# Compartilhe - Siga
Brasil –
Mercado Aberto
O Índice
Bovespa, hoje, dia 07/08/2014 comportou-se com os seguintes valores:
Mercado Futuro:
Oscilação Preço
IBOVESPA -0,1681% 56410
DÓLAR 0,8295% 2309,5
FRC -1,8182% 1,08
DI1 0,6838% 11,78
CAFÉ -0,4494% 221,5 A
BOI 0,1099% 127,49 A
ETANOL 0,0000% 1165
MILHO 0,6883% 24,87 A
SOJA 0,2053% 24,4
S&P 500 -0,4572% 1905,25
OC1 ND ND
Ouro: Cotação cash e em R$(Real) por grama:
OURO 1,0526% 96,00
Ouro Futuro:
Fonte: BM&FBovespa - São Paulo - Brasil
Obama pode
interceder junto a fundos abutres
O presidente estadunidense, Barack Obama,
pode resolver o litígio da Argentina com os fundos abutres se indicar que as
decisões do juiz Thomas Griesa interferem em suas faculdades constitucionais,
afirma nesta quinta-feira (7) o jornal britânico The Guardian.
A ação
dos especuladores, que ameaçam devorar os pagamentos argentinos, pode ser
detida com uma simples nota do presidente às cortes judiciais sobre as
atribuições que a constituição lhe confere quanto à condução da política internacional,
acrescenta o jornal.
*( Nota do editor deste blog:
Quando o governo platino necessitou de investidores, os mesmos foram bem aceitos e chamados como tais, agora que a republiqueta está sentindo chegar a hora de acertar as contas, estes cidadãos que acredito não serem só de nacionalidade norte-americana são taxados de "ABUTRES'.
Se Barack Obama fizer o que está dizendo, a reeleição fica comprometida.
É só pagar para ver.
Narcisi Primus.:. )
No
caso de Paul Singer, o Departamento de Estado informou a Griesa que a
administração Obama concordava com os argumentos legais da Argentina, "mas
Obama nunca invocou a cláusula pétrea para deter os fundos abutres",
acrescenta The Guardian.
A
ordem de Griesa congela os US$ 539 milhões depositados por Buenos Aires no Bank
of New York para o pagamento aos credores que reestruturaram a dívida em 2005 e
2010.
Esta
medida estaria vigente até que o país pagasse os US$ 3,6 bilhões que sua
decisão dispôs a favor dos fundos abutres.
Fonte: Prensa Latina
Norte-Americanos Continuam a Sentir os Efeitos da
Recessão
Os norte-americanos continuam a sentir os efeitos da
recessão de 2008-2009 mesmo que alguns considerem que estão "razoavelmente
bem" economicamente, de acordo com um inquérito da Reserva Federal (FED)
divulgado hoje.
Mais de um terço das famílias norte-americanas
(34%) afirma que o seu nível de vida está pior do que há cinco anos, quando a
crise financeira e imobiliária mergulhou o país numa grave recessão.
Idêntica percentagem indica que o
seu nível de vida ficou igual e 30% das pessoas questionadas dizem que
melhorou.
Este "Relatório sobre o
bem-estar econômico das famílias norte-americanas" divulgado pelo banco
central dos Estados Unidos baseia-se nas respostas de 4.100 pessoas inquiridas
entre setembro e outubro de 2013.
