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Brasil - Mercado Aberto
O pregão da BM&FBovespa
fechou a semana com os seguintes números e valores.
Acompanhe a evolução do
gráfico às 17h00 de hoje:
Futuro*29/08/2014
Oscilação Preço
IBOVESPA 1,4927% 62215
DÓLAR -0,0669% 2239,5
FRC 2,4691% 0,83
DI1 0,0929% 10,78
CAFÉ 0,7653% 237 A
BOI 0,0693% 130,04
ETANOL ND ND
MILHO -0,6087% 22,86 A
SOJA -1,6847% 22,76
S&P 500 0,1001% 2001
OC1 ND ND
Atualização:
Futuro*29/08/2014
Oscilação:
Preço:
IBOVESPA
1,6476%
62310
DÓLAR
-0,2654%
2254,5
FRC
0,0000%
1,02
DI1
0,0929%
10,78
CAFÉ
-0,2881%
242,3
A
BOI
-0,1846%
129,8
A
ETANOL
0,0000%
1205
MILHO
-0,4348%
22,9
A
SOJA
-1,6847%
22,76
S&P 500
0,0500%
2000
OC1
ND
ND
A
Vista*29/08/2014
Oscilação
Preço
OURO
-0,1080%
92,50
Dólar: cotação em
R$(Real) por mil 1,000.00
Café: cotação em US$ por saca de 60 quilos
Boi: cotação em
R$(Real) por arroba (15 quilos)
Etanol: cotação em
R$(Real) por metro cúbico
Milho: cotação em
R$(Real) por saca de 60 quilos
Soja: cotação em US$
por saca de 60 quilos
Ouro: cotação em
R$(Real) por grama
| Oscilação | Preço | ||
| IBOVESPA | 1,4927% | 62215 | |
| DÓLAR | -0,0669% | 2239,5 | |
| FRC | 2,4691% | 0,83 | |
| DI1 | 0,0929% | 10,78 | |
| CAFÉ | 0,7653% | 237 | A |
| BOI | 0,0693% | 130,04 | |
| ETANOL | ND | ND | |
| MILHO | -0,6087% | 22,86 | A |
| SOJA | -1,6847% | 22,76 | |
| S&P 500 | 0,1001% | 2001 | |
| OC1 | ND | ND | |
Atualização:
Futuro*29/08/2014
Oscilação:
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Preço:
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IBOVESPA
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1,6476%
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62310
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DÓLAR
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FRC
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|
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DI1
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0,0929%
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CAFÉ
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-0,2881%
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242,3
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|
BOI
|
-0,1846%
|
129,8
|
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|
ETANOL
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0,0000%
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1205
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MILHO
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-0,4348%
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A
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SOJA
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-1,6847%
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S&P 500
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0,0500%
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OC1
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A
Vista*29/08/2014
Oscilação
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Preço
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OURO
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A Vista*29/08/2014
Oscilação Preço
OURO -0,1080% 92,5
Fonte: BM&FBovespa - Bolsa de Mercadorias e de Futuros - São Paulo - Brasil
Internacional
Vladimir Putin: ONU deve ser reformada depois de amplo consenso
Presidente russo quer manutenção das prerrogativas do Conselho de Segurança
O
Presidente russo, Vladimir Putin, acredita que a ONU necessita de reformas, mas
esse processo deve ocorrer somente após o cumprimento de duas condições
obrigatórias: amplo consenso e manutenção das prerrogativas do Conselho de
Segurança. A declaração aconteceu nesta quinta-feira, 29, durante o Fórum da
Juventude Seliger 2014.
Segundo ele, a reforma deve ser o resultado de um amplo consenso – um grande número de participantes deve concordar com o que é proposto para a reforma. A segunda condição, para Putin, é manter os fundamentos da eficácia das Nações Unidas, em particular, os direitos e prerrogativas do Conselho de Segurança, segundo os quais, só o organismo pode tomar uma decisão sobre a aplicação de sanções e sobre o uso das Forças Armadas. Essas decisões seriam obrigatórias para os membros da comunicação internacional. Para o presidente, esses mecanismos não podem ser destruídos. Caso contrário, a ONU se transformará na Liga das Nações.
Segundo ele, a reforma deve ser o resultado de um amplo consenso – um grande número de participantes deve concordar com o que é proposto para a reforma. A segunda condição, para Putin, é manter os fundamentos da eficácia das Nações Unidas, em particular, os direitos e prerrogativas do Conselho de Segurança, segundo os quais, só o organismo pode tomar uma decisão sobre a aplicação de sanções e sobre o uso das Forças Armadas. Essas decisões seriam obrigatórias para os membros da comunicação internacional. Para o presidente, esses mecanismos não podem ser destruídos. Caso contrário, a ONU se transformará na Liga das Nações.
