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Economia
Wall Street cai com investidores ansiosos com FED, BES e
Argentina - Bolsa em queda
A bolsa
nova-iorquina prosseguiu esta sexta-feira o seu recuo, com os
investidores ansiosos no dia seguinte a uma forte queda, enquanto procuram
perceber o impacto na política monetária de um relatório decepcionante sobre o
emprego nos EUA. Os problemas do Banco Espírito Santo e as disputas em torno do
pagamento da dívida argentina também alimentaram as preocupações dos
investidores. Os números definitivos do fecho indicam que o Dow Jones cedeu
0,42% (69,93 pontos), para as 16.493,37 unidades, depois de ter tido na
quinta-feira a pior sessão dos últimos seis meses, e o Nasdaq 0,39% (17,13),
para as 4.352,64.
O índice alargado S&P 500 perdeu
0,29% (5,52), para os 1.925,15 pontos.
Fonte: Correio da Manhã – Pt. - Revisto
Fonte: Correio da Manhã – Pt. - Revisto
Brasileiros em Israel protestam contra o Itamaraty
Cerca de 200 brasileiros que moram
em Israel fizeram uma manifestação hoje em frente à Embaixada do Brasil em Tel
Aviv contra a decisão do Itamaraty de chamar de volta a Brasília para consultas
o embaixador Henrique Sardinha Filho. Eles entoaram frases acusando o governo
da presidente Dilma Rousseff de "apoiar o terrorismo" ao se colocar
claramente contra Israel sem, segundo eles, criticar as ações do grupo islâmico
Hamas, que controla a Faixa de Gaza.
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| Faixa de Gaza - Divulgação |
O protesto durou cerca de duas
horas, das 11h às 13h, horário local (5h às 7h, horário de Brasília). Alguns
cartazes diziam: "Apoiar o terror significa: perigo à justiça e à
democracia brasileira", "O Brasil venceu de 7X0 em vergonha
diplomática" e "Brasil, não seja parte do problema, seja parte da
solução". Os manifestantes gritaram palavras de ordem como "Fim do
Hamas, queremos paz", "Vergonha" e "Brasil contra o terror,
cadê o embaixador?".
Os manifestantes reclamaram da
maneira como Dilma tem se referido a Israel. A presidente classificou a
operação militar israelense em Gaza de "massacre". Segundo os
presentes ao protesto, ela ignorou que o país está em guerra contra o Hamas, um
grupo fundamentalista palestino, sem condenar a organização com a mesma
veemência.
A manifestação aconteceu oito
dias depois de o Brasil ter anunciado a decisão, seguindo o Equador, que já
havia chamado seu embaixador para consultas. A reação do porta-voz da
Chancelaria israelense, Yigal Palmor, demonstrou a irritação dos israelenses
com a medida. Ao jornal "Jerusalem Post", Palmor disse que o passo seria
"uma infeliz demonstração de por que o Brasil, um gigante econômico e
cultural, se mantém um anão diplomático". Em resposta, o assessor especial
da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia,
qualificou Palmor de "sub do sub do sub do sub do sub".
Depois do Brasil, os governos de
Chile, Egito e El Salvador também chamaram seus embaixadores para consultas. Fonte:
O Globo
Dragões da Independência em formação em Honra ao
Sr. Presidente da China Xi Jinping
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| Sr. Xi Jinping, presidente da China, passando em revista a tropa dos Dragões da Independência - Brasília - Brasil |
Boicote x Emprego nos USA
A
taxa de desemprego nos USA vem crescendo vertiginosamente tem do em vista o
boicote às exportações deste país por parte das nações que importam commodities
e máquinas ferramentas e que deixaram de fazê-lo em virtude da intervenção ‘yanquee’
nos assuntos internos de várias nações, em várias frentes.
O
que está a acontecer, por exemplo, com a queda nas vendas de grãos, quero dizer
principalmente, o soja e o milho, na bolsa de Chicago, é resultado do boicote
que nações de peso, que têm contratos a termo, para entrega de mercadorias em 3
ou 4 meses, estão denunciando estes contratos e suspendendo o recebimento
destes produtos.
