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Será de fato que a Europa precisa da União Europeia?
A
questão da racionalidade da União Europeia nunca foi retirada, talvez, da
agenda em muitos países da Europa Ocidental. O problema, contudo, ganhou
especial atualidade nos nossos dias, porque a união, destinada para conglomerar
países, está desunindo-os na realidade cada vez mais.
Divergências em resultado da
aplicação de sanções contra a Rússia mostram patentemente a fraqueza da unidade
europeia. Até parece às vezes que essa unidade não existe. Cada vez mais
políticos e observadores da Europa Ocidental afirmam que a União Europeia
se aproximou da beira de ruína.
Mas tudo começava de boas e
razoáveis intenções – da união dos recursos europeus de extração de carvão e de
produção de aço em 1951. Lembrado que a luta por esses recursos no passado
levava reiteradamente a guerras sangrentas. A união da Europa decorria com um
objetivo de acelerar o desenvolvimento econômico e de não admitir conflitos
militares.
Mas, com o passar do tempo, a
Europa unificada passou a mudar seu caráter. Pouco a pouco, o enorme aparelho
administrativo tornava-se mais e mais burocratizado. Ritt Bjerregaard, política
dinamarquesa, que durante um tempo desempenhava funções de comissária da União
Europeia, pretendia descrever esse fenômeno em seu livro que, já escrito, não
veio ao mundo (apareceu apenas sua variante de imprensa), porque a autora foi
submetida a uma pressão política extraordinária.
O burocratismo, o carreirismo e
outros fatores negativos transformaram gradualmente a União Europeia da
comunidade de Estados iguais em direitos numa estrutura hierárquica, do que
falou muito bem Emmanuel Todd, historiador francês, ao participar há dias no
programa televisivo Deadline. Em suas palavras, países europeus, inicialmente,
concentravam-se ao que parece em torno da Alemanha e França que ocupavam um
local embora central, mas equitativo em relação aos outros. Agora, na estrutura
hierárquica, estes países encontram-se no topo da “pirâmide de poder” por cima
de tais países com a Grécia, Romênia, Bulgária…
Tal posição, naturalmente,
provoca desconfiança, descontentamento e até inimizade nas relações entre os
membros da União Europeia. Não é segredo que os países que estão em baixo da
“pirâmide”, sentem hostilidade nomeadamente em relação à Alemanha e não à
Rússia, acusada por líderes da União Europeia de todos os pecados mortais.
Tudo isso transforma a União
Europeia de uma organização convocada a garantir a paz e o desenvolvimento
sustentável num foco de tensão. Nesse contexto, é sobretudo perigosa a cisão
entre o grupo dirigente dos membros da União Europeia e a própria população
que considera que o cume não leva em conta nem os interesses de amplas massas,
nem os dos círculos empresariais, contribuindo para que um país concreto se
torne cada vez menos independente. Tal descontentamento foi revelado, por
exemplo, em Dresden, onde os manifestantes recolheram a chanceler Ângela Merkel
com cartazes: “Incendiária de guerra!” e “Não à guerra com a Rússia!”.
E agora voltaremos à pergunta, se
a Europa precisa da União Europeia? A resposta é evidente: de modo nenhum. Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Brasil – Mercado Aberto
Até o presente momento, 18h30, não temos ainda o fechamento
da BM&FBovespa.
Abaixo vai provisoriamenteem gráficoa, o fechamento do
mercado futuro da BM&FBovespa e, logo em seguida, a cotação do ouro:
Atualização: 15/09/2014 - 22h35m
Futuro*15/09/2014
Oscilação
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Preço
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IBOVESPA
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ND
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ND
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DÓLAR
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ND
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ND
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FRC
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ND
|
ND
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DI1
|
ND
|
ND
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|
CAFÉ 4/5
|
0,1365%
|
220
|
|
CAFÉ 6/7
|
-0,1587%
|
220,15
|
|
BOI
|
-0,1095%
|
127,76
|
|
ETANOL
|
ND
|
ND
|
|
MILHO
|
0,0857%
|
23,35
|
|
SOJA
|
ND
|
ND
|
|
S&P 500
|
ND
|
ND
|
|
OC1
|
ND
|
ND
|
|
Fonte: BM&FBovespa - Bolsa de Mercadorias e de Futuros de São Paulo - Brasil
Rússia
Medvedev: sanções testam nossa capacidade de resistir
Foto: RIA Novosti/Alexandr Astafyev
Na
foto: Dmitri Medvedev
Dmitri
Medvedev, primeiro-ministro da Federação da Rússia e líder do partido Rússia
Unida, disse que as sanções dos parceiros estrangeiros testam a capacidade de
resistência da Rússia e é importante que não sucumbamos à tentação de soluções
fáceis.
