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15 de ago. de 2014

Calote a La Gardelito - USA e UE e Suas Sanções: Um Tiro Pela Culatra

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 Brasil - Mercado Aberto



O pregão da BM&FBovespa, Bolsa de Valores de São Paulo, Brasil, fechou acompanhando os acontecimentos econômicos e políticos que desenvolveram-se ao longo da semana, principalmente, no Oriente Médio e na Rússia no caso da Ucrânia e seus desdobramentos.

Veja o gráfico do pregão para o mercado futuro desta sexta-feira:





Antes Investidores, Agora Abutres




Pátria ou abutres?



Governos populistas são mestres em encontrar culpados externos para suas falhas. Cristina Kirchner nega a existência de novo calote e acaba de responsabilizar autoridades americanas por mais um default da dívida argentina. Lógica semelhante foi usada por seu marido, Néstor, ao culpar os credores pela dívida contraída durante a década de 1990, na gestão de Carlos Menem. No mesmo espírito, as reestruturações de 2005 e 2010 foram conduzidas de forma agressiva e impositiva, resultando em perdas de mais de 60% para os detentores de títulos argentinos.

Colagem Oficina da Casa - Divulgação
Há credores que não aceitaram as condições oferecidas pela Argentina. Basicamente, são fundos de investimentos, apelidados de abutres, que compram os papéis por valores muito baixos na esperança de obter altos lucros por meio de recurso à Justiça.
Como qualquer valor obtido mediante emissão de dívida poderia ser arrestado para pagar os insatisfeitos, o país está fora dos mercados desde 2001. “Perdido por um, perdido por mil”: as administrações Kirchner permaneceram anos sem pagar outras obrigações, incluindo as referentes à dívida entre países, à desapropriação da empresa YPF e às demandas resultantes de decisões do Ciadi, o centro de arbitragens do Banco Mundial. Com o agravamento da crise, a Argentina cedeu um pouco nesses assuntos, na esperança de melhorar a imagem externa e vencer a luta contra os abutres.
Só que a Justiça de Nova York confirmou a sentença proferida em 2012, favorável ao pagamento integral dos títulos em poder do fundo de investimentos MNL, no valor de US$ 1,3 bilhão. Posteriormente, falhou a tentativa da Argentina de recorrer à Corte
Suprema, que, em meados de junho, se recusou a examinar o caso.
Em 30 de junho foi determinado um período de 30 dias para negociação da forma de pagamento à parte ganhadora. Nenhuma quitação de dívida poderia ser feita sem um acerto prévio com o MNL. Essa decisão foi ignorada pelo governo, que fez uma transferência de US$ 539 milhões para pagar aos credores da dívida reestruturada, operação imediatamente travada pelo Judiciário. Em 30 de julho, por não haver acordo com o MNL, foi suspensa a medida cautelar que permitia pagar separadamente os credores da dívida reestruturada, e o país entrou em novo default.


Nunca foi tão grande o divórcio entre as expectativas políticas e econômicas na Argentina


Agora está refém de uma cláusula acordada nas renegociações anteriores- Rights Upon Future Offers (Rufo) -, vigente até 31/12/2014, pela qual toda vantagem dada a um credor tem de ser oferecida aos demais. Ou seja, se o governo pagar integralmente aos fundos abutres, terá de estender as mesmas condições aos detentores da dívida já reestruturada, o que significaria quebrar o país, pois a conta ultrapassa US$ 120 bilhões.
Nesse contexto, o discurso oficial é o de defender o país contra os ataques externos e quem ousa criticar o governo é tachado de traidor. O pior é que essa estratégia tem rendido bons frutos políticos à presidente, pois as pesquisas indicam um substancial aumento de sua popularidade.
Nunca foi tão grande o divórcio entre as expectativas políticas e econômicas na Argentina. As reservas internacionais estão em baixa, a inflação beira os 40% ao ano, o déficit primário é superior a 5% do PIB. Na área externa, o calote já aumentou os custos e diminuiu os prazos do financiamento ao comércio, os preços da soja e do milho estão caindo e as exportações de produtos industriais, especialmente de automóveis para o Brasil, têm perspectivas desanimadoras. Estimativas privadas preveem uma queda do PIB, neste ano, de até 2%.
Ninguém, muito menos a sra. Kirchner, parece saber quando vai sair do novo calote.
Depois de dezembro, após o vencimento da cláusula Rufo, ou será necessário esperar o desfecho das próximas eleições? Neste momento ela está integralmente dedicada a tirar o máximo proveito de seu próprio fracasso e o que vale é a palavra de ordem: pátria ou abutres! Por aqui muita gente importante aplaude mais essa aventura.
Quanto aos nossos problemas, a culpa vai para os analistas…
Fonte: Instituto Millenium – Estadão