Quarenta e dois por cento dizem
que tiveram de adiar uma despesa ou uma compra devido à crise e 18% reconhecem
que tiveram de adiar uma decisão importante, como pedir a reforma, devido à
conjuntura econômica. Fonte: RTP – Texto revisto
Brasil –
Mercado Aberto
O Índice
Bovespa, hoje, dia 07/08/2014 comportou-se com os seguintes valores:
Brasil – Mercado Aberto
O Índice Bovespa, hoje, dia 07/08/2014 comportou-se com os seguintes valores:
Mercado Futuro:
| Oscilação | Preço | ||
| IBOVESPA | -0,1681% | 56410 | |
| DÓLAR | 0,8295% | 2309,5 | |
| FRC | -1,8182% | 1,08 | |
| DI1 | 0,6838% | 11,78 | |
| CAFÉ | -0,4494% | 221,5 | A |
| BOI | 0,1099% | 127,49 | A |
| ETANOL | 0,0000% | 1165 | |
| MILHO | 0,6883% | 24,87 | A |
| SOJA | 0,2053% | 24,4 | |
| S&P 500 | -0,4572% | 1905,25 | |
| OC1 | ND | ND | |
Ouro: Cotação cash e em R$(Real) por grama:
| OURO | 1,0526% | 96,00 |
Ouro Futuro:
Obama pode interceder junto a fundos abutres
O presidente estadunidense, Barack Obama, pode resolver o litígio da Argentina com os fundos abutres se indicar que as decisões do juiz Thomas Griesa interferem em suas faculdades constitucionais, afirma nesta quinta-feira (7) o jornal britânico The Guardian.
A ação dos especuladores, que ameaçam devorar os pagamentos argentinos, pode ser detida com uma simples nota do presidente às cortes judiciais sobre as atribuições que a constituição lhe confere quanto à condução da política internacional, acrescenta o jornal.
*( Nota do editor deste blog:
Quando o governo platino necessitou de investidores, os mesmos foram bem aceitos e chamados como tais, agora que a republiqueta está sentindo chegar a hora de acertar as contas, estes cidadãos que acredito não serem só de nacionalidade norte-americana são taxados de "ABUTRES'.
Se Barack Obama fizer o que está dizendo, a reeleição fica comprometida.
É só pagar para ver.
Narcisi Primus.:. )
No
caso de Paul Singer, o Departamento de Estado informou a Griesa que a
administração Obama concordava com os argumentos legais da Argentina, "mas
Obama nunca invocou a cláusula pétrea para deter os fundos abutres",
acrescenta The Guardian.
A
ordem de Griesa congela os US$ 539 milhões depositados por Buenos Aires no Bank
of New York para o pagamento aos credores que reestruturaram a dívida em 2005 e
2010.
Esta
medida estaria vigente até que o país pagasse os US$ 3,6 bilhões que sua
decisão dispôs a favor dos fundos abutres.
Fonte: Prensa Latina
Fonte: Prensa Latina
Norte-Americanos Continuam a Sentir os Efeitos da Recessão
Os norte-americanos continuam a sentir os efeitos da
recessão de 2008-2009 mesmo que alguns considerem que estão "razoavelmente
bem" economicamente, de acordo com um inquérito da Reserva Federal (FED)
divulgado hoje.
Mais de um terço das famílias norte-americanas
(34%) afirma que o seu nível de vida está pior do que há cinco anos, quando a
crise financeira e imobiliária mergulhou o país numa grave recessão.
Idêntica percentagem indica que o
seu nível de vida ficou igual e 30% das pessoas questionadas dizem que
melhorou.
Este "Relatório sobre o
bem-estar econômico das famílias norte-americanas" divulgado pelo banco
central dos Estados Unidos baseia-se nas respostas de 4.100 pessoas inquiridas
entre setembro e outubro de 2013.
Quarenta e dois por cento dizem
que tiveram de adiar uma despesa ou uma compra devido à crise e 18% reconhecem
que tiveram de adiar uma decisão importante, como pedir a reforma, devido à
conjuntura econômica. Fonte: RTP – Texto revisto
Governo da China não quer mais os MacBooks e iPads da Apple
Governo excluiu os gadgets da
lista de produtos que podem ser comprados com dinheiro público por questões de
segurança
Legenda
Loja da Apple em Hong Kong: produtos foram omitidos da lista de compras
governamental
O governo da China excluiu
os aparelhos iPad e os laptops MacBook da Apple da lista
de produtos que podem ser comprados com dinheiro público por questões de
segurança, de acordo com funcionários do governo que têm conhecimento sobre o
assunto.
