capacidades podem ser bem suficientes para a maioria das tarefas relacionadas com o apoio informacional das ações do exército chinês. Tendo o exército suficientes equipamentos necessários para o processamento de informações de inteligência por satélite, pode-se tratar da capacidade de reduzir significativamente, a longo prazo, o atraso em relação aos Estados Unidos na área de informação.
Atualmente, a China está se preparando para neutralizar a superioridade do adversário provável em meios de inteligência, comunicação e controle, atacando seus satélites e infraestrutura de rede. Os programas chineses de criação de armas antissatélite são, provavelmente, os maiores e tecnicamente mais avançados do mundo. Se no longo prazo a China conseguir capacidades de reconhecimento espacial comparáveis com as dos Estados Unidos, ainda que menores, combinadas com superioridade em meios de ataque, o equilíbrio de forças se deslocará substancialmente para a China.
Informações de satélites de reconhecimento também pode servir como um instrumento de política externa, permitindo o apoio secreto, mas eficaz, de aliados e parceiros. Por exemplo, a União Soviética ajudou secretamente a Argentina com imagens de satélite durante a guerra pelas ilhas Malvinas em 1982.
No entanto, as novas capacidades chinesas de inteligência podem ter o maior valor combinadas com o já criado potente arsenal de mísseis de médio alcance balísticos e de cruzeiro capazes de atingir alvos com alta precisão em praticamente toda a região Ásia-Pacífico.
Após o início da crise na Ucrânia, a Rússia começou a mostrar um crescente interesse em reforçar a cooperação com a China no espaço. Ao mesmo tempo, podemos constatar um crescente nível de confiança política e militar entre as duas partes.
A cooperação na área de desenvolvimento e operação de sistemas de reconhecimento espacial poderia ser uma das áreas de cooperação mais frutíferas, ampliando substancialmente o potencial das forças armadas dos dois países. Fonte: Rádio A Voz da Rússia
China endurece lei antitruste e multa fabricantes
japonesas em US$ 201 milhões
A China está intensificando seus esforços para
fazer com que companhias fiquem em conformidade com a lei antimonopólio
| Divulgação |
A China aplicou
uma multa recorde de 1,235 bilhão de yuans (US$ 201 milhões) contra fabricantes
japonesas de autopeças por manipular preços, à medida que o governo intensifica
o cumprimento de uma lei antitruste que tem tido como alvo grandes corporações
e reacendeu preocupações sobre protecionismo. As multas, as maiores aplicadas
até agora pelo regulador de preços, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e
Reforma, seguem uma repressão global inclusive nos Estados Unidos e na Europa
contra fraude de preços no setor de autopeças, que tem afetado a maior parte
companhias japonesas.
Na China, a Sumitomo
Electric Industries foi a fabricante mais duramente atingida pela comissão, com
uma multa de 290,4 milhões de yuans. A Denso e a Mitsubishi Electric também
estão entre as 12 fabricantes de autopeças que a comissão disse que estavam em
conluio para reduzir a concorrência e estabelecer preços favoráveis para seus
produtos, segundo sua investigação.
Os acordos violaram a lei antimonopólio da China e “afetaram de maneira inapropriada os preços de autopeças, de veículos inteiros e rolamentos”, disse a comissão em um comunicado publicado em seu website nesta quarta-feira. A China está intensificando seus esforços para fazer com que companhias fiquem em conformidade com a lei antimonopólio que vigora desde 2008, e nos últimos anos têm aplicado multas salgadas contra empresas estrangeiras incluindo a Mead Johnson Nutrition e a Danone.
Observadores jurídicos, no entanto, destacaram que as autoridades aparentemente aplicam a lei mais contra multinacionais estrangeiras do que contra companhias locais. As autoridades dizem que a lei é aplicada tanto para empresas domésticas quanto estrangeiras, com o objetivo de proteger consumidores.
Problemas regulatórios
Às voltas também com a legislação, na Ásia, o Citigroup está se preparando para vender sua operação de banco de varejo no Japão, disse uma fonte com conhecimento direto do tema nesta quarta-feira, desistindo de uma incursão afetada por problemas regulatórios e fraqueza nos empréstimos.
