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29 de set. de 2014

China: Exército Alerta - Outra Vez? USA Erra Cálculo - Tumulto em Odessa - Exportação de Brasil - China Manifesta

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Brasil - Mercado Aberto


O Índice hoje, na BM&FBovespa teve um comportamento atípico ao ter uma queda de quase 5% durante o dia, para o mercado futuro.
Na contra mão o US$ teve uma variação positiva conforme está a indicar na tabela abaixo.
O ouro também teve um comportamento super positivo, pois houve uma forte onda de compra do metal.

Futuro*29/09/2014

Oscilação
Preço

IBOVESPA
-4,9445%
54790

DÓLAR
1,2172%
2453

FRC
ND
ND

DI1
3,7006%
12,33

CAFÉ 4/5
0,2198%
228
A
CAFÉ 6/7
1,8838%
227,15

BOI
0,0383%
130,7
A
ETANOL
ND
ND

MILHO
0,5104%
23,63
A
SOJA
-0,2849%
21

S&P 500
-0,5306%
1968,25

OC1
ND
ND


Cotação do ouro no mercado a vista

A Vista*29/09/2014

Oscilação
Preço
OURO
1,0638%
95,00


Fonte: BM&FBovespa - São Paulo - Brasil


China - Mercado Internacional


Conselho de Estado da China decide medidas para promoção da importação


Uma reunião ordinária do Conselho de Estado da China foi convocada nesta segunda-feira (29) pelo premiê chinês, Li Keqiang. A reunião decidiu políticas e medidas para reforçar a importação e promoção da abertura ao exterior.
Divulgação
De acordo com as deliberações da reunião, a China vai encorajar a importação de equipamentos de tecnologia avançada e componentes-chave e apoiar instituições financeiras a realizarem atividades de locação financeira para importação de equipamentos.Além disso, o país vai estabilizar a importação de recursos necessários e aumentar adequadamente a importação de bens de consumo comuns, incluindo a carne e os produtos aquáticos.
A nível administrativo, a China vai promover a facilitação da administração de importação e estabelecer uma plataforma de comércio para ampliar a importação utilizando o modelo de e-commerce transfronteiriço, baseado no princípio de justa competição. Fonte: O Vermelho com Rádio Internacional da China


China  Espaço Aéreo


Exército chinês responde à ameaça de aviões furtivos


O jornal chinês Global Times (Huanqiu Shibao) publicou um artigo sobre os êxitos da indústria rádio eletrônica da China no qual chamou a atenção para o radar passivo DWL-002. Assim, um sistema cuja existência já era conhecida entre especialistas, foi “notada” pela imprensa oficial. Na prática chinesa, isso pode ser uma indicação do início de sua ampla implantação no exército.


Divulgação
A China e a Rússia combatem a ameaça de aeronaves furtivas em duas direções principais. Em primeiro lugar, as tecnologias furtivas funcionam mal contra radares ativos convencionais da faixa VHF. Segundo alguns especialistas, radares de baixa frequência VHF produzidos quase que durante a Segunda Guerra Mundial são capazes de detectar aeronaves furtivas. Países ocidentais em geral abandonaram o desenvolvimento desses radares devido a seu grande tamanho e baixa precisão.
Na Rússia e na China esses trabalhos nunca pararam. A ameaça de aviões furtivos deu um novo impulso a desenvolvimentos no campo de radares de baixa frequência. Nas últimas duas décadas surgiram novos modelos. Além disso, o progresso no campo da eletrônica e tecnologia de informação permite superar muitas das deficiências de tais radares que anteriormente eram consideradas impossíveis de resolver.
Radares modernos da faixa VHF usam algoritmos avançados de processamento de sinais. Eles também têm uma grande mobilidade, embora ainda sejam sistemas bastante caros e complexos. Estes incluem, em particular, o radar JY-27A de faixa VHF, também referido no artigo do jornal Huanqiu Shibao. A existência deste radar era conhecida há pelo menos alguns meses.
A segunda direção de combate contra aeronaves furtivas são radares passivos que processam não seu próprio sinal de rádio refletido do alvo, mas os sinais de rádio emitidos pelo próprio alvo. Aviões de combate modernos estão integrados em sistemas complexos de gestão e troca de informações, têm um radar potente e, portanto, geralmente são uma fonte de radiação.
A União Soviética e alguns países do Pacto de Varsóvia, especialmente a República Democrática Alemã e a Tchecoslováquia, trabalharam ativamente em tais sistemas na década de 1980. Na altura, assumia-se que em caso de guerra na Europa os Estados Unidos iriam recorrer ativamente à criação de interferências para radares e a ataques contra eles com mísseis anti radar. Radares passivos estão protegidos contra tais ameaças.
No início de 2000, a China tentou comprar um lote de radares passivos VERA na República Tcheca, mas, em 2004, o acordo foi impedido pelos Estados Unidos. No entanto, a China provavelmente conseguiu obter algum acesso à documentação desse sistema no processo de preparação do negócio. Um grande sucesso esperava os chineses na Ucrânia, onde eles conseguiram adquirir modelos do radar passivo Kolchuga e, provavelmente, também alguma documentação de projeto. Assim, os trabalhos chineses nessa área receberam um forte impulso e levaram ao surgimento de estações passivas YLC-20, cuja continuação são os radares DWL-002.
Podemos então dizer que radares passivos e radares VHF eliminam a ameaça por parte de aviões furtivos? Dificilmente se pode livrar desta ameaça completamente. Radares especializados permitem lidar com aviões furtivos, transferindo-os da categoria de “armas milagrosas” para a categoria de ameaças convencionais. A sua ampla implantação irá enfraquecer seriamente o potencial de ataque de países do Ocidente. No entanto, com planejamento e gerenciamento minucioso, aviões de ataque e drones furtivos ainda podem ser usados com alta eficácia. Fonte: Rádio A Voz da Rússia




