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BRICS
Brasil Mercado Aberto
O Mercado Esteve Ativo Durante Todo o Período, Desde a Abertura do Pregão
Para
o mercado Futuro, os números que seguem-se abaixo ilustram o comportamento dos
investidores que fizeram suas operações no dia de hoje:
Futuro*11/09/2014
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Oscilação
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Preço
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IBOVESPA
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-0,31%
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58915
|
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DÓLAR
|
0,30%
|
2309
|
|
FRC
|
-4,05%
|
0,71
|
|
DI1
|
-0,52%
|
11,51
|
|
CAFÉ
|
0,32%
|
222
|
A
|
BOI
|
-0,20%
|
128,35
|
|
ETANOL
|
0,04%
|
1160
|
|
MILHO
|
-0,22%
|
22,75
|
A
|
SOJA
|
-1,76%
|
22,3
|
|
S&P 500
|
-0,05%
|
1995
|
|
OC1
|
ND
|
ND
|
|
Pelo
Gráfico pode-se vir que apesar do comportamento baixista do Mercado Futuro a
atividade foi uma constante:
Comentário do editor:
Há
pelo menos 60 dias que o Ouro vem oscilando na BM&FBovespa, tanto para o
Mercado Futuro quanto para o Mercado a Vista e até este editor fez um
comentário a respeito de algumas teorias, mas a mais contundente foi a de que o
preço do grama do metal não chegaria a R$97,00, no pregão.
Acontece
que pela teoria de Fibonacci de que se “o preço de fechamento do dia for abaixo
do fechamento do penúltimo dia, a tendência é de baixa; se for acima, a
tendência é de alta”.
Pois
bem: além de o preço da cotação não ter atingido os R$97,00 o grama, o preço
ainda caiu.
Então
foi recomendada a compra do metal para fazer preço médio, mas ainda a
acompanhar a variação do ouro, com lupa nos olhos e nos sentidos, recomenda-se
a compra até chegar à casa dos R$97,00 e parar aí. Se subir entre vendendo para
auferir ganhos. Se cair, entre comprando para continuar a fazer preço médio.
Segue
abaixo, o Gráfico do comportamento do preço deste metal para o Mercado Futuro e,
mais abaixo o preço da cotação a vista no dia de hoje.
A Vista*11/09/2014
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Fonte: BM&FBovespa - Bolsa de Mercadorias e de Futuros de São Paulo - Brasil
Forte Acusação
USA estão envolvidos no acidente que matou Eduardo Campos, diz jornalista
De acordo com o jornalista investigativo norte-americano Wayne Madsen, especialista em inteligência e assuntos internacionais, os Estados Unidos, por meio da CIA, estariam envolvidos na queda do avião que matou Eduardo Campos no dia 13 de agosto.
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| Eduardo Campos - Divulgação |
A denúncia de Madsen foi feita na sua coluna “All Factors Point to CIA Aerially Assassinating Brazilian Presidential Candidate” (“Todos os Fatores indicam que a CIA assassinou por via aérea candidato brasileiro à Presidência”, sem tradução para o português), publicada no jornal online Strategic Culture Foundation. No texto, que lembra uma teoria da conspiração, o jornalista afirma que uma derrota de Dilma Rousseff representaria uma vitória para os planos de Barack Obama de eliminar “presidentes progressistas” da América Latina.
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| Dilma - Divulgação |
Segundo
Madsen, os EUA têm um longo histórico de participações em mortes de políticos
que ameaçam o “Império Americano”, o que tornaria a queda do Cessna ainda mais
suspeita. Veja agora os motivos levantados pelo jornalista para desconfiar da
participação da CIA no acidente:
1. Avião Cessna 560XLS
De acordo
com a coluna, os aviões modelo Cessna 560XLS apresentam um “histórico de voo
perfeitamente seguro”, tornando mais estranha a queda da aeronave de Eduardo
Campos.
O texto
ainda discute que diversas incertezas estão sendo levantadas sobre o
proprietário do avião, que teria sido comprado por
meio de empresas-fantasma. Além disso, Madsen questiona o fato de o gravador de
voz da cabine do piloto não ter funcionado – a conversa
registrada pelo aparelho e divulgada pela mídia pertencia a
um voo anterior.
O
jornalista afirma que “observadores brasileiros” acreditam que o Cessna de
Eduardo Campos era um “avião fantasma” e que a nebulosidade em torno do
proprietário da aeronave seria uma das táticas utilizadas pela CIA para
encobrir suas atividades.