Com
a produção em excesso o preço desaba e os compradores preferem comprar direto
com o produtor através de negociações, às claras, sem a intervenção de ‘tradings’
multinacionais que, ao interferir nas negociações, cobram ágios, - agiotas do
mercado -, extorsivos como remuneração para prestar o serviço de intermediação.
Assim
o mercado desaquece tendo em vista a interferência destas empresas que prestam desserviço
ao mercado.
Voltando
à taxa de desemprego interno dos USA, este acontecimento não é de se estranhar,
pois com a queda das exportações e principalmente das vendas e ou compras
internas o desemprego vai lá para as alturas.
Os
dirigentes dos USA estão preocupados em interferir lá no Leste da Ásia ao invés
de tomar pé da situação do seu país.
A
inflação galopante da moeda é porque a cunhagem da mesma não está lastreada em
algum ativo financeiro que normalmente é o ouro.
O
metal que circula em território norte americano tem origem germânica e não é de
propriedade do governo local, portanto cunhar moeda neste caso é como ‘pedir
esmola com o chapéu dos outros’.
Ó déficit público dos USA já anda pela casa dos US$25,000,000,000.000,00.
Será que o 'soberano', sabe disso?
Será que o 'soberano', sabe disso?
Por
Narcisus Primus .’.
Desemprego sobe
para 6,2% nos EUA
Economia dos Estados Unidos gerou 209.000 empregos em julho, abaixo do
que o previsto por analistas, enquanto o desemprego subiu levemente
Washington - A
economia dos Estados Unidos gerou
postos de trabalho em julho em um ritmo mais fraco do que o previsto, enquanto
a taxa de desemprego subiu
levemente, a 6,2%, contra 6,1% em junho.
O
departamento do Trabalho informou nesta sexta-feira a criação de 209.000 empregos em
julho, quando os analistas esperavam em média 220.000 novos postos.
A taxa de
desemprego em julho subiu apenas 0,1 ponto percentual, para 6,2%, em relação ao
mês anterior, ainda perto de seu nível mais baixo desde outubro de 2008 e bem
abaixo dos 7,9% registrados no início de 2013.
Os novos
postos de trabalho criados foram distribuídos nas áreas de construção,
manufatura, serviços profissionais e setores de varejo, enquanto que 11.000
empregos foram criados no setor público.
No
entanto, o número de desempregados aumentou em 200.000, situando-se em 9,67
milhões, em parte devido ao aumento constante do número de americanos em idade
de trabalho, bem como o retorno de milhares de pessoas que deixaram o mercado
de trabalho e não eram contabilizadas como desempregados.
Norte-americanos desaprovam política externa
de Obama
A opinião
pública sobre o modo como Barack Obama conduz a política externa dos EUA
continua ruim, revelou pesquisa elaborada pela Associated Press em conjunto com
o GfK.
As
baixas marcas registradas por Obama em meio à crise na Ucrânia e o conflito
entre Israel e Hamas pode beneficiar os republicanos nas eleições para o
Congresso, marcadas para novembro.
Questionados
sobre o conflito entre Israel e Hamas, 42% dos entrevistados disseram que essa
é uma questão "muito" ou "extremamente" importante para
eles, sendo que 60% deles desaprovam o modo como Obama tem lidado com o
assunto.
Sobre
a situação no Afeganistão, 40% afirmaram ser um tema muito importante, e
novamente 60% desaprovam a abordagem dada por Obama. Com relação à Ucrânia e ao
Iraque, 38% dos entrevistados ressaltaram a importância desses assuntos e 57%
desaprovaram a atuação do presidente.
De
modo geral, 43% dos pesquisados gostam da política de relações exteriores de
Obama, sendo que 40% avaliam positivamente o trabalho de Obama. Os números são
similares às pesquisas de março e maio.
A
queda na aprovação das relações internacionais de Obama começou no fim de
março, quando a Rússia anexou a Crimeia. Em janeiro, a aprovação era de 49% e,
em setembro de 2012, um pouco antes da reeleição de Obama, o índice estava em
57%.