"(No contexto) quando alguns
dos nossos parceiros, se eles podem ser chamados assim, ou vizinhos testam a
capacidade de resistência da Rússia, aplicando sanções e todo tipo de ameaças,
é importante que não sucumbamos à tentação das, por assim dizer, soluções
simples e não apenas preservemos, mas sim demos continuidade ao desenvolvimento
dos processos democráticos na nossa sociedade, no nosso Estado", afirmou
Medvedev.
Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Por que temos medo da Terceira Guerra Mundial?
A Voz da Rússia falou com uma série de famosos psicólogos russos sobre a iminência da Terceira Guerra Mundial e as apreensões gerais daí decorrentes.
Em entrevista exclusiva, o
psicoterapeuta e mestre da medicina, diretor do Instituto da Leste Europeu,
Konstantin Pavlov, partilhou da sua opinião sobre este tema candente:
– A preocupação que se
verifica se deve, antes de mais, à tensão na geopolítica mundial. Os processos
negativos se haviam acumulado durante décadas e hoje em dia se caracterizam por
numerosos conflitos locais, “guerras-relâmpago”, vocacionadas a “estabelecer a
ordem” e “derrotar ditadores e terroristas” nas regiões ricas em
matérias-primas. Não se deve esquecer de um grande hiato entre o Ocidente e o
Oriente, inclusive as contradições entre as religiões cristã e islâmica.
– Qual
é o motivo de ânimos pessimistas nas redes sociais? Vale a pena deixar-se
vencer pelo pânico e ter medo de ameaças hipotéticas?
– Neste contexto, distinguiria dois tipos de medo – o susto “normal”, inerente ao ser humano, e o medo “patológico”. O primeiro não passa de uma emoção necessária relacionada com a avaliação real de perigos existentes numa situação concreta. O medo ”normal” ajuda o homem a planejar e realizar ações para evitar ou minimizar riscos relativos ao evoluir da situação. Um homem privado de susto “normal” tem menos possibilidades de procriação. Ele se retira na sequência da seleção natural. Por isso, as personalidades heroicas, vistas como um padrão de intrepidez e coragem, nas suas memórias confessam ter conhecimento desse sentimento! Os observadores e testemunhas de suas proezas viram-nos atuando sem perder o autocontrole apesar do sentimento de medo que os heróis estavam sentindo.
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| Divulgação |
– Neste contexto, distinguiria dois tipos de medo – o susto “normal”, inerente ao ser humano, e o medo “patológico”. O primeiro não passa de uma emoção necessária relacionada com a avaliação real de perigos existentes numa situação concreta. O medo ”normal” ajuda o homem a planejar e realizar ações para evitar ou minimizar riscos relativos ao evoluir da situação. Um homem privado de susto “normal” tem menos possibilidades de procriação. Ele se retira na sequência da seleção natural. Por isso, as personalidades heroicas, vistas como um padrão de intrepidez e coragem, nas suas memórias confessam ter conhecimento desse sentimento! Os observadores e testemunhas de suas proezas viram-nos atuando sem perder o autocontrole apesar do sentimento de medo que os heróis estavam sentindo.
– Será
que o sentimento de medo é útil?
– Sim, para sobreviver o
homem tem de sentir medo. Vale pensar o que se pode fazer perante um perigo?
Vale. Vale refletir e preparar algumas opções de reação ao perigo iminente. Tal
seria uma resposta sensata aos desafios reais. Nos nossos tempos difíceis em
que a máquina propagandística, assente em tecnologias avançadas de formação da
opinião pública, procura fomentar o ódio, convém tomar medidas para combater a
vaga de tais emoções negativas.
– Que
medidas são essas?
