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Brasil - Mercado Aberto
O Índice
hoje, na BM&FBovespa teve um comportamento atípico ao ter uma queda de
quase 5% durante o dia, para o mercado futuro.
Na contra
mão o US$ teve uma variação positiva conforme está a indicar na tabela abaixo.
O ouro
também teve um comportamento super positivo, pois houve uma forte onda de
compra do metal.
Futuro*29/09/2014
Oscilação
|
Preço
|
||
IBOVESPA
|
-4,9445%
|
54790
|
|
DÓLAR
|
1,2172%
|
2453
|
|
FRC
|
ND
|
ND
|
|
DI1
|
3,7006%
|
12,33
|
|
CAFÉ 4/5
|
0,2198%
|
228
|
A
|
CAFÉ 6/7
|
1,8838%
|
227,15
|
|
BOI
|
0,0383%
|
130,7
|
A
|
ETANOL
|
ND
|
ND
|
|
MILHO
|
0,5104%
|
23,63
|
A
|
SOJA
|
-0,2849%
|
21
|
|
S&P 500
|
-0,5306%
|
1968,25
|
|
OC1
|
ND
|
ND
|
Cotação do ouro no mercado a vista
A Vista*29/09/2014
Oscilação
|
Preço
|
||
OURO
|
1,0638%
|
95,00
|
China - Mercado Internacional
Conselho de Estado da China decide medidas para promoção da importação
Uma reunião
ordinária do Conselho de Estado da China foi convocada nesta segunda-feira (29)
pelo premiê chinês, Li Keqiang. A reunião decidiu políticas e medidas para
reforçar a importação e promoção da abertura ao exterior.
De acordo com as
deliberações da reunião, a China vai encorajar a importação de equipamentos de
tecnologia avançada e componentes-chave e apoiar instituições financeiras a
realizarem atividades de locação financeira para importação de equipamentos.Além disso, o país
vai estabilizar a importação de recursos necessários e aumentar adequadamente a
importação de bens de consumo comuns, incluindo a carne e os produtos aquáticos.
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| Divulgação |
A
nível administrativo, a China vai promover a facilitação da administração de
importação e estabelecer uma plataforma de comércio para ampliar a importação
utilizando o modelo de e-commerce transfronteiriço, baseado no princípio de
justa competição. Fonte: O
Vermelho com Rádio Internacional da China
China Espaço Aéreo
Exército chinês responde à ameaça de aviões furtivos
O jornal chinês Global Times (Huanqiu Shibao) publicou um artigo sobre os êxitos da indústria rádio eletrônica da China no qual chamou a atenção para o radar passivo DWL-002. Assim, um sistema cuja existência já era conhecida entre especialistas, foi “notada” pela imprensa oficial. Na prática chinesa, isso pode ser uma indicação do início de sua ampla implantação no exército.
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| Divulgação |
A China e a Rússia combatem a
ameaça de aeronaves furtivas em duas direções principais. Em primeiro lugar, as
tecnologias furtivas funcionam mal contra radares ativos convencionais da faixa
VHF. Segundo alguns especialistas, radares de baixa frequência VHF produzidos
quase que durante a Segunda Guerra Mundial são capazes de detectar aeronaves
furtivas. Países ocidentais em geral abandonaram o desenvolvimento desses
radares devido a seu grande tamanho e baixa precisão.
Na Rússia e na China esses trabalhos
nunca pararam. A ameaça de aviões furtivos deu um novo impulso a
desenvolvimentos no campo de radares de baixa frequência. Nas últimas duas
décadas surgiram novos modelos. Além disso, o progresso no campo da eletrônica
e tecnologia de informação permite superar muitas das deficiências de tais
radares que anteriormente eram consideradas impossíveis de resolver.
Radares modernos da faixa VHF
usam algoritmos avançados de processamento de sinais. Eles também têm uma
grande mobilidade, embora ainda sejam sistemas bastante caros e complexos.
Estes incluem, em particular, o radar JY-27A de faixa VHF, também referido no
artigo do jornal Huanqiu Shibao. A existência deste radar era conhecida há pelo
menos alguns meses.