A companhia que foi pioneira nos caixas eletrônicos 24 horas no Japão e o único banco estrangeiro a fazer uma incursão de grandes proporções em seu setor de bancos de varejo está jogando a toalha após falhar em ganhar escala o suficiente para justificar seus custos.
O Citigroup também sinalizou o desejo de reestabelecer o foco de sua estratégia internacional em mercados com crescimento em detrimento de mercados maduros e saturados como o japonês, onde está presente há mais de um século.
O Citi se aproximou dos três maiores bancos do Japão, Mitsubishi UFJ Financial Group (MUFG), Mizuho Financial Group e Sumitomo Mitsui Financial Group (SMFG) a respeito de uma venda, assim como de bancos regionais, disse a fonte, que não estava autorizada a discutir o assunto publicamente.
Um porta-voz do Citigroup se recusou a comentar. Representantes do MUFG e do Mizuho também não quiseram fazer comentários e um representante do SMFG não estava imediatamente disponível. O banco norte-americano manterá as operações de banco de investimento e corporativo, assim como o negócio de trading no Japão, disse a fonte. Fonte: CDB – Texto revisto
Deslizamentos de terra matam ao menos 36 pessoas no Japão
Ao menos 36 pessoas, incluindo várias
crianças, morreram no Japão nesta quarta-feira devido a deslizamentos de terra
causados por uma tempestade que castigou os arredores da cidade de Hiroshima,
no oeste do país, e o número ainda pode aumentar, disse a polícia.
Muitas pessoas continuam
desaparecidas após uma chuva durante à noite equivalente à precipitação
esperada para um mês, causando o deslizamento de morros que já se encontravam
saturados por chuvas nas últimas semanas.
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| Divulgação |
“Houve chuva e trovões durante
toda noite, caindo tão forte que eu fiquei com medo de sair”, disse um morador
à Fuji TV. “Nunca vi nada como isso.”
Helicópteros retiravam
sobreviventes enquanto equipes de resgate realizavam buscas em meio à lama e os
destroços na área residencial a cerca de 5 quilômetros do centro da cidade.
Casas foram arrastadas cerca de
100 metros na área mais atingida pelo deslizamento, onde uma camada de lama até
a altura dos joelhos dificultava os esforços de resgate.
As autoridades do município de Hiroshima emitiram um aviso para a saída dos moradores cerca de uma hora depois do primeiro deslizamento.
“Algo deu errado com nossa análise (da situação)… Falhamos em emitir um alerta de saída antes do desastre. Olhando para trás, acredito que isso é algo que precisamos corrigir”, disse um oficial dos bombeiros da cidade.
Cerca de 240 milímetros de água caíram na região nas 24 horas anteriores à manhã de quarta-feira, um nível recorde equivalente ao esperado para todo o mês de agosto, disse à agência meteorológica.
Quase metade desse volume de água caiu em apenas uma hora na quarta-feira.
A força do deslizamento destruiu
estradas, e correntes de lama invadiram bairros inteiros, transformando casas
em pilhas de escombros. Rochas com diâmetro de até 3 metros se espalharam pela
área atingida.
São esperadas mais chuvas no oeste do Japão ainda nesta quarta.
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, interrompeu as férias e retornou a Tóquio. Ele disse que iria enviar centenas de militares para ajudar nos esforços de resgate.
Fonte: CDB
China
Três
manifestantes atingidos por tiros da polícia na semana passada em uma região
tibetana da China morreram em decorrência dos ferimentos, elevando para cinco o
número de pessoas mortas no incidente, relatou um grupo
de direitos humanos nesta quarta-feira.
O protesto irrompeu por causa da detenção do respeitado líder de um vilarejo na província de Sichuan, no sudoeste chinês, local frequente de manifestações de tibetanos contra o governo da China, disse a entidade Free Tibet, sediada na Grã-Bretanha, em comunicado.
Tsewang Gonpo, de 60 anos, Yeshe, de 42, e Jinpa Tharchin, de 18 anos, morreram presos em Ganzi depois de ter tratamento médico negado, segundo a organização.
