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Brasil - Mercado
BM&FBovespa - Futuro
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| Índice do Pregão da BM&Fbovespa |
| IBOVESPA | -0,6766% | 56515 | |
| DÓLAR | 0,0655% | 2291 | |
| FRC | -3,4783% | 1,11 | |
| DI1 | 0,0863% | 11,6 | |
| CAFÉ | 0,0452% | 221,2 | A |
| BOI | -0,0469% | 127,84 | A |
| ETANOL | -0,1718% | 1162 | |
| MILHO | 0,1268% | 23,68 | A |
| SOJA | 0,0000% | 24,2 | A |
| S&P 500 | -0,1810% | 1930 | |
| OC1 | ND | ND |
Ouro: a cotação do metal continua não sendo declarado o preço do dia:
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| Preço da Cotação do Ouro em R$ por grama |
Fonte: BM&FBovespa - São Paulo - Brasil
ECONOMIA
Não é bem assim.
Neste momento, estão também no Afganistão; estão metidos na ajuda à Israel com este massacre de crianças e idosos na Faixa de Gaza.
Lutam internamente contra o fantasma e dizem que há um segundo Edward Snowden em seu território.
Mantêm bases militares em vários pontos do planeta.
Agora, com a desculpa de que a Ucrânia estava sendo forçada a se readerir à Rússia, começou um desatinado plano de retaliação àquele país, como nunca se viu. Acusar é fácil. Prove!
Barack Obama é, no mínimo, muito topetudo querer atacar várias frentes de guerra sem saber ao menos o quanto custa em dinheiro e muitas vidas de jovens norte-americanos que estão a defender uma causa de fôro pessoal.
Será que o secretário Kerry tem lá estas capacidades todas que pensa que tem?
Na semana ele levou um ‘safanão’ de cair o ‘cap’, do chanceler da China.
Agora, com esta retaliação que os USA estão levando a Europa junto contra a Rússia já surtiu efeito nas parcas economias de alguns membros da EU.
Primeiro foi Portugal; agora a França e logo, logo, virão outros com prejuízos irreversíveis para a economia.
O ‘soberano’ tem que acordar e dar uma resposta nas urnas que se aproximam, pois ninguém aguenta por tanto tempo a hegemonia que os USA pensam que ainda têm.
Por estes dias passou pelo Brasil o US América, um porta aviões de, nem qual geração só para amedrontar o governo brasileiro e teve como braço informativo uma rede de tv local, mas que não tem nada de local, pois, se não me falha a memória, ainda tem muita a ver com o grupo de imprensa Time.
O BRICS, se reunir a força que tem vai balançar as estruturas de muita gente que nem quer ouvir falar sobre o grupo, o bloco.
Agora o ‘ianquee’ Obama diz que quer que a França descumpra o contrato feito com a Rússia para o fornecimento de dois navios porta-helicópteros. Ele disse que paga pelos navios para que não sejam entregues aos russos.
Uma asneira, como diria a minha mãe; digo, coitado do asno.
O presidente Vladimir Putin estar às gargalhadas com tamanha besteira dita.
Presidente Obama, há um contrato. Só isto.
O sr. deve estar preocupado com o déficit público interno do seu país que já beira, se não ultrapassou, a casa dos US$ 25 trilhões. Isto mesmo. 25 Tri.
Dívida dos perdulários dirigentes dos USA e quem vai arcar é o contribuinte..
Por Narcisi Primus .:.
Já chega a hora do BRICS pisar no
freio e não adquirir produtos elaborados pelos países componentes da União
Europeia, quero dizer a comunidade do euro e também dos USA tendo em vista as
retaliações contra um importante parceiro do bloco, a Rússia.
Compra de grãos na bolsa de mercadorias de Chicago só deverá ser feita se o preço estiver em baixa, caso contrário estes produtos devem encalhar nas prateleiras e escaninhos do tio SAM.
Só assim ‘o soberano’ vai sentir na pele o que significa dirigentes tomarem decisões sem consultar ninguém e achar que pode tudo.Não é bem assim.
George Bush entrou no Iraque sem nem saber o que estava a fazer; na época seus assessores disseram-lhe que Sadam Hussein estava a usar armas químicas de destruição em massa e era isto e mais aquilo. E até o presente momento o USA não encontraram nada e nem conseguiram sair daquele país, tal o envolvimento em que se meteram.
