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Brasil – Mercado Aberto
O pregão da BM&FBovespa oscilou ao longo do dia de hoje
tendo em vista a forte especulação nas bolsas de valores europeias e também na
bolsa de Nova Iorque que ficou em compasso de espera a sondar especulações
sobre o FED e suas consequências na forte especulação do dia.
A Dow Jones divulgou nota na imprensa sobre a negociação com
os Bônus do Tesouro dos USA, papel ‘micado', a substituir o ouro.
Este editor comtempla os leitores do Blog BRICS a dizer que,
tendo em vista a nota veiculada, orienta entrar comprando o metal,
principalmente na praça do Brasil, por ser negociado em R$(Real), moeda com
mais lastro do que o US$.
Veja o gráfico do comportamento do pregão na BM&FBovespa:
O Ouro e suas variações:
Futuro*10/09/2014
| Oscilação | Preço | ||
| IBOVESPA | -1,0456% | 58675 | |
| DÓLAR | 0,2393% | 2303,5 | |
| FRC | -2,5641% | 0,76 | |
| DI1 | 0,2593% | 11,6 | |
| CAFÉ | 0,9682% | 219 | A |
| BOI | -0,0466% | 128,61 | |
| ETANOL | 0,0431% | 1160 | A |
| MILHO | 0,0435% | 23 | A |
| SOJA | 0,0000% | 22,7 | |
| S&P 500 | 0,2890% | 1995,25 | |
| OC1 | ND | ND | |
Ouro: Cotação a vista
A Vista*10/09/2014
| Oscilação: | Preço: | ||
| OURO | 0,3802% | 92,15 | |
Atenção!
A respeito desta
nota publicada há pouco na imprensa temos a comentar o seguinte: ao invés de
comprar papel do Tesouro dos USA, faça um negócio muito melhor: compre ouro.
Ouro recua em NY com expectativa de alta de juro nos EUA
O contrato de ouro para dezembro negociado na Comex caiu US$ 5,80 (0,5%)
e fechou a US$ 1.248,50 por onça-troy, o nível mais baixo desde 4 de junho
Ouro:
metal terá dificuldades para concorrer com Treasuries quando juros nos EUA
forem elevados.
*Esta é a opinião de quem deve ter papéis do tesouro dos USA, para vender, mas não reflete a tendência e nem a opinião do mercado.
*Esta é a opinião de quem deve ter papéis do tesouro dos USA, para vender, mas não reflete a tendência e nem a opinião do mercado.
São Paulo
- O ouro fechou
em queda pela segunda sessão consecutiva nesta terça-feira, 9, em meio a expectativas
de que o Federal
Reserve possa apertar a política monetária mais cedo do que
o esperado.
O contrato de ouro para dezembro negociado na Comex caiu US$
5,80 (0,5%) e fechou a US$ 1.248,50 por onça-troy, o nível mais baixo desde 4
de junho.
A prata para dezembro recuou US$ 0,04, para US$ 18,84 por
onça-troy.
Um estudo publicado ontem pelo FED de San Francisco sugeriu
que os investidores, mais do que os integrantes do Comitê Federal de Mercado
Aberto (Fomc), esperam que o banco central dos EUA mantenha a política
acomodatícia.
A interpretação do estudo é de que o FED pode acabar elevando
as taxas básicas de juros antes do esperado pela maior parte do mercado.
O ouro terá dificuldades para concorrer com os Treasuries
quando os juros nos EUA forem elevados, já que os retornos oferecidos pelos
títulos de dívida norte-americanos aumentarão.
Além disso, os contratos de ouro são denominados em dólar e
se tornam mais caros para portadores de outras moedas quando a divisa dos EUA
se valoriza, como vem acontecendo nas últimas sessões.
Com informações da Dow Jones Newswires.
Manobras
Navios da flotilha do Cáspio começaram manobras
Um grupo de navios da flotilha do Cáspio, bem como aviões de combate da aviação marítima da Frota do Mar Negro (FMN) e da FA da Região Militar do Sul (RMS) saíram hoje para o mar a fim de realizarem manobras táticas com o emprego de todos os tipos de armamento naval em condições de resistência ativa do adversário convencional, informou o serviço de imprensa da RMS.
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| Divulgação |
No total, nas manobras participam
cerca de 15 navios de combate e barcos de apoio, mais de 50 unidades de
equipamento militar e cerca de mil militares da flotilha do Cáspio.