-
Estes tiros e o tratamento subsequente dos detentos expuseram a realidade do
assim chamado ‘império da lei’ da China no Tibet disse a diretora do Free
Tibet, Eleanor Byrne-Rosengren.
Os três tibetanos eram parentes de Wangdak, o líder levado sob custódia na semana passada por ter discordado das autoridades a respeito do assédio de mulheres da comunidade por parte de autoridades e de uma medida proibindo festivais locais, afirmou o Free Tibet.
A prisão de Wangdak desencadeou protestos de cerca de 100 tibetanos e as forças de segurança abriram fogo, ferindo pelo menos 10 pessoas, acrescentou o grupo.
Outras entidades de direitos humanos disseram na segunda-feira que duas pessoas morreram, incluindo uma que se suicidou na prisão como forma de protesto.
Os pedidos de comentário da polícia de Ganzi não tiveram resposta. Fonte: CDB
Agricultura
Clima favorável melhora condições das lavouras de soja nos EUA
O total de lavouras da nova safra 2014/2015 em “boas ou excelentes condições”
subiu para 71%. Na semana anterior esse índice era um ponto percentual menor,
de acordo com novo boletim de acompanhamento de safras divulgado pelo USDA
(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, na sigla em inglês).
O bom desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos reflete o cenário
climático favorável na principal região produtora do país. São esperados 76mm
de precipitações nessa semana, principalmente nas regiões norte e leste do Meio
Oeste norte-americano.
Fonte: Agrolink
Logística
Preço do frete de grãos para Paranaguá caiu
5,8% em 2014
Em outras regiões do País queda chegou a ser mais acentuada; oferta e agilidade maior no Porto estão entre as causas
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| Divulgação |
O preço
médio do frete de cargas, especialmente de grãos, para o Porto de Paranaguá
caiu 5,8% neste ano quando comparado ao pago na safra do ano passado. Em 2013,
o frete a partir do Norte do Estado chegou a R$ 91 a tonelada transportada.
Neste ano, o valor médio ficou em R$ 85. “É questão de mercado”, explica o
diretor do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Paraná
(Setcepar), Ítalo Lonni.
São vários fatores que provocaram esta queda. Além da própria economia que não
vai bem, tem ainda a questão da maior agilidade no Porto de Paranaguá, que nos
últimos anos acabou com as famosas filas de caminhões para descarregar. “No
passado, a mesma frota de caminhões faria duas viagens por semana para o Porto.
Hoje, faz 3,5 viagens. Com maior oferta de transporte, cai o preço do frete”,
continua Lonni.
Atualmente, a espera máxima na fila do Porto é de seis horas, mas Lonni lembra
do tempo em que os caminhoneiros ficavam até dias na estrada esperando. O
diretor do Setcepar lembra que mesmo aumentando o giro dos caminhões, o
caminhoneiro ou empresário acabam com perdas, já que os insumos, como o diesel,
sobem todo o ano. “Não está muito animador, mas isso não é um luxo do setor
apenas”.
Nacional — A queda do preço do frete no Paraná, contudo, é bem menor do que em outras regiões do País que escoam para o Porto de Santos, por exemplo, onde a diferença entre o que é pago neste ano e no ano passado chegou a 40% no Mato Grosso.
Ainda há a questão da sazonalidade da produção e também do preço, como o do milho, que esperava até ontem o leilão de Prêmio Equalizador pago ao Produtor Rural (Pepro), realizado ontem pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que comercializou 898 mil toneladas de milho. A quantidade representa 85,5% do total ofertado, que foi de 1,05 milhão de toneladas. O valor total do prêmio a ser pago aos produtores rurais ou cooperativas arrematantes que comprovarem o escoamento do produto para os locais indicados no edital será de mais de R$ 29,1 milhões. Agora é esperar como o mercado vai reagir. Fonte: Assessoria de Imprensa
FED e Banco da Inglaterra: Alta de Juros
Atas das últimas reuniões da Reserva Federal e do Banco de Inglaterra
sinalizam que a opção por juros baixos e estímulos monetários agressivos é cada
vez menos consensual.