2. Equipe de investigação
Madsen levanta
suspeitas sobre a equipe
norte-americana enviada ao Brasil para investigar a queda da
aeronave. Segundo ele, a National Transportation Safety Board já havia dado
motivos para desconfiança durante a investigação de dois outros acidentes (TWA
800 e American Airlines 587), quando obteve “excelência em acobertar ações criminosas”.
3. Marina Silva é um fantoche de George Soros
Nas
palavras de Madsen, Marina Silva é um “fantoche” de George Soros, um magnata
húngaro-americano que está na 27ª posição entre os mais ricos do mundo da
revista Forbes e que teria feito doações milionárias para reeleger Obama. O
jornalista ainda ressalta que Marina Silva é membro da Igreja Assembleia de
Deus, pró-Israel e muito mais favorável aos EUA do que Dilma Rousseff.
A atual
presidente, na visão de Madsen, representa uma ameaça aos EUA, que estariam
ainda mais desconfiados depois que Edward Swoden revelou que a Agência Nacional
de Segurança (NSA) estava espionando as
atividades de Dilma. Além disso, o governo americano estaria muito
irritado com a criação do
banco do BRICS.
Com a
substituição de Eduardo Campos por Marina Silva, todos sabem o que aconteceu:
as pesquisas passaram a se mostrar mais favoráveis à candidata do PSB do que à
do PT. Apesar de Dilma
aparecer à frente de Marina no primeiro turno, a situação se inverte
no segundo.
4. Marina Silva como “Terceira Via”
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| Marina Silva - Divulgação |
Conforme
Madsen alega, a apresentação de Marina Silva como uma terceira opção entre a
polarização PT e PSDB teria, na verdade, origem em uma corrente internacional
conhecida por “Terceira Via”, à qual pertenceram vários políticos financiados
justamente por George Soros. Para o jornalista, a intenção dessa corrente seria
infiltrar seus representantes e assumir o controle de partidos ligados à classe
trabalhadora. Entre os políticos mais famosos da Terceira Via, estariam Bill
Clinton, Tony Blair e Fernando Henrique Cardoso.
O
próprio Eduardo Campos faria parte dessa corrente; entretanto, segundo Madsen,
a Terceira Via não veria nenhum problema em tirá-lo de seu caminho para poder
colocar no poder Marina Silva, que seria mais popular do que Campos e atenderia
mais aos interesses de Israel e dos EUA. Fonte: Em Resumo
OTAN precisa de “imagem do inimigo” para justificar a sua existência
A
OTAN precisa de criar uma imagem negativa de Moscou para justificar a sua
existência, disse o chanceler russo, Serguei Lavrov, frisando ser esse o
objetivo da OTAN para, a qualquer custo, abalar o posicionamento político
equilibrado da Rússia. Mas esta não enlouqueceu, nem perderá a cabeça.
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| Divulgação |
Se não fosse a Crimeia e o
Sudeste da Ucrânia, o Ocidente teria inventado um outro pretexto para tentar
provocar Moscou a se envolver em um conflito, salientou o chefe da diplomacia
russa. Em declarações prestadas à agência de notícias Itar-Tass, o ministro
realçou que, desequilibrando a Rússia, o Ocidente poderá “apresentar a conta”
aos contribuintes como que dizendo: os vossos impostos se destinam a manter a
máquina militar da OTAN, que vos dá garantias de uma vida segura.
Hoje, nenhuma pessoa sensata
suspeitará a Rússia de querer agredir a Europa. Tal retórica permite à OTAN
justificar a sua existência, considera o politólogo Fiodor Voitolovsky:
“A Aliança Atlântica foi criada
para fazer frente à URSS e ao Tratado de Varsóvia, instituído por países do
bloco socialista em 1955 e dissolvido em 1991. Hoje, na ausência destes dois
adversários, a OTAN continua sendo um obstáculo político-militar para o
desenvolvimento de relações econômico-comerciais, sociais e culturais entre a
Rússia e os países-membros da Aliança.
Podemos constatar que os membros
europeus da OTAN não querem suportar as avolumadas despesas militares que lhes
são impostas pela Organização do Tratado do Atlântico Norte. Washington tem
criticado os aliados pela falta de disponibilidade de assegurar adequadamente a
sua defesa. Por isso, a retórica agressiva persegue o único objetivo de
incentivar e obrigar os países-membros europeus a intensificar a realização das
iniciativas lançadas por Washington”.