UE impõe sanções à Rússia mas o tiro saiu pela 

culatra


Vladimir Putin determinou a adoção de sanções contra os países europeus em retaliação às medidas adotadas pela UE após anexação da Crimeia 

‘A economia da zona do euro registrou estagnação no segundo trimestre do ano, pressionada pela contração na Alemanha e pela falta de crescimento na França. O resultado divulgado pela agência de estatísticas Eurostat nesta quinta-feira foi um alarme para políticos e autoridades econômicas da região de 18 países, que já se prepara para o impacto de sanções retaliatórias contra a Rússia devido à Ucrânia.


Sr. Vladimir Putin - Presidente da Rússia - Divulgação
A economia alemã, a maior da Europa, se contraiu 0,2% na comparação trimestral, resultado pior do que a projeção do banco central, de estagnação, com o comércio exterior e os investimentos sendo notavelmente os pontos fracos, segundo a Agência de Estatísticas da Alemanha.
– Os números de hoje mostram que a retomada continua fraca demais para lidar com os choques externos, o que significa que o crescimento do PIB provavelmente continuará empacado num modo stop-and-go – disse o economista-chefe do ING Peter Vanden Houte.
A França ainda teve desempenho um pouco melhor, uma vez que seu Produto Interno Bruto estagnou pelo segundo trimestre seguido. Isso forçou o governo francês a confrontar a realidade, afirmando que não cumprirá a meta de déficit orçamentário neste ano e reduzindo pela metade a projeção de 1% de crescimento para 2014.
A Itália, terceira maior economia da zona do euro, votou a entrar em recessão pela terceira vez desde 2008, encolhendo 0,2% no segundo trimestre. A Comissão Europeia afirmou que o relatório desta quinta-feira sobre o PIB mostra a importância de reformas estruturais. “O ajuste em andamento na zona do euro hoje é uma história de profunda mudança estrutural”, disse a jornalistas um porta-voz da Comissão Europeia.
“Acontecimentos externos podem elevar as incertezas, mas as fundações continuam intactas.”
O ministro da Economia alemão, Sigmar Gabriel, atribuiu a desaceleração de seu país a ameaças do leste europeu e do Oriente Médio, além da zona do euro mais fraca. Além disso, ele afirmou que o ritmo no setor de construções continuou durante o inverno ameno, de modo que o segundo trimestre não viu a retomada usual no setor.
Mas o PIB alemão deve crescer no restante de 2014, disse Gabriel.
“As taxas de crescimento na Alemanha vão provavelmente retornar a expansão no resto deste ano, mas os riscos do exterior, sem dúvida, aumentaram”, disse ele em comunicado.
Pesquisa da agência inglesa de notícias Reuters junto a economistas realizadas na última semana deu uma chance de apenas 15% de o Banco Central Europeu começar a imprimir dinheiro neste ano, uma vez que sua recente medida de munir bancos com mais dinheiro barato não entra em vigor até setembro.
A pesquisa coloca as chances de o BCE adotar um programa de quantitative easing em uma em três em 2015. A preocupação para a zona do euro é de que as sanções impostas à Rússia devido à crise da Ucrânia, e a retaliação de Moscou, pese ainda mais sobre o crescimento.
Pesquisas sugerem que uma recuperação no terceiro trimestre é cada vez menos provável. O índice de confiança econômica ZEW divulgado na quarta-feira, por exemplo, mostra que a confiança de analistas e investidores alemães caiu em agosto para o nível mais baixo em mais de um ano e meio.
Fontes: Correio do Brasil – Reuters



Agronegócio – Brasil



Seca reduz estoques de café para exportação e 

consumo interno no país


Os estoques de passagem de café do Brasil estão se esgotando e o principal produtor global deverá ter dificuldades para acumular excedentes nos próximos anos, depois da maior seca de sua história recente, disse o presidente Centro do Comércio do Café do Estado de Minas Gerais, Archimedes Coli Neto.