Na última reunião da Reserva
Federal (FED), realizada 29 e 30 de Julho, "vários participantes
observaram que se a convergência até aos objetivos do comité ocorrer mais
depressa do que o esperado, pode tornar-se apropriado começar a remover a
acomodação monetária mais cedo do que o atualmente antecipado", refere a
acta do encontro, divulgada esta quarta-feira.
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| Yellen - FED |
Embora ainda insatisfeito com as
condições no mercado de trabalho, a variável determinante na definição da
política monetária norte-americana, o banco central acaba por reconhecer que
poderá subir juros mais cedo do que o mercado está a contar.
O momento considerado adequado para o
primeiro incremento dos juros desde Dezembro de 2008 não foi discutido na
reunião, de acordo com o mesmo documento. O último ‘guidance' do FED aponta
para que tal aconteça algures no próximo ano.
Para responder à depressão económica
causada pela crise do ‘subprime', o FED, então liderado por Ben Bernanke,
esmagou as taxas de juro para níveis próximos de zero e lançou um inédito
programa de compra de ativos, o ‘quantitative easing'. Perante a recuperação da
atividade econômica, a ausência de pressão sobre os preços e a melhoria do
emprego, o banco central reduziu nos últimos seis meses, consecutivamente em
parcelas de 10 mil milhões de dólares, o montante aplicado ao QE.
Não é só no FED que se discute a
possibilidade de subir juros. Também no Banco de Inglaterra esse cenário parece
cada vez mais próximo. As atas da última reunião, realizada a 6 e 7 de Agosto,
mostram que dois membros do banco central votaram a favor de uma subida da taxa
de juro em 25 pontos base, para 0,75%.
Distante desta realidade, devido ao
crescimento anémico e à queda dos preços em vários países, o Banco Central
Europeu (BCE) tem sido pressionado para adoptar um QE. Fonte: Econômico
Apesar da volatilidade causada pela divulgação da ata do
Federal Reserve (o Banco Central dos Estados Unidos), o índice da bolsa brasileira
voltou a ganhar força e encerrou o dia em seu maior patamar desde fevereiro do
ano passado, com destaque para as ações de Vale, Eletrobrás, Petrobrás e dos
bancos.
O
Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo)
fechou o dia em alta de 0,73%, aos 58.878 pontos e com um volume negociado de
R$ 7,381 bilhões. O índice acumula um ganho mensal de 5,46%, enquanto a
valorização anual chega a 14,31%.
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| Pregão da BM&FBovespa - Brasil |
O
documento divulgado pela autoridade monetária norte-americana sinalizou que o
ciclo de aperto da taxa de juros pode ser antecipado por conta do rápido
progresso da economia, o que chegou a trazer alguma volatilidade para o pregão.
Contudo, um posicionamento mais claro quanto ao processo pode ser apurado após
o discurso da presidente do FED, Janet Yellen, em evento programado para a
próxima sexta-feira.
No
Brasil, as notícias sobre o cenário eleitoral tem sido o principal fator de
referência para os investidores. O PSB formaliza nesta quarta-feira sua chapa
com Marina Silva como candidata a presidente e o deputado Beto Albuquerque (RS)
como vice, após a morte de Eduardo Campos em acidente aéreo na semana passada.
Quanto ao
dólar, a cotação interrompeu uma sequência de quatro quedas e encerrou o dia em
alta de 0,57%, negociado a R$ 2,263 na venda. O destaque do dia ficou com a
divulgação da ata do Federal Reserve (o Banco Central dos Estados Unidos), onde
a autoridade monetária mostrou-se surpresa com a velocidade no ritmo de
recuperação do mercado de trabalho do país.
A decisão
sobre o início dos ajustes é a principal expectativa dos investidores, uma vez
que o início do ciclo de ajustes poderia levar para os Estados Unidos recursos
que são atualmente empregados em países cujos rendimentos são maiores, como o
Brasil. No cenário brasileiro, os investidores mantiveram o foco no quadro
eleitoral.
