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16 de set. de 2014

Mercados Em Compasso de Espera

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Brasil - Mercado Aberto



Veja como comportou-se o mercado na BM&FBovespa, hoje, 16/09/2014 com o Índice em alta, mas o mercado de commodity quase todo em baixa durante o Pregão:

Futuro* 16/09/2014                                                                

Oscilação
Preço
IBOVESPA
2,2412%
59760

DÓLAR
-0,6162%
2338,5

FRC
-3,0769%
0,63

DI1
-0,5993%
11,61

CAFÉ 4/5
-0,2945%
220,05
A
CAFÉ 6/7
ND
ND

BOI
-0,2744%
127,2

ETANOL
-0,9091%
1144,5

MILHO
-0,1268%
23,63
A
SOJA
0,2212%
22,65

S&P 500
0,7461%
1991,75

OC1
ND
ND



Veja nos gráficos as variações do pregão de hoje, 16/09/2014, do BM&FBovespa e no gráfico da esquerda a variação do ouro:


A cotação de fechamento do ouro, hoje, na BM&FBovespa, até o presente momento, 18h33m, não havia sido liberado, mas tão logo as autoridades financeiras o façam, estarei de plantão para a devida veiculação. Narcisi Primus .:.



Ponto de Vista


Na reunião que foi realizada no mês de julho de 2014, em Brasília, Brasil, dos países membros do bloco BRICS, composto pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul foi decidida a criação do banco de fomento para o respectivo bloco.
Foi acertada que a sede da entidade financeira fosse situada na cidade de Xangai, por ser um dos centros financeiros mais importantes e que a primeira presidência do BRICS Bank, se é que pode ser assim chamado, ficasse com a Índia, importante parceiro do bloco.


Colagem: Oficina da Casa

Como a movimentação econômico financeira das nações membros não é nada desprezível, pois em termos demográficos está-se a se falar de 2/3 da população do globo e em economia pode-se falar, com certeza, em termos de mais de 1/3 do PIB mundial, a importância do FMI e do Banco Mundial, presidido por Madame Lagarde e do FED, presidido pela senhora Jannet Yellen, ficaram um tanto sem a importância que os USA ainda pensam que têm.
O que se vem notando, em muitas praças, é que o US$, moeda inflacionária, por ser cunhada sem lastro, em ouro, vem perdendo força, tendo em vista negociações de vulto tais como a recompra de títulos do tesouro dos USA e, ato contínuo, o recurso arrecadado é colocado em circulação pela autoridade monetária para o governo cumprir com as suas obrigações gerando mais inflação, pois a máquina da casa da moeda não pára de colorir papel de verde, a côr do dólar.
A dívida pública dos USA já ultrapassou os limites razoáveis, que um cidadão comum nem imagina o quanto é, pois são tantos ‘zeros’ quem não lhe cabe na cabeça.
A coisa anda por volta dos 25,000,000,000,000.00 de US$., impensável para uma mente comum.
          O presidente Barack, com esta dívida toda, que fazer média com países africanos, dando-lhes ajuda; quer de outra feita se meter em várias frentes de guerra e de guerrilha, sem saber até onde vai o limite razoável; quer ‘emprestar’ à Ucrânia; ‘ajudar vários países’ sem ter a mínima condição. Digo isto porque há pessoas no território norte americano a necessitar de ajuda sócio-financeiro-econômica, de saúde e de assistência social.
Tudo bem, ele, Barack Obama está a tirar dinheiro do próprio para fazer estas filantropias; ou será dinheiro público?
O Senado e a Câmara com a palavra. Narcisi Primus .:.


Internacional


Rússia realizará exercícios militares no Ártico




 Exercício Militares Russo no Ártico – Foto: RIA Novosti/Ramil Sitdikov



Caças, bombardeiros, aviação de transporte e do exército do Distrito Militar Ocidental serão envolvidos em exercícios aéreos táticos na região do Ártico, declarou esta terça-feira à Interfax o chefe do serviço de imprensa do Distrito Militar Ocidental, Oleg Kochetkov.