Café Brasileiro Tipo Exportação - Divulgação
O Brasil consumiu cerca de 16 milhões de sacas entre abril e julho, para exportação e consumo interno, estimou o executivo em entrevista à Reuters, citando um volume superior aos estoques estimados pelo governo em 31 de março, de 15,2 milhões de sacas.
– Teoricamente este ‘carryover’ não existiria mais, mas ele se confunde porque nós tivemos uma safra antecipada este ano e o café novo está sendo misturado com o ‘carryover’ – disse ele.
Minas Gerais, principal Estado produtor de café, está na fase final de colher, com quebra de safra entre 30 e 35% em algumas áreas. As exportações foram fortes no primeiro semestre, e Coli Neto disse que o Brasil deverá exportar entre 34 milhões e 35 milhões de sacas em 2014, com consumo interno de 20 milhões de sacas.
A safra 2014 deverá ficar abaixo de 45 milhões de sacas, provocando aperto na oferta, e já há preocupações sobre os efeitos da seca para a colheita de 2015.
Isso significa que o Brasil, que no século passado chegou a acumular estoque de 100 milhões de sacas e até queimou o produto para elevar os preços internacional, vislumbra um futuro sem precedentes, sem estoques de café em seus armazéns.
– Dificilmente o Brasil vai conseguir formar estoques reguladores de novo – disse Coli Neto, que representa produtores, exportadores e operadores, como presidente do centro de comercialização com sede em Varginha.


Abaixo da média



Engenheiros agrônomos estão indicando um crescimento de galhos abaixo da média nos cafezais atingidos pela seca, além de problemas incomuns como ferrugem das folhas em agosto.
Coli Neto disse que muitos produtores podem optar por podar seus pés de café no próximo ano, na esperança de colocá-los em forma para o desenvolvimento de frutos em 2016. Os preços do café arábica subiram para máximas de dois anos devido às preocupações com a seca, mas muitos produtores brasileiros não estão vendendo sua safra 2014, convencidos de que os preços irão subir ainda mais, disse o executivo.
Mesmo antes da seca, que foi considerada a pior dos últimos 42 anos, os produtores já planejavam ajustes e meios de melhorar a produtividade das plantas, reduzindo as oscilações dos ciclos bianuais, disse Coli Neto.
– Acredito que vamos oscilar entre 45 milhões e 50 milhões de sacas, a não ser que tenhamos problemas climáticos – disse.
Em anos anteriores, a poda era feita em não mais do que 5% dos cafezais a cada ano, mas agora eles estão optando por desbastar 25 a 30% das plantas, o que adia a produção para a temporada posterior.
– Estamos cada dia mais produzindo o que o mercado demanda – disse.
Fonte: Correio do Brasil



Oriente Médio


Em 2048 suplicaremos a Palestina


A estupidez avança irrefreável no território que já foi o Estado palestino até 1948. Se os EUA e a Europa não atuarem decididamente sobre Israel, a realidade evoluirá para a dizimação da Palestina.
O conflito do Oriente Médio é o principal do mundo, em torno do qual giram as possibilidades de paz e estabilidade mundial. O mundo não terá paz e tampouco será seguro enquanto subsistir aquela realidade: em torno do conflito se articula um dos componentes bélicos estruturantes da geopolítica do pós­-Guerra.