As
intervenções do Banco Central no mercado de câmbio também influenciaram o
resultado. A autoridade monetária voltou a efetuar um leilão de rolagem dos
contratos de swap cambial tradicional (equivalentes à venda futura de dólares)
com vencimento em 1º de setembro. Foram negociados 10 mil contratos, sendo 600
com vencimento em 4 de maio de 2015 e 9,4 mil para 3 de agosto de 2015, em
transação que movimentou o equivalente a US$ 493,1 milhões.
No
programa de intervenções diárias, foram negociados 4 mil contratos de swap
cambial: 2,5 mil com vencimento em 1º de junho e 1,5 mil para 1º de setembro de
2015. A operação movimentou o equivalente a US$ 197,4 milhões.
Para
quinta-feira, os agentes aguardam a publicação da taxa de desemprego no Brasil.
No exterior, a agenda será um pouco mais movimentada, com a divulgação das
vendas de casas existentes, pedidos de seguro-desemprego, licenças de
construção e o PMI (índice dos gerentes de compras) de manufatura nos Estados
Unidos; o PMI composto, de manufatura e de serviços na Alemanha; o índice de
vendas no varejo da Grã-Bretanha; além do índice de confiança do consumidor e o
PMI composto, de manufatura e serviços na zona do euro. Fonte: GGN
CALOTE TÉCNICO
Argentina propõe nova jurisdição para pagar dívida
O governo
argentino apresentou projeto de lei que altera a jurisdição de pagamento – de
Nova Iorque para Buenos Aires, sob a legislação argentina – dos bônus emitidos
nas trocas de dívida de 2005 e 2010, quando grande parte dos credores aceitou
fortes descontos na dívida que vinha sendo paga regularmente. Segundo o governo
Cristina Kirchner, a proposta não representa mudança nas regras do jogo, mas
busca proteger seus credores que ficaram presos em uma disputa judicial que
levou o país ao default (calote).
A medida
é uma tentativa de burlar a ordem do juiz Thomas Griesa, de Nova Iorque, que
bloqueou os pagamentos da dívida argentina no exterior até que o país pague
mais de US$ 1,33 bilhão a fundos credores que abriram processo contra o país
após o default de 2002. A ordem judicial impediu a Argentina de honrar os juros
do bônus Discount no final de julho, afundando o país em um novo calote
justamente no momento em que sua economia enfrenta uma recessão e sofre com a inflação
elevada.
O país
também decidiu abrir uma troca de dívida voluntária para que os credores com
dívida sob legislação estrangeira possam receber títulos regidos pela lei
argentina sob os mesmos termos.
O
ministro da Economia, Axel Kicillof, afirmou que os contratos de bônus emitidos
nas duas reestruturações permitem ao país mudar o canal de pagamento. Mas
esclareceu que o governo está disposto a escutar propostas alternativas dos
detentores de bônus. “Esta lei não é obrigatória... O que dizemos é ‘vamos
pagar dessa maneira se antes não surgir outra opção provocada pelos próprios
detentores de títulos que tenham interesse’.”
Uma
alternativa é que os detentores de títulos convoquem uma assembleia de credores
para modificar o procedimento de pagamento dos títulos e assim evitar que os
recursos sejam distribuídos através de Nova York. Para isso é necessário mais
do que uma maioria simples. Outra opção é conseguir que uma câmara de apelações
bloqueie a ordem de Griesa. Algo tem que acontecer antes de 30 de setembro,
quando a Argentina tem que pegar no exterior US$ 200 milhões pelo vencimento de
parte dos títulos.
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| Divulgação |
“Fora da lei”
O fundo
Aurelius Capital, um dos credores da Argentina que não renegociaram seus
títulos da dívida em 2005 e 2010, criticou o governo do país por tentar mudar a
jurisdição para pagar outros investidores sob as leis argentinas. Para o
Aurelius, o governo “literalmente escolheu ser fora da lei”. “Os líderes
argentinos desprezaram de forma crônica as ordens da corte americana, mentiram
e demonstraram um total desdém por nossas cortes”, diz, em nota. Fonte: Reuters











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