Vladimir Putin lembrou
também que a Rússia, juntamente com a França e a Alemanha, foi contra a invasão
militar das tropas norte-americanas no Iraque, em 2003. Segundo ele,
"excepcionalmente, a França e a Alemanha, junto com a Rússia, se opuseram
à posição dos Estados Unidos, e isso diz muito". Fonte: Diário da Rússia
Oriente Médio
Países rivais do Golfo buscam consenso para enfrentar jihadistas
Os países do Golfo, potenciais sócios de Washington
contra o Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria, mantiveram nesta semana
negociações de alto nível, inclusive com o Irã, embora os especialistas duvidem
da formação rápida de uma potente coalizão para lutar contra os jihadistas.
Os especialistas consideram que as grandes
divergências e rivalidades entre alguns Estados do Golfo os impedirão de atuar
lado a lado.
Na falta de uma estratégia, o presidente americano,
Barack Obama, rejeitou na quinta-feira bombardeios no médio prazo na Síria e
ressaltou a necessidade de se apoiar em "sócios regionais fortes". O
secretário de Estado americano, John Kerry, deve viajar em breve ao Oriente
Médio.
No centro das reuniões no Golfo, encontra-se o
ministro saudita das Relações Exteriores, o príncipe Saud al-Faysal, que desde
domingo se reuniu com vários países vizinhos e inclusive com o Irã.
Após um encontro sobre a Síria, em um comunicado
conjunto Egito, Emirados Árabes Unidos (EAU), Catar e Jordânia mostraram sua
vontade de agir seriamente contra o avanço da ideologia terrorista e
extremista.
O príncipe Faysal recebeu dois dias depois o
vice-ministro iraniano das Relações Exteriores, Hossein Amir Abdolahian, no
primeiro encontro a este nível desde a eleição do presidente iraniano, Hassan
Rohani, há mais de um ano.
A Arábia Saudita sunita e o Irã xiita mantêm
habitualmente relações tensas. O encontro abordou os "desafios que a
região enfrenta, como o extremismo", segundo um diplomata iraniano.
Um dia depois, o chanceler saudita, acompanhado do
ministro saudita do Interior e do chefe dos serviços secretos, viajou ao Catar,
antes de visitar também Bahrein e EAU.
Tentativa de aproximação Arábia/Catar
Enquanto a comunidade internacional aborda
atualmente a situação no Iraque e na Síria, o Catar mantém uma crise
diplomática há seis meses com Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Bahrein.
Em março, os três países chamaram para consultas
seus embaixadores em Doha, ao acusar o Catar de se envolver em seus assuntos e
de desestabilizar a região devido ao seu apoio ao movimento islamita e à
Irmandade Muçulmana.
Os ministros das Relações Exteriores dos países do
Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) - os quatro países afetados pela crise
diplomática junto a Kuwait e Omã - devem se reunir no sábado em Yeda (oeste da
Arábia Saudita).
Segundo os especialistas, um fracasso desta reunião
prejudicaria uma eventual frente comum no Golfo contra os jihadistas do Estado
Islâmico (EI), classificados de inimigo número um do islã pelo grande mufti da
Arábia Saudita.
"O Catar fez todo o possível para Riad gostar,
mas Riad ainda não está satisfeito", considerou Abduljaleq Abdula,
professor de Ciência Política na universidade de EAU.
Por sua vez, Frederic Wehrey, especialista sobre o
Golfo no instituto Carnegie Endowment for International Peace, mostrou-se
prudente sobre a formação de uma frente árabe comum e de uma coalizão militar
contra o EI, já que os seis países da CCG têm problemas para cooperar
militarmente entre eles devido à desconfiança no comando.
Wehrey também não vê que a "hostilidade mútua
de Arábia Saudita e Irã com o EI evolua até uma cooperação realmente
positiva", já que existem outros assuntos estratégicos que os separam.
"Não são apenas as divisões sunitas/xiitas e
persas/árabes, mas também (os assuntos de) Síria, Líbano, Bahrein, o programa
nuclear (iraniano) e, em especial, a presença americana na região" que
Riad quer e Teerã rejeita, explicou. Fonte: France Press
Ban Ki-moon se mostra “alarmado” com crise na Ucrânia
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| Bandeira Ucrânia - Divulgação |
O
secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, se
mostrou “alarmado” nesta quinta-feira com os relatórios que dão conta de uma
extensão dos combates no leste da Ucrânia em direção ao sul, perto da fronteira
com a Rússia e com o Mar de Azov.
