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17 de set. de 2014

BRICS - Agronegócio Brasil

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Finanças



China injeta US$81 bi em bancos para sustentar economia


BC pode estar preocupado que um esperado aperto de liquidez antes do final do trimestre possa provocar uma forte alta nas taxas de curto prazo


China: BC está injetando dinheiro em cinco bancos do país através de instrumentos de empréstimos


Xangai - O banco central da China está injetando um total de 500 bilhões de iuanes (81,35 bilhões de dólares) de liquidez nos principais bancos do país, de acordo com a mídia, um sinal de que as autoridades estão intensificando os esforços para sustentar a economia.
Wall Street Journal, citando um executivo de um banco chinês não identificado, afirmou que o BC chinês está injetando 100 bilhões de iuanes em cada um dos cinco maiores bancos da China através de instrumentos-padrão de empréstimos na forma de empréstimos de três meses.
Sede BC Chinês - Divulgação
Quando procurado pela Reuters, um porta-voz do BC afirmou: "Faremos um anúncio se tivermos qualquer notícia."
O banco central pode estar preocupado que um esperado aperto de liquidez antes do final do trimestre, bem como uma série de ofertas públicas iniciais de ações, possam provocar uma forte alta nas taxas de curto prazo, como aconteceu em junho do ano passado, quando elas saltaram para cerca de 30 por cento e afetaram os mercados globais, disseram operadores.
Analistas dizem que o volume equivale a um corte de 0,50 ponto percentual na taxa de compulsório do banco. Entretanto, um corte de compulsório teria um impacto maior e mais duradouro na economia.
Ainda assim, uma injeção de liquidez dessa escala tem o efeito de melhorar as condições de crédito e ajuda a estabilizar a economia depois de um início fraco do ano.
Alguns analistas acreditam que a ação mostraria a determinação do BC em usar medidas direcionadas, em vez de um estímulo de larga escala ou cortes de juros, para sustentar o crescimento.
A Bloomberg, que citou uma autoridade do governo não identificada, afirmou que a medida foi tomada devido a uma forte preocupação com a desaceleração econômica. Fonte: Exame - Brasil

Ucrânia responderá a possíveis restrições comerciais da Rússia





 O primeiro-ministro ucraniano, Arseni Yatsenyuk, declarou, durante uma reunião do gabinete de ministros da Ucrânia, esta quarta-feira, que a Ucrânia deve esperar restrições comerciais por parte da Rússia, portanto, o país está se preparando para tomar imediatamente as medidas correspondentes.
Divulgação
A Rússia impôs, em 7 de agosto, uma proibição por um período de um ano sobre a importação de matérias-primas, produtos agrícolas e alimentos dos Estados Unidos, União Europeia, Canadá, Austrália e Noruega. Além disso, relativamente aos bens ucranianos, a Rússia quase inteiramente limitou o fornecimento de alimentos, produtos de metalurgia e de engenharia mecânica.
"Logo que a Rússia introduzir restrições comerciais em relação à Ucrânia, impusermos imediatamente, no mesmo dia, as medidas de resposta", disse Yatsenyuk. Fonte: Rádio A Voz da Rússia





Agronegócio


PIB do agronegócio brasileiro cresce 1,9% no 1º semestre, diz Cepea



 O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro cresceu 1,9 por cento no primeiro semestre devido a um aumento da produção combinado a preços mais altos na comparação com o mesmo período do ano passado, disse nesta terça-feira o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo, apontando um desempenho bem superior ao da economia brasileira em geral.

Os cálculos do PIB do agronegócio - incluindo produção primária, insumos, logística e agroindústrias- são mais abrangentes que os feitos pelo IBGE para a agricultura, que inclui apenas a produção "dentro da porteira".

Segundo o Cepea, o agronegócio responde por 22,5 por cento das riquezas produzidas no país.
No geral, a economia brasileira entrou em recessão no primeiro semestre, com retração de 0,6 por cento no segundo trimestre sobre os três meses anteriores, com forte retração nos investimentos e na indústria e a Copa do Mundo prejudicando a atividade econômica.
Nos cálculos do Cepea, a pecuária brasileira se destacou no primeiro semestre, com crescimento de 5,52 por cento, incluindo crescimento de 16,2 por cento na pecuária de corte.
A agricultura expandiu 2,91 por cento --com destaque para uma alta de 10,45 por cento no valor da produção de soja e de 31,7 por cento no algodão.
Já as indústrias do setor avançaram apenas 0,10 por cento no semestre, disse o Cepea.
"Entre as treze indústrias analisadas pelo Cepea, sete fecharam o período em baixa", disse o centro, em nota, destacando que a perda de participação das agroindústrias dentro do PIB do agronegócio é uma tendência dos últimos dez anos.
A perda de participação da agroindústria indica que o agronegócio não tem conseguido avançar nos segmentos de maior valor agregado, em boa parte devido às dificuldades enfrentadas na exportação de produtos manufaturados, disse o Cepea.
"Nas nossas exportações predominam as matérias primas e semi processados, enquanto os processados e os produtos frescos (frutas, flores, por exemplo) enfrentam barreiras comerciais ou não atendem às exigências de qualidade e sanitárias", disse o coordenador do Cepea, professor Geraldo Barros.
Os setores de insumos e de distribuição cresceram 1,84 por cento e 1,57 por cento, respectivamente no primeiro semestre. Fonte: Agrolink


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