Contudo,
somente cerca de metade dos entrevistados diz que as relações externas dos EUA
são muito importantes no momento. A preocupação do relacionamento com outros
países não tem aumentado apesar das notícias recentes.
A
pesquisa foi conduzida entre os dias 24 e 28 de julho, com a participação de
1.044 adultos em entrevistas online. Há uma margem de erro de 3,4 pontos porcentuais
para mais ou para menos.
Fonte:
Associated Press. Texto revisto.
Congressistas republicanos querem processar
Obama por abuso de poder
A Câmara de Representantes dos Estados Unidos, controlada pelo Partido Republicano, de oposição, autorizou nesta quarta-feira a abertura de um processo judicial contra o presidente Barack Obama por abuso de poder.
O procedimento é incomum e foi classificado de eleitoreiro pelos democratas.
![]() |
| Barack Obama - Divulgação |
Por
225 votos contra 201, a Câmara aprovou uma resolução que autoriza o presidente
da Casa, o republicano John Boehner, a iniciar um procedimento judicial contra
o presidente. Obama é acusado de ter violado suas responsabilidades
constitucionais por não aplicar fielmente a lei de reforma do sistema de Saúde,
de 2010.
Todos os democratas
votaram contra.
Os
correligionários de Obama apontam a contradição da acusação, já que os próprios
republicanos são contrários a essa reforma, apelidada de "Obamacare".
"O
presidente Obama se excedeu em seus poderes constitucionais, e é
responsabilidade da Câmara de Representantes defender a Constituição",
explicou Boehner, em artigo publicado na segunda-feira.
O
futuro do procedimento da Câmara é incerto, porque a Justiça se mostrou até
agora reticente a arbitrar os conflitos entre os Poderes Executivo e
Legislativo.
Nos
últimos dias, os aliados democratas do presidente afirmaram que o objetivo
republicano é, na realidade, o "impeachment" de Barack Obama, um
destino reservado a presidentes acusados de crimes graves, como o também
democrata Bill Clinton. Mas os líderes republicanos negam que essa seja sua
intenção real.
"Em
vez de apresentar uma ação contra mim, porque estou fazendo meu trabalho, quero
que o Congresso cumpra o seu e faça a vida dos americanos que o elegeram um
pouco melhor", atacou Obama, nesta quarta, durante uma reunião no estado
do Missouri.
"Parem
de fazer teatro!", completou o presidente.
Fonte:
AFP
Embaixador de Israel deixa cargo sem receber condecoração do Brasil
O
embaixador de Israel no Brasil, Rafael Eldad, não foi condecorado pelo
Itamaraty em almoço de despedida, nesta quarta-feira (30) -homenagem recorrente
em eventos como esse. O almoço foi oferecido pelo subsecretário para África e
Oriente Médio do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Paulo Cordeiro.
Segundo a assessoria de imprensa da pasta, "a condecoração de embaixadores
estrangeiros que partem do Brasil é avaliada caso a caso".
Para isso, são
considerados "critérios como reciprocidade, contribuição para o
relacionamento bilateral, realização de visita de Chefe de Estado durante
permanência do Embaixador no cargo, entre outros", diz o texto. Uma das
condecorações recentes foi a do embaixador do Timor Leste, em maio deste ano.
Em discurso de despedida, o secretário-geral do Itamaraty, Eduardo dos Santos,
concedeu a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul "em
reconhecimento aos serviços prestados" pelo diplomata.
As chancelarias de
Israel e Brasil trocaram farpas recentes diante do conflito na faixa de Gaza.
Depois de o Brasil criticar em dura nota a ação "desproporcional" de
Israel, o país qualificou o Brasil de "anão diplomático".
Fonte:
BemParaná
BM&FBovespa – 01/08
Fechamento do Pregão
Mercadorias e Futuros
![]() |
| Comportamento do Índice da BM&FBovespa - 01/08 |
O preço de cotação do ouro é para pagamento cash.
