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OTAN não renuncia à ideia de cooperação com a Rússia
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| Colagem: Voz da Rússia |
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| Divulgação |
A
OTAN não renuncia à ideia de alargamento da cooperação com a Rússia e recorda
que a aceitação de novos membros na aliança não é uma medida contra Moscou.
Anders Fogh Rasmussen,
secretário-geral da OTAN, assinalou que os acontecimentos na Ucrânia, que
praticamente levaram à suspensão das relações da aliança com a Rússia, não é um
problema irreversível.
"Os acontecimentos na
Ucrânia foram um sinal preocupante. Sim, devemos aumentar a prontidão, alterar
os princípios de avaliação das ameaças, ter em conta os novos desafios,
aperfeiçoar o serviço de reconhecimento. Mas as relações que estabelecemos com
a Rússia são únicas, funciona o conselho Rússia-OTAN, realizaram-se cimeiras
conjuntas. Nós não devemos aceitar novos membros na OTAN em contrapeso à
agressão da Rússia, pelo contrário, devemos envolver a Rússia no diálogo e
parceria", disse Rasmussen, recordando que o ponto alto das relações da
Rússia com a OTAN aconteceu em 2010.
Ao mesmo tempo, segundo ele,
todos os países têm direito à autodeterminação e se um país deseja “dar uma
contribuição para o reforço da segurança europeia, a OTAN não o recusa".
Fonte: Rádio A Voz da Rússia
USA Limpa Coturnos de Ferro Em Capacho por Comparar Hamas com Estado Islâmico
O Departamento de Estado norte-americano manifestou a sua divergência com a equação estabelecida pelo primeiro ministro israelita Benjamin Netanyahu entre o Hamas e o "Estado Islâmico". Uma porta-voz norte-americano advertiu mesmo Israel de que não deve esperar que os Estados Unidos venham a bombardear o Hamas como fazem atualmente com o "Estado Islâmico".
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| Netanyahu - Divulgação |
Em discurso ontem pronunciado na
Assembleia Geral da ONU, Netanyahu afirmara que o "Hamas, tal como o
Estado Islâmico, quer [estabelecer] um Califado". A isto reagiu
prontamente a porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Jen Psaki,
segundo citação do site israelita de Yeditoh Aaronot: "Não nos parece que o primeiro ministro
Netanyahu ou alguém de Israel esteja a sugerir que os Estados Unidos lancem uma
campanha militar contra o Hamas".
Segundo Psaki, é certo que "ambos são designados pelos Estados Unidos como
organizações terroristas". Mas a porta-voz logo se apressou a acrescentar
que "vemos diferenças em termos de ameaça e noutros".
Por outro lado, Netanyahu tinha no mesmo discurso advertido as seis potências interlocutoras do Irã nas negociações sobre o acordo nuclear (EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Rússia e China) contra o perigo de se deixarem sugestionar pela "ofensiva de charme" iraniana. Netanyahu manifestara a preocupação de que as seis potências possam conformar-se com algo menos do que o desmantelamento dos processadores de urânio iranianos e também a sua convicção de que o Irão representa uma ameaça mais grave do que o "Estado Islâmico".
Psaki respondeu-lhe que "obviamente estamos [os EUA] a gastar muito tempo e energia, porque estamos preocupados, tal como Israel está, com a perspectiva de que o Irão adquira uma arma nuclear ... mas estamos igualmente preocupados com a ameaça do 'Estado Islâmico', considerando toda a energia que estamos a investir nisto".
E acrescentou: "Posso garantir que um acordo a alcançar não seria baseado numa ofensiva de charme ou no impacto que ela tenha sobre nós, e sim nos factos e nos detalhes. E não vamos fazer um acordo global que não corresponda aos nossos padrões e ao nosso patamar [de exigências]". Fonte: RTP
Por outro lado, Netanyahu tinha no mesmo discurso advertido as seis potências interlocutoras do Irã nas negociações sobre o acordo nuclear (EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Rússia e China) contra o perigo de se deixarem sugestionar pela "ofensiva de charme" iraniana. Netanyahu manifestara a preocupação de que as seis potências possam conformar-se com algo menos do que o desmantelamento dos processadores de urânio iranianos e também a sua convicção de que o Irão representa uma ameaça mais grave do que o "Estado Islâmico".
Psaki respondeu-lhe que "obviamente estamos [os EUA] a gastar muito tempo e energia, porque estamos preocupados, tal como Israel está, com a perspectiva de que o Irão adquira uma arma nuclear ... mas estamos igualmente preocupados com a ameaça do 'Estado Islâmico', considerando toda a energia que estamos a investir nisto".
