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8 de out. de 2014

mypcbackup, Empresa dos USA, Lesa Cliente

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Alerta!
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Esta empresa dos USA está agir de má fé debitando cobranças não autorizadas pelos seus clientes.
É muito fácil ganhar dinheiro empurrando produtos não vendidos e a cobrança não autorizada pelo cliente.
Não façam negócios com esta referida empresa cujo nome é MyPC Backup, principalmente com os seus Cartões de Crédito, pois ela debita em suas faturas do cartão, agindo de má fé.
É gente inidônea no mercado.



BRICS


Brasil - Mercado aberto



Variações percentuais do mercado futuro
Futuro*08/10/2014

Oscilação
Preço
IBOVESPA
-0,1044%
57395

DÓLAR
-0,5180%
2400,5

FRC
12,6582%
0,89

DI1
0,0850%
11,77

CAFÉ 4/5
0,2033%
246,5
A
CAFÉ 6/7
ND
ND

BOI
0,0376%
132,95

ETANOL
0,1382%
1086,5

MILHO
-0,1703%
23,45
A
SOJA
-0,4717%
21,1

S&P 500
1,8168%
1961,5

OC1
ND
ND


Cotação do ouro:
A Vista*08/10/2014


Oscilação
Preço
OURO
-0,1066%
93,7





Veja como comportou-se, hoje, o índice da BM&FBovespa, para o mercado futuro, ao analisar o gráfico abaixo:

Variação do Índice Ibovespa:



Variação do US$:



Variação da cotação do ouro:




Forte queda da produção industrial ameaça crescimento da Alemanha


A produção industrial da Alemanha caiu 4% em agosto na comparação com o mês anterior, um resultado que ameaça o crescimento e alimenta os temores de uma recessão técnica na maior economia europeia.
A queda, anunciada pelo Escritório Federal de Estatísticas, ficou muito acima do previsto pelos analistas e é mais um dado negativo, ao lado do retrocesso de 5,7% em agosto dos pedidos industriais.
"É uma notícia ruim para o crescimento no terceiro trimestre, depois que a economia alemã ficou estagnada no segundo, quando o Produto Interno Bruto (PIB) registrou contração de 0,2%", comentou Johannes Gareis, economista da Natixis.
Ângela Merkel - Germânia - Divulgação
A boa saúde do mercado de trabalho - com índice de desemprego estável em 6,7% - e do consumo devem permitir uma compensação do resultado ruim da indústria, segundo Carsten Brzeski, economista da seguradora ING.
"Mas é muito cedo para dizer se isto será suficiente para evitar uma recessão técnica, ou seja, uma contração no terceiro trimestre de pois da queda entre maio e junho", completou.

O ministério da Economia publicará na próxima semana a atualização das previsões de crescimento do governo para 2014 e 2015. 
Os principais bancos do país ajustaram suas previsões, como o Deustche Bank, que prevê um avanço de 1,5% do PIB alemão para este ano. Fonte: France Press

Geopolítica e emergentes desafiam economia mundial em 2014


Cristine Lagarde - FMI - Divulgação
O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou levemente para baixo, nesta terça-feira, em sua previsão de crescimento econômico global para este ano, a 3,3%, em um contexto marcado pela continuidade de tensões geopolíticas, estagnação das economias desenvolvidas e desaceleração dos países emergentes.
Desta forma, o FMI, que nesta semana inicia suas tradicionais reuniões em Washington, revisou sua expectativa de crescimento global em leve baixa de 0,1% em relação às previsões divulgadas em julho (3,4%).
Para 2015, o FMI prevê um crescimento de 3,8%, 0,2% abaixo da expectativa de julho (4%).
A entidade justificou sua redução de expectativas pelo "agravamento de tensões geopolíticas (...), pela estagnação e pelo baixo potencial de crescimento em economias avançadas e por uma queda no crescimento potencial nos mercados emergentes".
Considerando esses fatores, o FMI afirma em seu relatório que "fortalecer o atual crescimento potencial deve permanecer como uma prioridade".
Nas chamadas economias desenvolvidas essa prioridade deve se traduzir em "apoio continuo à política monetária e aos ajustes fiscais". No caso das economias emergentes, destacam-se os fracos crescimentos previstos para Rússia e Brasil.

Crescimento menor do que o esperado

Em geral, apontou o FMI, o crescimento da economia global na primeira metade do ano experimentou uma desaceleração mais acentuada do que o previsto em abril, quando a entidade publicou uma revisão das suas previsões.
"Este crescimento menor do que o esperado reflete eventos nos Estados Unidos, na zona do euro, no Japão e em algumas grandes economias emergentes", indicou.
No caso dos Estados Unidos, o país teve um péssimo primeiro trimestre mas se recuperou no segundo, enquanto que na zona do euro "o crescimento se concentrou no segundo trimestre.
Em relação à zona do euro, o economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard, disse que a região pode ser tornar o "principal problema" da economia global, caso não reverta o risco de deflação. 
"Se isso ocorrer, será certamente o principal problema com o qual a economia se verá confrontada", declarou Blanchard, ao apresentar as novas projeções de crescimento econômico mundial. O economista esclareceu, contudo, que este não é o principal cenário considerado pela instituição. 
As tensões geopolíticas continuam sendo um fator de constante preocupação para o FMI, que no ano passado concentrou suas atenções no conflito na Ucrânia, e que agora considera como grande fator problemático a intensificação das ações militares contra o grupo radical Estado Islâmico, no Iraque e na Síria.
"Por enquanto, os efeitos macroeconômicos parecem fundamentalmente restritos às regiões envolvidas, mas há riscos tangíveis de problemas mais generalizados", aponta o relatório.
Tanto as economias avançadas como os mercados emergentes, afirmou o FMI, passam pela "necessidade urgente de reformas estruturais para fortalecer o crescimento potencial ou para tornar o crescimento mais sustentável".

