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26 de set. de 2014

EI - Estado Islâmico Em Ação

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Tecnologia Espacial



Índia começa a investigar Marte





Divulgação

A sonda espacial indiana Mangalyaan deverá atingir, a órbita de Marte. O evento marcante será acompanhado pelo premiê, Narendra Modi.


Ao que apurou a imprensa indiana, em 24 de setembro, o chefe de governo se deslocou até o Centro de Comando de Voos da Organização de Pesquisas Espaciais da Índia (ISRO).
Foto: Nasa - Solo de Marte - detalhe

No caso de sucesso da Missão Orbital de Marte (Mars Orbiter Mission), a Índia será o primeiro país que colocará, já na primeira tentativa, em órbita marciana um engenho espacial, constata o membro-correspondente da Academia de Cosmonáutica, Andrei Ionin:
“Será um enorme êxito para a Índia que está realizando um projeto de grande porte. O país seguindo exemplo de outros Estados, procura aumentar seu peso no processo tecnológico mundial, atribuindo uma especial importância ao setor espacial visto como uma característica de um país avançado”.
Importa notar que antes a Índia não efetuava programas de voos interplanetários. Em escala mundial, mais de 50% de voos com destino a Marte foram mal sucedidos, incluindo uma missão chinesa, em 2011, e uma nipônica, em 2003. Apenas os EUA, a Rússia e a Agência Espacial Europeia lograram seus objetivos nessa área.
As grandes dificuldades relacionadas com pesquisas espaciais têm implicado a via de cooperação em vez de concorrência. O mais elucidativo exemplo disso é a Estação Espacial Internacional (EEI). Todavia, segundo demonstram os acontecimentos mais recentes, a colaboração frutífera entre cientistas e engenheiros de vários países, pode ser ensombrada por decisões políticas, ressalta Andrei Ionin:
“Nos últimos seis meses tem vindo a crescer um distanciamento das partes interessadas devido a sanções na vertente tecnológica, introduzidas contra a Rússia pelo Ocidente. Claro que tais sanções podem vir a ser aplicadas a outros países, cuja linha política não agradar aos EUA. As atuais sanções antirrussas podem se prolongar por muito tempo, virando, na pior das hipóteses, um processo irreversível. Por isso, a Rússia está definindo um círculo de eventuais parceiros na área espacial, sobretudo, no âmbito do BRICS, incluindo a Índia. Acho que o próximo projeto internacional, que se vai seguir ao da EEI, será realizado nos marcos dessa organização”.
A sonda indiana Mangalyaan fora lançada rumo a Marte em 5 de novembro de 2013 a partir do cosmódromo Sriharikota no estado de Andhra Pradesh. Nos últimos 10 meses, o engenho espacial percorreu a distância de 680 milhões km, devendo procurar sinais de metano que pressupõem a existência de uma vida biológica. Fonte: Rádio A Voz da Rússia




Senadores democratas temem que Obama arraste EUA para guerra no Iraque


O senador norte-americano Chris Van Hollen declarou que os democratas temem que as ações de Barack Obama "arrastem" o país a uma nova guerra no Iraque, informa o The Hill.
"Em primeiro lugar, queremos ter a certeza de que os esforços do presidente na luta contra os extremistas não provocarão a repetição da guerra do Iraque", disse ele.
Hollen também observou que gostaria que a decisão sobre o uso da força militar, aprovada pelo Congresso após 11 de setembro, fosse revisada. Fonte: Rádio A Voz da Rússia



Último líder soviético, Gorbachev critica EUA por "provocar rixas na Europa"


O último dirigente da União Soviética, Mikhail Gorbachev, criticou os Estados Unidos e seu presidente, Barack Obama, por identificar a Rússia como uma das principais ameaças para a segurança mundial e "provocar rixas na Europa" a fim de impulsionar sua própria supremacia.

"O principal vírus (no mundo) é a América (EUA) e suas pretensões de liderança. (O discurso dos EUA) não é diálogo político, mas bronca. Seu objetivo é causar dano, provocar, e o mais importante, não deixar que acabem as rixas na Europa", disse Gorbachev nesta sexta-feira à emissora de rádio "Serviço Russo de Notícias".
O homem que mais contribuiu para o final da Guerra Fria, junto com o então presidente americano, Ronald Reagan, respondeu assim ao discurso de Obama na Assembleia Geral da ONU, na qual o presidente dos Estados Unidos identificou a Rússia, o ebola e o extremismo islâmico como as principais ameaças para o mundo.
"O que acontece é que têm pretensão ao monopólio. Ucrânia e outros assuntos são apenas pretextos", comentou Gorbachev, que esteve à frente da URSS desde 1985 até seu desaparecimento no final de 1991.
Por outro lado e apesar da atual tensão nas relações entre Rússia e Ocidente, sem precedentes desde a queda da URSS, Gorbachev não acredita que o mundo se encontre à beira de uma nova Guerra Fria.
"Não há Guerra Fria ainda, mas se percebem seus indícios. Não precisamos de uma Guerra Fria, é algo que dura décadas. Estou a favor da normalização da situação", declarou, lembrando que durante sua etapa à frente da União Soviética foi difícil mudar o rumo das relações com os EUA.
"Também foi difícil para nossos cidadãos, que pensavam que não encontraríamos pontos em comum com eles. Mas os Estados Unidos são um grande país e devemos ter boas relações", ressaltou Gorbachev.
Apesar de suas reiteradas críticas ao presidente russo, Vladimir Putin, e à política do Kremlin durante os últimos anos, Gorbachev apoiou desde o princípio a reunificação da Crimeia com a Rússia e a postura adotada em relação ao conflito na Ucrânia pelas autoridades do país.
"Não podemos perder a cabeça. Somos uma nação forte, temos em que nos apoiar", concluiu o último secretário-geral do Partido Comunista soviético. Fonte: EFE


EI na Ativa

Estado Islâmico executa ativista iraquiana de direitos humanos




Divulgação
No Iraque, militantes do Estado Islâmico executaram publicamente a ativista local de direitos humanos Samira Saleh al-Nuaimi, acusada de apostasia, relata a Associated Press. Segundo os militantes, ela enviava mensagens através de sua conta no Face book, criticando as ações dos islamitas, em particular, a destruição de locais religiosos.
A ativista iraquiana de direitos humanos foi sequestrada em sua casa, em 17 de setembro, após a publicação no Face book de críticas contra as ações dos extremistas do Estado Islâmico.
De acordo com a missão da ONU no Iraque, Samira Salih al-Nuaimi foi torturada durante cinco dias, após o que um tribunal autoproclamado condenou a ativista à execução pública.
Fonte: Rádio A Voz da Rússia – Texto revisto









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