Dez produtos Apple –
incluindo iPad, iPad Mini, MacBook Air e MacBook Pro – foram omitidos da versão
definitiva da lista de compras governamental distribuída em julho, segundo
funcionários que a leram e solicitaram anonimato porque a informação é
confidencial.
Os modelos
estavam presentes em uma versão de junho da lista elaborada pela Comissão
Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC) e pelo Ministério das Finanças,
disseram os funcionários.
A Apple é a mais
recente empresa de tecnologia dos EUA a ser eliminada da lista de compras do
governo chinês em meio a tensões crescentes entre os dois países devido a
alegações de hacking e espionagem virtual.
A secretaria de
aquisições da China disse aos departamentos que deixassem de comprar software
antivírus da Symantec e da Kaspersky Lab e a Microsoft foi excluída de uma
compra de computadores de baixo consumo de energia realizada pelo governo.
“Quando o governo
deixa de comprar os produtos ele transmite um sinal para empresas e para órgãos
semigovernamentais”, disse Mark Po, analista da UOB Kay Hian em Hong Kong.
“O governo chinês
quer garantir que as empresas estrangeiras não tenham influência demais na
China”.
Vendas na China
A Apple dependeu
da Grande China para aproximadamente 16 por cento de seus US$ 37,4 bilhões em
receita no último trimestre, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.
As vendas de iPad
no maior mercado do mundo aumentaram 51 por cento e as vendas de Mac aumentaram
39 por cento, disse o CEO Tim Cook no dia 23 de julho.
A análise
minuciosa das empresas estrangeiras ocorre após as revelações feitas por Edward
Snowden no ano passado sobre o programa de espionagem da Agência de Segurança
Nacional (NSA) dos EUA e o anúncio, em maio, de que cinco oficiais militares
chineses foram indiciados por promotores dos EUA por supostamente terem roubado
segredos corporativos.
Kristin Huguet,
porta-voz da Apple, não quis comentar. O Ministério das Finanças e a NDRC não
responderam imediatamente a mensagens por fax em busca de comentários sobre a
lista de compras, que não inclui smartphones.
![]() |
| Divulgação |
O registro se
aplica a todos os departamentos centrais do Partido Comunista, aos ministérios
do governo e a todos os governos locais, de acordo com os funcionários.
A próxima revisão
da lista ocorrerá em janeiro, disseram. Produtos da Dell Inc., da
Hewlett-Packard Co. e da fabricante chinesa Lenovo Group foram incluídos em
ambas as listas, disseram os funcionários.
Microsoft e Google
Em maio a China
disse que faria um exame minucioso das empresas de tecnologia que operam no
país por potenciais violações da segurança nacional depois que o governo
ameaçou retaliar o indiciamento nos EUA dos funcionários chineses.
As exclusões
podem aumentar a pressão sobre as relações entre os EUA e a China, que estão
tensas por causa das disputas territoriais entre a China e aliados dos EUA,
como o Japão e as Filipinas, e por causa da competição econômica em todo o
mundo.
Em maio a
Microsoft disse que “se surpreendeu” ao saber que o sistema operacional Windows
8 foi retirado da lista de compras do governo. A agência oficial de notícias
Xinhua disse que essa era “uma decisão para garantir a segurança dos
computadores”.
Em julho,
reguladores da China abriram um inquérito antimonopólio sobre a Microsoft e
apreenderam computadores e documentos de escritórios em quatro cidades.
Microsoft,
Google, Face book e Apple têm sido criticadas pela mídia estatal por
supostamente cooperar com um programa de espionagem dos EUA e em novembro a
Qualcomm divulgou uma investigação relacionada à lei antimonopólio.
No mês passado, a
Televisão Central da China, controlada pelo Estado, informou que os recursos do
software presente no iPhone da Apple poderiam provocar o vazamento de segredos
de Estado. A Apple negou essas afirmações.
Fonte:
Bloomberg – Texto revisto
Entenda a crise sobre das dívidas na Argentina
Justiça dos EUA obriga o país a quitar débitos com “fundos abutres”.