– Avaliando a situação,
convém conhecer melhor as posições das partes conflitantes, o que, com efeito,
irá largar os horizontes de acepção. Se tiver oportunidade, vale a pena
dialogar com testemunhas oculares. Seus depoimentos podem ser diferentes de
imagens dos acontecimentos apresentados pela TV.
– Frequentemente,
ao vermos os telejornais e depois de lidas as últimas notícias nas redes
sociais, se cria uma forte impressão de se abraçar o pior dos cenários. Isto
nos tira a motivação positiva. O que aconselha fazer nesse caso? Tanto mais que
no mundo contemporâneo é difícil de se separar da corrente informativa…
– Primeiro, procure determinar e
especificar as fontes que polarizam a situação. Podem ser seus “amigos” das
redes sociais, podem ser os canais televisivos “radicais”. É preciso limitar
seu impacto em sua vida! Eu, por exemplo, já exclui da lista de “amigos” no
Face book e no VKontakte duas dezenas de extremistas, incapazes de formar um
juízo objetivo sobre situações diversas que, ao mesmo tempo, costumam violar as
normas de debates e discussões.
Não se esqueça de dispensar
atenção aos outros fenômenos e acontecimentos à sua volta. Cuide de seus
familiares e próximos. Faça aquilo que enche a sua vida de um verdadeiro
sentido. Pratique esportes, durma bem e se alimente racionalmente. Não adianta
lidar com o stress tomando bebidas alcoólicas.
Se tem ao lado um interlocutor
menos envolvido na discussão e menos emocional, partilhe com ele suas
sensações, peça-lhe para escutar sem dar conselhos. Na sua ausência (os
familiares, por via de regra, perdem logo a paciência e, emocionados começam a
dar sugestões, tentando acalmar os ânimos), convém pedir conselho ao médico
psicoterapeuta ou psicólogo. Fonte: Rádio A Voz da Rússia – Por Aliona Rakitina
Ebola - Saúde Pública
Obama pedirá US$ 88 milhões para combater o Ebola na África
O presidente Barack Obama pedirá ao Congresso
americano 88 milhões de dólares para lutar contra o vírus do Ebola na África
Ocidental, informou nesta segunda-feira o jornal The Wall Street Journal. Obama
deve detalhar seu plano de ação nesta terça-feira durante uma visita à sede
principal dos Centros de Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC) dos Estados
Unidos, em Atlanta, Geórgia.
A iniciativa poderá incluir o envio de hospitais móveis, médicos e material
médico, assim como a colocação em andamento a formação de pessoal sanitário
local.
O plano vai propor abranger quatro áreas: o controle da epidemia na África
Ocidental; o reforço das concorrências dos sistemas de saúde pública na região,
especialmente na Libéria; incremento da capacidade local através de formação
intensiva do pessoal sanitário; e, finalmente, um apoio maior das organizações
internacionais como as Nações Unidas (ONU) e a Organização Mundial da Saúde
(OMS).
Fonte: Agence France-Presse
Tecnologia
Poderá a China criar Forças Espaciais?
Há
pouco, o jornal japonês Yomiuri Shimbun escreveu que a China, possivelmente,
tem formado Forças Espaciais com o estatuto de ramo independente das Forças
Armadas paralelamente às Tropas Terrestres, à Força Aérea, à Marinha e à
Segunda Artilharia (tropas de mísseis de destino estratégico).
Há várias provas testemunhando
que a importância da utilização militar do espaço para a China está crescendo
constantemente.
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| Foto NASA - Divulgação |
A China é um dos líderes mundiais
ou ocupa o primeiro lugar no mundo em muitos vetores importantes do
desenvolvimento do espaço militar. Seus projetos de elaboração de armas
antissatélite são de maior escala e os mais avançados no mundo. O país está
ocupando primeiras posições no desenvolvimento de satélites de reconhecimento,
conseguindo, em particular, obter uma resolução inferior a um metro em seus
satélites de reconhecimento ótico-eletrônico. Engenheiros chineses estão
desenvolvendo com êxito um sistema de navegação por satélites.