A Vista*01/08/2014 oscilação cotação
OOscilação
|
Preço
|
||
OURO
|
0,6452%
|
93,6
|
|
Oscilação
|
Preço
|
||
IBOVESPA
|
0,2145%
|
56070
|
|
DÓLAR
|
-0,1971%
|
2278,5
|
|
FRC
|
3,3613%
|
1,23
|
|
DI1
|
1,5693%
|
11,65
|
|
CAFÉ
|
0,8225%
|
232,9
|
A
|
BOI
|
-0,0079%
|
126
|
A
|
ETANOL
|
ND
|
ND
|
|
MILHO
|
0,1649%
|
24,3
|
A
|
SOJA
|
-2,1036%
|
24,2
|
|
S&P 500
|
-0,2208%
|
1920,25
|
|
OC1
|
ND
|
ND
|
|
Dólar: US$ a cotação do US$ é por 1,000.00
Café: cotação em US$Dólar a saca de 60 quilos
Boi (em pé): cotação em R$(Real) a arroba 15(kg)
Etanol: cotação em R$(Real) o metro cúbico
Milho: cotação em R$ (Real) a saca de 60 quilos
Soja: Cotação em US$ a saca de 60 quilos
Fonte: BM&FBovespa - São Paulo - Brasil
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Republicanos lançam proposta de US$ 694 milhões
para crise na fronteira
Se aprovada, será mais gordura ao já obeso déficit público dos USA que já deve ter ultrapassado os US$25,000,000,000,000.00, isto mesmo, 25 trilhões de dólares.
As mudanças ocorreram depois que os líderes foram forçados a suspenderem uma votação agendada para quinta-feira (31) devido à oposição do Tea Party
Na sexta-feira (1), líderes republicanos na
Câmara dos Deputados apresentaram um projeto de lei de US$ 694 milhões para
combater a onda de imigrantes indocumentados na fronteira com o México. Com
isso, os legisladores esperam convencer conservadores relutantes.
Determinados a voltarem para casa durante o recesso de verão
de 5 semanas com uma vitória no bolso, os líderes do Partido Republicano
alteraram a proposta, acrescentando US$ 35 milhões para a Guarda Nacional e
definindo a emenda que acelera o retorno das crianças desacompanhadas aos seus
países de origem na América Central.
![]() |
| Charlie - R - (C) - Divulgação |
As mudanças de última hora ocorreram depois
que líderes foram forçados a abandonarem uma votação agendada para quinta-feira
(31) em decorrência da oposição do Tea Party.
Mesmo que a proposta seja aprovada na sexta-feira (1), o
pedido por mais verba feito pelo Presidente Barack Obama para lidar com a crise
na fronteira sul não será levado em consideração.
O Senado bloqueou a versão de uma proposta de segurança na
fronteira e não há planos de qualquer acordo antes que o Congresso retorne em
setembro.
“Tinham colegas com preocupações legítimas”,
disse Richard Hudson (R-NC), pouco antes de participar de uma reunião à portas
fechadas com membros do Partido Republicano (GOP), na manhã de sexta-feira (1).
“A maioria do trabalho foi ajustar os detalhes, finalizar a linguagem. Eu não
acho que ocorreram mudanças significativas na proposta”, detalhou.
Hudson acrescentou que a liderança não
esperava uma forte oposição à proposta da fronteira por parte de grupos de fora
e do senador republicano Jeff Sessions do Alabama.
O impasse sobre a crise na fronteira
refletiu os últimos 18 meses de um Congresso dividido que possui poucos
projetos de lei para mostrar durante sua vigência em Washington-DC, mas um
imenso abismo no índice de aprovação pública. Mais preocupante para os
republicanos na Câmara foi a possibilidade de voltar para casa sem uma votação
sobre a crise na fronteira faltando 3 meses para as eleições intermediárias.
“A população americana espera que façamos o
nosso trabalho”, disse o republicano moderador Charlie Dent da Pensilvânia.
“Nós temos uma crise humanitária e na fronteira para lidar e o povo espera que
façamos algo agora”.