“Se for
confirmado, isto pode representar uma perigosa escalada na crise da Ucrânia. A
comunidade internacional não pode permitir que haja uma escalada da situação
nem que continuem a violência e a destruição do conflito originado no leste da
Ucrânia”, afirmou Ban em declaração divulgada por sua assessoria de imprensa.
O
Conselho de Segurança da ONU fará uma reunião de emergência nas próximas horas
a fim de analisar a crise no país, depois que o governo denunciou uma incursão
russa em seu território.
Em sua
declaração lida pelo porta-voz de Ban, Stéphane Dujarric, na entrevista
coletiva diária na sede da organização, o secretário-geral lembrou os passos
dados nos últimos dias para tentar parar a crise na Ucrânia. Ele mencionou a
reunião de terça-feira em Minks entre os presidentes da Rússia, Vladimir Putin,
e da Ucrânia, Petro Poroshenko, a primeira entre ambos os governantes, e um
pedido para a continuação dessas conversas.
“Todos
devem cumprir com seu papel para contribuir para uma solução pacífica deste
conflito, de uma forma como se mantenha a soberania da Ucrânia e sua
integridade territorial”, acrescentou a declaração. Fonte:
Agência EFE
ONU critica lista negra de jornalistas publicada na Ucrânia
O
secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, defendeu acesso livre de jornalistas à
informação, algo necessário para fazer uma cobertura objetiva dos
acontecimentos na Ucrânia, comunicou na noite da quinta-feira o seu representante
oficial, Stéphane Dujarric.
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| Ban Ki-moon - Secretário Geral da ONU - Divulgação |
O funcionário comentou assim a
publicação, pelas autoridades ucranianas, de uma lista negra de representantes
da mídia russa que estão proibidos de visitar o país: "O secretário-geral
defende a liberdade total de acesso (à informação) aos jornalistas, que é
criticamente importante para a transmissão objetiva da informação".
A lista negra contém os nomes de
49 representantes da mídia russa, inclusive jornalistas dos canais RT, Pervy,
Rossiya e NTV.
Anteriormente, o serviço de
segurança ucraniano já tinha proibido a entrada ao país a mais de 20
jornalistas russos. Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Economia
USA aceleram e BC está pronto para elevação do juro pelo FED
A economia norte americana cresceu com
força no segundo trimestre, a uma taxa anualizada de 4,2%, conforme a segunda
estimativa para o período, divulgada ontem. A expectativa dominante é que o
país mantenha um bom desempenho na segunda metade do ano e também em 2015. Além
disso, os juros vão continuar baixos por um bom tempo, mesmo depois de o
Federal Reserve (FED, o banco central americano) começar a elevá-los, o que
deve ocorrer a partir de meados do próximo ano.
No Brasil, o Banco Central
considera que a política monetária está no ponto certo para o país enfrentar os
efeitos do provável aumento dos juros americanos no ano que vem. O programa de
swap cambial, previsto para vigorar até 31 de dezembro, vai durar o tempo que
for necessário para que o mercado de câmbio encontre as "condições
ideais". Para o Banco Central, a administração de câmbio e juros independe
do calendário eleitoral doméstico. Fonte: GS
Indústria
Produção japonesa caiu 1,7% em julho
A
produção de automóveis, camiões e autocarros caiu 1,7% no Japão em julho, face
ao mesmo período de 2013, reveliu hoje a agência nipónica de fabricantes
automóveis.
Durante o
mês de julho produziram-se 894.742 veículos, uma queda que tem lugar depois de
dez meses de constante aumento da produção e depois e da subida do imposto
sobre o consumo -- de cinco para oito por cento -- que entrou em vigor a 01 de
abril.
Em julho produziram-se menos 2,4% automóveis para um total de 757.523 unidades, mais 1,1% de camiões para 1233.154 unidades e mais 13,2% de autocarros, para um total de 14.065. Fonte: Lusa
Em julho produziram-se menos 2,4% automóveis para um total de 757.523 unidades, mais 1,1% de camiões para 1233.154 unidades e mais 13,2% de autocarros, para um total de 14.065. Fonte: Lusa
Ucrânia
Putin: Kiev deve negociar com os milicianos
O
presidente da Rússia, Vladimir Putin, que acaba de chegar ao Fórum da Juventude
em Seliger, disse que as autoridades ucranianas devem começar negociações com
os milicianos do sudeste da Ucrânia.
"Kiev deve começar
negociações fundamentais, não técnicas", destacou o chefe de Estado russo,
citado pela RIA Novosti.