O conflito do Oriente Médio é o principal do mundo, em torno do qual giram as possibilidades de paz e estabilidade mundial - Divulgação
Uma questão que diz respeito ao mundo inteiro, mas que, paradoxalmente, sua resolução depende basicamente da ação de duas potências: EUA e Europa, em especial a Inglaterra.
A ONU não somente não tem força e poder para aglutinar os consensos necessários e impô-los na vida real, como sucessivas resoluções desde 1967 são sistematicamente descumpridas por Israel, com a cobertura dos EUA e da Europa.
Mesmo fora da lei internacional, Israel não só não sofre sanções, como segue recebendo milionária ajuda norte­-americana para o massacre dos palestinos. Essa “janela” no direito internacional tem permitido a Israel desenvolver, ao longo das últimas décadas, a estratégia persistente de expansão do domínio territorial às custas do direito de existência do Estado palestino.
Atualmente, Israel ocupa uma área muitas vezes superior ao território originalmente destinado para sua instalação em 1948. Com a invasão territorial, reduziu quase 80% da superfície da Palestina e fragmentou o país em duas áreas incomunicáveis – Gaza e Cisjordânia –, dois Auschwitz afastados por centenas de quilômetros.
A atual estratégia israelense é guiada por uma política fanático ­religiosa. Nessa etapa, promove a guerra total; o massacre de extermínio de parcelas significativas do povo palestino – matando-­os diretamente, ou aumentando a diáspora de um povo na sua maioria já tornado apátrida.
Os palestinos assistem à devastação do país, da cultura e da sua tradição. Suportam, ainda, a cínica imputação de que pretendem destruir Israel, e que por isso são atacados. E, pura metáfora cruel, são submetidos ao martírio mais abjeto que qualquer ser humano pode sofrer, tal qual aquele perpetrado pelos nazistas contra os judeus.
O patamar atingido pelo conflito traz dificuldades consideráveis. A realidade é desalentadora. É difícil vislumbrar solução aceitável e passível de mediação. E parece improvável uma solução equilibrada e justa.
A continuidade da dinâmica atual fará a situação descambar para o terreno da imponderabilidade, um mergulho às cegas na barbárie. As potências mundiais têm a obrigação de fazer algo imediatamente para deter essa loucura.
A destruição material da Palestina é devastadora, e obviamente marcará para sempre a história palestina, geração após geração. Mas a humilhação, a dor, a segregação, os assassinatos sistemáticos de homens, mulheres e crianças abrem feridas profundas e ressentimentos que podem tornar irreconciliável a convivência entre os dois povos.
O fanatismo religioso implode as possibilidades de paz com a loucura de um Estado confessional. No atual estágio dos acontecimentos, é duvidosa a viabilidade das alternativas historicamente cogitadas, que tinham como premissa a coexistência pacífica de Israel e Palestina, de palestinos e israelenses.
A proposta de um Estado e duas nações, por exemplo, há muito se tornou incogitável. A criação de dois Estados para dois povos também se torna remota, porque [1] requereria a restituição do mapa de 1967, e [2] a desconfiança mútua ensejaria um altíssimo grau de militarização e belicismo.
O futuro comporta, portanto, desfechos temíveis. A hipótese mais otimista, paradoxalmente, é a da Palestina fragmentada em duas áreas apartadas e debilitadas – Gaza e Cisjordânia – encravados no território invadido por Israel. Ou, numa perspectiva radical, a derrota da Palestina acompanhada do seu extermínio.
Se não houver um esforço verdadeiro e decidido para deter a espiral destrutiva perpetrada por Israel, o século 21 ficará maculado com esse bárbaro crime. Em 2048, no centenário da criação de Israel, a Palestina então existirá somente nos livros de História.
O fanatismo delirante de Benjamim Netanyahu em nada fica devendo ao de Osama Bin Laden. Ambos pertencem à classe dos monstros terroristas
Fonte: Correio do Brasil



Árabes condenam a guerra do Estado de Israel em 
Gaza


Os países do GCC (Conselho de Cooperação do Golfo) condenaram os crimes de guerra e o terrorismo praticado por Israel contra o território palestino da Faixa de Gaza. Durante uma reunião na cidade portuária de Jidá, os representantes dos países que compõem o grupo exigiram o fim da agressão, o levantamento imediato do bloqueio promovido na região e a restauração da vida natural de seus moradores.
- Expressamos nossa rejeição absoluta em relação aos ataques mortais de Israel em Gaza. Neste sentido, reafirmamos a posição de permanecer com o povo e o governo palestino para chegar a um cessar-fogo permanente na Faixa de Gaza, para acabar com os crimes graves cometidos por Israel contra civis – disse um comunicado.