Neste momento, estão também no Afganistão; estão metidos na ajuda à Israel com este massacre de crianças e idosos na Faixa de Gaza.
Lutam internamente contra o fantasma e dizem que há um segundo Edward Snowden em seu território.
Mantêm bases militares em vários pontos do planeta.
Agora, com a desculpa de que a Ucrânia estava sendo forçada a se readerir à Rússia, começou um desatinado plano de retaliação àquele país, como nunca se viu. Acusar é fácil. Prove!
Barack Obama é, no mínimo, muito topetudo querer atacar várias frentes de guerra sem saber ao menos o quanto custa em dinheiro e muitas vidas de jovens norte-americanos que estão a defender uma causa de fôro pessoal.
Será que o secretário Kerry tem lá estas capacidades todas que pensa que tem?
Na semana ele levou um ‘safanão’ de cair o ‘cap’, do chanceler da China.
Agora, com esta retaliação que os USA estão levando a Europa junto contra a Rússia já surtiu efeito nas parcas economias de alguns membros da EU.
Primeiro foi Portugal; agora a França e logo, logo, virão outros com prejuízos irreversíveis para a economia.
O ‘soberano’ tem que acordar e dar uma resposta nas urnas que se aproximam, pois ninguém aguenta por tanto tempo a hegemonia que os USA pensam que ainda têm.
Por estes dias passou pelo Brasil o US América, um porta aviões de, nem qual geração só para amedrontar o governo brasileiro e teve como braço informativo uma rede de tv local, mas que não tem nada de local, pois, se não me falha a memória, ainda tem muita a ver com o grupo de imprensa Time.
O BRICS, se reunir a força que tem vai balançar as estruturas de muita gente que nem quer ouvir falar sobre o grupo, o bloco.
Agora o ‘ianquee’ Obama diz que quer que a França descumpra o contrato feito com a Rússia para o fornecimento de dois navios porta-helicópteros. Ele disse que paga pelos navios para que não sejam entregues aos russos.
Uma asneira, como diria a minha mãe; digo, coitado do asno.
O presidente Vladimir Putin estar às gargalhadas com tamanha besteira dita.
Presidente Obama, há um contrato. Só isto.
O sr. deve estar preocupado com o déficit público interno do seu país que já beira, se não ultrapassou, a casa dos US$ 25 trilhões. Isto mesmo. 25 Tri.
Dívida dos perdulários dirigentes dos USA e quem vai arcar é o contribuinte..
Por Narcisi Primus .:.
A economia alemã desacelera pelo conflito entre a Rússia e a Ucrânia
O índice de confiança das companhias alemãs sofre a pior queda desde junho de 2012
O impacto econômico dos conflitos
globais, em especial a perigosa crise ucraniana e a débil recuperação econômica da zona do euro, frearam o
dinamismo mostrado pela economia alemã nesse ano, conforme disse nessa
terça-feira o ministério de Economia e Energia em um documento oficial, mas o
ministério dirigido pelo socialdemocrata Sigmar Gabriel não deu detalhes
concretos. "Depois de um forte primeiro trimestre, há uma desaceleração no
segundo trimestre", assinala o Governo de Ângela Merkel em seu relatório mensal.
"Em particular, o conflito
entre a Rússia e a Ucrânia e o desenrolar dos acontecimentos no
Oriente Médio provocaram uma insegurança crescente nos mercados, o que conduziu
a uma moderação na tomada de decisões", acrescenta, ainda que destaque que
os fundamentos da economia alemã continuam intactos.
O relatório confirma o que já demonstrou na quinta-feira passada o presidente do Banco Central
Europeu (BCE), Mario Draghi, que advertiu que os riscos geopolíticos
– com o conflito da Ucrânia como principal ameaça para a zona do euro –
implicavam novos riscos para a reativação e que provavelmente será confirmado
nessa quinta-feira quando será conhecido o índice do PIB da zona do euro.
"No conjunto, o ambiente da
economia piorou sensivelmente. Entretanto a tendência positiva básica da conjuntura econômica alemã continua intacta", alerta o
documento, o qual vê como provável que a situação de incerteza que existe
atualmente esteja pesando mais que os efeitos imediatos das sanções impostas à
Rússia pela União Europeia. O estado de ânimo atual levou a uma piora dos
pedidos, a produção e as vendas em uma indústria que já é débil por si só.