Ao mesmo tempo, a atribuição do
estatuto de ramo independente das Forças Armadas às Forças Espaciais é
pouco provável. Em primeiro lugar, porque, no caso da aprovação de tal decisão,
poderíamos ver alterações na composição do Conselho Militar Central da China,
formado pelos comandantes dos ramos das Forças Armadas. Seria alterada
cardinalmente a estrutura organizativa do Comando General de Armamentos que
controla a maioria de objetos da infraestrutura espacial terrestre. As mudanças
seriam notáveis também na Segunda Artilharia cujo pessoal participa no
lançamento de aparelhos espaciais no interesse das Forças Armadas.
Tais bases espaciais chinesas
como Taiyuan e Xichang são também centros de ensaio de mísseis de combate,
inclusive balísticos e antissatélite. É interessante como elas seriam
controladas. Em geral, as alterações no sistema de comando, recrutamento e
abastecimento material-técnico seriam de tal envergadura que não faria sentido,
sendo mesmo um non sense, dissimula-las.
Mas, de qualquer maneira, será
necessário resolver em perspectiva os problemas da subordinação e do estatuto
das Forças Espaciais. Em breve, a China irá dispor de vários sistemas espaciais
complexos ao serviço de diferentes consumidores. Por exemplo, o desdobramento
de mísseis de cruzeiro pesados contra navios e de mísseis balísticos contra
navios exigirá desenvolver potentes sistemas de indicação de alvos. Em outras
palavras, será dispensada cada vez maior atenção ao espaço militar.
A China está aumentando também o
número de satélites de reconhecimento destinados para a espionagem ótica e a
escuta de rádio transmissões e pretende desenvolver um sistema de aviso de
ataques de mísseis. Tudo isso, paralelamente ao desenvolvimento de armas
antissatélite, significa o crescimento do número de especialistas e o aumento
de despesas financeiras ligadas ao espaço, devendo, respectivamente, elevar a
influência e o peso político de certas estruturas militares. Naquela altura,
possivelmente, surgirá a necessidade de atribuir o estatuto independente
das Forças Armadas às Forças Espaciais. Fonte: Rádio A Voz da Rússia
Agro
Alimento
Valor Bruto da Produção é de R$ 441,8 bilhões em 2014
O Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento) divulgou na quinta-feira, (11/09) o VBP (Valor Bruto da
Produção) deste ano, já que a safra atual está quase encerrada e as operações
referentes ao próximo ano estão sendo iniciadas. Segundo dados da Assessoria de
Gestão Estratégica (AGE/ Mapa), a estimativa para este ano, com base nos dados
de agosto, é de um VBP de RS$ 441,8 bilhões, aumento de 2,0%.
Desse valor, R$ 288,0 bilhões referem-se às principais lavouras, e R$ 153,8
bilhões são estimados para a Pecuária, que representam crescimento de 2,4% e de
1,2%, respectivamente. De acordo com AGE/ Mapa, da relação de produtos
analisados mensalmente, a maior parte apresentou aumento no faturamento. Nas
lavouras os destaques são: o algodão (58,6%); a laranja (26,2%); o cacau
(25,9%); a pimenta do reino (21,0%); a batata inglesa (17,9%); o trigo (17,9%);
a banana (16,8%) e o café (14,4%).
Já na pecuária destacam-se a carne bovina (18,5%) e a carne suína (8,9%). Os
resultados obtidos em lavouras podem ser atribuídos a preço, produtividade e
área. Para o algodão, os aumentos de preços e a expansão da área foram
determinantes. Na soja e no trigo, o resultado ficou por conta da expansão de
área, e na laranja, o preço foi o principal motivo do resultado positivo. Com
relação às regiões, os resultados mostram que o Centro-Oeste liderou o valor da
produção. Em seguida está o Sudeste e o Sul, seguidos pelo Nordeste e o Norte. Fonte:
Agrolink
Conab traça perspectivas para safra 2014/15
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)
divulgou um panorama com as tendências para próxima safra das principais
culturas agrícolas. O estudo Perspectivas para a Agropecuária na Safra
2014/2015 indica que não devem ocorrer grandes variações em relação à safra
atual.
O prognóstico indica tendência de recuo no preço da soja, uma vez que o estoque
mundial do grão é o maior dos últimos 10 anos. Brasil, Argentina e Estados
Unidos registraram safras maiores do que o esperado. Ainda assim, os preços
devem ficar acima da média dos últimos seis anos. Os dados foram divulgados na
quinta-feira (11.09).