“Durante as manobras as tripulações treinarão ações conjuntas para a proteção das fronteiras aéreas, intercepção de alvos aéreos, realização de ataques aéreos contra alvos no solo, bem como a saída de ataque aéreo e dos sistemas de defesa aérea. Todas as tarefas serão efetuadas no escuro e durante o dia, assim como em diferentes condições climáticas”, disse ele.

Segundo Kochetkov, os exercícios envolverão 25 tripulações. Fonte: A Voz da Rússia



Mercado


 Bolsas na Europa operam em baixa antes do FED



As bolsas europeias estão operando em queda nesta terça-feira, com especulações sobre quando o Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) vai começar a aumentar as taxas de juros e a votação sobre a independência da Escócia nesta semana.
“Os investidores estão mais cautelosos depois da desaceleração no crescimento no verão”, afirma Espen Furnes, da Storebrand Asset Management. “Sem dúvidas, o referendo escocês é uma fonte de incerteza. O risco do Fed também diminui o apetite dos investidores pelas ações”, conclui.
Pregão da Bolsa de Frankfurt - Divulgação
Há pouco, em Milão, o índice FTSE-MIB recuava 0,67% aos 20.712 pontos; em Madri, o índice Ibex 35 estava em queda de 0,70% aos 10.765 pontos; em Paris, o índice CAC-40 caía 0,65% aos 4.399 pontos; em Frankfurt, o índice DAX 30 desacelerava 0,52% aos 9.609 pontos; em Londres, o índice FTSE-100 tinha queda de 0,49% aos 6.771 pontos; e, em Lisboa, o índice PSI-20 perdia 0,82% aos 5.774 pontos.

Agenda econômica

O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Reino Unido teve queda para 1,5% em agosto. No mês anterior, a taxa havia marcado 1,6%. O dado continua dentro da tendência de inflação abaixo dos 2% em 2014. As quedas nos preços de combustíveis e alimentos e bebidas não-alcóolicas produziram os maiores efeitos na taxa entre julho e agosto.
O índice de preços cobrados pelos produtores na porta das fábricas (PPI output) no Reino Unido caiu -0,1% entre julho e agosto. Já o indicador de preços que os produtores pagam por bens e serviços (PPI input) recuou -0,6% no oitavo mês do ano em comparação a julho. Na comparação anual, o PPI output recuou -0,3% e o input caiu 7,5%.
O Indicador de Sentimento Econômico ZEW da Alemanha caiu em setembro, passando de 8,6 para 6,9 pontos, na base mensal. O indicador de situação econômica atual recuou 18,9 pontos, para 25,4. Já o índice de expectativas para a zona do euro teve baixa de 9,5 pontos no mês, passando para 14,2 no nono mês do ano. O indicador de situação econômica atual na zona do euro caiu 10 pontos e marca -43,8 pontos. Fonte: UI


Equipe da ONU faz alerta sobre proteção a 

civis nos ataques contra Estado Islâmico


A equipe da ONU que investiga os crimes de guerra na Síria disse nesta terça-feira que as potências mundiais que se preparam para uma ação militar contra os combatentes do grupo Estado Islâmico têm de respeitar as regras da guerra, as quais as obrigam a proteger os civis e ser comedidas em seus ataques aéreos.

Os militares dos EUA atingiram na segunda-feira um alvo do Estado Islâmico a sudoeste de Bagdá, de acordo com o comando central militar dos EUA, em uma expansão da campanha do governo de Barack Obama contra o grupo que se apoderou de grandes porções de território no Iraque e na Síria."À medida que a ação militar em posições do EIIL (antiga sigla do grupo) parece cada vez mais provável, lembramos todos os lados que é necessário acatar as leis de guerra e, mais especificamente, os princípios de distinção e proporcionalidade. Sérios esforços têm de ser feitos para preservar a vida civil", disse o presidente da comissão de investigação das Nações Unidas, o brasileiro Paulo Pinheiro, em uma declaração ao Conselho de Direitos Humanos da ONU. Fonte: Reuters


Entre o orgulho e a coragem



Este ano trouxe o pior esfriamento nas relações entre a Rússia e o Ocidente desde o fim da Guerra Fria. Nenhum dos lados tinha a intenção de chegar a tal ponto, mas ambos são responsáveis pela atual situação. O caminho a seguir para resolver a crise na Ucrânia é claro, mas acabar com o impasse requer força política.

