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BRICS - Brasília - Brasil - 2014
Colagem: Oficina da Casa
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Quando
do encontro dos países que compõem o bloco econômico BRICS, em Brasília,
Brasil, em julho de 2014, os Srs. Presidentes da Rússia, Vladimir Putin e Xi Jinping,
da China, tiveram a formação do Batalhão dos Dragões da Independência, da Guarda
Presidencial do Brasil, em honra e homenagem às suas presenças.
Eles,
os Srs. Presidentes, passaram em revista a tropa.
Veja
na foto o Sr. Vladimir Putin tendo a seu lado a Presidente Dilma Rousseff:
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| Divulgação |
O
encontro foi realizado com o objetivo de criar-se o Banco de Fomento do bloco
com a sede em Xangai e tendo como o primeiro presidente da entidade um
representante da Índia.
Com
a criação deste Banco de Fomento do BRICS, o Fundo Monetário Internacional,
FMI, e o Banco Mundial, BM, e também parte do Banco Interamericano de
Desenvolvimento, BID, criados, praticamente, na reunião de Bretton Woods,
deixarão de ter a importância que pensam que têm, tendo em vista a força que o
BRICS Bank, que, já no início de sua criação, vai exercer em quase 2/3 da população
mundial, e uma área geopolítica consideravelmente grande.
FED – Uma Entidade de Fachada
Literalmente
| Colagem: Oficina da Casa - Divulgação |
USA - Uma Vergonha Ocidental
A Crimeia Sob a Ótica do Cinema Pesquisa dos USA
Cineasta estadunidense revela verdade sobre a Crimeia
O diretor de cinema norte-americano Miguel Francis quis que o seu primeiro filme tratasse da Crimeia. Fez um intenso curso de preparação, estudando matérias divulgadas pela mídia estadunidense. Finalmente, ficou convencido que iria ter que filmar em uma zona de tensão armada. Porém, logo depois de chegar, descobriu que nem tudo é como os USA pintam.
Autodeterminação da Crimeia: Ocidente colhe os frutos da sua política
Embora
os EUA e a direção da União Europeia já tivessem declarado que não reconhecem o
plebiscito da Crimeia, nem os seus resultados, a realidade geopolítica na
região mudou.
Todavia as raízes destas mudanças
e dos roteiros do posterior desenrolar dos acontecimentos devem ser procurados
no limiar entre a década de 90 do século passado e os anos 2000.
Breve
história política da Crimeia
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| Divulgação |
É difícil de contestar o fato de
que a situação em torno da Ucrânia tem desestabilizado já há vários meses a
situação política e financeira na Europa e no mundo em geral. Mas uma concepção
mais ampla do problema torna evidente que ela é continuação de mudanças
geopolíticas e da “reformatação” do espaço euroasiático e norte-africano que
tinha começado ainda na década 90 do século passado no “polígono” da antiga
Iugoslávia. Mudou apenas o “matiz” deste processo: enquanto que durante a
década de 90 e primeira metade da década de 2000 estas mudanças correspondiam
basicamente aos interesses dos EUA, da União Europeia e da OTAN, a partir do
início dos anos 2000 este processo passou a ser equilibrado pela crescente
influência da Rússia e dos seus processos de integração.
O fator-chave foi, sem dúvida, a
proclamação unilateral da independência de Kosovo em 2008, seguida pelo
reconhecimento apressado deste ato pelas potências ocidentais. Foi precisamente
o precedente de Kosovo que determinou em grande parte o desenrolar dos
acontecimentos em outras regiões conflituosas dos Balcãs, da região do mar
Negro e do Cáucaso e a sua influência não acusa a mínima tendência de diminuir,
confirmou à Voz da Rússia o perito Alexander Karasev:
“Tem-se a impressão de que o eco
dos acontecimentos em Kosovo vai soar ainda durante muito tempo. A proclamação
da independência de Kosovo em 2008 e o seu reconhecimento pelo Ocidente criaram
um precedente. E este precedente ficará doravante no direito internacional”.
Trata-se da decisão do Tribunal
Internacional de Haia de 2010 a respeito de Kosovo que tinha reconhecido na
realidade que semelhantes declarações correspondiam ao direito internacional.
Ainda em julho de 2009 a Casa Branca americana apresentou ao Tribunal
Internacional da ONU um comentário em que se analisava a situação em Kosovo.
Naquele caso Washington declarava que “o princípio jurídico de integridade
territorial não impede que as formações não estatais anunciem pacificamente a
sua independência”.
A União Europeia procura mesmo
hoje reduzir ao mínimo a influência do referendo da Crimeia. Catherine Ashton,
suprema representante da União Europeia para a política externa e política de
segurança, exortou a Rússia a “entabular diálogo com a direção da Ucrânia e
continuar conversações com a comunidade internacional a fim de diminuir a
tensão e encontrar uma via política de saída da crise”.
A Rússia está pronta para as
conversações. Mas a manifestação quase unânime da vontade dos habitantes da
Crimeia é um fato consumado. E não é a Rússia quem deve responder pelo
precedente de Kosovo que há seis anos tinha “reformatado” radicalmente o espaço
geopolítico.


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