Com reservas baixas, a Argentina pode dar calote em credores antigos.
A Argentina enfrenta uma
batalha jurídica em torno dos pagamentos de suas dívidas, que pode levar o país
a dar um novo calote em seus credores.
No fim de junho, o depósito
de US$ 1 bilhão feito pela Argentina a
credores da dívida (que recebiam em parcelas) foi considerado "ilegal" e bloqueado pelo
juiz Thomas Griesa, dos Estados Unidos. Os argentinos só podem pagar essa
parcela, que vence em 30 de julho, quando acertarem o pagamento a outros
credores que ganharam na Justiça o direito de receber o valor integral dos
títulos da dívida.
José Maria de Souza Júnior,
professor de Relações Internacionais das Faculdades Rio Branco, diz que a
disputa é apenas mais uma das instabilidades que a Argentina vem sofrendo desde
o megacalote da dívida pública em 2001.
Veja as Perguntas Sobre a Crise
Qual a origem da dívida?
Em 2001, em meio a uma crise
econômica e política, a Argentina anunciou um calote em sua dívida pública, que
era de cerca de US$ 100 bilhões. As pessoas, empresas e os fundos que tinham
títulos da dívida (ou seja, que haviam emprestado dinheiro para o governo)
deixaram de receber os rendimentos deles e foram impedidas de resgatar os
investimentos. Quatro anos depois, no governo de Néstor Kirchner, o país tentou
recuperar a credibilidade com um plano de renegociações desses débitos.
Como foi a renegociação?
Em 2005, o então presidente
Néstor Kirchner ofereceu aos prejudicados pagamentos com descontos acima de 70%
e parcelados em 30 anos. Ao todo, 92,4% dos credores aceitaram as condições.
O que aconteceu com quem aceitou a renegociação?
Esse grupo de credores tem
recebido os pagamentos em parcelas – é a chamada dívida reestruturada.
O que aconteceu com quem não aceitou a renegociação?
Parte dos credores (7,6% do
total) não quis receber os valores com descontos e parcelados. Fundos
especulativos dos Estados Unidos aceitaram comprar esses títulos desses
credores, a preços bem baixos. O governo argentino chama esses fundos de
“abutres”, porque, assim como os pássaros, eles "se alimentam de coisas
podres". O que os investidores tentam fazer, agora, é lucrar com títulos
de pouco valor e que dificilmente seriam resgatados.
Como a questão foi parar na Justiça dos EUA?
Os “fundos abutres”, com sede
nos EUA, procuraram a Justiça do seu país para receber o total dos valores dos
títulos, sem descontos ou pagamento em parcelas.
O que decidiu a Justiça dos EUA?
Em 2012, um dos casos recebeu
uma decisão favorável da Justiça dos Estados Unidos. O juiz Thomas Griesa
determinou que a Argentina deve pagar US$ 1,33 bilhão ao NML Capital e
Aurelius, um dos fundos especulativos. O governo de Cristina Kirchner recorreu,
mas o Tribunal de Apelações de Nova York também concordou com a decisão de
Griesa.
A Argentina recorreu, então,
à Suprema Corte norte-americana, que, no último dia 19 de maio, decidiu que o
país deve pagar os fundos "abutres". A Justiça também determinou que
a Argentina não pode pagar as parcelas de dívida reestruturada a menos que
pague também aos fundos. A decisão também derrubou uma medida cautelar (chamada
de “stay”, que significa “parar”) que suspendia os efeitos da determinação
judicial anterior.
Qual foi a consequência da decisão?
Para pagar as parcelas já
prometidas, a Argentina teria que pagar também o US$ 1,33 bilhão devido aos
“fundos abutres”. Sem isso, o país pode ter que dar um calote involuntário nos
credores que aceitaram a reestruturação.
“Não dá para dizer que é uma
novidade, ou que pegaram a Argentina de surpresa. É quase que uma tragédia
anunciada, porque sempre houve risco de ocorrer”, diz José Maria de Souza
Júnior, professor das Faculdades Rio Branco.
