# Compartilhe -= Siga
Brasil - Mercado Aberto
O pregão da BM&FBovespa, Bolsa de Valores de São Paulo, Brasil, fechou acompanhando os acontecimentos econômicos
e políticos que desenvolveram-se ao longo da semana, principalmente, no Oriente
Médio e na Rússia no caso da Ucrânia e seus desdobramentos.
Antes Investidores, Agora Abutres
Pátria ou abutres?
Governos populistas são mestres em encontrar
culpados externos para suas falhas. Cristina Kirchner nega a existência de novo
calote e acaba de responsabilizar autoridades americanas por mais um default da dívida argentina. Lógica semelhante
foi usada por seu marido, Néstor, ao culpar os credores pela dívida contraída
durante a década de 1990, na gestão de Carlos Menem. No mesmo espírito, as
reestruturações de 2005 e 2010 foram conduzidas de forma agressiva e
impositiva, resultando em perdas de mais de 60% para os detentores de títulos
argentinos.
![]() |
| Colagem Oficina da Casa - Divulgação |
Há credores que não aceitaram as condições
oferecidas pela Argentina. Basicamente, são fundos de investimentos, apelidados
de abutres, que compram os papéis por valores muito baixos na esperança de
obter altos lucros por meio de recurso à Justiça.
Como qualquer valor obtido mediante emissão
de dívida poderia ser arrestado para pagar os insatisfeitos, o país está fora
dos mercados desde 2001. “Perdido por um, perdido por mil”: as administrações
Kirchner permaneceram anos sem pagar outras obrigações, incluindo as referentes
à dívida entre países, à desapropriação da empresa YPF e às demandas
resultantes de decisões do Ciadi, o centro de arbitragens do Banco Mundial. Com
o agravamento da crise, a Argentina cedeu um pouco nesses assuntos, na
esperança de melhorar a imagem externa e vencer a luta contra os abutres.
Só que a Justiça de Nova York confirmou a
sentença proferida em 2012, favorável ao pagamento integral dos títulos em
poder do fundo de investimentos MNL, no valor de US$ 1,3 bilhão.
Posteriormente, falhou a tentativa da Argentina de recorrer à Corte
Suprema, que, em meados de junho, se recusou
a examinar o caso.
Em 30 de junho foi determinado um período de
30 dias para negociação da forma de pagamento à parte ganhadora. Nenhuma
quitação de dívida poderia ser feita sem um acerto prévio com o MNL. Essa
decisão foi ignorada pelo governo, que fez uma transferência de US$ 539 milhões
para pagar aos credores da dívida reestruturada, operação imediatamente travada
pelo Judiciário. Em 30 de julho, por não haver acordo com o MNL, foi suspensa a
medida cautelar que permitia pagar separadamente os credores da dívida
reestruturada, e o país entrou em novo default.
Nunca foi tão grande o divórcio entre as expectativas políticas e econômicas na Argentina
Agora está refém de uma cláusula acordada
nas renegociações anteriores- Rights Upon Future Offers (Rufo) -, vigente até
31/12/2014, pela qual toda vantagem dada a um credor tem de ser oferecida aos
demais. Ou seja, se o governo pagar integralmente aos fundos abutres, terá de
estender as mesmas condições aos detentores da dívida já reestruturada, o que
significaria quebrar o país, pois a conta ultrapassa US$ 120 bilhões.
Nesse contexto, o discurso oficial é o de
defender o país contra os ataques externos e quem ousa criticar o governo é
tachado de traidor. O pior é que essa estratégia tem rendido bons frutos
políticos à presidente, pois as pesquisas indicam um substancial aumento de sua
popularidade.
Nunca foi tão grande o divórcio entre as
expectativas políticas e econômicas na Argentina. As reservas internacionais
estão em baixa, a inflação beira os 40% ao ano, o déficit primário é superior a
5% do PIB. Na área externa, o calote já aumentou os custos e diminuiu os prazos
do financiamento ao comércio, os preços da soja e do milho estão caindo e as
exportações de produtos industriais, especialmente de automóveis para o Brasil,
têm perspectivas desanimadoras. Estimativas privadas preveem uma queda do PIB,
neste ano, de até 2%.
Ninguém, muito menos a sra. Kirchner, parece
saber quando vai sair do novo calote.
Depois de dezembro, após o vencimento da
cláusula Rufo, ou será necessário esperar o desfecho das próximas eleições?