O relatório mensal frisa, por
exemplo, que a maioria das companhias alemãs indicam uma deterioração em sua
confiança. Esse aspecto foi ratificado pelo indicador de confiança econômica da
Alemanha elaborado pelo instituto europeu de pesquisas econômicas ZEW, que caiu pelo oitavo
mês consecutivo para os 8,5 pontos, 18,5 a menos que julho, refletindo sua pior
queda desde junho de 2012. "A piora do clima econômico está vinculada às
atuais tensões geopolíticas internacionais", assinala o instituto, ao fazer referência à guerra de Gaza e ao entrelace de
sanções entra a União Europeia, os Estados Unidos e a Rússia por conta da
situação na Ucrânia.
Alguns especialistas acreditam
que a economia alemã poderia contrair-se no segundo trimestre pela primeira vez
desde o final de 2012 e após uma forte expansão de 0,8% no primeiro trimestre.
"A maior economia europeia
sofre uma gripe de verão", disse Marco Wagner, economista do Commerzbank,
citado pela agência DPA, que se atreveu a prognosticar uma queda do PIB no
segundo trimestre provocada pela produção industrial que cresceu de maio para
junho apenas 0,3% e não 1,2%, como era esperado pelos analistas.
Fonte: El País – Texto revisto
Em França
Ruralistas franceses temem proibição de importações de alimentos da França pela Rússia
Produtores de frutas, legumes e carnes mostraram sua apreensão ao Presidente François Hollande
O presidente da
França, François Hollande, encaminhou ofício à Comissão Europeia, transmitindo
a apreensão dos produtores rurais franceses diante das restrições da Rússia às
importações de gêneros alimentícios da União Europeia.
O documento foi
apresentado após uma reunião de Hollande com empresários da indústria
alimentícia, especialmente dos setores de produção e comercialização de frutas,
legumes e carnes. Todos demonstraram intensa preocupação com o impacto das
restrições russas sobre o agronegócio francês. Fonte:
Diário da Rússia – Texto revisto
Empresas brasileiras reduzem investimento na Argentina
A crise da Argentina
diminuiu o ânimo das empresas do Brasil para investir no país vizinho. Nos
primeiros seis meses de 2014, os dados do Banco Central revelaram que a saída
de investimentos diretos brasileiros para a economia argentina foi de US$ 64
milhões, abaixo dos US$ 247 milhões investidos entre janeiro e junho do ano
passado.
A queda dos investimentos brasileiros pode ser explicada por dois grandes motivos: a economia argentina está em recessão e o país não chegou a um acordo com os credores internacionais - chamados pelo governo de fundos abutres - que não aceitaram a renegociação das dívidas feitas em 2005 e 2010.
"Um investimento para ser feito tem de ter previsibilidade de fluxo de caixa e um risco aceitável", afirma Rodrigo Zeidan, professor de economia e finanças da Fundação Dom Cabral (FDC). "Hoje, os investimentos que estão sendo feitos são aqueles com possibilidade de ganho muito grande que compensam o risco da economia local."
Embora o investimento brasileiro tenha apresentado queda na Argentina em 2014, a vida das multinacionais já vem sendo dificultada pelo governo local nos últimos anos. Em 2013, a mineradora Vale suspendeu um investimento de US$ 6 bilhões na Província de Mendoza, onde havia começado a explorar potássio na área de Malargue. Na época, era considerado o maior investimento privado do país e previa a construção de ferrovias e ampliação de portos.
A empresa de louças e metais sanitários Deca também decidiu deixar o país vizinho no ano passado. Na saída, a companhia alegou dificuldades "em suas operações na Argentina, apesar de ter realizado esforços vigorosos para preservar sua competitividade na região."
"A situação para o investimento estrangeiro está complicada desde 2012", afirma Mauricio Claveri, coordenador de análise de comércio exterior e negociação internacional da consultoria argentina Abeceb. "Houve uma queda muito grande, principalmente, por conta do cerco cambial, que deixou mais difícil para as empresas repatriarem o lucro", diz Claveri.
