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8 de set. de 2014

Sanções - Feitiço Contra o Feiticeiro

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Brasil - Mercado Aberto


O mercado futuro na BM&FBovespa comportou-se, hoje, com os seguintes números:

Futuro*08/09/2014

OscilaçãoPreço
IBOVESPA-2,3821%60035
DÓLAR0,9079%2278,5
FRC-8,4211%0,87
DI10,1848%10,84
CAFÉ0,0000%232,6A
BOI-0,2584%127,4
ETANOLNDND
MILHO-0,7366%21,56
SOJA-0,4783%22,89
S&P 500-0,3986%1999
OC1NDND





Acompanhe a variação pelo gráfico que se segue:








O Ouro teve a seguinte variação:







Ouro - A cotação a vista foi a que segue abaixo:

08/09/2014


                 Oscilação:  Preço:
OURO0,1096%91,3




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Um desespeito; um roubo.
É gente inidônea no mercado.
Narcisi Primus .:.


Rússia começou a construir no Ártico cidade militar Estrela Polar



A construção de cidades militares começou na ilha de Wrangel e no cabo Otto Shmidt, para onde foram transportados blocos modelares para a construção do complexo Estrela Polar, anunciou hoje aos jornalistas o coronel Alexander Gordeev, chefe do serviço de imprensa da Região Militar Oriental da Rússia.



Divulgação
 “Na ilha de Wrangel e no cabo Otto Shmidt foram descarregados blocos modelares para a edificação de cidades militares. O complexo está sendo montado em forma de estrela, o que permitirá aos militares circularem livremente no interior do edifício, limitando ao máximo a presença ao ar livre quando estiverem temperaturas baixas”, afirmou Gordeev.
Dois complexos habitacionais e administrativos serão montados com 34 módulos durante um mês para garantir a atividade de uma unidade ártica da defesa antiaérea.
O complexo é composto por blocos de habitação, apoio e administrativos, salas de esporte, saunas e gabinete de descompressão psicológica.




Rússia pode monopolizar mercado chinês do combustível nuclear



A Rússia está disposta a fornecer combustível nuclear para futuras usinas atômicas flutuantes da China, anunciou a companhia TVEL, que faz parte da corporação estatal Rosatom. A TVEL é a única empresa no mundo com a experiência de montar instalações para combustível e zonas ativas para centrais elétricas desse tipo.