Fonte:
Brazilian Voice
EUA: primeira alta dos juros pode vir no começo de 2015, diz Fisher, do FED
O presidente da regional do Federal
Reserve (FED, o Banco Central norte-americano) em Dallas, Richard Fisher,
afirmou que acredita que a instituição deve começar a elevar a taxa de juros a
partir do começo do ano que vem, se os dados econômicos continuarem fortes.
- Eu pessoalmente acredito que estamos
mais próximos de um aumento do que estávamos, do que o mercado assumiu que
estávamos - disse ele em entrevista ao canal de televisão norte-americano CNBC.
Ele lembra que, anteriormente,
previa-se a elevação dos juros no final de 2015.
- Eu acredito que nós antecipamos
significativamente - afirmou, acrescentando que mais membros do FED estão
começando a “digerir” suas opiniões.
Fisher falou também a respeito da
última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês),
dizendo que não sentiu necessidade de votar contra a maioria por “estar
bastante satisfeito em ver que estamos indo adiante”.
- O tom geral é de que estamos
recebendo confirmações através dos dados e das evidências que temos. Todos nós
conversamos com líderes empresariais do país - disse.
Na reunião mais recente, na última
quarta-feira, o Fomc anunciou um novo corte em seu programa de compra de ativos
financeiros, que passou de US$ 35 bilhões para US$ 25 bilhões mensais. A taxa
de juros do país foi mantida entre zero e 0,25%. A decisão, no entanto, não foi
unânime entre os membros do Comitê, com apenas o presidente da unidade do FED
de Filadélfia, Charles Plosser, votando contra.
O Comitê afirmou que atualmente há
força suficiente na economia para auxiliar uma melhora nas condições do mercado
de trabalho.
“Os indicadores de junho mostram que a
economia se recuperou no segundo trimestre. As condições do mercado de trabalho
melhoraram, com a taxa de desemprego caindo mais”, diz trecho do comunicado do
Fomc. A inflação se aproximou do objetivo de longo prazo e as expectativas para
o índice no longo prazo permanecem estáveis.
No entanto, os membros do Fomc
alertaram para alguns indicadores que sugerem que ainda há ociosidade no uso
dos recursos do mercado de trabalho. Além disso, a recuperação no setor
imobiliário continua lenta e a política fiscal dos EUA continua restringindo o
crescimento, embora em uma extensão menor.
O Comitê analisou que os riscos para
as perspectivas econômicas e para o mercado de trabalho continuam equilibrados
e que a probabilidade da inflação ficar
persistentemente abaixo de 2% diminuiu.
Fonte: CMA – Texto revisto
Fonte: CMA – Texto revisto
Boicote às aquisições de commodities dos USA e UE causa forte queda na oferta de empregos na comunidade europeia e nos USA
Criação de vagas nos EUA esfria e taxa de desemprego tem elevação
O crescimento do emprego nos Estados Unidos
desacelerou mais do que o esperado em julho, e uma alta inesperada na taxa de
desemprego apontou para algum excesso de capacidade no mercado de trabalho que
pode dar ao Federal Reserve, banco central do país, espaço para manter as taxas
de juros baixas por um tempo.
Foram criadas 209 mil vagas no mês passado após uma
forte criação de 298 mil vagas em junho, disse o Departamento do Trabalho nesta
sexta-feira.
Os dados para maio e junho foram revisados para
mostrar um total de 15 mil empregos criados a mais do que o relatado
anteriormente, mostrando um ímpeto intrínseco.
Julho marcou o sexto mês consecutivo em que houve
criação de mais de 200 mil vagas, uma sequência não vista desde 1997. O aumento
da taxa de desemprego em 0,1 ponto percentual, para 6,2 por cento foi causado
pela entrada de mais pessoas no mercado de trabalho, um sinal de confiança no
mercado de trabalho. Economistas consultados pela Reuters haviam projetado um
crescimento de 233 mil empregos no mês passado, e que a taxa de desemprego
ficaria estável em 6,1 por cento.