    Brilhante  Trabalho de ilustração de Natália Mikhailenko




Após o colapso da União Soviética, o Ocidente simplesmente parou de levar a Rússia a sério. Os EUA e seus aliados ignoraram as preocupações expressas pela Rússia acerca sobretudo da expansão da Otan, do reconhecimento de Kosovo, da invasão do Iraque e das ações da Geórgia. Nem mesmo quando o ataque imprudente da Geórgia à Ossétia do Sul, em 2008, levou a um esmagador contra-ataque russo, o Ocidente parece ter aprendido a lição.
Em vez disso, as potências ocidentais escolheram a Ucrânia – um país considerado pela Rússia quase parte de si mesmo – como local para incentivar a derrubada de um presidente democraticamente eleito. Para Moscou, a iniciativa pareceu mais uma ação antirrussa – nada poderia ser mais provocante. Mas, em seguida, o Kremlin cometeu seus próprios erros. A anexação da Crimeia, compreensível no contexto de pânico de que a “Pequena Rússia” pudesse ser engolida pela Otan, representou o ato mais significativo de ganância territorial na Europa desde o fim da Segunda Guerra Mundial. O fato criou uma atmosfera de desconfiança e temores de um novo expansionismo russo, que têm dificultado todas as tentativas de diminuir tensões mútuas. E o negado, porém comprovado, envolvimento russo com os separatistas no leste da Ucrânia foi uma catástrofe.
Os separatistas revelaram ser gangues mal disciplinadas e brutais em seus métodos, que contam com apoio limitado do povo no leste da Ucrânia. Eles estão cada vez mais dependentes da Rússia como fonte de voluntários e armamento. Isso quase que certamente incluiu o míssil que derrubou o voo MH17 e intensificou a ira ocidental com a ideia de um forte apoio russo às iniciativas de insurreição. E agora os dissidentes estão perdendo a guerra, forçando o presidente Putin a fazer uma terrível escolha. Ele pode reconhecer a derrota e abandoná-los. Ou pode aumentar a aposta, talvez com uma intervenção aberta, e enfrentar os custos, perigos e mais perdas nas relações com o Ocidente.
Enquanto isso, as sanções econômicas ocidentais, compreensíveis no contexto da necessidade de os líderes ocidentais parecerem “fazer alguma coisa”, pioraram a situação. As medidas estão realmente provocando danos econômicos, mas seu efeito político tem sido exatamente o contrário do que foi anunciado. Com o país em apuros, a opinião pública dos russos tem oscilado e pende em direção ao presidente Putin. O líder de Estado não demonstra disposição para ceder, autorizou uma rodada significativa de contramedidas e estabeleceu ligações com as potências emergentes não ocidentais. Nas últimas semanas foi possível observar um novo e amplo negócio de gás com a China, negociações de trocas de petróleo com o Irã, e incentivo aos brasileiros para preencher a lacuna deixada pela exclusão das exportações agrícolas da UE para a Rússia.
É reconfortante o fato de os franceses e os alemães estarem agora tentando reabrir as comunicações com Moscou. Mas a confiança está em baixa, e pode simplesmente evaporar se a Rússia invadir o leste da Ucrânia. A credibilidade de Putin em meio aos líderes ocidentais vem sendo solapada ao negar veemente que o país presta assistência militar aos rebeldes ucranianos. Ele e o presidente americano Barack Obama estão praticamente em um regime de incomunicabilidade​​. Paralelamente, o premiê inglês David Cameron parece ter decidido que a retórica dura é apropriada como política do Reino Unido – a negociação é para os outros. A chanceler alemã Ângela Merkel – um dos poucos líderes ocidentais a quem Putin ainda dá ouvidos – ficou muito menos disposta a cooperar após a derrubada do avião da Malásia.
A política ocidental para com a Rússia, mesmo descontando a improvável conversa sobre o rearmamento da Otan e a diminuição da dependência do gás russo, foi reduzida a manter a pressão econômica e à espera da queda de Putin. Esta é uma perspectiva remota, ainda mais distante por causa da hostilidade ocidental, e há boas razões para duvidar de que um eventual sucessor de Putin possa se voltar mais ao Ocidente. Na Rússia, a crise deu um impulso para aqueles que querem ver a economia russa mais centrada no Estado e menos atrelada ao Ocidente. Tal Rússia seria inevitavelmente mais autoritária e menos cooperativa em toda gama de problemas internacionais cruciais, desde o Oriente Médio a mudanças climáticas. A esperança de que a Rússia se torne um país europeu “normal” está sendo retrocedendo décadas. Enquanto isso, as perspectivas de recuperação da Ucrânia, prostrada entre a Rússia e o Ocidente, permanecem mínimas.
O drama é que, considerando a necessidade de diplomacia, um caminho para sair da crise é claramente visível. É evidente, mesmo nas profundezas do aparato de segurança da Rússia, que os rebeldes do leste da Ucrânia se tornaram uma responsabilidade enorme. O truque está em dar à Rússia uma maneira digna de abandoná-los. Um pacote que inclui um cessar-fogo, esforços humanitários para a população local e garantias ucranianas sobre os direitos da população de língua russa da Ucrânia deve ser suficiente. O medo da Rússia de que a Ucrânia caia nos braços da Otan certamente não vai se concretizar em um futuro próximo, posição esta que poderia ser reiterada pelo Ocidente. O consentimento ucraniano poderia ser obtido em troca de um amplo pacote de ajuda.
Embora a Crimeia pareça condenada a aderir à lista de “conflitos congelados” na Europa, a Ucrânia poderia fechar um negócio rentável para o fornecimento de gás russo em troca ou pelo reconhecimento formal de sua perda. Ao que tudo indica, os alemães e os franceses lançaram tentáculos provisórios sobre a possibilidade de um cessar-fogo, mas onde estão os líderes com coragem política para pressionar por uma solução mais abrangente, evitando o congelamento destrutivo das relações da Rússia com o Ocidente pelos anos que estão por vir?