Qual o tamanho da dívida com os credores que não aceitaram a renegociação?
Segundo o Ministério da
Economia argentino, o grupo que não aceitou a renegociação detém 8% dos títulos
da dívida pública, que chegam a US$ 15 bilhões.
A Argentina tem dinheiro para pagar a dívida?
Sim. A Argentina possui
atualmente cerca de US$ 28 bilhões em reservas.
Por que a Argentina não paga todos credores?
O país não pode pagar os
credores que renegociaram por conta da decisão judicial, que a obriga a pagar
também os fundos "abutres". Acatar a decisão e fazer o pagamento aos
fundos também poderia abrir uma brecha judicial que permitiria que os credores
que aceitaram a renegociação questionassem o país exigindo também o pagamento
integral – que o país não tem recursos para efetuar.
Quando vence a próxima parcela da dívida reestruturada?
A próxima parcela da dívida vence em 30 de junho.
Por que a Argentina antecipou o pagamento?
No dia 26, a Argentina anunciou o pagamento da parcela, com depósito
de US$ 832 milhões, dos quais US$ 539 milhões foram para contas do Bank New
York Mellon, que deveria repassá-los aos credores. O total de US$ 1 bilhão
inclui o pagamento de vencimentos em pesos. A presidente da Argentina, Cristina
Kirchner, considera que, mesmo que o dinheiro seja embargado pela Justiça, o país
não deu calote na dívida.
O anúncio do pagamento foi
interpretado por alguns analistas como uma "estratégia política".
"É uma estratégia para jogar a bola para o juiz Thomas Griesa, que no ano
passado decidiu a favor dos fundos especulativos, NML Capital e Aurelius",
disse à France Presse o economista Eduardo Blasco, da consultoria Maxinver.
"Parece que querem que Griesa decida se o país entrará em moratória ou
não."
Por que o pagamento da parcela da dívida foi bloqueado?
A Justiça americana
determinou que a Argentina só pode pagar os que concordaram com o parcelamento
quando também honrar o pagamento dos que exigem receber o valor sem descontos
ou parcelas. Em 27 de junho, o juiz Thomas Griesa, dos Estados Unidos,
considerou o depósito feito em Nova York como “ilegal” e “não realizado”.
O que acontece se a Argentina não pagar?
Como os recursos do depósito
feito pela Argentina foram bloqueados, isso pode configurar um novo calote do
país – mesmo que involuntário. Griesa determinou que o dinheiro, depositado no
banco New York Mellon, seja devolvido. Se uma solução não for encontrada até 30
de junho (vencimento da parcela), a Argentina terá dado um "calote
técnico". Um seguro feito sobre essa dívida, no entanto, deve ser
acionado, o que dará ao governo mais 30 dias para negociar com os “fundos
abutres”.
O que acontece se a dívida com os "fundos abutres" for executada?
“Se essa dívida for
executada, o contrato prevê que os outros credores que aceitaram a renegociação
podem recorrer parar receber nos mesmo termos”, explica o professor José Maria
de Souza Júnior. “Neste caso, a conta poderia chegar a R$ 500 bilhões, ao passo
que as reservas do país estão hoje em US$ 28 bilhões”.
Quais são as alternativas do governo Kirchner?
Para Souza Júnior, não resta
muito a fazer a não ser insistir na negociação ou tentar judicialmente
suspender ou protelar a decisão da Corte dos EUA que garante aos fundos
especulativos o direito de exigir do governo argentino o pagamento integral de
US$ 1,33 bilhão que lhes é devido.
“A Argentina vai tentar
protelar judicialmente a execução desta decisão e tentar manobrar
politicamente, inclusive em instâncias que não necessariamente tem a ver com a
corte americana, como a Organização das Nações Unidas (ONU). Ela vai ter que
falar que não tem dinheiro, mas que quer pagar e negociar. Esta é única saída”,
diz.
