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8 de ago. de 2014

Mercado de lado Com Situação no Iraque - BRICS: Parceria - Questão Diplomática: Pedir ou Mandar? - Economia - Recessão Abate Zona do Euro - Moody's Foca Brasil

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Brasil - Mercado Aberto

O pregão de hoje para o mercado futuro da BM&FBovespa teve o comportamento que se segue:

Futuro*08/08/2014

Oscilação
Preço
IBOVESPA
-1,5646%
55680

DÓLAR
-0,5405%
2300

FRC
0,0000%
1,16

DI1
-1,0187%
11,66

CAFÉ
0,4171%
216,7
A
BOI
0,0000%
127,35

ETANOL
ND
ND

MILHO
-0,3667%
24,45
A
SOJA
ND
ND

S&P 500
1,1950%
1926,5

OC1
ND
ND





A decisão da Rússia de denunciar contratos negociados com os USA e fazer posição de compra em outras regiões, como na América do Sul, principalmente com o Brasil, solidificando ainda mais a parceria com o BRICS, mesmo que o preço venha a justificar compras nos USA, o mercado acredita que a inversão da tomada de posição pela Rússia não vai acontecer, haja vista os embargos que os yanquees e os países da zona do euro capitaneados pela Germânia fizeram, acreditando que a derrubada do MH-17 teve a participação russa no evento.

Uma atitude das mais pueris!


Os membros do BRICS, quando do encontro em Brasília e foram sondados por dirigentes de várias nações, tais como a Argentina, a Germânia, Venezuela e tantas outras que lá fizeram presenças, mostrando interesse em ingressar no Bloco.
De passagem por lá, este editor, sondou vários embaixadores presentes no Congresso Nacional do Brasil, quando da homenagem prestada ao Sr. Xi Jinping, presidente da China, e pôde notar que o interesse não passa de espúrios desejos para se aproveitar da situação em que o BRICS está a apresentar-se ao mundo como uma alternativa de substituição do FMI e do Banco Mundial. 
        Antes de aceitar o ingresso de mais integrantes ao Bloco, a proposta deve ser analisada com muita calma e cuidado.
Por Narcisi primus .:. - Texto revisto




Caças dos EUA atingem artilharia do Estado 

Islâmico no Iraque


WASHINGTON (Reuters) - Aeronaves militares dos Estados Unidos realizaram um ataque nesta sexta-feira contra artilharia do Estado Islâmico usada para atacar forças curdas que defendem a cidade de Arbil, no Iraque, perto de pessoal norte-americano, informou um porta-voz do Pentágono.
Dois caças F/A-18 lançaram bombas guiadas a laser em uma unidade de artilharia móvel perto de Arbil, relatou o contra-almirante John Kirby, secretário de imprensa do Pentágono, em um comunicado.
Bombardeiro dos USA em Ação no Iraque - Divulgação
O porta-voz do Pentágono afirmou que os rebeldes do Estado Islâmico vinham utilizando a artilharia para bombardear forças curdas que protegem Arbil, a capital da região semiautônoma do Curdistão.
Os EUA têm um consulado e, desde o início da mais recente crise de segurança iraquiana, em junho, um centro de operações militares conjuntas na cidade.
“A decisão de atacar foi tomada pelo comandante do Comando Central dos EUA com autorização concedida pelo comandante em chefe (o presidente Barack Obama)”, afirmou Kirby.

Divulgação
Ele disse que o ataque ocorreu às 7h45 (horário de Brasília) e, de acordo com autoridades militares, foi lançado do porta-aviões USS George H.W. Bush.
Em junho, o Pentágono ordenou que o navio fosse ao Golfo Pérsico em preparação a uma possível ação militar no Iraque.
A ação aconteceu poucas horas depois de Obama autorizar, na noite de quinta-feira, ataques aéreos no Iraque para proteger cristãos e evitar “um possível ato de genocídio” de dezenas de milhares de membros da minoria iraquiana yazidi, que foram expulsos de suas casas e estão sitiados numa montanha.
Os EUA também começaram a enviar suprimentos de emergência aos refugiados por via aérea.
Os combatentes sunitas do Estado Islâmico, uma dissidência da Al Qaeda decidida a estabelecer um califado e erradicar os descrentes, varreu o norte iraquiano desde junho e também está se firmando perto de Arbil.
Embora Obama insista que os EUA não irão enviar tropas terrestres novamente ao país, os Estados Unidos desde junho já enviaram cerca de 700 soldados para proteger pessoal diplomático e instalações e para avaliar as forças e fraquezas dos militares do Iraque diante do avanço do Estado Islâmico.
Fonte: Reuters – Texto revisto