Neste momento ela está integralmente dedicada a tirar o máximo proveito de seu
próprio fracasso e o que vale é a palavra de ordem: pátria ou abutres! Por aqui
muita gente importante aplaude mais essa aventura.
Quanto aos nossos problemas, a culpa vai
para os analistas…
Fonte: Instituto
Millenium – Estadão
UE impõe sanções à Rússia mas o tiro saiu pela
culatra
Vladimir Putin determinou a adoção de sanções contra os países europeus em
retaliação às medidas adotadas pela UE após anexação da Crimeia
‘A
economia da zona do euro registrou estagnação no segundo trimestre do ano,
pressionada pela contração na Alemanha e pela falta de crescimento na França. O
resultado divulgado pela agência de estatísticas Eurostat nesta quinta-feira
foi um alarme para políticos e autoridades econômicas da região de 18 países,
que já se prepara para o impacto de sanções retaliatórias contra a Rússia devido à Ucrânia.
![]() |
| Sr. Vladimir Putin - Presidente da Rússia - Divulgação |
A
economia alemã, a maior da Europa, se contraiu 0,2% na comparação trimestral,
resultado pior do que a projeção do banco central, de estagnação, com o
comércio exterior e os investimentos sendo notavelmente os pontos fracos,
segundo a Agência de Estatísticas da Alemanha.
– Os
números de hoje mostram que a retomada continua fraca demais para lidar com os
choques externos, o que significa que o crescimento do PIB provavelmente
continuará empacado num modo stop-and-go – disse o economista-chefe do ING
Peter Vanden Houte.
A França
ainda teve desempenho um pouco melhor, uma vez que seu Produto Interno Bruto
estagnou pelo segundo trimestre seguido. Isso forçou o governo francês a
confrontar a realidade, afirmando que não cumprirá a meta de déficit
orçamentário neste ano e reduzindo pela metade a projeção de 1% de crescimento
para 2014.
A Itália,
terceira maior economia da zona do euro, votou a entrar em recessão pela
terceira vez desde 2008, encolhendo 0,2% no segundo trimestre. A Comissão
Europeia afirmou que o relatório desta quinta-feira sobre o PIB mostra a
importância de reformas estruturais. “O ajuste em andamento na zona do euro
hoje é uma história de profunda mudança estrutural”, disse a jornalistas um porta-voz
da Comissão Europeia.
“Acontecimentos
externos podem elevar as incertezas, mas as fundações continuam intactas.”
O
ministro da Economia alemão, Sigmar Gabriel, atribuiu a desaceleração de seu
país a ameaças do leste europeu e do Oriente Médio, além da zona do euro mais
fraca. Além disso, ele afirmou que o ritmo no setor de construções continuou
durante o inverno ameno, de modo que o segundo trimestre não viu a retomada
usual no setor.
Mas o PIB
alemão deve crescer no restante de 2014, disse Gabriel.
“As taxas
de crescimento na Alemanha vão provavelmente retornar a expansão no resto deste
ano, mas os riscos do exterior, sem dúvida, aumentaram”, disse ele em
comunicado.
Pesquisa
da agência inglesa de notícias Reuters junto
a economistas realizadas na última semana deu uma chance de apenas 15% de o
Banco Central Europeu começar a imprimir dinheiro neste ano, uma vez que sua
recente medida de munir bancos com mais dinheiro barato não entra em vigor até
setembro.
A
pesquisa coloca as chances de o BCE adotar um programa de quantitative easing em uma
em três em 2015. A preocupação para a zona do euro é de que as sanções impostas
à Rússia devido à crise da
Ucrânia, e a retaliação de Moscou, pese ainda mais sobre o crescimento.
Pesquisas
sugerem que uma recuperação no terceiro
trimestre é cada vez menos provável. O índice de confiança econômica
ZEW divulgado na quarta-feira, por exemplo, mostra que a confiança de analistas
e investidores alemães caiu em agosto para o nível mais baixo em mais de um ano
e meio.
Fontes: Correio do
Brasil – Reuters
Agronegócio – Brasil
Seca reduz estoques de café para exportação e
consumo interno no país
Os
estoques de passagem de café do Brasil estão se esgotando e o principal
produtor global deverá ter dificuldades para acumular excedentes nos próximos
anos, depois da maior seca de sua história recente, disse o presidente Centro
do Comércio do Café do Estado de Minas Gerais, Archimedes Coli Neto.