“No dia 10 de setembro, um grupo
de navios da flotilha do Cáspio, constituído pelo navio lança-mísseis Dagestan,
os pequenos navios lança-mísseis Grad Sviyazhsk e Uglich, a lança-mísseis
Stupenets e arrastões com forças de manutenção, começa manobras táticas nas
regiões do norte e centro do mar Cáspio. A aviação naval da FMN e a aviação de
assalto da FA da RMS, constituídas por dois Su-25SM e pelo avião Be-12,
representarão as ações do adversário convencional”, lê-se no comunicado. Fonte:
Rádio A Voz da Rússia
Germânia Insiste
Merkel defende aumento de sanções contra Rússia
A
chanceler da Alemanha, Ângela Merkel, declarou, hoje, que defende o novo pacote
de sanções da UE contra a Rússia, informa a AP.
“Defendemos a imposição dessas sanções
e espero que, dentro em breve, seja tomada a respectiva decisão”, declarou
Merkel no parlamento alemão.
Ela reconheceu que a situação no
leste da Ucrânia melhorou, mas “não há clareza suficiente” sobre o posterior
cumprimento dos parágrafos do plano de normalização da situação. Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Armas Controle
EUA e Rússia discutirão pacto de controle de armas nucleares
Representantes dos Estados Unidos se reunirão nesta quinta-feira em Moscou com autoridades russas para discutir acusações mutuas de violações do tratado de redução de armas nucleares assinado em 1987.
"Uma delegação americana,
liderada pela vice-secretária de Estado Rose Gottemoeller, se reunirá em Moscou
para discutir sobre o tratado", disse a porta-voz do departamento de
Estado Marie Harf.
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| Divulgação |
Os Estados Unidos acusam a Rússia de
violar o pacto com o desenvolvimento de um novo míssil a partir de 2008,
enquanto a Rússia denuncia o sistema de defesa antimísseis na Europa promovido
por Washington.
"Faremos todos os esforços
necessários para responder às preocupações sobre este tratado por parte da
Rússia e garantir sua viabilidade", disse Harf.
"Uma parte importante das
negociações envolverá nossas questões e os objetivos da Rússia para cumprir com
suas obrigações".
O pacto, firmado entre Estados Unidos
e a antiga União Soviética em 1987, entrou em vigor no dia 1º de junho de 1988,
antes de se tornar um tratado multilateral após o fim da URSS.
O Tratado de Armas Nucleares de Médio
e Curto Alcance (INF, na sigla em inglês) obriga os dois Estados "a
destruir, no prazo de três anos após a entrada em vigor, os mísseis balísticos
e de cruzeiro lançados de terra com alcance de entre 500 e 1000 km, e todos os
mísseis com alcance entre 1000 e 5.500 km". Fonte: France Press
Ecologia
Porto Monitora Animais Marinhos Na Baía de Paranaguá
O biólogo Fernando A. S. Hardt está em campo nesta semana observando a presença e o comportamento dos golfinhos e tartarugas na baía de Paranaguá.
Especializado em biologia marinha e
doutor em Engenharia Ambiental, Hardt é consultor da Administração dos Portos
de Paranaguá e Antonina (Appa), no Programa de Monitoramento da Biota Aquática,
do Plano de Controle Ambiental.
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| Divulgação |
Esta é a quinta campanha de
monitoramento de cetáceos e quelônios (golfinhos e tartarugas) realizada pela
equipe de Meio Ambiente da Appa. Segundo o especialista, apesar de ainda ser
cedo para ter dados consolidados sobre a quantidade desses animais, já dá para
se ter ideia de que eles estão presentes em grande número e em áreas bem
próximas aos portos.
“O que a gente verificou ao longo
dessas cinco campanhas é que os animais – em especial o boto cinza, única
espécie de golfinho avistada até o momento – têm utilizado a área do porto
frequentemente. Nesta área os animais foram observados em atividade de pesca:
quando eles encurralam os peixes contra os cascos dos navios para facilitar a
captura”, conta o pesquisador.