E acrescentou: "Posso garantir que um acordo a alcançar não seria baseado numa ofensiva de charme ou no impacto que ela tenha sobre nós, e sim nos factos e nos detalhes. E não vamos fazer um acordo global que não corresponda aos nossos padrões e ao nosso patamar [de exigências]". Fonte: RTP
Agronegócio
Em Chicago, Grãos em Queda Livre
Grãos caem em dia de relatório de estoques do USDA
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Sede Bolsa de Chicago - Divulgação
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Mercado de soja tenta reação, mas não se sustenta; milho e trigo acompanham
Depois de registrar algum movimento comprador
durante o pregão, a soja encerrou o dia em queda na Bolsa de Chicago nesta
terça-feira (30/9). Os negociadores devolveram parte dos ganhos da segunda,
mesmo com a divulgação de estoques trimestrais americanos menores que o
esperado por especialistas.
O relatório trimestral, publicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reportou reservas de 2,5 milhões de toneladas no dia primeiro de setembro, uma baixa de 35% em relação a primeiro de setembro de 2013.
Com o número abaixo do esperado, o contrato de novembro em Chicago inverteu a tendência e passou a operar no positivo. Depois de registrar mínima de US$ 9,09 por bushel, chegou a ser cotado a US$ 9,30.
No entanto, voltaram a pesar as expectativas de safras volumosas, diante de lavouras em boas condições e colheita avançando nos Estados Unidos. Assim, o vencimento de maior liquidez em Chicago voltou a operar em baixa até fechar em US$ 9,13 por bushel (-US$ 0,1025).
O contrato de março de 2015, que serve de referência para o produtor de soja de Mato Grosso, registrou mínima de US$ 9,26 e máxima de US$ 9,46 por bushel durante o pregão. Mas acabou fechando também em baixa, a US$ 9,29 por bushel (-US$ 0,1075).
O relatório trimestral, publicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reportou reservas de 2,5 milhões de toneladas no dia primeiro de setembro, uma baixa de 35% em relação a primeiro de setembro de 2013.
Com o número abaixo do esperado, o contrato de novembro em Chicago inverteu a tendência e passou a operar no positivo. Depois de registrar mínima de US$ 9,09 por bushel, chegou a ser cotado a US$ 9,30.
No entanto, voltaram a pesar as expectativas de safras volumosas, diante de lavouras em boas condições e colheita avançando nos Estados Unidos. Assim, o vencimento de maior liquidez em Chicago voltou a operar em baixa até fechar em US$ 9,13 por bushel (-US$ 0,1025).
O contrato de março de 2015, que serve de referência para o produtor de soja de Mato Grosso, registrou mínima de US$ 9,26 e máxima de US$ 9,46 por bushel durante o pregão. Mas acabou fechando também em baixa, a US$ 9,29 por bushel (-US$ 0,1075).
Milho e trigo
O milho seguiu o mesmo caminho da soja e também
encerrou o dia em queda na bolsa de Chicago. O USDA apontou estoque 50% maior
que o registrado em primeiro de setembro de 2013, totalizando 31,3 milhões de
toneladas, acima das expectativas do mercado.
“Produtores ainda têm uma abundante sobra da safra velha para vender”, concluiu relatório divulgado nesta terça-feira pela AgResource, dos Estados Unidos.
Diante da constatação, o contrato mais próximo, para dezembro de 2014, caiu US$ 0,05 e terminou em US$ 3,20 por bushel, próximo da mínima do dia (US$ 3,19). Março de 2015 também caiu US$ 0,05 e terminou o pregão em US$ 3,33 por bushel.
O dia foi de queda também para o trigo, com o contrato de dezembro de 2014 perdendo US$ 0,035 e fechando a US$ 4,77 por bushel. Março de 2015 fechou a US$ 4,90 (-US$ 0,035). Fonte: GR Brasil - Texto revisto
“Produtores ainda têm uma abundante sobra da safra velha para vender”, concluiu relatório divulgado nesta terça-feira pela AgResource, dos Estados Unidos.
Diante da constatação, o contrato mais próximo, para dezembro de 2014, caiu US$ 0,05 e terminou em US$ 3,20 por bushel, próximo da mínima do dia (US$ 3,19). Março de 2015 também caiu US$ 0,05 e terminou o pregão em US$ 3,33 por bushel.
O dia foi de queda também para o trigo, com o contrato de dezembro de 2014 perdendo US$ 0,035 e fechando a US$ 4,77 por bushel. Março de 2015 fechou a US$ 4,90 (-US$ 0,035). Fonte: GR Brasil - Texto revisto




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