 O Conselho discutiu ainda planos de desenvolvimento para o Oriente Médio e destacou a importância dos esforços concentrados para parar o derramamento de sangue na região

Os ministros das Relações Exteriores da Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Omã e Kuwait também se comprometeram a “cerrar fileiras” para combater todas as formas de terrorismo, enquanto elogiaram o papel desempenhado pelo Egito na tentativa de mediar o fim das hostilidades.
Eles também rejeitaram as acusações do regime de Tel Aviv de que outros países estão patrocinando o terrorismo. Isso é considerado uma tentativa desesperada de desviar a atenção das suas contínuas violações dos direitos mais básicos do povo palestino.
O Conselho discutiu ainda planos de desenvolvimento para o Oriente Médio e destacou a importância dos esforços concentrados para parar o derramamento de sangue na região, proteger as conquistas, lutar contra o terrorismo de grupos extremistas e promover a estabilidade e a segurança.
A declaração final da reunião salientou o interesse em manter a unidade, a integridade territorial e a não ingerência nos assuntos internos do Iraque, bem como apoiar a normalização do processo político que eles esperam para reforçar a segurança e a estabilidade.

Linhas vermelhas


O secretário-geral do Movimento de Resistência Islâmica no Líbano (Hezbolá), Seyed Hasan Nasrolá, advertiu nesta quarta-feira que “não existem linhas vermelhas” na próxima guerra com o regime israelense.
Nasrolá fez as declarações em uma entrevista para o jornal libanês Al-Akhbar, por conta do oitavo aniversário da guerra de 33 dias ocorrida em 2006, contra Israel, no sul do Líbano, na qual 1.200 pessoas morreram, sendo que a maioria civis .
Segundo ele, “a resistência libanesa está pronta para enfrentar o regime de Israel”. Em outro trecho da entrevista, Nasrolá expressou total apoio à causa palestina e disse que o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) tem o direito de proteger os civis dos ataques do regime israelense. Nasrallah irá discursar aos libaneses nesta sexta-feira em razão do aniversário da guerra.
Em 12 de julho de 2006, o regime de Tel Aviv abriu uma nova frente na guerra contra o Hezbolá, no Líbano e com o pretexto da libertação de dois de seus militares lançaram ataques generalizados por terra, ar e mar contra os libaneses.
No entanto, devido à força do Hezbollah, o regime israelense foi forçado a retirar-se sem ter alcançado qualquer dos seus objetivos.
Fonte: Correio do Brasil



 Ucrânia




Blindados russos não atravessam fronteira 

russo-ucraniana




O Comando da Guarda de Fronteira do Serviço Federal de Segurança da região de Rostov não confirmou a informação de que uma coluna de blindados com placas russas teria atravessado a fronteira com a Ucrânia, informou o representante desta entidade, Nikolai Sinitsyn.


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Antes disso, alguns órgãos da mídia estrangeira informaram que uma coluna de 23 veículos militares, caminhões-tanques e carros de manutenção com placas russas teria atravessado a fronteira russo-ucraniana na região do posto de controle Izvarino.
“O comando da Guarda de Fronteiras do Serviço Federal de Segurança da região de Rostov não confirma esta informação”, disse Sinitsyn.


Fonte: Rádio A Voz da Rússia



Caso Snowden



NSA causou ‘blecaute’ na internet da Síria em 2012, diz Snowden


Declaração foi feita em entrevista à revista ‘Wired’. País ficou sem internet e telefonia em novembro de 2012.


Em entrevista concedida à revista “Wired”, Edward Snowden, ex-colaborador da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA), revelou que foi o governo norte-americano o responsável pelo “blecaute” da comunicação ocorrido na Síria em novembro de 2012.

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Snowden disse à “Wired” que ouviu de outro oficial de inteligência que a unidade de “hackers” da NSA, a TAO (Tailored Access Operations), tentou instalar um código malicioso em um dos principais roteadores da Síria. O acesso daria à NSA acesso ao tráfego de internet da Síria, permitindo a leitura de e-mail e outras comunicações.
No entanto, a instalação do código falhou e o roteador ficou em um estado conhecido como “brick” (tijolo, em português). O “brick” ocorre quando o código operacional de um equipamento está danificado ou tem alguma falha que impede o funcionamento. Com isso, toda a conexão de internet da Síria que passava por aquele ponto foi interrompida.
Em 2012, a falha nos serviços de comunicação foi atribuída à instabilidade do país. É a primeira vez que o governo norte-americano foi relacionado ao ocorrido.
Snowden disse que o maior temor da NSA era que o ataque fosse descoberto – o que não ocorreu. Um dos hackers do governo também teria feito uma piada dizendo que, se o ataque fosse identificado, Israel poderia levar a culpa.
Fonte: Google – Textos revistos por Narcisi Primus .:.

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