Além disso, ele ressaltou que
Kiev "fala uma linguagem de ultimatos", para a qual os milicianos não
estão preparados. Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Perdas da Malaysia Airlines dobram após tragédias com MH370 e MH17
Atingiram os R$ 219,228 milhões.
É o sexto trimestre desde 2012 de resultados negativos da companhia
A companhia aérea Malaysia
Airlines quase dobrou as perdas no segundo trimestre após as
tragédias com os voos MH370 e MH17, e advertiu em comunicado que a situação
piorará até o fim do ano, publicou nesta quinta-feira (28) a imprensa local.
Em comunicado apresentado na
Bolsa de Kuala Lumpur, a companhia informou que suas perdas chegaram aos 307
milhões de ringgit (R$ 219,228 milhões), frente aos 176 milhões do mesmo
período de 2013.
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| Divulgação |
É o sexto trimestre desde
2012 de resultados negativos da companhia, que arrasta problemas financeiros
desde antes dos acidentes de março e julho deste ano.
A receita caiu no segundo
trimestre 5,05% para 3,78 bilhões de ringgits (R$ 2,7 bilhões), principalmente
devido a redução de clientes, a concorrência com outras companhias aéreas e o
preço do combustível, segundo o jornal "The Star".
"O impacto total das
duas tragédias do MH370 e MH17 chegou na segunda metade do ano, onde vimos uma
baixa semanal de 33% nas reservas, imediatamente depois do incidente do
MH17", indicou a companhia aérea no comunicado.
O fator de carga no segundo
trimestre desceu 6,7% ante os 73,7%, comparado com o 80,4% do mesmo período de
2013.
Entre abril e junho, 4,2
milhões de passageiros voaram pela Malaysia Airlines.
Em 8 de março, o Boeing 777
do voo MH370 da companhia aérea desapareceu no oceano Pacífico com 239 pessoas
a bordo após sair de sua rota entre Kuala Lumpur e Pequim por causas
desconhecidas.
Quatro meses depois, em 17 de
julho, outro Boeing 777 do voo MH17 da Malaysia Airlines foi derrubado com 298
pessoas a bordo quando sobrevoava uma área de conflito entre governo e rebeldes
no leste da Ucrânia.
Khazanah Nasional, a empresa
investidora estatal da Malásia, dona de 70% das ações da companhia aérea
anunciou em 8 de agosto planos de privatização para conter as perdas. O plano
de reestruturação pode incluir a demissão de 20 mil funcionários e o
cancelamento de rotas de voo para a China e para a Europa. Fonte:EFE
Fukushima: Presente de Grego, melhor, do Japão
Rússia ajudará Japão a eliminar resíduos radioativos
As
autoridades do Japão escolheram a empresa russa RosRAO e mais duas empresas
estrangeiras para desenvolverem tecnologias de limpeza eficaz das águas
poluídas com trítio radioativo na central nuclear de Fukushima 1.
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| Fukushima - Divulgação |
O mundo nunca enfrentou um
problema de semelhante envergadura no que diz respeito à reciclagem de materiais
radioativos líquidos, assinala Serguei Florya, dirigente do grupo russo do
projeto, especialista da empresa RosRAO, que se especializa em questões de
tratamento de resíduos radioativos:
"Os japoneses são os
primeiros que devem resolver essa complicadíssima tarefa, que surgiu como
resultado de uma catástrofe industrial. Na história não há precedente de
acumulação de semelhante quantidade de resíduos nucleares ativos num só momento
e num só lugar. É preciso tratar 800 mil metros cúbicos de água. O Japão quer
resolver esse problema num máximo de cinco anos".
Depois da avaria da Fukushima no
Japão, foi construída uma grande quantidade de reservatórios para guardar
resíduos radioativos líquidos, foram abertas valas para juntar águas
subterrâneas, foi congelado o solo para impedir que as águas radioativas
corressem para o mar. Mas isso é insuficiente. E o Japão não tem forças
suficientes. Por isso, teve de recorrer à cooperação internacional. É completamente
justificado o facto de o governo japonês ter chamado a companhia russa RosRAO
para a solução desta tarefa muito complicada.
A ciência russa tem uma rica
experiência na solução de semelhantes tarefas. Por exemplo, os especialistas
russos há muito se dedicam às questões da criação de tecnologias e de
capacidades produtivas para transformar resíduos radioativos líquidos,
acumulados durante o funcionamento dos submarinos nucleares. Esses resíduos são
completamente idênticos aos acumulados em Fukushima. Quando aconteceu a avaria
na central nuclear japonesa, a empresa RosRAO ficou convencida de que as
tecnologias russas seriam necessárias.
