# Compartilhe - Siga
Religiosos que vivem como ricos são hipócritas, critica papa Francisco
“A
hipocrisia dos homens e mulheres consagrados que professam o voto de pobreza e,
contudo, vivem como ricos, danificam a alma dos fiéis e prejudicam a Igreja”,
disse neste sábado o papa Francisco a 4 mil membros das comunidades
religiosas sul-coreanas, no centro católico para pessoas com mobilidade
reduzida de Kkottongnae, que fica a 100 quilômetros ao sul de Seul.
Observação do editor do blog:
(Voto de Pobreza? O que é isto?
(Voto de Pobreza? O que é isto?
Este cidadão representante dos
católicos devia preocupar-se com assuntos mais urgentes como pedofilia em sua
igreja entregando os estupradores e pedófilos para a justiça e, ao invés de
ficar propagando ou fazê-lo, a pobreza, pois Jesus não era este pobrezinho que
nasceu em Belém que os católicos acreditam por lavagem cerebral do vaticano,
Ele era da Linhagem de David, porque a igreja católica, uma das maiores
instituições sociais e financeiras do planeta, não distribui os seus bens aos
pobres católicos?
Aliás, o banco do vaticano tem lá as
suas mazelas.
Banco Ambrosiano, não é mesmo? Era o
banco de uma família riquíssima da Itália.
Pois sim, este banco foi doado ao
Vaticano em troca da compra da ‘Patente de Papa’ por Gregório.
Aliás, alguns líderes religiosos têm
mania de falarem bobagens.
Dia desses, ao assistir uma programação
evangélica veiculada no Brasil por um pastor que se autodenomina missionário
R.R. Soares falou no ar que o povo do oriente do Planeta desconhecia Deus.
Um outro, inaugurou no Brasil um
suntuoso edifício que ele chama de um segundo “Templo de Salomão”.
Voltando à igreja católica:
Ela deveria fazer uma análise
introspectiva e rever os métodos de tortura usados na santa(?)
inquisição.
A ampla maioria das pessoas não cai
mais nesta conversa).
![]() |
| Divulgação |
O papa
advertiu para “o perigo que constitui o consumismo em relação à pobreza da vida
religiosa”, em um país que alcançou um rápido progresso material nas últimas
décadas. Falou também sobre a castidade, expressando “a entrega exclusiva ao
amor de Deus”, em uma alusão a setores que defendem o desaparecimento do celibato
na Igreja Católica.
– Todos
sabemos quanto exigente é (a castidade) e o compromisso pessoal que comporta.
As tentações neste domínio requerem humildade e confiança em Deus, vigilância e
perseverança – lembrou o papa aos religiosos sul-coreanos.
Depois, o
papa Francisco se encontrou com 150 representantes laicos
da Igreja Católica sul-coreana, tendo-os desafiado a “ir mais além”, a ajudar
os pobres e a se esforçarem para que todas as pessoas possam ter a “dignidade
de ganhar o pão e manter as suas famílias”.
Em seu discurso,
ele falou “do matrimônio” nos tempos atuais, qualificando o presente como “uma
época de grande crise para a vida familiar”.
Francisco iniciou na
quinta-feira uma viagem de cinco dias à Coreia do Sul, a primeira
que um papa faz em 25 anos àquele país, que tem 5,4 milhões de católicos, mais
de 10% da população total. Hoje, antes do encontro com pessoas com mobilidade
reduzida, ele beatificou 124 mártires na praça Gwanghwamun, no centro de
Seul, numa cerimônia assistida por centenas de milhares de pessoas.
O papa
visitou ainda um cemitério de fetos abortados ao se deslocar ao centro católico
de Kkottongnae, no terceiro dia da sua visita à Coreia do Sul. Francisco
passou junto ao Jardim Taeahdongsan, onde se pode ver uma estátua da Sagrada
Família rodeada de centenas de cruzes brancas de madeira que pertencem àqueles
que “não nasceram”, tendo orado em silêncio.
Na Coreia
do Sul há uma taxa elevada de abortos e, segundo os dados oficiais publicados
em 2005, foram praticadas nesse ano 340.000 interrupções voluntárias de
gravidez, tendo nascido apenas 440.000 crianças. A lei sul-coreana do
aborto estabelece que, em caso de violação, incesto, perigo para a saúde da mãe
ou doenças hereditárias há um prazo máximo de 24 semanas desde a concepção para
que seja possível praticar o aborto.
A visita
ao país termina na segunda-feira.
Fonte:
Correio do Brasil – Texto revisto

Nenhum comentário:
Postar um comentário