EUA subestimou ações na Síria, afirma Barack Obama


Obama admitiu que USA não teria levado a sério problemas no país, o que fez Estado Islâmico prosperar


Mas Como, se o "Todo Poderoso" nunca erra!?

O presidente norte-americano Barack Obama disse que as autoridades de inteligência dos Estados Unidos “subestimaram o que vem ocorrendo na Síria” e que os vários anos de caos político no país criaram um ambiente para que o Estado Islâmico (EI) prosperasse, tanto na Síria quanto no Iraque. 


“Isto se tornou um marco zero para os jihadistas de todo mundo”, disse em entrevista ao programa 60 Minutes do canal de televisão CBS. Para Obama, o EI foi capaz de atrair ex membros das forças armadas do antigo governo do ditador iraquiano Saddam Hussein, o que trouxe uma estratégia militar mais sofisticada para o grupo. Isso “deu a eles alguma capacidade militar tradicional e não apenas uma capacidade terrorista”, afirmou o presidente.
Obama ressaltou que os EUA e seus parceiros internacionais, principalmente no Oriente Médio, precisam “chegar a soluções políticas no Iraque e na Síria”. Mas, segundo ele, o plano de curto prazo é desestabilizar o grupo, indo atrás de seu comando e eliminando o fluxo internacional de combatentes. 
Também em entrevista à CBS, o vice conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Tony Blinken, declarou que os militares dos EUA continuarão os ataques aéreos contra o EI, mas descartou o envio de tropas terrestres para os conflitos. Apesar disso, o presidente da Câmara dos Estados, John Boehner, indicou ontem que o envio de tropas militares para combate terrestre contra o EI no Iraque ou na Síria poderá ser necessário para eliminar a ameaça representada pelos extremistas. Ele ressaltou que “o envio de soldados pode se tornar uma medida necessária caso a coalizão internacional não consiga derrotar o grupo”.
Segundo uma pesquisa encomendada pela NBC News e pelo Wall Street Journal divulgada ontem, cerca de três quartos dos eleitores norte-americanos não acreditam na afirmação de Obama de que o país não fará uso de tropas terrestres para combater o EI. Na opinião de 72% dos entrevistados, o governo dos EUA eventualmente enviará militares para lutar contra o grupo militante. Apenas 20% dos eleitores acredita que os USA não enviará militares aos países onde o EI atua. 
O resultado mostra uma substancial falta de confiança no discurso repetido por Obama, de que os esforços militares serão limitados a ataques aéreos. O levantamento entrevistou 1.283 eleitores declarados entre os dias 19 e 25 de setembro. A margem de erro é de 3,15 pontos percentuais para mais ou para menos. Fonte: Jornal do Comércio



Explosão ocorre em via férrea em Odessa



Uma explosão ocorreu numa linha ferroviária em Odessa sem causar mortos nem feridos, segundo informa hoje, 29 de setembro, a direção-geral para caminhos de ferro de Odessa do Ministério do Interior da Ucrânia.