O milho também deve apresentar queda nos preços, uma vez que tanto Brasil
quanto Estados Unidos registraram super produção na safra 2013/2014. Com isso,
há uma expectativa de redução na área plantada do grão. O principal concorrente
do milho é a soja, que ainda deve apresentar maior rentabilidade ao produtor.
O feijão deve recuperar os preços ao produtor a partir do início de 2015.
Embora o preço do grão esteja abaixo do mínimo, a menor oferta do produto no
fim do ano tende a mudar esse cenário.
No caso do algodão, os baixos preços no mercado global têm estimulado a
substituição do produto por outras culturas. E mesmo com a redução da área
plantada, os preços não devem se recuperar. Esse comportamento se deve, em
especial, ao fato dos altos estoques chineses.
Os demais produtos, como arroz, carnes, entre outros apresentam cenário muito
semelhante ao praticado na última safra. Fonte: Agrolink
Finanças
De Pires na Mão
União Europeia busca bilhões de euros para reavivar a economia
Um plano do Banco Central Europeu de reviver um mercado de instrumentos de dívidas lastreados por ativos seria outra forma de financiamento
A União Europeia
buscou formas de injetar bilhões de euros na sua enfraquecida economia sem
aprofundar suas dívidas, considerando opções que vão de um mercado de capitais
pan-europeu até um grande fundo de investimentos. Com a economia europeia com
dificuldades para se recuperar da pior crise financeira da atual geração, os
ministros das Finanças da UE pediram à Comissão Europeia,, braço executivo do
bloco e ao Banco Europeu de Investimentos (BEI), que montassem uma lista de
projetos de crescimento econômico e decidissem como financiá-los.
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| Divulgação |
- Demos o mandato à Comissão e ao
BEI para que apresentassem em pouco tempo um relatório inicial de medidas
práticas que podem ser tomadas em projetos lucrativos de investimentos que
possam ser justificáveis – afirmou o ministro da Economia da Itália, Pier Carlo
Padoan, em coletiva de imprensa. Os ministros devem discutir
os projetos e as ferramentas de investimentos no próximo encontro, em
Luxemburgo, em outubro. Não há detalhes disponíveis sobre
quais projetos seriam realizados.
Para financiá-los, os ministros
discutiram quatro ideias: uma sugestão italiana de novas ferramentas de
financiamento para empresas, uma proposta franco-alemã de aumento de investimentos
privados, uma ideia polonesa de criação de um fundo conjunto da UE
de 700 bilhões de euros (US$ 907 bilhões ), e um pedido do novo presidente da
Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, para um programa de investimentos no
valor de 300 bilhões de euros para recuperar a economia do continente. Um plano
do Banco Central Europeu de reviver um mercado de instrumentos de dívidas
lastreados por ativos seria outra forma de financiamento.
- Não temos a vareta mágica, mas
precisamos de crescimento, precisamos estimular a demanda sem assumir dívidas, afirmou
o ministro das Finanças da França, Michel Sapin, após o encontro em Milão.
“Precisamos da combinação certa entre o dinheiro público e privado.” Fonte: Correio do Brasil
Estado Islâmico
Suposta decapitação de refém britânico
Intitulado “Uma Mensagem para os aliados da América,” abriu com o
primeiro-ministro britânico, David Cameron, falando sobre trabalhar com o
governo iraquiano
Militantes do Estado Islâmico que
lutam no Iraque e na Síria divulgaram um vídeo no sábado mostrando a suposta decapitação do trabalhador
humanitário britânico David Haines. À agência inglesa de notícias Reuters não pôde verificar
imediatamente o material. Mas as imagens eram compatíveis com as das execuções
filmadas de dois jornalistas norte-americanos, James Foley e Steven Sotloff, no
mês passado.
Haines, um pai de 44 anos de
Perth, na Escócia, foi sequestrado no ano passado enquanto trabalhava para a
agência francesa Acted.
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O vídeo, intitulado “Uma Mensagem
para os aliados da América,” abriu com o primeiro-ministro britânico, David
Cameron, falando sobre trabalhar com o governo iraquiano e as forças aliadas
curdas Peshmerga para derrotar o Estado Islâmico.