Deu a Lógica: Parceria total


Rússia dribla sanções dos EUA e Europa com aumento de compras no Brasil



Divulgação
O ministro Nikolai Fyodorov, foto, disse que importações da Rússia significam uma revolução no campo para o Brasil
Ministro da Agricultura da Rússia, Nikolai Fyodorov disse, nesta quinta-feira, que seu país tem maneiras de compensar a proibição de importação de alimentos e produtos agrícolas da União Europeia e dos EUA, imposta pelas sanções contra o país após a anexação da Crimeia, com um maior fornecimento de carne do Brasil e queijos da Nova Zelândia.
A Rússia também discute a proibição de importação com Cazaquistão e Belarus, disse o ministro em entrevista coletiva, nesta manhã. O governo russo também anunciou que vai proibir a importação de frutas, vegetais, carnes, peixes e laticínios dos Estados Unidos, União Europeia, Austrália, Canadá e Noruega.
O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Seneri Paludo da Rússia também disse à agência de notícias russa Interfax, no início desta tarde, que a situação pode representar uma “revolução” para a indústria brasileira, comparável à que a China provocou nas exportações de soja do Brasil na última década.
Na véspera, o governo russo anunciou a suspensão da importação de matérias-primas de países que decidiram sancionar o país por causa do conflito no leste da Ucrânia. Adotada para “proteger os interesses nacionais”, a medida vale por um ano.
Ainda na quarta-feira, o serviço sanitário russo ampliou de 30 para cerca de 90 o número de frigoríficos brasileiros autorizados a exportar carne bovina, suína e de frango ao país. Isso mostra a intenção do governo de substituir as importações dos países com os quais está em crise pelas brasileiras.
O Brasil também poderá aumentar as suas exportações das atuais 60 mil toneladas de frango para 210 mil em um ano, ao ocupar parte do espaço deixado pelos EUA. Ainda poderia abocanhar também parte das exportações da UE, estimadas em 40 mil toneladas.
Caso o Brasil consiga vender esse volume adicional de 150 mil toneladas, acrescentaria US$ 300 milhões de receitas à balança comercial.
Em Paris, há dois meses, o representante russo da Defesa Agropecuária, Dankert Sergey, já havia dito ao ministro da Agricultura, Neri Geller, que seu país teria uma necessidade urgente de carnes e que daria um tratamento especial ao Brasil. No caso da carne suína, os produtores poderão não responder imediatamente ao apetite russo porque demanda e produção estão ajustadas internamente.
Para a carne bovina, que tem a Rússia entre os principais importadores, a boa notícia é a abertura do mercado de miúdos. A necessidade russa poderá, aliás, provocar um aumento de preços, roubando o espaço de mercados que pagam menos, inclusive o consumidor brasileiro.
Fonte: Correio do Brasil

Brasil vai aumentar exportações para os países da União Aduaneira



Colagem Oficina da Casa - Divulgação

O Ministério da Agricultura do Brasil informou quinta-feira que o Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia, Rosselkhoznadzor, admitiu no dia 6 de agosto no mercado russo 89 fornecedores brasileiros de produtos de origem animal.


Espera-se que nos próximos dias a licença seja concedida a mais duas empresas. O documento qualifica esta decisão como “recorde” na exportação brasileira para a Federação da Rússia.
“Em resultado disso o Brasil vai aumentar substancialmente a sua exportação de carne e de laticínios para os países-membros da União Aduaneira, consolidando desta maneira a parceria internacional na agricultura e as relações de confiança e de amizade entre a Federação da Rússia e o Brasil”. Esta declaração do ministro da Agricultura do Brasil, Neri Geller, foi citada no comunicado do ministério.

A Rússia já é o maior importador de carne bovina e suína do Brasil. Em 2013 o Brasil exportou para a Federação da Rússia um total de 2,7 bilhões de dólares em produtos agrícolas. 