O monitoramento abrange toda a baía
de Paranaguá – desde as proximidades da Ilha da Galheta até o Porto de
Antonina. Nessa área, segundo Hardt, foram observados golfinhos em vários
pontos de concentração. “O Porto é uma dessas áreas de concentração, mas a
gente também os observa perto do baixio da Ilha do Mel, perto da Ilha das
Cobras, na ponta do Teixeira e na frente da Baía de Antonina, por exemplo. Eles
utilizam a baía de uma forma bem espalhada. Encontramos inclusive na parte
interna do canal da Ilha da Cotinga, que também monitoramos”, revela.
Identificação – O método utilizado
pelo biólogo para estudar os animais é a foto identificação, através das marcas
naturais que os golfinhos adquirem ao longo do tempo. Hardt explica que esses
mamíferos, ao longo do tempo, têm contato físico entre eles, inclusive com
mordidas que geram marcas naturais, principalmente na nadadeira dorsal – que é
a porção do corpo que se pode observar quando eles sobem à superfície para respirar.
“Nesse momento, a gente tira várias
fotos e consegue observar essas marcas naturais. E, comparando as fotografias,
a gente consegue observar que as marcas funcionam como uma impressão digital de
cada um deles. Ao longo do tempo, conseguimos gerar mapas individuais,
verificar se os indivíduos identificados têm preferência por alguma área,
identificar fêmeas com filhotes – até o momento identificamos cinco prováveis
fêmeas – e demais informações importantes em nível biológico”, relata.
Em cinco campanhas, o pesquisador já
conseguiu identificar 49 golfinhos na região. Porém, ele acredita que esse é um
número mínimo de golfinhos que utilizam a área. “Esse número certamente é
maior, considerando que uma parcela dos animais não tem marcas naturais. A cada
campanha conseguimos dados mais significativos. Com as próximas campanhas,
pretendemos estimar a quantidade desses animais que utilizam a Baía de
Paranaguá”, afirma.
Quelônios – Além dessa observação e
identificação dos golfinhos, Hardt faz varreduras específicas para estudar as
tartarugas, no baixio das Ilhas das Cobras e da Ilha do Mel. “Já observamos,
até o momento, dois animais, que achamos se tratar da tartaruga verde (espécie
mais comum na região)”, conta.
Tanto o monitoramento dos cetáceos e
quelônios quanto dos demais grupos da biota acontece a cada três meses, para
acompanhar as estações do ano. “Assim, teremos amostragem de verão, inverno,
primavera e outono, para também verificar o comportamento das espécies, se muda
de estação para estação e de um ano para o outro, já que vamos fazer esse
monitoramento por mais tempo”, completa o biólogo.
Controle Ambiental – O Programa de
Monitoramento dos Cetáceos e Quelônios faz parte do Monitoramento da Biota
Aquática e Determinação de Bioindicadores. O objetivo da atividade é determinar
a diversidade de espécies animais, considerando o fitoplancton, zooplancton,
bentos, carcinofauna e ictiofauna em diferentes pontos da área de influência do
Porto. O programa integra o Plano de Controle do Sistema de Gestão Ambiental
Implantado pela Appa no final de 2013.
“É muito importante essa preocupação
do Porto em executar esses monitoramentos, pois se identificados efeitos
adversos das atividades portuárias ou outra atividade, podemos, na medida do
possível, sugerir medidas para minimizá-los”, garante Hardt.
Fonte: APPA
UE contabiliza crise às vésperas de novas sanções contra Rússia
O primeiro-ministro da Rússia, Dmitry Medvedev, prometeu
ajuda às empresas sob sanções
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Os países da União Europeia irão
discutir, dentro de algumas horas, se implementam novas sanções contra a Rússia por seu envolvimento
na guerra na Ucrânia, informou a Comissão Europeia nesta terça-feira. O governo
ucraniano de ultradireita, com apoio dos EUA, exortou o bloco de 28 nações a
agir sem demora. Os governos da UE adotaram novas medidas contra Moscou na
segunda-feira, mas adiaram sua aplicação para ter tempo de avaliar se o
cessar-fogo na Ucrânia, acordado na última sexta-feira, está sendo mantido. O
pacote de sanções inclui restrições de financiamento a bancos e petrolíferas
estatais russas e ampliação da lista de indivíduos que não podem entrar na UE e
que terão seus bens congelados, além de novas limitações à venda de produtos
que podem ser usados para fins civis e militares.
– O pacote foi adotado, agora
teremos uma nova reunião amanhã (quarta-feira) que irá retomar os temas, entre
eles a avaliação da implementação do acordo de cessar-fogo e do plano de paz.