José Niemeyer, Coordenador de
Graduação e Pós-Graduação em Relações Internacionais Ibmec, lembra que desde a
crise de 2008, quando o dinheiro em circulação diminuiu, os credores estão
muito mais impacientes em relação aos vencimentos de títulos a receber. Ele
avalia, entretanto, que é exagero falar em risco de quebra. “Quando é uma
empresa ou indivíduo que não pode pagar, tem como como partir para uma punição
ou falência. Mas em se tratando de inadimplência do estado, o país não vai
acabar. Trata-se de um problema macroeconômico que vai ter que ser resolvido,
uma vez que há uma dezena de agentes econômicos envolvidos.”
A crise na Argentina pode afetar o Brasil?
Já fora dos mercados dos internacionais, pela baixa credibilidade, o principal parceiro econômico da Argentina é o Brasil, que já está sentindo os efeitos da crise no vizinho. A queda nas trocas comerciais entre os países já ultrapassa 20% este ano. Para conter os dólares dentro de casa, o governo vizinho aperta cada vez mais as importações e fecha as portas para os produtos brasileiros.
“Um calote da China seria
mais grave, mas um da Argentina também é grave”, diz José Niemeyer, do Ibmec.
“O Brasil é o grande líder da região e a Argentina é importante para o país,
temos multinacionais lá e uma linha de comércio grande com eles. Qualquer crise
macroeconômica na Argentina provoca desdobramentos no Brasil”, explica. Fonte: G1 – Texto revisto
Embargo da Rússia pode atingir 70 empresas portuguesas
A Rússia anunciou formalmente o embargo total
durante um ano à importação de alimentos da União Europeia e dos Estados
Unidos. É a resposta de Moscou ao endurecimento das sanções ocidentais depois
da crise ucraniana.
A lista de produtos
incluiu vegetais, carne, peixe, produtos láteos e frutas. Os produtores
portugueses podem também ser prejudicados com o embargo. Fonte: RTP
Rússia estende visto de permanência para Snowden
Prolongamento de estadia é de 3 anos
A Rússia prorrogou por mais três anos o visto de permanência no país para o ex-analista da Agência de Segurança Nacional (NSA) Edward Snowden, informou seu advogado, Anatoli Kucerena.
Snowden havia pedido a renovação de seu visto no dia 31 de julho, pois a concessão anterior estava expirando. Ele chegou à Rússia em junho de 2013 após deixar Hong Kong.
Na época, ele havia revelado a jornalistas dos jornais The Guardian e The Washington Post documentos secretos sobre o programa de monitoramento em massa dos Estados Unidos. Fonte: ANSA
Finanças
Lição de 2008 já foi esquecida
Concentração não muda; planos de falência são reprovados
Em 2009,
os cinco maiores bancos de cada país da União Europeia controlavam pouco mais
de 60% dos ativos bancários em 14 países; cinco anos depois, nada se alterou. O
fato retrata o fracasso na mudança do sistema financeiro após a crise de
2007/2008. A única exceção foi a Grécia, mas negativa: os cinco maiores bancos
controlavam 70% do total dos ativos patrimoniais, percentual que pulou para 94%
em 2013, revela a Latino-americana de Notícias, em matéria especial para o
MONITOR MERCANTIL.
As maiores mudanças ocorridas na Europa foram a redução no número das agências (11,2% na Zona do Euro e 14,5% na União Europeia) e a eliminação de postos de trabalho (na Zona do Euro foram demitidos 168.847 trabalhadores, na UE, 232.058).
As maiores mudanças ocorridas na Europa foram a redução no número das agências (11,2% na Zona do Euro e 14,5% na União Europeia) e a eliminação de postos de trabalho (na Zona do Euro foram demitidos 168.847 trabalhadores, na UE, 232.058).
![]() |
| Colagem: Oficina da Casa |
O resultado é que há cada vez mais dúvidas sobre a solidez dos bancos. Em
Portugal, após a operação de salvamento do BES, a especulação voltou-se para
BCP, BPI e Banif. Depois de as ações do BCP caírem 15,07% nesta quarta-feira,
para 0,0879 euros, a CMVM (regulador do mercado português) decretou a proibição
de vendas a descoberto nesta quinta-feira.