A segunda direção de combate
contra aeronaves furtivas são radares passivos que processam não seu próprio
sinal de rádio refletido do alvo, mas os sinais de rádio emitidos pelo próprio
alvo. Aviões de combate modernos estão integrados em sistemas complexos de
gestão e troca de informações, têm um radar potente e, portanto, geralmente são
uma fonte de radiação.
A União Soviética e alguns países
do Pacto de Varsóvia, especialmente a República Democrática Alemã e a
Tchecoslováquia, trabalharam ativamente em tais sistemas na década de 1980. Na
altura, assumia-se que em caso de guerra na Europa os Estados Unidos iriam
recorrer ativamente à criação de interferências para radares e a ataques contra
eles com mísseis anti radar. Radares passivos estão protegidos contra tais
ameaças.
No início de 2000, a China tentou
comprar um lote de radares passivos VERA na República Tcheca, mas, em 2004, o
acordo foi impedido pelos Estados Unidos. No entanto, a China provavelmente
conseguiu obter algum acesso à documentação desse sistema no processo de
preparação do negócio. Um grande sucesso esperava os chineses na Ucrânia, onde
eles conseguiram adquirir modelos do radar passivo Kolchuga e, provavelmente,
também alguma documentação de projeto. Assim, os trabalhos chineses nessa área
receberam um forte impulso e levaram ao surgimento de estações passivas YLC-20,
cuja continuação são os radares DWL-002.
Podemos então dizer que radares
passivos e radares VHF eliminam a ameaça por parte de aviões furtivos?
Dificilmente se pode livrar desta ameaça completamente. Radares especializados
permitem lidar com aviões furtivos, transferindo-os da categoria de “armas
milagrosas” para a categoria de ameaças convencionais. A sua ampla implantação
irá enfraquecer seriamente o potencial de ataque de países do Ocidente. No
entanto, com planejamento e gerenciamento minucioso, aviões de ataque e drones
furtivos ainda podem ser usados com alta eficácia. Fonte: Rádio A Voz da Rússia
EUA subestimou ações na Síria, afirma Barack Obama
Obama admitiu que USA não teria levado a sério problemas no país, o que fez Estado Islâmico prosperar
Mas Como, se o "Todo Poderoso" nunca erra!?
O presidente norte-americano Barack Obama disse que as autoridades de inteligência dos Estados Unidos “subestimaram o que vem ocorrendo na Síria” e que os vários anos de caos político no país criaram um ambiente para que o Estado Islâmico (EI) prosperasse, tanto na Síria quanto no Iraque.
“Isto se tornou um marco zero para os jihadistas de
todo mundo”, disse em entrevista ao programa 60 Minutes do canal de televisão
CBS. Para Obama, o EI foi capaz de atrair ex membros das forças armadas do
antigo governo do ditador iraquiano Saddam Hussein, o que trouxe uma estratégia
militar mais sofisticada para o grupo. Isso “deu a eles alguma capacidade
militar tradicional e não apenas uma capacidade terrorista”, afirmou o
presidente.
Obama ressaltou que os EUA e seus parceiros
internacionais, principalmente no Oriente Médio, precisam “chegar a soluções
políticas no Iraque e na Síria”. Mas, segundo ele, o plano de curto prazo é
desestabilizar o grupo, indo atrás de seu comando e eliminando o fluxo
internacional de combatentes.
Também em entrevista à CBS, o vice conselheiro de
Segurança Nacional da Casa Branca, Tony Blinken, declarou que os militares dos
EUA continuarão os ataques aéreos contra o EI, mas descartou o envio de tropas
terrestres para os conflitos. Apesar disso, o presidente da Câmara dos Estados,
John Boehner, indicou ontem que o envio de tropas militares para combate
terrestre contra o EI no Iraque ou na Síria poderá ser necessário para eliminar
a ameaça representada pelos extremistas. Ele ressaltou que “o envio de soldados
pode se tornar uma medida necessária caso a coalizão internacional não consiga
derrotar o grupo”.