Vocês viram o que está acontecendo no território ucraniano, e também viram qual
é a avaliação das autoridades locais. O cessar-fogo parece estar se mantendo,
ainda que com alguns incidentes – disse a porta-voz da Comissão Europeia, Maja
Kocijancic, em uma conferência de imprensa.
O governo da Rússia, por sua vez, afirmou que apoiou e continuará a
apoiar as empresas nacionais sob sanções ocidentais, independentemente da sua
estrutura de propriedade. A garantia é do primeiro-ministro russo, Dmitry
Medvedev, segundo agências de notícias locais.
“Esta é a responsabilidade do
governo: proteger empresas russas que estão enfrentando ações desleais ou
ilegais por parte de Estados estrangeiros ou empresas estrangeiras”, declarou
Medvedev ao CEO e coproprietário da Novatek, Leonid Mikhelson, de acordo com as
agências. Entre as empresas atingidas está a Novatek e outro proprietário da
empresa, Gennady Timchenko. Ambos estão sendo alvo de sanções dos EUA. A
Novatek lidera o projeto Yamal-LNG, um planejamento de longo prazo para
explorar e comercializar as vastas reservas de gás natural da península de
Yamal, na Sibéria, que tem a estatal Gazprom como principal exploradora, com
custos estimados de US$ 27 bilhões.
Sem
ferramentas
Diante da retaliação russa às
sanções europeias e norte-americanas, a estagnação da economia no bloco
econômico torna-se uma dor de cabeça a mais para a Alemanha, motor econômico da
Europa e um dos poucos Estados nacionais que ainda não viram a economia
paralisada. Segundo afirmou o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schaeuble,
nesta terça-feira, o Banco Central Europeu (BCE) está fazendo o que pode para
ajudar a enfraquecida economia da zona do euro, mas basicamente usou todas as
suas ferramentas.
– Não é bom responsabilizar o
Banco Central por crescimento e empregos. Ele está fazendo o que pode, mas
basicamente exauriu suas ferramentas, como é possível ver com os acontecimentos
atuais. Dinheiro barato tampouco pode forçar crescimento, ou não teríamos
problemas agora – disse ele à câmara baixa do Parlamento da Alemanha. Na semana
passada o BCE cortou os juros para uma mínima recorde e lançou um novo esquema para injetar
dinheiro na economia da zona do euro, mas os resultados ainda estão
muito aquém do previsto.
Em meio ao agravamento na crise
econômica, a Alemanha ainda enfrentava, nesta manhã, a greve de oito horas dos
pilotos da Lufthansa, no aeroporto de Munique. Segundo o sindicato Vereinigung
Cockpit, esta é a terceira greve dos pilotos da companhia aérea alemã em duas
semanas e os pilotos querem aumentar a pressão sobre a Lufthansa nas
negociações sobre um regime de aposentadoria antecipada. Eles realizaram uma
greve em sua empresa aérea Germanwings no final de agosto, seguida por uma
greve em Frankfurt na semana passada.
A greve proposta em Munique, o
maior aeroporto da Lufthansa depois de Frankfurt, ocorrerá das 10 às 18 horas
do horário local, disse o sindicato. A Lufthansa disse que ainda não pode
afirmar quais voos serão afetados e descreveu a greve como “incompreensível”. O
sindicato Vereinigung Cockpit representa cerca de 5,4 mil dos cerca de 9 mil
pilotos da Lufthansa e as duas greves anteriores custaram à companhia aérea
mais de 10 milhões de euros (US$ 12,9 milhões) no lucro operacional além de
terem afetado as reservas de assentos. A greve de três dias dos pilotos em
abril reduziu em 60 milhões de euros o lucro operacional do primeiro semestre
da companhia aérea.
Contingência
Não bastassem os problemas no
continente, o órgão regulador do mercado financeiro da Grã-Bretanha (FCA) disse
nesta terça-feira que elaborou um “planejamento básico de contingência”, para o
caso de os escoceses votarem este mês pela independência da Escócia. Mas no
caso de a Escócia se separar do Reino Unido, os parlamentares em Edimburgo
terão de decidir como seu mercado financeiro será regulado, disse o presidente
da Autoridade da Conduta Financeira, John Griffith-Jones.
– Fizemos um planejamento básico
de contingência – declarou Griffith-Jones à Comissão de Finanças do Parlamento.