Na falta de meios para a guerra,
convém pedir mais dinheiro para a defesa. É neste contexto e nesta lógica de
raciocínio que se cria uma imagem da Rússia “inimiga” como se ela fosse um país
que ameaça a segurança da Europa, reputa o perito Timofei Borodachev:
“A Aliança já esgotou suas
potencialidades. Mas, em vez de fazer a revisão do sistema de segurança
regional, começou os preparativos para um conflito. Nos últimos anos, a OTAN
tem atuado como um bloco militar agressivo. Basta recordar os acontecimentos na
Iugoslávia ou na Líbia. A “ameaça” russa, contudo, poderia explicar o “caráter
defensivo” da OTAN”.
Ultimamente, Moscou tem sido
acusada de estar apoiando as milícias do Sudeste da Ucrânia, “intensificando”
assim o conflito armado. Há dois anos, o Ocidente havia acusado a Rússia de
defender o “tirano e ditador sírio” Bashar Assad.
Entretanto, enquanto o Ocidente
vai gastando esforços e meios na luta contra fantasmas, um autêntico inimigo
está ganhando força. Só depois de os extremistas do Estado Islâmico (EI) terem
decapitado um cidadão dos EUA, o presidente Barack Obama falou de ameaça
terrorista. Antes, todas as tentativas da Rússia de qualificar o EI como uma
organização terrorista e inclui-la nas respetivas listas da ONU esbarravam na
oposição dos EUA. Bashar Assad tinha que travar a luta contra jihadistas
e, ao mesmo tempo, suportar as acusações do Ocidente acerca dos sofrimentos
inéditos do povo sírio.
Fomentando o litígio interno na
Ucrânia, os patrocinadores ocidentais prepararam um terreno fértil para ânimos
nacionalistas. E hoje, os nacionalistas ucranianos, ao erguerem a cabeça, se
sentem mais fortes e agressivos. Pois se engana muito aquele que pensa ser
fácil desmantelar e derrubar, como se fosse por uma varinha mágica, essa
máquina ultranacionalista. Na pior das hipóteses, os extremistas irão buscar
novas aventuras, se calhar na Rússia. Mas a Rússia não os vai deixar entrar.
Nesse caso, poderão “inesperadamente” ressurgir no território da OTAN. Fonte:
Rádio A Voz da Rússia
Ingerente
O
Narigudo, aquele que se mete aonde não é chamado, Presidente do BID, realmente não aceita a criação do Banco do BRICS que já nasce muito maior do que o Banco Interamericano do Desenvolvimento, e diz que:
China precisa de “mais reformas estruturais”
O Presidente do Banco Interamericano de
Desenvolvimento (BID), Luís Alberto Moreno, defendeu hoje que a China precisa
de levar a cabo "mais reformas estruturais" para conseguir sustentar
um modelo econômico orientado para o consumo interno.
A opinião foi manifestada durante uma
conversa com um grupo de jornalistas a propósito do VIII Fórum Econômico
Mundial de Tianjin (nordeste da China), também conhecido como "Davos"
asiático, no qual, Luís Alberto Moreno participa.
O ex-ministro do Desenvolvimento
Econômico colombiano apontou que a segunda economia mundial "não pode
depender simplesmente da sua política monetária" para alterar o seu modelo
de crescimento sem levar a cabo "mais e mais reformas estruturais".
Não obstante, destacou que, segundo o
que lhe é possível constatar, "a China está muito comprometida com as
reformas", apesar de estas "precisarem de tempo para ser
eficazes".
"Contudo,
os resultados podem levar um par de anos, dependendo do tipo de reformas,
sobretudo num país do tamanho da China", afirmou.
Independentemente
disso, enfatizou que considera que a segunda economia mundial vê
"claramente" a necessidade de impulsionar a transição para abandonar
um modelo de crescimento baseado nas exportações e apostar, em troca, em
alcançar uma forte procura interna.
Enquanto
cerca de 70% do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos é proveniente do
consumo, na China circunscreve-se a 41 ou 42%, exemplificou o presidente do
BID, para sublinhar que "esse número tem que aumentar
significativamente".
O
primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, inaugurou, na quarta-feira, o fórum com
um discurso em que realça precisamente que as reformas na China não podem ser
revertidas, apesar de as palavras restantes terem sido idênticas às proferidas
em março, na Assembleia Nacional Popular ou na edição do ano passado do
"Davos".