O órgão havia tomado medidas semelhantes para as ações do BES. Também o BPI e o Banif acumularam fortes perdas ao longo do dia. Na Europa, continuou a queda das ações do setor financeiro nas bolsas de valores.
O órgão havia tomado medidas semelhantes para as ações do BES. Também o BPI e o Banif acumularam fortes perdas ao longo do dia. Na Europa, continuou a queda das ações do setor financeiro nas bolsas de valores.
![]() |
| Colagem: Oficina da Casa |
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (FED) e a Corporação Federal de Seguro de
Depósito (Fdic) reprovaram os planos de falência apresentados por 11 grandes
bancos, afirmando que as instituições não conseguiriam demonstrar como poderiam
entrar em colapso sem causar repercussões econômicas negativas ao sistema
financeiro. Esses bancos terão que apresentar novos planos até o dia 1º de
julho de 2015.
Os 11 bancos são: Bank of America, Bank of New York Mellon, Barclays, Citigroup, Credit Suisse, Deutsche Bank, Goldman Sachs, JP Morgan Chase, Morgan Stanley, State Street Corp. e UBS. Fonte: MD
Os 11 bancos são: Bank of America, Bank of New York Mellon, Barclays, Citigroup, Credit Suisse, Deutsche Bank, Goldman Sachs, JP Morgan Chase, Morgan Stanley, State Street Corp. e UBS. Fonte: MD
Crianças sofrem com consequências da guerra em Gaza
Ministério da Saúde de Gaza afirma que 1.869 palestinos, a maioria civis, morreram durante a ofensiva militar de Israel
Tudo que
Yasmin Al-Bakrim, de 11 anos, lembra-se é que sua mãe estava fazendo pão. Em
seguida, ela acordou em um leito de hospital em Gaza para
encontrar suas duas pernas e braço direito cobertos em ataduras e descobrir ter
sofrido fraturas e queimaduras graves após sua casa ser atingida em um ataque
aéreo de Israel. Ela também ficou sabendo da morte de maior parte de sua
família.
![]() |
| Divulgação |
Yasmin
sobreviveu, mas dados divulgados nesta quarta-feira pela Unicef, a agência da
Organização das Nações Unidas para a infância, revelaram que 419 crianças
palestinas não tiveram a mesma sorte e morreram durante a guerra de quase um
mês na Faixa de Gaza.
O número
superou as 350 crianças que morreram na invasão terrestre de três semanas
conduzida por Israel no enclave cinco anos atrás.
Ao menos seis crianças
israelenses foram registradas como feridas em decorrência de
foguetes lançados de Gaza contra Israel no mês passado, de acordo com
estatísticas preliminares da Unicef.
Yasmin
disse ter sido informada que sua mãe, irmã de seis anos e irmão de três meses
morreram, assim como seu tio e primo, quando um míssil israelense atingiu sua
casa há dois dias.
Desde
então, Gaza voltou a ficar tranquila com a obediência por parte de palestinos e
israelenses a um cessar-fogo que, espera-se, possa resultar em uma trégua mais
duradoura na sequência de uma guerra que devastou grande parte do enclave
densamente povoado.
- Eu
estava ajudando minha mãe enquanto ela fazia pão, então não sei o que
aconteceu. Quando acordei no hospital eles me contaram o que aconteceu – disse
Yasmin à Reuters enquanto se preparava para uma cirurgia em seu braço quebrado.
- Minha
mãe morreu, minha irmã, que deveria começar a primeira série na escola, e meu
irmão bebê. Meu tio também foi martirizado e meu primo também – disse Yasmin
com uma voz tênue, esforçando-se para tomar fôlego.
Ofensiva militar
O
Ministério da Saúde de Gaza afirma que 1.869 palestinos, a maioria civis,
morreram durante a ofensiva militar de Israel contra a Faixa de Gaza. Do lado
israelense, 64 soldados e três civis morreram.