Divulgação
 No fim de julho, as companhias RusAtom Overseas e CNNC New Energy assinaram um memorando sobre o projeto de construção de usinas atômicas flutuantes. Atualmente, a Rússia é o único país no mundo, que dispõe de seu próprio projeto e está construindo uma usina atômica flutuante Akademik Lomonosov em São Petersburgo.
Usinas atômicas flutuantes não são muito potentes, podendo produzir energia elétrica em regiões afastadas de difícil acesso. A Rússia prevê utilizar a usina para fornecer energia elétrica à península de Chukotka, no nordeste da Rússia. Está previsto que a usina atômica flutuante Akademik Lomonosov abasteça com energia elétrica a cidade de Pevek, a mais setentrional do país.
A China pretende utilizar usinas atômicas flutuantes para fornecer energia elétrica a territórios ilhéus e a jazidas de hidrocarbonetos na plataforma continental. Peritos não duvidam do caráter prometedor da cooperação entre a Rússia e a China na construção de usinas atômicas flutuantes. A Rússia é o único país no mundo que é capaz de construir instalações de força para usinas elétricas em água. A China, por sua vez, pode construir rapidamente e a preços aceitáveis corpos de navios, diz o diretor do Centro de Energia e Segurança da Rússia, Anton Khlopkov:
“Sem dúvida, a tecnologia de reatores compactos é muito prometedora. Mas esse projeto não está por enquanto concluído na Rússia, porque a verba, inicialmente prevista, foi superada consideravelmente. Para aplicar praticamente essa iniciativa, é necessário não apenas desenvolver respetivas tecnologias, mas também tornar mais barata a construção. Esta tarefa pode ser resolvida em conjunto com a China. É muito grato ver que a parte chinesa revela um considerável interesse em relação ao desenvolvimento das relações com a Rússia na área das tecnologias nucleares. A meu ver, este é um bom indicador da demanda da indústria atômica russa no estrangeiro”.
O perito destaca uma séria luta pelo mercado chinês de tecnologias atômicas e produtos energéticos. Atualmente, na China funcionam 18 blocos energéticos com uma potência total superior a 15 GWt. Mais 32 blocos encontram-se em fase de construção. Peritos prognosticam que o mercado chinês de usinas atômicas pode equiparar-se ao americano em 2030. Ao mesmo tempo, o tipo de reator mais utilizado nas usinas chineses é o CPR-1000 francês. A Rússia responde por enquanto por 10% do volume total da energia atômica da China, mesmo apesar do grande projeto russo-chinês de construção da usina atômica de Tianwan.
Contudo, há todas as razões para supor que a distribuição das forças se altere. Já agora a Rússia pretende alargar sua presença no mercado chinês de combustível nuclear. Assim, na primavera última, a companhia TVEL assinou um acordo com parceiros chineses JNPC e CNEIC sobre o fornecimento de combustível TBC-Kvadrat. Esse tipo de combustível se utiliza em todos os reatores franceses e americanos.
Peritos destacam que, se este projeto for realizado, a Rússia poderá fazer recuar consideravelmente fornecedores ocidentais no mercado chinês de combustível nuclear. Tal situação também é vantajosa para a China que prefere concluir contratos de construção e de manutenção de usinas atômicas com empreiteiros de diferentes países. A formação de uma esfera competitiva para companhias estrangeiras permite à parte chinesa assinar contratos em condições vantajosas no máximo para si.
Fonte: Rádio A Voz da Rússia





            

Obama tentará explicar o inexplicável


O presidente norte-americano, Barack Obama, afirmou ontem vai explicar detalhadamente o plano para combater o grupo extremista "Estado Islâmico do Iraque e do Levante" (ISIS) no dia 10 deste mês.
O plano engloba medidas econômicas, políticas e militares, revelou o presidente norte-americano durante uma entrevista para a TV neste domingo. Segundo Obama, nos próximos meses, os Estados Unidos não só vão impedir a expansão do ISIS, como também vão enfraquecer plenamente a organização terrorista, recuperar o território ocupado pela facção e "derrotá-la por fim". Obama salientou que seu país vai confrontar as ameaças do ISIS com base na ampla aliança internacional e regional. Os EUA não vão enviar tropas terrestres para o combate, reiterou.
No mesmo dia, os ministros das relações exteriores dos países que formam a Liga Árabe reuniram-se no Cairo. Depois da reunião, publicaram uma declaração conjunta, afirmando que vão adotar as medidas necessárias para combater os grupos terroristas, incluindo o ISIS. Segundo a nota, os países-membros da entidade têm o dever de cortar a fonte de capital e não devem fazer concessões políticas à organização. A Liga Árabe planeja elaborar em breve estratégias antiterroristas, apontou o texto. Fonte: CRI




Fragata canadense Toronto entra no mar Negro



A fragata canadense Toronto entrou no mar Negro, comunica o Estado-Maior da Marinha de Guerra russa. 



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 Aquela embarcação deverá ser seguida por mais quatro navios de guerra da OTAN: o contratorpedeiro estadunidense Ross, a corveta francesa Commandant Birot e a fragata espanhola Almirante Juan de Borbón. No dia 6 de setembro, o navio de reconhecimento francês Dupuy de Lôme se retirou das águas do mar Negro.
Nos termos da Convenção de Montreux, navios de guerra de países não costeiros não podem permanecer no mar Negro além de 21 dias.



Sanções - Efeito Contrário


Zyuganov defende que sanções reforçam a Rússia




Depois de cada onda de sanções da parte do Ocidente, a Rússia torna-se mais forte e experiente, considera Guennadi Zyuganov, dirigente do Partido Comunista da Rússia (PCR).