As brasileiras que
permaneceram na Argentina tiveram de fazer mudanças para enfrentar a nova
realidade. A Alpargatas - empresa do grupo Camargo Corrêa - fez uma
reestruturação antes da atual crise. A companhia ajustou os processos
industriais, mudou o line up de produtos e fez uma redução de pessoas. "A
empresa ficou mais enxuta e leve. Fomos fazendo isso ao longo do tempo. Estamos
no tamanho certo", diz Márcio Utsch, presidente da Alpargatas.A queda dos investimentos brasileiros pode ser explicada por dois grandes motivos: a economia argentina está em recessão e o país não chegou a um acordo com os credores internacionais - chamados pelo governo de fundos abutres - que não aceitaram a renegociação das dívidas feitas em 2005 e 2010.
"Um investimento para ser feito tem de ter previsibilidade de fluxo de caixa e um risco aceitável", afirma Rodrigo Zeidan, professor de economia e finanças da Fundação Dom Cabral (FDC). "Hoje, os investimentos que estão sendo feitos são aqueles com possibilidade de ganho muito grande que compensam o risco da economia local."
Embora o investimento brasileiro tenha apresentado queda na Argentina em 2014, a vida das multinacionais já vem sendo dificultada pelo governo local nos últimos anos. Em 2013, a mineradora Vale suspendeu um investimento de US$ 6 bilhões na Província de Mendoza, onde havia começado a explorar potássio na área de Malargue. Na época, era considerado o maior investimento privado do país e previa a construção de ferrovias e ampliação de portos.
A empresa de louças e metais sanitários Deca também decidiu deixar o país vizinho no ano passado. Na saída, a companhia alegou dificuldades "em suas operações na Argentina, apesar de ter realizado esforços vigorosos para preservar sua competitividade na região."
"A situação para o investimento estrangeiro está complicada desde 2012", afirma Mauricio Claveri, coordenador de análise de comércio exterior e negociação internacional da consultoria argentina Abeceb. "Houve uma queda muito grande, principalmente, por conta do cerco cambial, que deixou mais difícil para as empresas repatriarem o lucro", diz Claveri.
Adaptação
No segundo trimestre, a venda de calçados esportivos na Argentina foi de 1,535 milhão de pares, um aumento de 5,6% em relação ao mesmo período do ano passado.
Pela lógica, a economia da Argentina deve seguir pouco atrativa para as empresas brasileiras. O crescimento continuará baixo e há outros países da América Latina com fundamentos macroeconômicos mais saudáveis e que podem atrair investimento. "A questão política na Argentina ainda acaba dominando a economia. E curiosamente essa crise parece ter elevado o nacionalismo, e isso favorece um futuro governo que tenha a mesma linha da Cristina Kirchner", afirma Luís Afonso Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e Globalização Econômica (Sobeet). "Se isso se concretizar, o mercado não deve abrir linhas de crédito ao menos no médio prazo." Fonte: Agência Estado
Inflação na China fecha exatamente dentro da
marca de 2,3%
O yuan foi preservado com uma taxa controlada de inflação
A China registrou 2,3% de inflação ao consumidor,
como previsto, reforçando as apostas de que as pressões favoráveis de preços
darão espaço às autoridades para afrouxar a política monetária, se necessário.
Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística neste sábado também
apontaram insistentes pressões deflacionárias entre produtores e fabricantes.
O índice de preços para o
produtor caiu 0,9% pelo vigésimo nono mês consecutivo, em linha com as
previsões de declínio de 0,9%. Analistas consultados pela Reuters esperavam que
a inflação ao consumidor ficasse estável em 2,3% em
julho, inalterada desde junho. Na comparação mensal, a inflação ao consumidor
foi para 0,1% em julho, como na previsão.
A economia chinesa tem enfrentado
dificuldades com um crescimento titubeante frente a demandas instáveis tanto
doméstica quanto externa. Uma faísca inicial nas perspectivas econômicas no mês
passado com a retomada da atividade da indústria foi rapidamente ofuscada por
um surpreendente fraco crescimento das importações e no setor de serviços, aumentando
os questionamentos sobre se as autoridades
precisam fazer mais para impulsionar a atividade.