![]() |
| Café Brasileiro Tipo Exportação - Divulgação |
O Brasil
consumiu cerca de 16 milhões de sacas entre abril e julho, para exportação e
consumo interno, estimou o executivo em entrevista à Reuters, citando um volume
superior aos estoques estimados pelo governo em 31 de março, de 15,2 milhões de
sacas.
–
Teoricamente este ‘carryover’ não existiria mais, mas ele se confunde porque
nós tivemos uma safra antecipada este ano e o café novo está sendo misturado
com o ‘carryover’ – disse ele.
Minas
Gerais, principal Estado produtor de café, está na fase final de colher, com
quebra de safra entre 30 e 35% em algumas áreas. As exportações foram fortes no
primeiro semestre, e Coli Neto disse que o Brasil deverá exportar entre 34
milhões e 35 milhões de sacas em 2014, com consumo interno de 20 milhões de
sacas.
A safra
2014 deverá ficar abaixo de 45 milhões de sacas, provocando aperto na oferta, e
já há preocupações sobre os efeitos da seca para a colheita de 2015.
Isso significa que o Brasil, que
no século passado chegou a acumular estoque de 100 milhões de sacas e até
queimou o produto para elevar os preços internacional, vislumbra um futuro sem
precedentes, sem estoques de café em seus armazéns.
–
Dificilmente o Brasil vai conseguir formar estoques reguladores de novo – disse
Coli Neto, que representa produtores, exportadores e operadores, como
presidente do centro de comercialização com sede em Varginha.
Abaixo da média
Engenheiros
agrônomos estão indicando um crescimento de galhos abaixo da média nos cafezais
atingidos pela seca, além de problemas incomuns como ferrugem das folhas em
agosto.
Coli Neto
disse que muitos produtores podem optar por podar seus pés de café no próximo
ano, na esperança de colocá-los em forma para o desenvolvimento de frutos em
2016. Os preços do café arábica subiram para máximas de dois anos devido às
preocupações com a seca, mas muitos produtores brasileiros não estão vendendo
sua safra 2014, convencidos de que os preços irão subir ainda mais, disse o
executivo.
Mesmo antes
da seca, que foi considerada a pior dos últimos 42 anos, os produtores já
planejavam ajustes e meios de melhorar a
produtividade das plantas, reduzindo as oscilações dos ciclos
bianuais, disse Coli Neto.
–
Acredito que vamos oscilar entre 45 milhões e 50 milhões de sacas, a não ser
que tenhamos problemas climáticos – disse.
Em anos
anteriores, a poda era feita em não mais do que 5% dos cafezais a cada ano, mas
agora eles estão optando por desbastar 25 a 30% das plantas, o que adia a
produção para a temporada posterior.
– Estamos
cada dia mais produzindo o que o mercado demanda – disse.
Fonte: Correio do
Brasil
Oriente Médio
Em 2048 suplicaremos a Palestina
A
estupidez avança irrefreável no território que já foi o Estado palestino até
1948. Se os EUA e a Europa não atuarem decididamente sobre Israel, a
realidade evoluirá para a dizimação da Palestina.
O
conflito do Oriente Médio é o principal do mundo, em torno do qual giram as
possibilidades de paz e estabilidade mundial. O mundo não terá paz e
tampouco será seguro enquanto subsistir aquela realidade: em torno do
conflito se articula um dos componentes bélicos estruturantes da
geopolítica do pós-Guerra.
![]() |
| O conflito do Oriente Médio é o principal do mundo, em torno do qual giram as possibilidades de paz e estabilidade mundial - Divulgação |
Uma
questão que diz respeito ao mundo inteiro, mas que, paradoxalmente, sua
resolução depende basicamente da ação de duas potências: EUA e Europa, em
especial a Inglaterra.
A ONU não
somente não tem força e poder para aglutinar os consensos necessários e impô-los
na vida real, como sucessivas resoluções desde 1967 são
sistematicamente descumpridas por Israel, com a cobertura dos EUA e da
Europa.
Mesmo
fora da lei internacional, Israel não só não sofre sanções, como segue
recebendo milionária ajuda norte-americana para o massacre dos
palestinos. Essa “janela” no direito internacional tem permitido a Israel
desenvolver, ao longo das últimas décadas, a estratégia persistente de
expansão do domínio territorial às custas do direito de existência do Estado
palestino.
Atualmente,
Israel ocupa uma área muitas vezes superior ao território
originalmente destinado para sua instalação em 1948. Com a invasão
territorial, reduziu quase 80% da superfície da Palestina e fragmentou o
país em duas áreas incomunicáveis – Gaza e Cisjordânia –, dois Auschwitz
afastados por centenas de quilômetros.