Foto:  Voz da Rússia - Divulgação
De acordo com a polícia, a explosão aconteceu na madrugada de segunda-feira, no distrito de Suvorovsky. "Após termos examinado a via férrea, encontramos vestígios da explosão de um objeto não identificado. A explosão danificou uma agulha", lê-se num comunicado a respeito do incidente.
A direção-geral do Interior não foi capaz de especificar o alcance da destruição, mas explicou que os malfeitores explodiram uma via de reserva. Fonte: Rádio A Voz da Rússia



Agronegócio


Brasil deverá exportar até 2,7 mi t/mês de milho até dezembro, diz Anec


O Brasil deverá embarcar entre 2 milhões e 2,7 milhões de toneladas de milho nos próximos meses até o fim do ano, projetou nesta sexta-feira a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).
O volume pode não ser suficiente para que seja cumprida a estimativa feita pelo governo federal de embarques de 21 milhões de toneladas do grão até o fim do ano comercial 2014/15, em 31 de janeiro.
Desde 1º de fevereiro desde ano, o Brasil já embarcou 7,28 milhões de toneladas de milho, segundo dados divulgados no início da semana. Para atingir os 21 milhões de toneladas, seriam necessários embarques de cerca de 3,4 milhões de toneladas entre outubro e janeiro, um ritmo semelhante ao registrado na temporada passada.
No entanto, este ano o mercado global está mais abastecido do produto, após duas colheitas em patamares recordes no Brasil e em meio a uma safra histórica nos Estados Unidos, que está sendo colhida.
Os preços do milho na bolsa de Chicago atingiram nesta sexta-feira uma mínima de cinco anos, pressionados pela safra norte-americana e pela firmeza do dólar.
O câmbio, aliás, poderia estimular e tornar mais competitiva a exportação de milho do Brasil, na avaliação da Anec.
Se a cotação do dólar ante o real, que atualmente está em cerca de 2,41 reais, fosse maior, o milho brasileiro poderia ser exportado com mais facilidade, disse à Reuters o diretor-geral da Anec, Sérgio Mendes.
"O Banco Central está interferindo (no câmbio). Se não estivesse interferindo, provavelmente estaria interessando ao produtor", disse o executivo. "Pela primeira vez em muitos anos, dois fatos combinados que não são bons, o preço e o câmbio." Fonte: Agrolink





China


Governo pede ação global contra uso da Internet por extremistas


China, acusada por grupos de defesa dos direitos humanos de restringir o acesso a muitos sites

China pediu por uma ação global contra o uso da Internet por extremistas religiosos e terroristas para levantarem recursos e se comunicarem. O ministro de Relações Exteriores da China, Wang Yi, fez o pedido durante pronunciamento na Assembleia Geral da ONU, em Nova York.


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- Conforme novos desdobramentos surgem na luta global contra o terrorismo, a comunidade internacional deveria tomar novas medidas para endereçá-los – disse Wang. “Em particular, ela deveria se concentrar no combate ao extremismo religioso e ciber terrorismo, eliminando as raízes e bloqueando os canais de difusão do terrorismo e extremismo”, disse ele.
Wand acrescentou que os países deveriam “combater duramente e efetivamente o uso da Internet e outras novas formas de comunicação usadas por terroristas para instigar, recrutar, financiar ou planejar ataques terroristas”.
A China, acusada por grupos de defesa dos direitos humanos de restringir o acesso a muitos sites, lançou sua própria campanha de “limpeza” da Internet. A ação levou a um êxodo de usuários de plataformas parecidas com o Twitter depois que autoridades prenderam centenas de internautas do país. Fonte CdB



Polícia de Hong Kong usa gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes



O local viveu uma situação de caos quando manifestantes se reuniram junto às barricadas policiais que cercavam os ativistas

polícia de Hong Kong usou gás lacrimogêneo para dispersar protestos pró-democracia neste domingo e avançou contra a multidão que bloqueava uma importante via do distrito administrativo, depois dos alertas contra manifestações ilegais.
Divulgação
O local viveu uma situação de caos quando manifestantes se reuniram junto às barricadas policiais que cercavam os ativistas. Os protestos afirmam ter lançado uma “nova era” de desobediência civil, para pressionar a China a garantir democracia plena para Hong Kong.
Policiais, com capacetes e máscaras de gás, usaram spray de pimenta e gás lacrimogêneo. Os manifestantes fugiram, chamando os policiais de covardes.
Os manifestantes, contudo, retornaram, e no início da noite dezenas de milhares de pessoas ocupavam as ruas, inclusive do lado de fora de um importante shopping center que leva ao distrito financeiro. O gás lacrimogêneo foi novamente usado contra a multidão.
polícia não usava gás lacrimogêneo em Hong Kong desde os protestos durante reunião da Organização Mundial de Comércio (OMC) em 2005.
- Vamos lutar até o fim. Não vamos desistir – afirmou Peter Poon, um manifestante na faixa dos 20 anos.
Leung Chun-ying, líder de Hong Kong, prometeu agir contra o movimento conhecido como Occupy Central with Love and Peace.
- A polícia está determinada a lidar com a situação de acordo com a lei – disse ele.
Um porta-voz do Escritório da China para Assuntos de Hong Kong apoiou as ações da administração local. Fonte: Correio do Brasil - Texto revisto

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