A renda média por hora, que está sendo monitorada de
perto como um potencial sinal de excesso de capacidade reduzido que poderia
levar o FED a elevar os juros, cresceu em apenas um centavo. Isso deixou a taxa
anual de aumento em 2,0 por cento, ainda muito abaixo dos níveis que causaria
nervosismo nas autoridades do Fed. As autoridades do FED alertaram na
quarta-feira que um excesso "significativo" ainda existe, sinalizando
paciência no front dos juros. O esfriamento nas contratações não deve mudar as
percepções sobre um forte crescimento econômico no terceiro trimestre.
A economia cresceu a um ritmo anual de 4,0 por cento
no segundo trimestre depois de encolher 2,1 por cento nos três primeiros meses
do ano.
O relatório de emprego, já acompanhado com atenção
pelos mercados financeiros, deve atrair ainda mais atenção nos próximos meses,
uma vez que investidores buscam avaliar quando o FED vai elevar a taxa de
juros, atualmente perto de zero desde dezembro de 2008.
A
maioria dos economistas vê o primeiro aumento no segundo trimestre do próximo
ano.
A taxa de
desemprego caiu de um pico de 10 por cento em outubro de 2009, mas a maior
parte da queda foi causada por norte-americanos que deixaram a força de
trabalho. A taxa de participação na força de trabalho, ou a parcela de norte-americanos
em idade de trabalhar que estão empregados ou procurando um emprego, subiu para
62,9 em julho após se manter a 62,8 por cento durante três meses seguidos.Os
ganhos de emprego foram generalizados em julho. O setor de serviços respondeu
pela maior parte dos ganhos, criando 140 mil vagas, ante 232 mil em junho. No
setor industrial foram criados 28 mil empregos em julho, crescendo pelo 12º mês
consecutivo. O emprego no setor de construção avançou pelo sétimo mês seguido,
com a criação de 22 mil vagas em julho. O setor público criou 11 mil vagas.
Fonte: Reuters – Texto revisto
Snowden: Monsanto E Governo Criam Chemtrails em Conluio
Você
já conhece Snowden e suas revelações dos segredos de vigilância do governo
norte-americano através da NSA e
da CIA, mas o denunciante
lançou outra bomba que irá dar a razão aos observadores das chemtrails que suspeitam que
elas fazem parte de um programa secreto de eugenia: de acordo com ele, as chemtrails são parte de um
programa "benevolente" para deter o aquecimento global, mas que se
torna "malevolente" para a vida em geral.
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| Aviões dos USA pulverizando agente cancerígino - Divulgação |
Através
da cooperação com os fabricantes de combustível de aviação (e embora ele não
diga isso, prováveis ramos militares), o governo norte-americano pulveriza as
nuvens com produtos químicos, a fim de manter longe as secas severas e outros
padrões climáticos que causariam fome em grandes áreas dos Estados Unidos.
Mas
aqui está o maior choque: com a cooperação da Monsanto, o laboratório de
geo-engenharia secreto conhecido pelos íntimos como a 'jóia da coroa' ou Maud'Dib.
Este laboratório está em funcionamento desde a década de 1960, sem o
conhecimento das pessoas.
A mudança climática é um perigo para todos, mas
seria isso parte de outra campanha mentirosa para esconder verdades mais
profundas sobre o que as chemtrails estão
fazendo com todos nós?
Não há dúvida de que a Monsanto é capaz de algo assim, mas seria isso apenas uma
tentativa do governo de esconder o que está se tornando extremamente claro para
mais pessoas o tempo todo - que os nossos céus estão cheios de trilhas de
veneno, que não são rastros de aviões?
Snowden supostamente teria dito:
Snowden supostamente teria dito:
"Eu estou revelando
este programa porque não há fiscalização na comunidade científica, não há
público de discussão e há pouca preocupação com os efeitos colaterais que são
bem conhecidos apenas por poucas pessoas privilegiadas e interessadas em
continuar o programa de chemtrails por décadas em segredo".
Snowden
também afirmou que, para essas pessoas, o programa Maud'Dib deve
ser executado a todo o custo, mesmo que isso signifique a aceleração da
desertificação na África ou espalhar substâncias cancerígenas sobre inúmeras
pessoas em áreas povoadas.