Em outro
leito do hospital Shifa, em Gaza, Mohammed Wahdan, de apenas 18 meses de idade,
chorava sempre que seu primo tentava retirar seu dedo da pequena mão da
criança.
- Essas
crianças perderam suas mães, seus pais ficaram gravemente feridos e foram
transferidos para outro hospital, sua casa ficou destruída – disse Ahlam
Wahdan, primo de Mohammed, referindo-se também aos dois irmãos do bebê, que
convalesciam em leitos ao lado.
Naturais
da cidade de Beit Hanoum, perto da fronteira norte com Israel, a família havia
se abrigado em uma escola da ONU após ter a casa bombardeada. Mas a escola
acabou atacada e 17 pessoas que se refugiavam ali morreram.
Israel
alega ter atirado em militantes palestinos.
- A
família então alugou uma casa no campo de refugiados de Jabalya, mas, naquela
mesma noite, a casa foi bombardeada e aconteceu a tragédia – contou Ahlam à
agência inglesa de notíciasReuters.
Em frente
ao hospital Shifa, famílias desabrigadas pelas forças israelenses no distrito
de Shejaia, no Leste de Gaza, onde 72 pessoas foram mortas há duas semanas,
usavam cobertores para montar tendas provisórias nas calçadas, no jardim e no
estacionamento.
Crianças
brincavam descalças, algumas dormiam na sombra de suas tendas e outras eram
alimentadas por suas mães.
- Qual
futuro têm essas crianças? Quais memórias Israel implantou nelas? – indagou uma
mulher idosa sentada nas proximidades.
- As
crianças estão com medo o tempo todo, elas não dormem e às vezes acordam no
meio da noite gritando – disse a mulher.
A Unicef
estima que cerca de 400 mil crianças necessitem de atendimento psicológico em
Gaza.
Enquanto
isso, Yasmin não quer chorar pela perda de sua família. “Eles estão no céu”,
disse ela. “Eu tenho paciência.”
Fonte:
Correio do Brasil com Reuters – Texto revisto
Estoques de petróleo caem com recuo das
importações nos EUA, diz AIE
Os estoques de petróleo nos EUA caíram 1,756 milhão de barris, contra uma expectativa de queda de 1,711 milhão
Os
estoques de petróleo dos Estados Unidos
caíram na semana passada com um recuo acentuado das importações, enquanto uma
menor produção de produtos refinados contribuiu para uma forte e surpreendente
queda no total armazenado de gasolina e de derivados, mostraram dados da
Administração de Informação de Energia (AIE) nesta quarta-feira.
![]() |
| USA desperdiçam energia com sua máquina de guerra |
Os estoques de petróleo nos
EUA caíram 1,756 milhão de barris, contra uma expectativa de queda de 1,711
milhão, e as importações pelos EUA caíram 181 mil barris por dia, disse a AIE.
Por sua
vez, os estoques de petróleo em Cushing, Oklahoma, ponto de entrega da commodity,
subiram 83 mil barris.
Já os
estoques de gasolina nos EUA caíram 4,387 milhões de barris, contra uma
expectativa de aumento de 300 mil barris.
Os
estoques de derivados de petróleo, que incluem diesel e óleo de aquecimento,
tiveram recuo de 1,798 milhão de barris, enquanto a pesquisa da Reuters
apontava aumento de 878 mil barris.
- As
quedas em gasolina e destilados são impressionantes, e a redução adicional dos
estoques de petróleo deve ajudar a apoiar o complexo – disse o sócio da Again
Capital LLC, em Nova York, John Kilduff.
Os preços
do petróleo Brent ampliaram alta brevemente após os dados, com o petróleo nos
EUA subindo acima de US$ 98.
Por volta
das 13h45 (horário de Brasília), os futuros nos EUA operavam em leve baixa,
abaixo de US$ 98, e os do Brent tinham ligeira alta, a US$ 104,97.
Fonte;
Correio do Brasil – Texto revisto \foto: Divulgação







Nenhum comentário:
Postar um comentário