A atual
estratégia israelense é guiada por uma política fanático religiosa. Nessa
etapa, promove a guerra total; o massacre de extermínio de parcelas
significativas do povo palestino – matando-os diretamente, ou aumentando
a diáspora de um povo na sua maioria já tornado apátrida.
Os
palestinos assistem à devastação do país, da cultura e da sua tradição.
Suportam, ainda, a cínica imputação de que pretendem destruir Israel, e
que por isso são atacados. E, pura metáfora cruel, são submetidos ao
martírio mais abjeto que qualquer ser humano pode sofrer, tal qual aquele
perpetrado pelos nazistas contra os judeus.
O patamar
atingido pelo conflito traz dificuldades
consideráveis. A realidade é desalentadora. É difícil vislumbrar
solução aceitável e passível de mediação. E parece improvável uma solução
equilibrada e justa.
A
continuidade da dinâmica atual fará a situação descambar para o terreno
da imponderabilidade, um mergulho às cegas na barbárie. As potências
mundiais têm a obrigação de fazer algo imediatamente para deter essa
loucura.
A
destruição material da Palestina é
devastadora, e obviamente marcará para sempre a história palestina,
geração após geração. Mas a humilhação, a dor, a segregação,
os assassinatos sistemáticos de homens, mulheres e crianças abrem feridas
profundas e ressentimentos que podem tornar irreconciliável a convivência
entre os dois povos.
O
fanatismo religioso implode as possibilidades de paz com a loucura de um
Estado confessional. No atual estágio dos acontecimentos, é duvidosa a
viabilidade das alternativas historicamente cogitadas, que tinham como
premissa a coexistência pacífica de Israel e Palestina, de palestinos e
israelenses.
A
proposta de um Estado e duas nações, por exemplo, há muito se tornou
incogitável. A criação de dois Estados para dois povos também se torna
remota, porque [1] requereria a restituição do mapa de 1967, e [2] a
desconfiança mútua ensejaria um altíssimo grau de militarização e
belicismo.
O futuro
comporta, portanto, desfechos temíveis. A hipótese mais otimista,
paradoxalmente, é a da Palestina fragmentada em duas áreas apartadas e
debilitadas – Gaza e Cisjordânia – encravados no território invadido por
Israel. Ou, numa perspectiva radical, a derrota da Palestina acompanhada
do seu extermínio.
Se não
houver um esforço verdadeiro e decidido para deter a espiral destrutiva
perpetrada por Israel, o século 21 ficará maculado com esse bárbaro crime. Em
2048, no centenário da criação de Israel, a Palestina então existirá somente
nos livros de História.
O
fanatismo delirante de Benjamim Netanyahu em nada fica devendo ao de Osama Bin
Laden. Ambos pertencem à classe dos monstros terroristas
Fonte: Correio do
Brasil
Árabes condenam a guerra do Estado de Israel
em
Gaza
Os países
do GCC (Conselho de Cooperação do Golfo) condenaram os crimes de guerra e o
terrorismo praticado por Israel contra o território palestino da Faixa de Gaza. Durante uma reunião na
cidade portuária de Jidá, os representantes dos países que compõem o grupo
exigiram o fim da agressão, o levantamento imediato do bloqueio promovido na
região e a restauração da vida natural de seus moradores.
-
Expressamos nossa rejeição absoluta em relação aos ataques mortais de Israel em Gaza. Neste sentido, reafirmamos
a posição de permanecer com o povo e o governo palestino para chegar a um
cessar-fogo permanente na Faixa de Gaza, para acabar com os
crimes graves cometidos por Israel contra civis – disse um comunicado.
![]() |
| O Conselho discutiu ainda planos de desenvolvimento para o Oriente Médio e destacou a importância dos esforços concentrados para parar o derramamento de sangue na região |
Os
ministros das Relações Exteriores da Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados
Árabes Unidos, Omã e Kuwait também se comprometeram a “cerrar fileiras” para
combater todas as formas de terrorismo, enquanto elogiaram o papel desempenhado
pelo Egito na tentativa de mediar o fim das hostilidades.
Eles
também rejeitaram as acusações do regime de Tel Aviv de que outros países estão patrocinando o
terrorismo. Isso é considerado uma tentativa desesperada de desviar
a atenção das suas contínuas violações dos direitos mais básicos do povo
palestino.