Economias em ajuste

Entre os países emergentes, o crescimento "declinou" em 2014 em todo o conjunto, "como reflexo de uma desaceleração da demanda externa".
Desse grupo, a Rússia se destaca por um crescimento muito modesto, de apenas 0,2% previsto para 2014, mas o FMI insere esse resultado no contexto de um "impacto das tensões geopolíticas nos investimentos externos e na produção doméstica".

O Brasil mereceu especial atenção

O país deve encerrar 2014 com um crescimento de apenas 0,3%, com o nível de investimentos afetado pela baixa competitividade e pelas condições financeiras.
Em geral, nos mercados emergentes a gama de necessidades varia de acordo com os países "mas o espaço é limitado em países com vulnerabilidades externas".
Esses mercados, afirma o relatório do FMI, estão "se ajustando a taxas de crescimento econômico menores do que as alcançadas durante a expansão antes da crise [de 2008] e na recuperação posterior à crise".
No entanto, a América Latina e o Caribe exibem números menores do que os esperados.
"As condições externas são desfavoráveis, já que as exportações não cumpriram as expectativas e os termos de comércio se deterioraram em vários países", apontou o FMI. "Em determinados mercados, as incertezas de política econômica afetaram a confiança e os investimentos".
Para o FMI, a região da América Latina terá neste ano um crescimento médio de 1,3%, a menor taxa desde 2009.
O relatório do FMI aponta uma "recuperação do crescimento, tanto para as economias avançadas quanto para os mercados emergentes, no que resta de 2014 e em 2015", mas a um ritmo inferior ao que havia sido estimado nas previsões de abril deste ano. Fonte: France Press – Texto revisto


Ouro fica em faixa estreita de negociação antes de anúncios

Os futuros de ouro oscilaram entre pequenas perdas e ganhos nas negociações norte-americanas da manhã de hoje, uma vez que os investidores estão aguardando os discursos de autoridades do Banco Central dos EUA (FED), no final do dia, em busca de mais indicações sobre o curso futuro da política monetária norte-americana.

Na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o ouro com vencimento em dezembro caiu US$ 1,50, ou 0,12%, e foi negociado a US$ 1.205,80 por onça-troy.

Fotomontagem: Narcisi Primus


No início do dia, o ouro atingiu uma baixa da sessão de US$ 1.183,30, um nível não visto desde 31 de dezembro, antes de subir e ficar em US$ 1.207,30, em alta de US$ 14,40, ou 1,21%.
Espera-se que os futuros de ouro encontrem apoio em US$ 1.183,30, a baixa de 6 de outubro, e resistência em US$ 1.215,70, a alta de 3 de outubro.
Ainda na Comex, a prata com vencimento em dezembro subiu 4,2 centavos, ou 0,24%, para US$ 17,26 por onça. Em 3 de outubro, os preços caíram para US$ 16,64, uma baixa de quatro anos.
O presidente do FED de Minneapolis, Narayana Kocherlakota, e o presidente do FED de Nova York, William Dudley, também deve se pronunciar no final do dia. As duas autoridades são membros votantes do comitê de política do Fed.
Os participantes do mercado também estão aguardando a divulgação da ata de setembro do FED divulgada na quarta-feira, após dados positivos sobre o emprego nos EUA, na semana passada, terem apoiado o otimismo com a força da economia e alimentado as expectativas de que o banco central começará a elevar suas taxas de juros mais cedo que o esperado.
As expectativas de uma taxa de empréstimo maior no futuro é algo considerado pessimista para o ouro, uma vez que o metal precioso se esforça para competir com ativos de alto rendimento, quando as taxas de juros estão em ascensão.
Nas negociações de metais, o cobre com vencimento em dezembro subiu 0,1 centavos, ou 0,03%, para US$ 3,037 por libra. Os preços atingiram uma baixa de seis meses de US$ 2,985 em 2 de outubro.
Na zona do euro, dados divulgados na terça-feira mostraram que a produção industrial na Alemanha caiu em agosto por mais do que os 4,0% projetados em relação ao mês anterior, a maior queda desde o começo de 2009.
Os dados fracos alimentaram os temores de que a economia da zona do euro está enfraquecendo. A Europa, como uma região, ocupa a segunda posição na demanda global pelo metal industrial.
O cobre é sensível às previsões de crescimento econômico por causa de seu amplo uso em praticamente todos os setores. Fonte: Investing – Texto revisto

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