Faltando nove dias para o
referendo sobre a independência da Escócia, as campanhas pró e contra estão
disputando palmo a palmo o apoio dos eleitores, mas uma pesquisa divulgada
nesta terça-feira pelo instituto TNS mostrou um aumento no apoio à separação.
Uma outra pesquisa publicada na edição de domingo do semanário inglês Sunday
Times posicionava pela primeira vez o campo pró-independência na frente.
Os planos da FCA incluem
“certificar-se de que as linhas telefônicas estejam devidamente operadas para
quando as pessoas ligarem … certificar-nos de que temos uma posição quanto a
que conselho seria apropriado dar no dia, quando os consumidores perguntam o
que deveriam fazer”, afirmou Griffith-Jones. Entrar nos detalhes provavelmente
“vai ser complicado”, acrescentou
A possível separação dos
escoceses, além de um fato histórico, deverá colaborar para a primeira elevação
dos juros da Grã-Bretanha desde a crise financeira, mas o mercado de trabalho
ainda está no processo de se recuperar, disse o presidente do Banco Central
britânico, Mark Carney, nesta terça-feira.
– Com muitas das condições para a
normalização da economia agora alcançadas, o momento no qual as taxas de juros
também começam a ser normalizadas está se aproximando. Não temos um curso
pré-definido, no entanto; o momento dependerá dos dados – disse Carney em um
discurso para representantes de sindicatos, no qual reiterou declarações
anteriores sobre a perspectiva para a política monetária.
Carney disse que o ritmo do
crescimento dos salários na Grã-Bretanha tem sido muito fraco – a leitura mais
recente mostrou que de fato os salários caíram na comparação anual. Isso no
entanto reflete o modo como o país viu um salto em pessoas buscando emprego, e
há sinais de que os salários “podem subir de maneira modesta nos próximos
meses”, acrescentou Carney.
Fonte: Correio do
Brasil
Agro
Brasil Agrícola
Safra deve crescer 2,8% neste ano, segundo IBGE
O Brasil deve fechar, em 2014, com uma safra de
cereais, leguminosas e oleaginosas de 193,6 milhões de toneladas, ou seja, 2,8%
a mais do que no ano passado. A previsão, feita pelo Levantamento Sistemático
da Produção Agrícola (LSPA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), em agosto deste ano, é 0,2% superior à feita no mês anterior.
Duas das três principais lavouras brasileiras deverão aumentar a produção em
2014, em relação ao ano passado: soja (6%) e arroz (3,6%). A estimativa é que
apenas o milho tenha queda na produção (-3,7%).
Dos 26 produtos analisados pelo IBGE, 20 deverão ter aumento. Além da soja e do
arroz, são esperados crescimentos nas safras de produtos como café em grão –
canephora (18,5%), cana-de-açúcar (1,2%), feijão em grão 1ª safra (36,5%) e 2ª
safra (9,4%), laranja (0,9%) e mandioca (10,6%).
Por outro lado, são esperadas quedas em seis produtos, entre eles amendoim em
casca 1ª safra (-19,5%), amendoim em casca 2ª safra (-17,4%), café em grão -
arábica (-13,1%) e feijão em grão 3ª safra (-11,4%).
A área a ser colhida neste ano deve ser de 56,2 milhões de hectares,
praticamente a mesma previsão feita em julho, o que representa um aumento de
6,4% em relação a 2013. Das três principais lavouras, haverá aumento da área
colhida de 0,3% para o arroz e 8,6% para a soja. O milho terá queda (-0,5%).
Entre as regiões, três deverão ter aumento da safra. O Centro-Oeste deverá ter
a maior safra: 81,3 milhões de toneladas, 3,6% superior a 2013. São esperados
crescimentos também no Nordeste (43%) e Norte (3,4%). Sul e Sudeste deverão ter
quedas na produção de 0,4% e 12,6%, respectivamente. Fonte: Agência Brasil
Produção de grãos atinge 195 milhões de toneladas, segundo a Conab
A produção brasileira de grãos da safra 2013/14
chegará a 195,46 milhões de toneladas, um aumento de 6,80 milhões de toneladas
ou o equivalente a 3,6% sobre a safra anterior, de 188,65 milhões de t. Os
dados são do 12º e último levantamento de grãos da safra atual, divulgado pela
Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira (09.09).