15/09/2014 Tony Brenton, especial para Gazeta Russa

Tony Brenton é escritor e ex-diplomata. Foi embaixador do Reino Unido na Rússia entre 2004 e 2008. Fonte: Gazeta Russa



Agronegócio


Mercado à Termo


Este ano trouxe o pior esfriamento nas relações entre a Rússia e o Ocidente desde o fim da Guerra Fria. Nenhum dos lados tinha a intenção de chegar a tal ponto, mas ambos são responsáveis pela atual situação. O caminho a seguir para resolver a crise na Ucrânia é claro, mas acabar com o impasse requer força política.


China compra soja dos USA para 2014/2015; México compra milho para 2015/2016



Exportadores privados relataram a venda de 120 mil toneladas de milho dos Estados Unidos para o México com entrega no ano comercial 2015/16, que começará em 1 de setembro de 2015, informou o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) nesta segunda-feira.

Exportadores também reportaram a venda de 118 mil toneladas de soja dos EUA para a China para 2014/15, disse o USDA.

Por lei, exportadores devem relatar imediatamente a venda de 100 mil toneladas ou mais de uma commodity, ou 20 mil toneladas de óleo de soja, para um mesmo destino em um mesmo dia. Vendas menores são registradas semanalmente. Fonte: Reuters – Texto revisto

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