Fonte: Correio do Brasil com Reuters – Texto revisto
Força Aérea da Rússia comemora seu
aniversário
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| Divulgação |
A Força Aérea da
Rússia vai comemorar a sua fundação com um grande show aéreo de que irão
participar aeronaves mais modernas e prospectivas, informou aos jornalistas o
coronel-general Viktor Bondarev, comandante em chefe da Força Aérea da Rússia.
Em 12 de agosto a Força Aérea da
Rússia comemora o centésimo segundo aniversário de fundação.
“É uma idade bastante grande. A
aviação, que era outrora de madeira, transformou-se em arma ultramoderna,
recheada de dispositivos eletrônicos e outras realizações da ciência e da
tecnologia. Durante este lapso de tempo a aviação conseguiu um avanço tremendo.
Aquilo que os nossos pilotos fazem no ar é um mérito enorme”, disse na véspera
do Dia da Força Aérea Viktor Bondarev que acaba de ser promovido à
coronel-general.
Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Internacional
União Europeia destina US$ 3,4 milhões em ajuda humanitária para a Ucrânia
Antes do
anúncio, Kremlin anunciou que a Rússia e a Cruz Vermelha estavam enviando um
comboio humanitário às regiões de combate
A União Europeia está disposta a alocar dois milhões
e meio de euros (cerca de 3,4 milhões de dólares) para providenciar assistência
humanitária aos cidadãos das regiões orientais da Ucrânia que se tornaram alvo
da operação militar iniciada por Kiev em abril. A informação foi dada pelo
presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, em uma conversa
telefônica com o presidente ucraniano Petro Poroshenko nesta segunda-feira, 11.
De acordo com um comunicado do gabinete de Kiev,
Barroso também propôs a criação de um mecanismo de coordenação especial para
controlar a entrega da ajuda humanitária e a circulação das pessoas deslocadas
no leste do país eslavo.
No começo do dia, o serviço de imprensa do Kremlin
anunciou que a Rússia e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha estavam
enviando um comboio com cargas humanitárias às regiões de combate na Ucrânia. A
ideia havia sido inicialmente proposta por Moscou na última terça-feira, 5, no
Conselho de Segurança da ONU.
De acordo com o último relatório das Nações Unidas,
o conflito entre as tropas de Kiev e os grupos separatistas do leste ucraniano
já provocou a morte de mais de 1.100 civis, além de já ter deixado cerca de
3.500 feridos.
Fonte: Diário da Rússia
Maiores economias do mundo perdem o fôlego,
constata OCDE
A OCDE mede o desenvolvimento dos países nos cinco continentes
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O ímpeto de crescimento na
maioria das principais economias desenvolvidas está estável embora a Alemanha e
o Japão mostrem sinais de perda de fôlego, informou a Organização para
Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)
nesta segunda-feira. A organização, com sede na capital francesa, informou que
seu indicador que cobre 33 países membros ficou inalterado em junho em 100,5,
acima da média de longo prazo de 100.
O indicador, desenhado para
apontar pontos de virada no ciclo econômico, sugere que há “ímpeto de
crescimento estável” no bloco formado principalmente por países desenvolvidos
ricos, disse a OCDE. O indicador tem permanecido em 100,5 desde fevereiro.
Entretanto, o crescimento vem perdendo força na Alemanha, onde o índice caiu
para 100,2 em junho, contra 100,4 em maio; e no Japão, onde caiu a 100,1 ante
100,4 no mês anterior. Na Itália, melhorou para 101,7, sobre 101,6.
Entre as principais economias
emergentes, o indicador para a China ficou inalterado enquanto Índia e Rússia
viram perspectivas ligeiramente melhores para expansão. O cenário ficou estável
nos Estados Unidos, com leitura de 100,5 desde maio. A OCDE disse que a zona do
euro mostrou ímpeto de crescimento estável, com a leitura inalterada em 101,0.
EUA decepcionam
Em linha com o relatório da OCDE,
as recuperações global e dos Estados Unidos têm sido “decepcionantes” até agora
e podem indicar uma redução no potencial econômico, afirmou nesta segunda-feira
o vice chairman do Federal Reserve, o Banco Central norte-americano, Stanley
Fischer. Em uma visão geral dos anos desde a crise financeira e recessão de
2007-2009, Fischer disse que uma desaceleração da produtividade, o declínio da
participação da força de trabalho e outros fatores podem ter afetado a
capacidade dos EUA de gerar crescimento econômico.