- Este homem britânico tem de
pagar o preço de sua promessa, Cameron, de armar o Peshmerga contra o Estado
Islâmico – disse um homem mascarado, vestido de preto, com um sotaque
britânico, de pé ao lado de Haines, que foi mostrado ajoelhado e vestindo um
macacão laranja.
O vídeo, em seguida, mostrou a decapitação do homem
ajoelhado.
No final do vídeo, outro refém,
identificado como Alan Henning, foi mostrado e o homem mascarado disse que ele
seria morto se Cameron continuasse a apoiar a luta contra o Estado islâmico.
Cameron condenou o
assassinato e disse que levará os assassinos à justiça.
- Este é um assassinato
desprezível e chocante de um trabalhador humanitário inocente. É um ato de pura
maldade. Meu coração está com a família de David Haines que demonstrou coragem
e força extraordinária durante esse sofrimento – disse ele em um comunicado.
- Nós faremos tudo em nosso poder
para caçar esses assassinos e garantir que enfrentem a justiça, independente do
tempo que isso leve.
Fonte: Correio do Brasil
Internacional
Coreia do Norte condena norte-americano a seis anos de trabalhos forçados
A Coreia do Norte ainda não anunciou uma data para o julgamento de um terceiro cidadão norte-americano
A Coreia do
Norte condenou o cidadão norte-americano Matthew Todd Miller a seis anos de
trabalhos forçados por cometer “atos hostis” como turista no país, segundo um
comunicado divulgado pela mídia estatal neste domingo. Matthew Miller se junta
Kenneth Bae como o segundo norte-americano que atualmente cumpre pena de
trabalhos forçados na Coreia do Norte. Um
terceiro, Jeffrey Fowle, está atualmente aguardando julgamento.
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| Divulgação |
“Ele cometeu atos hostis à
República Democrática Popular da Coreia ao entrar no território do país sob a
aparência de um turista em abril passado”, disse o curto comunicado, sem dar
mais detalhes. A versão coreana do comunicado descreve a punição de Miller como
uma sentença de “reeducação pelo trabalho”.
Miller, de Bakersfield,
Califórnia, com 20 e poucos anos, entrou na Coreia do Norte em abril deste ano,
rasgou seu visto de turista e exigiu que Pyongyang lhe concedesse asilo, de
acordo com um comunicado de imprensa estatal na época.
Ele estava em uma viagem
particular sem guias estrangeiros, de acordo com a Uri Tours, empresa que
organizou sua viagem.
A Coreia do Norte não detalhou as
acusações contra Miller, mas as fotos do processo divulgadas pela mídia estatal
mostram alguns dos pertences pessoais de Miller, incluindo passaporte,
telefone, notebook e visto norte-coreano – que parecia estar rasgado. Miller
também foi mostrado sentado em uma caixa de testemunha, cercado por soldados
norte-coreanos.
A Coreia do Norte ainda não
anunciou uma data para o julgamento de um terceiro cidadão
norte-americano, Jeffrey Fowle, 56, de Miamisburg, Ohio, que foi preso em maio
deste ano por deixar uma Bíblia debaixo de uma lata no banheiro de um clube de
marinheiros na cidade portuária de Chongjin.
Uma fonte familiarizada com o
caso disse à agência inglesa de notícias Reuters que
não está claro por que Fowle deixou a Bíblia para trás, mas disse que o homem
de 56 anos não parece ser abertamente religioso.
Fonte: Correio do Brasil
Quebra de Confiança
Serviços de espionagem dos EUA e Reino Unido têm acesso a redes alemãs, diz Spiegel
Por meio de um programa chamado “Treasure Map”, agências de espionagem dos EUA e Reino Unido acessam as redes de telecomunicações de grandes provedores alemães
A revista alemã Der Spiegel afirmou
que os serviços secretos dos EUA e
Reino Unido têm acesso a redes de telecomunicações de grandes provedores
alemães como da gigante Deutsche Telekom e da companhia regional NetCologne.
Outras empresas menores, como Stellar, Cetel e IABG também seriam espionadas.
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| NSA - Divulgação |
Até então, acreditava-se que a
Agência de Segurança Nacional (NSA) e o serviço de informações britânico GCHQ
espionavam as comunicações da Alemanha a partir do exterior. Mas, de acordo com
a revista, documentos filtrados pelo ex-técnico da NSA, Edward Snowden, mostram
que os serviços secretos também
atuam a partir da Alemanha.