Os
cientistas ainda previram muitos dos efeitos colaterais que estamos vendo
agora, incluindo as secas na Amazônia e
vendavais em toda a Costa Leste.
Os
nomes dos cientistas não foram divulgados, a fim de evitar que sejam alvo de
nossos governos ou de estrangeiros. De acordo com Snowden, se as chemtrails fossem paradas agora,
os cientistas responsáveis pelo programa acreditam que o clima entraria em
uma espiral sem controle.
Decidir
se deve ou não acreditar na história de Snowden é com você, mas a mera
revelação de uma razão por trás das chemtrails significa
que alguém notou o que estamos percebendo. Os 'aditivos' que estão sendo
liberados pelos mesmos aviões de passageiros já foram filmados em todo o mundo
por pessoas de países tão variados como a Austrália, Europa e Ásia.
Os EUA não são o único país a ser
pulverizado. As verdadeiras razões por trás das chemtrails e geo-engenharia, provavelmente, nunca serão
completamente divulgados.
Fonte: Milton
Gigante chinês da carne suína WH Group levanta U$2,1 bi em IPO, diz fonte
HONG KONG - O WH Group, maior produtor mundial de
carne suína, levantou os 2,1 bilhões de dólares que buscava com sua oferta
pública inicial de ações (IPO) em Hong Kong, disse nesta quarta-feira uma
pessoa com conhecimento direto do negócio.
O IPO, que foi fechado ao público
na terça-feira, foi a segunda tentativa da companhia este ano de levantar
fundos, depois que investidores deram pouca atenção para a oferta anterior, que
buscava obter 5,3 bilhões de dólares, devido a avaliações muito altas.
O WH Group, que tem a empresa de
private equity CDH Investments, o banco Goldman Sachs e a estatal de
investimentos de Cingapura Temasek Holdings entre seus acionistas, ofertou 2,57
bilhões de novas ações a um preço fixo de 6,20 dólares de Hong Kong cada.
O acordo pode crescer em 385,1
milhões de ações e totalizar até 2,36 bilhões de dólares se os subscreventes
exercerem uma opção de atender a uma demanda adicional do IPO, segundo o
prospecto do negócio.
O WH Group não respondeu a emails
enviados pela Reuters pedindo comentários.
O grupo, que comprou a
norte-americana Smithfield Foods por 4,9 bilhões de dólares em 2013, planejava
inicialmente um IPO para levantar 5,3 bilhões de dólares para pagar dívidas tomadas
para fazer a aquisição.
No entanto, a empresa foi
obrigada a retirar o plano de IPO no final de abril. Além de uma estimativa
elevada para os preços pretendidos, investidores também afastaram-se devido à
confusão no gerenciamento da oferta, com um recorde de 29 bancos contratados, e
devido à estratosférica compensação para executivos, que gerou temores sobre
governança corporativa.
Nesta segunda tentativa, apenas
dois bancos --o BOC International e o Morgan Stanley-- foram contratados para
coordenar a operação.
Fonte: ReutersVergonha Prateada
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| Divulgação |
A mais
notória situação é que quando a instituição, aqui no caso um país, e mais: a
Argentina que se diz uma Europa encravada e cheia de problemas na América do Sul,
que pensa que tudo pode e não é bem do jeito que está a querer, porque quando
se deve tem que pagar, pois tem ‘papagaios’ espalhados por todos os lugares.
O juiz
dos USA que obrigou esta republiqueta a honrar o que deve tomou a decisão mais
acertada que se pode ter notícia.
A
Argentina, quando precisou lançar os seus papéis no mercado, quem os comprou
eram investidores, agora que ela tem que p a g a r o que deve, estes
mesmos investidores são tachados de ‘abutres’.
Fácil,
não é? Muito cômodo não pagar o que deve!
É fácil
ficar a reclamar e dar o calote em meio mundo.
Narcisi
Primus .:.
Calote
da Argentina deve ter reflexos no agronegócio brasileiro
“O novo calote soberano da Argentina, consolidado após o país não chegar a um acordo com os credores que não participaram da reestruturação da dívida (os chamados “holdouts”), deve ter um forte impacto na corrente comercial do país com o Brasil”. A afirmação é do analista de mercado Carlos Cogo.
