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13 de set. de 2014

USA - Vergonha Ocidental

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BRICS - Brasília - Brasil - 2014


Colagem: Oficina da Casa

     Quando do encontro dos países que compõem o bloco econômico BRICS, em Brasília, Brasil, em julho de 2014, os Srs. Presidentes da Rússia, Vladimir Putin e Xi Jinping, da China, tiveram a formação do Batalhão dos Dragões da Independência, da Guarda Presidencial do Brasil, em honra e homenagem às suas presenças.
        Eles, os Srs. Presidentes, passaram em revista a tropa.
Veja na foto o Sr. Vladimir Putin tendo a seu lado a Presidente Dilma Rousseff:

Divulgação
O encontro foi realizado com o objetivo de criar-se o Banco de Fomento do bloco com a sede em Xangai e tendo como o primeiro presidente da entidade um representante da Índia.

       Com a criação deste Banco de Fomento do BRICS, o Fundo Monetário Internacional, FMI, e o Banco Mundial, BM, e também parte do Banco Interamericano de Desenvolvimento, BID, criados, praticamente, na reunião de Bretton Woods, deixarão de ter a importância que pensam que têm, tendo em vista a força que o BRICS Bank, que, já no início de sua criação, vai exercer em quase 2/3 da população mundial, e uma área geopolítica consideravelmente grande.



FED – Uma Entidade de Fachada



Literalmente


Colagem: Oficina da Casa - Divulgação



USA - Uma Vergonha Ocidental



A Crimeia Sob a Ótica do Cinema Pesquisa dos USA



Cineasta estadunidense revela verdade sobre a Crimeia



O diretor de cinema norte-americano Miguel Francis quis que o seu primeiro filme tratasse da Crimeia. Fez um intenso curso de preparação, estudando matérias divulgadas pela mídia estadunidense. Finalmente, ficou convencido que iria ter que filmar em uma zona de tensão armada. Porém, logo depois de chegar, descobriu que nem tudo é como os USA pintam.




Autodeterminação da Crimeia: Ocidente colhe os frutos da sua política



Embora os EUA e a direção da União Europeia já tivessem declarado que não reconhecem o plebiscito da Crimeia, nem os seus resultados, a realidade geopolítica na região mudou.
Todavia as raízes destas mudanças e dos roteiros do posterior desenrolar dos acontecimentos devem ser procurados no limiar entre a década de 90 do século passado e os anos 2000.

Breve história política da Crimeia
Divulgação
É difícil de contestar o fato de que a situação em torno da Ucrânia tem desestabilizado já há vários meses a situação política e financeira na Europa e no mundo em geral. Mas uma concepção mais ampla do problema torna evidente que ela é continuação de mudanças geopolíticas e da “reformatação” do espaço euroasiático e norte-africano que tinha começado ainda na década 90 do século passado no “polígono” da antiga Iugoslávia. Mudou apenas o “matiz” deste processo: enquanto que durante a década de 90 e primeira metade da década de 2000 estas mudanças correspondiam basicamente aos interesses dos EUA, da União Europeia e da OTAN, a partir do início dos anos 2000 este processo passou a ser equilibrado pela crescente influência da Rússia e dos seus processos de integração.
O fator-chave foi, sem dúvida, a proclamação unilateral da independência de Kosovo em 2008, seguida pelo reconhecimento apressado deste ato pelas potências ocidentais. Foi precisamente o precedente de Kosovo que determinou em grande parte o desenrolar dos acontecimentos em outras regiões conflituosas dos Balcãs, da região do mar Negro e do Cáucaso e a sua influência não acusa a mínima tendência de diminuir, confirmou à Voz da Rússia o perito Alexander Karasev:
“Tem-se a impressão de que o eco dos acontecimentos em Kosovo vai soar ainda durante muito tempo. A proclamação da independência de Kosovo em 2008 e o seu reconhecimento pelo Ocidente criaram um precedente. E este precedente ficará doravante no direito internacional”.
Trata-se da decisão do Tribunal Internacional de Haia de 2010 a respeito de Kosovo que tinha reconhecido na realidade que semelhantes declarações correspondiam ao direito internacional. Ainda em julho de 2009 a Casa Branca americana apresentou ao Tribunal Internacional da ONU um comentário em que se analisava a situação em Kosovo. Naquele caso Washington declarava que “o princípio jurídico de integridade territorial não impede que as formações não estatais anunciem pacificamente a sua independência”.
A União Europeia procura mesmo hoje reduzir ao mínimo a influência do referendo da Crimeia. Catherine Ashton, suprema representante da União Europeia para a política externa e política de segurança, exortou a Rússia a “entabular diálogo com a direção da Ucrânia e continuar conversações com a comunidade internacional a fim de diminuir a tensão e encontrar uma via política de saída da crise”.

A Rússia está pronta para as conversações. Mas a manifestação quase unânime da vontade dos habitantes da Crimeia é um fato consumado. E não é a Rússia quem deve responder pelo precedente de Kosovo que há seis anos tinha “reformatado” radicalmente o espaço geopolítico.

Matéria de autoria de Piotr Iskenderov – Texto revisto

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