O artigo afirma ainda que os
analistas americanos e britânicos usam um programa da NSA chamadoTreasure Map, que lhes permite
visualizar, quase em tempo real, as conexões da rede de
roteadores e, também, de computadores, smartphones e tablets. O
objetivo do programa é “tornar visível cada aparato em qualquer lugar e a
qualquer hora”, diz a revista.
A publicação confrontou a
Deutsche Telekom e a NetCologne com os documentos obtidos, e as empresas
afirmam que não encontraram dispositivos ou tráfego de dados suspeitos.
- O acesso dos serviços secretos estrangeiros à nossa rede seria
completamente inaceitável – diz o chefe de segurança da Deutsche Telekom,
Thomas Tschersich. “Nós examinaremos todos os indícios de uma possível
manipulação. Além disso, alertamos todas as autoridades de segurança alemãs.”
Opositor de Cristina quer melhorar 'clima' com Brasil
O Brasil é o único sócio do qual a Argentina não
pode prescindir, dado a confluência de interesses comerciais, liderança e força
para reorganizar o comércio exterior no âmbito do Mercosul e fazer acordos
estratégicos com países de fora do bloco. É o que disse em entrevista exclusiva
ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o ministro
(equivalente a secretário estadual aqui no Brasil) de Comunicação e
Desenvolvimento do Governo da Província de Córdoba, Jorge Lawson.
Ele esteve na quinta-feira, 11, em São Paulo, onde participou de evento
organizado pela Câmara de Comércio Argentino Brasileiro, que debateu formas
para derrubar as barreiras que emperram o comércio entre os dois países. Na
opinião de Lawson, há um vasto campo de oportunidades comerciais que Brasil e
Argentina estão deixando de aproveitar, tanto na região quanto no resto do
mundo, por estarem olhando apenas para os mercados internos.
Opositor declarado do governo de Cristina Kirchner, Lawson diz acreditar que,
juntos, os dois maiores países sul-americanos reúnem condições para reconstruir
o Mercosul, acessar o mercado asiático e costurar acordos estratégicos com os
Estados Unidos, por exemplo. "Mas para isso os dois países precisam
conversar", disse o ministro de Córdoba. Segundo ele, a política adotada
pela presidente Cristina Kirchner, de reter as exportações e dificultar a
liberação de dólares para as importações, levou ao esgarçamento do ambiente de
negócios entre os dois países.
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| Divulgação |
A retomada do clima de negócios entre Brasil e Argentina, segundo Lawson, tem
que necessariamente passar primeiro pela recuperação da institucionalização e
do diálogo entre a Casa Rosada e os diversos setores da economia argentina e,
depois, com seus vizinhos, especialmente o Brasil. "A política de Cristina
conseguiu criar uma série de divergências entre Brasil e Argentina",
lamentou.
"Se não tem clima de negócios, não se consegue fazer nada", disse
Lawson justamente no dia em que a imprensa trouxe reportagem relatando a
desistência da General Motors (GM) brasileira de exportar para a Argentina por
conta da dificuldade que o governo de Cristina Kirchner impõe à liberação de
dólares para pagar seus fornecedores estrangeiros.
De acordo com Lawson, para o governo de Córdoba e empresários argentinos o
Brasil é o único sócio indispensável da Argentina para a criação de uma aliança
estratégica com os Estados Unidos. Juntos, segundo o ministro, Brasil e
Argentina são os maiores exportadores de alimentos do mundo. Ele diz ver muitas
oportunidades entre os dois países, mas também pouco esforço para trabalhar
esta questão. A Argentina, por exemplo, é um dos principais produtores de carne
do mundo, mas desde 2006, quando o governo adotou a política de retenção das
exportações, foram fechados 136 frigoríficos e eliminados 67 mil postos de
trabalho.
Lawson disse que em Córdoba o governo tem um programa de financiamento de
compras de carros produzidos localmente, mas cuja produção depende de insumos
vindo de outros países, especialmente do Brasil. Com a política de restrição de
dólares do governo argentino, os insumos não têm chegado. "Temos crédito,
mas não temos automóveis porque na Argentina não se pode adquirir
dólares."
Fonte: Agência Estado –
Texto revisto









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