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É gente inidônea no
mercado.
BRICS
Brasil - Mercado aberto
Variações
percentuais do mercado futuro
Futuro*08/10/2014
Oscilação
Preço
IBOVESPA
-0,1044%
57395
DÓLAR
-0,5180%
2400,5
FRC
12,6582%
0,89
DI1
0,0850%
11,77
CAFÉ 4/5
0,2033%
246,5
A
CAFÉ 6/7
ND
ND
BOI
0,0376%
132,95
ETANOL
0,1382%
1086,5
MILHO
-0,1703%
23,45
A
SOJA
-0,4717%
21,1
S&P 500
1,8168%
1961,5
OC1
ND
ND
Cotação do ouro:
A Vista*08/10/2014
Oscilação
Preço
OURO
-0,1066%
93,7
Veja como comportou-se, hoje, o índice da BM&FBovespa, para o mercado
futuro, ao analisar o gráfico abaixo:
Variação do Índice Ibovespa:
Forte queda da produção industrial ameaça
crescimento da Alemanha
A produção industrial da Alemanha caiu 4% em
agosto na comparação com o mês anterior, um resultado que ameaça o crescimento
e alimenta os temores de uma recessão técnica na maior economia europeia.
A
queda, anunciada pelo Escritório Federal de Estatísticas, ficou muito acima do
previsto pelos analistas e é mais um dado negativo, ao lado do retrocesso de
5,7% em agosto dos pedidos industriais.
"É
uma notícia ruim para o crescimento no terceiro trimestre, depois que a
economia alemã ficou estagnada no segundo, quando o Produto Interno Bruto (PIB)
registrou contração de 0,2%", comentou Johannes Gareis, economista da
Natixis.

Ângela Merkel - Germânia - Divulgação
A boa
saúde do mercado de trabalho - com índice de desemprego estável em 6,7% - e do
consumo devem permitir uma compensação do resultado ruim da indústria, segundo
Carsten Brzeski, economista da seguradora ING.
"Mas
é muito cedo para dizer se isto será suficiente para evitar uma recessão
técnica, ou seja, uma contração no terceiro trimestre de pois da queda entre
maio e junho", completou.
O
ministério da Economia publicará na próxima semana a atualização das previsões
de crescimento do governo para 2014 e 2015.
Os
principais bancos do país ajustaram suas previsões, como o Deustche Bank, que
prevê um avanço de 1,5% do PIB alemão para este ano. Fonte: France Press
É gente inidônea no
mercado.
BRICS
Brasil - Mercado aberto
Variações
percentuais do mercado futuro
Futuro*08/10/2014
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|
Oscilação
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Preço
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IBOVESPA
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-0,1044%
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57395
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DÓLAR
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-0,5180%
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2400,5
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FRC
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12,6582%
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0,89
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DI1
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0,0850%
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11,77
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CAFÉ 4/5
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0,2033%
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246,5
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CAFÉ 6/7
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ND
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BOI
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0,0376%
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132,95
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ETANOL
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0,1382%
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1086,5
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MILHO
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-0,1703%
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23,45
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SOJA
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-0,4717%
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21,1
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S&P 500
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1,8168%
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1961,5
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OC1
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Cotação do ouro:
A Vista*08/10/2014
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Oscilação
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Preço
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OURO
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-0,1066%
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93,7
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Veja como comportou-se, hoje, o índice da BM&FBovespa, para o mercado
futuro, ao analisar o gráfico abaixo:
Variação do Índice Ibovespa:
Forte queda da produção industrial ameaça crescimento da Alemanha
A produção industrial da Alemanha caiu 4% em
agosto na comparação com o mês anterior, um resultado que ameaça o crescimento
e alimenta os temores de uma recessão técnica na maior economia europeia.
A queda, anunciada pelo Escritório Federal de Estatísticas, ficou muito acima do previsto pelos analistas e é mais um dado negativo, ao lado do retrocesso de 5,7% em agosto dos pedidos industriais.
"É uma notícia ruim para o crescimento no terceiro trimestre, depois que a economia alemã ficou estagnada no segundo, quando o Produto Interno Bruto (PIB) registrou contração de 0,2%", comentou Johannes Gareis, economista da Natixis.
A queda, anunciada pelo Escritório Federal de Estatísticas, ficou muito acima do previsto pelos analistas e é mais um dado negativo, ao lado do retrocesso de 5,7% em agosto dos pedidos industriais.