Segundo uma pesquisa encomendada pela NBC News e
pelo Wall Street Journal divulgada ontem, cerca de três quartos dos eleitores
norte-americanos não acreditam na afirmação de Obama de que o país não fará uso
de tropas terrestres para combater o EI. Na opinião de 72% dos entrevistados, o
governo dos EUA eventualmente enviará militares para lutar contra o grupo
militante. Apenas 20% dos eleitores acredita que os USA não enviará militares
aos países onde o EI atua.
O resultado mostra uma substancial falta de
confiança no discurso repetido por Obama, de que os esforços militares serão
limitados a ataques aéreos. O levantamento entrevistou 1.283 eleitores
declarados entre os dias 19 e 25 de setembro. A margem de erro é de 3,15 pontos
percentuais para mais ou para menos. Fonte: Jornal do ComércioExplosão ocorre em via férrea em Odessa
Uma explosão ocorreu numa linha ferroviária em Odessa sem causar mortos nem feridos, segundo informa hoje, 29 de setembro, a direção-geral para caminhos de ferro de Odessa do Ministério do Interior da Ucrânia.
| Foto: Voz da Rússia - Divulgação |
De acordo com a polícia, a
explosão aconteceu na madrugada de segunda-feira, no distrito de Suvorovsky.
"Após termos examinado a via férrea, encontramos vestígios da explosão de
um objeto não identificado. A explosão danificou uma agulha", lê-se num
comunicado a respeito do incidente.
A direção-geral do Interior não
foi capaz de especificar o alcance da destruição, mas explicou que os
malfeitores explodiram uma via de reserva. Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Agronegócio
Brasil deverá exportar até 2,7 mi t/mês de milho até dezembro, diz Anec
O Brasil deverá embarcar entre 2
milhões e 2,7 milhões de toneladas de milho nos próximos meses até o fim do
ano, projetou nesta sexta-feira a Associação Nacional dos Exportadores de
Cereais (Anec).
O volume pode não ser suficiente para que seja cumprida a estimativa feita pelo governo federal de embarques de 21 milhões de toneladas do grão até o fim do ano comercial 2014/15, em 31 de janeiro.
Desde 1º de fevereiro desde ano, o Brasil já embarcou 7,28 milhões de toneladas de milho, segundo dados divulgados no início da semana. Para atingir os 21 milhões de toneladas, seriam necessários embarques de cerca de 3,4 milhões de toneladas entre outubro e janeiro, um ritmo semelhante ao registrado na temporada passada.
No entanto, este ano o mercado global está mais abastecido do produto, após duas colheitas em patamares recordes no Brasil e em meio a uma safra histórica nos Estados Unidos, que está sendo colhida.
Os preços do milho na bolsa de Chicago atingiram nesta sexta-feira uma mínima de cinco anos, pressionados pela safra norte-americana e pela firmeza do dólar.
O câmbio, aliás, poderia estimular e tornar mais competitiva a exportação de milho do Brasil, na avaliação da Anec.
Se a cotação do dólar ante o real, que atualmente está em cerca de 2,41 reais, fosse maior, o milho brasileiro poderia ser exportado com mais facilidade, disse à Reuters o diretor-geral da Anec, Sérgio Mendes.
"O Banco Central está interferindo (no câmbio). Se não estivesse interferindo, provavelmente estaria interessando ao produtor", disse o executivo. "Pela primeira vez em muitos anos, dois fatos combinados que não são bons, o preço e o câmbio." Fonte: Agrolink
O volume pode não ser suficiente para que seja cumprida a estimativa feita pelo governo federal de embarques de 21 milhões de toneladas do grão até o fim do ano comercial 2014/15, em 31 de janeiro.
Desde 1º de fevereiro desde ano, o Brasil já embarcou 7,28 milhões de toneladas de milho, segundo dados divulgados no início da semana. Para atingir os 21 milhões de toneladas, seriam necessários embarques de cerca de 3,4 milhões de toneladas entre outubro e janeiro, um ritmo semelhante ao registrado na temporada passada.