A cultura de soja, que apresentou um incremento de 4,62 milhões de toneladas ou
5,7% a mais na produção de 86,12 milhões de toneladas, foi o maior destaque da
safra. O trigo foi outro que teve bom desempenho, com um acréscimo de 2,14
milhões de toneladas ou 38,7% acima na produção, chegando a 7,66 milhões de
toneladas. A elevação se deve ao aumento de 21,4% na área plantada.
O feijão, com melhor produtividade, registrou elevação de 637,8 mil toneladas
ou o equivalente a 22,7%, totalizando 3,44 milhões de toneladas. Já o milho
total (primeira e segunda safras) teve queda de 1,6 milhão de toneladas, o que
equivale a perda de 2%, passando de 81,5 milhões para 79,9 milhões de
toneladas, como reflexo da diminuição da primeira safra.
O fechamento do ciclo se dará em dezembro, com a participação dos produtos de
inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) e as safras de
feijão e milho do Nordeste.
Área - O total de área plantada chega a 56,93 milhões de hectares, o que
significa uma alta de 6,3%, se comparado à de 53,6 milhões de hectares da safra
2012/2013. A soja teve crescimento de 8,8%, passando de 27,7 milhões para 30,2
milhões de hectares, enquanto o trigo apresentou crescimento expressivo de
21,4%, subindo de 2,21 milhões de hectares para 2,68 mil hectares. Outro
destaque é o feijão, que elevou 8,4% no total, alterando a área de 3,07 milhões
para 3,33 milhões de hectares. O algodão também se consolidou com incremento de
25,4% na área plantada no país. Fonte: Agência Brasil
Soja Amplia Perdas Em
Chicago Aguardando
Novos Números do USDA
Depois de iniciar a
semana operando próximo da estabilidade na Bolsa de Chicago, o mercado
internacional da soja voltou a recuar na sessão desta segunda-feira (8). Por
volta das 9h50 (horário de Brasília), os principais contratos recuavam de 6,75
a 9,25 pontos, com o novembro, referência para a safra norte-americana, cotado
a US$ 10,14 por bushel.
A semana deverá ser pautada pelas especulações sobre o novo boletim de oferta e
demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no
dia próximo dia 11. As expectativas do mercado indicam um aumento dos estoques
de soja tanto os norte-americanos quanto os globais, além da safra dos EUA que
podem superar largamente a última estimativa do órgão, de 103,42 milhões de
toneladas.
Nem mesmo notícias sobre a demanda estão sendo suficientes, nesta sessão, para
limitar as baixas registradas pela soja. Hoje, o USDA anunciou a venda de 120
mil toneladas de soja da safra nova para a China. A pressão das boas condições
das lavouras, do clima no Meio-Oeste dos EUA e da proximidade da colheita no
país se acentua e segue como principal fator negativo para o andamento dos
preços.
No final da tarde desta segunda-feira, são atualizados os números das condições
das lavouras de soja e milho dos Estados Unidos e essas são informações que
também podem pesar sobre o mercado. O novo boletim de acompanhamento de safras
será divulgado por volta das 17h (horário de Brasília), após o fechamento do
pregão regular.
De acordo com informações do jornalista e analista Bryce Knorr, do site
norte-americano Farm Futures, os investidores têm vendido parte de suas posições,
estendendo sua aposta em um mercado mais pressionado, principalmente no curto e
médio prazo.
Novo boletim
do USDA
Na próxima quinta-feira, 11 de setembro, o USDA traz seu novo boletim mensal de
oferta e demanda e, diante das boas condições das lavouras, as expectativas do
mercado são de que a safra norte-americana fique em algo entre 106 e 109
milhões de toneladas, segundo explicou o analista de mercado Mário Mariano, da
Novo Rumo Corretora.
Para os estoques globais, Mariano espera um aumento no número de 47 milhões
para 50 milhões de toneladas.
Diante disso, o analista acredita que os preços da soja no vencimento
novembro/14, referência para essa nova safra dos Estados Unidos, estão próximos
do rompimento dos US$ 10,00 por bushel. "Uma produção próxima de algo
entre 106 e 109 milhões de toneladas e uma demanda ainda retraída até que essa
safra entre no mercado devidamente, o mercado não encontra um outro ponto de
apoio para manter uma estabilidade ou limitar as quedas", explica. Fonte:
Cenário – Texto revisto






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