Li Keqiang
assegurou, que graças às reformas encetadas e à inovação, a potência asiática
conseguirá alcançar o seu objetivo de crescer 7,5% em 2014, a mesma meta
preconizada pelo Governo chinês para o ano anterior. Fonte: LUSA
Participação
Área de grãos não deve crescer no Brasil, aponta Cogo
Deve permanecer estável em 56,8 milhões de hectares a área de cultivo de grãos no Brasil na temporada 2014/2015. A projeção interrompe uma sucessão de altas acumuladas em 20,8% iniciadas há cinco temporadas (no ciclo 2009/2010), com expansão de 9,7 milhões de hectares neste período.
É o que aponta relatório da Carlos Cogo Consultoria Agro econômica divulgado
nesta quarta-feira (10.09). Se acordo com o especialista, o fenômeno decorre da
expectativa de uma expansão mais moderada da área de soja, anulada pelos recuos
acentuados previstos na área de milho primeira safra, feijão, algodão e
trigo.
Conforme o consultor, entre os principais motivos para justificar a projeção de
estagnação da área de cultivo de grãos no Brasil destacam-se o expressivo recuo
dos preços globais dos grãos, com a projeção de safras recordes de soja e de
milho nos Estados Unidos em 2014/2015, a queda acumulada de 38% das cotações
futuras do milho e de 29% da soja nos últimos 12 meses, além da projeção de
safra global recorde de trigo em 2014/2015.
Também pode-se considerar os estoques mundiais de algodão em níveis recordes no
ciclo 2014/2015, equivalentes a 333 dias de consumo global, a forte baixa dos
preços domésticos do feijão em 2014, após o aumento de 22,7% da produção
brasileira, e a menor rentabilidade da soja e a baixa rentabilidade esperada
para o milho, algodão e trigo em 2015", observa.
O destaque continuará sendo a área de soja, que deverá crescer 3,8% no Brasil
na safra 2014/2015, para 31,3 milhões de hectares. No período passado, embalada
por preços globais elevados, a área de soja se expandiu em 8,8%. Mesmo assim a
produção da oleaginosa está estimada em um recorde de 93,2 milhões de
toneladas, 8,3% acima das 86,1 milhões de toneladas produzidas em 2013/2014. Já
a produtividade média da soja está estimada em 2.976 quilos por hectare, 4,3%
acima da verificada em 2013/2014, afetada pela estiagem que assolou o Paraná,
Minas Gerais, São Paulo e outros estados do Centro-Sul.
Já a produção de grãos deve confirmar a estimativa de um recorde de 200,3
milhões de toneladas no Brasil na safra 2014/2015, com um incremento de 2,5%
sobre 2013/2014. Segundo Cogo, a estimativa de expansão de cinco milhões de
toneladas na produção estimada para a próxima safra está apoiada na expectativa
de clima favorável para as principais regiões produtoras do país, com
incremento esperado de 2,5% na produtividade média dos grãos, recuperando o
patamar de 3,5 toneladas por hectare registrado na temporada 2012/2013.
"Essas projeções estão condicionadas à confirmação das expectativas de
clima favorável na temporada 2014/2015, em especial para as lavouras de verão,
que respondem por 70% da produção total esperada", explica. Cogo conclui
lembrando que a tendência climática até o momento é de condição de neutralidade
para 2015.
Agronegócio
brasileiro exportou mais ao Oriente Médio
Agronegócio
brasileiro exportou mais ao Oriente Médio
Agronegócio
brasileiro exportou mais ao Oriente Médio
As exportações da agricultura e da pecuária
brasileira para o Oriente Médio cresceram 2,7% em agosto sobre o mesmo mês do
ano passado, segundo informações divulgadas na última terça-feira (09) pelo
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Também aumentaram
as vendas do segmento para dois países árabes que estão na lista dos 20
principais destinos de produtos do agronegócio em agosto, a Arábia Saudita, que
é o primeiro entre os árabes e o sexto no ranking geral, e os Emirados Árabes
Unidos, o segundo entre os árabes e o 12º na lista toda.
O Egito é o 20º no geral e o terceiro no mercado árabe, mas as exportações para
esse mercado recuaram 49%. Para os sauditas, as exportações cresceram 57% e
para Emirados 27%. O mercado saudita fez compras de US$ 264,4 mil, os Emirados
gastaram US$ 198,7 mil e o Egito US$ 126,3 mil.