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“Nós saímos mais fortes, mais sábios e mais experientes depois de cada sanção. Não devemos ter medo de sanções”, disse Zyuganov na conferência de imprensa em Moscou.
As relações da Rússia com o Ocidente deterioraram-se devido à situação na Ucrânia. Nos finais de julho, a União Europeia e os EUA passaram de sanções pontuais contra algumas pessoas e empresas para medidas contra setores inteiros da economia russa.

Em resposta, a Rússia limitou a importação de produtos alimentares de países que declararam sanções contra ela: EUA, Estados da União Europeia, Canadá, Austrália e Noruega. Fonte: Rádio A Voz da Rússia



Obama vai divulgar plano de combate ao Estado Islâmico


Milícia criada pelo líder xiita Moqtada al-Sadr ressurge em Bagdá, desta vez para lutar contra os sunitas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante


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Presidente norte-americano, Barack Obama disse neste domingo que vai anunciar na quarta-feira o seu plano para enfrentar e derrotar o grupo terrorista Estado Islâmico (EI), mas avisou que não irá travar outra guerra terrestre no Iraque.
– Estou preparando o país para lidarmos com a ameaça daquele grupo. Na quarta-feira vou fazer um discurso e descrever qual será o nosso plano daqui para a frente – disse Obama.
Dois dias depois de voltar da cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), que ocorreu no País de Gales, Obama disse estar confiante de que será capaz de construir uma coligação internacional para derrubar o Estado Islâmico.
– Mas não vai ser anúncio sobre tropas terrestres norte-americanas. Isto não é o equivalente à guerra do Iraque. É semelhante às campanhas de combate ao terrorismo que temos desenvolvido de forma consistente ao longo dos últimos cinco, seis, sete anos – disse Obama.
Dois jornalistas foram decapitados, nas últimas semanas, no norte do Iraque. Os episódios colocaram ainda mais pressão sob a administração do presidente Barack Obama, que prometeu destruir o grupo extremista responsável pelas execuções.
– Nosso objetivo é claro: degradar e destruir o EI até que ele não represente mais uma ameaça. Não seremos intimidados. Seus atos horrendos só irão nos unir enquanto país e fortalecer nossa determinação em lutar contra esses terroristas. Aqueles que cometerem o erro de ferir norte-americanos aprenderão que não esquecemos, que nosso alcance é longo e que a justiça será feita – disse Obama durante uma visita a Estônia, na semana passada. Fonte: CDB


BCE precisa estar pronto para fazer mais pela estabilidade do euro


“À medida que o lançamento de um novo programa de compra de bônus garantidos ocorre não devemos hesitar em tomar novas medidas”, afirmou Visco


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O Banco Central Europeu (BCE) deve estar preparado para tomar novas medidas para assegurar a estabilidade monetária na área do euro, disse o diretor do Banco da Itália, Ignazio Visco, e membro do conselho de governo do BCE, em entrevista publicada neste domingo.
– À medida que o lançamento de um novo programa de compra de bônus garantidos ocorre não devemos hesitar em tomar novas medidas, se necessário, para garantir a estabilidade monetária – disse Visco ao jornal italiano La Repubblica.
BCE cortou inesperadamente na quinta-feira a taxa básica de juros para perto de zero e se comprometeu a comprar bônus cobertos e títulos lastreados em ativos para combater a baixa inflação e apoiar o crescimento na zona do euro. O presidente do BCE, Mario Draghi, disse que alguns membros do conselho de governo do banco eram a favor de fazer mais e que o programa de compra de ativos foi discutido. Visco disse que as medidas do BCE também incluem a concessão de empréstimos por quatro anos a custo baixo para os bancos com a finalidade de impulsionar a economia, disse.
crescimento econômico na zona euro foi interrompido no segundo trimestre e a crise ucraniana está pesando sobre a confiança afetando as perspectivas de uma recuperação já frágil. A reação da Rússia, de suspender a compra de carne e grãos de vários países do bloco, diante das sanções impostas junto com os EUA, também pesam sobre a economia europeia. Fonte: CDB


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