“Além
de aprofundar a crise na economia argentina, que prejudicará ainda mais a já
debilitada demanda, a possibilidade de o país adotar novas medidas para tentar
conter a saída de dólares não está descartada. A situação das trocas comerciais
com a Argentina, que já era ruim, deve piorar. Com o default, nenhum banco vai
oferecer cartas de crédito para o país, o que fará com que grande parte das
importações seja paga praticamente à vista. Os exportadores brasileiros vão ter
muito mais cautela nas negociações e podem mesmo deixar de exportar para a
Argentina devido ao risco comercial”, analisa ele.
No
agronegócio, o calote pode dificultar ou frear as importações de trigo, arroz,
feijão e lácteos da Argentina. “Nestes casos, poderia provocar uma pressão de
alta sobre os preços no Brasil, caso a Argentina não consiga viabilizar
exportações a partir de agora. Por outro lado, com o calote, a Argentina terá
que buscar dólares das exportações e facilitar as mesmas ao máximo”,
acrescenta.
Para
Cogo, “os mercados internacionais de dívida se fecharam definitivamente para o
país, que agora tem como única fonte de divisas externas o comércio
internacional. Pode afetar negativamente as exportações de máquinas e
implementos agrícolas para aquele país, um dos principais destinos das vendas
externas brasileiras destes segmentos”.
O
diretor da Carlos Cogo Consultoria Agro econômica lembra que o Brasil também é
“grande exportador de alimentos processados para a Argentina (principalmente
enlatados, conservas, etc.), segmento que também pode ser afetado. Segundo
dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC),
no primeiro semestre deste ano, as exportações brasileiras para a Argentina,
que é nosso terceiro maior parceiro comercial, somaram US$ 7,42 bilhões, uma
queda de 19,8% em relação ao mesmo período do ano passado”.
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“Agora,
com o calote, esse ritmo de retração deve se aprofundar, fazendo com que o
resultado no acumulado do ano fique bem distante dos US$ 19,61 bilhões vendidos
aos nossos vizinhos em 2013. Com o calote, a atividade econômica na Argentina,
que já está bastante fraca, deve se deteriorar ainda mais, com a desvalorização
do peso e o aumento na inflação”, conclui.
Fonte: Agrolink – Texto
revisto
BRICS
Rússia embarga soja da Ucrânia e avalia restrições a frango dos EUA
MOSCOU/ATENAS- A Rússia embargou as importações de soja da Ucrânia e pode impor restrições a frutas da Grécia e frango dos Estados Unidos na próxima semana, disseram agências de notícias russas nesta quinta-feira, no que poderiam ser respostas às novas sanções ocidentais.
A Rússia já anunciou severos
embargos sobre importações de alimentos depois das sanções ocidentais a Moscou
por apoio aos rebeldes na Ucrânia.
O país decidiu suspender
importações de soja, farelo de soja e sementes de girassol da Ucrânia a partir
de 1º de agosto, devido a uma quebra em requisitos fitossanitários, informou a
Interfax, citando o órgão veterinário de vigilância fitossanitária da Rússia.
A Ucrânia exportou 1,2 milhão de
toneladas de soja em 2013, das quais 141 mil toneladas foram para a Rússia, de
acordo com dados da consultoria Ukragroconsult. A Rússia havia, anteriormente,
embargado fornecimentos de lácteos e sucos pela Ucrânia em 29 de julho.
O serviço sanitário russo deve
impor restrições à importação de frutas da Grécia na próxima semana, disse a
agência de notícias RIA, citando a agência de vigilância.
As importações de carne de frango
dos EUA podem ser suspensas devido a sinais de uso de alguns antibióticos, de acordo
com as agências russas.
A restrição à carne de frango dos
EUA pode começar na próxima semana, disse a Interfax. A Rússia importou 71
milhões de dólares em carne de frango dos EUA entre janeiro e abril, segundo a
Interfax.
O serviço sanitário russo não
estava imediatamente disponível para comentar.















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