Em agosto, o agronegócio faturou US$ 768,4 mil com vendas ao Oriente Médio. A
região respondeu por 8,6% do total exportado pelo País, contra 7,4% em agosto
de 2013. O Oriente Médio inclui vários países árabes, como Emirados e Arábia
Saudita, mas também outros que não são árabes, como Israel e Irã. Ou seja, as
vendas contabilizadas pelo Mapa para a região incluem estes destinos.
O aumento das exportações para o Oriente Médio ocorreu na contramão do
movimento do mercado internacional como um todo, já que as vendas externas
brasileiras do agronegócio em geral se retraíram 12,5% sobre agosto do ano
passado. Elas somaram US$ 8,8 bilhões. Segundo o Ministério da Agricultura, os
produtos de origem vegetal foram os que mais contribuíram para a queda em
agosto, principalmente em função do recuo nas vendas do complexo
sucroalcooleiro, complexo soja, cereais, farinhas e preparações. Nas vendas
externas de produtos de origem animal, no entanto, houve aumento.
No acumulado dos oito primeiros meses do ano também caíram as exportações do
agronegócio brasileiro. O recuo foi de 2,1% sobre os mesmos meses do ano
passado e a receita obtida ficou em US$ 67,6 bilhões. Também no acumulado do
ano, o complexo sucroalcooleiro teve a maior queda e influenciou o resultado
geral. Já outros segmentos como complexo soja, carnes, e produtos florestais,
papel e celulose e madeira registraram crescimento nas vendas.
As exportações para o Oriente Médio caíram de janeiro a agosto ainda mais do
que a média geral. O recuo foi de 12% sobre iguais meses de 2013 para um
faturamento de US$ 4,6 bilhões. Também diminuíram as vendas para dois países
árabes que constam na lista dos 20 principais destinos no período, a Arábia Saudita,
para a qual o recuo foi de 15%, e os Emirados, para onde as vendas caíram 9,3%.
O Egito também faz parte da lista e aumentou as compras em 0,7%. ANBA - Agência de Notícias Brasil - Árabe –
Agrolink
Brasil: DESEMPREGO CONTINUA "UM DOS MENORES DO MUNDO"
Ministro
da Fazenda, Guido Mantega, considera normal a queda do emprego industrial; em
julho, a indústria brasileira teve redução de 0,7% no emprego em comparação com
junho; "Nós temos uma rotatividade que é normal. Em alguns momentos é um
pouco maior a saída em algum setor. Mas o que interessa é o saldo geral, que
[indica que] o emprego continua aumentando e o nosso desemprego continua sendo
um dos menores do mundo", defendeu.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega,
considera normal a queda do emprego industrial. Hoje (10) o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a indústria
brasileira teve redução de 0,7% no emprego em julho, na comparação com junho. Em
2014, o setor já acumula perda de 2,6%.
"Nós
temos uma rotatividade que é normal. Em alguns momentos é um pouco maior a
saída em algum setor. Mas o que interessa é o saldo geral, que [indica que] o
emprego continua aumentando e o nosso desemprego continua sendo um dos menores
do mundo", defendeu Mantega.
O IBGE
informou ainda que, no índice acumulado no ano, o emprego industrial acumulou
taxas negativas em treze dos quatorze locais e em quatorze dos dezoito setores
investigados. São Paulo (-3,7%) apontou o principal impacto negativo, vindo a
seguir Rio Grande do Sul (-4,0%), Paraná (-3,9%), Minas Gerais (-1,8%), Região
Nordeste (-1,3%) e Rio de Janeiro (-1,9%). O instituto destacou, porém, que
Pernambuco, com avanço de 1,1%, exerceu a única pressão positiva.
Setorialmente,
apontam os dados do IBGE, as contribuições negativas mais relevantes vieram de
produtos de metal (-6,7%), máquinas e equipamentos (-5,0%), máquinas e
aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-6,7%), calçados e couro
(-7,7%), meios de transporte (-3,7%), produtos têxteis (-5,1%), refino de
petróleo e produção de álcool (-8,3%), vestuário (-2,6%) e outros produtos da
indústria de transformação (-3,2%). Já os principais impactos positivos vieram
de alimentos e bebidas (0,5%) e produtos químicos (1,9%). Fonte:
247
Os USA Não Acreditam Plano de Guerra de Barack
Telesur correspondente nos Estados Unidos, Jorge Gestoso, informou que o país cresce a expectativa vai anunciar hoje à noite o presidente Barack Obama, como parte do anúncio de Obama para atacar o Estado Islâmico.