E, realmente, o projeto russo
venceu o concurso realizado pela Tepco e Mitsubishi. A principal condição era
que a produtividade do novo equipamento de tratamento de resíduos radioativos
fosse superior a quatrocentos metros cúbicos por dia. Além da RosRAO, entre 29
concorrentes foram escolhidas a companhia americana Kurion Inc e a
estadunidense-japonesa GE Hitachi Nuclear Energy Canada Inc. A apresentação do
projeto russo realizou-se em Tóquio há alguns dias atrás, assinala Serguei
Florya:
"Neste momento, o
equipamento com a produtividade exigida pelo Japão não existe. Presentemente,
existem apenas pequenos agregados. Em cada país escolhido para a realização do
projeto irá ser criado um modelo piloto. Além das caraterísticas técnicas, na
escolha do projeto irá ter sido em conta também o custo da aparelhagem. A
Rússia propõe uma tecnologia que permitirá conseguir os gastos de exploração
mais baixos".
Tóquio concedeu para os projetos
mais de 9,5 milhões de dólares. Espera-se que as empresas apresentem os
resultados das suas experiências até ao fim de março de 2016. Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Rússia alerta os EUA sobre um ataque sem permissão na Síria
O
ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, alertou
os Estados Unidos que um ataque aéreo contra o grupo terrorista Estado Islâmico
dentro do território sírio, sem a permissão do governo de Damasco, é uma
“flagrante violação” do direito internacional.
- Os norte-americanos anunciaram que vão bombardear os
terroristas na Síria sem a aprovação (governo sírio), dissemos que esta é uma
violação flagrante do direito internacional – disse Lavrov’.
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| Povo sírio na rua - Divulgação |
Manifestação Síria - Rússia alerta norte-americanos sobre a quebra de
soberania nacional na Síria
Segundo ele, os Estados Unidos finalmente admitiram que os
terroristas estão na linha de frente da luta contra o governo sírio.
- A
luta contra o terrorismo é uma obrigação (…), mas, a fim de isolar os
terroristas, EUA tem que coordenar com as autoridades sírias – disse o ministro
das Relações Exteriores russo.
Ele também criticou o duplo padrão que caracteriza a política
norte-americana, denunciando que Washington se opôs à entrada dos comboios de
ajuda humanitária da Rússia na
Ucrânia e afirmando que isso seria uma violação da soberania dos ucranianos.
No entanto, Lavrov acrescentou, os Estados Unidos forneceram
vários tipos de apoio a grupos na Síria, sem o consentimento de Damasco, mas
isso não é considerado uma violação da soberania do país árabe.
Enquanto algumas autoridades americanas levantaram a
possibilidade de realizar um bombardeio nas regiões dominadas pelo Estado
Islâmico na Síria, o governo de Damasco alertou que qualquer esforço para combater
o terrorismo no território sírio deve ser feito com a sua permissão e
consentimento.
Ucrânia
A Comissão Europeia está
preocupada com as últimas informações sobre a crise na Ucrânia, declarou Maya
Kosyanchich, secretária de imprensa da сomissária europeia para a política
externa, Catherine Ashton.
- Estamos preocupados ao máximo
com as últimas informações sobre o desenrolar dos acontecimentos – disse ela.
- Declaramos novamente que
apoiamos a solução política mais rápida possível da crise na base de respeito à
soberania e à integridade territorial da Ucrânia – ressaltou
Kosyanchich. Os ministros das Relações Exteriores dos países-membros da
União Europeia realizarão um encontro em Milão, na Itália, quando também
discutirão o caso ucraniano.
No entanto, boa parte dos
problemas políticos vividos pela Ucrânia atualmente foram induzidos de forma
direta ou indireta pela própria União Europeia. A crise começou em meados
de fevereiro, quando as atuais autoridades ucranianas assumiram o
poder do país contrariamente ao desejo de boa parte da população, especialmente
aquela da região leste, que considerou o ato um golpe. Desde abril, as tensões
aumentaram, culminando em investidas militares do governo e gerando diversos
conflitos na região.
Os europeus apoiaram a tomada de
poder e até hoje permanecem ao lado dos governantes, mesmo com as investidas
militares contra a própria população do país. Milhares de pessoas morreram ou
ficaram feridas nos confrontos. Um sem número de famílias teve que mudar de
cidade ou mesmo fugir para a Rússia.