No entanto, este ano o mercado global está mais abastecido do produto, após duas colheitas em patamares recordes no Brasil e em meio a uma safra histórica nos Estados Unidos, que está sendo colhida.
Os preços do milho na bolsa de Chicago atingiram nesta sexta-feira uma mínima de cinco anos, pressionados pela safra norte-americana e pela firmeza do dólar.
O câmbio, aliás, poderia estimular e tornar mais competitiva a exportação de milho do Brasil, na avaliação da Anec.
Se a cotação do dólar ante o real, que atualmente está em cerca de 2,41 reais, fosse maior, o milho brasileiro poderia ser exportado com mais facilidade, disse à Reuters o diretor-geral da Anec, Sérgio Mendes.
"O Banco Central está interferindo (no câmbio). Se não estivesse interferindo, provavelmente estaria interessando ao produtor", disse o executivo. "Pela primeira vez em muitos anos, dois fatos combinados que não são bons, o preço e o câmbio." Fonte: Agrolink
China
Governo pede ação global contra uso da Internet por extremistas
A China,
acusada por grupos de defesa dos direitos humanos de restringir o acesso a
muitos sites
A China pediu por uma ação
global contra o uso da Internet por extremistas religiosos e terroristas para
levantarem recursos e se comunicarem. O ministro de Relações Exteriores da China, Wang Yi, fez o pedido durante pronunciamento na
Assembleia Geral da ONU, em Nova York.
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| Divulgação |
-
Conforme novos desdobramentos surgem na luta global contra o terrorismo, a
comunidade internacional deveria tomar novas medidas para endereçá-los – disse
Wang. “Em particular, ela deveria se concentrar no combate ao extremismo
religioso e ciber terrorismo, eliminando as raízes e bloqueando os canais de
difusão do terrorismo e extremismo”, disse ele.
Wand
acrescentou que os países deveriam “combater duramente e
efetivamente o uso da Internet e outras novas formas de comunicação
usadas por terroristas para instigar, recrutar, financiar ou planejar ataques
terroristas”.
A China,
acusada por grupos de defesa dos direitos humanos de restringir o acesso a
muitos sites, lançou sua própria campanha de “limpeza” da Internet. A ação
levou a um êxodo de usuários de plataformas parecidas com o Twitter depois que
autoridades prenderam centenas de internautas do país. Fonte CdB
Polícia de Hong Kong usa gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes
O local viveu uma situação de
caos quando manifestantes se reuniram junto às barricadas policiais que
cercavam os ativistas
A polícia de Hong Kong usou
gás lacrimogêneo para dispersar protestos pró-democracia neste domingo e
avançou contra a multidão que bloqueava uma importante via do distrito
administrativo, depois dos alertas contra manifestações ilegais.
O local
viveu uma situação de caos quando manifestantes se reuniram junto às barricadas
policiais que cercavam os ativistas. Os protestos afirmam ter lançado uma “nova
era” de desobediência civil, para pressionar a China a garantir democracia
plena para Hong Kong.
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| Divulgação |
Policiais,
com capacetes e máscaras de gás, usaram spray de pimenta e gás lacrimogêneo. Os
manifestantes fugiram, chamando os policiais de covardes.
Os manifestantes,
contudo, retornaram, e no início da noite dezenas de milhares de
pessoas ocupavam as ruas, inclusive do lado de fora de um importante shopping
center que leva ao distrito financeiro. O gás lacrimogêneo foi novamente usado
contra a multidão.
A polícia não usava gás
lacrimogêneo em Hong Kong desde os protestos durante reunião da Organização
Mundial de Comércio (OMC) em 2005.
- Vamos
lutar até o fim. Não vamos desistir – afirmou Peter Poon, um manifestante na
faixa dos 20 anos.
Leung
Chun-ying, líder de Hong Kong, prometeu agir contra o movimento conhecido como
Occupy Central with Love and Peace.
- A polícia está determinada a lidar com a situação de
acordo com a lei – disse ele.
Um
porta-voz do Escritório da China para Assuntos de Hong Kong apoiou as ações da
administração local. Fonte: Correio do Brasil - Texto revisto




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