O mesmo pode estar acontecendo
por diferentes motivos na Europa, grandes economias emergentes como China e em
outros lugares, disse ele, forçando bancos centrais a remodelar seu
entendimento de inflação, emprego e crescimento em geral.
– A recuperação global tem sido
decepcionante – disse Fischer em declarações preparadas para discurso em
conferência econômica na Suécia. O crescimento anual de longo prazo nos EUA
pode agora estar talvez em 2%, 1 ponto percentual abaixo da estimativa de
autoridades do FED de 2009, disse ele.
Fischer, o influente número 2 no
BC norte-americano, destacou os desafios que as autoridades monetárias
enfrentam conforme tentam navegar pelo fim dos métodos não convencionais usados
para sustentar a economia nos últimos anos. Continua incerto, segundo ele, se o
crescimento mais baixo da produtividade e taxas menores de participação da
força de trabalho são agora características permanentes da economia dos EUA
–complicando estimativas de crescimento, inflação e o volume de ociosidade nos
mercados de trabalho e produtos.
Os mais de US$ 4 trilhões em
ativos agora no balanço patrimonial do FED, segundo ele, também irá dificultar
o gerenciamento de taxas de juros de curto prazo.
Rússia cresce
Embora com um crescimento tímido,
o Produto Interno Bruto (PIB) da Rússia chegou a 0,8% no segundo trimestre na
comparação anual, segundo dados preliminares do Serviço Federal de Estatísticas
divulgados nesta segunda-feira. O resultado ficou levemente abaixo da taxa de 0,9%
do país no primeiro trimestre.
O governo projeta oficialmente um
crescimento de 0,5% para este ano, mas algumas autoridades sugeriram que a
previsão pode ser revisara para cima na direção de 1%. No entanto, economistas
consultados pela agência inglesa de notícias Reuters esperam que o crescimento
econômico fique estagnado no segundo semestre do ano à medida que as sanções do
Ocidente devido à Ucrânia contribuam para a fuga de capitais e a
queda no investimento, prevendo um crescimento de apenas 0,3% em
2014.
Fonte: CDB – Texto revisto
Presidente do Irã afirma que imagem de Israel
perante o mundo está ruim
Presidente do Irã, Hassan Rohani, afirma que Israel sofreu uma derrota humilhante com os ataques promovidos a Gaza
O massacre promovido contra o
povo palestino deixou Israel em uma situação muito complicada. Esta é a
avaliação do presidente do Irã, Hassan Rohani. Centenas de palestinos já
morreram, incluindo mais de 400 crianças, mulheres e idosos. Os bombardeios não
têm poupado alvos civis.
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| Sr. Hassan Rohani - Presidente do Irã |
Durante um encontro com
embaixadores e chefes de missões diplomáticas da República Islâmica do Irã no
exterior, ele afirmou que “o regime de Israel sofreu uma derrota humilhante por
conta de seus ataques na Faixa de Gaza. O país está condenado pela opinião
pública, do ponto de vista moral e legal, por cometer o assassinato de crianças
e por destruir escolas e hospitais”.
O líder persa declarou ainda que
a recente agressão
israelense contra os palestinos não deixou espaço para aqueles
que sempre apoiaram o regime de Tel Aviv, ou seja, colocou os países aliados de
Israel também em uma posição complicada já que o mundo todo está acompanhando
os ataques à Palestina.
Rohani aproveitou também para
defender o carácter pacífico do programa nuclear iraniano e apontou que a
investida militar israelense em Gaza revela “quem realmente está buscando armas
de destruição em massa”. Ele assegurou que a nação persa nunca procurou
armamento com este propósito.
- Todos devem saber que o Irã
está determinado a resolver a disputa sobre seu programa nuclear por meio do
diálogo e está preparado para desenvolver o seu programa nuclear de uma forma
totalmente transparente. O governo iraniano prioriza os interesses e as
demandas do povo na sua política externa. Nosso governo nunca irá desistir dos
direitos da nação iraniana – disse Rohani. “A República Islâmica está pronta
para estabelecer e manter boas relações com todos os países”.
Fonte: Correio do
Brasil – Texto revisto






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