Outra contribuição prejudicial da
União Europeia aconteceu quando o governo russo foi acusado, sem provas, de
enviar armamento e apoio econômico para a população contrária ao atual governo,
fato este negado pelo governo de Moscou. Mesmo a ajuda humanitária enviada pela
Rússia foi duramente questionada pelas autoridades ucranianas e europeias,
novamente, sem qualquer tipo de prova, talvez apenas numa tentativa de desviar
o foco.
Este apoio a tomada de poder na
Ucrânia ocorreu porque a União Europeia não queria uma aproximação entre o país
e a Rússia, conforme estava inclinado o governo ucraniano anterior, por isso,
sempre paira a dúvida se este desejo em ajudar na resolução dos conflitos no
leste ucraniano não é mais uma forma da União Europeia evitar uma aproximação
entre russos e ucranianos.
O presidente russo, Vladimir
Putin, conversou por telefone, nesta quarta-feira (27), com a chanceler alemã,
Ângela Merkel. Eles concordaram em se esforçar conjuntamente para contribuir
para um rápido desfecho dos conflitos na Ucrânia, aliviar a grave situação
humanitária no sudeste do país e resolver a crise por via política.
Os dois líderes apontaram que o
grupo de contato para a questão ucraniana deve retomar o trabalho o mais breve
possível, a fim de aliviar os conflitos. Foram ainda consideradas muito
urgentes as negociações sobre o transporte do gás natural da Rússia para a
Europa via Ucrânia, talvez aí, nesta questão, esteja o verdadeiro interesse da
União Europeia na situação ucraniana.
Putin disse que a Rússia decidiu
enviar um novo lote de apoio humanitário para as regiões de Lugansk e Donetsk,
na Ucrânia. Ele também informou a Merkel os resultados de seu encontro com os
países membros da União Aduaneira, o presidente ucraniano e os representantes
da União Europeia, realizado nesta terça-feira, em Minsk, capital da
Bielorrússia.
Durante o encontro, os
participantes discutiram as possíveis consequências provocadas pelo acordo de
associação entre Ucrânia e europeus. Segundo o presidente da Bielorrússia,
Alexander Lukasenko, o encontro deu um impulso para resolver a crise ucraniana,
mas não resultou em nenhum acordo escrito. Fonte: CDB
Diplomacia
Itamaraty decide mandar embaixador de volta a Israel após cessar-fogo
Ministério das Relações Exteriores ainda não definiu a data do retorno.
Brasil havia convocado embaixador em Tel-Aviv para consulta em junho.
O Palácio do Itamaraty
informou nesta quinta-feira (28) que o embaixador brasileiro em Israel,
Henrique da Silveira Sardinha Pinto, retornará em breve a Tel-Aviv. Em nota
oficial divulgada após o anúncio de cessar-fogo entre israelenses e palestinos,
o Ministério das Relações Exteriores disse “acolher com satisfação" a
medida e confirmou a volta do diplomata ao Oriente Médio. O Itamaraty, no
entanto, não informou a data em que Sardinha Pinto reassumirá a chancelaria
brasileira em Israel.
Representantes palestinos e
israelenses, com mediação do Egito, acertaram um cessar-fogo por tempo ilimitado na
Faixa de Gaza nesta terça-feira (26). O acordo foi estabelecido após 50 dias de
guerra.
Em julho, o governo
brasileiro convocou ao país seu embaixador em Tel-Aviv para consultas após
considerar "inaceitável a escalada de violência" e condenar
"energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza.
Na ocasião, um porta-voz de
Israel afirmou que a decisão brasileira não contribuia para "encorajar a
calma e a estabilidade na região" e chamou o país de "anão
diplomático". A medida de convocar um embaixador é excepcional e tomada
quando o governo quer demonstrar descontentamento e avalia que a situação no
outro país é grave.
A nota do Itamaraty informa
que as consultas com o embaixador Henrique da Silveira Sardinha Pinto, para
avaliar a situação no Oriente Médio, já foram concluídas. O texto também
felicita o cessar-fogo entre Israel e Palestina, que, na visão do Itamaraty,
pode contribuir para alcançar a paz no local.
Leia abaixo a íntegra da nota
do Ministério das Relações Exteriores:
Cessar-Fogo
no Oriente Médio.
O
Brasil acolhe com satisfação o anúncio de um cessar-fogo entre Israel e
Palestina com base no esforço de mediação do Egito.
O
Governo brasileiro confia em que o cessar-fogo contribua para a estabilização
da região e permita encontrar um encaminhamento definitivo para o conflito
entre Israel e Palestina, com base na solução de dois Estados, vivendo lado a
lado, em paz e segurança.
Concluídas
as consultas para as quais foi convocado, o Embaixador do Brasil em Israel,
Henrique da Silveira Sardinha Pinto, retornará a Tel Aviv.
