# Compartilhe - Siga
Tecnologia Espacial
Índia começa a investigar Marte
![]() |
| Divulgação |
A sonda espacial indiana Mangalyaan deverá atingir, a órbita de Marte. O evento marcante será acompanhado pelo premiê, Narendra Modi.
Ao que apurou a imprensa indiana, em 24 de setembro, o chefe de
governo se deslocou até o Centro de Comando de Voos da Organização de Pesquisas
Espaciais da Índia (ISRO).
![]() |
| Foto: Nasa - Solo de Marte - detalhe |
No caso de sucesso da Missão Orbital
de Marte (Mars Orbiter Mission), a Índia será o primeiro país que colocará, já
na primeira tentativa, em órbita marciana um engenho espacial, constata o
membro-correspondente da Academia de Cosmonáutica, Andrei Ionin:
“Será um enorme êxito para a Índia
que está realizando um projeto de grande porte. O país seguindo exemplo de
outros Estados, procura aumentar seu peso no processo tecnológico mundial,
atribuindo uma especial importância ao setor espacial visto como uma
característica de um país avançado”.
Importa notar que antes a Índia não
efetuava programas de voos interplanetários. Em escala mundial, mais de 50% de
voos com destino a Marte foram mal sucedidos, incluindo uma missão chinesa, em
2011, e uma nipônica, em 2003. Apenas os EUA, a Rússia e a Agência Espacial
Europeia lograram seus objetivos nessa área.
As grandes dificuldades relacionadas
com pesquisas espaciais têm implicado a via de cooperação em vez de
concorrência. O mais elucidativo exemplo disso é a Estação Espacial
Internacional (EEI). Todavia, segundo demonstram os acontecimentos mais
recentes, a colaboração frutífera entre cientistas e engenheiros de vários
países, pode ser ensombrada por decisões políticas, ressalta Andrei Ionin:
“Nos últimos seis meses tem vindo a
crescer um distanciamento das partes interessadas devido a sanções na vertente
tecnológica, introduzidas contra a Rússia pelo Ocidente. Claro que tais sanções
podem vir a ser aplicadas a outros países, cuja linha política não agradar aos
EUA. As atuais sanções antirrussas podem se prolongar por muito tempo, virando,
na pior das hipóteses, um processo irreversível. Por isso, a Rússia está
definindo um círculo de eventuais parceiros na área espacial, sobretudo, no
âmbito do BRICS, incluindo a Índia. Acho que o próximo projeto internacional,
que se vai seguir ao da EEI, será realizado nos marcos dessa organização”.
A sonda indiana Mangalyaan fora
lançada rumo a Marte em 5 de novembro de 2013 a partir do cosmódromo
Sriharikota no estado de Andhra Pradesh. Nos últimos 10 meses, o engenho
espacial percorreu a distância de 680 milhões km, devendo procurar sinais de
metano que pressupõem a existência de uma vida biológica. Fonte: Rádio A
Voz da Rússia
Senadores democratas temem que Obama arraste EUA para guerra no Iraque
O
senador norte-americano Chris Van Hollen declarou que os democratas temem que
as ações de Barack Obama "arrastem" o país a uma nova guerra no
Iraque, informa o The Hill.
"Em primeiro lugar, queremos
ter a certeza de que os esforços do presidente na luta contra os extremistas
não provocarão a repetição da guerra do Iraque", disse ele.
Hollen também observou que
gostaria que a decisão sobre o uso da força militar, aprovada pelo Congresso
após 11 de setembro, fosse revisada. Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Último líder soviético, Gorbachev critica EUA por "provocar rixas na Europa"
O último dirigente da União Soviética, Mikhail Gorbachev, criticou os
Estados Unidos e seu presidente, Barack Obama, por identificar a Rússia como
uma das principais ameaças para a segurança mundial e "provocar rixas na
Europa" a fim de impulsionar sua própria supremacia.
"O principal vírus (no mundo) é a América (EUA) e suas pretensões de
liderança. (O discurso dos EUA) não é diálogo político, mas bronca. Seu
objetivo é causar dano, provocar, e o mais importante, não deixar que acabem as
rixas na Europa", disse Gorbachev nesta sexta-feira à emissora de rádio
"Serviço Russo de Notícias".
O homem que mais contribuiu para o final da Guerra Fria, junto com o
então presidente americano, Ronald Reagan, respondeu assim ao discurso de Obama
na Assembleia Geral da ONU, na qual o presidente dos Estados Unidos identificou
a Rússia, o ebola e o extremismo islâmico como as principais ameaças para o
mundo.
"O que acontece é que têm pretensão ao monopólio. Ucrânia e outros
assuntos são apenas pretextos", comentou Gorbachev, que esteve à frente da
URSS desde 1985 até seu desaparecimento no final de 1991.
Por outro lado e apesar da atual tensão nas relações entre Rússia e
Ocidente, sem precedentes desde a queda da URSS, Gorbachev não acredita que o
mundo se encontre à beira de uma nova Guerra Fria.
"Não há Guerra Fria ainda, mas se percebem seus indícios. Não precisamos
de uma Guerra Fria, é algo que dura décadas. Estou a favor da normalização da
situação", declarou, lembrando que durante sua etapa à frente da União
Soviética foi difícil mudar o rumo das relações com os EUA.
"Também foi difícil para nossos cidadãos, que pensavam que não
encontraríamos pontos em comum com eles. Mas os Estados Unidos são um grande
país e devemos ter boas relações", ressaltou Gorbachev.
Apesar de suas reiteradas críticas ao presidente russo, Vladimir Putin, e
à política do Kremlin durante os últimos anos, Gorbachev apoiou desde o
princípio a reunificação da Crimeia com a Rússia e a postura adotada em relação
ao conflito na Ucrânia pelas autoridades do país.
"Não podemos perder a cabeça. Somos uma nação forte, temos em que
nos apoiar", concluiu o último secretário-geral do Partido Comunista
soviético. Fonte: EFE
EI na Ativa
Estado Islâmico executa ativista iraquiana de direitos humanos
![]() |
| Divulgação |
No Iraque,
militantes do Estado Islâmico executaram publicamente a ativista local de
direitos humanos Samira Saleh al-Nuaimi, acusada de apostasia, relata a
Associated Press. Segundo os militantes, ela enviava mensagens através de sua
conta no Face book, criticando as ações dos islamitas, em particular, a
destruição de locais religiosos.
A ativista iraquiana de direitos
humanos foi sequestrada em sua casa, em 17 de setembro, após a publicação no
Face book de críticas contra as ações dos extremistas do Estado Islâmico.
De acordo com a missão da ONU no
Iraque, Samira Salih al-Nuaimi foi torturada durante cinco dias, após o que um
tribunal autoproclamado condenou a ativista à execução pública.
Fonte: Rádio A Voz da Rússia – Texto revisto
Fonte: Rádio A Voz da Rússia – Texto revisto



Nenhum comentário:
Postar um comentário