Fonte: A Voz da Rússia


Diplomacia

Nota do editor:
Para quem está acostumado a chegar e dar o tom da conversa em termos de mandar fazer, isto com as nações mais fracas diplomático, econômico e financeiramente falando, os USA bateram agora de frente com a civilização Oriental: A China.
Este país, a China quero dizer, como civilização, tem alguns milhares de anos à frente do que muitas outras ‘descobertas’ por portugueses e espanhóis, tudo marketing, pois muito antes estas plagas dos confins da terra (é a Bíblia quem fala), a América, já tinha sido visitada até pelo rei Salomão, tanto é que no Brasil há até um rio leva o seu nome, pois lá localizavam-se suas minas. As minas do Rei Salomão. Lembram-se?
O rio leva o nome de Rio Solimões, na Amazônia brasileira, sugerindo nome do Rei Salomão.
Mas voltando ao assunto de ‘pedir’ e isto com um cuidado diplomático para não resvalar em termos que fogem aos jargões usados nestes meios.
É de bom alvitre os USA virem mesmo com tratativas diplomáticas com a China evitando mal estar com, talvez, a civilização mais antiga do planeta juntamente com a Índia, pois até em termos idiomáticos que dá as coordenadas é o Sânscrito, idioma Hindu.

Tem mesmo é que “pedir e não ‘mandar’ como é de costume yanque”, pois não está a lidar com quem não tem poder nas mãos. Narcisi Primus .:.



EUA pedem(?) à China que autorize viagem de advogado dissidente


Os Estados Unidos pediram à China nesta quinta-feira que autorize o advogado especializado em direitos humanos Gao Zhisheng a viajar para a Califórnia para se reunir com sua família, depois de completar sua polêmica sentença de três anos de prisão.
O Departamento de Estado americano comemorou a notícia de que Gao, que defendeu algumas das pessoas mais vulneráveis da China, foi solto da prisão e pediu a Pequim que "liberte todos os presos de consciência".
"Também solicitamos às autoridades chinesas que lhe permitam deixar a China para que se reúna com sua família nos Estados Unidos, se for isso que ele escolher", disse à imprensa a porta-voz do Departamento de Estado, Marie Harf.
Mantido incomunicável desde 2009, Gao virou inimigo do governo chinês ao defender causas consideradas sensíveis, como a dos direitos dos mineiros das minas de carvão, a dos cristãos perseguidos e a dos membros da seita proibida Falungong.
A mulher de Gao, Geng He, e seus dois filhos fugiram da China em 2009, alegando temer por sua segurança, e se instalaram em São Francisco, no estado da Califórnia.
Geng disse à AFP que havia conversado com Gao por telefone e que teme que ele tenha sido torturado na prisão, já que seus dentes se encontram em um estado tão ruim que ele mal consegue mastigar.
Gao ainda não voltou para casa. Ele está na casa do sogro, na distante região oeste de Xinjiang, onde foi detido - informaram seus familiares.

Fonte: France Press – Texto revisto



Economia e Finanças


Recessão na Itália e desaceleração alemã freiam a economia da UE



A Itália voltou inesperadamente à recessão, e as encomendas às fábricas alemãs sofreram a sua maior queda desde 2011, em um momento em que as tensões políticas e a desaceleração do crescimento internacional ameaçam a recuperação da zona do euro.