Obama - Povo americano não acredita no plano de Obama para atacar o Estado Islâmico. (Foto: Reuters)
Gestoso disse que “a partir do ponto da pesquisa, dois em cada três
americanos não acreditam que o presidente Obama realmente tem um plano eficaz
para combater o terrorismo.”
O
correspondente também mencionou que a questão que surge é a necessidade de
autorização do Congresso para levar a cabo uma ação militar na Síria. “Enquanto
o presidente não precisa de autoridade do Congresso para lançar ataques
militares, sim você precisa para treinar e equipar outras forças”, acrescentou,
em referência ao GESTOSO mercenários armados pelos Estados Unidos (EUA), que
incentiva a guerra Síria.
A
experiência tem ensinado que os mercenários EUA vem equipando para derrubar o
governo de Bashar Al-Assad acabou nas mãos do Exército Islâmico. “Indiretamente
foram armar esse grupo”, disse o jornalista.
Enquanto
isso o povo sírio tem esmagadoramente rejeitou o anúncio de Obama incluem a
bombardear a Síria como parte de seus ataques contra o Estado islâmico.
Fonte: IAInfo
Brasil - Infraestrutura Portuária
Portos movimentaram 32,2 milhões de toneladas de cargas em agosto
Considerando
os produtos de forma isolada, o grão de soja continua sendo o principal produto
exportado, totalizando 7,2 milhões de toneladas no período
Os Portos do Paraná fecharam o
mês de agosto com 32,2 milhões de toneladas movimentadas, no acumulado do ano.
O volume é 5% superior ao movimentado no mesmo período de 2013. A exportação de
granéis sólidos segue sendo um dos principais destaques.
Nestes
oito meses, foram 13,2 milhões de toneladas de soja, farelo de soja e milho
exportados, 6,5% a mais que em 2013. Considerando os produtos de forma isolada,
o grão de soja continua sendo o principal produto exportado, totalizando 7,2
milhões de toneladas no período. Este volume representa alta de 16% em relação
à soja exportada no mesmo período de 2013.
Já o
milho, no acumulado do ano, ainda aparece em queda em relação ao ano passado:
foram 2,1 milhões de toneladas exportadas até agora contra 2,7 milhões em 2013.
No entanto, considerando as exportações apenas no mês de agosto, foram 670 mil
toneladas exportadas, quase três vezes mais do que foi exportado em agosto do
ano passado.
“Houve um
atraso no início da movimentação do milho, causada por diferentes fatores de
mercado. Agora que já estamos finalizando as exportações da soja, os embarques
de milho devem ganhar mais força. Apesar dos sinais negativos da economia
brasileira e das dificuldades do setor industrial brasileiro, mantendo este
ritmo de movimentação, os Portos do Paraná deverão, em 2014, romper a marca de
50 milhões de toneladas movimentadas”, explica Luiz Henrique Dividino,
diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).
Caminhões
Seguindo
a alta na movimentação de grãos, o número de caminhões que chegaram ao Pátio de
Triagem do Porto de Paranaguá também cresceu. Foram cerca de 275 mil caminhões
de janeiro até agosto, acumulando alta de 2% em relação a 2013. Vale ressaltar
que o uso correto do sistema Carga Online continua garantindo a chegada
ordenada dos caminhões, com ausência de filas nas estradas e diminuição do
tempo de espera para desembarques.
Equipamentos
Paralelamente
ao escoamento da safra de grãos, já estão sendo montados no Porto de Paranaguá
dois dos quatro novos carregadores de navios que irão modernizar o Corredor de
Exportação. O primeiro equipamento tem previsão de estar montado ainda este
ano, em dezembro. O segundo, deve ficar pronto em fevereiro de 2015. Nesta
data, o berço 213 passará a operar plenamente com dois novos shiploaders.
Nesta
etapa da montagem, o berço ainda opera normalmente, com os equipamentos atuais
(que serão desmontados). O equipamento do berço 212 tem previsão de estar
pronto em abril do próximo ano. No berço 214, em junho. Desta forma, até meados
de 2015, o projeto estará concluído e o Corredor de Exportação poderá operar
com 30% a mais de velocidade. Fonte: Secretaria de Portos da Presidência
da República – Texto revisto









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