Fonte: Assessoria de
Imprensa Itamaraty – Brasil
Agronegócio
Boicote aos USA e a seus asseclas deve continuar
Agronegócio lidera embarque de produtos ao exterior
Dos dez itens mais embarcados em portos brasileiros,
sete são do setor no Paraná; o índice é de nove em cada dez
Carro-chefe da economia brasileira, a importância
do agronegócio vai além do mercado interno. Análise da Confederação Nacional da
Agricultura (CNA), com base em dados do Ministério do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio (Mdic), apontou que de janeiro a julho deste ano, dos dez
principais produtos da pauta das exportações do Brasil sete eram do
agronegócio. Entre eles: soja, café, bovinos, aves e suínos, itens que lideram
as exportações brasileiras. Os únicos produtos que não se enquadram no
agronegócio entre os mais comercializados no exterior são: Petróleo e
derivados, bens de consumo duráveis e minérios.
Nos sete primeiros meses de 2014, a soja em grão
seguiu na liderança das exportações brasileiras do agronegócio com uma
arrecadação de US$ 19,3 bilhões, 14,4% a mais no comparativo com o mesmo
período do ano passado. Outro item de destaque no período foi a carne bovina
com crescimento de 16,7% a um total comercializado de US$ 3,3 bilhões. Além
disso, chamou a atenção a alta de 16,1% na receita dos negócios de café que somou
no período US$ 3,1 bilhões.
No Paraná, segundo maior produtor agrícola do País,
perdendo somente para Mato Grosso, dos dez principais produtos exportados, nove
são do agronegócio. O único exportado fora do segmento agropecuário é
automóvel, que ocupa a 6ª posição no ranking do Estado.
Segundo dados do Mdic, analisados pela Federação da
Agricultura do Estado do Paraná (Faep), no ano 2000 os produtos do agronegócio
representavam 62% da pauta das exportações. Em 2013 essa representatividade
saltou para 74%. O agronegócio paranaense movimentou no ano passado US$ 13,54
bilhões, a um total de US$ 18,23 bilhões de produtos enviados pelo Paraná ao
exterior.
O complexo soja (grão, óleo e farelo), lidera as
exportações paranaenses. No ano passado a receita do embarque desses três
produtos chegou a US$ 6,15 bilhões, 14,15% a mais se comparado a 2012. No
primeiro semestre de 2014 o embarque de produtos do complexo soja registrou um
incremento de 13,43% na mesma base de comparação com o ano passado. Ao todo, em
2014 foram comercializados no mercado externo US$ 4,20 bilhões. Só a soja em
grão representou 44% da receita de todos os produtos embarcados pelo Paraná no
semestre. Em volume, no primeiro semestre deste ano, foram enviadas ao exterior
8,02 milhões de toneladas de produtos do complexo soja, alta de 13,43%.
Pedro Loyola, economista da Faep, explica que o
alto ganho em produtividade das lavouras de soja garantiu o aumento da
participação do complexo nas exportações paranaenses. Além disso, completa o
especialista, o processo de agro industrialização, que tem crescido no Paraná
nos últimos anos, estimulou o embarque de produtos de maior valor agregado. O
economista ainda completa que a abertura do mercado chinês foi o maior
responsável pelo aquecimento das exportações paranaenses do complexo soja.
A tendência, observa Loyola, é de que as vendas do
agronegócio no segmento soja não se alterem muito nos próximos anos devido ao
limite máximo de crescimento da produtividade que a cultura tem atingindo.
Porém, o economista vê no milho um item em potencial para elevar a pauta das
exportações paranaenses, já que a cultura tem muito o que crescer em termos de
produtividade. Outros produtos que compõem a pauta das exportações paranaenses
do agronegócio são: aves, suínos, bovinos, madeira, borracha, entre outros.
Indústrias
A agroindústria também tem contribuído para elevar
as vendas externas do agronegócio paranaense, segundo avalia Francisco José
Gouveia de Castro, economista do Instituto Paranaense de Desenvolvimento
Econômico e Social (Ipardes). Segundo ele, o setor de alimentos representa 21%
da transformação industrial do Estado.