O
Conselho discutiu ainda planos de desenvolvimento para o Oriente Médio e
destacou a importância dos esforços concentrados para parar o derramamento de
sangue na região, proteger as conquistas, lutar contra o terrorismo de grupos
extremistas e promover a estabilidade e a segurança.
A
declaração final da reunião salientou o interesse em manter a unidade, a
integridade territorial e a não ingerência nos assuntos internos do Iraque, bem
como apoiar a normalização do processo político que eles esperam para reforçar
a segurança e a estabilidade.
Linhas vermelhas
O
secretário-geral do Movimento de Resistência Islâmica no Líbano (Hezbolá),
Seyed Hasan Nasrolá, advertiu nesta quarta-feira que “não existem linhas
vermelhas” na próxima guerra com o regime israelense.
Nasrolá
fez as declarações em uma entrevista para o jornal libanês Al-Akhbar, por conta
do oitavo aniversário da guerra de 33 dias ocorrida em 2006, contra Israel, no
sul do Líbano, na qual 1.200 pessoas morreram, sendo que a maioria civis .
Segundo
ele, “a resistência libanesa está pronta para enfrentar o regime de Israel”. Em
outro trecho da entrevista, Nasrolá expressou total apoio à causa palestina e
disse que o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) tem o direito de proteger
os civis dos ataques do regime israelense. Nasrallah irá discursar aos
libaneses nesta sexta-feira em razão do aniversário da guerra.
Em 12 de
julho de 2006, o regime de Tel Aviv abriu uma nova frente na guerra contra o
Hezbolá, no Líbano e com o pretexto da libertação de dois de seus militares
lançaram ataques generalizados por terra, ar e mar contra os libaneses.
No
entanto, devido à força do Hezbollah, o regime israelense foi forçado a
retirar-se sem ter alcançado qualquer dos seus objetivos.
Fonte: Correio do Brasil
Ucrânia
Blindados russos não atravessam fronteira
russo-ucraniana
O
Comando da Guarda de Fronteira do Serviço Federal de Segurança da região de
Rostov não confirmou a informação de que uma coluna de blindados com
placas russas teria atravessado a fronteira com a Ucrânia, informou o
representante desta entidade, Nikolai Sinitsyn.
![]() |
| Divulgação |
Antes
disso, alguns órgãos da mídia estrangeira informaram que uma coluna de 23
veículos militares, caminhões-tanques e carros de manutenção com
placas russas teria atravessado a fronteira russo-ucraniana na região do
posto de controle Izvarino.
“O
comando da Guarda de Fronteiras do Serviço Federal de Segurança da região de
Rostov não confirma esta informação”, disse Sinitsyn.
Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Caso Snowden
NSA causou ‘blecaute’ na internet da Síria em 2012, diz Snowden
Declaração foi feita em entrevista à revista ‘Wired’. País ficou sem internet e telefonia em novembro de 2012.
Em entrevista concedida à
revista “Wired”, Edward Snowden, ex-colaborador da Agência Nacional de
Segurança dos Estados Unidos (NSA), revelou que foi o governo norte-americano o
responsável pelo “blecaute” da comunicação ocorrido na Síria em novembro de
2012.
![]() |
| Divulgação |
Snowden disse à “Wired”
que ouviu de outro oficial de inteligência que a unidade de “hackers” da NSA, a
TAO (Tailored Access Operations), tentou instalar um código malicioso em um dos
principais roteadores da Síria. O acesso daria à NSA acesso ao tráfego de
internet da Síria, permitindo a leitura de e-mail e outras comunicações.
No entanto, a instalação
do código falhou e o roteador ficou em um estado conhecido como “brick”
(tijolo, em português). O “brick” ocorre quando o código operacional de um
equipamento está danificado ou tem alguma falha que impede o funcionamento. Com
isso, toda a conexão de internet da Síria que passava por aquele ponto foi
interrompida.
Em 2012, a falha nos
serviços de comunicação foi atribuída à instabilidade do país. É a primeira vez
que o governo norte-americano foi relacionado ao ocorrido.
Snowden disse que o maior temor
da NSA era que o ataque fosse descoberto – o que não ocorreu. Um dos
hackers do governo também teria feito uma piada dizendo que, se o ataque fosse
identificado, Israel poderia levar a culpa.
Fonte: Google – Textos revistos
por Narcisi Primus .:.








Nenhum comentário:
Postar um comentário