"É uma notícia ruim para o crescimento no terceiro trimestre, depois que a economia alemã ficou estagnada no segundo, quando o Produto Interno Bruto (PIB) registrou contração de 0,2%", comentou Johannes Gareis, economista da Natixis.
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| Ângela Merkel - Germânia - Divulgação |
A boa
saúde do mercado de trabalho - com índice de desemprego estável em 6,7% - e do
consumo devem permitir uma compensação do resultado ruim da indústria, segundo
Carsten Brzeski, economista da seguradora ING.
"Mas é muito cedo para dizer se isto será suficiente para evitar uma recessão técnica, ou seja, uma contração no terceiro trimestre de pois da queda entre maio e junho", completou.
O ministério da Economia publicará na próxima semana a atualização das previsões de crescimento do governo para 2014 e 2015.
Os principais bancos do país ajustaram suas previsões, como o Deustche Bank, que prevê um avanço de 1,5% do PIB alemão para este ano. Fonte: France Press
"Mas é muito cedo para dizer se isto será suficiente para evitar uma recessão técnica, ou seja, uma contração no terceiro trimestre de pois da queda entre maio e junho", completou.
O ministério da Economia publicará na próxima semana a atualização das previsões de crescimento do governo para 2014 e 2015.
Os principais bancos do país ajustaram suas previsões, como o Deustche Bank, que prevê um avanço de 1,5% do PIB alemão para este ano. Fonte: France Press
Geopolítica e emergentes desafiam economia mundial em 2014
| Cristine Lagarde - FMI - Divulgação |
O Fundo Monetário Internacional (FMI)
revisou levemente para baixo, nesta terça-feira, em sua previsão de crescimento
econômico global para este ano, a 3,3%, em um contexto marcado pela
continuidade de tensões geopolíticas, estagnação das economias desenvolvidas e
desaceleração dos países emergentes.
Desta forma, o FMI, que nesta semana inicia suas tradicionais reuniões em Washington, revisou sua expectativa de crescimento global em leve baixa de 0,1% em relação às previsões divulgadas em julho (3,4%).
Para 2015, o FMI prevê um crescimento de 3,8%, 0,2% abaixo da expectativa de julho (4%).
A entidade justificou sua redução de expectativas pelo "agravamento de tensões geopolíticas (...), pela estagnação e pelo baixo potencial de crescimento em economias avançadas e por uma queda no crescimento potencial nos mercados emergentes".
Considerando esses fatores, o FMI afirma em seu relatório que "fortalecer o atual crescimento potencial deve permanecer como uma prioridade".
Nas chamadas economias desenvolvidas essa prioridade deve se traduzir em "apoio continuo à política monetária e aos ajustes fiscais". No caso das economias emergentes, destacam-se os fracos crescimentos previstos para Rússia e Brasil.
Desta forma, o FMI, que nesta semana inicia suas tradicionais reuniões em Washington, revisou sua expectativa de crescimento global em leve baixa de 0,1% em relação às previsões divulgadas em julho (3,4%).
Para 2015, o FMI prevê um crescimento de 3,8%, 0,2% abaixo da expectativa de julho (4%).
A entidade justificou sua redução de expectativas pelo "agravamento de tensões geopolíticas (...), pela estagnação e pelo baixo potencial de crescimento em economias avançadas e por uma queda no crescimento potencial nos mercados emergentes".
Considerando esses fatores, o FMI afirma em seu relatório que "fortalecer o atual crescimento potencial deve permanecer como uma prioridade".
Nas chamadas economias desenvolvidas essa prioridade deve se traduzir em "apoio continuo à política monetária e aos ajustes fiscais". No caso das economias emergentes, destacam-se os fracos crescimentos previstos para Rússia e Brasil.
Crescimento
menor do que o esperado
Em geral, apontou o FMI, o crescimento da economia global na primeira metade do ano experimentou uma desaceleração mais acentuada do que o previsto em abril, quando a entidade publicou uma revisão das suas previsões.
"Este crescimento menor do que o esperado reflete eventos nos Estados Unidos, na zona do euro, no Japão e em algumas grandes economias emergentes", indicou.
No caso dos Estados Unidos, o país teve um péssimo primeiro trimestre mas se recuperou no segundo, enquanto que na zona do euro "o crescimento se concentrou no segundo trimestre.