"O agronegócio é o setor que mais tem
representatividade no Paraná", declara. Castro observa que a tendência é
que o Estado exporte mais produtos acabados daqui para frente, o que será muito
importante para a economia local. "A agroindústria está preparada para
exportar", enfatiza o economista. Fonte: Agrolink
Renda agropecuária dos USA deve cair
13,8% em 2014, diz USDA
A renda agropecuária nos Estados Unidos deve cair 13,8%
neste ano e atingir o menor nível desde 2010
A renda agropecuária nos Estados
Unidos deve cair 13,8% neste ano e atingir o menor nível desde 2010, refletindo
os preços mais baixos de grãos, informou o Departamento de Agricultura do país
(USDA). De acordo com o governo, a renda líquida do setor deve cair para
US$113,2 bilhões neste ano, de US$131,3 bilhões em 2013, o maior patamar desde
1973, em valores atualizados pela inflação.Em fevereiro, o USDA tinha previsto
uma queda maior na renda agropecuária, de 27,0%.
A nova projeção reflete
principalmente a melhora das condições para criadores, que estão se
beneficiando de preços recordes de carnes bovina e suína, e de preços baixos de
milho e outros grãos usados em ração animal. Em sua projeção de fevereiro, o
USDA previa um aumento de 0,7% na renda de pecuaristas neste ano, mas agora
espera um crescimento superior a 15,0%.
Mesmo assim, a renda total deve ser a
menor em quatro anos. Os preços do milho acumulam perda de 15% neste ano, depois
de terem caído 40,0% em 2013.
Em seu relatório mensal de oferta e
demanda, divulgado na semana passada, o USDA disse que a produção de milho
neste ano deverá ser recorde, de 14,0 bilhões de bushels (356,4 milhões de
toneladas).
O USDA também prevê uma safra recorde
de soja, de 3,8 bilhões de bushels (103,9 milhões de toneladas). Fonte: Canal
Rural
EUA registram queda nas exportações de safra velha
Números do USDA evidenciam migração de demanda
para safra nova, com preços mais baixos
As exportações de soja e milho da
safra velha dos Estados Unidos registraram queda na semana entre 15 e 21 de
agosto. A informação está em relatório divulgado nesta quinta-feira (28/8) pelo
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês).
Os dados evidenciam uma maior demanda
por grãos da safra nova. Com expectativa de volumes recordes, a colheita
2014/2015, em vias de ser colhida, tem pressionado as cotações no mercado
internacional.
Na soja, as exportações relativas à
safra 2013/2014 caíram 30% em relação à semana anterior, chegando a 62,8 mil
toneladas. De outro lado, o volume referente à safra 2014/2015 chegou a 1,29
milhão de toneladas, prioritariamente pela China, que negociou mais da metade
do volume.
Em Chicago, o contrato para setembro,
que serve de referência para a demanda de curto prazo, é o único a operar acima
dos US$ 11 por bushel. A partir de novembro, os vencimentos oscilam entre US$
10,20 e US$ 10,50.
No milho, as exportações relativas à
safra velha (2013/2014) dos Estados Unidos totalizaram 32,7 mil toneladas.
Quanto ao grão relativo à safra 2014/2015, o USDA registrou negócios
equivalentes a 695,6 mil toneladas. O Japão é o principal destino do milho
norte-americano.
Na Bolsa de
Chicago, os contratos entre setembro de 2014 e maio de 2015 têm variado entre
US$ 3,50 e US$ 3,90 por bushel. Fonte: EM
No
Breu das Tocas
Guido Mantega encontra ministro da Economia da Argentina em reunião sigilosa
São Paulo, 28 ago. - A
reunião desta quinta-feira entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o
ministro da Economia da Argentina, Axel Kicillof, terminou sem declarações e em
meio a um total sigilo por parte das duas delegações.
Os dois ministros se negaram a conversar com os jornalistas que os
esperavam na sede do Ministério da Fazenda em São Paulo e seus assessores
disseram que não tinham informações nem sobre os resultados nem sobre o motivo
do encontro, que foi incluído de última hora na agenda oficial de Mantega.
Segundo os porta-vozes tanto de Mantega como de Kicillof, as duas partes
concordaram em não dar nenhuma informação.
De acordo com a imprensa argentina, Kicillof pretendia propor ao governo
brasileiro um novo acordo automotivo que permita uma recuperação desse
castigado setor.
O encontro coincide com uma deterioração do comércio bilateral,
principalmente no setor automotivo, que, segundo fontes oficiais, obedece a
diversos fatores, como a forte desaceleração da economia nos dois países, as
barreiras impostas pela Argentina e o próprio conflito em torno da dívida desse
país.
A reunião também aconteceu no momento em que a Argentina prepara o
terreno para habilitar o pagamento de dívida reestruturada no país, no meio da
batalha legal que mantém com fundos especulativos, na qual recebeu um amplo
respaldo político do Brasil. Fonte: EFE – Textos revistos por Narcisi Primus
.:.


















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