Colagem Oficina da Casa
A economia da Itália recuou 0,2% no segundo trimestre, após se contrair 0,1% nos três meses anteriores. As encomendas na Alemanha recuaram 3,2% em junho em relação a maio. Ambos os relatórios foram piores do que o previsto por economistas ouvidos pela agência Bloomberg.
As cifras foram reveladas na véspera da reunião de agosto do Banco Central Europeu (BCE) sobre taxas de juros, dois meses depois de a instituição ter anunciado um pacote de medidas de estímulo sem precedentes, incluindo uma taxa negativa de depósitos e empréstimos específicos para bancos. Levará tempo para que essas políticas surtam efeito, o que deixa a economia ameaçada pela crise na Ucrânia, que vem minando a confiança de empresas e investidores.
"Os dados de hoje [ontem] são um motivo sério de preocupação e confirmam que, no melhor dos casos, a recuperação na zona do euro ainda é lenta", disse Jörg Krämer, economista-chefe do Commerzbank em Frankfurt. "Acumulam-se evidências de riscos para a perspectiva econômica do BCE."
A volta da recessão na Itália, a terceira maior economia da zona do euro, afetará os números do PIB da região no segundo trimestre. A economia do bloco monetário cresceu 0,2% nos três meses finalizados em março, e o BCE prevê expansão de 1% neste ano.
A publicação dos dados do PIB no segundo trimestre está agendada para o dia 14 deste mês, junto com números da Alemanha e da França, as maiores economias da região. A Espanha, a quarta maior economia, já informou um crescimento de 0,6% para o período, superando estimativas e chegando ao quarto trimestre consecutivo de expansão.
Embora até agora a Alemanha tenha liderado a recuperação regional, o país está sentindo os efeitos da crescente tensão política. Na semana passada, a União Europeia decidiu impor as sanções mais abrangentes já tomadas contra a Rússia, devido ao apoio de Moscou aos separatistas no leste da Ucrânia. O maior parceiro comercial da Rússia na Europa é a Alemanha.
Nesta semana, o vice-premier alemão, Sigmar Gabriel, bloqueou um acordo para que a Rheinmetall construa um centro de treinamento militar ao leste de Moscou por causa das sanções. O contrato tem um valor de mais de € 100 milhões (US$ 133 milhões) e a empresa com sede em Dusseldorf planejava construir mais instalações na Rússia.
A confiança das empresas alemãs caiu pelo terceiro mês consecutivo em julho, atingindo o nível mais baixo desde outubro, segundo o Ifo Institute, com sede em Munique. A confiança dos investidores medida pelo ZEW Center for European Economic Research, em Mannheim, declinou pelo sétimo mês consecutivo.
Outros dados divulgados ontem mostraram mais sinais de que o crescimento global poderia ser menor do que os investidores esperam. A libra caiu depois que a produção industrial do Reino Unido em junho aumentou na metade do ritmo projetado pelos economistas.
A produção subiu 0,3% em relação a maio. Outro relatório mostrou que os preços ao consumidor no Reino Unido tiveram uma baixa recorde de 1,9%, em base anualizada, em julho. No entanto, os preços dos imóveis no país cresceram no maior ritmo em quase oito anos, segundo a Halifax.
As autoridades do BCE devem anunciar hoje sua decisão mensal sobre as taxas de juros. Elas provavelmente manterão a mesma taxa de referência, no recorde negativo de 0,15%, segundo todos os 57 economistas consultados pela Bloomberg. Autoridades econômicas, incluindo Ardo Hansson, membro do Conselho do BCE, indicaram que a instituição se absterá de tomar medidas adicionais até que o impacto do último estímulo esteja claro.
Fontes: Valor Econômico com Bloomberg – Texto revisto


Moody's volta o foco para o Brasil


O analista sênior da agência de classificação de risco Moody's, Mauro Leos, esteve ontem (7) em Brasília para discutir a situação da economia brasileira com autoridades do governo e reunir informações para avaliar se a nota de crédito do pais precisa ser alterada. O economista teve encontros separados com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Marcio Holland, e com o diretor da Área Externa do Banco Central, Luiz Awazu Pereira. Ele deixou o ministério sem fazer comentários. “Não posso dizer nada”, alegou.
Em nota, a Moody's informou que a visita faz parte das avaliações periódicas sobre países e empresas que possuem títulos em circulação no mercado. O economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, não acredita em rebaixamento do Brasil, apesar do baixo crescimento econômico, da inflação elevada e da deterioração das contas públicas. “A economia tem mostrado resistência”, disse.
Já o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) José Luiz Oreiro diz ser provável que, sem recorrer a artifícios fiscais, o governo não cumpra a meta de 1,9% de superávit primário. “Logo, existem razões para as agências de risco baixarem a nota do Brasil.” Como mostrou o Correio na edição de ontem, a situação fiscal preocupa, por exemplo, a Standard & Poor’s (S&P).
Mauro Leos adiantou, porém, que a perspectiva é negativa para Argentina, que está em situação de calote da dívida externa. O país vizinho tem nota Caa1 para o governo e Caa2 para o bônus emitidos sob legislação estrangeira. Ele disse que a avaliação pode cair para Caa3 e lembrou que há rumores de que outras agências — como a S&P e a Fitch — podem aumentar a nota do México. A Moody’s já elevou a classificação do país, em janeiro, para A, dois degraus acima da Baa2, atribuída ao Brasil.
Fonte: Correio Brasiliense – Texto revisto

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