Em relação à zona do euro, o economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard, disse que a região pode ser tornar o "principal problema" da economia global, caso não reverta o risco de deflação.
"Se isso ocorrer, será certamente o principal problema com o qual a economia se verá confrontada", declarou Blanchard, ao apresentar as novas projeções de crescimento econômico mundial. O economista esclareceu, contudo, que este não é o principal cenário considerado pela instituição.
As tensões geopolíticas continuam sendo um fator de constante preocupação para o FMI, que no ano passado concentrou suas atenções no conflito na Ucrânia, e que agora considera como grande fator problemático a intensificação das ações militares contra o grupo radical Estado Islâmico, no Iraque e na Síria.
"Por enquanto, os efeitos macroeconômicos parecem fundamentalmente restritos às regiões envolvidas, mas há riscos tangíveis de problemas mais generalizados", aponta o relatório.
Tanto as economias avançadas como os mercados emergentes, afirmou o FMI, passam pela "necessidade urgente de reformas estruturais para fortalecer o crescimento potencial ou para tornar o crescimento mais sustentável".
Economias em ajuste
Entre os países emergentes, o crescimento "declinou" em 2014 em todo o conjunto, "como reflexo de uma desaceleração da demanda externa".
Desse grupo, a Rússia se destaca por um crescimento muito modesto, de apenas 0,2% previsto para 2014, mas o FMI insere esse resultado no contexto de um "impacto das tensões geopolíticas nos investimentos externos e na produção doméstica".
Em geral, apontou o FMI, o crescimento da economia global na primeira metade do ano experimentou uma desaceleração mais acentuada do que o previsto em abril, quando a entidade publicou uma revisão das suas previsões.
"Este crescimento menor do que o esperado reflete eventos nos Estados Unidos, na zona do euro, no Japão e em algumas grandes economias emergentes", indicou.
No caso dos Estados Unidos, o país teve um péssimo primeiro trimestre mas se recuperou no segundo, enquanto que na zona do euro "o crescimento se concentrou no segundo trimestre.
Em relação à zona do euro, o economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard, disse que a região pode ser tornar o "principal problema" da economia global, caso não reverta o risco de deflação.
"Se isso ocorrer, será certamente o principal problema com o qual a economia se verá confrontada", declarou Blanchard, ao apresentar as novas projeções de crescimento econômico mundial. O economista esclareceu, contudo, que este não é o principal cenário considerado pela instituição.
As tensões geopolíticas continuam sendo um fator de constante preocupação para o FMI, que no ano passado concentrou suas atenções no conflito na Ucrânia, e que agora considera como grande fator problemático a intensificação das ações militares contra o grupo radical Estado Islâmico, no Iraque e na Síria.
"Por enquanto, os efeitos macroeconômicos parecem fundamentalmente restritos às regiões envolvidas, mas há riscos tangíveis de problemas mais generalizados", aponta o relatório.
Tanto as economias avançadas como os mercados emergentes, afirmou o FMI, passam pela "necessidade urgente de reformas estruturais para fortalecer o crescimento potencial ou para tornar o crescimento mais sustentável".
Economias em ajuste
Entre os países emergentes, o crescimento "declinou" em 2014 em todo o conjunto, "como reflexo de uma desaceleração da demanda externa".
Desse grupo, a Rússia se destaca por um crescimento muito modesto, de apenas 0,2% previsto para 2014, mas o FMI insere esse resultado no contexto de um "impacto das tensões geopolíticas nos investimentos externos e na produção doméstica".
O Brasil mereceu especial atenção
O país deve encerrar 2014 com um crescimento
de apenas 0,3%, com o nível de investimentos afetado pela baixa competitividade
e pelas condições financeiras.
Em geral, nos mercados emergentes a gama de necessidades varia de acordo com os países "mas o espaço é limitado em países com vulnerabilidades externas".
Esses mercados, afirma o relatório do FMI, estão "se ajustando a taxas de crescimento econômico menores do que as alcançadas durante a expansão antes da crise [de 2008] e na recuperação posterior à crise".
No entanto, a América Latina e o Caribe exibem números menores do que os esperados.
"As condições externas são desfavoráveis, já que as exportações não cumpriram as expectativas e os termos de comércio se deterioraram em vários países", apontou o FMI. "Em determinados mercados, as incertezas de política econômica afetaram a confiança e os investimentos".
Para o FMI, a região da América Latina terá neste ano um crescimento médio de 1,3%, a menor taxa desde 2009.
O relatório do FMI aponta uma "recuperação do crescimento, tanto para as economias avançadas quanto para os mercados emergentes, no que resta de 2014 e em 2015", mas a um ritmo inferior ao que havia sido estimado nas previsões de abril deste ano. Fonte: France Press – Texto revisto
Em geral, nos mercados emergentes a gama de necessidades varia de acordo com os países "mas o espaço é limitado em países com vulnerabilidades externas".
Esses mercados, afirma o relatório do FMI, estão "se ajustando a taxas de crescimento econômico menores do que as alcançadas durante a expansão antes da crise [de 2008] e na recuperação posterior à crise".
No entanto, a América Latina e o Caribe exibem números menores do que os esperados.
"As condições externas são desfavoráveis, já que as exportações não cumpriram as expectativas e os termos de comércio se deterioraram em vários países", apontou o FMI. "Em determinados mercados, as incertezas de política econômica afetaram a confiança e os investimentos".
Para o FMI, a região da América Latina terá neste ano um crescimento médio de 1,3%, a menor taxa desde 2009.
O relatório do FMI aponta uma "recuperação do crescimento, tanto para as economias avançadas quanto para os mercados emergentes, no que resta de 2014 e em 2015", mas a um ritmo inferior ao que havia sido estimado nas previsões de abril deste ano. Fonte: France Press – Texto revisto
Ouro fica em faixa estreita de negociação antes de anúncios
Os futuros de ouro
oscilaram entre pequenas perdas e ganhos nas negociações norte-americanas da
manhã de hoje, uma vez que os investidores estão aguardando os discursos de
autoridades do Banco Central dos EUA (FED), no final do dia, em busca de mais
indicações sobre o curso futuro da política monetária norte-americana.
Na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o ouro com vencimento em dezembro caiu
US$ 1,50, ou 0,12%, e foi negociado a US$ 1.205,80 por onça-troy.
No início do dia, o ouro
atingiu uma baixa da sessão de US$ 1.183,30, um nível não visto desde 31 de
dezembro, antes de subir e ficar em US$ 1.207,30, em alta de US$ 14,40, ou
1,21%.
Espera-se que os futuros de
ouro encontrem apoio em US$ 1.183,30, a baixa de 6 de outubro, e resistência em
US$ 1.215,70, a alta de 3 de outubro.
Ainda na Comex, a prata com vencimento em dezembro
subiu 4,2 centavos, ou 0,24%, para US$ 17,26 por onça. Em 3 de outubro, os
preços caíram para US$ 16,64, uma baixa de quatro anos.
O presidente do FED de
Minneapolis, Narayana Kocherlakota, e o presidente do FED de Nova York, William
Dudley, também deve se pronunciar no final do dia. As duas autoridades são
membros votantes do comitê de política do Fed.
Os participantes do mercado
também estão aguardando a divulgação da ata de setembro do FED divulgada na
quarta-feira, após dados positivos sobre o emprego nos EUA, na semana passada,
terem apoiado o otimismo com a força da economia e alimentado as expectativas
de que o banco central começará a elevar suas taxas de juros mais cedo que o
esperado.
As expectativas de uma taxa de
empréstimo maior no futuro é algo considerado pessimista para o ouro, uma vez
que o metal precioso se esforça para competir com ativos de alto rendimento,
quando as taxas de juros estão em ascensão.
Nas negociações de metais, o cobre com vencimento em dezembro
subiu 0,1 centavos, ou 0,03%, para US$ 3,037 por libra. Os preços atingiram uma
baixa de seis meses de US$ 2,985 em 2 de outubro.
Na zona do euro, dados
divulgados na terça-feira mostraram que a produção industrial na Alemanha caiu
em agosto por mais do que os 4,0% projetados em relação ao mês anterior, a
maior queda desde o começo de 2009.
Os dados fracos alimentaram os
temores de que a economia da zona do euro está enfraquecendo. A Europa, como
uma região, ocupa a segunda posição na demanda global pelo metal industrial.
O cobre é sensível às
previsões de crescimento econômico por causa de seu amplo uso em praticamente
todos os setores. Fonte: Investing – Texto revisto



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